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Elaboração de projetos, prestação de contas, Sistema de Financiamento à Cultura de Minas Gerais, turismo criativo e eventos estão entre os temas que serão tratados na próxima edição do FormaCultura, ação do Programa Cultura Geraes, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult). A oficina, que será gratuita e promovida em parceria com o Senac-MG, acontece de 2 a 6 de agosto, de 14h às 17h, e será transmitida pelo canal da Secult no Youtube.

Estas atividades de capacitação realizadas pela Secult em parceria com instituições públicas e privadas tem o objetivo de promover e democratizar o acesso aos mecanismos de fomento, incentivando a produção cultural e de eventos. A ideia é ajudar artistas, empreendedores da cultura e do turismo na elaboração, aprovação e execução de seus projetos culturais, de forma a criar mais oportunidades, empregos e renda para a cadeia produtiva dos dois setores em Minas Gerais.

Na segunda-feira (2/8), o tema do primeiro módulo será “Elaboração de projetos e portfólios”, onde haverá apresentação dos instrumentos fundamentais para a elaboração de projetos e portfólios, para auxiliar os profissionais no desenvolvimento de suas propostas. O palestrante será Rodrigo Carneiro de Almeida, professor do Senac. O módulo 2, no dia 3/8, aborda “Gerenciamento financeiro e prestação de contas”, trazendo a importância do gerenciamento financeiro e prestação de contas de um projeto, contribuindo para o fortalecimento e profissionalização do mercado cultural no estado, também com Rodrigo Carneiro de Almeida.

O módulo 3, em 4/8, traz o detalhamento do Sistema de Financiamento à Cultura de Minas Gerais e da Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura. O Sistema visa ampliar e descentralizar os recursos públicos destinados ao segmento cultural, por meio do Fundo Estadual de Cultura (FEC) e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC). Janaína Silva, diretora de Monitoramento e Prestação de Contas da Secult, e Luiz Gustavo Guimarães, diretor de Fomento da Secult, apresentarão os temas.

No dia 5/8, os conceitos e impactos da economia criativa em Minas Gerais, os diversos mecanismos de fomento à cultura e as estratégias para a captação de recursos serão apresentados no módulo 4, “Economia criativa e captação de recursos”, com Igor Arci, superintendente de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia da Secult.

“Turismo Criativo e Eventos” é o tema do último módulo, na sexta-feira (6/8), abordando na prática como o turismo e a cultura podem caminhar juntos gerando impacto no desenvolvimento econômico e social das comunidades, preservando as tradições locais e abrindo espaços para novos públicos, pensamentos e possibilidades, tomando como exemplo eventos turísticos de Minas Gerais. Este módulo será apresentado pela Subsecretaria de Turismo da Secult.

Serviço

Oficina FormaCULTURA – parceria Secult-MG e Senac

Gratuita

Data: 2 a 6 de agosto, das 14h às 17h

Local: Youtube da Secult

Prazo para envio de documentos vai até 23 de agosto; trabalho colaborativo é fundamental para que a entidade de pesquisa seja cada vez mais consolidada

OTMG

Entidades públicas e privadas e instituições da sociedade civil que colaboram com o desenvolvimento da atividade turística e desejam fazer parte da rede do Observatório do Turismo de Minas Gerais (OTMG), contribuindo com o monitoramento em rede do setor no estado, têm até o dia 23 de agosto para enviar a documentação necessária.

Entre outras ações, as entidades participantes do OTMG se reúnem periodicamente para alinhar metodologias, discutir inovação em turismo e desenvolver trabalhos conjuntos. “O OTMG surgiu da necessidade de somar esforços para fortalecer a pesquisa e a inovação em turismo, então a Rede e o trabalho colaborativo são parte da nossa essência. Os parceiros da Rede são fundamentais para que o Observatório esteja cada vez mais consolidado e para que produza conteúdos inovadores e de qualidade”, afirmou a coordenadora do OTMG, Julia Boroni.

Para pleitear a entrada na Rede OTMG ou a renovação da participação, em caso de ultrapassar dois anos de sua última formalização, será necessário o envio da Ficha Cadastral com indicação dos representantes da entidade; o Termo de Compromisso devidamente assinado e preenchido; Carta de Motivação, com descrição breve das atividades da entidade e como ela pode contribuir para os trabalhos do OTMG; documentos comprobatórios de trabalho com pesquisa em turismo que estão listados no Regimento Interno do OTMG.

Todas as orientações e a legislação sobre o processo de formalização das entidades participantes podem ser acessadas AQUI.

Observatório do Turismo de Minas Gerais

O Observatório do Turismo de Minas Gerais é uma instância de pesquisa regulamentada pela Lei nº 22.765, de 20/12/2017, e pelo Decreto nº47.526, de 06/11/2018, que tem como objetivo o monitoramento em rede da atividade turística no estado, o incentivo à inovação, à inteligência de mercado e o fomento à pesquisa acadêmica em turismo. Sua coordenação fica a cargo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

Bate-papo com Márcia Clementino Nunes será transmitido pelo Instagram em celebração ao Dia da Gastronomia Mineira

Gastronomia e Literatura são dois assuntos que muito interessam ao povo mineiro. E é pensando nesse forte diálogo entre essas duas áreas que a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais realiza a live “A Cozinha de Minas é de ouro”, com participação da chef de cozinha e historiadora Márcia Clementino Nunes. O evento virtual, que também celebra o Dia da Gastronomia Mineira, comemorado em 5 de julho, será transmitido pelo Instagram da Biblioteca Estadual (@bibliotecaestadualmg) na segunda-feira (5/7), a partir das 15h. A mediação é de Eliani Gladyr.

Durante a live, Márcia vai abordar os aspectos da formação histórica e cultural da cozinha mineira tenho, como ponto de partida, o período do Ciclo do Ouro no Brasil, quando, a partir do século XVIII, bandeirantes iniciaram a exploração do interior da colônia à procura de metais preciosos. De acordo com a convidada, esse momento foi fundamental tanto para a formação do território mineiro quanto para a criação de uma identidade social, cultural e, principalmente, gastronômica de Minas Gerais.

“O contexto histórico já mostra que a cozinha mineira está ligada à riqueza mineral. A descoberta de ouro nas minas foi fundamental no período colonial para o desenvolvimento da nossa história como estado, como povo. Nossa cozinha, em especial, foi forjada nesse ambiente mineral, de busca pelo ouro, pelas riquezas das minas. Acabado o ciclo do ouro naquele período, ficou, como herança, esse patrimônio repleto de referências e culturas que é a cozinha de Minas Gerais”, destaca Márcia.

Coautora do livro “História da Arte da Cozinha Mineira por Dona Lucinha”, Márcia Clementino Nunes é profunda conhecedora das tradições gastronômicas do estado. E, para ela, gastronomia e literatura estão diretamente ligadas à história de Minas Gerais. Ao estudar as manifestações de religiosidade popular e dos elementos simbólicos da Festa do Rosário do Serro. Depois de concluído esse processo de investigação, Márcia passou a dedicar seus estudos à cultura culinária mineira.

“Depois da linguagem, a comida é o mais importante elo entre o homem e a cultura. E, dessa forma, também, a gastronomia se liga à cultura. A mesma paixão que tenho pela culinária, alimento pela literatura e tudo isso é uma herança. O gosto pelo saber e pelos sabores estão quase que conectados o tempo todo em nossa história como povo mineiro. O que se produz em Minas como literatura é uma síntese de histórias e memórias. Assim também é a nossa veia gastronômica, cheia de referências e identicidades”, pontua.  

Dia da Gastronomia Mineira
Celebrado em 5 de julho, o Dia da Gastronomia Mineira surgiu em homenagem ao nascimento do escritor Eduardo Frieiro, autor de “Feijão, Angu e Couve – ensaio sobre a comida dos mineiros”, publicado em 1966. Frieiro também foi o primeiro diretor da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais. A data foi criada em 2012, pelo Governo do Estado, como forma de referenciar tradições e costumes culinários de Minas Gerais, que são reconhecidos no Brasil e no mundo.

Márcia Clementino Nunes
Natural do Serro, graduou-se em História pela UFMG em 1987. Estudou as manifestações de religiosidade popular e produziu uma pesquisa da história e significação simbólica da Festa do Rosário do Serro. Por influência do curso que fez, percebeu a importância cultural e histórica do trabalho de Dona Lucinha e passou a dedicar-se, junto a ela, ao estudo da cultura culinária mineira. Atualmente administra um dos Restaurantes Dona Lucinha.

É coautora do livro História da Arte da Cozinha Mineira por Dona Lucinha. O trabalho é fruto de uma parceria de mãe e filha voltadas para a pesquisa de um mesmo tema. O livro serviu de fonte de inspiração para o tema do Carnaval de 2015 da Salgueiro. Fruto da sua pesquisa sobre religiosidade popular publicou, em 2018, Festa do Rosário do Serro. A obra será disponibilizada em biblioteca digital voltada para os portadores de deficiência visual.

 

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Formulário de adesão pode ser preenchido até o dia 10 de agosto pelos  municípios

A 8ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais já está  com inscrições abertas no site do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico – Iepha/MG (www.iepha.mg.gov.br). O Formulário de Adesão estará disponível até 10 de agosto. Os municípios interessados em participar do evento devem entrar no site do Iepha e preencher o documento. Na edição de 2021, a Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais apresenta o tema “Caminhos do Patrimônio: contemporaneidade e novos horizontes”, em comemoração ao Dia do Patrimônio Cultural, aos 50 anos do Iepha-MG e aos 25 anos do ICMS Patrimônio Cultural. Nesta edição, a Jornada propõe ações educativas e de difusão do patrimônio cultural que promovam reflexões sobre a trajetória das políticas públicas do patrimônio cultural, novos patrimônios e novas tecnologias e lugares de memória.

As atividades podem ser realizadas de forma virtual ou presencialmente, levando sempre em consideração as regras de combate à covid adotadas por cada município. A participação na Jornada é aberta a todos os interessados em propor ações relacionadas à salvaguarda do patrimônio cultural.

Para  o presidente do Iepha-MG, Felipe Pires, a Jornada deste ano vai reunir diversas ações de promoção do patrimônio cultural que tiveram de ser reinventadas por conta da pandemia. “Vivemos tempos de mudanças rápidas e ainda em aceleração. Neste contexto a valoração do patrimônio cultural se torna cada dia mais relevante para a manutenção da diversidade frente ao poder homogeneizador do mundo contemporâneo. As Jornadas, como parte da solução criativa ao isolamento imposto, fazem com que a ação de cada comunidade transborde seu território, contribuindo para o reconhecimento de que Minas são muitas ao nos aproximar das diversas faces das Gerais”, ressalta Felipe.

Podem ser realizadas exposições, feiras, festivais, apresentações artísticas, seminários, encontros de grupos e culturas populares, como capoeira, catira, congado, folia de reis e reinado, além de visitas guiadas, publicações, atividades de mediação e educação patrimonial, dentre outras atividades que se relacionem com a preservação do patrimônio de cada cidade. Clique aqui e acesse o regulamento.

As atividades culturais propostas passarão pela avaliação da comissão organizadora da Jornada do Patrimônio Cultural.

Os municípios que tiverem sua adesão à Jornada homologada e que comprovarem a realização das ações conforme a Deliberação Normativa do CONEP terão direito à pontuação no programa ICMS Patrimônio Cultural.

Um guia on-line, com todas as atividades, será disponibilizado no site do Iepha-MG a partir do dia 17 de agosto.

Caminhos do Patrimônio: contemporaneidade e novos horizontes

As mudanças causadas pela pandemia trouxeram importantes reverberações no campo do patrimônio cultural. Os impactos podem ser observados, especialmente, no trato das políticas públicas e nas relações estabelecidas entre os agentes públicos e os diversos atores sociais que protagonizam a gestão dos seus bens culturais, atuando nos processos de proteção, preservação, salvaguarda e promoção dos bens culturais locais. Se, por um lado, tornou-se inviável o trabalho presencial, por outro, abriu-se um leque de oportunidades e possibilidades, tendo em vista o reconhecimento e valorização do patrimônio cultural pelas comunidades em contextos sociais distintos.

Em um contexto de intensa transformação, vê-se o surgimento de novos desafios que interpelam os agentes de preservação na condução de políticas de patrimônio cultural, no âmbito estadual e municipal. Assim, a oitava edição da Jornada propõe e se apresenta como instrumento de incentivo à promoção do conhecimento e de ações educativas e de difusão do patrimônio cultural de Minas Gerais, por meio de três eixos de reflexão: Trajetória das Políticas Públicas do Patrimônio Cultural, Novos patrimônios e novas tecnologias e Lugares de Memória.

Os subtemas propostos para 2021 são: 

  • ·         Trajetória das Políticas Públicas do Patrimônio Cultural: Pretende-se refletir sobre os percursos que consolidaram e fortaleceram as políticas públicas do patrimônio cultural de diferentes cidades/estados, ao longo dos 50 anos. 
  • ·         Novos patrimônios e novas tecnologias: Novos significados para o patrimônio e novas tecnologias a serviço da proteção ao patrimônio cultural, refletindo sobre o mundo digital e a comunicação em rede presente no nosso cotidiano. 
  • ·         Lugares de Memória: Espaços físicos, virtuais e coletivos onde são reconhecidos e tematizados, em representações simbólicas e narrativas, a construção dos sentidos de pertencimento, memória e identidade.

 A Jornada

A Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais acontece desde 2009, e teve sua inspiração inicial na experiência das Journées du Patrimoine. Criado na França em 1984, o evento se consolidou por marcar, de forma nacional e anualmente, um final de semana de mobilização popular em torno da valorização e preservação do patrimônio francês. O sucesso foi tanto que hoje a Jornada Francesa expandiu-se para todo o Velho Continente.

Nas últimas edições realizadas, mais de 1.500 proponentes promoveram cerca de 3.500 ações abordando diferentes temas sobre o patrimônio cultural. Com a participação de mais de 600 municípios, a iniciativa foi agraciada com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade de 2010, na categoria Divulgação do Patrimônio Cultural. O prêmio é um reconhecimento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, que valoriza as ações que se destacam na preservação do patrimônio cultural do país.                  

Todas as informações sobre como participar da 8ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais estão disponíveis no site do Iepha-MG. O Iepha-MG é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

 

Serviço:

Inscrição para a 8ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais

Quando: 26 de julho a 10 de agosto de 2021

Onde: site do Iepha-MG – www.iepha.mg.gov.br

 

Foto: Espaço Memória / Ação realizada no município de Martinho Campos em 2019

 

Orientações foram direcionadas a equipes técnicas das Instâncias de Governança Regionais

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), por meio da Superintendência de Políticas do Turismo, realizou, nos dias 28, 29 e 30 de junho, a capacitação sobre o Sistema de Certificação e Monitoramento junto às Instâncias de Governança Regionais (IGRs) que pleiteam a participação na Política de Regionalização do Turismo (PRT) de Minas Gerais.

A ação faz parte da série de qualificações e orientações que têm o objetivo de simplificar o processo de Certificação e reconhecimento das IGRs como executoras, articuladoras e descentralizadoras da Política de Regionalização do Estado.

O Sistema de Certificação e Monitoramento das IGRs é o fruto de um trabalho integrado da equipe da Secult (SPT/DRDP e TI) que produziu a ferramenta de modo a facilitar o envio e armazenamento dos documentos das IGRs e municípios e também possibilitar o monitoramento das ações a longo prazo.

A diretora de Regionalização e Descentralização de Políticas do Turismo da Secult, Priscila Martins, explica que “tratou-se de um momento em que as equipes técnicas das IGRs receberam orientações quanto ao novo Sistema de Certificação e Monitoramento, que será lançado em julho e permitirá a inserção da documentação de forma totalmente online. Estamos confiantes de que essa ferramenta será uma grande inovação para o processo e também facilitará o trabalho de todos”, explicou Priscila.

De acordo com a diretora, o objetivo do novo sistema é o envio da documentação aconteça de forma otimizada, com garantia de maior segurança e organização dos dados tratados durante o processo de Certificação das Instâncias de Governança Regionais.

“Recebemos a notícia do novo sistema com uma perspectiva muito boa, porque significa avanço na Política de Regionalização do Turismo de Minas Gerais, faz com que a gente diminua os processos e tenha mais agilidade no processo de certificação. Acredito que teremos um controle melhor dos documentos e maior organização, como a renovação de processos. Isso dá tranquilidade e segurança e faz com que a gente desburocratize o sistema. Novamente Minas Gerais sai na frente nas políticas públicas de Turismo”, pontuou o presidente da Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur), Marcus Januário.

Ao todo, foram realizadas três reuniões de capacitação, por videoconferência, que contaram com um total de 79 participantes de 45 IGRs que pretendem solicitar o reconhecimento em 2021.

Processo de Certificação das IGRs
A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) prorrogou o prazo do processo de certificação das Instâncias de Governança Regionais (IGRs), conforme o Decreto Nº 48.189, publicado no Jornal Minas Gerais em 13 de maio de 2021.

Com isso, a certificação das IGRs e a alteração de suas composições poderão ser solicitadas entre 15 de julho e 15 de agosto de 2021. A Secult deve concluir o processo até 20 de outubro e publicar a lista oficial das IGRs e respectivos municípios até 20 de novembro de 2021.

A alteração foi pensada em função das medidas restritivas impostas pela Onda Roxa do Plano Minas Consciente, que podem ter inviabilizado o levantamento de documentos.

Confira o webinário da Secult sobre Regionalização do Turismo: Certificação das IGR's 2021, que detalha todos os procedimentos para a certificação.

 

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O processo seletivo online fica aberto até esta sexta-feira (30/7), a partir de análise de histórico escola​​​r 

O processo seletivo Curso Técnico em Conservação e Restauro, da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), está aberto até sexta-feira (30/7). As inscrições podem ser realizadas exclusivamente através do preenchimento do formulário disponível no site da fundação(www.faop.mg.gov.br).  Serão 32 vagas ofertadas, sendo 16 para o turno da manhã e 16  para o turno da noite. Vale ressaltar que 50% das vagas por turno são reservadas aos alunos oriundos de escola pública. O processo seletivo tem caráter classificatório, e será realizado a partir de uma análise de histórico escolar, especificamente das notas obtidas no último ano cursado no Ensino Médio pelo(a) candidato(a), nas disciplinas Língua Portuguesa (ou Português), Química, História e Biologia.  Poderão se candidatar ao curso pessoas que estejam cursando, no mínimo, o 2º (segundo) ano do Ensino Médio, na forma concomitante, ou que já tenham concluído o ensino médio, na forma subsequente. Até dois dias úteis após o preenchimento do formulário, o inscrito receberá em seu email o  Documento de Arrecadação Estadual – DAE, para recolhimento do valor. A taxa de inscrição no processo seletivo é de R$60,00. O pagamento poderá ser realizado com o prazo de um dia útil, com exceção das inscrições solicitadas no dia 30/07/2021, que terão a data de vencimento no mesmo dia. Após o pagamento das inscrições, os candidatos deverão inserir, até o dia 01/08/2021 (domingo), alguns documentos comprobatórios, através do Formulário de Análise de Documentação para Classificação, também disponibilizado no site. São eles: Comprovante do pagamento da Taxa de Inscrição (DAE); Documento de Identidade válido com foto (frente e verso); Cadastro de Pessoa Física (CPF); Histórico Escolar do Ensino Médio ou documento equivalente para comprovação de notas e desempenho. O edital completo está disponível em www.faop.mg.gov.br. Sobre o curso O Curso Técnico em Conservação e Restauro da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade| FAOP é reconhecido pelo MEC e teve início com o restaurador Jair Afonso Inácio, na década de 1970. O curso, considerado a primeira experiência na formação de profissionais de restauro de forma regular no Brasil, forma profissionais técnicos capacitados para análise, diagnóstico e intervenção em questões de conservação e restauração de bens culturais móveis, nas áreas de papel, escultura policromada e pintura de cavalete. Realizado na modalidade Ensino Presencial, o curso conta com aulas teóricas e práticas e matriz curricular distribuída em cinco módulos semestrais. Durante o período da pandemia do Coronavírus, as aulas do Curso Técnico em Conservação e Restauro estão sendo oferecidas de forma remota como estratégia excepcional, orientada pelas normativas educacionais do estado de Minas Gerais, de acordo com o Regime Especial de Atividades Não Presenciais - REANP. 
Serão oferecidas bolsas parciais e integrais O curso tem mensalidade no valor de R$360,00. O (a) aluno (a) aprovado poderá solicitar Bolsa de Estudo conforme às condições previstas no Regimento Interno da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade. A Bolsa de Estudo será oferecida em duas modalidades, integral (100%) ou parcial (50%) e serão definidas com base na renda familiar mensal per capita. Mais informações podem ser consultadas no edital ou na Portaria 14/2019 FAOP, publicada na Imprensa Oficial de Minas Gerais O resultado do processo seletivo vai ser divulgado dia 23/08 (segunda-feira) pela Imprensa Oficial de Minas Gerais (www.jornalminasgerais.mg.gov.br) e no site da FAOP (www.faop.mg.gov.br). SERVIÇO
Curso Técnico em Conservação e Restauro FAOP
Público: Interessados que estejam cursando, no mínimo, o 2º (segundo) ano do Ensino Médio, na forma concomitante, ou que já tenham concluído o ensino médio, na forma subsequente.
Período de inscrições: 14 a 30 de julho de 2021
Prazo de envio de documentos comprobatórios: 01 de agosto de 2021
Início das aulas: 01 de setembro de 2021
Total de vagas: 32 vagas distribuídas em 16 para o turno da manhã e 16  para o turno da noite
Formulário de inscrições:  
Informações sobre os cursos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

O diálogo e a aproximação entre a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) as Instâncias de Governança Regionais (IGRs) e os municípios regionalizados estão mais estreitos e constantes: neste mês de junho de 2021, o projeto “Conversa com a Secult” alcançou 22 IGRs e 270 municípios, com 619 participantes.

Isso significa que metade das IGRs e municípios regionalizados foram contemplados com o projeto, que consiste na realização de reuniões virtuais para ampliar a escuta sobre projetos e ações das IGRs, possibilitar maior troca de ideias e experiências e conhecer mais de perto as iniciativas que estão em desenvolvimento pelas IGRs, bem como suas demandas e desafios.

“Mais do que ouvir o que as IGRs e municípios têm a dizer, compartilhar experiências e inspirações, verificar as possíveis demandas, e debater sobre as perspectivas e cenários das atividades turísticas em Minas Gerais, as reuniões das Conversas com a Secult são momentos de construção coletiva, de abertura ao diálogo e elaboração conjunta de estratégias, porque acreditamos que só dessa forma é que conseguimos fortalecer  e promover o setor com foco no desenvolvimento socioeconômico do estado por meio da implementação de políticas públicas do turismo”, ressaltou a subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa.

A previsão é de que, no segundo semestre de 2021, a totalidade das IGRs seja atingida e, com isso, a Secult cumpra o objetivo de promover maior aproximação entre a pasta, as IGRs e os municípios mineiros que participam da Política de Regionalização do Turismo (PRT) de Minas Gerais.

Atualmente, a PRT conta com 44 Instâncias de Governança Regionais Certificadas e 513 municípios regionalizados. Em função da pandemia, a Secult prorrogou o prazo para a Certificação das IGRs de 2021. Para esclarecer dúvidas sobre o processo, a pasta realizou o webinário Regionalização do Turismo: Certificação das IGR's 2021.

 

30 6 2021 minicvsecult

O Conselho Estadual de Política Cultural (Consec), junto à Empresa Mineira de Comunicação (EMC), lança, na próxima terça (27) o Fórum Setorial do Audiovisual Mineiro. O evento conta com a participação do presidente da Empresa Mineira de Comunicação, Sérgio Rodrigo Reis, a vice-presidente do Consec, Aryanne Ribeiro, e representantes de instituições do audiovisual.

O Consec aprovou a criação de fóruns setoriais para todos os segmentos da cultura, por meio do regimento interno, pelos conselheiros empossados para o novo mandato. Com participação da sociedade civil, a iniciativa dá espaço para discussão e apresentação de propostas de questões relevantes para os setores.

No total, 30 fóruns setoriais vão ser criados pelo Consec. A vice-presidente do órgão, Aryanne Ribeiro, fala sobre o importante espaço que a iniciativa propõe para desenvolver políticas culturais. A Empresa Mineira de Comunicação, vinculada à Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), promove a articulação, como interlocutora, neste novo espaço de construção de políticas públicas para o audiovisual.

Durante o lançamento, o historiador e membro da coordenação nacional do Comitê Paulo Gustavo, Márcio Tavares, vai apresentar o Projeto de Lei Complementar n° 73, de 2021, batizado de “Lei Paulo Gustavo”. O projeto prevê investimentos de recursos da União para a área da cultura e, principalmente, audiovisual.

O lançamento do Fórum Setorial do Audiovisual acontece terça-feira (27), às 16h. Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

23 7 2021 miniforum

Iniciativa vai reunir projetos aprovados na Lei Aldir Blanc em Minas Gerais, além de promover atividades de formação e reflexão

30 6 2021 miniculturadapaz

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) lançou, nesta quarta-feira (30/6), em Belo Horizonte, o Festival Cultura da Paz. O foco da iniciativa é a Cultura como fator de desenvolvimento social e mecanismo para representar e expressar a diversidade dos povos. Por meio do festival, serão divulgados os projetos de artistas, trabalhadores e trabalhadoras da cultura contemplados com a Lei Aldir Blanc no estado.

De acordo com o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira o Festival Cultura da Paz representa, no campo do estímulo e da valorização da cultura e da arte, o resultado das diversas ações promovidas em Minas Gerais com o objetivo de reduzir os efeitos negativos da pandemia de Covid-19 na economia da cultura. A ideia é que os debates produzidos possam contribuir para uma reflexão sobre os processos e transformações vivenciados desde o início de 2020.

“O Festival Cultura da Paz propõe uma reflexão humanista, juntamente com a experiência de Bogotá, na Colômbia, de entendimento amplo de que somos povos múltiplos, de culturas várias, mas de uma nação única enquanto Pátria. O amor à Pátria, o amor em si, se faz por meio da paz e não da guerra, seja ela cultural, política, ideológica ou de violência nas ruas, divididas por extremos, sobretudo, pelas desigualdades sociais. Formar uma cultura da paz por meio do festival das artes oriundas das ações da Lei Aldir Blanc. A isso se une o conceito de combater a violência nas suas mais variadas formas, mas, sobretudo, na alma, a violência provocada pelo esgarçamento dos valores fundamentais do ser humano. Nesse sentido, a Cultura da Paz ganha papel estruturante enquanto Cultura que gera a paz e não a guerra de ideologias. Cultura que gera emprego e renda, que contribui para o desenvolvimento dos povos no conhecimento, na reflexão, e, principalmente, na produção de convivência pacífica entre pensamentos diferentes. Uma Cultura do respeito à existência humana ou cultura de paz”, argumenta o secretário.

Para o vice-governador, Paulo Brant, a cultura tem uma contribuição fundamental na recente conjuntura do país. “O Brasil vive um momento em que a sociedade está muito polarizada, e precisamos de paz. Uma paz que signifique a convivência de pessoas com ideias, ideologias e interesses diferentes convivendo de maneira civilizada dentro de uma cultura de paz. O festival Cultura da Paz vem em hora oportuna, pois a diversidade cultural é a semente da paz de seres humanos livres”, disse.

A presidente da Fundação Clóvis Salgado, Eliane Parreiras, ressaltou o papel do Festival em um contexto de inúmeros desafios contemporâneos pelos quais passa a sociedade. “Em um momento de crise humanitária, a cultura ganha valor ainda maior. Somos provocados, todos nós do Sistema Estadual de Cultura, a repensar, cotidianamente, a função estratégica da cultura e sua importância para a coesão social. A Lei Aldir Blanc nunca irá sair da memória, pois reuniu todo o Sistema, sociedade civil, artistas e trabalhadores da cultura em um esforço conjunto de criação de uma rede de apoio ao setor, e o resultado está aí, uma ampla participação de todos os segmentos da cultura, de todas as regiões de Minas, com enorme pluralidade e diversidade”, apontou.

Valorização da produção do estado
A execução da Lei Aldir Blanc potencializou a produção cultural no estado, exaltando a riqueza artística e a diversidade cultural das diferentes produções e atividades que compõem a cadeia produtiva da cultura de Minas Gerais. Os frutos dessa empreitada se traduzem em espetáculos de artes cênicas, como dança, teatro e circo; mostras de cinema; projetos variados de valorização do patrimônio, artesanato e culturas populares; projetos de música, como álbuns e espetáculos; além do incentivo e apoio a Pontos de Cultura e à produção e pesquisa em temáticas artístico-culturais, o que movimenta a cadeia produtiva no estado e gera emprego e renda para profissionais que tiveram suas atividades afetadas durante a pandemia.

“Mais do que uma celebração, o Festival Cultura da Paz é a apresentação da diversidade da Cultura de Minas em seus 853 municípios. Por meio dessa iniciativa, vamos oferecer ao público a oportunidade de conferir espetáculos e produções que demonstram a força de nossas trabalhadoras e nossos trabalhadores de cultura. A ampla programação do festival e as ações formativas que se desdobram desse evento irão refletir a descentralização e a democratização do acesso à cultura no estado, grande avanço que a Lei Aldir Blanc nos trouxe, bem como a necessidade de ampliar ainda mais o acesso e o direito de todas e todos à Cultura”, destaca Leônidas Oliveira.

O evento de lançamento contou ainda com a participação dos presidentes das outras entidades vinculadas à Secult, Sergio Rodrigo Reis, da Empresa Mineira de Comunicação (EMC); Felipe Cardoso Vale Pires, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG); e Jefferson da Fonseca Coutinho, da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP).

Resultados culturais
Totalmente on-line e gratuito, o Festival será realizado nas redes sociais da Secult e de suas instituições vinculadas – Empresa Mineira de Comunicação (EMC); Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG); Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Fundação Clóvis Salgado (FCS); além de ser exibido via canal do Youtube da Secult e nas plataformas streaming CineHumbertoMauroMais, do Cine Humberto Mauro, e da Rede Minas.

Para além de uma alternativa ao público durante esse período que impacta a realização de eventos culturais, o Festival Cultura da Paz representa o resultado da grande mobilização em Minas Gerais durante a vigência da Lei Aldir Blanc. Com a viabilização dos recursos em 2020, a Secult, com o apoio de suas instituições vinculadas e de representantes da sociedade civil, elaborou 27 editais emergenciais em auxílio ao setor.

Foram destinados cerca de R$ 120 milhões para a elaboração dos editais, que contaram com sólida participação de vários municípios mineiros. A descentralização desses recursos possibilitou um alcance maior das políticas públicas para a cultura, seja com a oferta de espetáculos artísticos, atividades culturais ou ações formativas, alcançando 318 municípios em todas as regiões intermediárias de Minas Gerais.

Inscrições para o Festival
Os interessados em integrar o Festival Cultura da Paz terão seus conteúdos exibidos nas plataformas da Secult. Podem se inscrever no Festival Cultura da Paz os projetos que foram contemplados nos Editais 02 a 27 da Lei Aldir Blanc.

As inscrições poderão ser feitas entre 1º de julho e 15 de agosto, no site da Secult (www.secult.mg.gov.b) e os proponentes devem inscrever um projeto relacionado ao tema “Cultura como fator de desenvolvimento social”.

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Acesse o Formulário de Inscrição para o Festival Culltura da Paz AQUI.

O lançamento do Festival Cultura da Paz foi transmitido ao vivo pelo Youtube da Secult e está disponível AQUI.

 

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Imagens: Paulo Lacerda/FCS

Evento vai evidenciar a diversidade cultural e artística dos projetos contemplados na Lei Aldir Blanc em Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais prorrogou as inscrições para o Festival Cultura da Paz. Contemplados nos Editais Emergenciais 2 a 27 da Lei Aldir Blanc podem inscrever seus projetos até 30 de agosto, no site da Secult. O formulário de inscrições está disponível AQUI. O Festival Cultura da Paz tem como objetivo evidenciar a cultura como fator de desenvolvimento social e mecanismo para representar e expressar a diversidade dos povos.

Com a operacionalização da Lei Aldir Blanc, o setor cultural revelou sua potência em diferentes produções, como espetáculos de artes cênicas, como dança, teatro e circo; mostras de cinema; valorização das culturas populares; projetos de música; além do incentivo e apoio a Pontos de Cultura e à produção e pesquisa em temáticas artístico-culturais, o que movimenta a cadeia produtiva no estado e gera emprego e renda para profissionais que tiveram suas atividades afetadas durante a pandemia.

Totalmente on-line e gratuito, o Festival Cultura da Paz será realizado nas redes sociais da Secult e de suas instituições vinculadas – Empresa Mineira de Comunicação (EMC); Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG); Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Fundação Clóvis Salgado (FCS); além de ser exibido via canal do Youtube da Secult e nas plataformas streaming CineHumbertoMauroMais, do Cine Humberto Mauro, e da Rede Minas.

O Edital pode ser consultado neste link.

 

23 7 2021 miniculturadapaz

Encontro contou com homenagem a ex-conselheiros e apresentação do diagnóstico da Política de Regionalização do Turismo de Minas Gerais

O atual cenário do Turismo em Minas Gerais e as perspectivas e ações da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) para contribuir na retomada gradual e segura das atividades do setor foram temas da 50ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Turismo (CET). O encontro ocorreu nesta segunda-feira (28/6) por meio de videoconferência.

O presidente do CET e secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, fez a abertura da reunião, destacando o Programa Reviva Turismo.

“A meta é posicionarmos Minas Gerais como um dos principais destinos turísticos do país, além de gerar 100 mil empregos até 2022. Reforço que, muito mais do que promover o estado como destino, o desenvolvimento do turismo significa geração de emprego e renda e desenvolvimento socioeconômico, e é essa a nossa principal pauta do diálogo com os diversos parceiros do governo e com a sociedade. Há uma série de ações dentro do Reviva Turismo, como o Gerais + Minas, o Selo Evento Seguro, os webinários de capacitação, e tantas mais para acontecer, muito em breve, que envolvem a transversalidade entre turismo e cultura e buscam incentivar a retomada gradual e segura das atividades, retomando a confiança do trade nestes setores. Continuamos em constante diálogo com todas as entidades representativas, além do poder legislativo e do Ministério do Turismo, para o entendimento de demandas e elaboração conjunta de estratégias para promover cada vez mais o turismo em Minas Gerais”, ressaltou o secretário.

Participaram do encontro, entre outros, representantes do Ministério do Turismo (MTur), que apresentaram o Painel de Investimentos; da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio-MG), que falaram sobre o projeto “Vai Turismo”.

Como forma de reconhecimento a profissionais que se destacaram por seu empenho nas atividades enquanto conselheiros, o Conselho Estadual de Turismo fez uma homenagem à Marina Pacheco Simião e Hans Eberhard Aichinger, entregando a eles um certificado de Moção Honrosa.

Câmaras temáticas
A partir desta Reunião Ordinária do CET, os coordenadores das câmaras temáticas do Conselho apresentarão suas ações e planejamentos. Nesta edição, apresentaram os coordenadores das câmaras de Normatização, Fátima Mafra; Segmentação Turística e Regionalização, Hernani de Castro Júnior; e de Tendência e Inovação do Turismo, Milena Soares. Nas próximas, serão ouvidos os coordenadores das câmaras temáticas Infraestrutura, Financiamento e Investimento; Capacitação, Qualificação e Profissionalização do Turismo e Promoção, Comunicação e Apoio à Comercialização.

Reviva Turismo
A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) lançou, em maio de 2021, o Programa Reviva Turismo, elaborado para incentivar o retorno gradual e seguro das atividades turísticas.

Baseado em quatro eixos de atuação – biossegurança, capacitação, estruturação e promoção e marketing de Minas Gerais como destino turístico – o programa é conduzido em consonância com o plano Minas Consciente e vai investir cerca de R$ 17,5 milhões em 2021, por meio de parcerias público-privadas e patrocínios. A meta é que o Turismo gere 100 mil empregos no estado até 2022, colocando Minas entre os três principais destinos do país.

Entre as diversas ações do Reviva Turismo que já tiveram início estão o programa Gerais+Minas, que tem o objetivo de capturar a mineiridade e transmiti-la para a tela da TV e para as ondas do rádio, por meio da interiorização das grades de programação da Rede Minas e Rádio Inconfidência; o Selo Evento Seguro,concedido pelo Governo de Minas Gerais por meio da Secult, a estabelecimentos, eventos e atividades culturais e turísticas que cumprem protocolos sanitários durante o período de retomada gradual e segura do turismo; webinários de capacitações que estão disponíveis no canal da pasta no Youtube e ações de promoção e marketing por meio da divulgação dos maiores potenciais turísticos do estado: cozinha mineira, patrimônios histórico, cultural e da humanidade, complexo de estâncias hidrominerais e turismo rural, de natureza, aventura e de experiências.

 

30 6 2021 minireuniaocet

O Museu Casa Guimarães Rosa realiza mais uma edição do Museu Convida. Desta vez, o convidado é artista mineiro Mário Soares, que vai conversar um pouco mais sobre a exposição temporária “Memórias de Minas Gerais”, atualmente em cartaz no Museu. A conversa virtual acontece na terça-feira (27), às 20h, com transmissão pelo Instagram do museu (@museucasaguimaraesrosa). A mediação é de Ronaldo Alves, coordenador do Museu Casa Guimarães Rosa.

Na exposição em cartaz no Museu Casa Guimarães Rosa foram selecionados 18 trabalhos intitulados "Memórias de Minas Gerais", que são alusivos ao Brasil profundo, tema tão caro ao escritor cordisburguense João Guimarães Rosa.

Mário Soares é natural de Bocaiúva, cidade localizada no norte de Minas Gerais, na bacia do Rio Jequitinhonha. É designer de moda, formado na Escola de Belas Artes da UFMG em 2017, com carreira profissional no ramo da estamparia têxtil, habilidade a partir da qual desenvolveu a técnica empregada nos seus trabalhos artísticos - a impressão digital em tecido - que confere uma linguagem contemporânea às suas obras.

O artista mineiro teve oportunidade de passar uma temporada na Itália e de morar um período em Curitiba, onde criou o estúdio de estampas Rapó Creative. Entretanto, sua inspiração sempre esteve ligada a suas origens mais profundas, nascidas de sua trajetória como filho de agricultores, morador do sertão, ouvinte e contador de estórias. Suas telas são marcadas por cenas bucólicas das comunidades interioranas e seu traço é delicado, assim como os muitos detalhes nelas presentes. Assim, ele “pratica seu estilo”, tendo a matéria rural como sua maior referência.

Em sua cidade natal, Mário mantém uma galeria de arte, onde criou um ambiente de resgate da memória local e de contação de estórias, enfatizando sua paixão pela narrativa. Atualmente, a Galeria Mário Soares se consolida como ponto de encontro e convergência de profissionais e apreciadores da cultura, o que contribui sobremaneira para a formação de público, difusão de técnicas e fazeres artísticos, além de apoiar ações de preservação de acervos de cunho regional.

Serviço:
Museu Guimarães Rosa Convida Mário Soares
Tema: Exposição temporária “Memórias de Minas Gerais”
Data: 27 de julho de 2021 (terça-feira)
Horário: 20h
Local: Instagram do Museu Casa Guimarães Rosa

 

23 7 2021 minimuseu

Faixa de Cinema traz os curtas “O Potro”, “Debaixo D’Água” e “Sintonia”

Filmes premiados que passaram por grandes festivais de cinema são exibidos na Rede Minas, nesta sexta (02). A Faixa de Cinema traz três curtas-metragens de ficção que abordam o cotidiano de muitas pessoas. São eles “O Potro”, de Diego Rocha; “Debaixo D’Água”, de Sílvia Godinho; e “Sintonia”, de Sílvia Godinho e Lucas Lanza. O impacto da separação dos pais e a provocação dos colegas de bairro em uma cidade interiorana de Minas Gerais é o drama vivenciado por Miguel, de 12 anos, em “O Potro''. As mudanças na vida desse garoto são acalentadas pela intensa ligação com o potro “Nêgo”. A história ganha um desfecho inesperado quando o universo familiar, colegas e potro se cruzam, forçando o menino a amadurecer. A obra do diretor e roteirista Diego Rocha participou do Festival de Cannes, Festival Internacional de Cinema de Auburn, nos Estados Unidos, e da Mostra Sesc de Cinema. Presente em diversos festivais no país, o curta “Debaixo D’Água” fala da necessidade diária de respirar. Em um prédio onde os vizinhos nunca se encontram, a amizade de uma nadadora e um garoto nasce quando precisam salvar um peixe de estimação. Dirigido por Sílvia Godinho, a obra ganhou menção honrosa no 4º Festival de Cinema de Triunfo, de Pernambuco, e melhor som no 17º FAM - Festival Audiovisual Mercosul, em Florianópolis, Santa Catarina. Inédito na televisão, o filme “Sintonia” traz as memórias da personagem Ana, que se misturam em uma narrativa pessoal. Amor, luxúria e música são os principais elementos dessas lembranças. Mas a melodia acaba quando a jovem musicista faz descobertas sobre seu amor, Roberto. Dirigido por Sílvia Godinho e Lucas Lanza, o curta foi vencedor do Festival de Cinema de Jaraguá do Sul, na categoria Melhor Trilha Sonora, em 2020.   A Faixa de Cinema vai ao ar na sexta (02), às 23h, pela Rede Minas. O público também pode conferir a atração, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina. ACESSE AS REDES SOCIAIS:
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30 6 2021 miniredeminas

Imagem: "Debaixo D'água" © Cristina Maure

Os desafios propostos pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) para a Edição Especial do Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development (Seed) já têm solução: quatro startups que propuseram resoluções passaram para a segunda etapa do programa, em que finalizarão os projetos que vêm sendo construídos de forma conjunta com a pasta.

Com isso, as startups Guiia, SentimonitorSignumWebXPR Produtofinal farão a cessão à Secult de suas soluções para os desafios 27 e 28 do Seed, que são, respectivamente, “Como coletar, analisar e disponibilizar dados sobre o turista, sua experiência em Minas Gerais e sobre potenciais turistas para embasar políticas públicas” e “Como melhorar a acessibilidade no turismo de forma eficiente e eficaz por meio da comunicação com o turista?”.

“É importante destacar que o Seed representa uma oportunidade única de imersão das políticas públicas de Turismo em um contexto de inovação e experimentação. São serviços que seriam extremamente difíceis de serem tramitados por processos naturais de licitação, e o programa permite que a Secult entre em contato com essas prováveis melhorias de forma facilitada, desburocratizada e simples. Além disso, representa muito em termos de orçamento, uma vez que não foi necessária utilização de recursos da pasta para ter acesso a essas soluções inovadoras que visam melhorar a experiência do turismo no Estado, aprimorando o benefício social para a população mineira em decorrência do desenvolvimento da atividade turística”, ressaltou a superintendente de Políticas do Turismo da Secult, Flávia Ribeiro.

Os desafios da Secult para a Edição Especial do Seed foram os que mais receberam inscrições de startups interessadas em desenvolver a solução.

Seed

O Seed – Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development é um programa de aceleração de startups para empreendedores do mundo todo que queiram desenvolver seus negócios em Minas Gerais. A primeira iniciativa que foi mantida unicamente com recursos públicos no país e trabalhando para potencializar a interação, as redes e a transferência de conhecimento e habilidades entre empreendedores apoiados e o ecossistema local, nacional e mundial.

Os participantes do programa de aceleração passam por seis meses de atividades intensas, que incluem mentorias personalizadas, eventos e difusão, entre outras, que contribuem para fortalecer suas características empreendedoras e seus projetos.

Nesta edição especial, o programa Seed é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais.

Concerto da série “Fora de Série”, com solos dos músicos da Orquestra Marcus Julius Lander e João Carlos Ferreira, será transmitido ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão. A presença do público ainda não está autorizada

Novos timbres e novas descobertas sobre a capacidade técnica e expressiva dos instrumentos ampliaram os recursos dos compositores românticos. No concerto da série “Fora de Série”, do dia 3 de julho, às 18h, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica apresenta a segunda parte da história da Orquestra Romântica e nos ajuda a compreender como as propostas que surgiram daí se manifestam na paleta orquestral diversa desse período. Músicos da Filarmônica de Minas Gerais, o Principal Clarinetista Marcus Julius Lander e o Principal Violista João Carlos Ferreira, interpretam o Concerto para clarinete e viola em mi menor, op. 88, de Bruch. Ainda na noite de sábado, serão apresentadas obras de Berlioz, Tchaikovsky e Rimsky-Korsakov.  A condução é do regente assistente da Orquestra, José Soares.

Este concerto terá transmissão ao vivo aberta a todo o público pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão, sem a presença de público no espaço, até que haja autorização das autoridades sanitárias.

Na Temporada 2021, a série Fora de Série conta a história do desenvolvimento das orquestras ao longo do tempo, em 9 concertos que abordam: Orquestra barroca, Orquestra pré-clássica, Orquestra clássica, Orquestra romântica I, II e III, Orquestra Moderna I e II e a Orquestra contemporânea. Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Aliança Energia e Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Rede Minas. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

José Soares, regente
Natural de São Paulo, José Soares é Regente Assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2020. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Marcus Julius Lander, clarinete
Marcus Julius é Bacharel em Clarinete pela Unesp, na classe de Sérgio Burgani. Também foi aluno de Luis Afonso “Montanha” na USP e de Jonathan Cohler no Conservatório de Boston. Atuou como spalla na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e chefe de naipe nas orquestras Jovem de Guarulhos, do Instituto Baccarelli e da Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Integrou a Orquestra Acadêmica da Cidade de São Paulo e o Quarteto Paulista de Clarinetas. Foi professor no Festival de Verão Maestro Eleazar De Carvalho 2014 (Itu – Brasil) e no VII Taller para Jóvenes Clarinetistas (Lima – Peru). Apresentou-se como palestrante nos conservatórios de Shenyang e Tai-Yuan (China) e no Instituto Superior de Música del Estado de Veracruz (Xalapa – México). Marcus Julius foi jurado na Royal Musical Collection International Clarinet Competition (Baoding – China) e no 3º Concurso Devon & Burgani (São Paulo – Brasil). Como artista residente, foi recebido no 8º Festival Internacional de Clarinete e Saxofone de Nan Ning (China, 2010), Festival Internacional de Clarinetes de Pequim (China, 2014), Dream Clarinet Academy em Baoding (China, 2017), IV Congresso Latino-americano de Clarinetistas (Lima – Peru, 2019) e na Thailand International Clarinet Academy (Bangkok – Tailândia, 2019). Atualmente é o Clarinete Principal da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, artista Royal Global e D’addario Woodwinds.

João Carlos Ferreira, viola
João Carlos nasceu em Juiz de Fora e iniciou sua atuação como violista na Filarmônica em 2009, onde ocupa a posição de Viola Principal. Foi também músico da Orquestra Sinfônica Brasileira e membro do Quarteto Radamés Gnattali, com o qual recebeu o Prêmio Rumos Itaú Cultural 2007-2009. Participou de masterclasses com Marie Christine Springuel, Luis Otávio Santos, Menahem Pressler e Roberto Díaz, entre outros notáveis professores. Entusiasta da música de câmara, dirige o Trio Villani-Côrtes, composto também por Jovana Trifunovic e Eduardo Swerts. O grupo foi contemplado pelo Natura Musical e lançou em 2016 o álbum Três Tons Brasileiros. Como solista, João Carlos apresentou-se junto à Petrobras Sinfônica e às orquestras sinfônicas do Espírito Santo, da UFMG, UFRJ e com a própria Filarmônica. Outras atuações de destaque foram ao lado de Antonio Meneses, Roman Simovic, Márcio Carneiro, Quarteto Bessler e Sigiswald Kuijken.

Repertório 

Hector Berlioz (La Côte-Saint-André, França, 1803 – Paris, França, 1869) e a obra Beatriz e Benedito: Abertura (1862)
Mais ainda do que amor, o sentimento de Hector Berlioz por William Shakespeare era de adoração, de paixão. As apresentações de Hamlet e Romeu e Julieta, vistas em Paris quando tinha 24 anos, mudaram o curso de sua vida. Ele não somente se casaria com Henrietta Smithson, a atriz responsável por dar vida a Ofélia e a Julieta, como também mudaria para sempre sua visão sobre a música e as artes graças à poesia de Shakespeare. A ideia da escrita de uma ópera com base em Muito barulho por nada surgiu em 1831, em uma viagem à Itália. Vinte e sete anos depois, em fevereiro de 1862, os rascunhos ganhariam vida e se transformariam na ópera cômica Beatriz e Benedito. A Abertura compartilha as principais características da ópera, com sua vivacidade, humor e poesia. Num jogo de respostas entre os temas, esta rara peça orquestral propõe uma brincadeira de música pura.

Max Bruch (Colônia, Alemanha, 1838 – Friednau, Alemanha, 1920) e a obra Concerto para clarinete e viola em mi menor, op. 88 (1911)
A combinação entre o clarinete e a viola é surpreendentemente frutífera. Outros compositores, como Schumann, em seus op. 12 e 113, reforçam que os instrumentos dialogam harmoniosamente. Em 1908, ao completar seu 70º aniversário, Max Bruch declarou que seus dias de compositor estavam terminados. No entanto, assim como Brahms havia tardiamente se voltado para as possibilidades expressivas oferecidas pelo clarinete, Bruch, no ocaso de sua vida, encontrou inspiração em seu filho, Max Felix, para compor alguns trabalhos para o instrumento. Escrita em 1909 e publicada no ano seguinte, Oito peças para clarinete, viola e piano, op. 83 é seu primeiro trabalho de câmara em décadas. Enfrentando problemas de saúde e aposentado de suas funções públicas a partir de abril de 1911, o compositor voltou-se para o trabalho composicional novamente. Inspirado pelo sucesso das Oito peças, escreveu o Concerto para clarinete e viola em mi menor, op. 88 com o filho em mente mais uma vez. A estreia da obra ocorreu em março de 1912 no porto de Wilhelmshaven, no Mar do Norte (Alemanha). Max Felix no clarinete, acompanhado do violista Willy Hess, se apresentou para almirantes e capitães da marinha alemã.

Piotr Ilitch Tchaikovsky (Votkinsk, Rússia, 1840 – São Petersburgo, Rússia, 1893) e a obra A Tempestade, "Abertura Fantasia", op. 18 (1873)
Um dos maiores sucessos de Tchaikovsky no âmbito da música programática, A Tempestade estreou em 7 de dezembro de 1873 na Sociedade Musical de Moscou, sob a regência de Nikolai Rubinstein. Depois de Romeu e Julieta, a segunda obra do mestre russo baseada em Shakespeare foi criada a partir de sugestão do crítico e amigo Vladimir Stassov. “Vejo com certeza o mar duas vezes na obra, no início e no fim”, respondeu o amigo a Tchaikovsky depois de este buscar conselhos sobre a parte ilustrativa da obra. “É necessário que haja uma tempestade em A Tempestade?” foi a pergunta do compositor. E assim o fez: os planos inicial e final trazem um quadro plácido, grandioso e tranquilo do mar; a tempestade se apresenta de forma tumultuosa e borbulhante no momento subsequente ao tema inicial. Apesar de uma crítica inicial desfavorável ao trabalho, ele recebeu o Prêmio Belaiev em 1885, láurea destinada à melhor obra sinfônica russa. A estreia da partitura ocorreu em 9 de agosto de 1862, em Baden-Baden, Alemanha, conduzida pelo próprio autor.

Nikolai Rimsky-Korsakov (Tikhvin, Rússia, 1844 – Lyubensk, Rússia, 1908) e a obra Abertura sobre Temas Russos, op. 28 (1880)
Escrita em 1866, a Abertura sobre Temas Russos, op. 28 foi composta logo após a Primeira Sinfonia de Rimsky-Korsakov. Tendo como ponto de partida a Abertura sobre três Temas Russos, de Mily Balakirev, a obra utiliza três temas populares: Gloria, Perto de nosso portal e Ivanushka usa um casacão. O primeiro tema, que também pode ser ouvido na parte conclusiva, soa familiar aos ouvidos que escutam Quarteto Razumovsky, de Beethoven, e também aparece em Boris Godunov, de Mussorgsky. Como parte de seus trabalhos de juventude, a Abertura sobre Temas Russos, op. 28 foi revisada em 1880.

PROGRAMA

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Série Fora de Série – A orquestra romântica II
3 de julho – 18h
Sala Minas Gerais
Transmissão pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão

 

2 6 2021 minifilarmonica 

Faixa de Cinema exibe curtas que resgatam a memória, anseios e sonhos da negritude feminina

 

O “Dia da mulher negra, latina e caribenha” é celebrado, no próximo domingo (25), com o objetivo de dar visibilidade à luta das mulheres negras contra a opressão de gênero, a exploração e o racismo. Para reforçar a importância da data, a Rede Minas exibe produções audiovisuais que resgatam a representação da negritude feminina e ressaltam a força da mulher negra. A Faixa de Cinema traz quatro filmes dirigidos por jovens negras do universo cinematográfico. São eles “A mulher que eu era”, de Karen Suzane; “Cor de pele”, de Larissa Barbosa; “A mulher no fim do mundo”, de Ana do Carmo; e “O sonho puído”, de Deisiane Barbosa, que vão ao ar nesta sexta (23), às 23h. Dirigido por Karen Suzane, “A mulher que eu era” narra a relação da personagem Cacau, uma mulher negra, que é casada com um homem branco. Em sua rotina, ela depara-se com as lembranças que conflitam com alguns momentos passados de opressão em sua vida. A obra girou por grandes festivais e conquistou premiações de Melhor Curta Mineiro, do “Mosca”, e Melhor Filme Mineiro, do “Festival Interseções”. Também, na noite desta sexta, o filme “Cor de Pele”, da cineasta mineira Larissa Barbosa. O curta experimental questiona as inúmeras opressões sofridas por mulheres negras no país. Em forma de poesia, ressaltam em versos libertadores a potência e a força dessas mulheres para enfrentar, de peito aberto, a sociedade. O filme também conquistou dois prêmios no “3 Margens - Festival Latino-Americano de Cinema”. Já “A mulher no fim do mundo”, de Ana do Carmo, foi inspirado no álbum homônimo da cantora Elza Soares e consagrado com nove prêmios nacionais e internacionais, conquistando cinco deles no "Brazil International Monthly Independent Film Festival". O filme aborda a solidão de mulheres negras, processos de silenciamento e a resiliência para continuar. As personagens são duas mulheres negras, Benedita e a garota Lua, que viram o mundo sucumbir e são as únicas sobreviventes. Enquanto Lua quer descobrir o que restou do planeta, Benedita, com medo, tenta proteger a menina. Encerrando a sessão, “O sonho puído”, de Deisiane Barbosa, traz a performance de um poema que busca a cura para resistir e realizar os sonhos das mulheres abraçadas pelo mar. A obra conta com a participação do grupo “Marias da Ladeira”, organização feminina voltada para a preservação ambiental da Bahia. A Faixa de Cinema especial com o especial “Representação da negritude feminina - A força da mulher negra” vai ao ar nesta sexta (23), às 23h, pela Rede Minas. A atração mostra os filmes “A mulher que eu era”, de Karen Suzane; “Cor de pele”, de Larissa Barbosa; “A mulher no fim do mundo”, de Ana do Carmo; e “O sonho puído”, de Deisiane Barbosa. O público também pode conferir os curtas, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

A Rede Minas integra a Empresa Mineira de Comunicação (EMC), vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

A mulher no fim do mundo 2 crédito Beatriz Lima

Crédito Foto: Beatriz Lima 

Exposição virtual da artista visual mineira Clarice G Lacerda reúne um conjunto de trabalhos inéditos, realizados ao longo dos últimos sete anos

De 30 de junho a 27 de julho de 2021, o BDMG Cultural realiza a exposição Longo Prazo, da artista belorizontina Clarice G Lacerda, na plataforma virtual exclusiva  www.mostrasbdmgcultural.org. São 23 obras em diferentes técnicas: desenhos, recortes e colagens, objetos encontrados e objetos manipulados, fotografias, vídeo, instalação, frotagens e cadernos de artista editados como livros.

“Longo Prazo é um exercício de montagem. Surge a partir de um extenso ciclo de pesquisa e de profunda introspecção no ateliê, em uma mistura muito forte da produção com a vida, com a rotina, com o cotidiano. São trabalhos que lidam com as dinâmicas temporais a partir das relações contínuas e espraiadas com os materiais em uma perspectiva de amplificação das nossas percepções”, defende Clarice. Segundo a artista, a produção atende a diferentes temporalidades, entre a lentidão e o instantâneo, como metodologias de um processo criativo atento ao movimento. A proposta de Longo Prazo, como o próprio nome indica, é trabalhar as percepções e marcas da passagem do tempo: no corpo e na matéria. “Estamos pautados pelo imediatismo. Reagimos mais do que observamos. A exposição é, também, um convite à reflexão, que nos situa em relação aos tempos dos mundos”, complementa.

Ainda que em plataforma virtual, o arranjo das obras carrega fortemente o aspecto da montagem em sua composição. Os objetos são bastante heterogêneos em técnicas, mas, para Clarice, essas categorias artísticas tradicionais - desenho, fotografia, pintura, escultura, etc. - não dão conta da diversidade da exposição: a relação de agenciamento entre o corpo, o tempo e as materialidades é que enlaça os trabalhos. Seja a partir do gesto da artista, como é o caso de “As horas do dia”: quatro grandes frotagens de um quebra-cabeças em processo de montagem; ou da própria ação do tempo sobre materiais perecíveis, como verificado em “Mani ocas”, trabalho realizado a partir de tiras de cascas de mandiocas. “Tudo que é vivo morre: é um pouco sobre essa dança entre vida e morte. Para perceber isso, precisei conviver muito tempo com o perecível”. Veja o teaser da exposição com depoimentos da artista aqui.

Dentre as obras expostas, seis trabalhos integram a série encontrados: “são objetos que não foram produzidos, nem tão pouco coletados em uma busca propriamente dita”, explica Clarice. Encontrados ao acaso durante trajetos e situações comuns, os trabalhos dessa série realçam o chamado e presença do inusitado.

Mostras BDMG Cultural 2021
"Inauguramos o Ciclo de Mostras BDMG Cultural 2021 com a exposição Longo Prazo, de Clarice G Lacerda, ainda sem a Galeria aberta, mas com uma linda mostra virtual, que nos leva a pensar no tempo das coisas e dos seres, na decomposição, nas fraturas e nas regenerações. Nada mais contemporâneo do que isso. A plataforma pensada especialmente para a exposição é um convite para a fruição, mesmo que à distância", relata Gabriela Moulin, diretora-presidente do BDMG Cultural.

A exposição Longo Prazo foi selecionada no edital de concorrência pública divulgado em novembro de 2020. No Ciclo de Mostras BDMG Cultural 2021, ainda vão passar por exposições, na Galeria de Arte e em plataforma virtual, a dupla de artistas Affonso Uchoa e Desali, a dupla Lucélia Romão e Jessica Lemos e o artista Marc Davi. 

Sobre a artista
Clarice G Lacerda iniciou os estudos em Artes Visuais em 1999, quando frequentou o ateliê da artista plástica Mônica Sartori. Concluiu o bacharelado em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG em 2012, onde atuou como professora substituta na habilitação em Artes Gráficas em 2019. É artista pesquisadora do escotoma – grupo de estudos das imagens-passagens (EBA/UFMG), que fundou e coordena em parceria com o Prof. Rodrigo Borges desde 2018. Participou de propostas artísticas diversas como o perfura – ateliê de performance (Galeria GTO do Sesc Palladium, 2107), LAPI – Laboratório Aberto em Palavra e Imagem (Galeria do BDMG Cultural, 2017), Ateliê Midiológico (Teatro Espanca!, 2015) e Kaza Vazia (Belo Horizonte e Ouro Preto, 2006 – 2008); além de mostras e exposições coletivas como a Mostra Residências Artísticas – Atelier Aberto (Centro Cultural UFMG, 2019), SUSPENSA/SUSPENSOS (Galeria da COPASA, 2009), MIP2 – Segunda Manifestação Internacional de Performance (Espaço 104, 2009) e Projeto Território (Museu Mineiro, 2007). Sua trajetória contempla ainda diversos projetos em artes gráficas e editoriais desenvolvidos em parcerias com artistas como Cinthia Marcelle, Mabe Bethônico, Marcelino Peixoto e Luis Arnaldo, Pablo Lobato, Paula Huven, Camila Otto e André Hauck, Janaina Rodrigues e Hortência Abreu.

Serviço
Exposição Longo Prazo, de Clarice G Lacerda
Período: 30 de junho a 27 de julho de 2021
Onde: Acesso livre na plataforma www.mostrasbdmgcultural.org

 

30 6 2021 minibdmg

Imagem: Miguel Aun

Projeto da Biblioteca Pública Estadual abre espaço para divulgação de produções literárias e de artes em geral

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Transformar em livros a intenção de escrever: esse é o lema do publicitário Anderson Roberto, convidado da edição de julho do projeto “Novos Talentos”, da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, que acontece no dia 30/7, às 15h. O bate-papo sobre os planos de Anderson para lançar três livros de diferentes gêneros textuais e sobre o gosto pela literatura será mediado por Eliani Gladyr e transmitido ao vivo pelo Instagram da Biblioteca Estadual (@bibliotecaestadualmg).

Mineiro de Belo Horizonte, o publicitário afirma que participar do “Novos Talentos” é uma oportunidade única de trocar ideias e informações e levar ao público um pouco do que ele escreve. Segundo ele, o interesse pela literatura só cresceu ao longo do tempo, com descobertas e redescobertas dos mais diversos gêneros literários, pelos mais variados motivos.

Entre o que Anderson preparou para a conversa virtual está a abordagem sobre suas inspirações para escrever os três livros: um de contos, um romance e um de ficção científica.

“Para o livro de contos, cujos títulos são nomes de mulheres, a inspiração vem dos detalhes que fazem os homens se apaixonarem por elas. Para escrever o de ficção científica, um dos meus temas prediletos, as ideias vieram a partir de um eclipse lunar. Já para o romance, o incentivo veio da intenção de falar mais sobre o laço entre um amor do passado e um amor do presente”, pontuou.

Para ele, o projeto Novos Talentos é uma iniciativa importante de divulgação de novos artistas e seus trabalhos. “Neste momento complicado que estamos vivendo, este canal aberto pela Biblioteca Pública é uma oportunidade para que os participantes e o público em geral possam conversar e debater sobre as artes em geral, e, no meu caso, sobre o gostar de escrever”, finalizou.

Novos Talentos

O projeto “Novos Talentos” é uma iniciativa da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais para dar mais espaço e divulgação a diferentes produções da literatura e das artes em geral. Sempre na última sexta-feira de cada mês, um escritor ou artista é convidado para conversar com o público a respeito de seu trabalho. As conversas são transmitidas ao vivo pelo Instagram da Biblioteca Estadual.

Processo de seleção contou com mais de 18 mil votos; novos integrantes representam diferentes segmentos artístico-culturais no biênio 2021/2022

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) divulgou, no sábado (26/6), no Diário Oficial do Estado, o resultado do Edital de Seleção dos representantes da Sociedade Civil para composição do Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais (Consec), no biênio 2021/2022. Em votação recorde, o processo de escolha contabilizou 18.182 votos válidos, oriundos de diferentes municípios do estado, registrando um aumento de votos de 378,34%. Para se ter uma ideia, na eleição do biênio anterior (2019/2020), foram contabilizados 3.801 votos válidos.

O processo de eleição para novos membros da sociedade civil teve início em março de 2021, quando foi publicado o edital para seleção. Foram contabilizados votos de diferentes municípios do estado que ajudaram na eleição dos representantes, entre titulares e suplentes, no órgão colegiado.

Para o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, a votação histórica é fruto de uma intensa mobilização realizada pela Secult, com o apoio do próprio Consec, ao longo do processo vigente da eleição dos novos membros do Conselho. Segundo o titular da pasta, essa atuação horizontal do Consec é de extrema importância para uma presença ainda maior no território mineiro.

“Mobilizar tantos cidadãos e cidadãs interessados em eleger seus representantes na política cultural elaborada em Minas Gerais é muito simbólico e, também, muito desafiador para todos nós. O alcance que tivemos ao longo desse processo demonstra a força da descentralização de nossas ações e o intenso diálogo que buscamos sempre fomentar entre setor público e sociedade civil”, destaca o secretário.

Os novos integrantes do Consec representam diferentes linguagens artístico-culturais do estado, como Artesanato; Audiovisual e novas mídias; Circo; Culturas afro-brasileiras; Culturas indígenas; Culturas populares, tradicionais e folclóricas; Dança; Design; Entidades de trabalhadores e entidades empresariais; Gastronomia; Literatura, livro, leitura e biblioteca; Moda; Museus e artes visuais; Música; Patrimônio material e imaterial; Produção cultural; Teatro.

O resultado da votação pode ser acessado

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26 6 2021 miniresultconsec

Para 2021, o Museu lança um novo edital que, desta vez, se volta para dentro da instituição, propondo aos participantes uma imersão por seu acervo mineralógico, considerado um dos mais ricos do Brasil em função de reunir todas as riquezas minerais encontradas no estado. Esta versão irá escolher os vencedores a partir de suas trajetórias e conexões com as temáticas do programa. Serão selecionados ao todo 10 participantes, além de 6 suplentes, nas seguintes categorias: nativo digital, site-especific e escrita.  Por conta disso, o MM Gerdau passa a ser uma das primeiras instituições museológicas do país voltadas para promover a ciência e a tecnologia a disponibilizar seu acervo para a criação artística. As inscrições foram prorrogadas até o dia 28/07.

As novas tecnologias impactaram todos os setores, incluindo o fazer artístico. E esse fenômeno possibilitou o surgimento de uma categoria denominada Nativo Digital, abrigando trabalhos concebidos especialmente a partir de uso de recursos tecnológicos como computadores, tablets, câmeras, videogames, aparelhos de celulares e uma série de outros dispositivos capazes de auxiliar tanto na criação quanto na operação de mecanismos artísticos. Já a categoria site-especific compreende as obras criadas especialmente para o local onde ficarão expostas, ou seja, para o espaço expositivo do museu. A categoria escrita é outra ação inédita no edital e abre espaço para a participação de um selecionado, que ficará responsável por documentar os processos e as pesquisas inerentes ao programa.

O edital coMciência 2021-2022 - Jardim Mineral: residência criativa e exposição autoral é na verdade um convite a artistas, cientistas, pesquisadores e criativos a desenvolverem trabalhos tomando como ponto de partida o vasto acervo do museu. O edital receberá inscrições até 28 de julho de 2021, em prorrogação por uma semana. Os selecionados deverão participar de uma residência artística entre os meses de setembro, outubro e novembro e os trabalhos poderão ser conferidos pelo público durante uma exposição entre os meses de dezembro de 2021 e março de 2022. 

Os resultados serão divulgados no dia 27 de agosto. A exposição dos trabalhos selecionados será realizada entre os meses de dezembro de 2021 e março de 2022. O edital e todas as informações e formulários para inscrição estão disponíveis no site:  www.programacomciencia.org.br

Para incentivar a participação de pessoas com deficiência, haverá o suporte de vídeos com tradução em libras e transcrição em áudio. Caso entre os selecionados, existam pessoas com deficiência auditiva e/ou visual, elas contarão com o suporte de tradutores e audiodescritores durante todo o processo.

Os selecionados receberão bolsas de incentivo, divididas em: bolsa residência e bolsa criação. A bolsa residência é destinada aos custos referentes à participação na residência artística. Já a bolsa criação se destina aos custos referentes à criação e execução da obra. O valor total distribuído para os selecionados será de: R$ 88.500,00 (oitenta e oito mil e quinhentos reais), sendo:

  • ● 06 (seis) bolsas para obras nativo digital
    Bolsa residência: R$ 5.100,00 (cinco mil e cem reais) por participante

Bolsa criação: R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por execução

  • ● 03 (três) bolsas para obras site-specific.

Bolsa residência: R$ 5.100,00 (cinco mil e cem reais) por participante

Bolsa criação: R$ 9.000,00 (nove mil reais) por execução

  • ● 01 (uma) bolsa para o desenvolvimento de escrita.

Bolsa residência: R$ 3.300,00 (três mil e trezentos reais)

O Acervo do MM Gerdau
Assim como temos a riqueza da biodiversidade, temos também a Geodiversidade - um universo particular, com ambientes geológicos únicos, de serras, mares, montanhas, cordilheiras, desertos, dunas, vulcões e tantos outros, de belezas magníficas, que seguem confiando à humanidade surpresas, fascínio, magnificência e possibilidades de apreciação, mesmo após cinco bilhões de anos da formação do planeta Terra. Entre a origem dessas singulares formações, destaca-se aqui o popularmente conhecido “reino mineral''. É deste reino que serão retirados os recursos minerais que integram as matérias-primas dos produtos, objetos e insumos que consumimos em nossas vidas, no nosso dia a dia. É este reino que possui quase seis mil espécimes minerais identificadas no planeta e, possivelmente, tantas outras a serem descobertas ainda. E é a este reino que pertence o DNA do acervo do MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, fonte de inspiração às pessoas interessadas em participar deste edital.

O "jardim mineral", em geologia, pode ser considerado o reino mineral. Ambiente geológico, inorgânico, onde é possível o crescimento dos cristais, também conhecidos, afetivamente, de "flores do mundo inorgânico". A diversidade das espécimes minerais é algo que impressiona e encanta pela ampla variedade de cores, formas, tamanhos e propriedades físicas.

Residência artística e exposição autoral
Os selecionados no edital irão participar de uma residência artística para acesso e conhecimento de todo o acervo do MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, além de encontros com mentores para auxiliar no processo de criação dos trabalhos. A residência se dará no formato virtual e híbrido, sendo os encontros virtuais destinados às transmissões para conhecimento do acervo.

Durante o período de três meses serão promovidas aulas expositivas, bate-papos, orientações, diálogos e conversações com o intuito de auxiliar no desenvolvimento do processo criativo. Simultaneamente, artistas, cientistas, pesquisadores e criativos produzirão trabalhos para uma exposição autoral, que deverá ser apresentada em ambiente virtual e também físico, nas dependências do museu. Ao se inscrever, o participante deverá optar se pretende criar um trabalho para o espaço virtual ou para o espaço físico, que receberá visitas presenciais do público.

Para a terceira edição do edital coMciência, a equipe do MM Gerdau convidou para a curadoria artística e os diálogos de criação artistas, cientistas e pesquisadores em arte, ciência e tecnologia, residentes no Brasil, em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, assim como nomes residentes em países como Canadá e Japão, garantindo diálogos locais e globais. Com larga experiência em suas áreas de atuação, os convidados acompanharão todo o processo de criação dos participantes.

Curadoria artística e interlocuções entre Arte, Ciência e Tecnologia
Bárbara Castro é artista, pesquisadora, programadora atuando nos campos de visualização de dados, exposições e experiências interativas e professora na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Gabriel Menotti é pesquisador e curador independente, atuando em diversas formas de cinema. Atualmente, trabalha como professor assistente em curadoria e imagem em movimento na Queen's University, em Ontário - Canadá.

Diálogos em Arte
Isabela Prado é artista visual, pesquisadora em artes e professora da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Vive e trabalha em Belo Horizonte. Em 2011, foi contemplada com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, com o projeto “Entre Rios e Ruas”, que gerou recentemente a publicação do livro “Lição: se essa rua fosse um rio” (2016).

Diálogos em Ciência 
Lúcia Maria Fantinel é Geóloga, mestre e doutora em Geociências e 6 professora aposentada do Departamento de Geologia do Instituto de Geociências da UFMG. Atua no ensino e fi losofi a da geologia; geologia aplicada ao ambiente e à saúde humana e geologia urbana.

Diálogos em Tecnologia

Claus Aranha é cientista da computação e professor na Universidade de Tsukuba, Japão. Sua pesquisa é focada em Vida Artificial, Evolução Computacional e Inteligência Artificial para jogos como Lobisomem e Minecraft.

SOBRE o CoMciência:: www.programacomciencia.org.br

O coMciência é o programa de divulgação científica do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal que, desde 2013, busca trazer temas atuais para debates, por meio de palestras e rodas de conversas, além de oferecer cursos ligados a temáticas científicas, mostras e feiras em parceria com instituições de ensino. Como museu de ciência e tecnologia, a ideia é desmistificar a ciência como lugar intocável, de difícil compreensão ou distante do universo da maioria das pessoas. O programa, por meio de suas atividades, busca aproximar o público do conhecimento científico, tornando-o mais palatável, com temas da atualidade e uma linguagem acessível.

Em sua 3ª edição, o edital do programa continua com a proposta de abrir espaços para propostas que promovam reflexões sobre a relação arte, ciência e tecnologia, mas desta vez, ele surge em uma nova versão, ainda mais completa e alinhada com os novos tempos e com os objetivos do museu. Nos anos de 2019 e 2020, o MM Gerdau convocou artistas, cientistas e pesquisadores em todo o mundo para a ocupação de seus espaços expositivos a partir de convites às perguntas e reflexões sobre a humanidade relacionadas à contemporaneidade.

SOBRE O MM GERDAU O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal ::

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, integrante do Circuito Liberdade desde 2010, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta de forma lúdica e interativa a história da mineração e da metalurgia. Em 20 áreas expositivas, estão 44 exposições que apresentam, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências. O Prédio Rosa da Praça da Liberdade, sede do Museu, foi inaugurado em 1897, juntamente com Belo Horizonte. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA), o edifício passou por meticuloso trabalho de restauro, que constatou que a decoração interna seguiu o gosto afrancesado da época, com vocabulário neoclássico e art nouveau.  O projeto arquitetônico para a nova finalidade do Prédio Rosa, que já foi Secretaria do Interior e da Educação, foi feito por Paulo Mendes da Rocha e a expografia, que usa a tecnologia como aliada da memória e da experiência, é de Marcello Dantas. Além da exposição permanente, o MM Gerdau oferece uma programação diversa e para todas as idades. Todas as atividades são gratuitas e estão sendo oferecidas em formato digital. O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal é patrocinado pela Gerdau, via lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).

MM Gerdau lança edital coMciência 2021-2022 - Jardim Mineral: residência criativa e exposição autoral

Inscrições: de 21/06 a 21/07/2021, pelo site  www.programacomciencia.org.br

Prorrogação até 28/07

 

21 7 2021 minimmgerdau

Imagem: Izabel Chumbinho 

Iniciativa é voltada para a formação e a qualificação dos profissionais do setor cultural

As inscrições para o Edital Desperta Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), foram prorrogadas até a próxima sexta-feira (2/7). Voltado para a formação e a qualificação dos profissionais da área cultural, o edital vai disponibilizar R$ 2.490.000, em recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC), para projetos que contemplem ações de pesquisa e documentação, seminários, cursos, oficinas, workshops. Ao todo, serão distribuídos até 385 bolsas/prêmios para os contemplados.  Os interessados devem se inscrever na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura da Secult. O prazo se encerra às 23h59 do dia 2 de julho.

O Desperta Cultura é dividido em duas categorias. Na Categoria 1, serão aceitas propostas ligadas à oferta gratuita de ações educativas, formativas ou de aperfeiçoamento/qualificação no campo das artes e da cultura, que sejam inéditas e cujo acompanhamento seja possível exclusivamente em tempo real (ao vivo). Nessa categoria, podem ser inscritos projetos em uma das seguintes linhas de ação: Laboratórios de pesquisa e experimentação; Oficinas ou workshops de curta duração; Seminários; Curso/capacitação de longa duração.

Já a Categoria 2 é destinada à solicitação de bolsas de estudos para atividades educativas, formativas, de aperfeiçoamento e qualificação no campo das artes e da cultura. Os proponentes devem apresentar projetos estruturados em um percurso formativo, completo ou parcial, com carga horária total mínima de 12h e máxima de 72h, que sejam executáveis em até seis meses. As propostas contempladas poderão ser oferecidas de maneira virtual, presencial ou remota. No caso de atividades presenciais, é necessário seguir a todos os protocolos de saúde determinados pelos órgãos públicos.

Acesse o Edital FEC 01/2021 - Desperta Cultura (Premiação Pessoa Física) AQUI.

 

25 6 2021 minidesperta

Podem se inscrever artistas, curadores, coletivos ou propostas coletivas até o dia 16 de agosto de 2021; Premiação comtemplará dois projetos para o Palácio das Artes e dois para a CâmeraSete

As inscrições para a segunda edição do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e do Prêmio Décio Noviello de Fotografia da Fundação Clóvis Salgado foram prorrogadas até o dia 16 de agosto de 2021 (segunda-feira). Podem se inscrever artistas, curadores, coletivos ou propostas coletivas, de forma gratuita e exclusivamente virtual.

A premiação contemplará dois projetos para o Palácio das Artes – galerias Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta, e dois projetos para a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais, permitindo o acesso do público a diferentes linguagens artísticas, mostras relevantes e de qualidade reconhecida. O edital atualizado do Prêmio está disponível no site da FCS e no site da APPA.

Inscrições on-line
As inscrições para o Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e Prêmio Décio Noviello de Fotografia são gratuitas e serão realizas de forma exclusivamente digital. Os trabalhos devem ser submetidos através da plataforma on-line SEI (Sistema Eletrônico de Informações), e para se inscrever é preciso criar um usuário externo. Em um prazo de 48h o cadastro do usuário é validado, e os trabalhos já poderão ser anexados. Todas as orientações sobre o processo de inscrição, a documentação exigida e o link para acesso à plataforma estão disponíveis no site da Fundação Clóvis Salgado: www.fcs.mg.gov.br.

Aos artistas que já submeteram seus trabalhos, reiteramos que é possível conferir e acrescentar documentos na plataforma on-line SEI (Sistema Eletrônico de Informações) até o fim das inscrições para o Prêmio.

Podem se inscrever artistas, curadores, coletivos ou propostas coletivas de brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros com residência no Brasil. Os prêmios para cada modalidade foram ajustados, sendo R$10.000,00 (dez mil reais) para cada exposição coletiva e R$8.000,00 (oito mil reais) para as individuais, além de transporte de obras, montagem e divulgação da exposição pelas equipes de Artes Visuais e de Comunicação da Fundação Clóvis Salgado. A Instituição também garantirá a publicação de um catálogo das exposições. Dúvidas sobre o edital podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Os trabalhos serão avaliados por uma Comissão de Seleção do Edital, que contará com a participação de profissionais convidados, com notória especialização em Artes Visuais. Serão avaliados os portfólios dos inscritos e os projetos apresentados conforme os seguintes critérios: qualidade e contemporaneidade, relevância estética e conceitual, originalidade e ineditismo em Belo Horizonte e adequação ao espaço físico pretendido.

A divulgação do resultado da seleção no site da FCS e site da APPA está prevista para o dia 31 de agosto de 2021, com prazo para solicitação de recursos de 1º de setembro até 8 de setembro de 2021. O Resultado final do Prêmio será divulgado no dia 9 de setembro de 2021. O cronograma de montagem das exposições pode sofrer alterações de datas ou interrupção do período expositivo devido à pandemia da Covid-19. As alterações estão sujeitas aos decretos de cunhos municipais, estaduais ou federais, dos quais a Instituição seguirá conforme protocolos de segurança.

Prêmio Décio Noviello
Em sua última edição, em 2020, o Prêmio contemplou o artista Froiid (MG) e a curadora Joyce Defim (MG) para a linguagem de Artes Visuais, e Maurício Pokemon (PI) e Dalila Coelho (MG) na categoria fotografia. Na ocasião, a edição marcou o lançamento da nomenclatura Prêmio Décio Noviello, em homenagem ao desenhista, cenógrafo, figurinista, gravurista e pintor belo-horizontino. Noviello realizou sua última exposição em vida, Cor Opção, durante a programação do ArteMinas 2018. Durante a abertura, o artista reviveu o happening que compunha a mostra Do Corpo à Terra, que integrou a programação de inauguração do Palácio das Artes, em 1970. Em sua trajetória, o artista também criou inúmeras cenografias e figurinos para balés, óperas e peças teatrais produzidas pela FCS, além de outras mostras de artes plásticas.

De 2016 a 2019, o Prêmio foi denominado Edital de Ocupação da Fundação Clóvis Salgado. Já foram contemplados pelo Edital de Artes Visuais da FCS trabalhos de artistas como Adriana Maciel, André Griffo, Bete Esteves, Claudia Tavares, Éder Oliveira, Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, Juliana Gontijo, Luis Arnaldo, Marcelo Armani, Nydia Negromonte, Ricardo Burgarelli, Ricardo Homen, Lorena D’arc, Renata Cruz e Rodrigo Arruda. Já o Edital de Fotografia da FCS contemplou, desde sua primeira edição, trabalhos dos artistas Daniel Antônio, Letícia Lampert, Luiza Baldan, Nelton Pellenz, Tiago Aguiar, Coletivo Família de Rua, Victor Galvão e Élcio Miazaki.

O Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e o Prêmio Décio Noviello de Fotografia são realizados pelo Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, e pela Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a correalização da APPA – Arte e Cultura, patrocínio master da Cemig, viabilizado pelas Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura, e da AngloGold Ashanti e Unimed-BH / Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

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Imagem: Paulo Lacerda /FCS

Teatro, audiovisual, dança, música, artesanato; culturas populares, eruditas, urbanas, do campo e da cidade; territórios, linguagens, projetos e ações; Minas e Gerais. Os nós que formam a Rede Mineira de Pontos de Cultura estão sendo mapeados. Nos próximos 10 dias, diversos dados de entidades e coletivos que constroem a Política Estadual de Cultura Viva serão coletados, em iniciativa da própria rede com coordenação e suporte do Observatório da Diversidade Cultural e financiamento coletivo via recursos da Lei Aldir Blanc. Para além de informações objetivas sobre cada Ponto de Cultura (endereço, contatos, principais atividades), o mapeamento irá levantar indicadores relativos à sustentabilidade de cada organização, tais como a capacidade de mobilização política no território, a adoção de estratégias de economia solidária, a participação em conselhos de políticas públicas e a interlocução com outros membros da própria rede. Uma compilação das informações coletadas ficará disponível no site criado pela Rede Mineira de Pontos de Cultura para abrigar informações geradas pela sociedade civil sobre as Política Estadual e Nacional de Cultura Viva. O objetivo, além de prestar contas à sociedade sobre as atividades, o funcionamento e as formas de financimento, gestão, participação e organização dos Pontos de Cultura, é gerar conhecimento para a regulamentação da Política Estadual em Minas Gerais. A lei 22.944/2018, que instituiu o Sistema Estadual de Cultura, estabeleceu conceitos e possibilidades para a gestão pública da Rede de Pontos de Cultura. No entanto, é preciso implementar na prática a legislação por meio de regulamento próprio que indique fontes e formatos de financiamento e contratação, mecanismos de ampliação da rede para territórios, linguagens e campos de atuação ainda não contemplados e ferramentas de participação da sociedade civil, tais como o Fórum Estadual dos Pontos de Cultura e o Comitê Gestor da Política Estadual de Cultura Viva. "O momento é crucial para a regulamentação. Precisamos aproveitar o engajamento gerado pela Lei Aldir Blanc para avançar na construção da política pública de cultura do Estado. Além da rede de Pontos, temos uma preocupação geral com mecanismos permanentes de incentivo à cultura de base comunitária, com uma política pública de Estado e não de governo", afirma o articulador da Rede Mineira de Pontos de Cultura, Franklim Drummond. Os Pontos de Cultura que quiserem participar do mapeamento deverão acessar o link http://cadastro.pontosdeculturamg.org.br/. O prazo final é dia 30 de junho, quarta-feira. O Observatório da Diversidade Cultural e a Comissão Estadual dos Pontos de Cultura também está oferecendo plantões de resolução de dúvidas sobre o questionário. Os Pontos de Cultura que participarem do mapeamento terão seus perfis publicados no site da Rede Mineira juntamente com o diagnóstico da Política de Cultura Viva. Informações
Link para questionário: http://cadastro.pontosdeculturamg.org.br/.
Quem deve responder: Pontos de Cultura homologados pela plataforma Cultura Viva, do Ministério do Turismo.
Prazo: 30 de junho.
Em caso de dúvidas: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Nos dias 22 e 23 de julho, às 20h30, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais dá sequência às aberturas do compositor italiano Rossini com as obras O barbeiro de Sevilha: Abertura, Uma italiana na Algéria: Abertura e Guilherme Tell: Abertura. Na mesma noite, o pianista brasileiro Eduardo Monteiro abrirá a apresentação e interpretará o Concerto para piano nº 1 em ré menor, op. 15, de Brahms. A regência é do maestro Fabio Mechetti, Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais.

As apresentações terão presença de público, sendo que a venda de ingressos estará disponível somente para a apresentação de sexta-feira (23/7), a partir das 15h do dia 22, no site www.filarmonica.art.br ou na bilheteria da Sala Minas Gerais. O concerto de quinta-feira terá transmissão ao vivo aberta a todo o público pelo canal da Filarmônica no YouTube. Em função das medidas de segurança, o acesso à Sala será encerrado cinco minutos antes do horário do concerto, nas duas apresentações; assim, as portas serão fechadas às 20h25.

Durante o intervalo da apresentação serão realizados os Concertos Comentados, palestras em que especialistas comentam o repertório da noite. A curadoria do projeto é do percussionista da Orquestra, Werner Silveira, e o convidado é o flautista da Filarmônica de Minas Gerais, Alexandre Braga.

Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Instituto Cultural Vale e Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Maestro Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular
Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008, Fabio Mechetti posicionou a orquestra mineira no cenário mundial da música erudita. Além dos prêmios conquistados, levou a Filarmônica a quinze capitais brasileiras, a uma turnê pela Argentina e Uruguai e realizou a gravação de oito álbuns, sendo três para o selo internacional Naxos. Ao ser convidado, em 2014, para o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, Fabio Mechetti tornou-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática.

Nos Estados Unidos, Mechetti esteve quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville e, atualmente, é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane, da qual hoje é seu Regente Emérito. Regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio. Da Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Continua dirigindo inúmeras orquestras norte-americanas e é convidado frequente dos festivais de verão norte-americanos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello.

Suas apresentações se estendem ao Canadá, Costa Rica, Dinamarca, Escócia, Espanha, Finlândia, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Suécia e Venezuela. No Brasil, regeu todas as importantes orquestras brasileiras.

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Mestre em Regência e em Composição pela Juilliard School de Nova York e vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, da Dinamarca.

Eduardo Monteiro, piano
O carioca Eduardo Monteiro é considerado um dos expoentes do piano no Brasil. Estudou na França, Itália e nos Estados Unidos. Conquistou o 1º lugar no III Concurso Internacional de Colônia (1989), além do prêmio Melhor Intérprete de Beethoven e o 3º lugar nos Concursos Internacionais de Dublin (Irlanda - 1991) e Santander (Espanha - 1992). Foi solista das filarmônicas de São Petersburgo, Moscou, Munique e Bremen. Também se apresentou com a Sinfônica de Novosibirsky, Nacional da Irlanda, Orquestra de Câmara de Viena, da RTV Espanhola, Osesp, OSB, entre outras. Dentre os maestros com os quais já atuou, destacam-se Yuri Temirkanov, Mariss Jansons, Dimitri Kitayenko, Philippe Entremont, Arnold Katz, Sergiu Comisiona, Emil Tabakov, Kirk Trevor, John Neschling, Roberto Minczuk, Isaac Karabitchevsky e Roberto Tibiriçá. Desde 2002 é Professor de Piano do Departamento de Música da ECA-USP. Em 2007, lançou álbum de música brasileira pela Meridian Records no Wigmore Hall de Londres. Em 2008, passou a integrar a Câmera Consultiva de Música do Conselho Estadual de Cultura de São Paulo. Em 2009, tornou-se Livre Docência da USP.

Repertório

Johannes Brahms (Hamburgo, Alemanha, 1833 – Viena, Áustria, 1897) e a obra Concerto para piano nº 1 em ré menor, op. 15 (1854/1858)

“No momento, faço uma cópia definitiva do primeiro movimento do Concerto. Estou também pintando um terno retrato teu, que será o Adagio”. Assim Brahms se dirige a Clara Schumann, em uma carta de 1856. A obra a que ele se refere é exatamente o Concerto para piano em ré menor, que foi estreado em janeiro de 1859 tendo o compositor como solista. O opus 15 não é uma obra para que o solista exiba seus dotes particulares. A dificuldade de determinadas passagens (que exigem real bravura do solista) não tem em absoluto esse propósito, mas representa o caminho encontrado pelo compositor para o desenvolvimento de suas ideias musicais. Mais do que a concepção sinfônica da obra, é possível notar uma alternativa inovadora (e ainda hoje atual) para um procedimento que constituiu uma das expressões mais importantes no seio do Classicismo, e que o Romantismo tratou de expandir: integrando o piano à textura orquestral, Brahms antecipou-se ao seu tempo.

Gioachino Rossini (Pésaro, Itália, 1792 – Paris, França, 1868) e a obra O barbeiro de Sevilha: Abertura (1816)

“Não consigo parar de pensar em O barbeiro de Sevilha. Por sua abundância de ideias musicais originais, pela verve cômica e declamação precisa, esta é a opera buffa mais bonita que existe”, escreveu Giuseppe Verdi sobre a obra-prima de Gioacchino Rossini. Com uma partitura genial do início ao fim, O barbeiro de Sevilha estreou em Roma no ano de 1816, quando o compositor tinha apenas 24 anos. A abertura original, inspirada por temas espanhóis sugeridos por um dos cantores, foi perdida. Para substituí-la, Rossini retomou (mas construindo uma orquestração mais elaborada) uma de suas composições anteriores, a abertura de que, por sua vez, era também uma derivação de Aureliano in Palmira, outra de suas óperas menos conhecidas. A história de Fígaro rodou o mundo e pode ser ouvida em diversas versões.

Gioachino Rossini (Pésaro, Itália, 1792 – Paris, França, 1868) e a obra Uma italiana na Algéria: Abertura (1813)

Rossini despede-se definitivamente da antiga ópera italiana com Uma italiana na Algéria, ópera bufa com ambientação oriental, composta em 1813 (como O rapto do serralho, composta por Mozart em 1781). A Abertura mostra uma cintilante orquestração, de brilho e habilidade ímpares, na qual os instrumentos de madeira extravasam seus recursos para dar cor e variedade às irresistíveis melodias. Inicia-se com um breve Andante – as cordas em pizzicato e terna melodia no oboé, ao qual se juntam os clarinetes. O ritmo se precipita e os impetuosos primeiros violinos apresentam o Allegro seguinte. Uma nova melodia estabelece um diálogo do oboé com a flauta, antes que um vigoroso crescendo termine a primeira seção. Na segunda parte, o tema principal (confiado à flauta, ao oboé e ao clarinete) torna-se mais dramático com suas modulações. O segundo tema apresenta uma pergunta da flauta e do fagote à qual o oboé responde. E a música se precipita, novamente, em mais um crescendo tipicamente rossiniano.

Gioachino Rossini (Pésaro, Itália, 1792 – Paris, França, 1868) e a obra Guilherme Tell: Abertura (1829)

Uma das páginas mais tocadas de Rossini, a Abertura de sua última ópera continua a servir de trilha para desenhos animados e momentos apoteóticos de apresentações de bandas sinfônicas. Desde sua estreia na Ópera da rua Le Peletier, em Paris, em 3 de agosto de 1929, Guilherme Tell somou cem apresentações só nos primeiros quatro anos. Em quatro movimentos bem distintos, sua Abertura se assemelha a uma sinfonia em miniatura e, por isso, constitui um poema sinfônico. Embora capture as sensações da obra completa, a Abertura retoma nenhum motivo da ópera. Com Guilherme Tell servindo de despedida do mundo operístico, Rossini sai de cena no auge de sua glória.

A Sala Minas Gerais e os protocolos sanitários

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais reabriu as portas da Sala Minas Gerais. Para isso, o Instituto Cultural Filarmônica desenvolveu um protocolo sanitário que adequa o uso da Sala às medidas preventivas à transmissão da covid-19. A reabertura da Sala Minas Gerais tem respaldo em autorização emitida pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Para receber o público na Sala Minas Gerais, foi desenvolvido e implementado, junto à médica infectologista Dra. Silvana de Barros Ricardo, um rigoroso Protocolo de Segurança, que prevê diversas restrições, como a presença de, no máximo, 393 pessoas por apresentação, o que corresponde em torno de 26% da capacidade total da Sala (1.493 lugares).

MEDIDAS GERAIS

  • Aferição de temperatura corporal de todas as pessoas nas portas de acesso à Sala Minas Gerais. A entrada será permitida somente àqueles que apresentarem temperatura igual ou inferior a 37,5° C.
  • Uso obrigatório de máscara facial em todos os ambientes.
  • Disponibilização de álcool em gel a 70% para higienização das mãos nas áreas de circulação e nas portas de entrada da sala de concertos.
  • Intensificação da limpeza e desinfecção do ambiente com produtos aprovados pela Anvisa.
  • Sistema de ar-condicionado operante de acordo com as determinações da legislação vigente, bem como os padrões referenciais de qualidade do ar interior.
  • Redução da ocupação da Sala Minas Gerais para, aproximadamente, 30% da sua capacidade total.
  • Controle dos fluxos de entrada e saída para evitar aglomeração e garantir o distanciamento de 1,5m entre as pessoas.
  • Interdição de dois assentos entre as cadeiras disponibilizadas para o público na sala de concertos.
  • Pessoas do mesmo grupo familiar poderão ocupar, no máximo, duas cadeiras, lado a lado.

ACESSO À SALA MINAS GERAIS

A partir da área externa coberta, que dá acesso à bilheteria e antecede a porta principal da Sala Minas Gerais, serão instalados pedestais para organização da fila de entrada e demarcações no piso para garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas. O uso de máscara é obrigatório para todos aqueles que ingressarem na fila.

Em frente às portas de acesso ao foyer principal, antes do ponto de controle de ingresso, será implantada uma barreira sanitária para medição de temperatura com termômetro digital sem contato. A entrada será permitida somente dos indivíduos que apresentarem temperatura igual ou inferior a 37,5° C e estiverem utilizando máscara de proteção facial adequadamente. O procedimento será realizado por funcionários utilizando equipamentos de proteção individual.

Serão afixados cartazes informativos no local detalhando as medidas sanitárias adotadas e que devem ser observadas por todos durante a permanência nas dependências da Sala Minas Gerais. O sistema de som também poderá ser utilizado para orientar o público.

BILHETERIA

Na bilheteria, a ocupação máxima será de 3 pessoas simultaneamente, distantes 1,5m entre si. Elas serão organizadas em filas, cumprindo rotas de entrada e saída. O uso de máscara é obrigatório.

LEITURA DO INGRESSO

O controle do ingresso será feito por leitura óptica, sem contato físico com o funcionário. Para realização do procedimento, o espectador deverá inserir seu ingresso de papel ou digital (celular) no leitor do equipamento, conforme indicação local, aguardar a validação e retirá-lo após a leitura. A verificação dos ingressos se encerrará cinco minutos antes do horário estipulado para o início da apresentação, possibilitando a acomodação do público de forma organizada na sala de concertos. Os funcionários da área de controle de ingressos utilizarão equipamentos de proteção individual.

FOYERS – TÉRREO, PRIMEIRO E SEGUNDO ANDARES

Nos foyers também será observado o distanciamento de 1,5m entre as pessoas, não sendo recomendada a proximidade física entre casais ou grupos de amigos. Para promover o trânsito rápido por estes ambientes, a sala de concertos estará liberada para o acesso do público logo após a validação dos ingressos.

SALA DE CONCERTOS

O acesso do público à sala será permitido até cinco minutos antes do início do concerto, quando as portas serão fechadas. Os assentos disponíveis ao público serão reduzidos a, aproximadamente, 30% da capacidade total da sala. Eles serão sinalizados e separados por dois assentos interditados ao uso. Os assentos disponíveis serão apenas para uso individual ou em duplas, sendo estes últimos para pessoas do mesmo grupo familiar que cheguem juntos à Sala Minas Gerais.

Os fluxos para entrada e saída do público da sala de concertos serão definidos de tal maneira a evitar, ao máximo, a proximidade entre as pessoas, podendo ser alterados conforme a densidade de espectadores presentes. A ocupação das poltronas deverá ocorrer a partir do centro das fileiras em direção aos corredores, e das fileiras mais próximas ao palco em direção às portas de saída. Nossos recepcionistas estarão dispostos nos corredores para organizar esse fluxo e evitar o contato próximo entre os espectadores. O uso de máscara é obrigatório durante toda a permanência no interior da sala de concertos.

BANHEIROS

O uso dos banheiros destinados ao público da Sala Minas Gerais será limitado a 6 pessoas simultaneamente, de acordo com sinalização afixada nas portas de acessos. Em frente aos lavatórios será indicado, através de sinalização adesivada no piso, o local para posicionamento dos usuários, garantindo o distanciamento de 1,5m. Uma sinalização semelhante será adesivada no piso dos sanitários masculinos, em frente aos mictórios.

ELEVADORES

O público será incentivado a utilizar as escadas, reservando-se os elevadores para uso das pessoas com alguma dificuldade de locomoção. A ocupação dos elevadores será de, no máximo, cinco pessoas, conforme sinalização adesivada no piso de cada equipamento. Nas escadas também deverá ser observado o distanciamento de 1,5m entre os indivíduos.

ROTINAS DE DESINFECÇÃO DO AMBIENTE

A desinfecção de todos os ambientes da Sala Minas Gerais será intensificada, sendo empregados produtos com ação comprovada contra o coronavírus. Conforme recomendação da Nota Técnica Anvisa nº 26/2020, são utilizados o álcool a 70% e o hipoclorito de sódio 0,5%, além de detergente neutro. Os sanitários e as superfícies frequentemente tocados, como chamadas dos elevadores, corrimãos, maçanetas, bebedouros etc. serão higienizados de forma intensificada durante a presença do público. Os assentos liberados para o uso do público na sala de concertos serão desinfetados antes de cada apresentação.

PURIFICADORES DE ÁGUA

Serão disponibilizados copos descartáveis para utilização nos purificadores. Não será permitida ingestão direta de água por aproximação da boca.

 

ÁLCOOL EM GEL

Na barreira sanitária, nas áreas de circulação, foyers e acessos à sala de concertos haverá dispensadores com álcool em gel a 70%. Nos banheiros será reforçada, através de comunicação visual específica, a necessidade de higienização das mãos utilizando-se água e sabonete.

AR-CONDICIONADO

A Sala Minas Gerais mantém o Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas de climatização (PMOC) rigorosamente atualizado, de acordo como determinações da Lei nº 13.589, de 4/01/2018. As análises microbiológicas, físicas e químicas atestam a conformidade com os padrões referenciais de qualidade do ar interior definidos pela Resolução-RE Anvisa nº 9/2003. Todas as informações técnicas pertinentes podem ser obtidas em nosso site.

ESTACIONAMENTO

O estacionamento da Sala Minas Gerais é terceirizado e não opera com cancela eletrônica. No entanto, os procedimentos adotados pelos funcionários da empresa seguem os padrões de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias e supressão do contato físico direto com os usuários.

 Programa 

Série Allegro

22 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Série Vivace

23 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Fabio Mechetti, regente

Eduardo Monteiro, piano

 

BRAHMS          Concerto para piano nº 1 em ré menor, op. 15

ROSSINI           O barbeiro de Sevilha: Abertura

ROSSINI           Uma italiana na Algéria: Abertura

ROSSINI           Guilherme Tell: Abertura

 

                              

INGRESSOS:

R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 60 (Balcão Palco), R$ 80 (Balcão Lateral), R$ 105 (Plateia Central), R$ 135 (Balcão Principal) e R$ 155 (Camarote).

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

 

21 7 2021 minifilarmonica

Imagem: Alan Betson 

Para celebrar os 113 anos de nascimento do escritor mineiro João Guimarães Roa, o Museu Casa Guimarães Rosa realiza mais uma edição do Museu Convida. No domingo (27/6), a partir das 20h, o museu recebe o presidente da Academia Cordisburguense de Letras, Raimundo Alves de Jesus, para um bate-papo ao vivo, que será transmitido pelo Instagram @museuguimaraesrosa.

Ronaldo Alves, coordenador do Museu Casa Guimarães Rosa, irá mediar a conversa com Raimundo Alves, e o bate papo será sobre a fundação da Academia Cordisburguense de Letras –  sua história, suas atividades e a relação com a obra Rosiana, além de falar sobre os 113 anos de nascimento de Guimarães Rosa. A Academia Cordisburguense de Letras Guimarães Rosa é um espaço cultural na terra natal do escritor. Ali se reúnem escritores locais e convidados para discutir a literatura em geral, realizar comemorações, lançamentos de livros, posses de novos membros, entre outras atividades.

Responsável pela criação do projeto "Poeta Jovem" que tem como objetivo incentivar jovens da cidade de Cordisburgo a escrever, a instituição, fundada por Sinhá Araújo, também foi a responsável pela criação da Semana Rosiana, em 1989, e desde então está sempre presente na organização deste importante evento cultural. Neste ano, a Academia Cordisburguense de Letras comemora 37 anos de fundação.

Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa nasceu em 27 de junho de 1908, em Cordisburgo (MG). Ainda criança, mudou-se para Belo Horizonte, a fim de dar prosseguimento aos estudos. Cursou Medicina na Universidade de Minas Gerais e, ao completar 21 anos, casou-se com Lygia Cabral Pena, com quem teve duas filhas.

Em 1934, Guimarães Rosa foi aprovado no concurso para o Itamaraty, ocasião em que se mudou para o Rio de Janeiro, então Capital Federal, assumindo o cargo de Cônsul de 3ª Classe. Em 1963, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, Entretanto, o escritor só tomaria posse em 16 de novembro de 1967, três dias antes de falecer vítima de um infarto fulminante.

Serviço:
“Museu Guimarães Rosa Convida” - Raimundo Alves de Jesus
Tema: Fundação da Academia Cordisburguense de Letras e os 113 anos de nascimento de Guimarães Rosa
Data: 27 de junho de 2021, domingo
Horário: 20h
Local: Instagram do Museu Casa Guimarães Rosa (@museuguimaraesrosa)

 

23 6 2021 minimuseuguimaraes

Imagem: Acervo /Museu Casa Guimarães Rosa

Setores de Empréstimo Domiciliar, Hemeroteca, Periódicos e Coleções especiais retomam atendimento

A Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais retomou o atendimento presencial de forma parcial nesta semana. Seguindo rígido protocolo de segurança, os setores de Empréstimo Domiciliar, Hemeroteca Histórica, Coleções Especiais e Periódicos atenderão ao público de forma reduzida, às terças-feiras e às quintas-feiras, das 10h às 16h.

O Setor de Empréstimo Domiciliar estará aberto apenas para recebimento dos livros que tinham data de devolução agendada para o período posterior ao Decreto do Governo do Estado que determinava a paralisação das atividades na Biblioteca Estadual. Os livros deverão ser entregues somente no setor Infantojuvenil – BIJU. O material recebido será colocado em quarentena por sete dias, em espaço adequado, seguindo procedimento protocolar. Não haverá cobrança de multas ou advertências aos leitores que estão em débito. Já o empréstimo de livros do acervo segue suspenso até que as regras de reabertura sejam mais abrangentes.

Na Hemeroteca Histórica e no setor de Coleções Especiais, o atendimento ao público ocorrerá mediante agendamento prévio pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Serão atendidos pequenos grupos de até seis pessoas. O setor de Coleções Especiais também adotará as mesmas medidas de atendimento, com agendamento pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Já o Setor de Periódicos adotará um atendimento mais restrito, com um usuário sendo atendido por vez. O agendamento deve ser feito pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., e a consulta estará restrita apenas a exemplares impressos do jornal Minas Gerais.

Doações
O setor de Seleção e Aquisição da Biblioteca, do Núcleo de Formação e Processamento Técnico de Acervos, continuará a receber doações de materiais provenientes somente das leis de incentivo. Já as demais doações seguem suspensas.

Galeria de arte
A Galeria de Artes Paulo Campos Guimarães está aberta de forma integral, desde 7 de julho. O espaço recebe a exposição “Viagens em Quadrinhos”, do desenhista francês Jean Dinis Pendanx, que já estava em cartaz desde março de 2020, e paralisada por causa da pandemia. As visitações podem ser feitas de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h. A entrada é gratuita e não há necessidade de agendamento prévio.

 

21 7 2021 minibiblio

23 6 2021 minipmi

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), lançou, nesta quarta-feira (23/6), o edital do Procedimento de Manifestação de Interesse 01/2021. O documento prevê que os interessados apresentem projetos, levantamentos, investigações e estudos com a finalidade de auxiliar a administração pública na estruturação de projeto de concessão dos imóveis pertencentes ao Estado localizados no entorno da Praça da Liberdade, no perímetro do Circuito Liberdade. O lançamento aconteceu no Museu das Minas e do Metal (MM Gerdau), com transmissão ao vivo no canal do Youtube da Secult.

O evento contou com a presença do vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant, e do secretário adjunto de Cultura e Turismo, Bernardo Silviano Brandão, além de outras autoridades.

Na iniciativa, a Secult tem apoio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra). Os interessados devem apresentar levantamentos e estudos para ocupação desses espaços, visando subsidiar a modelagem de concessão dos locais para reforma, restauro, implantação, operação, manutenção e exploração comercial.

Os espaços a serem ocupados são a Casa Azul, na Rua da Bahia, 2287; Casa Amarela, na Rua Santa Rita Durão, 1275; Palacete Dantas e Solar Narbona, estes últimos localizados no mesmo terreno, na Praça da Liberdade, 280. Os prédios estão situados na “Área de Diretrizes Especiais Avenida do Contorno”, correspondente à área urbana incluída no plano de Aarão Reis, e que apresenta valor simbólico e cultural.

Ao agradecer aos interessados que já demonstraram interesse na ocupação dos edifícios, Bernardo Silviano Brandão destacou a importância do diálogo com a sociedade e o mercado. “A partir da ideia de expansão do Circuito Liberdade, chegamos à conclusão de que lançar um PMI seria adequado. O ponto principal é estarmos abrindo uma possibilidade de que outras esferas da sociedade possam contribuir, oferecendo, ao Estado, estudos de viabilidade para a utilização desses imóveis tão significativos para o patrimônio do povo mineiro. É o momento de nos prepararmos, uma vez que esperamos em breve poder reabrir todos os nossos espaços culturais e turísticos em Minas Gerais”, disse o secretário adjunto da Secult.

Para o vice-governador, a economia pode se beneficiar da cultura e do turismo, “pois cada região tem suas particularidades e os traços culturais são importantes inclusive no processo de desenvolvimento econômico. O jeito mineiro de ser, viver e trabalhar pode ser explorado até no processo de atração de empresas e parcerias. O PMI é um novo passo no sentido de aprofundar o Circuito Liberdade enquanto polo irradiador de cultura, dando oportunidade para a ampliação e diversificação da oferta cultural”, apontou Brant.

“Esta iniciativa da Secult é muito bem-vinda para Belo Horizonte e para Minas Gerais, pois incentiva a atração de negócios e irá ampliar a visitação no circuito cultural e no entorno da Praça da Liberdade. Iremos colaborar por meio da divulgação aos nossos mais de 12 mil associados em BH e também aos parceiros em todo o estado”, disse Marcelo Souza e Silva, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).

Processo

Poderão participar do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) pessoas físicas ou jurídicas que cumpram os requisitos previstos no edital. Para formalizar a proposta, os interessados deverão apresentar Formulário de Cadastramento preenchido e assinado, além de documentos solicitados, até 20 dias contados da publicação do edital. Os estudos deverão ser apresentados até 90 dias após publicação dos Termos de Autorização.

Por meio do PMI, a expectativa é que a Secult receba estudos que apresentem a melhor solução para subsidiar a modelagem de concessão dos imóveis, que não envolvam o aporte de recursos pelo Estado em sua implementação e que apresentem soluções que contribuam para a eficiência no uso em harmonia com as especificidades da região em que se situam. Eles devem se pautar pela premissa de que o imóvel se insere no perímetro do Circuito Liberdade, um complexo voltado para a difusão e fruição culturais, para o desenvolvimento turístico, para a preservação do patrimônio histórico e cultural, bem como para atividades de lazer e recreação.

O PMI 01/2021 será conduzido por uma comissão específica designada em resolução para tal atividade, em especial para apreciação dos documentos de autorização dos interessados, análise e seleção dos estudos. A Comissão de Avaliação será formada por técnicos da Secult e do Iepha-MG, podendo ainda ser solicitada a participação de integrantes de outros órgãos ou entidades do Estado.

O edital completo e seus anexos estão disponíveis para acesso no site da Secult.

Os interessados poderão apresentar questionamentos relacionados ao edital por meio do endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Bernardo Silviano Brandão. Foto: Paulo Lacerda

A consulta pode ser realizada no site do Instituto a partir de 20 de julho

Gestores municipais e a sociedade em geral já podem acessar a pontuação definitiva do programa ICMS Patrimônio Cultural exercício 2022. A tabela definitiva foi publicada no site do Iepha-MG nesta terça-feira (20/7). Este ano, 822 municípios foram pontuados após a análise realizada pelos técnicos do Instituto. 

Em novembro, a pontuação definitiva será encaminhada à Fundação João Pinheiro, instituição responsável por calcular os valores que serão repassados pelo Governo de Minas Gerais às prefeituras, ao longo de 2022.

Recebem os recursos relativos a esta cota-parte do ICMS, conforme critérios da Lei Robin Hood, os municípios que estruturarem sua política municipal de patrimônio cultural, desenvolverem e colocarem em prática, com a participação da comunidade e dos Conselhos de Patrimônio Cultural, ações de proteção, conservação e promoção dos bens culturais, de acordo com a Deliberação Normativa 020/2018 do CONEP, em vigência para o exercício 2022.

Em regime de teletrabalho desde o dia 19 de março de 2020, em função do isolamento social, causado pela pandemia de Covid-19, técnicos do Instituto analisaram cerca de 4 mil pastas de documentos enviados pelos municípios participantes do Programa, além dos arquivos enviados através do Sistema ICMS online.

COMO RECEBER OS RECURSOS

Para receber os recursos, o município, com a participação da comunidade deve construir e colocar em prática sua política de proteção ao patrimônio cultural desenvolvendo-a para que se efetive como política pública. A pontuação obtida ao cumprir esses critérios é informada pelo Iepha à Fundação João Pinheiro, que calcula os valores a serem repassados mensalmente aos municípios participantes. O cálculo segue o estabelecido na lei n. 18.030/2009, que determina os critérios para distribuição da cota-parte do ICMS em Minas Gerais, incluindo o critério Patrimônio Cultural. 

Desde 1996, já foram instalados 727 Conselhos Municipais do Patrimônio Cultural no estado e 700 municípios aprovaram suas legislações e criaram o seu Fundo de Preservação do Patrimônio Cultural (FUMPAC). O número de bens protegidos na esfera municipal também é destaque nessa política, juntamente com as ações de Educação Patrimonial. Até 2020, são mais de 6.000 bens culturais tombados e registrados em Minas Gerais, considerando as três esferas de proteção.  

ENCONTROS VIRTUAIS

Este ano, o Iepha-MG já promoveu sete Rodadas Virtuais do Patrimônio Cultural para tirar dúvidas dos gestores municipais e da sociedade em relação à política de patrimônio cultural do estado. Cada encontro, realizado no canal do Instituto no Youtube, atinge, em média, cerca de 400 municípios. Os vídeos gravados ficam disponibilizados no Youtube possuem grande alcance e já ultrapassam mais de 2 mil visualizações cada. Confira aqui e confira as Rodadas Virtuais no Youtube  do Iepha.

ICMS PATRIMÔNIO CULTURAL 25 ANOS

Em 2020, o Programa ICMS Patrimônio Cultural completou 25 anos de existência e alcançou uma marca importante para Minas Gerais, estado pioneiro nessa política. Por meio de documentação enviada pelos agentes públicos municipais, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), gestor do programa, analisa e pontua cada município pelas ações promovidas em defesa do patrimônio cultural. Somente este ano, o Instituto recebeu, para análise, documentos de quase 700 municípios. 

ORIENTAÇÕES

O Instituto oferece orientação técnica aos municípios, que pode ser feita pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou, também, em atendimento remoto/online, com agendamento prévio pelo telefone.

Veja como foi a participação do seu município na pontuação definitiva - exercício 2022, clique aqui.

Estão abertas as inscrições para o curso de Educação a Distância (EaD) “Como Elaborar Infográficos para Apresentar Dados do Turismo: Aprendendo a Usar Ferramentas Gratuitas e Dinâmicas”. O curso é promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) e os interessados podem se inscrever gratuitamente até 11 de julho.

A aula inaugural foi transmitida pelo canal da Secult no Youtube no dia 18 de junho. O curso, de nível básico, foi elaborado por equipes técnicas da Secretaria e tem a finalidade de instruir, de forma simples, sobre a importância da estatística no planejamento e no monitoramento do turismo, com orientações para um bom relatório de pesquisa; o que são infográficos; além de ensinar, por meio de tutoriais, como criá-los a partir de ferramentas acessíveis e gratuitas.

A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, fez a abertura da aula inaugural e falou sobre a importância do tema para o setor se preparar para a nova realidade que o turismo enfrenta. “Esta é mais uma ação dentro do Reviva Turismo para nos fortalecer e voltar a fazer o turismo acontecer de forma segura e consciente. É fundamental discutirmos sobre dados e o uso das inteligências disponíveis ao nosso favor. O Observatório do Turismo de Minas Gerais, por exemplo, vem fazendo um trabalho impecável de monitoramento do turismo desde o início da pandemia no Brasil, e isso é essencial para nos organizarmos e trabalharmos para uma retomada que ofereça segurança tanto aos turistas e viajantes quanto aos trabalhadores de toda a cadeia produtiva. Quando mais a gente se informar, e conseguir repassar esses dados com estratégia, mais teremos chances de alavancar o turismo e reafirmá-lo como uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento socioeconômico em Minas Gerais”, ressaltou Milena.

A aula contou com a participação, também, do diretor de Qualificação e Capacitação da Secult, Márcio Ribeiro; da estagiária do Núcleo de Pesquisa e Estatística da SECULT, Débora Carvalho; da professora da Universidade de Açores, em Portugal, Daniela Fantoni Alvares e da doutoranda em Performances Culturais pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Giovanna Tavares.

A live foi acompanhada por gestores municipais de turismo de diversas regiões de Minas Gerais e também de outros estados, como São Paulo e Goiás, e também por profissionais da cadeia produtiva do setor. O conteúdo já conta com mais de 350 visualizações e está disponível, na íntegra, AQUI.

Conteúdo do curso

A grade curricular do curso EAD é de 20 horas/aula e está disponível na Plataforma EAD Cultura e Turismo da Secult: serão trabalhadas as unidades “A Estatística e sua aplicação no turismo, conceitos estatísticos básicos”; Recomendações para um bom relatório de pesquisa, Infográfico e suas funções; Apresentação e elaboração de infográficos utilizando Canva e Piktochart; Avaliação e Pesquisa de Satisfação. O conteúdo será lançado na plataforma EAD da Secult gradativamente.

Entre os materiais complementares que serão disponibilizados estão Tipos de Gráfico; Exemplos de Outras Ferramentas Gratuitas e sugestão de curso “Criatividade e Novas Tecnologias no Serviço Público”.

Os alunos inscritos têm até 20 de agosto de 2021 para concluírem o curso de capacitação e obterem o certificado de participação emitido pela Secult.

Clique AQUI e saiba mais sobre a elaboração de infográficos.

Reviva Turismo

O Curso EAD “Como Elaborar Infográficos para Apresentar Dados do Turismo: Aprendendo a Usar Ferramentas Gratuitas e Dinâmicas”faz parte do eixo “Capacitação” do Reviva Turismo, programa da secult voltado a promover a retomada gradual e segura das atividades turísticas em Minas Gerais. Os outros pilares são “Biossegurança”, “Estruturação” e “Promoção e Marketing do Destino Minas Gerais”. O programa é conduzido em consonância com os protocolos e diretrizes do plano Minas Consciente.

Serviço:

O curso já está disponível para ser feito, e as inscrições seguem abertas até o dia 11 de julho, podendo ser feitas AQUI.

Atividade acontece no dia 28 de julho

Com a proposta de ampliar o conhecimento do público a respeito de diversas publicações literárias, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais promove a oficina gratuita “Superman: das origens nos quadrinhos à II Guerra Mundial”. Ministrada por Afonso Andrade, servidor da Biblioteca, a atividade será realizada na quarta-feira (28/7), das 9h às 12h. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas neste link.

Durante a oficina, os participantes conhecerão um pouco mais sobre a origem de um dos personagens mais icônicos do universo dos quadrinhos. A atividade irá abordar desde o surgimento do Superman, ainda nos anos 1930, à relevância que o personagem foi conquistando ao longo do tempo.

Criado em 1938, pelos artistas Joe Shuster e Jerry Siegel, o Superman surge em um grande momento de efervescência cultural nos Estados Unidos. O personagem vai ganhar as páginas das revistas em quadrinhos, tirinhas nos jornais, programa de rádio e estará nas mãos dos soldados americanos durante a segunda guerra mundial.

Rapidamente, Superman abre caminho para se tornar um dos mais importantes personagens dos quadrinhos de todos os tempos.  O curso pretende abordar as origens do personagem nos quadrinhos, a trajetória de seus criadores e o contexto histórico, social, cultural e político, da sua criação até a Segunda Guerra Mundial.

 

20 7 2021 minibiblio

Transmissão ao vivo abordou questões ligadas ao cadastro de proponentes, prazos para prestação de contas e contrapartidas dos editais 3 e 4 do FEC

A Secretaria e Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) promoveu, nesta terça-feira (22/6), um encontro virtual com o público a respeito dos editais de fomento divulgados neste mês. Durante live transmitida pelo canal do Youtube da Secult, integrantes da pasta apresentaram os principais pontos dos editais FEC 03 “Produção de obra audiovisual de curta-metragem dos gêneros documentário e ficção” e “FEC 04 Produção de obra de audiovisual de curta-metragem do gênero animação”, viabilizados por meio de recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC).

Participaram o subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, o superintendente de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia, Igor Arci, o diretor de Economia Criativa, José Oliveira Júnior, e as servidoras da Secult Janaína Amaral e Ana Luísa de Avelar Guedes. A transmissão também contou com a presença de representantes da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), como a diretora de Desenvolvimento e Promoção do Audiovisual, Mônica Trigo, e o assessor Matheus Rufino.

Questões relativas à retenção de impostos e à prestação de contas dos projetos foram levantadas durante a transmissão. Além disso, a contrapartida não financeira para projetos aprovados foi exemplificada pela equipe técnica da Secult. Informações mais relevantes sobre os prazos a serem cumpridos e o cadastro na plataforma de fomento, datas para aprovações, preâmbulos dos editais e prazos das inscrições, além da importância do cumprimento da legislação, foram pontuadas pelos participantes durante o encontro.

Para o subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, os encontros virtuais da Secult com diferentes proponentes têm sido muito necessários para ampliar o diálogo da pasta com o público e tornar o processo mais claro e objetivo. “As lives têm sido uma prática para esclarecer todas as dúvidas referentes não só aos editais 3 e 4 do FEC, bem como às outras publicações vigentes da Secult. Nosso objetivo é sempre fazer uma leitura em conjunto com os proponentes, ouvir sugestões e críticas e auxiliar quem vai se inscrever. Esse processo deixa o trabalho mais fácil e orgânico”, destacou Canguçu.

Um dos pontos destacados pela equipe da Secult foi em relação ao cadastro na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura. Os participantes reforçaram a importância de executar todas as etapas de cadastramento com antecedência. De acordo com Igor Arci, há um volume grande de pedidos a serem analisados pelos servidores da pasta.  “O prazo estabelecido para análise e aprovação é de 15 dias úteis. Estamos fazendo uma força tarefa para conseguir analisar tudo em um tempo menor, mas é necessário que os proponentes não deixem o cadastro para última hora”, pontuou Arci.

Confira a íntegra da live AQUI.

Audiovisual em destaque

Para assegurar a potência das produções audiovisuais do estado e estimular a cadeia produtiva do setor, a Secult publicou, em junho, os editais FEC 03-2021 “Produção de obra audiovisual de curta-metragem dos gêneros documentário e ficção” e FEC 04-202 “Produção de obra de audiovisual de curta-metragem do gênero animação”. No Edital 03, são até 17 premiações, somando R$ 1.005.720,00, distribuídas em dois módulos. Já o Edital 04 soma R$ 480.000,00 em 12 prêmios. As inscrições poderão ser feitas até 11/7/2021, na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura.

Mais detalhes sobre os editais estão disponíveis neste link.

 

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Conteúdo foi elaborado para incentivar e tornar mais fácil a inserção de dados na ferramenta

Inventario Oferta Turística

Como incentivo ao preenchimento do Inventário Turístico, ferramenta fundamental para mapear os atrativos, empreendimentos e serviços turísticos do estado, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) lança, nesta quinta-feira (15/7), a série de vídeos orientadores sobre os formulários abrigados na Plataforma Integrada de Turismo, referência nacional em gestão de dados turísticos. O objetivo principal é tornar a inserção das informações mais simples e intuitiva.

A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, explica que é por meio do Inventário Turístico que os municípios são incluídos nas ações de incentivo, promoção e divulgação do turismo no Estado, além de ser o meio de coleta de informações de qualidade e confiança para o planejamento de ações, o desenvolvimento sustentável das potencialidades turísticas dos territórios e a otimização de recursos públicos tanto por parte do Estado quanto dos municípios.

“É importante incentivar e orientar o preenchimento adequado dos formulários do Inventário Turístico porque é ele o instrumento que permite a análise de pontos fortes e possibilidades de melhoria relacionados à atividade turística em todas as regiões mineiras. Mantê-lo atualizado é essencial, uma vez que as informações fornecidas pelos municípios são importantes para nortear a elaboração de políticas públicas assertivas e ações efetivas de promoção do destino Minas Gerais como um todo, principalmente neste período em que já começamos a retomada gradual e segura das atividades com o programa Reviva Turismo”, ressaltou Milena.

Conteúdo

Ao todo, são 10 vídeos orientadores, um para cada formulário que deve ser preenchido. O conteúdo foi elaborado pelas equipes da Subsecretaria de Turismo da Secult. O coordenador do Núcleo de Inteligência em Marketing da Secult, Jean Rodrigues, responsável pelo projeto, gravação e edição dos vídeos, explica um pouco mais sobre o processo de construção do material.

“Esperamos alcançar os efeitos esperados, como tornar mais acessíveis as informações para todos os gestores e técnicos municipais de turismo; atender à demanda das Instâncias de Governança Regionais e municípios sobre capacitação do Inventário Turístico; aumentar a qualidade das informações inseridas na Plataforma Integrada de Turismo; e reduzir o tempo de trabalho causado por enganos nas análises de formulários enviados”, disse Rodrigues.

Panoramas do Turismo

Os vídeos estão no canal do Youtube “Panorama do Turismo MG”, focado na capacitação de gestores e agentes públicos e privados do turismo e áreas correlacionadas. Atualmente, estão disponíveis 10 vídeos de sensibilização que podem ser utilizados em palestras e campanhas.

No repertório, obras de Mozart e Schubert, em concerto com transmissão ao vivo e gratuito pelo canal da Orquestra no YouTube

Um dos nomes mais importantes da música clássica brasileira atual, Ricardo Castro retorna ao palco da Filarmônica de Minas Gerais como solista de um dos mais populares concertos para piano de Mozart. Como regente, apresenta a magnífica “Grande” sinfonia de Schubert. A dupla atuação do pianista Ricardo Castro como solista e regente convidado será no dia 24 de junho, às 20h30, na Sala Minas Gerais.

Por enquanto, a autorização para a retomada das atividades da Orquestra não prevê a presença de público na Sala Minas Gerais. O concerto terá transmissão ao vivo para todo o público pelo canal da Filarmônica no YouTube.

Durante a apresentação, haverá um intervalo de 20 minutos, quando serão realizados os Concertos Comentados, palestras em que especialistas comentam o repertório da noite. O palestrante da noite é Arnon Oliveira, Doutor em História, maestro do Coro Madrigale e professor de Regência na Escola de Música da UFMG.

Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, CBMM, Itaú e Cemig por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Ricardo Castro, regente convidado e piano
Ricardo Castro é pianista, regente, educador e administrador cultural, criador e Diretor fundador do Neojiba – Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia. Estabeleceu-se na Europa em 1984, onde estudou piano com Maria Tipo e Dominique Merlet e regência com Arpad Gerecz. Venceu os concursos da ARD de Munique, Rahn de Zurique e Pembaur de Berna. Seu percurso inclui apresentações nas mais prestigiadas salas de concerto do mundo, como Concertgebouw de Amsterdã, Musikverein de Viena, Théâtre des Champs-Elysées de Paris e com renomadas orquestras, tais como a Gewandhaus Leipzig, BBC, London Symphony, English Chamber, a Filarmônica de Tóquio, a Tonhalle de Zurique, a Filarmônica de Varsóvia, a Suisse Romande, a Osesp e Filarmônica de Minas Gerais. Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Juvenil da Bahia desde sua fundação, Ricardo Castro tornou-se o primeiro brasileiro a receber o Honorary Memberships of the Royal Philharmonic Society, titulação iniciada em 1826 e concedida apenas 131 vezes em reconhecimento a importantes serviços prestados à Música. Além de seu trabalho artístico e educativo com o Neojiba, Ricardo leciona Piano na Haute École de Musique de Lausanne, Suíça. Tem vários discos gravados para os selos BMG-Arte Nova e um duplo CD na Deutsche Grammophon.

Repertório 

Wolfgang Amadeus Mozart (Salzburgo, Áustria, 1756 – Viena, Áustria, 1791) e a obra Concerto para piano nº 21 em Dó maior, K.467 (1785)
Composto em 1785, o Concerto para piano nº 21 em Dó maior sucedeu, com um intervalo de menos de um mês, o impressionante Concerto em ré menor (K. 466). Embora seja atualmente um dos concertos mais populares de Mozart, principalmente devido ao seu segundo movimento, não gozou, quando de sua composição, da aprovação do pai do compositor, que o classificou como “surpreendentemente difícil”, tanto no que diz respeito à execução quanto à linguagem. Obra brilhante e de vivos contrastes internos, neste Concerto Mozart parece transportar abertamente para o gênero instrumental muito da dramaticidade operística que dominava com maestria. Apesar disso, tanto neste concerto, quanto no seu precedente, e no Concerto em Lá maior (K. 488), que o sucedeu, Mozart reitera o lado abstrato de sua linguagem musical, que, por não querer significar nada além do que ela própria, conduz às reflexões mais elevadas e induz à transcendência.

Franz Schubert (Viena, Áustria, 1797 – 1828) e a obra Sinfonia nº 9 em Dó maior, D. 944, "Grande" (1828)
No ano de sua morte, Schubert ofereceu uma grande sinfonia à Sociedade Filarmônica de Viena, acompanhada de uma dedicatória cheia de elogios aos músicos da instituição. A obra, porém, foi considerada por eles muito pesada e de difícil execução. Onze anos depois, Robert Schumann encontrou, na humilde casa do irmão de Schubert, o manuscrito rejeitado; e providenciou sua estreia em Leipzig, sob a direção de Felix Mendelssohn. Hoje, essa grande sinfonia ocupa uma estratégica posição histórica, pela maneira ímpar com que concilia a estrutura clássica e o espírito romântico.

 

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Imagem: Christian Cravo

Parceria entre Secult e PMMG foi anunciada em evento com a participação do governador Romeu Zema, em Juiz de Fora

 

O governador Romeu Zema lançou, nesta sexta-feira (16/7), a Rede Integrada de Proteção ao Turismo, por meio de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). O objetivo é promover a segurança pública, a cultura e o turismo junto aos municípios mineiros.

Serão desenvolvidas ações como a mobilização de representantes de órgãos públicos, instituições, empresas das localidades envolvidas com o turismo, além das comunidades locais para, juntos, proporem soluções para a melhoria da segurança e da qualidade de vida da população.

“Somos o estado com o maior número de estâncias hidrominerais, o maior número de cidades históricas, de represas que têm atividades, parques ecológicos, temos uma culinária diferenciada e um povo acolhedor, temos tudo. E a segurança caminha junto com o turismo. Somo um estado que está entre os mais seguros do Brasil. E quem viaja quer tranquilidade, quer paz para andar na rua”, destacou o governador.

Retomada
O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, falou sobre a importância do projeto para a retomada do turismo no estado. “A criação desta rede integrada trará mais segurança para os destinos turísticos de Minas Gerais e, consequentemente, vai potencializar as atividades relacionadas ao turismo nas regiões implantadas. A ideia é contribuir para que os viajantes tenham as melhores experiências nos locais visitados, além de proteger o patrimônio, os comércios, equipamentos culturais e demais empreendimentos turísticos locais, beneficiando também os habitantes das cidades em que funcionar. Importante ressaltar que tudo parte de um esforço coletivo e depende do engajamento da população e das empresas participantes”, comentou o secretário.

O comandante-geral da PMMG, coronel Rodrigo Sousa Rodrigues, destacou que a redução recorde nos índices de criminalidade no Estado irá contribuir neste processo.

“Este projeto vai permitir a redução do medo do crime, divulgando a sensação de segurança que o nosso estado tem e permitindo que mais pessoas possam passear em nossa Minas Gerais, conhecendo nossas belezas naturais e o nosso acervo cultural. Queremos tornar nosso estado um ambiente cada vez melhor para se viver, para trabalhar e para turismo”, afirmou o comandante.

Capacitações
Também serão realizadas capacitações com integrantes da Secult e da PMMG com temas relacionados ao turismo e à atividade turística e sobre as ações da PMMG em prol do turismo e da comunidade local. As capacitações se darão por meio de reuniões on-line e, posteriormente, por meio de plataforma EAD da Secult. Além disso, estão previstos webinários para difundir os objetivos da Rede e esclarecer dúvidas a respeito de sua atuação.

As redes de turismo protegido serão constituídas conforme demanda das cidades e destinos turísticos. Para solicitar a implantação de uma Rede, a localidade deve cumprir alguns critérios: ser um município turístico; integrar a Política de Regionalização da Secult; possuir Conselho Municipal de Turismo ativo; estar cadastrada na Plataforma Integrada do Turismo.

Para melhor avaliar a necessidade de criação de uma rede, além das estratégias mais adequadas a serem adotadas em determinado local, a Secult e a PMMG irão utilizar informações presentes na Plataforma Integrada do Turismo (PIT).

A PMMG também estabelece algumas ações que precisam ser seguidas pelos municípios e comunidades para que participem da Rede: mobilização social local; cadastro dos integrantes da Rede junto à PMMG; participação ativa nas reuniões periódicas da rede para identificação e solução dos problemas coletivos.

O pedido para ingressar na Rede Integrada de Proteção ao Turismo pode ser feito por estabelecimentos, associações e municípios mineiros pelo telefone (31) 3915-7900.

Reportagens especiais mostram o impacto do rompimento da barragem em Brumadinho e ações de reparação nas diferentes áreas

No início da tarde de sexta-feira, 25 de janeiro de 2019, ocorreu o rompimento da barragem da mineradora Vale, no Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A tragédia deixou um rastro de destruição e 260 mortos, além de dez desaparecidos. De hoje ao dia 02 de julho, o Jornal Minas leva ao ar, em suas duas edições, uma série de reportagens que apresenta quais serão os prováveis impactos dos recursos obtidos por meio do termo de reparação assinado entre a mineradora e o Governo de Minas Gerais.

A série vai mostrar as ações mais importantes planejadas para as mais diversas áreas de governo com os R$ 37 bilhões que o estado irá receber da Vale. O termo foi assinado em fevereiro de 2021 e foi firmado como reparação dos danos provocados pelo rompimento da barragem da empresa.

Investimento em diferentes áreas
A equipe foi ao norte de Minas para conhecer o local onde será construída uma ponte sobre o Rio São Francisco. A obra, prometida desde os tempos de Juscelino Kubitschek, será a maior do tipo no estado e irá ligar, por meio terrestre, as cidades de São Francisco e Pintópolis. Hoje a travessia é realizada pelo sistema de balsas. Ainda na expectativa de obras de mobilidade e infraestrutura, destaque para a construção do rodoanel da capital que irá desafogar o trânsito no atual anel rodoviário, um dos gargalos logísticos da cidade.

Na série, áreas como saúde, educação, agricultura, segurança, cultura, turismo, desenvolvimento social e econômico apresentam à sociedade toda mobilização para que os recursos do acordo possam beneficiar os mineiros e reparar, ainda que parcialmente, os danos provocados pelo rompimento.

A série especial “Reparação" vai ao ar até o dia 02/07, no Jornal Minas 1ª e 2ª Edição, às 12h30 e 19h30, pela Rede Minas. O público também confere as reportagens, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

Série Reparação
Até o dia 02/07, no Jornal Minas 1ª e 2ª edição, às 12h30 e 19h30

 

21 6 2021 miniredeminas

Processo é base da Política de Regionalização do Turismo de Minas Gerais; prazo para envio de documentação vai até 15 de agosto

Em cumprimento à missão de fomentar a descentralização do turismo em Minas Gerais e com o objetivo de favorecer o desenvolvimento sustentável, participativo e integrado do setor no estado, a Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) iniciou, nesta quinta-feira (15/7), o processo de certificação das Instâncias de Governança Regionais (IGRs), que faz parte da Política de Regionalização do Turismo.

Neste ano, a novidade é que o processo conta com o Sistema de Certificação e Monitoramento das IGRs, ferramenta elaborada de forma integrada por equipes da Secult com o objetivo de facilitar o envio e armazenamento dos documentos das IGRs e municípios e de possibilitar o monitoramento das ações a longo prazo.

A certificação é realizada bienalmente, conforme legislação vigente, entre os meses de abril e maio. No entanto, em função das medidas de segurança sanitária impostas pela onda roxa do Plano Minas Consciente, em março de 2021, a Secult, por meio do Decreto Nº 48.189 alterou a data do processo e, portanto,  o prazo para inserção da documentação vai até 15 de agosto de 2021.

Milena Pedrosa, subsecretária de Turismo da Secult, fala sobre a importância do processo. “A certificação é uma importante etapa da Política de Regionalização do Turismo de Minas Gerais, pois é quando as IGRs e municípios reforçam seu interesse em desenvolver a atividade turística de forma conjunta com o Estado e o país por meio do envio de documentos que comprovam a regularidade das políticas municipais de turismo e ações regionalizadas. É fundamental reforçar que o sucesso da regionalização e da descentralização do turismo depende muito dessa construção coletiva envolvida na certificação, cujos benefícios são , entre outros, o desenvolvimento da atividade turística de forma regional e alinhada com destinos próximos; apoio técnico de turismólogos na elaboração de projetos e ações municipais e regionais; possibilidade de pleito ao ICMS Turismo para os municípios associados e de repasse de recursos do Estado e da União, aos municípios, para desenvolvimento do turismo local. A Secult está à disposição para esclarecer todas as dúvidas sobre a regionalização e o processo de certificação, porque quanto mais os municípios fizerem parte dessa política, mais potência terá o turismo de Minas Gerais”, ressaltou.

Junto ao processo de certificação, também será realizado o Censo do Turismo Mineiro em que os municípios preencherão o formulário “Ferramentas de Gestão Municipal no Turismo 2021” que propiciará dados para este diagnóstico. Outras edições do Censo podem ser encontradas aqui.

A previsão para conclusão do processo é até 20 de outubro e estima-se que, até novembro de 2021, a Secult publique a lista oficial das IGRs e respectivos municípios.

Material orientador

Com o objetivo de orientar municípios e Instâncias de Governança Regionais sobre a importância do processo de certificação e da Política de Regionalização do Turismo (PRT) de Minas Gerais, a Secult realizou, em abril de 2021, um webinário de capacitação sobre os temas. Entre os assuntos abordados estavam o esclarecimento de questões técnicas, detalhamento de processos, contextualização da PRT e apresentação da prática da certificação. O conteúdo está disponível no canal da Secult no Youtube e pode ser acessado AQUI.

Outro conteúdo disponível para detalhamento é a cartilha “Orientação para Reconhecimento das Instâncias de Governança e participação de municípios”, disponibilizada pela Secult com o objetivo de orientar todos os passos às IGRs e municípios para a certificação em 2021.

Acesse a

Instância de Governança Regional

As Instâncias de Governança Regionais (IGRs) são entidades sem fins lucrativos integradas por municípios de uma mesma região com afinidades culturais, sociais e econômicas que se unem para organizar, desenvolver e consolidar a atividade turística local e regional de forma sustentável, regionalizada e descentralizada, com a participação da sociedade civil e do setor privado.

Anteriormente reconhecidas por Circuitos Turísticos, passaram a receber nova titulação a partir da publicação da Lei Estadual nº 22.765/2017, que instituiu a Política Estadual de Turismo, sendo reconhecidas como Instância de Governança Regional após o cumprimento das diretrizes fixadas no Decreto nº 47.687 e pela Resolução Secult nº16/2020.

Dessa forma, as IGRs exercem oficialmente o papel de executoras, interlocutoras e articuladoras da descentralização e da regionalização do Turismo em Minas Gerais. A Política Pública de Regionalização do Turismo de Minas Gerais, em desenvolvimento pelo Governo do Estado de Minas Gerais desde o ano de 2001, é referência para os demais estados brasileiros com relação à gestão da atividade turística, seguindo as diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo, estabelecido pelo Ministério do Turismo para as regiões turísticas.

O trabalho destas entidades se dá por meio da integração contínua dos municípios, gestores públicos, iniciativa privada e sociedade civil, consolidando uma identidade regional e protagonizando o desenvolvimento por meio de alianças e parcerias. Hoje, de acordo com a legislação vigente, Minas Gerais conta com 44 Instâncias de Governança Regionais certificadas, envolvendo todas as regiões de Minas Gerais e 513 municípios regionalizados.

Já está disponível no site do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) a tabela de pontuação provisória do programa ICMS Patrimônio Cultural - Exercício 2022. Mesmo em regime de teletrabalho desde março do ano passado, técnicos do Instituto analisaram documentos enviados por 624 municípios. Gestores municipais de todo o estado que apresentaram a documentação até 22 de dezembro de 2020 para análise já podem consultar as fichas no site FTP, com senha e login individualizados. O prazo para envio de recursos por e-mail é até 30 de junho. Ao todo, 822 municípios foram pontuados no programa. 

O Iepha-MG tem até o dia 11 de julho para responder às solicitações de revisão. Também foram enviadas instruções técnicas para que os representantes dos municípios participantes do programa possam acessar as fichas de análise referentes à pontuação provisória divulgada.

Em 20 de julho de 2021, a tabela com a pontuação final obtida por cada município será publicada no site www.iepha.mg.gov.br.

No mês de novembro, a pontuação definitiva será encaminhada à Fundação João Pinheiro, instituição responsável por calcular os valores que as prefeituras irão receber do Governo de Minas. Os repasses financeiros aos municípios que pontuaram no programa, relativo ao ano de 2020, serão feitos ao longo do ano de 2022.

COMO RECEBER OS RECURSOS

Para receber os recursos, o município deve construir e colocar em prática, com a participação da comunidade, sua política municipal de proteção ao patrimônio cultural desenvolvendo-a para que se efetive como política pública. A pontuação é informada pelo Iepha à Fundação João Pinheiro, que calcula os valores a serem repassados mensalmente aos municípios participantes, em virtude da lei n. 18.030/2009, que determina os critérios para distribuição da cota-parte do ICMS em Minas Gerais, incluindo o critério Patrimônio Cultural. 

Desde 1996, foram instalados 727 Conselhos Municipais do Patrimônio Cultural no estado e 700 municípios aprovaram legislação e criaram o Fundo de Preservação do Patrimônio Cultural (FUMPAC). O número de bens protegidos na esfera municipal também é destaque, juntamente com as ações de Educação Patrimonial. Até 2020, são 6.000 bens culturais tombados e registrados em Minas Gerais, considerando as três esferas de proteção.  

ENCONTROS VIRTUAIS

Este ano, o Iepha-MG já promoveu sete Rodadas Virtuais do Patrimônio Cultural para tirar dúvidas dos gestores municipais. Cada encontro, realizado no canal do Instituto no Youtube, atinge, em média, cerca de 400 municípios. Os vídeos gravados ficam disponibilizados no Youtube possuem grande alcance e já ultrapassam mais de 2 mil visualizações cada. 

ICMS PATRIMÔNIO CULTURAL 25 ANOS

Em 2020, o Programa ICMS Patrimônio Cultural completou 25 anos de existência e alcançou uma marca importante para Minas Gerais, estado pioneiro nessa política. Por meio de documentação enviada pelos agentes públicos municipais, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), gestor do programa, analisa e pontua cada município pelas ações promovidas em defesa do patrimônio cultural. Somente este ano, o Instituto recebeu, para análise, documentos de quase 700 municípios. 

ORIENTAÇÕES

O Instituto oferece orientação técnica aos municípios, que pode ser feita pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou, também, em atendimento presencial, com agendamento prévio pelo telefone.

Veja como foi a participação do seu município na pontuação provisória - exercício 2022, clique aqui.

foto: Ronaldo Alves

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), a Empresa Mineira de Comunicação (EMC), por meio da Rede Minas, e a TV Diversa, de Juiz de Fora, anunciam nesta sexta-feira (16/7) o início de parceria para expandir, diversificar e interiorizar a programação produzida para a população mineira.

“Essa aliança representa uma grande conquista para Minas, pois permitirá a interiorização dos conteúdos e programações de qualidade produzidos por ambas as instituições, como telejornais, documentários e programas culturais, incluindo a divulgação, para diversas regiões, das vocações e potencialidades do estado nas áreas do Turismo e da Cultura”, destaca o secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

A EMC e a Secult já desenvolvem o projeto Gerais+Minas, que promove a interiorização das grades de programação da Rede Minas e da Rádio Inconfidência, e irá visitar, até outubro, 251 municípios mineiros para produzir materiais e programas sobre a diversidade do território e do povo de Minas Gerais. Com a parceria entre Rede Minas e TV Diversa, esse horizonte se amplia, porque a ideia é também possibilitar a criação de coproduções entre as duas emissoras.

A TV Diversa, criada em 2016, é transmitida em 65 cidades mineiras, contemplando a região central, Sul, Zona da Mata e Campo das Vertentes. No Rio de Janeiro, a TV está em Barra Mansa. Além disso, continua em expansão e está em processo de instalação no Triângulo Mineiro, em Ituiutaba, e na cidade de Volta Redonda, no estado do Rio. Suas transmissões alcançam, hoje, mais de 8 milhões de pessoas.

“Temos a proposta de regionalizar o conteúdo de forma educativa, independente e democrática, retratando os ambientes, cenários e pessoas onde estamos presentes. Essa parceria com a Secult e a EMC, com a Rede Minas, é uma via de mão dupla que vai enriquecer as programações, refletindo o que Minas tem de melhor”, diz Giovanio Aguiar, diretor-geral da TV Diversa.

Neste trabalho conjunto, haverá também colaboração na produção de conteúdo jornalístico, e alguns programas da Rede Minas já estão com exibição garantida pela TV Diversa, como o Jornal Minas, o Coletânea, Brasil das Gerais, Agenda, e Meio de Campo.

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) disponibiliza, por meio de cinco editais já lançados neste ano, mais de R$ 7,5 milhões em premiações a projetos elaborados por Pessoa Física. As inscrições estão abertas e seguem até julho.

Fomentar a produção cultural e o desenvolvimento socioeconômico no estado, além de valorizar a mineiridade, o patrimônio histórico material e imaterial e a paisagem cultural de Minas Gerais, como estabelecido no Plano Estadual de Cultura, são alguns dos objetivos dos certames.

De acordo com o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, com os editais, a Secult busca também estimular a descentralização dos recursos “para a promoção de Minas Gerais e para o apoio da produção em todo território do estado, pois sabemos que, historicamente, mais de 90% da verba fica sempre nas mãos dos mesmos grupos, e somos 853 municípios e mais de 22 milhões de habitantes. É função da política pública, sobretudo do Fundo Estadual de Cultura, que os recursos possam, de forma estratégica, ser potencializadores da geração de emprego e renda, por meio de uma espécie de soft power da mineiridade, que permite resgatar e lançar luz a destinos turísticos e promover a cultura através do audiovisual, da cozinha mineira e de nossas festas populares”, destaca.

Potência do audiovisual

O estímulo à cadeia produtiva do setor audiovisual articulado com a promoção de Minas Gerais como destino turístico entra em cena com dois editais criados em parceria com a Empresa Mineira de Comunicação (EMC). “Produção de obra audiovisual de curta-metragem dos gêneros documentário e ficção” terá até 17 premiações, somando R$ 1.005.720,00, distribuídas em dois módulos: no Módulo 1, “Sabores de Minas”, serão contempladas produções documentais sobre a diversidade da Cozinha Mineira. Os projetos selecionados farão parte do conteúdo seriado denominado Sabores de Minas, que será exibido em plataforma de streaming. Já o Módulo 2, Amor em Minas, vai premiar obras de ficção que relatem histórias afetivas filmadas em cidades de Minas Gerais, usando seus cenários como pano de fundo para as variações das narrativas. Os projetos contemplados farão parte do conteúdo seriado Amor em Minas, também utilizado em plataforma de streaming. As inscrições podem ser feitas até 11/7.

Já o edital “Produção de obra de audiovisual de curta-metragem do gênero animação” soma R$ 480.000,00 em 12 prêmios, com inscrições também abertas até 11/7. A iniciativa vai contemplar obras que tenham como inspiração as narrativas e os “causos” mineiros, em projetos que abordem a diversidade de histórias escritas ou orais, em forma de contos e lendas, que constituem a identidade e a formação histórica da cultura narrativa popular mineira.

Celebrações e cozinha mineira

A singular e diversa tradição culinária de Minas Gerais é objeto do Edital “Cozinha Mineira”, que contempla projetos culturais de concursos, mostras, festas, feiras e festivais no campo das culturas alimentares e da gastronomia mineiras. O objetivo é apoiar, promover, valorizar e difundir as diversas manifestações e expressões da cultura alimentar e da gastronomia em Minas Gerais por meio do fomento a eventos deste segmento. 

No valor total de R$ 1,5 milhão, ele irá atender até 30 projetos. O período de inscrição vai até 11/7.

Projetos culturais como concursos, mostras, feiras, mercados de cultura e/ou festas populares, incluindo as quadrilhas mineiras e manifestações carnavalescas, serão contemplados no Edital “Festas Populares”. Serão disponibilizados R$ 2 milhões em premiações e as inscrições seguem abertas até 15/7. Um detalhe importante quanto ao escopo do edital: ele irá englobar projetos e atividades acima mencionados, exceto aqueles do campo das culturas alimentares e da gastronomia, que já estão contemplados especialmente no Edital “Cozinha Mineira”.

Além destes editais temáticos, está com inscrições abertas desde 26/5 o edital “Desperta Cultura”, direcionado à formação e qualificação dos profissionais da Cultura. Ele vai disponibilizar R$ 2.490.000,00 para ações de pesquisa e documentação, seminários, cursos, oficinas e workshops. As inscrições podem ser feitas até 2/7, e serão distribuídas até 385 bolsas/prêmios.

Fiquem atentos/as!

O cadastro e as inscrições em todos os editais podem ser feitos na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura, neste link.

Todos os editais, documentos e anexos relacionados estão disponíveis para consulta AQUI.

Irmãos Macedo abrem a temporada com sucessos da banda Armadinho, Dodô e Osmar neste sábado (17)

 

16 7 2021 miniredeminas

O carnaval está longe, mas o embalo da música brasileira e, principalmente baiana, está garantido na Rede Minas, até agosto. O programa Hypershow traz série de apresentações em uma parceria com a TVE Bahia. Neste sábado (17), quem chega à telinha são os Irmãos Macedo em um show realizado em Salvador. Os quatro filhos de Osmar, inventor do trio elétrico e da guitarra baiana junto a Dodô, carregam no sangue o gingado da Bahia e ainda os sucessos que marcaram a lendária banda "Armandinho, Dodô e Osmar”.

Formado em 1974 pelos irmãos Armandinho, Aroldo, Betinho e André, o grupo já gravou mais de 15 discos.  O show realizado no baile carnavalesco "Bahia Real Masqué", no Palácio da Aclamação, embalou o público soteropolitano. No repertório, sucessos como “Crença e Fé”, “Baianidade Nagô”, “Atrás do Trio Elétrico” e “Zanzibar”. A apresentação contou com a participação da cantora Márcia Short.

Sob o comando do jornalista Luiz Flávio Lima, o Hypershow com os Irmãos Macedo vai ao ar na Rede Minas, neste sábado (17), às 17h. A atração também pode ser conferida, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

Serviço:
Hypershow – série de shows especiais em parceria com a TVE Bahia
Pela Rede Minas ou site da emissora: redeminas.tv
-17/07 -  “Show irmãos Macedo”
- 24/07 -  “Banda Francisco El Hombre”
- 31/07 - “Muzenza, Chico César e Saulo”
- 07/08 - “Lazzo Matumbi e Virginia Rodrigues”
- 14/08 - “Attooxxá e Rincon Sapiência”

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

ACESSE AS REDES SOCIAIS:
www.redeminas.tv
facebook.com/redeminastv
instagram.com/redeminastv
twitter.com/redeminas
youtube.com/redeminas

Imagem: Divulgação /TVE Bahia

Encontro virtual é mensal e faz parte de cronograma de trabalho do coletivo

LAGO DE FURNAS 2 Foto Gláucia Oliveira apenas Setur

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) mediou, nesta quarta-feira (16/6), mais um encontro virtual para discussões do Grupo de Trabalho em Prol dos Lagos de Furnas e Peixoto. A reunião aconteceu por videoconferência e cumpre o cronograma de ser realizada mensalmente desde dezembro de 2020. 

Entre os temas abordados na reunião estavam as mais importantes reivindicações do grupo relativas às cotas mínimas de abastecimento dos Lagos de Furnas e Peixoto em função, principalmente, da Resolução Nº 80/2021 da Agência Nacional das Águas (ANA). Publicada nesta terça-feira (15/6), a resolução define condições de operação temporárias para os reservatórios dos aproveitamentos hidrelétricos de Furnas e Peixoto, no rio Grande, em Minas Gerais, com cotas abaixo do que estabelece a Emenda Constitucional 106, que determina o tombamento dos Lagos de Furnas e Peixoto.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, realizou a abertura da reunião e falou sobre a importância do esforço conjunto em prol desta causa que é importante não só para a região, mas para todo o povo mineiro. “Estamos há seis meses nesse coletivo porque é uma luta de todos preservar o uso múltiplo das águas dos Lagos de Furnas e Peixoto, que possibilitam o desenvolvimento não só do turismo, que por si só já é uma alavanca para a economia do estado, mas também da agricultura e, acima de tudo, o desenvolvimento humano. Sabemos o quão importante são as cotas mínimas de abastecimento para o crescimento socioeconômico da região e assumi com o governador Romeu Zema o compromisso de lutar por isso. Podem contar com o Governo de Minas para o que precisarem, essa causa tem que ser apartidária porque é nossa, de nós mineiros, e precisamos de todos os atores políticos, sociais e governamentais para avançarmos”, ressaltou Oliveira.

Tratativas

Uma parte da reunião foi sobre as tratativas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) e do governador Romeu Zema junto à Agência Nacional das Águas. De acordo com a superintendente regional de Meio Ambiente da Semad no Sul de Minas, Ludmila Alves de Brito, além da participação da pasta nas reuniões promovidas pela ANA para discussão da escassez hídrica do Rio Paraná, foi encaminhado um ofício à Agência com a solicitação para considerar, em quaisquer decisões, a manutenção das cotas determinadas pela Emenda Constitucional 106, que possibilita o uso múltiplo do reservatório em paralelo à geração de energia. 

Ludmila informou, em referência ao licenciamento ambiental exigido para a operação da usina hidrelétrica de Furnas, que “a SEMAD encaminhou à Furnas Centrais Elétricas (FURNAS) notificação para apresentação de esclarecimentos sobre a apresentação do estudo no prazo estipulado, com informações sobre os riscos de autuação e suspensão das atividades caso este não seja cumprido”.

 O representante de FURNAS, Marcelo Roberto Rocha, esteve presente na reunião virtual para receber os pleitos e demandas.

A reunião, que contou com a participação de 46 pessoas, foi finalizada com a apresentação do professor da Universidade Federal de Alfenas, Eduardo Costa de Figueiredo, sobre a “Implementação do Laboratório de Análises de Contaminantes Emergentes para Monitoramento das Bacias das Usinas Hidrolelétricas de Furnas e Peixoto” e seus benefícios para a sociedade, para o turismo e para a agricultura.

Composição do GT em Prol dos Lagos de Furnas e Peixoto

O Grupo de Trabalho (GT) foi criado a partir da Resolução Conjunta Nº 18 entre as Secretarias de Estado de Cultura e Turismo (Secult), de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), de Desenvolvimento Econômico (SEDE), e o Instituo Mineiro de Gestão das Águas (IGAM). O GT destina-se a promover estudos referentes à manutenção, preservação e promoção do Lago de Furnas e do uso múltiplo de suas águas, para a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico e turístico de Minas Gerais.

O coletivo propõe a participação de representante de cada um dos seguintes órgãos do poder público: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult); Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad); Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico (Sede); Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam); Secretaria de Estado de Governo (Segov); Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG); Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG); Marinha do Brasil; Ministério do Turismo; Furnas Centrais Elétricas; Ministério do Desenvolvimento Regional; Ministério de Minas e Energia; e Universidade Federal de Alfenas (UFAL).

Da sociedade civil, o GT sugere que participem um representante de cada uma das seguintes entidades: Instâncias de Governança Regionais Lago de Furnas, Grutas e Mar de Minas, Nascentes das Gerais e Canastra, Montanhas Cafeeiras, Vale Verde e Quedas D’água e Caminhos das Gerais; Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago); Movimento Pró Furnas 762; Movimento Pró Peixoto 663 e Grupo Todos por Furnas.

O GT é coordenado por um representante da Secult e, em caso de sua ausência, pelo representante da Semad. O coordenador poderá convidar representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas, quando necessário, para subsidiar tecnicamente os trabalhos do grupo.

 

Foto: Lago de Furnas (Glaucia Oliveira/Acervo Secult)

Após um ano e quatro meses, cinema volta a funcionar com sessões de terça-feira a domingo; lotação máxima do espaço é reduzida para 30 lugares

A partir do dia 16 de julho de 2021 (sexta-feira), a Fundação Clóvis Salgado reabre as portas do Cine Humberto Mauro para o público mineiro, após um ano e quatro meses sem realizar eventos presenciais. Interrompida em março de 2020 em razão da pandemia, as sessões serão retomadas com a Mostra Joan Crawford, que homenageia esta grande artista da história do Cinema Mundial. Todos os eventos do Cine Humberto Mauro possuem entrada gratuita, e os ingressos serão distribuídos durante o horário de funcionamento da bilheteria, no dia de cada sessão, com lotação máxima do cinema de 30 lugares (25% da ocupação), garantindo o distanciamento do público. A mostra permanece em cartaz até o dia 5 de agosto de 2021 (quinta-feira), e terá duas sessões diárias, às 15h e 18h.

Do cinema mudo à televisão, Joan Crawford construiu uma carreira se adaptando aos mais diversos formatos e movimentos da indústria audiovisual, tornando-se uma personalidade marcante durante mais de 50 anos de carreira. A mostra exibe 17 filmes de sua trajetória, desde os primórdios da carreira como dançarina até performances que lhe renderam o Oscar. De personalidade e temperamento fortes, Crawford possui uma carreira polêmica, extremamente produtiva e impactante para o mundo do entretenimento. Além de acompanhar a evolução da carreira da atriz, a mostra também é uma oportunidade para o público conferir obras de diferentes diretores consagrados, como Nicholas Ray, Michael Curtiz, Dorothy Arzner, George Cukor, Otto Preminger e Robert Aldrich.

Conhecida como uma das maiores atrizes do seu tempo, Crawford consagrou uma carreira de peso e marcou a história do cinema. Segundo Vitor Miranda, a capacidade de Crawford de reinvenção ao longo do século foi um grande marco em sua carreira. “Joan buscou uma posição em Hollywood de forma mais autônoma possível. Ela personifica a força de vontade feminina de uma forma intensa e representa muito bem a capacidade de adaptação e trabalho duro de uma artista ao longo de cinco décadas”, ressalta Miranda.

Mil faces de uma carreira
A mostra perpassa as diferentes fases do legado da atriz, iniciado com exibições da década de 1920, na qual Crawford interpretava dançarinas ao estilo flapper, termo popularmente conhecido no Brasil como “melindrosa”, referindo-se ao estilo de vida de mulheres jovens que desafiavam as normas limitadoras ao feminino. Deste período, a mostra exibe o longa O Monstro do Circo (1927). “Iniciando a carreira como dançarina, Crawford assina contrato com a Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) em 1925, ano que passa a assumir o mesmo papel em filmes mudos. A transição da atriz para o cinema falado, a partir de 1928, foi muito bem-sucedida”, conta Miranda.

Nessa época, Crawford, que sempre teve como princípio escolher papéis que tivessem identificação com o público, começa a interpretar mulheres trabalhadoras e pobres que buscam a ascensão social, e, após reviravoltas na narrativa, tem a vida modificada encontrando o glamour e a riqueza. “Temáticas com essa natureza se tornaram sucesso de público durante o período de Grande Depressão, época em que o cinema norte-americano foi de grande valia para um momento de escapismo da pobreza que assolava o país. Interpretando essas mulheres, que ecoavam a própria vida da atriz que começou a trabalhar aos 9 anos, Crawford se tornou uma das estrelas mais bem pagas e populares dos EUA”, explica Miranda. Dos sucessos dessa época que representam esse papel, se destaca Possuída (1931), longa contracenado com o ator Clark Gable. A programação segue com Grande Hotel (1932), Amor de Dançarina (1933), Felicidade de Mentira (1937), e As Mulheres (1939).

Ao final da década de 1930, o arquétipo que a rendeu sucesso passou por um momento de declínio e estagnação, culpa em grande parte da própria MGM, que dedicava suas campanhas de publicidade a novas estrelas como Judy Garland e Lana Turner. Mesmo assim, obteve destaque nos longas Um Rosto de Mulher (1941) e Uma Aventura em Paris (1942), últimas produções da atriz com a MGM – após 18 anos de parceria, o contrato foi rompido mutuamente. O grande retorno estratégico de Crawford, já em contrato com a Warner Bros. (WB), foi em Alma e Suplício (1945), longa que a rendeu o Oscar de melhor atriz. Apesar de outras duas indicações – como em Precipícios d’Alma (1952), que também fazem parte da mostra – essa foi a única premiação do gênero na qual Crawford foi vencedora.

Este retorno demonstrou um reconhecimento da capacidade profissional da atriz de se reinventar e determinou a nova fase de sua carreira a partir do final dos anos 40: interpretando personagens nobres e maduras em melodramas noirs que exploram desejo e possessão. Se destacam suas interpretações em Acordes do Coração (1946) e Êxtase de Amor (1947). Nesse ponto de Hollywood, poucos atores e atrizes haviam sobrevivido à transição do cinema mudo para o falado no final dos anos 1920. A relevância de Crawford ainda se manteve nos anos 50, em papéis importantes como Os Desgraçados não Choram (1950), Folhas Mortas (1956) e o cultuado Johnny Guitar (1954), dirigido por Nicholas Ray.

Na década seguinte, o maior destaque da atriz fica com O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962), longa no qual Crawford divide cena com a rival Bette Davis. O filme foi responsável por mais um retorno bem-sucedido das duas grandes atrizes e foi um marco para o cinema thriller e de horror, gerando diversas cópias posteriores. O grande sucesso se limitou à sua época e não rendeu papeis de sucesso à Crawford. O restante de sua carreira contemplou filmes B de suspense e episódios de programa de TV.

Complementam a programação da Mostra Joan Crawford exibições da tradicional série História Permanente do Cinema, e sessões da Itinerância do 22º FestCurtasBH, que reúne uma seleção de curtas-metragens que se destacaram na última edição do evento. As atividades on-line (sessões, palestras e debates) seguem disponíveis na plataforma exclusiva CineHumbertoMauroMAIS.com.

Reabertura em segurança

A Fundação Clóvis Salgado estabeleceu uma série de normas para a volta das atividades do Palácio das Artes de forma segura. Para evitar aglomerações, o cinema conta com sinalização nas áreas externas e internas.  Também as cadeiras dos espaços possuem lacre, indicando os assentos permitidos para manter o distanciamento entre as pessoas. O uso de máscaras – tanto para visitantes quanto funcionários – é obrigatório.

Todos os ambientes do Palácio das Artes serão higienizados diariamente antes da abertura ao público. Também são disponibilizados tapetes para a limpeza de calçados, assim como álcool em gel 70% para desinfecção das mãos. Para garantir maior segurança dos visitantes, a entrada de sacolas, mochilas e afins não é permitida, para diminuir a contaminação dos espaços.

Os frequentadores também deverão seguir recomendações como evitar aglomerar e conversar, manusear telefone celular, ou tocar no rosto durante a permanência no interior do centro cultural; cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair do espaço; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar o teatro caso apresente qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

O Governo de Minas Gerais e a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, apresentam a “Mostra Joan Crawford” . A mostra tem a correalização da APPA – Arte e Cultura, patrocínio master da Cemig, viabilizado pelas Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura, da AngloGold Ashanti e Unimed-BH / Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e patrocínio ouro da Codemge – Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais.

 

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A programação da Semana Guignard deste ano será inteiramente on-line e contará com lives e uma exposição virtual. De 18 a 24 de junho, o evento será dedicado a discutir e promover a obra e o universo artístico do mestre modernista Alberto da Veiga Guignard.

Na sexta-feira (18/6), às 17h, acontece a live de abertura da 11ª Semana Guignard. O evento contará com a participação do Prefeito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo; do diretor de Museus e superintendente interino de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), Alexandre Milagres; do fotógrafo Lucas Godoy, do coletivo Fotógrafos em Ouro Preto; e de Wanalyse Emery, coordenadora do Museu Casa Guignard, que integra os equipamentos culturais da Secult.

Ainda no dia 18/6 será lançada a exposição virtual Guignard, Paisagem Memória. A exposição tem como enfoque temático a paisagem ouropretana em sua relação temporal. Guignard conheceu Ouro Preto no início da década de 1940, vivendo na região durante seu último ano de vida. O artista criou uma relação de afetividade com a cidade por ele chamada de “amor-inspiração”, fazendo inúmeras representações pictóricas do local, seja em caráter documental, seja através da condição “imaginante”. Em suas representações, Guignard mediou relações visuais com a cidade, marcando o imaginário coletivo sobre as formas de interpretação da paisagem. Partindo desta condição, a proposta expositiva foi concebida: o olhar ‘guignardiano’, relacionado à memória, tornou-se base para a construção de uma releitura temporal por meio da fotografia.

Para concretizar o projeto expositivo, o Museu Casa Guignard elencou sete paisagens guignardianas da cidade de Ouro Preto para serem reinterpretadas por fotógrafos da região, mais especificamente pelo coletivo Fotógrafos em Ouro Preto, em meio ao contexto relacional passado-presente. Os registros fotográficos têm como base o olhar de Guignard sobre a paisagem, em uma ressignificação em torno da mesma. A ideia basilar está na representação das novas dinâmicas urbanas, evidenciando o conjunto de heranças de uma cidade fixada no tempo, via pintura, em uma redescoberta do espaço no presente, em suas intervenções naturais e sociais, via fotografia. A representação de um devir de mudanças, que estão intrinsecamente relacionadas ao tempo, em uma contraposição entre um passado recuperado e um presente reimaginado.

Trajetória de Guignard recontada

No dia 22/6 será realizada uma live com Marcelo Bortoloti, mediada por Wanalyse Emery, coordenadora do Museu Casa Guignard. Marcelo Bortoloti é pesquisador da vida e obra de Guignard e lançará o livro Guignard, Anjo Mutilado pela editora Companhia das Letras. Formado em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Marcelo

Bortoloti é mestre em Artes pela Universidade Federal Fluminense; doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; e pós-doutorando no Museu de Arte

Contemporânea da Universidade de São Paulo.

Guignard, Anjo Mutilado é uma biografia sobre Alberto da Veiga Guignard, com destaque para sua obra, considerada um dos pontos altos do modernismo brasileiro, e sua trajetória, marcada pela instabilidade e solidão. Portador de uma deformidade no rosto que afetou suas relações sociais desde a mais tenra idade, o "anjo mutilado" – como o chamou o poeta Manuel Bandeira – recebeu essa alcunha por sofrer de caso severo de lábio leporino, deficiência que afetava sobretudo sua fala. Era, então, com sua arte que Guignard comunicava o que seria incapaz de elaborar num discurso.

Para finalizar a 11ª Semana Guignard será realizada, em 24/6, a live musical com a banda Forró de Bolso. Criada em 2016, por estudantes de música da UFOP, a banda percorre a região com shows de muita energia e qualidade musical. Forró de Bolso tem estilo próprio e, em seu repertório, apresenta releituras de músicas tradicionais do forró e de compositores brasileiros. A maior influência para a banda são os gêneros brasileiros, além de reggae e jazz. Forró em Ouro Preto é o nome do primeiro EP autoral, lançado em 2021. O grupo é formado por: Addaê (voz e violão); Jerônimo Zaluar (guitarra); Frank Wilsen (bateria) e France Batista (contrabaixo). Conta, ainda, com a participação de instrumentistas convidados, sendo eles: Kastora dos Anjos (percussão) e Kerson Luc (zabumba).

A 11ª Semana Guignard é uma realização do Museu Casa Guignard com apoio da Diretoria de Museus, sendo viabilizada pelo Projeto Programação Cultural dos Museus Estaduais, com patrocínio da CEMIG.

Alberto da Veiga Guignard

Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo (RJ), em 1896, e faleceu em Belo Horizonte, em 1962. O artista estudou na Europa e, na década de 1930, atuou intensamente no Rio de Janeiro. Em 1944, convidado pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, criou a Escola Guignard, pertencente ao Governo do Estado.

Guignard foi responsável por mudar as perspectivas da criação artística em Minas Gerais. É considerado um dos maiores pintores e desenhistas brasileiros do século XX. Encantado pela paisagem das cidades históricas de Minas, especialmente Ouro Preto, mitificou o tema em uma série de pinturas e desenhos que o projetaram nacional e internacionalmente.

Museu Casa Guignard

Localizado em Ouro Preto, o Museu Casa Guignard é um espaço da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e foi inaugurado em 1987 com o intuito de reunir, conservar e exibir obras de Alberto da Veiga Guignard.

A edificação em que o Museu está instalado é datada do início do século XIX e compreende, em seu interior, um acervo formado por pinturas, desenhos, fotografias e documentos textuais relacionados à vida de Guignard. Merecem destaque no acervo o conjunto de retratos executados pelo artista e a coleção de Cartões de Guignard para Amalita, confeccionados entre os anos de 1932 e 1937.

O Museu desenvolve um programa de ações educativas inspirado nas lições e experiências de Guignard como professor. Uma dessas ações é o projeto Passos de Guignard, que demarca e explora os locais da cidade onde o artista produziu grande parte de suas obras.

Programação da Semana Guignard

LIVE DE ABERTURA

Data: 18 de junho de 2021, sexta-feira

Local: Canal do Youtube da Secult

Youtube: https://www.youtube.com/user/culturaemminas

Horário: 17h


LANÇAMENTO DA EXPOSIÇÃO VIRTUAL GUIGNARD, PAISAGEM MEMÓRIA

Data: 18 de junho de 2021, sexta-feira

Local: https://www.paisagemmemoria.com/


LIVE COM MARCELO BORTOLOTI

Data: 22 de junho de 2021, terça-feira

Local: Instagram do Museu Casa Guignard

Instagram: https://www.instagram.com/museucasaguignard/?hl=pt-br

Horário: 19h

LIVE MUSICAL COM BANDA FORRÓ DE BOLSO

Data: 24 de junho de 2021, quinta-feira

Local: Canal do Youtube do Museu Casa Guignard

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCNcvvh91mSQtgEsq9qQK-Ew

Horário: 19h

 

SERVIÇO:

Museu Casa Guignard

Rua Conde de Bobadela (Rua Direita), 110 – Ouro Preto

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Facebook: https://www.facebook.com/museucasaguignard.mg/

Instagram: https://www.instagram.com/museucasaguignard/?hl=pt-br

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCNcvvh91mSQtgEsq9qQK-Ew

Proposta pretende reunir atrativos turísticos e culturais ao longo do trecho da BR-040 que passa pelos estados

Via Liberdade Foto Divulgação Secult

 

Uma nova rota turística e cultural que irá interligar as belezas, as histórias, a cultura e a arte de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. Essa é a proposta do “Via Liberdade”, projeto que vai buscar aproveitar os vários simbolismos contidos no percurso da BR-040 por meio de ações e programas estratégicos.

A primeira reunião de alinhamento do projeto foi promovida pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, nesta quarta-feira (14/7), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, com a participação de gestores de Turismo dos estados do Rio de Janeiro e Goiás e do Distrito Federal.

Na ocasião, estavam presentes o vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant; o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira; a subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa; a secretária de Turismo do Distrito Federal, Vanessa Mendonça; o secretário de Turismo do Rio de Janeiro, Deputado Tutuca; a secretária de Cultura do Rio de Janeiro, Danielle Barros e, representando o presidente da Agência Estadual de Turismo de Goiás, o chefe de Gabinete da Goiás Turismo, Fernando Magalhães Filho.

O vice-governador afirmou que o projeto tem em seu embrião uma grande força histórica, uma vez que o percurso a ser compreendido por ele abriga diversos patrimônios históricos estaduais, federais e da Humanidade. “O nome Liberdade remete ao que o trajeto representa, por si só, além de representar o desejo mais pulsante em tempos de pandemia. O projeto, pautado no conceito de que o turismo aproxima as pessoas e, ao mesmo tempo, liberta, terá o poder de unir grandes potências culturais dos estados e do Distrito Federal e promover o desenvolvimento social e econômico das regiões que abrange”, afirmou Paulo Brant.

A extensão total do “Via Liberdade” deverá compreender 1.179 quilômetros da rodovia BR-040, entre patrimônios da humanidade, paisagens entre montanhas e mar, cidades imperiais, natureza exuberante, horizontes, capitais, metrópoles, comidas típicas, tradições, sertão, arte e contemporaneidade. A proposta está em construção e detalhes vêm sendo desenhados, como, por exemplo, os municípios que irão compor o trajeto.

Para o secretário Leônidas Oliveira, o elo rodoviário entre os três estados e o DF coincide com oportunidades turísticas e culturais capazes de sintetizar a identidade e a alma do brasileiro, além de ser por ele que se forjou um dos conceitos mais urgentes da contemporaneidade: a liberdade. “As oportunidades em torno da Via Liberdade sinalizam caminhos promissores, sobretudo, para o turismo de experiência. Há inúmeros cartões postais, paisagens históricas, atrativos, espaços culturais e museus que, na sinergia proposta pela nova rota turística, deverão ter programações potencializadas pelas políticas voltadas para a promoção do turismo, da cultura e da economia criativa. A nova rota vai inaugurar um novo tempo como a síntese de um Brasil original”, ressaltou Oliveira.

As entidades vinculadas à Secult e que compõem o Sistema Estadual de Cultura também terão papel importante no Via Liberdade. Entre as ações propostas, estão a realização de encontros promovidos pela Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) direcionados a pesquisadores, artistas e especialistas com temas relacionados aos marcos da história do Brasil; a celebração do bicentenário da Independência do Brasil, a promoção de destinos estratégicos do projeto; programação especial da Fundação Clóvis Salgado e seminários sobre patrimônio e turismo, que terão participação do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG).

Além disso, o projeto prevê atividades de marketing de destino como apoio à comercialização dos territórios envolvidos junto a agências e operadoras; a utilização de portais do turismo e redes sociais dos estados envolvidos para potencializar o turismo virtual; participação em feiras e eventos nacionais e internacionais e parcerias estratégicas com setor público, privado e entidades representativas do turismo, como Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur-MG), Instituto Estrada Real, Cemig e Copasa.

Apoio

As propostas do projeto Via Liberdade foram muito bem recebidas pelos representantes de Turismo dos estados convidados. “Acreditamos que essa é uma porta de entrada para que todos conheçam um pouco da nossa rica história. Nunca foi tão importante se pensar e falar em liberdade, e pensar nisso como um roteiro que dá possibilidade para as pessoas vivenciarem tudo o que temos de herança é grandioso”, afirmou o secretário de Turismo do Rio de Janeiro, Gustavo Reis Ferreira.

O representante e chefe de gabinete da Goiás Turismo, Fernando Magalhães Filho, afirmou que “é um projeto sensacional. Como profissional e turismólogo acredito muito no trabalho em conjunto para fortalecer a nossa história e o turismo nos nossos estados e no Brasil, principalmente em um momento em que as pessoas anseiam tanto por liberdade”.

A secretária de Turismo do Distrito Federal, Vanessa Mendonça, afirma que o resgate da histórica, da cultura e da arte proposto pelo Via Liberdade é mais que necessário. “O turismo tem a capacidade de recontar histórias e ressignificá-las de maneiras diferentes para quem as escuta. Unir os três estados em prol da liberdade, dos patrimônios, da cultura e dos atrativos turísticos é transformar vidas, principalmente por meio do turismo de experiência”.

Percurso ultrapassa mil quilômetros e projeto é baseado em três pilares: conservação, geração de emprego e renda e recreação de qualidade

A implantação do projeto “Trilha Transmantiqueira”, suas potencialidades turísticas  e desafios foram discutidos em mais um webinário promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). O encontro “Trilhas de Longo Curso Transmantiqueira – Pegadas que Conectam” é resultado de uma parceria com a Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso (Rede Trilhas) e foi transmitido ao vivo pelo canal da pasta no Youtube nesta terça-feira (15/6).

A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, abriu o evento e falou sobre a importância do trabalho em conjunto para executar este projeto, que está alinhado ao Reviva Turismo e às novas tendências de viagem para o período de pós-pandemia.

“Dentro do programa Reviva Turismo, além de priorizar a biossegurança, a estruturação de destinos, a capacitação e a promoção e marketing do destino Minas Gerais, vamos trabalhar a segmentação turística de forma a desenvolver as potencialidades que se conectam ao turismo pós-pandemia. Nesta iniciativa grandiosa está o Trilhas de Longo Curso Transmantiqueira. Além de envolver cinco Instâncias de Governança Regionais certificadas pela Secult e 40 municípios mineiros, o projeto apresenta múltiplas possibilidades de trabalhar o turismo de aventura, o ecoturismo e o turismo de experiências, além de promover o desenvolvimento socioeconômico da região envolvida por meio da cozinha mineira, hotelaria e outros serviços de hospedagem, comércio local e outros fatores geradores de emprego e renda. É muito importante que o trabalho para colocá-lo em prática seja coletivo, e reforçamos que a Secult está à disposição para reforçar este time”, destacou Milena.

Com mediação do diretor de Qualificação e Capacitação da Superintendência de Políticas do Turismo da Secult, Márcio Ribeiro, o webinário contou com a participação do vice-presidente da Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur), Felipe Condé; do presidente e do diretor de Comunicação da Rede Trilhas, Hugo de Castro e Pedro Menezes, respectivamente; da professora e coordenadora do departamento de Turismo da Universidade Federal de Juiz de Fora, Luciana Bittencourt Vilela; e da coordenadora do Caminho de Cora Coralina, em Goiás, Alexandrina Alves.

Referências

Durante o evento foram mostradas referências nacionais e internacionais de Trilhas de Longo Curso, além da apresentação sobre o projeto “Transmantiqueira”, suas fases de implementação e os três pilares de desenvolvimento: conservação, recreação de qualidade e geração de emprego e renda.

“Como a trilha passa em regiões muito ermas, possivelmente as mais carentes, formadas em sua grande maioria por comunidades tradicionais que vivem da subsistência, a Trilha Transmantiqueira poderá trazer uma alternativa de renda para essas famílias, favorecendo a sua qualidade de vida. Nas áreas mais turísticas e desenvolvidas a trilha poderá ser uma catalisadora de emprego e aumento de renda, principalmente nos serviços de apoio ao turista, como hospedagem, alimentação e para reabastecimento. Já sobre conservação, o objetivo é criar corredores ecológicos, promover a manutenção e o reflorestamento, melhorando a qualidade ambiental de toda a região. A recreação de qualidade envolve o ordenamento do fluxo de visitação, ordenamento de locais de acampamento, diluição de sobrecarga e sinalização adequada, com indução aos trechos com maior beleza e segurança, minimização dos impactos e proteção da fauna e flora, além de proteger vidas”, comentou o presidente da RBT, Hugo de Castro.

Um dos exemplos nacionais discutidos no encontro on-line foi o Caminho de Cora Coralina, um trajeto de 300 quilômetros que compreende oito municípios de Goiás e pode ser percorrido a pé, de bicicleta ou a cavalo. “Implantar o Caminho de Cora Coralina como um produto turístico possibilitou um grande reconhecimento e valorização da nossa cultura, da nossa gastronomia e do nosso território, além de fomentar o desenvolvimento socioeconômico de toda a região. Tenho certeza de que não será diferente com a Trilha Transmantiqueira, que envolve mais de 40 municípios. Estamos à disposição da Secult e de todos os parceiros envolvidos para contribuir no que for preciso para esse projeto ser bem sucedido”, ressaltou Alexandrina Alves, coordenadora do Caminho de Cora Coralina.

Trilha Transmantiqueira

A Trilha Transmantiqueira (TMTQ) é uma trilha de longo curso (TLC) integrante da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso (Rede Trilhas), que tem o intuito de conectar o Brasil de Norte a Sul através de trilhas caminháveis. A TMTQ é um importante pilar desse projeto porque corta a Serra da Mantiqueira de oeste a leste, tem percurso planejado para chegar a mais de 1.100 quilômetros de extensão e cruza mais de 40 municípios de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, promovendo a integração de mais de 30 Unidades de Conservação (UCs). A TMTQ privilegia a passagem por trilhas já consolidadas e contempla importantes atrativos naturais da região que oferecem ao viajante a oportunidade de viver os caminhos e montanhas da Mantiqueira de forma estruturada.

A Secult é parceira na implementação do projeto Trilha Transmantiqueira junto com instituições como Fecitur e UFJF, que também participaram deste encontro.

O webinário contou com mais de 200 visualizações e pode ser assistido, na íntegra, AQUI.

 Foto: Projeto Trilha Transmantiqueira

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Interessados podem inscrever projetos até 25/7 na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura da Secult

As inscrições para o edital Festas Populares foram prorrogadas até o dia 25 de julho.

Interessados em participar dos editais podem fazer o cadastro e se inscrever na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). O edital, os documentos e anexos relacionados estão disponíveis para consulta neste link.

Com recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC), o edital oferece R$ 2 milhões em premiações. Serão contemplados projetos culturais como concursos, mostras, feiras, mercados de cultura e/ou festas populares, incluindo as quadrilhas mineiras e manifestações carnavalescas, exceto aqueles do campo das culturas alimentares e da gastronomia, que já estão contemplados especialmente no Edital “Cozinha Mineira”.

Confira a publicação no Diário Oficial: 

Com o objetivo de esclarecer dúvidas dos interessados nos editais Desperta Cultura, Cozinha Mineira e Festas Populares, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) promoveu, nesta terça-feira (15/6), uma live com a presença do subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, o superintendente de Fomento, Economia Criativa e Gastronomia, Igor Arci, do diretor de Fomento Cultural, Luiz Gustavo Guimarães, e a diretora de Monitoramento e Prestação de Contas, Janaina Silva.

A live teve como foco apresentar as informações mais relevantes sobre os prazos e o cadastro na plataforma de fomento, datas para aprovações, preâmbulos dos editais e prazos das inscrições, além da importância do cumprimento da legislação e prestação de contas.

O diretor Luiz Guimarães apresentou os aspectos mais importantes sobre o cadastro de pessoa física e os erros mais frequentes no preenchimento e envio dos documentos. Durante a live, os participantes responderam perguntas dos proponentes recebidas previamente e também durante a transmissão.

Segundo o subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, o encontro virtual foi importante para esclarecer questões que vêm gerando dúvidas no que diz respeito ao cadastramento e inscrições. “Os editais atualmente abertos são muito importantes para os trabalhadores da cultura nesse momento difícil que o setor vive, trazendo esperança, contribuindo na geração de emprego e renda para a cadeia produtiva. A Secult tem priorizado ações que, além de valorizar a nossa diversidade cultural, apoiem o setor por meio do fomento. Esta live foi preparada especialmente para detalhar informações dos editais, ampliando o acesso e tornando o processo ainda mais democrático”, ressaltou.

Já o superintendente Igor Arci apontou a importância da legislação. “A Lei e o Decreto que regem o sistema de financiamento à cultura do Estado historicamente têm grande relevância no apoio à produção cultural em Minas, com a execução de projetos artístico-culturais. As exigências legais são fundamentais para dar transparência e garantir a isonomia no processo”.

O edital “Cozinha Mineira” vai contemplar projetos culturais de concursos, mostras, festas, feiras e festivais no campo das culturas alimentares e da gastronomia mineiras. No valor total de R$ 1,5 milhão, ele irá atender até 30 projetos. As inscrições estão abertas e vão até 11/7/2021.

Os projetos culturais como concursos, mostras, feiras, mercados de cultura e/ou festas populares, incluindo as quadrilhas mineiras e manifestações carnavalescas, serão contemplados no Edital “Festas Populares”. Serão disponibilizados R$ 2 milhões em premiações e as inscrições estarão abertas entre 16/6/2021 e 15/7/2021.

Já o Desperta Cultura está com inscrições abertas desde 26/5 e é direcionado à formação e qualificação dos profissionais da Cultura. Ele vai disponibilizar R$ 2.490.000 para ações de pesquisa e documentação, seminários, cursos, oficinas e workshops. As inscrições podem ser feitas até 25/6/2021, e serão distribuídas até 385 bolsas/prêmios.

A live, que já contou com mais de mil visualizações, pode ser assistida na íntegra no canal do youtube da Secult. As informações completas dos editais podem ser acessadas AQUI.  

Iniciativa digital da IGR Circuito Turístico Serras e Cachoeiras está sendo desenvolvida para fortalecer o turismo na região

Toda a diversidade turística e cultural do Circuito Serras e Cachoeiras na palma da mão dos usuários. É a partir dessa ideia que o aplicativo para smartphones “Partiu Circuito Serras e Cachoeiras” está sendo desenvolvido. A iniciativa foi apresentada ao Governador Romeu Zema nessa quarta-feira (14/7), durante evento em Argirita, município na Zona da Mata Mineira e que integra a Instância de Governança Regional (IGR) Circuito Turístico Serras e Cachoeiras. 

Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), apoia o projeto, que tem o objetivo de organizar o oferecimento de serviços em uma ferramenta virtual para turistas. O evento também contou com a presença do secretário Adjunto de Cultura e Turismo, Bernardo Silviano Brandão, do secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, do secretário de Saúde, Fábio Baccheretti, do prefeito de Argirita e do presidente da IGR Circuito Turístico Serras e Cachoeiras, Alex Andrade Anzolin.

Para o governador Romeu Zema, a iniciativa é uma grande vantagem durante o processo de retomada das atividades do setor. “Nós sempre priorizamos a criação de empregos e, talvez, não haja setor melhor para se gerar postos de trabalho do que o de Turismo, que é a considerado a indústria limpa. E Minas guarda motivos de sobra para termos, aqui, essa indústria muito bem desenvolvida”, destacou.

O governador pontuou, ainda, que a consolidação do aplicativo e a consequente adesão de municípios à plataforma servirá de estímulo à atividade do setor na região, além de potencializar as características mais marcantes da experiência turística em Minas Gerais.

“Estamos entre os dez destinos mais acolhedores do mundo. Somos um povo que sabe receber. Somos o estado que mais tem cidades históricas. Temos uma gastronomia que talvez seja a melhor do Brasil, e uma das melhores do mundo. Desenvolvimento é uma tarefa árdua, de décadas, e que exige disciplina constante”, disse Romeu Zema.

Turismo, Cultura e diversidade

Ainda em fase de desenvolvimento, o aplicativo “Partiu Serras e Cachoeiras” será uma ferramenta de promoção da IGR Circuito Serras e Cachoeiras. Atualmente, são 16 municípios associados à Instância de Governança Regional e cada uma das cidades reúne características distintas e diversas. Para o secretário adjunto de Cultura e Turismo, Bernardo Silviano Brandão, o apoio é fundamental para o constante desenvolvimento das potencialidades turísticas de Minas Gerais.

“Além de criar interação entre os próprios municípios e fazer com que todos os produtos turísticos estejam embalados no mesmo pacote, o projeto dá uma visibilidade maior para a região, que tem muitas belezas naturais. Isso fica evidente quando uma IGR cria ferramentas para divulgar o seu trabalho, para que turistas de dentro e fora do Brasil tenham acesso com facilidade”, ressaltou.

Os municípios da IGR Serras e Cachoeiras, além de outras cidades e circuitos do estado, já contam com uma ferramenta gratuita para a promoção turística: o Portal Minas Gerais. As informações são da Plataforma Integrada de Turismo, iniciativa da Secult que reúne dados atualizados constantemente pelos gestores municipais. 

O aplicativo da IGR trará ainda mais facilidade aos turistas, uma vez que ampliará a divulgação dos destinos e dos atrativos da região, promoverá maior integração desses locais e democratização da informação turística disponível, estimulando a fidelização dos visitantes.

No Circuito Serras e Cachoeiras, fazem parte da diversidade turística da região da Zona da Mata 33 destinos de diversos tipos, com cachoeiras, morros, picos e serras. Além de Argirita, a IGR é composta pelas cidades: Além Paraíba, Astolfo Dutra, Cataguases, Dona Euzébia, Itamarati de Minas, Guidoval, Laranjal, Leopoldina, Palma, Piraúba, Recreio, Rodeiro, Santo Antônio do Aventureiro, São Sebastião da Vargem Alegre e Volta Grande.

Estímulo, desenvolvimento e parcerias

O aplicativo está sendo elaborado por uma empresa contratada pela Instância de Governança. O lançamento da plataforma está atrelado à adesão dos municípios que compõem a IGR. De acordo com o prefeito de Argirita, Alex Andrade Anzolin, essa articulação entre as cidades será muito importante para que, tão logo o app esteja disponível para download, o turismo da região se fortaleça na mesma medida em que se desenvolve.

“Hoje temos 16 cidades com 16 pessoas que pensam diferente. A função do circuito é trazer essa organização e divulgar todos os municípios e seus potenciais. Para além de fortalecer nossas atividades, a adesão a esse aplicativo estimula que os profissionais que integram a rede de Turismo nas cidades se cadastrem no Cadastur, que é uma obrigatoriedade para pontuar no ICMS Turístico. O Turismo se torna mais forte quando é regional”, destaca o prefeito de Argirita.

O chefe do Executivo municipal também explica que, no contexto de pandemia, faz-se ainda mais importante contar com o apoio do Governo do Estado. "O Turismo foi o setor mais afetado na pandemia, mas também será a mola mestre na retomada”, observa. 

O aplicativo Partiu Circuito Serras e Cachoeiras será apresentado formalmente aos gestores municipais do Circuito Turístico Serras e Cachoeiras na próxima semana, durante evento que será promovido também em Argirita. Na reunião, agendada para terça-feira (20/7), estarão presentes representantes da Confederação Nacional de Municípios (CNM), da Associação Mineira de Municípios (AMM), bem como integrantes da IGR Serras e Cachoeiras.

Ao lado do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, e do prefeito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo, o embaixador britânico, Peter Wilson, e o cônsul Lucas Brown visitaram alguns pontos turísticos da cidade. O principal assunto tratado na agenda foi a adesão de Minas Gerais ao Race to Zero, programa internacional que tem como objetivo unir regiões do mundo para levar a zero as emissões líquidas de gases do efeito estufa até 2050.

Minas é o primeiro estado da América Latina e de todo o hemisfério Sul a aderir ao programa, enquanto Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a participar. Os desdobramentos e as oportunidades que surgem a partir dessa importante notícia são o tema das negociações que envolvem o município mineiro, o estado e a Embaixada Britânica, também pelo fato de que o próximo encontro do Race to Zero será realizado em terras inglesas. Várias parcerias no âmbito do turismo e da cultura foram discutidas.

Para o secretário Leônidas Oliveira, com a adesão, Minas pode ampliar o desenvolvimento socioeconômico por meio de negócios sustentáveis e criação de empregos verdes. “Ao aderir ao Race to Zero, nosso estado abre oportunidades para investimentos sustentáveis, inclusive em áreas relacionadas à cultura e ao turismo, como na infraestrutura dos destinos e na produção de alimentos relacionados à cozinha mineira”.

Segundo o cônsul Lucas Brown, “a visita do embaixador Peter Wilson demonstra, para a liderança da missão diplomática do Reino Unido, a importância de ter presença em vários estados do país. Em termos de cultura e história, Minas Gerais é um dos estados mais importantes do Brasil. Para realmente conhecer o país, é preciso entender sua história e a história de Minas Gerais é de suma importância para a formação da República. A visita a Ouro Preto foi um destaque, uma cidade onde a cultura e a história estão presentes em cada esquina. Acredito que Minas e o Reino Unido têm um grande futuro pela frente, afinal, temos uma história compartilhada que serve de base para uma relação promissora. Estou muito animado com as perspectivas”.

A adesão de Minas ao Race to Zero aconteceu na última quarta-feira, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, com assinatura do governador Romeu Zema. Ao participar do programa, Minas Gerais vai ao encontro de uma busca disseminada no mundo por iniciativas que preservem o meio ambiente e a saúde e avancem no bem-estar individual e coletivo.

Apoio aos arquivos públicos

Também participou da agenda em Ouro Preto a diretora do Arquivo Público Mineiro (APM), Luciane Andrade. Ela visitou o Arquivo da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e o Arquivo Municipal de Ouro Preto, para troca de informações e análise do estado de conservação e procedimentos de salvaguarda dos documentos presentes em cada instituição. A Secult, por meio do APM, a partir de agora, atuará mais próxima dessas instituições, oferecendo apoio técnico para otimizar a organização e acondicionamento de acervos.

Evento virtual foi transmitido pelo canal da pasta no Youtube

Mais um webinário de capacitação entra para a lista da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult): nesta terça-feira (13/7), a pasta realizou o treinamento “Como monitorar os dados do turismo: ferramentas do Observatório do Turismo de Minas Gerais", transmitido em tempo real pelo canal do Youtube.

Com mais uma live de qualificação, a Secult pretende divulgar a importância do monitoramento de dados do Turismo para, principalmente, avaliar os impactos diretos e indiretos que a atividade gera na economia e na sociedade. Para isso, foram apresentadas as diversas ferramentas e as publicações mais relevantes do Observatório do Turismo de Minas Gerais, como os relatórios “Panoramas e Tendências para o Turismo em Minas Gerais Pós Covid-19”, o Painel de Monitoramento de Retomada e o Anuário Estatístico do Turismo.

A abertura do webinário foi realizada pela subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa. “Os dados fornecidos pelo nosso Observatório do Turismo e por outras instâncias de pesquisas do setor possibilitam conhecer as características dos destinos, de forma a viabilizar a formulação de estratégias promocionais de marketing e a elaboração de políticas públicas assertivas. Além disso, o acompanhamento de índices do Turismo é fundamental para auxiliar o planejamento das ações, desenvolvimento do turismo nos territórios e na tomada de decisão de forma mais eficiente. É necessário lembrar que o Observatório do Turismo é uma ferramenta robusta, mas não funciona sozinha. Então pedimos a todos que se sensibilizem sobre o quão importante é trabalhar os dados de forma coletiva, para que tenhamos uma construção conjunta de um estado mais forte como destino turístico e capaz de promover o desenvolvimento econômico e social”, ressaltou Milena.

A capacitação foi conduzida pela equipe do Núcleo de Pesquisas e Estatísticas (NPE) da Secult, setor responsável pelo OTMG. “A ideia é que as pessoas se apropriem desses dados, e conheçam as ferramentas e publicações que o Observatório do Turismo disponibiliza. Os dados aplicados geram informação e conhecimento e a nossa missão é tornar esses dados acessíveis a todos”, pontuou a coordenadora do OTMG, Julia Boroni.

O conteúdo, na íntegra, já conta com mais de 200 visualizações e está disponível AQUI.

 

Observatório do Turismo de Minas Gerais

O Observatório do Turismo de Minas Gerais é uma instância de pesquisa regulamentada pela Lei nº 22.765, de 20/12/2017, e pelo Decreto nº 47.526, de 06/11/2018, que tem como objetivo o monitoramento em rede da atividade turística no estado, o incentivo à inovação, à inteligência de mercado e o fomento à pesquisa acadêmica em turismo. Sua coordenação fica a cargo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult).

Pelo Observatório já foram publicados diversos estudos, pesquisas, boletins e artigos acadêmicos e outros conteúdos. Além dos relatórios “Panoramas e Tendências para o Turismo em Minas Gerais pós Covid-19”, também está disponível a série de documentos orientadores boletins, material elaborado pela Secult também com o objetivo de contribuir para o enfrentamento da crise pela cadeia turística, levando em consideração os cenários antes, durante e após a pandemia.

Equipe da Rede Minas visita as cidades de Aimorés, Resplendor, Governador Valadares, Itanhomi e Coroaci para gravação de programas dentro das ações de interiorização

Gerais Minas Rede Minas Divulgação Mineiro não perde o trem e a Rede Minas segue à risca a expressão, embarcando no trem Vitória-Minas para registrar as maravilhas de municípios da região do Vale do Rio Doce. É a segunda etapa de gravações do Gerais+Minas, iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e da Empresa Mineira de Comunicação (EMC). O projeto contempla diversas ações de interiorização da programação da Rede Minas e da Rádio Inconfidência, buscando mostrar a variedade da cultura, culinária, história, arte e natureza em Minas Gerais. Nesta terça-feira (15), os repórteres Aline Frazão e Rivadávia Alves partem em uma viagem que vai até o dia 21/06 explorando as riquezas locais. O passeio, que começa sobre os trilhos, mostra cidades que oferecem diversos atrativos. As belezas de Aimorés, Resplendor, Governador Valadares, Itanhomi e Coroaci não escapam das lentes, que prometem revelar os encantos em programas da emissora que estreiam a partir de outubro. Saindo de Belo Horizonte o primeiro destino é Aimorés, na última estação da ferrovia antes do trem entrar nas terras capixabas. O desembarque ganha os holofotes, já que a equipe mostra a história do local para o programa “Estações”, que revela, em cada episódio, as estações de trem mineiras, inativas e em funcionamento. Na quarta (16), é a vez de Resplendor. A cidade também abriga a estação ferroviária que faz parte da Estrada de Ferro Vitória-Minas. Aline Frazão vai conversar com os antigos ferroviários e historiadores da região. A programação ainda conta com mais novidades, como o povo indígena Krenak, o passeio de chalana pelo lago e o Parque Estadual de Sete Salões, onde está a maior reserva de Mata Atlântica do estado, além de monumentos históricos. Governador Valadares é o destino da equipe na quinta (17). A estação de trem fundada em 1904 é um dos destaques. O professor de História da Univale Haruf Salmen, também autor de um livro sobre a ferrovia, conta curiosidades do local. A reportagem ainda vai mostrar prédios históricos e o famoso Pico do Ibituruna, que atraí visitantes de todo o Brasil. A jornada da Rede Minas ainda traz mais duas cidades como cenário do programa “Minas da Gente”. O programa tem como foco mostrar histórias interessantes de moradores, que são os protagonistas da atração. No sábado (19), a equipe da emissora chega a Itanhomi. A pequena cidade tem pouco mais de dez mil habitantes, mas muita gente para ‘causos’ fascinantes. Já no domingo (10), o destino é o distrito de Conceição de Tronqueiras, em Coroaci. O local guarda tradições como a marujada e apresentações folclóricas. Todas as cidades já vão estampar a programação da Rede Minas no “Minas são muitas”. A atração mostra, nos intervalos, os belos cenários dos municípios mineiros.

 

Gerais+Minas
Os trabalhos do Gerais+Minas começaram em maio, quando equipes de reportagens da emissora visitaram as cidades de Congonhas, Diamantina, Itapecerica, Ouro Preto, Poços de Caldas, Sabará, Sabinópolis e Santa Luzia. Além do “Estações”, “Minas da Gente” e “Minas são muitas”, a Rede Minas ainda prepara outros programas para mostrar na tela maravilhas do estado. Ainda este ano, também estreia o “Sabor & Afeto”. A cozinha mineira, um dos grandes atrativos turísticos do estado, é o foco da atração. Na série, que é ambientada ao lado do fogão e em volta da mesa, o público vai conhecer 26 saborosos destinos mineiros. A Rede Minas e a Rádio Inconfidência vão estar juntas no programa multiplataforma “Origem”. A atração apresenta o sabor de produtos do estado que ganharam destaque no mundo, como café, cachaça, doces e queijos. O Origem vai trazer do preparo das delícias à mesa posta e mostra a importância da cozinha mineira para a cultura, o turismo e a economia. Na programação das duas emissoras, ainda o “#Partiu”. Os apresentadores embarcam em uma aventura pelo estado para descobrir e explorar a cultura, o patrimônio, a história e a culinária.
Como sintonizar:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

13 7 2021 miniapmg

Mais uma importante entrega de documentos históricos apreendidos com apoio do Arquivo Público Mineiro (APM) e da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) foi feita hoje (13/7), na sede da instituição, em Belo Horizonte. As peças foram entregues com a presença da diretora do APM, Luciane Andrade Resende; da equipe técnica do Arquivo; do Coordenador das Promotorias de Proteção do Patrimônio Cultural, promotor Marcelo de Azevedo Maffra; além de técnicos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

A ação é um desdobramento da Operação Páginas Históricas, coordenada pelo MPMG, que tem contado com o auxílio do Arquivo Público Mineiro (APM) na identificação de documentos públicos que estejam sendo comercializados ilegalmente.

“A parceria com o MPMG é de extrema importância para a conscientização das próprias pessoas que comercializam esses documentos em sites de leilão irregulares. As obras são vendidas com lance mínimo e as pessoas adquirem, muitas vezes, sem saber que estão comprando documentos roubados e de grande valor para a história do Estado e do país. Acreditamos que, com este trabalho conjunto, os furtos também sejam inibidos e impedidos, garantindo a guarda desses documentos”, diz Luciane Andrade Resende.

A diretora do APM adiantou que, com outra parceria, dessa vez entre a Secult, por meio do APM, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o MPMG e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), está em desenvolvimento um aplicativo para identificar obras perdidas. O app vai conter fotos das obras furtadas ou desaparecidas e consolidar outras informações relacionadas, com o intuito de facilitar a identificação das peças, contribuindo para sua recuperação.

Documentos
Os documentos entregues hoje ao APM estavam sendo leiloados em São Paulo, em 30/4, quando foram apreendidos, e passarão por análise para que seja confirmada sua origem. Acredita-se que são referentes à Revolta da Fumaça, também conhecida como Sedição de Vila Rica, de 1833, e foram expedidos pela então Presidência da Província de Minas Gerais para a Vila de Lavras durante a revolta. Após comprovada a autenticidade por técnicos do APM, serão destinados à Câmara Municipal de Lavras. O APM terá a custódia até o retorno definitivo ao local de origem.

De acordo com Marcelo de Azevedo Maffra, o MPMG recebeu uma denúncia, em abril deste ano, de que documentos públicos estariam sendo vendidos em um site de leilão virtual. A partir daí foi feita uma apuração preliminar e constatado que três documentos que estavam sendo oferecidos no site datavam do período monárquico e, por isso, não poderiam ser comercializados. “Fizemos contatos com o leiloeiro, determinamos a suspensão do anúncio e a obtenção dos dados de quem detinha as peças. A partir daí fizemos um termo de ajustamento de conduta prevendo a imediata devolução deles ao APM para que fosse feita análise minuciosa e confirmação de origem e propriedade. O MPMG e o APM têm uma parceria que vem de longa data no trabalho de recuperação de documentos que estão desaparecidos tanto do acervo do próprio Arquivo como de acervos de outros órgãos públicos. Dentre as funções do Ministério Público está a proteção do patrimônio cultural, e esta parceria que firmamos tem resultado em bastante sucesso”, conta o promotor.

O APM auxilia na identificação da origem pública dos documentos recuperados, “analisando assinaturas, data de produção e despacho e outros sinais da tramitação”, conforme explica Dênis Soares, coordenador do Núcleo de Arquivos Permanentes do APM.

apm arquivos

Operação Páginas Históricas
Em 2019, centenas de documentos do Arquivo Público Mineiro (APM) que haviam sido  furtados e estavam sendo vendidos pela internet foram recuperados  durante a operação Páginas Históricas, realizada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) com o apoio dos Ministérios Públicos do Distrito Federal e Territórios, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul e das Polícias Civil e Militar. Foram cumpridos um mandado de prisão temporária e nove de busca e apreensão em Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Quatis (RJ), Pelotas e Campo Bom (RS). As investigações tiveram início em 2016. O MPMG apurou que os documentos furtados estavam sendo vendidos, pela internet, para pessoas de vários estados.

APM
O Arquivo Público Mineiro é um equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e é responsável por planejar e coordenar a gestão de documentos, executar o recolhimento, a organização e a preservação de documentos provenientes do Poder Executivo de Minas Gerais e dos arquivos privados de interesse público e social.

O Arquivo é a mais antiga instituição cultural de Minas Gerais. Foi criado em Ouro Preto, pela lei nº 126, de 11 de julho de 1895. O acervo do APM é constituído de documentos manuscritos, impressos, mapas, plantas, fotografias, gravuras, filmes, livros, folhetos e periódicos. São documentos de origem pública referentes à Administração Pública de Minas Gerais produzidos desde o século XVIII, período colonial brasileiro, até o século XXI, além de documentos de origem privada de interesse público e social.

 

Fotos: Vitor cruz/Secult

Hypershow mostra apresentações em evento que reuniu artistas mineiros e portugueses até julho. Especial começa nesta sexta (18), com Chico Lobo e Fernando Sodré

Fernando Sodré 4 divulgação Violas de Arame

O som de Minas Gerais se mistura com o da viola. Em 2018, os saberes, linguagens e expressões musicais desse instrumento foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial do estado. A técnica e arte que dão o tom aos artistas mineiros atraem o olhar do mundo. Mesmo durante a pandemia, não foi diferente. Em março, aconteceu o "III Encontro de Violas de Arame do Brasil” e Chico Lobo é quem foi o anfitrião. O instrumento de cordas criado em território lusitano caiu no gosto dos brasileiros e ganhou evento online. O encontro que reuniu artistas mineiros e portugueses chega agora ao público, pela TV. O programa Hypershow, da Rede Minas, exibe durante três sábados espetáculos com alguns dos artistas. Para abrir o especial, Chico Lobo e Fernando Sodré são atrações deste sábado (19). Chico Lobo tem cerca de 30 anos dedicados à viola caipira. De São João del-Rei, o violeiro alcançou sucesso em todo o país e conquistou palcos no mundo. Foram mais de 20 álbuns lançados de trabalhos autorais e parcerias, além dos DVDs “Viola Popular Brasileira” e “De Minas ao Alentejo”. Já o compositor e instrumentista Fernando Sodré é conhecido pela técnica e originalidade. Gravou quatro discos e dividiu o palco com artistas como Hamilton de Holanda, Toninho Horta, Jair Rodrigues, Juarez Moreira e Elza Soares. Com apresentação do jornalista Luiz Flávio Lima, o especial Hypershow com a “III Mostra Internacional de Violas de Arame do Brasil” estreia na Rede Minas neste sábado (19), às 17h, com os shows de Chico Lobo e Fernando Sodré. A atração também pode ser conferida, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv. Nas semanas seguintes, o especial continua com Rodrigo Delage, Wilson Diase e o português Roberto Moniz. Como sintonizar:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

 

Foto: Fernando Sodré (Divulgação Violas de Arame)

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) prorroga o prazo para apresentação de formulário de cadastramento para os interessados em participar do Procedimento de Manifestação de Interesse 01/2021 (PMI Circuito Liberdade).
Onde se lê: "5.2 Para participação do PMI, os interessados deverão apresetar Formulário de Cadastramento, observado modelo disponível no Anexo II do Edital, devidamente preenchido e assinado, no prazo de até 20 dias, contados da publicação do Edital (...)"
Leia-se:“5.2 Para participação do PMI, os INTERESSADOS deverão apresentar Formulário de Cadastramento, observado o modelo disponível no ANEXO II do EDITAL, devidamente preenchido e assinado,no prazo de até 40 (quarenta) dias, contados da publicação do EDITAL (...)”
Onde se lê:“10.1 Os INTERESSADOS poderão apresentar questionamentos relacionados ao presente EDITAL, por meio do endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., em até 20 (vinte) dias corridoscontados da publicação do EDITAL. (...)
Leia-se:“10.1 Os INTERESSADOS poderão apresentar questionamentos relacionados ao presente EDITAL, por meio do endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., em até 40 (quarenta) dias corridos conta- dos da publicação do EDITAL. (...)”
As demais disposições do PMI permanecem inalteradas. Os arquivos do PMI SECULT nº 01/2021e seus Anexos estão disponíveis na ínte- gra no sítio eletrônico: https://www.secult.mg.gov.br/a-secretaria/pmi- circuito-liberdade

Acesse aqui a publicação no Diário Oficial: 

A equipe da Secult marcou presença em Mariana nessa sexta-feira para se reunir com o prefeito do município, Juliano Duarte, a secretária de Cultura, Turismo e Lazer, Andrea Cristina Umbelino, e o diretor de Turismo, Silas Sampaio. Na pauta do encontro, as vocações do turismo da região e projetos da Secretaria importantes para o desenvolvimento da cadeia produtiva nas cidades mineiras.

Patrimônio, cultura, história, natureza e cozinha mineira estão presentes em Mariana. Localizada na região central do estado, integrante do Circuito do Ouro, a cidade foi a primeira capital de Minas Gerais e guarda em seu casario, igrejas e no patrimônio imaterial, muito da sua história. Apresenta um preservado conjunto arquitetônico colonial com obras representativas do Barroco, além de fazeres e tradições, como a produção das panelas de barro.

Durante a reunião, o secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, ressaltou a importância da execução de projetos que desenvolvam o turismo e a cultura, reforçando as atrações locais, que podem ampliar o conhecimento sobre a cidade e aumentar a busca pelo destino em todo Brasil. "Mariana foi a primeira capital de Minas, a primeira cidade planejada do estado, onde o traçado influenciou a construção de Belo Horizonte, tem um patrimônio histórico singular, além de uma paisagem natural perfeita, que permite a prática de diversos esportes e contemplação".

A Secult conta com projetos que apoiam o desenvolvimento do turismo nesse período de retorno das atividades, com destaque para capacitação, infraestrutura, biossegurança e promoção e marketing. Além disso, a formação e a promoção dos ofícios, com desenvolvimento da economia criativa nas cadeias produtivas do turismo e da cultura, são importantes para esse momento de retomada econômica e a geração de emprego e renda.

O prefeito de Mariana, Juliano Duarte, destacou que o esforço conjunto entre a prefeitura e o Governo de Minas é fundamental para o desenvolvimento das cidades. "É muito importante trabalharmos em sintonia com o Estado. Mariana pertence ao Circuito do Ouro e nossa ideia é elevar o turismo a um importante lugar de desenvolvimento econômico e social do município. Lembro que fica em Mariana a maior mina aberta à visitação do estado, a Mina da Passagem".

A equipe da Secult, que contou com a presença do presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), Jefferson Fonseca, também visitou as obras de restauração da Catedral da Sé, importante exemplar Barroco do município. A previsão é que a obra seja finalizada em 2022 e possa voltar a receber os turistas no período pós-pandemia.

 

O secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, o subsecretário de Cultura, Mauricio Canguçu, e a subsecretária de Turismo, Milena Pedrosa, estiveram no município de Carmo da Mata, no dia 10 de julho, acompanhados do deputado estadual e presidente da Comissão de Turismo e Gastronomia da Assembleia de Minas, Mauro Tramonte, onde foram recebidos pelo proprietário do Museu do Automóvel e do Relógio, Rúbio Fernal, para uma visita técnica ao espaço.

O acervo do Museu do Automóvel, construído ao longo de décadas, conta com mais de 100 carros antigos, entre eles algumas raridades, como um Ford 29 que pertenceu à família de Rúbio Fernal para uso rural, e um Lincoln 1978 Diamond Jubilee Edition, modelo que comemorou os 75 anos da Ford. Todos os automóveis foram restaurados pelas mãos de lanterneiros, mecânicos, pintores e outros profissionais, sendo que alguns carros sequer chegaram a is para as ruas. Há, também, uma seção dedicada aos relógios, com itens raros, como um modelo elétrico IBM da década de 1930, que marcou a hora do Brasil por décadas, além de exemplares da época do Brasil Imperial. O Acervo conta com cerca de 500 relógios.

Para o secretário Leônidas Oliveira, o museu já é um patrimônio de Minas Gerais e do mundo, sobretudo pela sua curadoria, seja na restauração dos bens, seja na leitura histórica dos objetos. “A história que aqui se conta sobre o design automobilístico transcende o objeto, nos permitindo fazer uma leitura do próprio design da história da arte do último século e, sobretudo, dos personagens relacionados à coleção. Esse conjunto coloca Carmo da Mata no contexto do estado de Minas Gerais e do Brasil como um lugar singular pela sua representatividade na cultura do design automobilístico”.

A presença da Secult no local abre espaço para um entendimento mais aprofundado sobre como esse museu pode entrar de vez na rota turística e cultural de Minas, promovendo uma maior aproximação entre a Secretaria, o município e a iniciativa privada, na busca por recursos e promoção de iniciativas que possam alavancar o museu e região do Campo das Vertentes, circuito turístico na qual Carmo da Mata está inserido, que apresenta vocação cultural e turística. O espaço ainda não fui inaugurado formalmente e segue recebendo visitas por meio de agendamento antecipado

Eventos turísticos, eventos corporativos, seminários, museus, teatros, bibliotecas, empresas produtoras de eventos e produtores independentes podem solicitar o Selo Evento Seguro. Para sanar dúvidas a respeito de como conseguir o selo, que é emitido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), foi promovida uma live em 10/6, com transmissão ao vivo pelo canal da pasta no Youtube.

Durante o encontro on-line, os participantes explicaram o processo de obtenção do Selo Evento Seguro para espaços e eventos, abordando também a importância da aplicação e cumprimento de todos os protocolos nesse momento de pandemia, para que a retomada das atividades dos setores cultural e turístico seja exitosa e segura. O Selo integra um dos eixos do Programa Reviva Turismo.

Estiveram presentes os secretários adjuntos de Saúde, André dos Anjos, e de Cultura e Turismo, Bernardo Silviano Brandão. Além disso, participaram Milena Pedrosa, subsecretária de Turismo, Maurício Canguçu, subsecretário de Cultura, e integrantes da equipe técnica da Secult.

“O selo foi pensando para dar segurança não somente para os usuários, mas também para os colaboradores que trabalham em eventos, casas de show, teatros, entre outros. O objetivo é, também, preparar nossos equipamentos culturais para o retorno”, disse Bernardo Silviano Brandão.

O secretário adjunto de Saúde destacou a importância de seguir os protocolos, que atuam no sentido de promover a organização da vida social. “O papel do Estado é fazer a gestão o acompanhamento durante uma vida com pandemia e também no pós-pandemia. O intuito é garantir uma transição saudável e eficiente e com menor impacto possível para a sociedade, conduzindo a sociedade gradualmente a uma nova normalidade”, pontuou. “Seguir as regras e protocolos estabelecidos tanto pelo Selo Evento Seguro como pelo Plano Minas Consciente garante que os espaços e eventos voltem a funcionar de forma gradual e com segurança”, concluiu André dos Anjos.

Como obter o Selo

O Selo Evento Seguro pode ser pedido à Secult tanto por empresas quanto por realizadores independentes de eventos, por meio do link https://www.secult.mg.gov.br/seloeventoseguro. Lá, é necessário preencher o formulário de solicitação, o Termo de Responsabilidade e seguir o passo a passo descrito para solicitar o Selo.

Os espaços que podem solicitar o uso do Selo de Evento Seguro para promoção e fruição das atividades culturais e eventos em Minas Gerais são eventos corporativos; seminários e congressos; museus e galerias de arte; teatros; cinemas; arquivos públicos; bibliotecas públicas; e demais estabelecimentos em que são realizados eventos.

Alexandre Milagres, superintendente interino de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secult, explicou que cada espaço precisa ter seu próprio protocolo, “uma vez que há diferença entre eventos realizados em praça pública ou espaço fechado; há diferenças nas metragens em museus, como entradas e salas; nas bibliotecas, a distância entre estantes também não é a mesma, além dos espaços de circulação, por exemplo. Os elementos mínimos estão no Minas Consciente e estão contemplados na Resolução do Selo Evento Seguro. Mas os espaços precisam detalhar suas especificidades”, destacou.

O Selo pode ser utilizado pelos interessados durante o tempo de vigência do Plano Minas Consciente ou demais protocolos estabelecidos pelo Governo de Minas Gerais para o enfrentamento da Covid-19. Ele poderá ser estampado em ingressos e exibido nos locais de realização dos eventos, por exemplo.

A Secult irá analisar as solicitações dos interessados a partir das informações enviadas no Formulário de Solicitação e informará sobre a aprovação daqueles que preencherem os requisitos necessários. Assim que aprovado, o interessado já recebe o Selo Evento Seguro e seu Manual de Aplicação.

Se o interessado não preencher os requisitos necessários, a Secult também irá notificar sobre a reprovação. Nesse caso, o interessado tem a oportunidade de se adequar às exigências estabelecidas e enviar nova solicitação.

Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Leia mais sobre o Programa Reviva Turismo AQUI.

A trasnsmissão da live “Selo Evento Seguro” pode ser conferida no canal da Secult no Youtube.

Assinatura de protocolo de intenções com a prefeitura e entrega de obras restauradas fizeram parte da celebração da data 

O dia 8 de julho é marcado pelo aniversário da cidade histórica de Ouro Preto. A Fundação de Arte de Ouro Preto| FAOP participou da programação de comemoração, que não pode ser celebrada com a tradicional festa de aniversário por conta da pandemia da Covid-19, mas contou com agendas importantes para a cidade.

A primeira ação com participação da fundação foi a abertura de exposições na Casa de Tomás Antônio Gonzaga, uma construção do século XVII, que abrigou a Ouvidoria de Vila Rica e foi residência do poeta Tomás Antônio Gonzaga.

As obras vão ficar expostas até o dia 8 de setembro, com entrada gratuita e controle de acesso de acordo com os protocolos sanitários do Minas Consciente. As exposições são: 

● Forma e Alma: exposições de esculturas de Alfredo Ceschiatti; 
● Fios: Falas e Tramas: instalação artística de Mariah Sonella; 
● Bambu trends: instalação artística de Márcia Litchfield; 
● Na Casa dos Contos: Atelier Dois Capelistas com arte feita a quatro mãos.  Durante o evento, a prefeitura de Ouro Preto e a FAOP assinaram um protocolo de intenções para viabilizar a parceria das instituições, especialmente em relação à formação e capacitação profissional de diferentes agentes artísticos e culturais do município.

O objetivo da fundação e da prefeitura do município é contribuir com a profissionalização da cadeia produtiva, a geração de emprego e renda, a movimentação da economia criativa, bem como para o fortalecimento dos setores turísticos e cultural da região.

"Ouro Preto, cidade sede de nossa fundação, sempre teve papel fundamental em todas as nossas ações, o que estamos fazendo no momento, Estado e município, é fortalecer e estreitar, ainda mais, os nossos laços pelo interesse público de todos os mineiros", destaca Jefferson da Fonseca, presidente da fundação.

Fundação finaliza sua participação na comemoração com com entrega de obras restauradas 
Dando continuidade às celebrações do aniversário da cidade, a FAOP realizou, na manhã desta sexta-feira (9), cerimônia para entrega de obras restauradas às comunidades dos municípios de Itabirito, Senador Firmino e dos distritos de Ouro Preto, Cachoeira do Campo e Amarantina.

O evento aconteceu na Casa de Bernardo Guimarães e contou com a presença do prefeito de Ouro Preto,  ngelo Oswaldo, o presidente do IEPHA, Felipe Pires, o presidente da FAOP, Jefferson da Fonseca, integrantes das delegações de Paracatu e Santa Luzia e representantes das comunidades que receberam o acervo restaurado.

Letícia Souza e Claudio Soutto Mayor, alunos do Curso Técnico em Conservação e Restauro da Escola de Arte Rodrigo de Melo Franco de Andrade|FAOP, foram os responsáveis pelo processo de restauro das obras e também participaram da cerimônia acompanhados por professores do corpo técnico do curso.  O padre Luciano da Silva Roberto, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, do município de Senador Firmino, explica que a tela restaurada será muito bem-recebida pela comunidade e retornará ao seu local original — o batistério da igreja.

"É com alegria que a paróquia recebe essa obra. Gostaria de parabenizar a direção da fundação, bem como o seu corpo docente, que sempre realizam ações para a conservação, restauração e promoção dos bens culturais da igreja. Agradecemos a todos os envolvidos nessa empreitada."

Os moradores do distrito de Cachoeira do Campo, que receberam quatro esculturas religiosas restauradas, também vão compartilhar dessa felicidade. “Os técnicos e alunos da FAOP estão devolvendo história, arte, cultura, mas, sobretudo, estão devolvendo os santos de devoção do nosso povo”, explica o padre Wander, da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré.

 

12 7 2021 minifaop

Foto: Anne Souza

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) promoveu, nesta quinta-feira (10/6), a primeira live “Proseando com os Candidatos ao Conselho Estadual de Política Cultural (Consec)”, com o objetivo de dar voz aos representantes da sociedade civil que concorrem às cadeiras do Conselho no biênio 2021-2022. A transmissão ao vivo aconteceu pelo canal da Secult no Youtube.

Neste primeiro encontro virtual, foram sabatinados os candidatos às cadeiras de Teatro; Produção Cultural; Audiovisual e Novas Mídias; Dança; Música e Literatura, Livro e Leitura e Design e Moda.

O subsecretário de Cultura da Secult, Maurício Canguçu, falou sobre a relevância do encontro. “O Consec tem uma função muito importante, por proporcionar a criação de políticas públicas de forma conjunta, atendendo ao setor cultural como um todo. É fundamental que os futuros conselheiros apresentem suas propostas, ideias e experiências para que haja uma formação representativa e que defenda, com afinco, as diversas pautas dos vários segmentos que compõem o coletivo. Estamos com recorde histórico de votos, e isso é um ótimo sinal de que as pessoas estão se envolvendo cada vez mais com o conselho, o que fortalece o movimento e só aumenta a responsabilidade daqueles que vão representá-lo”, ressaltou.

A live foi medida pelo diretor de Economia Criativa da Secult, José Oliveira Júnior, e pela assessora técnica e administrativa da mesma diretoria, Débora Martins. Participaram como questionadores o subsecretário de Cultura da Secult, Maurício Canguçu; o superintendente de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia da Secult, Igor Arci; a vice-presidente do Consec, Aryanne Ribeiro; o presidente da Comissão Eleitoral do Consec, Wenderson Godoy; o vice-presidente do Consec da última gestão, Rubem Reis; o representante da cadeira de Música no Consec, Enzo Banzo; a representante da cadeira de Literatura, Livro, Leitura e Biblioteca do Consec, Priscila Moraes; e a representante da cadeira de Moda do Consec, Giovana Penido.

A transmissão já conta com mais de 300 visualizações. Houve perguntas sobre como os candidatos pretendem contribuir, por meio de suas áreas, para os desenvolvimentos humano, local e econômico; sobre como harmonizar os fluxos entre o interior de Minas Gerais e a capital; sobre as principais propostas dentro dos respectivos segmentos e sobre os entendimentos acerca de políticas públicas e acesso às ferramentas de fomento.

Participaram da live os candidatos Jussara Braga Bastos, Belkis Amorim Lima e Italo Augusto Fernandes Moreira (Dança); Bruno Henrique Costa, Emmano Garcia, Morrison de Oliveira, Hussan Fadel Silvestre e Genilson Carlos dos Reis Pereira (Teatro); Marcela de Queiroz Bertelli (Música); Lais Terçariol Vitral, Lara Ordones De Almeida, Marluce Albino dos Reis e Michela de Oliveira Gonçalves (Produção Cultural); Sandra Peixoto Barcelos de Oliveira e Angelo Pereira Campos (Literatura, Livro, Leitura e Biblioteca); Mariana Mól Gonçalves, Terezinha Lucia de Avelar, Marina Coutinho Azze e Alexandre Lennon Da Silva Procópio (Audiovisual e Novas Mídias) e Antonio Carlos Pimenta Diniz e Andreia Freitas de Oliveira (Design).

Votação

A votação permanece aberta até 20/6. Serão eleitos os Representantes da Sociedade Civil para compor o Conselho no Biênio 2021-2022. Podem votar, nos termos da Lei nº 23.304/2019, pessoas físicas residentes no estado de Minas Gerais. Os representantes eleitos contribuem na definição das políticas públicas para a Cultura no estado e podem, também, levar pautas, debates e solicitações para o plenário do Consec.

Até o momento, foram computados 14 mil votos, dividindo-se da seguinte forma entre os segmentos: Artesanato - 503 votos; Circo - 229 votos; Culturas Indígenas - 106 votos; Culturas afro-brasileiras - 1781 votos; Audiovisual e Novas Mídias - 1071 votos; Culturas populares, tradicionais e folclóricas - 672 votos; Dança - 703 votos; Design - 628 votos; Entidades de trabalhadores e entidades empresariais - 364 votos; Gastronomia - 293 votos; Literatura, livro, leitura e biblioteca - 610 votos; Moda - 457 votos; Museus e artes visuais - 820 votos; Música - 850 votos; Patrimônio material e imaterial - 332 votos; Produçao cultural - 1720 votos; Teatro - 2861 votos.

Para votar, acesse: www.voteconsec.mg.gov.br

O conteúdo da live está disponível, na íntegra, AQUI.

Live Consec

As perspectivas para a retomada gradual e segura do turismo no Sul de Minas Gerais e o levantamento das principais demandas do setor nos municípios da região foram o tema do encontro entre a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), a Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur), as Instâncias de Governança Regionais (IGRs) Circuito das Águas e Circuito Terras Altas da Mantiqueira e municípios integrantes da Associação da Microrregião das Águas (AMAG), realizado nesta sexta-feira (9/7), em Caxambu.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, fez a abertura da reunião, por videoconferência, e falou sobre a importância da integração entre os municípios para fortalecer o turismo e, consequentemente, o desenvolvimento social e econômico na região.

“Em Minas Gerais temos alguns destinos turísticos que, por força histórica ou por força das próprias características, seja a topografia, o patrimônio histórico e cultural, ou as águas, que é o caso do Sul de Minas e da região de Furnas, têm se sobressaído ao longo dos anos como destinos privilegiados dentro de toda essa potência do turismo que é Minas Gerais. O turismo das águas tem fundamental importância para a retomada segura das atividades nesse cenário atípico que estamos vivendo porque sabemos que as tendências mundiais de viagem apontam para o turismo de experiência, ao ar livre, ligado ao bem estar e à natureza. Espero que essa pandemia nos traga a reflexão sobre importância da integração entre os municípios para unir esforços e alavancar o turismo e a cultura no território como um todo, e também sobre a necessidade do encontro com a nossa gente, com o nosso patrimônio histórico, com as paisagens naturais, com nossa cozinha mineira.  Costumo dizer que Minas Gerais é um destino completo, e precisamos aproveitar todas as nossas potencialidades de forma coletiva, organizada , profissional, com toda a biossegurança que a nova realidade exige, e estamos à disposição para realizar esse trabalho junto com todos os municípios mineiros”, ressaltou o secretário.

O prefeito de Caxambu, Diogo Cury, reforçou sobre a necessidade de elaborar estratégias conjuntas para a retomada das atividades turísticas no Sul de Minas. “Tenho certeza de que chegou o momento de nos debruçarmos sobre a pauta do turismo da nossa região e criar essa consciência coletiva e regional. Não somos concorrentes, somos parceiros, e precisamos estruturar nossos atrativos turísticos e estar preparados  para receber os turistas e nos posicionar nesse cenário em constante transformação. Peço a todos os prefeitos presentes que deem prioridade a isso e aproveitar, também, todo o apoio que a Secult vem nos dando para transformar atrativos turísticos em resultados para a região”, pontuou Cury.

O trabalho das IGRs no apoio ao desenvolvimento do turismo e de políticas públicas do setor para os municípios foi apresentado pelo presidente da Fecitur e gestor da IGR Trilha dos Inconfidentes, Marcus Januário. “A Federação está trabalhando para o fortalecimento do turismo em Minas Gerais e está mais próxima do que nunca da Secult para poder conduzir os processos. Vamos passar por uma reformulação da Política de Regionalização do Turismo inédita no estado, e isso vai nos permitir avançar, modernizar e atrair mais turistas para Minas Gerais. Temos um potencial enorme nas mãos e precisamos aprender a utilizá-lo melhor, de forma a trazer mais benefícios em nossas regiões, e só conseguimos isso quando trabalhamos em conjunto, se interligarmos as cidades, os circuitos e os esforços para  fazer do nosso estado um dos principais destinos turísticos do país”, argumentou Marcus Januário.

Reviva Turismo e visita a municípios
A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, participou do evento e apresentou o Reviva Turismo, programa da Secult para o incentivo e apoio à retomada gradual e segura das atividades turísticas em Minas Gerais.

“O Reviva é um programa ampliado, ele não é um pensamento apenas da Secult, mas também do trade, de entidades representativas e das instâncias de governança regionais, pois foi elaborado a partir de muito diálogo e escuta. Os quatro eixos que norteiam o Reviva Turismo são biossegurança, estruturação, capacitação e promoção e marketing do destino Minas Gerais e temos a meta ousada de criar 100 mil empregos na cadeia produtiva do turismo em Minas Gerais e colocar Minas Gerais entre os três principais destinos turísticos do Brasil até 2022. Estar aqui no Sul de Minas para falar sobre a retomada segura das atividades do turismo é uma imensa satisfação, pois sabemos o quanto a região atrai visitantes de Minas Gerais e de outros estados e o quão é importante para reforçar o setor como um dos principais fatores de desenvolvimento econômico e social não só regional, mas do estado como um todo”, pontuou Milena.

O secretário de Turismo de Caxambu e também presidente da IGR Circuito das Águas, Filipe Condé, reforçou a necessidade de municípios investirem no planejamento de turismo para promover o desenvolvimento econômico na região. “A integração dos produtos turísticos regionais que fazem parte do nosso território, com o trabalho de ações mais amplas, é de suma importância para nosso processo de retomada econômica. A atração de indústrias e a geração de economia convencional são processos custosos e a nossa região tem baixa aptidão para esse tipo de iniciativa. O turismo, a economia criativa e o lazer, com seus equipamentos e iniciativas já consolidadas, podem, a curto prazo, trazer as respostas para essa crise. Por isso, os municípios não podem abrir mão de ferramentas como Inventário Turístico, Plano Municipal de Turismo e o Plano de Marketing Turístico, tão importantes para planejar as políticas públicas de turismo que ajudam a trazer o desenvolvimento. A pandemia abriu uma janela de oportunidades que antes não tínhamos, que  é o incentivo ao turismo de proximidade. Então vamos aproveitar nossos pontos fortes, que são as águas, a cozinha mineira, o acolhimento, o turismo religioso, o turismo de natureza e aventura , a nossa cultura, para dar as mãos e fazer do Sul de Minas um grande atrativo de turistas e investimentos”, finalizou o secretário Condé.

Na oportunidade da ida a Caxambu, a subsecretária Milena Pedrosa aproveitou para visitar, na companhia do secretário de Turismo de Caxambu Filipe Condé, os municípios de Baependi, Lambari e São Lourenço, regionalizados e integrantes da IGR Circuito das Águas, para se reunir com entidades representativas da cadeia produtiva do turismo e conversar sobre as perspectivas para o setor na região, bem como ouvir as principais demandas locais.

 

9 7 2021 minitur

Imagem: Franciele Xavier /Secult

Em continuidade às programações da 5ª Semana Nacional de Arquivos, celebrada pelo do Dia Internacional dos Arquivos, 9 de junho, o Arquivo Público Mineiro (APM) realiza, nestas quinta e sexta-feira (10/6 e 11/6), o minicurso gratuito de Noções de Conservação de Documentos, voltado para a capacitação de profissionais que trabalham diretamente com acervos arquivísticos.

O conteúdo é voltado para a apresentação de técnicas e princípios básicos de conservação preventiva e os participantes receberão certificados de conclusão. Ao todo, 462 pessoas se inscreveram, inclusive de outros estados brasileiros e de países da Europa e América do Sul.

As comemorações da 5ª Semana Nacional de Arquivos tiveram início na última segunda-feira (7/6) com a live “10 anos da Política Estadual de Arquivos de Minas Gerais”, que teve a proposta de avaliar os avanços obtidos a partir da promulgação da Lei Estadual 19.420/2011 e os novos desafios trazidos pela última década para o cumprimento da Lei.

 O evento virtual contou com a presença do subsecretário de Cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), Maurício Canguçu; da diretora do APM, Luciane Andrade Resende, do coordenador de Arquivos Permanentes do APM, Denis Silva; do diretor-Executivo de Gestão da Informação Documental do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Fernando Rosa de Sousa; e do Gerente de Gestão Arquivística da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Welder Antônio Silva.

Na quarta-feira (9/6), aconteceu a live “10 anos da Lei de Acesso à Informação”, com a participação da superintendente Central de Transparência da Controladoria Geral do Estado (CGE/MG), Soraia Ferreira Quirino Dias. A atividade propôs uma reflexão entre a Lei de Acesso à Informação e as atividades de arquivo, tendo como questões centrais a construção de culturas de transparência pública, a gestão da informação arquivística e os desafios da transparência e do sigilo nos documentos eletrônicos.

“Estamos muito felizes pelo diálogo que estabelecemos com os representantes do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa e da Controladoria-Geral do Estado nesta edição da Semana Nacional de Arquivos, em torno de objetivos e preocupações comuns que ligam as instituições do Estado em torno das atividades de arquivo. O Arquivo Público Mineiro também agradece especialmente ao público que está acompanhando as atividades e que se engaja e nos apoia nas atividades de promoção do patrimônio documental mineiro, tão importante como fonte de atividades culturais do Estado”, ressaltou a diretora do APM, Luciane Andrade Resende.

As duas lives tiveram mais de 400 visualizações no canal da Secult no Youtube.

Reconhecimento

O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, destaca que a participação do APM em mais uma edição da Semana Nacional de Arquivos confirma o importante trabalho que a instituição tem realizado ao longo de mais de um século para a preservação da memória documental do estado.

“Com 125 anos, o Arquivo Público Mineiro é uma de nossas instituições mais antigas e tem papel fundamental na conservação da história de Minas Gerais por meio de diversos documentos. A programação proposta para a Semana Nacional de Arquivos é um estímulo ainda maior para que os debates sobre democratização de acervos documentais sejam intensificados. E é por meio dessas ações que podemos fortalecer a atuação do Arquivo Público Mineiro e consolidar as políticas públicas destinadas aos arquivos do estado”, diz o secretário.

 MG 2818

Iniciativa tem como foco a regionalização e a descentralização de políticas públicas no estado e vai contemplar municípios com até 100 mil habitantes

A expansão e descentralização das políticas públicas de cultura para todo o território do estado é o principal objetivo do edital “Sistemas Municipais de Cultura”. A iniciativa da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) vai disponibilizar R$ 1.999.998,00 em recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC) para municípios com até 100 mil habitantes. O edital foi apresentado nesta quinta-feira (8/7), pelo secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, em Santo Antônio do Monte.

De acordo com o secretário de Cultura e Turismo, a publicação do edital consolida um diálogo cada vez mais estreito que a Secult e o Conselho Estadual de Política Cultural (Consec) têm mantido com os municípios de Minas Gerais. Para ele, o documento sintetiza as ações da pasta no que diz respeito à regionalização de políticas culturais em Minas, fomentando ainda mais a rede de cultura no estado.

“O edital pretende fortalecer e integrar as políticas públicas de Cultura praticadas em Minas Gerais, em âmbito municipal, conectadas com o Estado. A sistematização dos processos, a integração entre poder público e sociedade civil, a descentralização e a organização de dados é a base necessária para colocarmos em prática a ideia do desenvolvimento e da geração de emprego e renda através da Cultura”, destaca Leônidas Oliveira.

Inscrições
O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (9/7). As inscrições devem ser feitas exclusivamente na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura da Secult, entre 24/7/2021 e 22/8/2021. Podem se inscrever no Edital órgãos ou entidades de direito público municipal de natureza cultural, diretamente responsáveis pela execução do projeto a ser apoiado, de municípios de até 100 mil habitantes.

O certame contempla três categorias, abrangendo diferentes perfis populacionais. Na Categoria I, podem se inscrever os municípios cuja população é de até 10 mil habitantes. A essa categoria está destinada a maior parte dos recursos, com 58% do montante. Na Categoria II, serão contempladas as cidades mineiras que têm de 10.001 a 50 mil habitantes. Aos proponentes dessa categoria, serão disponibilizados 36,7% do montante total do edital. Já a Categoria III é destinada às regiões do estado com 50.001 até 100 mil habitantes. Para esse grupo, o valor disponível representa 5,3% dos recursos.

Após a publicação, o edital pode ser acessado AQUI.

Estão abertas, a partir deste sábado (12/6), as inscrições para os novos editais da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) via Fundo Estadual de Cultura (FEC). Até agora, são mais de R$ 7,5 milhões disponibilizados em premiações voltadas para projetos elaborados por Pessoa Física.

O edital “Cozinha Mineira” vai contemplar projetos culturais de concursos, mostras, festas, feiras e festivais no campo das culturas alimentares e da gastronomia mineiras. O objetivo é apoiar, promover, valorizar e difundir as diversas manifestações e expressões da cultura alimentar e da gastronomia em Minas Gerais por meio do fomento a eventos deste segmento. 

No valor total de R$ 1,5 milhão, ele irá atender até 30 projetos. O período de inscrição vai de 12/6/2021 a 11/7/2021.

Para assegurar a potência das produções audiovisuais do estado e estimular a cadeia produtiva do setor, dois editais entram em cena: “Produção de obra audiovisual de curta-metragem dos gêneros documentário e ficção”, que terá até 17 premiações, somando R$ 1.005.720,00, distribuídas em dois módulos; e “Produção de obra de audiovisual de curta-metragem do gênero animação”, somando R$ 480.000,00 em 12 prêmios. As inscrições poderão ser feitas de 12/06/2021 a 11/07/2021.

Projetos culturais como concursos, mostras, feiras, mercados de cultura e/ou festas populares, incluindo as quadrilhas mineiras e manifestações carnavalescas, serão contemplados no Edital “Festas Populares”. Serão disponibilizados R$ 2 milhões em premiações e as inscrições estarão abertas entre 16/6/2021 e 15/7/2021. Um detalhe importante quanto ao escopo do edital: ele irá contemplar os projetos e atividades acima mencionados, exceto aqueles do campo das culturas alimentares e da gastronomia, que já estão contemplados especialmente no Edital “Cozinha Mineira”.

Além destes novos editais, já está com inscrições abertas desde 26/5 o edital “Desperta Cultura”, direcionado à formação e qualificação dos profissionais da Cultura. Ele vai disponibilizar R$ 2.490.000 para ações de pesquisa e documentação, seminários, cursos, oficinas e workshops. As inscrições podem ser feitas até 25/6/2021, e serão distribuídas até 385 bolsas/prêmios.

Live tira-dúvidas sobre os editais

Para esclarecer dúvidas sobre estes cinco editais de premiação pessoa física, a Secult irá promover na próxima terça-feira (15/6), às 10h, uma live especial via YouTube.

Participarão Maurício Canguçu; Igor Arci Gomes; Luiz Gustavo Guimarães; Janaína Amaral (pela Secult); e Mônica Trigo e Matheus Rufino (pela EMC), com mediação de José Júnior (Secult).

Fique atento!

O cadastro e as inscrições em todos os editais podem ser feitos na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura, neste link.

Todos os editais, documentos e anexos relacionados estão disponíveis para consulta AQUI.

Secretário Leônidas Oliveira e equipe da pasta estiveram nas cidades de Patos de Minas, São Gotardo e Santo Antônio do Monte

A Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) lançou, nesta semana, dois novos editais do Fundo Estadual de Cultura (FEC), voltados exclusivamente a municípios mineiros. O montante total do investimento é de R$ 7 milhões. Os anúncios foram feitos nas cidades de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, e Santo Antônio do Monte, no Oeste do estado, pelo secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, que esteve em viagem pelo interior.

“Temos q ser capazes de unificar este estado e a cultura é nosso elo, a cultura e as várias manifestações culturais decorrentes dela. As diferentes manifestações artísticas precisam dialogar entre si, pois essas trocas são muito importantes e são elas que vão permitir transformar nossa realidade”, declarou o secretário, na solenidade de lançamento do Edital “Sistemas Municipais de Cultura”, em Santo Antônio do Monte, nesta quinta-feira (8/7).

O edital está relacionado à expansão e descentralização das políticas públicas de cultura para todo o território do estado. O recurso é de R$ 1.999.998,00 para municípios com até 100 mil habitantes.

Leônidas Oliveira fez também um apelo para que artistas, trabalhadores e trabalhadoras da cultura em Minas Gerais participem dos editais da Secult que estão abertos no momento. São R$ 16 milhões a serem distribuídos nos sete editais vigentes, sendo seis com inscrições abertas no site da Secretaria.

“No caso específico dos dois editais que lançamos esta semana, em Patos de Minas e aqui em Santo Antônio do Monte, é a primeira vez na história em que a Secretaria de Cultura e Turismo lança editais voltados a municípios, no sentido de distribuir melhor o incentivo e descentralizar recursos. Hoje, 96% da verba para a Cultura no estado está concentrada na capital, especificamente na região Centro-Sul. Então estamos fazendo isso para descentralizar e privilegiar os municípios que ainda não têm acesso a recursos da cultura”, ressaltou o secretário.

O evento teve a participação do prefeito de Santo Antônio do Monte, Leo Camilo; do secretário de Cultura e Turismo da cidade, Ismael Henrique Costa; da deputada federal Greyce Elias; dos deputados estaduais Professor Wendel Mesquita e Fábio Avelar; e de outras autoridades.

Modernização de espaços culturais
Em Patos de Minas, em 6/7, foi apresentado o “Requalifica Minas – Equipamentos Culturais Públicos”, direcionado a prefeituras ou instituições públicas (pessoas jurídicas de direito público sem fins lucrativos) de natureza cultural vinculadas a prefeituras. O objetivo do edital, que disponibiliza R$ 5 milhões, é premiar projetos de modernização de equipamentos culturais municipais, como arquivos públicos, bibliotecas públicas e museus públicos, bem como a execução de ações para democratizar o acesso aos bens culturais nos territórios mineiros.

O lançamento teve a presença de autoridades como o prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão; a vice-prefeita da cidade, Sandra Gomes; o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Julvan Lacerda; o presidente da Associação dos Municípios da Microrregião Alto Paranaíba (Amapar) e prefeito do Carmo do Paranaíba, César Caetano; o presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Alto Paranaíba (Cispar), e prefeito de Guimarânia, Adílio Alex dos Reis; além de secretários municipais e membros do legislativo estadual e federal.

Em Patos de Minas, o secretário Leônidas Oliveira se reuniu também com secretários de Cultura da região e com o deputado Bosco, presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para dialogar sobre as políticas públicas da Secult que visam fortalecer o setor em todas as regiões do Estado. Em seguida, a comitiva da Secult visitou o Museu Interpretativo da Cidade de Patos de Minas – Casa de Olegário Maciel, o Conservatório Municipal, localizado dentro do Parque do Mocambo, e a Catedral de Santo Antônio de Pádua, patrimônios culturais da cidade e destacados atrativos turísticos da região.

São Gotardo
No dia 7/7, em agenda na cidade de São Gotardo, o secretário de Cultura e Turismo e a equipe da Secult se reuniram com a prefeita Denise Abadia e o pároco Hemerson Rubens, para falar sobre a Igreja Matriz de São Sebastião e a preservação desse patrimônio cultural tombado pelo município. “É também dever do Estado preservá-la e por isso vamos atuar junto à prefeitura, à iniciativa privada e ao Iepha-MG, na busca por recursos por meio de editais para que possamos restaurá-la”, disse o secretário.

Na Câmara Municipal de São Gotardo, Leônidas Oliveira recebeu uma moção de aplausos das mãos do presidente da Casa, o vereador Carlos Alves de Camargos. “Temos muito a temos muito a fazer por Minas Gerais. As pautas trabalhadas passam pelo que temos nos empenhado firmes à frente da Secult, como a descentralização dos recursos e o giro econômico, com geração de emprego e renda através da Cultura e do Turismo. Vamos priorizar municípios com até 50 mil habitantes de forma que os recursos cheguem à ponta e estimulem os setores produtivos”, afirmou o secretário.

A equipe da Secult esteve também no Centro de Ensino Superior de São Gotardo, para uma visita ao reitor João Eduardo Lopes Queiroz.

Inscrições
Para se inscrever em um dos editais, os interessados devem fazer cadastro prévio ou atualização de dados na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura da Secult. As inscrições são feitas no mesmo ambiente digital, sendo que o edital “Requalifica Minas – Equipamentos Culturais Públicos” terá período de inscrição aberto de 22/07/2021 a 21/08/2021; e o edital “Sistemas Municipais de Cultura” terá inscrição de 24/7/2021 a 22/8/2021.

Os editais completos podem ser acessados AQUI.

 

9 7 2021 ministoantonio

Encontro virtual faz parte de um dos eixos do programa Reviva Turismo

Divulgar os protocolos sanitários em vigência no estado e incentivar os setores da Cultura e do Turismo a adotá-los para garantir a retomada gradual e segura das atividades. Essa foi a proposta do webinário “Biossegurança e Boas Práticas: Plano Minas Consciente”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), nesta quarta-feira (9/6). A transmissão foi feita em tempo real pelo canal da Secult no Youtube.

O seminário on-line, que se encaixa no eixo de “Biossegurança” do programa Reviva Turismo, prestou esclarecimentos e direcionamentos sobre a importância de aplicar e cumprir os protocolos orientados pelo Plano Minas Consciente neste momento de pandemia, além de convidar entidades dos setores envolvidos a compartilharem boas práticas adotadas como medidas de segurança sanitária.

A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, destacou a importância do debate e do compartilhamento de experiências e ideias. “Esta é mais uma ação do Reviva Turismo para conseguirmos reforçar a união de toda a cadeia produtiva do turismo e da cultura, buscando manter a proteção de todos os envolvidos e retomar as atividades de maneira consciente. Sabemos da fortaleza que Minas Gerais tem como destino turístico e de todas as suas potencialidades, principalmente ligadas às novas tendências para o turismo em um período pós-pandemia, como o turismo rural, cultural, de experiências, de aventuras, de natureza, da cozinha mineira”, disse.

Medidas

O presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagem em Minas Gerais (Abav-MG), Alexandre Brandão, falou sobre as medidas recomendadas pela entidade desde o início da pandemia no Brasil, em março de 2020. “Nós orientamos a todas as agências de viagem emissivas que seguissem os protocolos do Minas Consciente, mesmo nos municípios que não aderiram ao plano. Além disso, pedimos para respeitarem os agendamentos de horário quando o atendimento on-line não fosse possível, manter o distanciamento e, claro, uso de máscara de álcool gel. Já para as agências de turismo receptivo, recomendamos a redução na ocupação dos ônibus e vans pela metade, além de trabalharem com grupos reduzidos nos roteiros, para não haver aglomeração. Distribuímos também o Guia do Viajante Consciente, com orientações para os turistas se manterem seguros e respeitarem as regras. Tem funcionado bem, e são medidas que vão permanecer para a segurança de todos”, exemplificou Brandão.

Já o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel-MG) e coordenador da Frente da Gastronomia Mineira (FGM), Ricardo Rodrigues, comentou sobre a necessidade de se reinventar diante dos desafios impostos pela pandemia. “Nosso segmento sofreu muito com esta crise, mas enxergamos na situação uma oportunidade de ressignificar o funcionamento dos estabelecimentos. Adotamos todos os protocolos possíveis para manter bares e restaurantes abertos com segurança, além de oferecer o serviço de entrega em casa e retirada no local, que foi o que salvou muitos empreendedores para não fechar as portas. Mas mesmo nos serviços de delivery e take away, que não envolvem tanto o contato físico como no atendimento presencial, também é necessário adotar medidas de segurança sanitária, como uso de máscaras, distanciamento máximo, uso de álcool gel e máscaras e higienização de embalagens e máquinas de cartão. Apesar da crise, sabemos que, com o cumprimento correto dos protocolos, vamos sair mais fortes desse cenário turbulento”, ressaltou Rodrigues.

O webinário foi mediado pela diretora de Regionalização e Descentralização das Políticas do Turismo da Secult, Priscila Martins, e contou com a participação do presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagem em Minas Gerais (Abav-MG), Alexandre Brandão; da diretora da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira em Minas Gerais (ABIH-MG), Pollyanna Mendes; do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel-MG) e coordenador da Frente da Gastronomia Mineira (FMG), Ricardo Rodrigues; da diretora executiva e produtora de eventos na Usina Eventos, Karla Delfim; da analista do Núcleo de Negócios Turísticos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio-MG), Milena Soares; da especialista em pesquisa gastronômica do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de Minas Gerais (Senac-MG), Vani Pedrosa; e da chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES), Luiza Hermeto.

A live foi acompanhada por mais de 200 pessoas e abordou assuntos como protocolos de segurança sanitária adotados pelas agências de viagens, bares e restaurantes; capacitações realizadas para qualificar os profissionais da cadeia produtiva do turismo; medidas de biossegurança elaboradas para a retomada do setor de eventos; possibilidades de inovação e adequação à realidade imposta pela pandemia e explicação sobre as diretrizes e protocolos do Plano Minas Consciente.

O webinário está disponível, na íntegra, AQUI.

Interessados podem inscrever projetos até 21/7 na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura da Secult

As inscrições para os editais “Produção de obra audiovisual de curta-metragem dos gêneros documentário e ficção”, “Produção de obra de audiovisual de curta-metragem do gênero animação – Minas dos Contos e Lendas” e “Cozinha Mineira” serão prorrogadas até o dia 21 de julho. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (10/7).

Interessados em participar dos editais podem fazer o cadastro e se inscrever na Plataforma Digital de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Todos os editais, documentos e anexos relacionados estão disponíveis para consulta neste link.

Com recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC), as publicações somam cerca R$ 3 milhões em premiações e contemplam projetos para a valorização cultural e o desenvolvimento socioeconômico no estado, além de exaltar a mineiridade, o patrimônio histórico material e imaterial e a paisagem cultural de Minas Gerais.

Faixa de Cinema exibe “Arte na Lona - Expedição Rio Verde”, do artista plástico Jonas Lemes, nesta sexta (11/6)

 Arte na Lona Expedição Rio Verde crédito Jonas Lemes 1
A Faixa de Cinema, da Rede Minas, exibe documentário que aborda as relações da arte com o meio ambiente e explora o papel social do artista com a natureza, nesta sexta (11/6). O longa “Arte na Lona - Expedição Rio Verde” retrata o trabalho de pintura realizado em lonas de caminhão recicladas pelo pintor mineiro Jonas Lemes. O filme mostra a jornada do artista ao percorrer o curso de um dos rios mais importantes do sul de Minas Gerais mostrando a situação das águas por meio da arte. A produção audiovisual foi idealizada e dirigida pelo próprio Jonas, durante dois anos, com apoio da Marca Produções. O documentário mostra o contraste entre as belas paisagens do curso do Rio Verde transformadas em obras de arte e as ações humanas danosas ao rio. O filme aborda, simultaneamente, questões ambientais e culturais e apresenta depoimentos de especialistas e simpatizantes da arte, do meio ambiente e do cotidiano da nascente à foz do rio. Sobre o artista
Jonas Lemes, que assina o documentário, nasceu em Cambuquira e desde criança gostava de traçar formas pelos muros da cidade, descobrindo figuras escondidas nas manchas de cada parede, desenvolvendo sua arte que, mais tarde, se tornou o seu trabalho. Nos anos dois mil se mudou para a cidade de São Lourenço, também em Minas Gerais, e passou a analisar diversas possibilidades para o uso de materiais que contribuíssem com o meio ambiente. Há cerca de dez anos desenvolveu a técnica sobre a lona de caminhão usada, transformando-a em arte de forma ecológica. O filme “Arte na Lona - Expedição Rio Verde" vai ao ar nesta sexta (11), às 23h, pela Rede Minas. O público também pode conferir a atração, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.
Como sintonizar:
A Rede Minas está no ar no canal 17 UHF ou 9.1 (HD) e 9.2 (SD); Net 20 e Net HD 520; Oi 09; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; além do site da emissora redeminas.tv e o aplicativo (redeminas.tv/aplicativoRedeMinas).

 

Imagem: Arte na Lona / Expedição Rio Verde (Jonas Lemes)

Novos integrantes assumem o mandado para o Biênio 2021/2022

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) divulgou, nesta sexta-feira (9/7), a relação dos Representantes da Sociedade Civil eleitos para o Conselho Estadual de Política Cultural (Consec), no Biênio 2021/2022. Os novos membros contribuem na definição das políticas públicas culturais do estado e podem, também, levar pautas, debates e solicitações para o plenário do órgão colegiado.

Assumem o mandato no Conselho representantes de diferentes áreas artístico-culturais, os seguintes titulares: no artesanato, Maria do Carmo Barbosa de Souza; pelo audiovisual e novas mídias, Aryanne Ribeiro; no Circo, Xisto José Pinto Costa; pelas culturas afro-brasileiras, Adriano Maximiano da Silva; pelas culturas indígenas, Darupü’üna Tikuna; nas Culturas Populares, Tradicionais e Folclóricas, Mariana Ramos Botelho Dutra.

Complementam a relação, pela Dança, Wenderson Godoi Santos; pelo Design, Antonio Carlos Pimenta Diniz; pelas Entidades de trabalhadores e entidades empresariais, Danilo Silva Batista; na Gastronomia, Daiany Soares Sarmento; na Literatura, Livro, Leitura e Biblioteca, Carola Maria Marques de Castro; pela Moda, Giovanna Penido Pinto Marques Paiva; e, nos Museus e Artes Visuais, Andressa Iza Gonçalves.

Finalizam a lista de titulares do Consec, na Música, Gilberto Porto de Mattos, no Patrimônio Material e Imaterial, Alanson Moreira Teixeira Gonçalves; pela Produção Cultural, José Ricardo Simões Silva; e pelo Teatro, Bruno Henrique Costa. A relação completa da votação, incluindo os membros suplentes eleitos para o Biênio 2021/2022, está disponível AQUI.

Votação recorde

O processo de eleição para novos membros da sociedade civil teve início em março de 2021, quando foi publicado o edital para seleção. Foram contabilizados votos de diferentes municípios do estado que ajudaram na eleição dos representantes, entre titulares e suplentes, no órgão colegiado.

Em votação recorde, o processo de escolha contabilizou 18.182 votos válidos, oriundos de diferentes municípios do estado, registrando um aumento de votos de 378,34%. Para se ter uma ideia, na eleição do biênio anterior (2019/2020), foram contabilizados 3.801 votos válidos.

Sobre o Consec

O Consec é órgão de caráter consultivo, propositivo, deliberativo e de assessoramento superior da Secult com a finalidade de acompanhar a política cultural do Estado e a sua implantação, nos termos da Lei nº 23.304, de 30 de maio de 2019. O Consec é composto por 34 membros titulares e seus respectivos suplentes, sendo 17 representantes do poder público e 17 representantes da sociedade civil.

João Guilherme Ripper crédito Ana Branco 1

A Filarmônica de Minas Gerais apresenta, nesta quinta-feira (10/6), a ópera “Cartas Portuguesas”, do compositor carioca João Guilherme Ripper, em forma de concerto cênico. A obra, de grande força dramática, narra a paixão da freira portuguesa Mariana Alcoforado por um oficial francês, no século XVII.

As cartas escritas pela religiosa ao seu amado, de dentro da clausura, dão origem ao libreto, também de autoria de Ripper. A montagem trazida a Belo Horizonte pela Filarmônica estreou em São Paulo e em Lisboa (Portugal), no ano passado. O papel principal é vivido pela soprano Camila Titinger; a regência é do maestro convidado Roberto Tibiriçá e a direção de cena é de Jorge Takla.

Participam também as sopranos Érica Muniz, Deborah Bulgarelli e Nívea Freitas. Na mesma noite, a Filarmônica interpretará também a “Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93” de Beethoven. A apresentação será no dia 10 de junho, às 20h30, na Sala Minas Gerais.

Por enquanto, a autorização para a retomada das atividades da Orquestra não prevê a presença de público na Sala Minas Gerais.
 
O concerto terá transmissão ao vivo para todo o público pelo canal da Filarmônica no YouTube.

Imagem: João Guilherme Ripper (Crédito: Ana Branco)

Em celebração aos seus 126 anos fundação, o Arquivo Público Mineiro (APM), equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), vai oferecer uma programação temática virtual sobre as fontes para a escrita de uma história da Cozinha Mineira.

A premissa é que comer, e cozinhar para comer, dois atos cotidianos, guardam um universo de práticas materiais, simbólicas e culturais que indicam não apenas as condições de sobrevivência dos grupos humanos, mas também o potencial criativo das sociedades. Nesse sentido, e tendo em vista a importância da cozinha mineira, tanto para a identidade quanto para as cadeias de economia da cultura e do turismo de Minas Gerais, o APM convida o público a conhecer melhor os documentos que guiam a história da alimentação e das práticas culinárias em Minas Gerais.

A programação inclui lives que serão exibidas pelo canal da Secult no Youtube. No dia 12/7, às 14h, a live de abertura das comemorações, “Fontes para a escrita de uma história da cozinha mineira”, vai promover discussões sobre a história da gastronomia mineira como foco nas fontes de escrita para esta história, abordando documentos como os de produção e taxação de impostos de gêneros alimentícios, os de abastecimento nas vilas coloniais e aqueles sobre a produção agrícola nos séculos 18, 19 e 20. O palestrante será José Newton Coelho Meneses, professor do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e organizador do livro “Nossa cozinha tem história” (Editora Scriptum, 2020).

Nos dias 13 e 15/7, das 14h às 16h, ocorre a oficina “Manuscritos na sala de aula: as possibilidades da Paleografia na Educação Básica”, atividade realizada em parceria com a Oficina de Paleografia da UFMG. Neste minicurso serão abordadas algumas noções iniciais de Paleografia e as possibilidades para a sua utilização em sala de aula, em diálogo com os conteúdos curriculares dos ensinos fundamental e médio. A oficina tem 135 vagas e a inscrição pode ser feita pelo formulário https://forms.gle/YthhkuyunqghfP9z7. Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

No dia 21/7, às 14h, acontece a palestra “O que comiam e não comiam os escravos?”, com Junia Ferreira Furtado, professora do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG. A pesquisadora analisa os hábitos alimentares em Minas Gerais, especialmente o dos escravos na mineração.

Sobre o Arquivo Público Mineiro
O APM é uma das instituições mais antigas do Estado de Minas Gerais, tendo sido criado em 11 de julho de 1895 pela Lei Estadual nº 126. Inicialmente, funcionou na cidade de Ouro Preto até a transferência para Belo Horizonte, em 1901, onde ocupou diversas sedes na cidade. Desde 1938, o APM está sediado no casarão situado na Avenida João Pinheiro, ao lado do Museu Mineiro, e compõe o Circuito Liberdade.

O APM é uma Diretoria da Superintendência de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secult e é responsável pela gestão de documentos do Poder Executivo estadual, além do recolhimento, guarda, preservação e democratização do acesso aos documentos públicos estaduais e privados de interesse público e social. Seu acervo é composto por milhares de documentos que cobrem mais de três séculos da história de Minas Gerais em diversos formatos, tais como manuscritos, impressos, encadernados fotografias, filmes e documentos digitais.

 

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Foto: Acervo APM

Em celebração ao Dia Internacional dos Arquivos, data instituída pelo Conselho Internacional de Arquivos e comemorada em 9 de junho, o Arquivo Público Mineiro (APM) participa da 5ª Semana Nacional de Arquivos com a oferta de atividades temáticas e virtuais. A programação do APM será realizada pelo canal do Youtube da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) e tem início na segunda-feira (7/6), com ações que se estendem até a sexta-feira (11/6). Todas as atividades são gratuitas.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, destaca que a participação do APM em mais uma edição da Semana Nacional de Arquivos confirma o importante trabalho que a instituição tem realizado ao longo de mais de um século para a preservação da memória documental do estado.

“Com 125 anos, o Arquivo Público Mineiro é uma de nossas instituições mais antigas e tem papel fundamental na conservação da história de Minas Gerais por meio de diversos documentos. A programação proposta para a Semana Nacional de Arquivos é um estímulo ainda maior para que os debates sobre democratização de acervos documentais sejam intensificados. E é por meio dessas ações que podemos fortalecer a atuação do Arquivo Público Mineiro e consolidar as políticas públicas destinadas aos arquivos do estado”, diz o secretário.

Para a Diretora do Arquivo Público Mineiro, Luciane Andrade Resende, “a Semana Nacional de Arquivos é uma oportunidade dos cidadãos terem contato com a multiplicidade de atividades desenvolvidas dentro de uma instituição arquivística, que vão desde a normatização do arquivamento dos documentos públicos até a conversão destes documentos em patrimônio de acesso ao público”, pontua.

Reflexões
A programação da Semana Nacional de Arquivos terá início na segunda-feira (7/5), às 14h, com a live “10 anos da Política Estadual de Arquivos de Minas Gerais”. A live contará com a presença de representantes do APM, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), com o objetivo de avaliar os avanços obtidos a partir da promulgação da Lei Estadual 19.420/2011 e os novos desafios trazidos pela última década para o cumprimento da Lei.

Na quarta-feira (9/6), às 15h, acontecerá a live “10 anos da Lei de Acesso à Informação”, com a participação da superintendente Central de Transparência da Controladoria Geral do Estado (CGE/MG), Soraia Ferreira Quirino Dias. A atividade propõe uma reflexão entre a Lei de Acesso à Informação e as atividades de arquivo, tendo como questões centrais a construção de culturas de transparência pública, a gestão da informação arquivística e os desafios da transparência e do sigilo nos documentos eletrônicos.

O APM oferecerá ainda um minicurso de Noções de Conservação de Documentos, voltado para a capacitação de profissionais que trabalham diretamente com acervos arquivísticos. O minicurso será voltado para a apresentação de técnicas e princípios básicos de conservação preventiva e acontecerá na quinta e na sexta-feira (10/5 e 11/5), das 14h às 17h. Haverá emissão de certificado e as inscrições podem ser feitas neste link.

Semana Nacional de Arquivos
A Semana Nacional de Arquivos é uma iniciativa do Arquivo Nacional e da Fundação Casa de Rui Barbosa, ocorrendo anualmente. Em 2021, “Empoderando Arquivos” é o tema da quinta edição e, segundo o Conselho Internacional de Arquivos, a proposta consiste em refletir sobre como os arquivos, por meio do acesso à informação, atuam no fortalecimento da responsabilidade e da transparência governamental, visando monitorar o trabalho feito pelos governos e garantir que os cidadãos possam proteger seus direitos.

Além disso, aborda o trabalho em rede, a colaboração e o apoio de outras áreas que ajudam a capacitar os arquivos e seus profissionais para o alcance de suas metas e objetivos, ao mesmo tempo em que possibilitam que outros setores e o público em geral compreendam melhor o trabalho desenvolvido, tratando ainda dos desafios da teoria e da prática arquivística atual em favor de que ela seja mais diversa e inclusiva diante de diferentes vozes e histórias.

 

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Para relembrar o centenário de morte de Alphonsus de Guimaraens, o Museu Casa de Alphonus de Guimaraens promove a mesa redonda “Alphonsus de Guimaraens – 100 anos de morte”. O evento, que acontece na quinta-feira (15/7), será transmitido pelo canal do Youtube do Museu, a partir das 19h. O evento vai contar com a presença de por Rogério Faria Tavares, Francine Fernandes Weiss Ricieri, Eduardo Veras e Afonso Henriques Neto.  Mediação é de Ana Cláudia Rôla, coordenadora do espaço.

Rogério Faria Tavares irá proferir a palestra “Alphonsus de Guimaraens visto pelos membros da Academia Mineira de Letras”; Francine Fernandes Weiss Ricieri irá proferir a palestra “Em qual(is) companhia(s) o poeta se escreve? A poesia como diálogo e amizade, em Alphonsus de Guimaraens”; Eduardo Veras irá proferir a palestra “Alphonsus de Guimaraens e as catedrais”; e Afonso Henriques Neto irá proferir a palestra “Constança, a musa de Alphonsus de Guimaraens”.

Sobre os participantes
Rogério Tavares Faria é  graduado em Direito e em Comunicação Social. Mestre em Direito Internacional, possui o Diploma de Estudos Avançados em Direito Internacional e em Relações Internacionais pela Universidade Autônoma de Madri. Doutor em Letras. Foi secretário adjunto de Comunicação da Prefeitura de Belo Horizonte; Supervisor de Relações Públicas da Fiat Chrysler para a América Latina e presidente do BDMG Cultural. Exerce seu segundo mandato como presidente da Academia Mineira de Letras. É membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Instituto dos Advogados Brasileiros e do Pen Clube do Brasil. Tem sete livros publicados, entre os quais: "A noite dos mascarados", "Contribuições para a história do Instituto dos Advogados de Minas Gerais", "Contribuições para a História do Instituto dos Advogados Brasileiros", "Contribuições para a História do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro" e "20 contos sobre a pandemia de 2020” (organizador).

Francine Fernandes Weiss Ricieri é docente da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-Guarulhos). Doutora pela UNICAMP em Literatura Brasileira e mestre pela UNESP em Teoria Literária e Literatura Comparada. Organizou e apresentou a “Antologia da Poesia Simbolista e Decadente Brasileira” (Lazúli/ Companhia Editora Nacional). Com Marcia Lígia Guidin e Lúcia Granja, preparou a coletânea de ensaios “Machado de Assis: ensaios da crítica contemporânea” (Editora da UNESP). Autora de “Imagens do poético em Alphonsus de Guimaraens” (Editora da UNICAMP/ EDUSP).

Eduardo Veras é professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Doutor em Literatura Comparada pela UFMG, cursou estágios pós-doutorado na Sorbonne Université e na UNICAMP. É autor de “O oratório poético de Alphonsus de Guimaraens: uma leitura do Setenário das Dores de Nossa Senhora” (Relicário, 2016), “Baudelaire e os limites da poesia” (Corsário-Satã, 2021) e do livro de poemas “Deserto azul” (Penalux, 2018).

Afonso Henriques Neto é poeta, ficcionista, tradutor e professor da Universidade Federal Fluminense. É autor de “Restos & estrelas & fraturas”, “Tudo nenhum”, “Abismo com violinos”, “Eles devem ter visto o caos”, ”Cidade vertigem”, “Uma cerveja no dilúvio” e “Cantar de labirinto”, entre outros livros de poesia. Publicou o livro de contos “Relatos nas ruas de fúria” e o romance “Os odiados do sol”. Publicou ainda o volume de traduções poéticas “Fogo alto” (Catulo, Villon, Blake, Rimbaud, Huidobro, Lorca e Ginsberg), a “Poesia Completa de Alphonsus de Guimaraens”, edição comemorativa do sesquicentenário do poeta, organizador e tradutor do livro “Antologia poética de Arthur Rimbaud”.

Alphonsus de Guimaraens
Alphonsus de Guimaraens nasceu em 24 de julho de 1870 em Ouro Preto, então capital de Minas Gerais, onde passou toda a infância e adolescência. Entre os anos de 1895 e 1906, o poeta viveu em Conceição do Serro (hoje Conceição do Mato Dentro), cidade onde exerceu o cargo de promotor de justiça e de juiz substituto. Ali nasceu o livro “Setenário das Dores de Nossa Senhora” e numerosos poemas que seriam incluídos no livro “Pastoral aos Crentes do Amor e da Morte”, publicado postumamente em 1923.

Em 1906, Alphonsus de Guimaraens mudou-se com a família para Mariana. O poeta viveu na cidade por quinze anos, tendo nascido ali oito de seus quinze filhos. Seu falecimento se deu em Mariana em 15 de julho de 1921. Alphonsus ficou conhecido pela população de Mariana como “Doutor Poeta” e recebeu dos estudiosos da literatura a alcunha de “o solitário de Mariana”.

Serviço:
Mesa Redonda “Alphonsus de Guimaraens – 100 anos de morte”
Convidados:
Rogério Faria Tavares, Francine Fernandes Weiss Ricieri, Eduardo Veras e Afonso Henriques Neto
Data: 15 de julho de 2021
Horário: 19h
Local: Canal do Youtube do Museu Casa Alphonsus de Guimaraens

 

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Lista foi elaborada pela agência espanhola Civitati e confirma o potencial da história e do patrimônio de Minas Gerais como atrativo turístico

SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MATOSINHOS CONGONHAS Crédito Acervo Setur MG Xará

Quatro das 10 igrejas mais bonitas do Brasil estão situadas em Minas Gerais. A afirmação é da agência espanhola Civitatis, que listou diferentes construções dos mais variados estilos arquitetônicos espalhadas pelo país. Com isso, Minas Gerais é o estado que mais aparece na lista e confirma-se, mais uma vez, o potencial de seu legado histórico e de seu patrimônio cultural como atrativos turísticos que chamam a atenção do mundo todo.

No rol elaborado pela agência, a Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto; a Basílica do Bom Senhor Jesus de Matosinhos, em Congonhas; a Igreja São Francisco de Assis, em Belo Horizonte, e a Igreja Nossa Senhora do Ó, em Sabará, ocupam os 2º, 3º, 8º e 9º lugares no ranking, respectivamente. Confira a lista completa AQUI.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto, é considerada um exemplo perfeito do barroco mineiro. Tanto pela representação do recurso cênico, uma característica marcante na arte desse período, quanto pela importância dada à riqueza como prova de devoção, uma característica da sociedade da época: são cerca de 400 quilos de ouro cobrindo seus ornamentos, o que dá ao seu interior um admirável brilho dourado. Um deslumbramento intensificado ainda mais pelo primoroso trabalho da carpintaria de Antônio Francisco Pombal, o tio de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. A imagem da Virgem do Pilar, rodeada por vários anjos e querubins, reina no alto da capela-mor, e eles não estão sozinhos: no teto, o forro da nave, de estilo rococó, exibe quinze painéis que ilustram passagens do Antigo Testamento e fazem um fascinante convite à meditação.

Também reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Mundial, a Basílica do Bom Senhor Jesus de Matosinhos, em Congonhas, é considerada uma das obras-primas do barroco mundial. O trabalho entregue em 1805 é formado por 12 esculturas dos profetas em pedra sabão, seis capelas que representam os passos da Paixão de Cristo, compostas por 66 esculturas em madeira, além da Igreja do Bom Jesus em estilo rococó. Assinam os grandes artistas do período colonial: Antônio Francisco Lisboa e Manoel da Costa Athaíde.

A Igreja São Francisco de Assis, em Belo Horizonte, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi considerada uma grande inovação arquitetônica. Seu interior abriga a Via-Sacra, composta por 14 painéis de Cândido Portinari. Os jardins são assinados por Burle Marx e os baixos-relevos em bronze foram esculpidos por Alfredo Ceschiatti. Além de ser uma das imagens mais representativas da religiosidade do povo mineiro, a Igrejinha da Pampulha, como é chamada, é também um dos mais conhecidos “cartões postais” de Belo Horizonte, uma obra-prima do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que recentemente também recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Última da lista, porém não menos importante, é a Igreja de Nossa Senhora do Ó, em Sabará: Um marco do barroco mineiro, é também cartão postal da cidade e mundialmente conhecida. Foi construída em 1717, em louvor a Nossa Senhora da Expectação do Parto, e seu nome vem da festa que era comemorada na semana que antecede o Natal, com cânticos das ladainhas, repetindo a cada dia as sete antífonas, sempre precedidas por um "Oh". Com isso, a Virgem e a Igreja passaram a ser conhecidas popularmente como Nossa Senhora do Ó. É representativa da primeira fase do barroco mineiro e um atrativos turísticos mais visitados em Sabará.

Conheça também os 4 bens tombados como Patrimônio Cultural da Humanidade em Minas Gerais.

Foto: Basília Bom Jesus do Matosinhos, em Congonhas (Xará/Acervo Secult)

Na quarta-feira (14), às 19h, o Museu Casa Guignard promove mais uma edição do “Museu Convida”, programa de lives que traz sempre uma série de discussões sobre a obra e o universo artístico de Alberto da Veiga Guignard, um dos maiores nomes da pintura modernista brasileira. Nesta edição a convidada é a artista plástica e escritora Marta Neves. O bate-papo terá como tema a dissertação de mestrado da artista, cujo tema são os Cartões de Guignard para Amalita. A mediação fica por conta de Wanalyse Emery, coordenadora do Museu Casa Guignard. O encontro virtual será transmitido pelo Instagram do Museu Casa Guignard (@museucasaguignard).

Marta Neves vive e trabalha em Belo Horizonte/ MG como artista plástica e escritora. É graduada em Cinema de Animação e mestre em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais, tendo como tema de sua pesquisa de mestrado os desenhos e cartões produzidos por Guignard e endereçados a sua amada Amalita Fontenelle.

Alberto da Veiga Guignard
Alberto da Veiga Guignard nasceu em Nova Friburgo, RJ, em 1896 e faleceu em Belo Horizonte, em 1962. O artista estudou na Europa e, na década de 1930, atuou intensamente no Rio de Janeiro. Em 1944, convidado pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, criou a Escola Guignard, pertencente ao Governo do Estado.

Guignard foi responsável por mudar as perspectivas da criação artística em Minas Gerais. É considerado um dos maiores pintores e desenhistas brasileiros do século XX. Encantado pela paisagem das cidades históricas de Minas, especialmente Ouro Preto, mitificou o tema em uma série de pinturas e desenhos que o projetou nacional e internacionalmente.

Serviço:
Live “Museu Guignard Convida” Marta Neves
Tema: Cartões de Guignard para Amalita
Data: 14 de julho de 2021
Horário: 19h
Local: Instagram do Museu Casa Guignard

 

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CATAS ALTAS Santuario do Caraça Foto Acervo Setur MG Assessoria de Comunicao 12

Minas Gerais circulou, mais uma vez, em rede nacional de televisão, e o resultado foi uma busca intensa pelos destinos mostrados: depois da exibição de “Caminhos do Imperador” e Viagem de Sabores”, dois episódios do Globo Repórter (TV Globo) que mostraram as histórias, paisagens e peculiaridades da região do Caraça, a procura por lugares abordados no contexto aumentou de forma significativa no Portal Minas Gerais, site com informações oficiais sobre o turismo em Minas Gerais e coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

No ranking de destinos mais acessados de maio de 2021, o município de Santa Bárbara subiu da 17ª para a 3ª posição, e o de Catas Altas pulou da 145ª para a 15ª posição. Ambos são compreendidos pelo Parque Natural do Caraça, que foi o atrativo mais acessado no site também em maio de 2021, com mais de mil cliques.

“É muito importante fortalecer a imagem de Minas Gerais com esse tipo de mídia, porque mostra-se como temos história, cultura, atrativos e destinos turísticos fortalecidos no estado. Lançamos há pouco tempo o programa Reviva Turismo porque sabemos que a retomada gradual e segura das atividades turísticas é uma das alavancas para a recuperação socioeconômica do estado.  Por isso, esse aumento da procura por destinos mineiros reforça nossa confiança no poder que o turismo tem. Foram muitos comentários positivos a respeito do que foi veiculado e isso mostra que Minas Gerais tem tudo para ser um dos principais atrativos turístico do país neste cenário de retorno consciente das atividades”, afirmou a subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa.

Brasil Visto de Cima

Outro impacto positivo de se retratar Minas Gerais em rede nacional veio da veiculação da temporada exclusiva do Brasil Visto de Cima com episódios sobre o estado. A temporada foi veiculada no canal Mais na Tela entre 12 e 30 de abril de 2021 e, logo nos primeiros dias de exibição, foi registrado aumento no fluxo do portal Minas Gerais: em 2021, abril foi o mês que mais registrou acessos aos conteúdos do site, com crescimento de 30% em relação a março.

Ao todo, foram 126 mil cliques, sendo a página Minas 360º a mais acessada. Em seguida vem a publicação sobre o “Brasil Visto de Cima – Especial Minas Gerais”, os posts do blog “Gosto de Minas”, do “Relatos Incríveis” e da seção “O que Fazer”. O Google foi a principal origem dos cliques do mês de abril e o portal soma, em 2021, mais de 467 mil acessos.

Portal Minas Gerais

O site www.minasgerais.com.br é o canal oficial de informações turísticas de Minas Gerais. Com divulgação gratuita de destinos, roteiros, atrativos turísticos e eventos, o portal é uma plataforma colaborativa à qual têm acesso os municípios que fazem parte da Política de Regionalização do Turismo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

Em sua nova versão, o site oferece acesso em Libras, fácil visualização em smarpthones ou tablets e mais interatividade com os usuários, para que consigam visualizar de forma simples e intuitiva as informações que são de seu interesse ou que tenham a ver com o perfil de viagem, passeio ou roteiro buscado.

Atualmente, há cerca de 49 mil itens cadastrados no portal, inclusive roteiros turísticos operados pelas 85 empresas habilitadas em 2021 no programa Minas Recebe, coordenado pela Secult.

 

Foto: Santuário do Caraça (Acervo Secult)

Documento reúne principais indicadores do setor

Está disponível no site do Observatório do Turismo em Minas Gerais (OTMG) o Anuário Estatístico 2020, que reúne os principais indicadores do setor no estado no referido ano. A quinta edição do relatório, elaborado por equipe da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), que coordena a entidade de pesquisas, é feito, também, a partir de uma análise da série histórica do turismo nos últimos cinco anos.

Um dos destaques do Anuário é o panorama geral sobre os impactos da pandemia de Covid-19 na atividade turística de Minas Gerais, com a criação do sistema de monitoramento criado pelo OTMG: relatórios “Panoramas e Tendências para o Turismo em Minas Gerais Pós Covid-19”, Painel Interativo de Monitoramento da Retomada, Boletins Covid-19, Sondagens Empresariais e Documentos Orientadores.

Além de dar visibilidade aos dados sobre a adesão, em Minas Gerais, ao selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo – foram 2.248 selos emitidos em 2020 – e ao crescimento do número de registros regulares no Cadastur – as solicitações aumentaram em 23% em relação a 2019 – o documento traz o acompanhamento de indicadores fundamentais para mensurar o impacto da pandemia de Covid-19 no setor. O principal e mais marcante deles é a queda do faturamento no turismo: em 2020, entre março e dezembro, estima-se que Minas Gerais tenha perdido R$ 21,65 bilhões, sendo o terceiro estado com maior perda do país.

A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, explica que o Anuário demonstra que o turismo foi um dos setores mais prejudicados pela crise causada pela pandemia de Covid-19 em Minas Gerais e no Brasil. “Por isso o nosso compromisso e empenho com o Programa Reviva Turismo é tão grande. Sabemos que o turismo foi um dos mais prejudicados mas também temos plena consciência de que é um setor que promove desenvolvimento social e econômico e é uma das principais alavancas para a recuperação do estado como um todo”, diz.

Segundo Milena, o Reviva Turismo, com seus quatro eixos de atuação que são importantes para nortear e consolidar políticas públicas, tem a meta de gerar 100 mil empregos até 2022 e colocar Minas Gerais entre os principais destinos turísticos do Brasil. “Já temos muitas ações em andamento, como o Gerais + Minas, que é uma série de produções audiovisuais no interior do estado para promover e dar mais visibilidade à nossa mineiridade; o selo Evento Seguro, que já tem bastante adesão de empresas e produtores de eventos; as capacitações virtuais disponíveis no canal da Secult no Youtube; o início das operações da Viação Itapemirim no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte para conectar o terminal a diversos destinos turísticos mineiros e a revisão da Política de Regionalização do Turismo de Minas Gerais e do programa Minas Recebe. Teremos, em breve, o anúncio de outras iniciativas importantes para resgatar a atividade turística em Minas Gerais e caminhar, junto com o avanço da vacinação no estado, para o retorno gradual, seguro e eficiente do turismo em Minas Gerais”, ressalta a subsecretária de Turismo da Secult.

Números
O fluxo turístico em Minas Gerais, em 2020, foi de 17,6 milhões de turistas, o que representa uma queda de 42% em relação ao ano anterior, que registrou 30,4 milhões de visitantes. Já a receita turística estimada foi de R$ 12,4 bilhões, valor 40% menor do que foi apontado em 2019.

O número total de embarques e desembarques nos aeroportos mineiros em 2020 também apresentou queda: o fluxo de passageiros foi de aproximadamente 5,4 milhões, o que representa uma baixa de 58% em relação a 2019. Na rodoviária de Belo Horizonte, o fluxo de passageiros teve queda semelhante: o registro de 3,9 milhões de pessoas em 2020 é 54% menor do que 2019.

Já a taxa de ocupação hoteleira em Belo Horizonte em 2020 foi de 32,77%, 19 pontos percentuais abaixo da média vista nos anos de referência, que é de 51,7% de 2016 a 2019. O Anuário aponta quedas também para o número de estabelecimentos e empregos no setor de turismo, receita e volume das atividades turísticas e visitação em parques e monumentos naturais.

Confira AQUI o Anuário Estatístico 2020.

 

 

 

Os jornalistas João Paulo Cunha e Gabriela Moulin são os convidados da atração

Noturno Fora do Normal 2 20 anos do Prêmio BDMG Instrumental divulgação Rede Minas

O prêmio BDMG Instrumental completa 20 anos. A ação pioneira de valorização dos compositores, arranjadores e instrumentistas mineiros é considerada, hoje, uma das principais premiações à música instrumental no Brasil. A série Fora do Normal, da Rede Minas, celebra a data com convidados. O pianista e apresentador do programa Noturno, Túlio Mourão, recebe a jornalista e diretora do Instituto BDMG Cultural, Gabriela Moulin, e o escritor, jornalista e ex-diretor do BDMG Cultural, João Paulo Cunha. A série Fora do Normal vai ao ar nesta quarta (02), às 20h30, pela Rede Minas. O público também pode conferir a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv. Fora do Normal
A série Fora do Normal, da Rede Minas, vai ao ar às quartas-feiras. A cada semana, o apresentador de um dos programas de música da Rede Minas recebe artistas e personalidades para um bate-papo descontraído. Nesta quarta, é a vez de Túlio Mourão, que comanda o “Noturno”. Como sintonizar:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

 

Imagem: Reprodução Rede MInas

Evento virtual vai contar com palestra de Ana Maria da Costa Souza e será transmitido na terça-feira (13/7)

Em julho, o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais (SEBP-MG) recebe a coordenadora-geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e do Comitê Organizador do Ano Ibero-Americano das Bibliotecas, Ana Maria da Costa Souza, para uma palestra especial em mais uma edição do Diálogos com o SEBP-MG, que será realizado na terça-feira (13/7), a partir das 9h, com transmissão gratuita em plataforma de videoconferência.

Com o tema “Ano Ibero-Americano das Bibliotecas”, a palestra de Ana Maria da Costa Souza vai abordar a importância das bibliotecas nas suas comunidades e o seu papel no desenvolvimento de seus países. O encontro também tem o objetivo de situar as bibliotecas públicas e comunitárias que integram o SEBP-MG no contexto ibero-americano. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas por meio de preenchimento de formulário on-line, disponível AQUI.

As vagas são limitadas, e interessados/as em participar do evento podem se inscrever até as 12h de segunda-feira (12/7). O convite para participação será enviado no dia anterior à atividade. Caso o link não seja enviado para o e-mail informado durante a inscrição, é necessário entrar em contato com o Sistema Estadual pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Sobre a convidada
Ana Maria da Costa Souza trabalha na área cultural envolvendo livro, literatura e bibliotecas há mais de 30 anos. Entre as muitas funções que ocupou, foi gerente de divulgação da literatura brasileira no exterior, professora universitária, coordenou a seção do Distrito Federal do Programa Nacional de Incentivo à Leitura e trabalhou em pesquisa de serviços inovadores de bibliotecas como chefe de projetos especiais na Biblioteca Demonstrativa do Brasil por 20 anos.

Foi para a Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas do Brasil em 2017 para acompanhar as ações do Brasil no Iberbibliotecas; em 2018, assume como Coordenadora-Geral. Em abril de 2019, no Conselho Intergovernamental realizado em Quito, Equador, toma posse como Presidente do Programa Iberbibliotecas para o biênio 2019-2021.

Como parte das atribuições de Presidente do Iberbibliotecas, coordena o Comitê Organizador do Ano Ibero-Americano das Bibliotecas, a ser celebrado ao longo de 2021. Integra o Grupo de Trabalho sobre Bibliotecas Públicas do Conselho Federal de Biblioteconomia.

 

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Concerto da série “Fora de Série” será transmitido, direto da Sala Minas Gerais, pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão. A presença do público ainda não está autorizada

Ao longo do século XIX, as orquestras foram crescendo em importância e tamanho, com a adição de novos instrumentos e a crescente qualificação dos músicos. No concerto da série “Fora de Série”, do dia 5 de junho, às 18h, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica apresenta a primeira parte da história da Orquestra Romântica e nos ajuda a compreender como isso aconteceu e as situações que foram tornando a orquestra um instrumento virtuoso. No programa, cinco importantes obras deste período: o Franco-atirador: Abertura, de Weber; Abertura, Scherzo e Final, op. 52, de Schumann; Abertura Trágica, op. 81, de Brahms; Valsa Mefisto nº 1, de Liszt, e Abertura Carnaval, op. 92, de Dvorák. A condução da Orquestra será do regente assistente José Soares.

Este concerto terá transmissão ao vivo aberta a todo o público pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão, sem a presença de público no espaço, até que haja autorização das autoridades sanitárias.

Na Temporada 2021, a série Fora de Série conta a história do desenvolvimento das orquestras ao longo do tempo, em 9 concertos que abordam: Orquestra barroca, Orquestra pré-clássica, Orquestra clássica, Orquestra romântica I, II e III, Orquestra Moderna I e II e a Orquestra contemporânea.

Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Aliança Energia e Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Rede Minas. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

José Soares, regente assistente
Natural de São Paulo, José Soares é Regente Assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2020. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Cláudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Atualmente cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.

Repertório
Carl Maria von Weber (Eutin, Alemanha, 1786 – Londres, Inglaterra, 1826) e a obra O Franco-atirador: Abertura (1817/1821)
Em O Franco-atirador (1821), seu maior sucesso, Carl Maria von Weber retratou a natureza, revelando os mistérios de uma floresta fantástica, sombria, impregnada dos temores supersticiosos da mitologia germânica. Fiel à tradição vienense de Haydn e Mozart, Weber foi um romântico que encontrou no classicismo a melhor forma para se expressar. Com uma orquestra pouco maior que a de Mozart e sempre mantendo um admirável equilíbrio sonoro, o compositor criou efeitos fascinantes, cujo grande poder sugestivo leva o ouvinte ao mundo encantado de suas histórias. Para a criação de O Franco-atirador, Weber usou um libreto do poeta Friedrich Kind, inteiramente inspirado em lendas populares. A ação se passa na Alemanha, logo após a Guerra dos Trinta Anos. A história de amor do caçador Max por Ágata (filha do chefe Cuno) envolve uma competição de tiro entre os guardas florestais, balas de prata, encantamentos, o caçador-fantasma Samiel (o diabo da mitologia germânica) e pactos tramados na assustadora Caverna dos Lobos. Na Abertura, o compositor usa melodias inteiras da própria ópera, tecendo-as como movimento sinfônico de grande unidade.

Robert Schumann (Zwickau, Alemanha, 1810 – Endenich, Bona, Alemanha, 1856) e a obra Abertura, Scherzo e Final, op. 52 (1841, revisão 1845)
Inicialmente concebida como uma abertura de concerto, Schumann começou a trabalhar em uma nova obra no dia 12 de abril de 1841, concluindo o esboço no dia seguinte. Logo depois esboçou ainda um Scherzo e um Finale. Em maio, os três movimentos foram reunidos em uma só obra. A obra foi estreada a 6 de dezembro. Com exceção da Abertura, ela não agradou ao público, que considerou o Final obscuro e sem colorido. Em outubro de 1845 a composição foi retrabalhada a partir de sugestões de amigos, críticos, editores e mesmo comentários do público. É estreada em Dresden na nova forma, em caráter experimental, em dezembro de 1845; e, oficialmente, em Leipzig, a 1º de janeiro de 1846. O resultado é uma obra que traz a grandeza da sinfonia romântica combinada à leveza da suíte orquestral.

Johannes Brahms (Hamburgo, Alemanha, 1833 – Viena, Áustria, 1897) e a obra Abertura Trágica, op. 81 (1880)
Ao examinar a lista de composições de Brahms, um fato curioso salta aos olhos: sua predileção por compor pares de obras do mesmo gênero. Ainda mais curioso é o fato de que estes pares geralmente se caracterizam por obras com humor contrastante: enquanto uma é impetuosa, exuberante e cheia de vida, sua congênere costuma ser misteriosa, introspectiva, e até mesmo melancólica. A Abertura Trágica, op. 81 tem também seu par: a Abertura Festival Acadêmico, op. 80, escrita em agradecimento ao título de Doutor Honoris Causa recebido da Faculdade de Filosofia da Universidade da Breslávia, em que o autor tratou com certa grandiloquência leves canções estudantis. De caráter diametralmente oposto é a Abertura Trágica, obra intensa, dramática e, em alguns momentos, cheia de melancolia.

Franz Liszt (Raiding, Hungria, atual Áustria, 1811 – Bayreuth, Alemanha, 1886) e a obra Valsa Mefisto nº 1 (1857/1861)
Liszt compôs suas quatro Valsas Mefisto entre 1859 e 1885. Na base delas está Fausto, trama literária que se incorporou de pronto ao imaginário romântico, de Schubert a Liszt. Na primeira delas, a cena Fausto e Mefistófeles chegam a uma estalagem onde se festeja um casamento. Induzindo Fausto a tomar parte na festa e achando que o violinista tocava sem muito entusiasmo, Mefistófeles arrebata dele o instrumento e dá à dança um ritmo delirante. Sentindo-se remoçado, Fausto toma nos braços uma aldeã com quem dança loucamente horas a fio, afastando-se depois, com ela, em direção à floresta, enquanto se ouve o canto de um rouxinol. Era expectativa de Liszt que a Procissão Noturna e a Valsa Mefisto fossem publicadas juntas, mas isso não aconteceu. Assim, a primeira peça caiu em relativo esquecimento e a Valsa passou a ser frequentemente executada como peça isolada. Estreada em 1861 pela Orquestra da Corte de Weimar, sob a batuta do próprio Liszt, a primeira Valsa Mefisto, junto com seu par, constituem um belo exemplo musical desses contrastes tão humanos que o mito do Fausto representa.

Antonín Dvorák (Nelahozeves, República Tcheca, 1841 – Praga, República Tcheca,1904) e a obra Abertura Carnaval, op. 92 (1891)
Antonín Dvorák começou a compor nos seus anos de estudante, em Praga. Suas composições, contrariando a germanização da cultura local, eram salpicadas com um certo tempero local. A música folclórica da Boêmia e da Morávia, que Dvorák aprendera cedo com o pai, seria sua fonte de inspiração ao longo de toda a vida. A Abertura Carnaval, esta obra exuberante e alegre, cheia de energia e vitalidade, é repleta de influências folclóricas e ritmos de danças tchecas. Como em muitas de suas obras, Dvorák evitou utilizar elementos retirados diretamente da música folclórica. Preferiu compor melodias e ritmos inspirados no folclore e integrá-los à ideia tradicional da abertura italiana. Segunda de três aberturas que Dvorák compôs nos anos 1891 e 1892, a Abertura Carnaval foi estreada em Praga, no dia 20 de abril de 1892, sob a regência do próprio compositor.

PROGRAMA
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Série Fora de Série – A orquestra romântica I
5 de junho – 18h
Sala Minas Gerais

 

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Imagem: Bruna Brandão

 

Evento on-line celebra a vida e obra de Guimarães Rosa

Apreciadores da obra de João Guimarães Rosa e interessados em revisitá-la ou aprender mais sobre ela poderão acompanhar, de 12 a 17 de julho, de qualquer lugar do Brasil e do mundo, os eventos, debates e encontros em homenagem ao escritor promovidos on-line. Serão seis dias de imersão no universo da palavra, pois o mote da Semana é o livro póstumo Ave, palavra, bem como tudo o que a expressão verbal significa para esse autor: humanidade, transcendência, poesia.

Em sua 33ª edição, a Semana Rosiana é uma realização do Museu Casa Guimarães Rosa, equipamento cultural da Diretoria de Museus da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), ao lado da Academia Cordisburguense de Letras Guimarães Rosa.

A abertura da 33ª Semana Rosiana será feita com uma live no dia 12/7, às 19h, no canal do Youtube do Museu Casa Guimarães Rosa. O evento contará com as participações de Alexandre Milagres, diretor de Museus e superintendente interino de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secult; Sandra Regina Goulart Almeida, reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Mário Soares, artista plástico autor da exposição "Memórias de Minas Gerais"; Raimundo Alves de Jesus, presidente da Academia Cordisburguense de Letras Guimarães Rosa; e Ronaldo Alves, coordenador do Museu Casa Guimarães Rosa. A palestra de abertura será proferida pelo professor Luiz Cláudio Vieira de Oliveira e o tema será “A Poética e Experimentação em Ave, Palavra”. Oliveira é mestre em Literatura Brasileira, doutor em Literatura Comparada pela UFMG e membro efetivo da Academia Cordisburguense de Letras Guimarães Rosa.

A programação conta ainda com palestras, oficina, exposições virtais, podcasts temáticos, lançamento de livro, peça teatral e narração de histórias. Confira: 

Trajetória

O evento celebra a vida e obra do filho ilustre da cidade de Cordisburgo. Nascido em 27 de junho de 1908, Rosa posteriormente ganhou o mundo, formando-se em medicina em Belo Horizonte e depois ingressando na diplomacia, em 1934. De 1938 a 1942 serviu como cônsul em Hamburgo, onde vivenciou os horrores da II Guerra Mundial. Esteve também na França e na Itália, mas, como atesta seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, a pequena e pacata cidade natal (e tudo o que ela representa) nunca deixou sua mente e seu coração, razão por que esteve sempre presente em sua obra. O discurso, proferido em 16 de novembro de 1967, três dias apenas antes de sua morte, começa e termina com a palavra Cordisburgo.

Dez anos depois da estreia com Sagarana, Rosa lançou em 1956 os volumes Corpo de Baile (novelas) e Grande sertão: veredas (romance), que definitivamente o consagraram. A saga de Riobaldo e dos bandos de jagunços com quem ele conviveu, a amizade com Diadorim, a dúvida quanto a existência do diabo, são aspectos do livro que provocam grandes questões metafisicas e existenciais nos leitores de diferentes gerações.

Em 1962, o autor brindou os leitores com os contos de Primeiras estórias e, em 1967, com as narrativas curtíssimas de Tutameia. Em 1969 e 1970, vieram à luz, respectivamente, os póstumos Estas Estórias (novelas) e Ave, palavra, livro celebrado na Semana Rosiana e que consiste na compilação de trinta e sete textos publicados em vinte anos de colaboração esporádica na imprensa. A saudação entusiástica à palavra, indicada no título (escolhido pelo autor) se revela na inclusão de textos que vão de aforismos, meditações e poemas a registros de diário, notas de viagem e crônicas. Em Ave, palavra, encontra-se uma faceta não tão conhecida do público, que é a heteronímia: Rosa criou personas literárias que são poetas, cujos nomes consistem em anagramas de seu próprio nome - Guimarães Rosa ou J. Guimarães Rosa. São eles: Soares Guiamar, Meuriss Aragão, Sá Araújo Segrim e RomaguariSães, autores dos conjuntos poéticos “Às coisas de poesia”, “Novas coisas de poesia”, “Sempre coisas de poesia”, “Quando coisas de poesia” e “Ainda coisas de poesia”. Outro destaque do volume é o texto Pé duro, chapéu de couro, fruto da viagem que Rosa fez a Caldas do Cipó, na Bahia, onde presenciou, deslumbrado, uma vaquejada. O texto é uma “reportagem poética”, em que o autor homenageia o vaqueiro e o elege símbolo cultural do Brasil. Há ainda a série dos Zoos, retratos poéticos e aforísticos dos animais vistos pelo autor em suas visitas a zoológicos de várias partes do mundo, onde se leem micro-quadros poético-filosóficos como estes: “Pórtico: amar os animais é aprendizado de humanidade”; “A cigarra cheia de ci”; “Se todo animal inspira ternura, que houve, então, com o homem?”; “O dromedário apesar-de. O camelo, além-de. A girafa, sobretudo”. Mencione-se ainda “O Mau humor de Wotan”, publicado em 1948 no Correio da Manhã, conto-crônica em que Rosa narra a história do amigo Hans-Helmut Heubel, levado à morte pelo exército nazista.

A Semana Rosiana conta também com os seguintes apoios: Espaço do Conhecimento UFMG; Oficina de Leitura Guimarães Rosa – IEB/USP; Instituto Cultural Arraial do Conto; Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa; Cordis Notícias; CEMIG; Grupo de Contadores de Estórias Miguilim; Grupo Caminhos do Sertão; Escola de Artes, Ciências e Humanidades de São Paulo - EACH; ICOMOS Brasil e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Edição de junho será realizada de forma gratuita na terça-feira (8/5)

As “fake news” são o tema da edição de junho do Diálogos com o SEBPMG. A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais (SEBPMG), recebe o historiador e gestor cultural Afonso Andrade para uma conversa sobre como esse tipo de conteúdo pode ser prejudicial à sociedade.

O encontro acontece na terça-feira (8/6), às 9h, e será transmitido de forma gratuita por plataforma de videoconferência. As inscrições podem ser feitas neste link, até as 12h de segunda-feira (7/6), e o convite para participação será enviado no dia anterior à atividade. As vagas são limitadas, e dúvidas podem ser sanadas pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Durante o encontro, o convidado vai abordar a cultura das fake news, também conhecidas como notícias falsas, e como esse tipo de material tem viralizado com frequência, principalmente em plataformas digitais, como as redes sociais e os aplicativos de troca de mensagens.

Afonso Andrade é graduado em História pela FAFICH/UFMG em 1990. É Gestor Cultural na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, atuando no setor de Coleções Especiais. É coordenador do FIQ-Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, na Fundação Municipal de Cultura.

Ocupou diversos cargos na administração pública, em âmbitos municipal e estadual. Foi curador, coordenador e consultor de diversas exposições e eventos relacionados aos quadrinhos e à cultura geek.

 

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Evento on-line gratuito alia o conhecimento à experiência para aproximar potenciais turistas dos atrativos e destinos turísticos do estado 

Três encontros virtuais de muito bate-papo e troca de experiências sobre Minas Gerais serão realizados, a partir da próxima quarta-feira (14/7), pela Secretaria de Estado de Cultura  e Turismo de Minas Gerais (Secult): com o objetivo de aproximar viajantes dos diversos atrativos do estado, estará no ar a primeira temporada do Saber & Prosa, projeto que visa a promoção de Minas como destino turístico e, para isso, vai reunir especialistas de diferentes áreas do conhecimento, por meio de webinários gratuitos, para apresentar Minas Gerais de forma leve e descontraída.

Na estreia do Saber & Prosa, os encontros terão como tema “Jornada do Barroco ao Modernismo”, e acontecerão nos dias 14, 21 e 28 de julho, sempre às 19h. No primeiro encontro os destinos de destaque serão Ouro Preto e Mariana, com a participação da arquiteta e doutora em Artes Visuais Kátia Souza; e do historiador especializado em Barroco, que também é guia de turismo com registro no Cadastur, André Castanheira.

Em um cenário em que as pessoas anseiam pela retomada gradual e segura do turismo pelo estado e buscam destinos próximos, o Saber & Prosa tem o intuito de instigar o interesse pela oferta turística mineira por meio da união de interessados em turismo, história, cultura, belezas naturais, arte, arquitetura, cozinha mineira e outros tantos temas. 

A diretora de Promoção e Marketing Turístico da Secult, Ane Machado, esclarece que  “a ideia surgiu a partir de uma parceria bem sucedida com alguns especialistas em história da arte e arquitetura para uma postagem no Blog Daqui de Minas, no Portal Minas Gerais. Percebemos que a expertise desses  e outros tantos profissionais contribui, e muito, para a promoção turística do destino Minas. Então nasceu o Saber & Prosa, como um evento gratuito e on-line que vai permitir essa aproximação entre especialistas de diferentes áreas e o público interessado em tudo que Minas tem de peculiar”, relata.

O segundo e terceiro encontro, serão, respectivamente, sobre Tiradentes e São Del Rei e Congonhas e Belo Horizonte.

Como participar
O Saber & Prosa tem vagas limitadas e, para participar, é necessário fazer inscrição prévia via Sympla. Para a inscrição, que deve ser feita de acordo com cada dia de interesse, basta acessar este link para o webinário sobre Ouro Preto e Mariana, este link para o de Tiradentes e São João Del Rei e este link para a data sobre Congonhas e Belo Horizonte.

A transmissão acontecerá por meio do envio de um link ao email do inscrito para cada data do evento. Para acompanhar pelo celular, é preciso baixar o aplicativo Google Meet e clicar no link que será enviado por email após a inscrição. Já pelo computador o acesso pode ser feito direto pelo link enviado pelo email cadastrado.

O público participante poderá realizar perguntas, que serão respondidas ao vivo, durante o próprio evento, sempre após a apresentação de todos os especialistas. Após o webinário, o conteúdo, na íntegra, será disponibilizado no canal da Secult no Youtube.

Novas experiências em foco
O time de especialistas convidados para conduzir a Jornada do Barroco ao Modernismo possui larga experiência nesse formato de evento. Eles são responsáveis pelo Arte IN FORMA, um projeto que busca criar o desejo e novas experiências para quem se interessa por turismo cultural. Em seu website, trazem conteúdos sobre arte e arquitetura, não somente através de narrativas do passado, mas estabelecendo uma interação ativa, com correlações estéticas e estilísticas. 

 

 

Os espaços culturais integrantes do Circuito Liberdade continuam fechados para visitação e programações presenciais, mas apresentam uma série de atividades virtuais em seus sites e redes sociais.

Para quem curte música clássica, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais apresenta no dia 27 de junho, às 11h, edição do Concertos para a Juventude. A apresentação acontece na sala Minas Gerais e, a princípio, será apresentada no canal do Youtube da Instituição. Já a fachada do Palácio das Artes continua coberta por 25 imagens de 12 fotógrafos selecionados pelo FIF-BH. A ação configura uma estratégia para aproximar o público das fotografias do Festival, que tem como tema Imagens Resolutivas.

Destaque também para a Academia Mineira de Letras, com a palestra “Os escritores e os movimentos literários no Sul de Minas”, com participação do professor, jornalista e poeta Hugo Pontes. Ele vai abordar obras e autores do período entre 1970 e 2020. O vídeo estará disponível no Youtube da AML a partir do dia 24 de junho, às 11h.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o CCBB oferece ao público uma oficina prática que tem como tema os tesouros ambientais presentes nas cidades. Com transmissão online ao vivo, o encontro acontece dia 5 de junho, às 10h, o acesso é gratuito e é necessário fazer inscrição prévia pelo site (www.ccbbeducativo.com).

A Casa Fiat mantém sua exposição virtual “Aqueles (In)visíveis até 4 de julho. A exposição conta com retratos de pessoas LGBTQIA+ dos séculos XIX e XX. Eles ganham cores, referências contemporâneas e ornamentações nos bordados de Rodrigo Mogiz. Além de um tour virtual 3D que está no site, estão sendo oferecidas visitas virtuais mediadas (transmissão ao vivo) nos dias 10, 17 e 19 de junho e 1º de julho.

Pra fechar o mês, o Centro Cultural Unimed apresenta, no dia 29 de junho, às 20h, dentro do projeto Circuito do Samba, o show de Aline Calixto e Júlia Rocha. A transmissão vai acontecer no canal oficial do Minas Tênis Clube no Youtube.

Não há previsão de reabertura dos espaços culturais do Circuito Liberdade, pois essa ação depende de decreto da Prefeitura de Belo Horizonte. Confira abaixo mais atividades virtuais dos equipamentos.

 

 

FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS

Filarmônica em Câmara

 1º de junho - 20h30

Sala Minas Gerais

Johannes Brahms  - Sexteto nº 1 em Si bemol Maior, op. 18 

Luis Andrés Moncada, violino; Laura Von Atzingen, violino; Gerry Varona, viola; Nathan Medina, viola; Emília Neves, violoncelo; Lucas Barros, violoncelo.

Série Fora de Série – A orquestra romântica I

 

5 de junho – 18h

Sala Minas Gerais

José Soares, regente

WEBER - O Franco-atirador: Abertura

SCHUMANN - Abertura, Scherzo e Final, op. 52

BRAHMS - Abertura Trágica, op. 81

LISZT - Valsa Mefisto nº 1

DVORÁK - Abertura Carnaval, op. 92

Série Allegro

10 de junho – 20h30

Sala Minas Gerais

Série Vivace

11 de junho – 20h30

Sala Minas Gerais

Roberto Tibiriçá, regente; Camila Titinger, soprano; Jorge Takla, direção de cena

 Programa:

 BEETHOVEN - Sinfonia nº 8 em Fá maior, op. 93

  1. J. G. RIPPER - Cartas Portuguesas

 Série Presto

24 de junho – 20h30

Sala Minas Gerais

Série Veloce

25 de junho – 20h30

Sala Minas Gerais

Programa:

Ricardo Castro, regente e pianista convidado

MOZART - Concerto para piano nº 21 em Dó maior, K.467  

SCHUBERT - Sinfonia nº 9 em Dó maior, D.944, "Grande"

 

Concertos para a Juventude

27 de junho – 11h

Sala Minas Gerais

José Soares, regente; Renata Xavier, flauta; Rodrigo de Oliveira, violino

VIVALDI - Sinfonias nos. 1 e 2, RV 719 e 146

VIVALDI - Concerto para orquestra em sol menor, RV 152

VIVALDI - Concerto para flauta nº 3 em Ré maior, op. 10, RV 428

VIVALDI - As quatro estações, op. 8: Inverno em fá menor, RV 297

 

Filarmônica em Câmara

29 de junho - 20h30

Sala Minas Gerais

Carlo Yvon - Capricho para três oboés

Públio Silva, oboé; Israel Muniz, oboé; Maria Fernanda Gonçalves, oboé

  

PALÁCIO DAS ARTES

Ocupação Externa FIF-BH | Exposição Imagens Resolutivas

Desde o último dia 29 de abril, a Fundação Clóvis Salgado conecta a 4ª edição do Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte (FIF-BH) e o público, de forma presencial e segura, por meio da ocupação urbana. 25 imagens de 12 fotógrafos selecionados pelo FIF-BH estão plotadas nos vidros da fachada do Palácio das Artes e no outdoor localizado na junção da fachada com o Parque Municipal Américo Renné Giannetti. A ação configura uma estratégia para aproximar o público das fotografias do Festival, que tem como tema Imagens Resolutivas, e conta em sua totalidade com obras de 43 artistas selecionados, entre fotógrafos, artistas visuais e videomakers. A ocupação proposta busca realizar uma ligação das imagens selecionadas com o ambiente urbano, extrapolando as paredes das Galerias e democratizando o acesso às imagens.

 

 

MEMORIAL MINAS GERAIS VALE

"O Fim, O Meio e O Início", doc ficcional com Begônia, Felim e Tadeu

Dia 17, às 19h30. O Grupo Maria Cutia traz à cena os velhos astros do espetáculo "Concerto em Ré" para relembrar seus dias de fama e sucesso com a grande (e fictícia) banda Maracutaia. Begônia, Felim e Tadeu contam como foi o início, o meio e o fim dessa que foi a mais importante banda de rock'nroll da história. Integra o projeto Gerais Cultura de Minas! No canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale.

Memórias, com Kelma Zenaide

Dia 24, às 20h. O Diversidade Periférica convida Kelma Zenaide e sua arte de cozinhar com afeto para revelar os sabores de sua culinária ancestral que alimenta o corpo e a alma. Integra o projeto Diversidade Periférica, com curadoria de Patrícia Alencar. No canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale.

Live Brincante com Maria Cutia

Dia 26, às 10h. Entre cantigas de roda, brinquedos cantados e histórias musicadas, o Grupo Maria Cutia convida todo mundo para uma horinha brincante. Nesta live interativa, Mariana, Hugo e Leonardo apresentam canções brincadas em Minas, na Amazônia, em Guiné-Bissau e de outros cantos por onde já passaram. teatrando. Integra o projeto Eu, Criança, no Museu!

No canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale.

Chorosas, com Chris Cordeiro, Mariana Martins, Priscila Norberto e Marina Gomes.

Dia 27, às 11h. Chorosas traz nostalgia através do resgate ao universo tradicional do choro. Elas misturam toques d música moderna com a essência desse patrimônio brasileiro, resultando assim em um som alegre e audacioso, com Chris Cordeiro, Mariana Martins, Priscila Norberto e Marina Gomes. Integra o projeto Memorial Instrumental, com curadoria de Juliana Nogueira. No canal do Youtube do Memorial Minas Vale.

Convocatória Novos Pesquisadores

De 01 a 30. O Educativo do Memorial lança a 3ª Edição da Convocatória Novos Pesquisadores que busca oferecer um espaço de exposição e debate para os pesquisadores que defenderam, a partir de 2016, Dissertações ou Teses nas seguintes áreas: História, Ciências Sociais, Educação, Antropologia (Etnografia e Arqueologia), Letras, Filosofia, Geografia, Museologia, Artes, Arquitetura e Turismo, e cujos conteúdos dialoguem com o acervo e a expografia do Memorial Minas Gerais Vale e/ou os Percursos Temáticos propostos pela Equipe do Educativo.

O proponente deve residir em Minas Gerais. Mais informações no site do Memorial Minas Vale.

Sementes da Diáspora (com legenda descritiva das imagens)

Toda quarta-feira, às 14h. Seguimos com "Sementes da Diáspora" que nos apresenta mais uma personalidade negra. Iniciada em 2019, a ação consiste numa instalação chamada "Sementes da Diáspora". Essa é estruturada com envelopes – nos quais são armazenadas sementes de plantas originárias do continente africano – estampados com imagens e biografias de personalidades negras, dispostos no nosso baobá. Assim, o visitante “colhe” as sementes e é convidado a refletir sobre os diversos protagonismos negros, muitas das vezes apagados e embranquecidos. Hoje, em tempos de distanciamento, compartilhamos os frutos desse lindo projeto, agora, nas redes sociais.

Dicas Pretas (com legenda descritiva das imagens)

Toda sexta-feira, às 11h. Afim de contribuir para discussões questões étnico raciais, estamos trazendo indicações de conteúdo que visam refletir e conhecer mais sobre a identidade negra. Gostaríamos de destacar a produção para o público infantil, no entanto entendemos que para isso acontecer o adulto tem um papel fundamental para a formação de uma sociedade antirracistas.

 

BDMG

Mostra Em Nome das Rosas, da artista Eugênia França

Até 13 de junho de 2021, o BDMG Cultural realiza a exposição Em Nome Das Rosas, da artista plástica mineira Eugênia França, na plataforma virtual www.mostrasbdmg.org. Com aproximadamente 150 obras realizadas entre 2018 e o começo de 2021, a mostra visibiliza a questão da condição feminina frente à violência doméstica. O título da exposição Em Nome das Rosas aponta para a dimensão contraditória de várias histórias, as quais não se resumem à dor, são, muitas vezes, histórias de amor, de superação, de empoderamento.

Urbe Urbe: Respostas à Emergência Climática

Dia 2 de junho (atividade interna) – Encontro inaugural para os seis coletivos selecionados.

Haverá dois encontros/lives com interlocutoras do programa no Youtube do BDMG Cultural para o público: dia 16 de junho com Jerá Guarani, pedagoga, agricultora e liderança Guarani Mbya; dia 30 de junho com Carolina Levis, bióloga e pesquisadora das formas de domesticação da floresta amazônica. Ambas as lives, às 14h30.

Exposição virtual Longo Prazo, da artista visual Clarice Lacerda

Mostra online, de 24 de junho a 25 de julho. A exposição também será montada na Galeria de Arte. Caso haja flexibilização para museus e galerias, será oferecida visita restrita.

CCBB BH

Oficina “Escute essa fotografia” do Lugar de Criação Digital,do CCBB Educativo

Que tal criar trilhas sonoras para fotografias antigas? Essa é a ideia da oficina “Escute essa fotografia” do Lugar de Criação Digital,do CCBB Educativo. Com passo a passo em vídeo, a oficina virtual pode ser feita em casa, com simples materiais, envolvendo crianças e seus familiares. O público poderá acessar, a partir do dia 18 de junho, às 10h. O acesso é gratuito e a atividade pode ser conferida pelo site www.ccbbeducativo.com.br.

Laboratório de Crítica

Como os processos curatoriais podem se relacionar com o patrimônio? Esse assunto norteia o próximo “Laboratório de Crítica”, do CCBB Educativo. O diretor geral da Pinacoteca, Jochen Volz apresenta “Somos muit+s e outros experimentos” no dia 24 de junho, às 14h. Em formato de webinar, na plataforma Zoom, o público deve se inscrever pelo site www.ccbbeducativo.com.br. A participação é gratuita.

 

Lugar de Criação

Quem busca opções de brincadeiras para fazer com os pequenos, pode contar com as atrações do Lugar de Criação, do CCBB Educativo. Elas são transmitidas ao vivo, por meio da plataforma Zoom e toda a família pode participar. As atividades acontecem todo sábado, às 15h. No dia 5 de junho, o encontro é na Oficina de Saberes. Os educadores propõem uma produção de narrativas a partir dos imaginários culturais dos participantes. Para envolver jogos e brincadeiras no aprendizado, no dia 12 de junho acontece a atividade Jogos de Arte. Já no dia 19 de junho, a atração oferecida é Oficina de Artes. Para encerrar a programação de junho do Lugar de Criação, o público pode conferir, no dia 26, a Oficina de Histórias. Essa oficina trata-se de uma leitura mediada de livros ilustrados. Inscrições: ccbbeducativo.com/atividades-infantis. Evento gratuito.

 

Processos Compartilhados

Os podcasts caíram de vez no gosto do público e quem quer aprender a produzir um terá essa oportunidade. Isso porque o projeto Processos Compartilhados, do CCBB Educativo, apresenta a Oficina de Produção de Podcast, no dia 10 de junho, às 14h, com o jornalista Tiago Rogero. A transmissão ocorrerá ao vivo pela plataforma Zoom e é necessário se inscrever pelo site www.ccbbeducativo.com.br. A participação é gratuita.

 

Visita mediada à Praça da Liberdade

 O CCBB Educativo propõe uma visita mediada diferente no projeto Com a Palavra. Nesta edição, em vez de se aprofundar nos conteúdos de exposições, a ideia é conferir a memória e o patrimônio da Praça da Liberdade. O historiador Liszt Vianna Neto conduz esse bate-papo em “O CCBB Belo Horizonte e a Praça da Liberdade: História, Memória e Patrimônio Cultural”, em vídeo disponível a partir do dia 28 de junho. Acesso: ccbbeducativo.com/comapalavra. Classificação indicativa Livre – indicado para pessoas acima de 10 anos.

Oficina Especial Dia do Meio Ambiente

 No Dia Mundial do Meio Ambiente, o CCBB oferece ao público uma oficina prática que tem como tema os tesouros ambientais presentes nas cidades. Com transmissão online ao vivo, o encontro acontece dia 5 de junho, às 10h, o acesso é gratuito e é necessário fazer inscrição prévia pelo site (www.ccbbeducativo.com). Será uma oficina de criação de cartões postais com imagens dos elementos do patrimônio ambiental de sua cidade, explorando os aspectos culturais, econômicos, ecológicos, espirituais, paisagísticos, históricos e sociais das paisagens registradas e inventadas pelos participantes. Inscrições: www.ccbbeducativo.com

 

Academia Mineira de Letras

Palestra Os escritores e os movimentos literários no Sul de Minas

O professor, jornalista e poeta Hugo Pontes é o convidado da Academia Mineira de Letras para apresentar a palestra “Os escritores e os Movimentos Literários no Sul de Minas”, abordando obras e autores do período entre 1970 e 2020. O vídeoestarádisponível no YouTube da AML a partir do dia 24 de junho, às 11h. Hugo Pontes abordará aspectos do romancista Jurandir Ferreira a Esperanza Prado, ambos de Poços de Caldas; de Elias José, da cidade de Guaxupé a Caio Junqueira Maciel, nascido em Cruzília. A ideia é contemplar doze cidades que representam todo o universo que compõe a cultura dos 155 municípios sul Mineiro.

Palestra No Centenário do Trovador Soares da Cunha

O público tem a oportunidade de se aprofundar na biografia do poeta Soares da Cunha. Isso porque a Academia Mineira de Letras apresenta a palestra “No centenário do trovador Soares da Cunha”, no dia 2 de junho, proferida pela psicóloga Lenora Cunha. O conteúdo estará disponível no YouTube da AML a partir das 11h. A palestra conta com reflexões sobre a obra de Soares da Cunha como poeta que se identificou mais com o gênero das Trovas.

Palestra virtual Homenagem a Tânia Diniz

Poeta, editora, ativista cultural e criadora do movimento Mulheres Emergentes,Tânia Diniz deixou sua marca na literatura brasileira, abrindo portas para outras escritoras e fortalecendo o cenário cultural onde há tantas lutas a serem travadas. A Academia Mineira de Letras apresenta a palestra virtual “Homenagem a Tânia Diniz”, com apresentação e seu legado realizada por sua filha Carol Diniz Hassui e leitura poética. O vídeo estará disponívelno YouTube da AML a partir do dia 17 de junho, às 11h. Na homenagem, a filha da autora, a publicitária e escritora Carol Diniz Hassui, fala sobre o legado deixado por sua mãe.

Casa Fiat de Cultura

Aqueles (In)visíveis 

Até 4 de julho – exposição virtual. Retratos de pessoas LGBTQIA+ dos séculos XIX e XX ganham cores, referências contemporâneas e ornamentações nos bordados de Rodrigo Mogiz. A exposição virtual “Aqueles (In)visíveis” faz uma ponte entre o passado e o presente reunindo peças bordadas e fotografias, que propõem um olhar para a questão da visibilidade ou invisibilidade das diversidades afetivas e identidades sexuais e de gênero. As fotos são trabalhadas pelo artista a partir de intervenções poéticas, que contam histórias imaginárias das pessoas retratadas e refletem sobre as relações entre palavra e imagem. Além de um tour virtual 3D que está no site, serão oferecidas visitas virtuais mediadas (transmissão ao vivo) nos dias 10, 17 e 19 de junho e 1º de julho, com inscrições pela Sympla. Para escolas e grupos, o agendamento pode ser feito pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Bate-papo - Um breve panorama da representação LGBTQIA+ na arte

24 de junho, às 19h, transmissão ao vivo. É preciso ampliar o olhar para a importância da diversidade e inclusão em todas as áreas do conhecimento. Em celebração ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ (28 de junho), Lorenzo Merlino, professor da FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado - SP, doutorando em História da Arte e referência no mundo da moda, apresentará uma perspectiva histórica da temática LGBTQIA+ na arte. Serão analisadas as representações iconográficas desde a Antiguidade, passando pelo Renascimento e Neoclassicismo, até a Idade Contemporânea, num breve panorama sobre a trajetória da História da Arte na perspectiva LGBTQIA+. Inscrições gratuitas pela Sympla.

Encontros com o Patrimônio - A Sétima Arte: passado, presente e futuro do Cinema no Brasil

20 de junho, das 11h às 12h30, com transmissão ao vivo. Neste mês em que se celebra o cinema brasileiro, o Encontros com o Patrimônio apresentará a trajetória da sétima arte no país, abrangendo os primeiros filmes, diretores e estúdios cinematográficos, até o fim do século XX. Entre as temáticas, destaca-se também a relação do cinema com o patrimônio e a educação. A convidada é Raquel Hallak, diretora da Universo Produção e coordenadora-geral das mostras de cinema de Tiradentes, Ouro Preto e Belo Horizonte, que falará sobre a importância da produção audiovisual e da preservação de filmes para a memória do país. Inscrições gratuitas pela Sympla.

Formação de Professores - Ponto, linha e forma: os elementos básicos da composição em Artes Visuais

 22 e 29 de junho no canal de youtube da Casa Fiat. O ponto, a linha e as formas, assim como a cor e a textura, são elementos visuais que compõem as obras de arte. A maneira com que eles se organizam no espaço — que pode ser, por exemplo, a tela, o papel ou um objeto tridimensional — também é de grande importância para a construção de significado. Essas questões, somadas aos fundamentos e princípios de Forma e Composição, serão abordadas em dois episódios que serão disponibilizados no YouTube. Os vídeos contam também com propostas de atividades para sala de aula. Acompanhe.

Inspirações de Minas - Bandeira para o Amor

 12 de junho, nas redes sociais. A tradição das colchas de retalhos, embora não seja exclusividade mineira, é muito comum nos interiores de Minas Gerais. Ainda que algumas de suas técnicas de execução sejam mais recentes e tenham nomes estrangeiros, como kolping, quilting e patchwork, o seu fazer é parte da mineiridade. Figurativamente, a expressão “colcha de retalhos” representa a pluralidade e a inclusão. No Dia dos Namorados, em uma celebração do amor em toda a sua diversidade, o Ateliê Aberto ensinará a fazer um varal com bandeirolas de tecido a partir da adaptação de uma técnica das tradicionais colchas. Acompanhe nos stories do Instagram e do Facebook da Casa Fiat

Arte em 15’ | O Beijo

 14 de junho, das 12h às 12h15, no YouTube. Um dos momentos mais esperados de um namoro é o beijo, não é mesmo? Artistas de diferentes culturas e movimentos já registraram esse gesto que inspira os apaixonados. Para celebrar o mês dos namorados, foram selecionados dois escultores e suas obras. As similaridades e distinções de estilos, materiais e técnicas entre Auguste Rodin e Constantin Brancusi serão apresentadas em rápidos 15 minutos. As perguntas do público serão respondidas ao vivo durante o lançamento do vídeo, que acontecerá no YouTube.

Museum Week

De 7 a 13 de junho, nas redes sociais. Durante uma semana, mais de 6.000 instituições culturais estarão conectadas. A #MuseumWeek propõe reflexões e ações com a meta: "7 dias, 7 temas, 7 hashtags". O foco é divulgar projetos e ações artísticas inéditas, que estimulem em todos a criatividade e que reforcem a imagem dos artistas como atores participantes de transformações na sociedade. A Casa Fiat de Cultura preparou uma programação especial, com vários vídeos e atividades com envolvimento do público. Não perca essa oportunidade e participe!

 

CENTRO CULTURAL UNIMED BH

8/6 – 19h – Bate-papo com Rodrigo de Castro – lançamento virtual do catálogo da mostra “Amilcar de Castro – Matéria e Luz. Transmissão no canal oficial do Minas Tênis Clube no YouTube.

15/6 – 20h - Letra em Cena on-line. Como ler Jorge Amado, com Itamar Vieira Junior. Transmissão no canal oficial do Minas Tênis Clube no YouTube.

29/6 – 20h - Circuito do samba – show de Aline Calixto e Júlia Rocha. Transmissão no canal oficial do Minas Tênis Clube no YouTube.

 

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG

O Espaço do Conhecimento UFMG lançará, em parceria com o Instituto Unimed-BH, o projeto Papo em Pauta, ciclo de palestras que trará temáticas relacionadas a saúde, bem-estar, cultura, cidadania e outros assuntos pertinentes na atualidade. Devido à pandemia, o projeto será iniciado em ambiente virtual, em lives transmitidas pelo YouTube. A palestra de abertura traz o tema "Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): um compromisso com o futuro", e acontecerá no dia 8 de junho, terça-feira, às 19h, no canal www.youtube.com/espacoufmg. Os convidados são Henrique Zeferino, professor do departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Rafael Tello, economista, fundador e diretor da Watu Sustentabilidade. A mediação será de Sibelle Cornélio Diniz, coordenadora do Núcleo de Ações Educativas e Acessibilidade do Espaço do Conhecimento UFMG.

Montagem celebra os 35 anos do Curso Técnico em Teatro do CEFART; Ingressos gratuitos disponíveis na Bilheteria do Palácio das Artes, a partir de duas horas antes de cada apresentação, com limitação de 100 espectadores por sessão

A Fundação Clóvis Salgado apresenta, por meio dos formandos do Curso Técnico em Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), o espetáculo ...Incomoda, incomoda, incomoda…, que possui direção e dramaturgia de Rita Clemente. A peça tem pré-estreia exclusiva para convidados no dia 6 de julho de 2021, e temporada aberta ao público de 7 de julho de 2021 até 11 de julho de 2021, com sessões às 20h30 (quarta-feira a sábado), e às 19h (domingo), no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Além do evento presencial, que marca a reabertura dos espaços culturais da Fundação Clóvis Salgado, a peça será transmitida ao vivo durante toda a temporada, pelo Canal da FCS no Youtube.

...Incomoda, incomoda, incomoda… aborda a relação dos humanos com outros animais através do uso de arquétipos – conceito do campo da psicologia usado para condensar comportamentos humanos e funções sociais em personalidades “universais”. O espetáculo trata da urgência dos debates sobre os direitos dos animais, e a diretora revela não abordar a pauta apenas pela sua atualidade, mas com o objetivo maior de provocar uma reflexão sobre “como o animal humano trata os outros seres, os animais não humanos”.

As apresentações de ...Incomoda, incomoda, incomoda... são gratuitas e a classificação indicativa é de 16 anos. A lotação do teatro é limitada em 100 espectadores por sessão, que devem retirar os ingressos na Bilheteria do Palácio das Artes a partir de duas horas antes do início do espetáculo.

Tradição na formação de artistas
O espetáculo ...Incomoda, incomoda, incomoda... celebra os 35 anos do Curso Técnico em Arte Dramática do Cefart, voltado para a formação de atores e atrizes. Criado formalmente em 1986, o curso é validado pela Secretaria de Estado de Educação e tem reconhecimento nacional comprovado pela constante atuação dos alunos do Cefart em festivais nacionais e internacionais de teatro, nas programações de TV, no cinema (curtas e longas-metragens) e na formação de novos grupos.

A primeira turma a finalizar o curso, em 1989, estreou o espetáculo “A flor da obsessão – Fragmentos”, da obra de Nelson Rodrigues, com direção de Eid Ribeiro. No elenco, entre outros artistas, estavam Rita Clemente, diretora do atual espetáculo, Davi Dolpi e Iara Fernandes, que se tornaram professores do Cefart.

Entre diretores e professores, passaram pela Escola de Teatro: Ana Addad, Ana Jardim, Anderson Aníbal, Ângela Mourão, Antônio Melo, Carlos Gradim, Carlos Rocha, Carmen Paternostro, Cláudio Dias, Cristiano Peixoto, Elvécio Guimarães, Fernando Linares, Gil Amâncio, Gláucio Machado, Glicério do Rosário, Grupo Espanca, Ivanete Mirabeau, João das Neves, José Walter Albinati, Juliana Pautilha, Kalluh Araújo, Lenine Martins, Letícia Castilho, Lúcia Ferreira, Luiz Carlos Garrocho, Luiz Paixão, Marcelo Bones, Marcello Castilho Avellar, Marcos Voguel, Mariana Muniz, Marco Flávio Alvarenga, Marina Viana, Mauro Xavier, Mônica Ribeiro, Odilon Esteves, Paulinho Polika, Rita Clemente, Rodrigo Campos, Sérgio Marrara, Tarcísio Ramos, Walmir José.

Entre tantos Ex-alunos, estão: Alexandre de Sena, Alexandre Toledo, Ana Flávia Rennó, Ana Haddad, Anderson Aníbal, Assis Benevenuto, Camilo Lélis, Carolina Bahiense, Cristina Vilaça, Dimir Viana, Fernanda Ribeiro, Grace Pasô, Guilherme Marinheiro, Helena Mauro, Henrique Carsalade, Henrique Cordoval, Jefferson da Fonseca, Jussara Fernandino, Léo Quintão, Leonardo Bertholini, Lira Ribas, Luiz Arthur, Maicon Sipriano, Márcia Bechara, Márcia Torquato, Marney Hitmann, Neise Neves, Suzana Cruz, Thiago Amador.   

Para Eliane Parreiras, presidente da Fundação Clóvis Salgado, "é muito especial voltarmos a vivenciar, de forma segura, a experiência cultural que é assistir presencialmente um espetáculo apresentado em um dos maiores teatros do Brasil. O Palácio das Artes e o Grande Teatro Cemig ocupam lugar afetivo no coração dos mineiros e por isso é bastante representativo comemorarmos aqui os 35 anos do Curso Técnico em Teatro do Cefart, responsável por formar diversas gerações de artistas que contribuem imensamente para as artes cênicas do país", celebra.

Segundo Marta Guerra, diretora do Cefart, foram muitos atores e atrizes, professores, diretores, dramaturgos, figurinistas, cenógrafos, maquiadores, que passaram pelo Centro de Formação Artística e pelos palcos do Palácio das Artes, tornando esse rico passado cultural referência sólida que reflete no trabalho atual. “São 35 anos de um caso de amor já consolidado! São muitas lutas, eliminação de barreiras, desafios diários e dores, mas também muitos prazeres emoldurados por uma força especial, através de muito estudo, dedicação, disciplina e autoconsciência na busca de quem nós somos”, comemora Marta Guerra.

A diretora destaca ainda que a Escola de Teatro do Cefart é mais do que uma usina de novos talentos, “É, principalmente, a eterna busca da excelência na formação de profissionais que seguirão trabalhando passo a passo pelo desenvolvimento pessoal e realizações artísticas, sempre dedicadas ao público”.

De acordo com pesquisa realizada por alunos da Fundação João Pinheiro em 2019, junto a alunos formados nos Cursos Técnicos em 2016, 2017 e 2018,  71,9% dos alunos formados nesses Cursos do Cefart trabalham em suas respectivas áreas de formação, sendo que 75% se inseriram no mercado de trabalho em menos de um ano após a formatura.

Com duração de três anos, o curso de teatro também oferece aos alunos atividades extracurriculares de treinamento e pesquisa em técnicas específicas – alguns também abertos a coletivos e ex-alunos ligados ao Cefart, nas áreas de Trilha Sonora, Projetos Culturais, Teatro Físico e Performance, Máscaras, Técnica Vocal e Leitura Dramática, ministrados por corpo docente capacitado. 

Um elefante ferido no meio da rua
 A fim de refletir sobre a relação que o ser humano estabelece com os animais, o espetáculo ...Incomoda, incomoda, incomoda… constrói sua narrativa a partir do encontro de pedestres com um elefante ferido, no meio da rua, que havia sido libertado por ativistas. Devido ao rumo imprevisto do plano dos ativistas, vários animais selvagens acabam soltos pela cidade: cria-se uma situação em que o ser humano deve lidar de forma direta, a partir de um acontecimento inusitado, com diversos animais. A peça faz parte do estudo sobre dramaturgia através da pesquisa em andamento Espirais invisíveis de vibração e caos, de Rita Clemente, que observa uma relação espiralada das cenas.

Para a composição da peça, a diretora trabalha com arquétipos essenciais na construção dos personagens, e revela como o uso desse recurso norteia a atuação dos formandos no espetáculo. “Partir da ideia de arquétipo é pensar um pouco sobre termos uma raiz, uma base para escolher, descobrir e criar personagens. Aproveitei essas ideias para que os atores tivessem uma experiência processual e treinassem a atuação”, explica. Segundo a diretora, à medida que alguns arquétipos são escolhidos e usados, contradições são criadas. Essas contradições geram outros personagens ou arquétipos, com personalidades mais profundas e até mesmo mais humanas.

Usando a potencialidade dos arquétipos na construção da narrativa, Rita Clemente ainda os relaciona, de forma inteligente e articulada, a expressões populares – como a frase “um elefante incomoda muita gente…” - para proporcionar ao público metáforas que abrem margem para a multiplicidade de interpretações acerca da história contada no palco. “A metáfora é produzida no encontro com quem assiste, vê, lê, e ouve a obra. Eu não faço as metáforas para o espectador, é ele quem estabelece as dimensões metafóricas da obra. Então, tento não fazer conclusões”, destaca.

A diretora conta que não criou a peça com a intenção normativa de “dizer o que é certo ou errado, já que a peça é muito mais profunda do que uma lição de moral”, mas busca lembrar que os humanos e outros animais compartilham características e capacidades semelhantes. “Proponho que os animais sejam um espelho para nós. Que nós possamos olhar para eles como se olha um reflexo, para que a gente se lembre que também somos animais. Para que a gente se lembre que eles estão vivos, que são seres cientes, que sentem assim como nós. Isso é uma proposição bem concreta e, a partir daí, existem trilhões de metáforas possíveis”, conclui a diretora.

Rita Clemente
Destacada atriz, diretora e dramaturga mineira, tem vasta experiência em teatro e incursões em televisão e cinema, sendo reconhecida por sua pesquisa acerca das possibilidades de diálogo entre os âmbitos teatral e musical. Formada pelo curso profissionalizante em Teatro da Fundação Clóvis Salgado, integrando a primeira turma da instituição, possui graduação em Música e mestrado em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Rita assinou a direção de espetáculos como “Nesta Data Querida” (2003), “Inverno” (2014), “Mergulho” (2018), entre outros. Na televisão, estreou como atriz no seriado “A Cura” (2010) e fez parte do elenco das novelas “A Vida da Gente” (2011-2012), “Amor à Vida” (2013), e “Liberdade, Liberdade” (2016), todas pela TV Globo. No cinema, atuou nos longas-metragens “Pequenas Histórias” e “Batismo de Sangue”, do diretor Helvécio Ratton.

Cefart Virtual
A partir de abril de 2020, a Fundação Clóvis Salgado implementou a plataforma Cefart Virtual, em atendimento às determinações do Comitê extraordinário Covid-19 de Minas Gerais, para suspender as atividades presenciais em todas as instituições escolares. Por meio desse novo formato, foi possível dar continuidade aos cursos regulares de artes Visuais, dança, música, teatro e tecnologia da Cena. Foi criado um plano pedagógico e um percurso formativo para garantir a continuidade das atividades. Para facilitar o acesso de alguns alunos às aulas remotas, foi criado o “Programa de inclusão digital”, viabilizando a participação em atividades oferecidas pelo ensino à distância.

Como complemento às ações formativas, os alunos foram incentivados a participar de lives e palestras com conteúdo reflexivo. Foram realizados ainda o projeto educativo FCS e uma mostra virtual, no site da FCS, da Escola de tecnologia da Cena. Também de forma remota, duas turmas do Curso de teatro realizaram seus espetáculos de formatura, com apresentações teatrais ao vivo pelo canal do Youtube. Nesse período, o Cefart contou com mais de 13 mil participantes das atividades formativas nos cursos Básicos, técnicos, Complementares e de extensão.

O Cefart segue com as atividades virtuais, até que seja autorizado o retorno das atividades formativas presenciais, e, em paralelo, prepara sua estrutura e espaços para o retorno presencial gradativo.

Reabertura em segurança
A Fundação Clóvis Salgado estabeleceu uma série de normas para a volta das atividades de forma segura. Para evitar aglomerações, o teatro contará com sinalização nas áreas externas e internas.  Também as cadeiras do teatro possuem lacre, indicando os assentos permitidos para manter o distanciamento entre as pessoas. O uso de máscaras – tanto para visitantes quanto funcionários – será obrigatório.

Todos os ambientes do Palácio das Artes serão higienizados diariamente antes da abertura ao público. Também são disponibilizados tapetes para a limpeza de calçados, assim como álcool em gel 70% para desinfecção das mãos. Para garantir maior segurança dos visitantes, a entrada de sacolas, mochilas e afins não é permitida, para diminuir a contaminação dos espaços.

Os frequentadores também deverão seguir recomendações como evitar aglomerar e conversar, manusear telefone celular, ou tocar no rosto durante a permanência no interior do centro cultural; cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair do espaço; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar o teatro caso apresente qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a correalização da APPA – Arte e Cultura e patrocínio master da Cemig, AngloGold Ashanti e Unimed-BH / Instituto Unimed-BH, viabilizado pelo incentivo de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

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Imagem: Paulo Lacerda

 

Premiações somam cerca de R$ 5 milhões, viabilizadas com recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura

As ações de fomento e estímulo ao setor cultural em Minas Gerais continuam, alcançando mais áreas. A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) publica quatro novos editais que, juntos, somam quase R$ 5 milhões em recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC) para projetos voltados ao audiovisual, a festas populares e à Cozinha Mineira.

De acordo com o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, além de fortalecerem as políticas públicas correspondentes e valorizarem a diversidade cultural, as publicações oferecem importante apoio a estes segmentos em Minas. “Mesmo neste difícil momento histórico, que estamos vivendo há mais de um ano, a cultura esteve sempre viva. As artes cumpriram ainda mais o papel de trazerem alento e esperança à nossa gente. O que houve, de forma muito significativa, foi a diminuição da circulação de renda no meio. A Secult busca, com o lançamento dos editais, intensificar o fomento ao setor e também impulsionar a já rica produção cultural de Minas Gerais", diz.

Audiovisual em cena

Para assegurar a potência das produções audiovisuais do estado e estimular a cadeia produtiva desse segmento, a Secult lança o edital “FEC 03/2021 – Produção de obra audiovisual de curta-metragem dos gêneros documentário e ficção – Pessoa Física”. Ao todo, serão 17 premiações que somam R$ 1.005.720,00, distribuídas em dois módulos. As inscrições poderão ser feitas de 12/06/2021 a 11/07/2021, na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura da Secult. O edital está disponível para consulta AQUI.

No Módulo 1, Sabores de Minas, serão contempladas produções documentais sobre a diversidade da Cozinha Mineira. Os projetos selecionados farão parte do conteúdo seriado denominado Sabores de Minas, que será exibido em plataforma de streaming. Já o Módulo 2, Amor em Minas, vai premiar obras de ficção que relatem histórias afetivas filmadas em cidades de Minas Gerais, usando seus cenários como pano de fundo para as variações das narrativas. Os projetos contemplados farão parte do conteúdo seriado Amor em Minas, também utilizado em plataforma de streaming. O edital “FEC 04/2021 – Produção de obra de audiovisual de curta-metragem do gênero animação – Minas dos Contos e Lendas – Pessoa Física” é uma iniciativa para criar obras que tenham como inspiração as narrativas e os “causos” mineiros. Destinado a projetos que abordem a diversidade de histórias escritas ou orais, em forma de contos e lendas, que constituem a identidade e a formação histórica da cultura narrativa popular mineira, o edital soma R$ 480.000,00 em 12 prêmios. As inscrições poderão ser feitas de 12/6/2021 a 11/7/2021, também na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura da Secult. O edital está pode ser acessado AQUI.

Valorização da Cozinha Mineira e das festas populares

A singular e diversa tradição culinária de Minas Gerais é objeto do edital “FEC 05/2021 - Cozinha Mineira – Pessoa Física”. A publicação é voltada à realização de projetos culturais de concursos, mostras, festas, feiras e festivais no campo das culturas alimentares e da gastronomia mineiras.

O objetivo do edital é apoiar, promover, valorizar e difundir as diversas manifestações e expressões da cultura alimentar e da gastronomia em Minas Gerais por meio do fomento a eventos deste segmento.

No valor total de R$ 1,5 milhão, o edital irá contemplar até trinta projetos que deverão ser executados por pessoas físicas. O período de inscrição será de 12/6/2021 a 11/7/2021. As inscrições poderão ser feitas neste link, e o edital está disponível para consulta AQUI.

Para estimular a realização de projetos culturais como concursos, mostras, feiras, mercados de cultura e/ou festas populares, incluindo as quadrilhas mineiras e manifestações carnavalescas, a Secult lança ainda o Edital “FEC 02/2021 Festas Populares – Pessoa Física”. Serão disponibilizados R$ 2 milhões em premiações e as inscrições estarão abertas entre 16/6/2021 e 15/7/2021. Um detalhe importante quanto ao escopo do edital: ele irá contemplar os projetos e atividades acima mencionados, exceto aqueles do campo das culturas alimentares e da gastronomia, que já estão contemplados especialmente no Edital FEC 05/2021 – Cozinha Mineira. As inscrições poderão ser feitas neste link, e o edital está disponível para consulta AQUI.

R$16 milhões para a cultura

Com a proposta de fomentar o setor cultural mineiro, a Secult está divulgando, ao longo do semestre, uma série de editais viabilizados pelo Fundo Estadual de Cultura (FEC). Ao todo, as publicações somam R$ 16 milhões em recursos diretos do FEC para projetos em temas como artes cênicas, música, audiovisual, literatura, culturas populares, artes visuais; além de formação e capacitação; e estruturação de sistemas de cultura.

O primeiro edital, “Desperta Cultura – Pessoa Física”, lançado em 11 de maio, é voltado à formação e qualificação dos profissionais da Cultura. A ação vai disponibilizar R$ 2.490.000 para ações de pesquisa e documentação, seminários, cursos, oficinas, workshops. As inscrições podem ser feitas de 26/5/2021 a 25/6/2021, na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura. Serão distribuídas até 385 bolsas/prêmios.

Confira edital Desperta Cultura AQUI.

Premiação promovida pelo BDMG Cultural celebra duas décadas de realização com a etapa final de sua 20ª edição e a apresentação do vencedor do Prêmio Marco Antônio Araújo, Deangelo Silva, no final de julho, com transmissão online e gratuita

De 23 a 25 de julho, o BDMG Cultural realiza a finalíssima do Prêmio BDMG Instrumental, que completa duas décadas de realização em 2021, consolidado como uma importante vitrine e fonte de estímulo para músicos e compositores de Minas Gerais. Em função da chegada da pandemia, a edição 2020 do BDMG Instrumental foi suspensa. Mas agora, ainda em meio ao flagelo que assola o planeta, a premiação volta à cena, ciente de sua importância e de seu papel para o desenvolvimento e o fortalecimento de toda uma cadeia produtiva da música no Estado.

Os 12 músicos finalistas foram selecionados por uma comissão formada pelo compositor e baterista André “Limão” Queiróz, pela pianista e professora Heloísa Feichas e pelo compositor e pianista Túlio Mourão. São eles Abel Borges, Aloizio Horta, Assanhado Quarteto, Daniel Souza, Duo Foz, Dudu Viana, Felipe Continentino, Felipe José, Gustavo Figueiredo, Max Sales, Pedro Gomes e Nô Corrêa. Cada instrumentista vai defender duas composições autorais e um arranjo, como de praxe na história da premiação, em três noites de apresentações restritas, com transmissão ao vivo no canal YouTube.com/BDMGCultural, direto do Teatro Sesimas, em conformidade com as normas de vigilância sanitária vigentes. 

O prêmio, que este ano recebeu dezenas de inscrições, vai contemplar os quatro vencedores, que serão escolhidos por uma nova comissão julgadora, com o valor de R$ 12 mil e a realização de shows no Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte. Também serão escolhidos, como nas edições anteriores da premiação, os dois melhores instrumentistas, dentre todos os músicos participantes. Ganhador do Prêmio Marco Antônio Araújo, com o álbum Hangout, o pianista, compositor e arranjador Deangelo Silva fará um pocket show na noite da finalíssima.

Lançado em 2020, “Hangout” é o segundo trabalho instrumental de Deangelo. O álbum foi gravado com os músicos Antonio Loureiro (bateria), Felipe Vilas Boas (guitarras) e Frederico Heliodoro (contrabaixo). A capa do trabalho foi assinada por Roger Matos. O álbum Hangout também foi lançado no Japão pelo selo Disc Union Records. Em 2017, o Deangelo conquistou o Prêmio BDMG Instrumental e foi eleito como instrumentista do ano, além de conquistar o título de melhor arranjo da edição.

O 20º Prêmio BDMG Instrumental e o Prêmio Marco Antônio Araújo são realizados pelo BDMG Cultural, com apoio do Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do BDMG - Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais.

Programação completa

23 de julho (sexta), a partir das 20h
Assanhado Quarteto (bateria, vibrafone, contrabaixo, violão de 7 cordas e cavaquinho)
Nô Correa (contrabaixo)
Gustavo Figueiredo (piano)
Pedro Gomes (contrabaixo)
Duo Foz (vibrafone e guitarra)
Aloízio Horta (contrabaixo)

24 de julho (sábado), a partir das 18h

Daniel Souza (guitarra)
Abel Borges (percussão)
Felipe Continentino (bateria)
Dudu Viana (piano)
Felipe José (violão)
Max Salles (viola caipira)

25 de julho (domingo), a partir das 18h
Apresentação dos seis finalistas
Pocket show de Deangelo Silva, vencedor do Prêmio Marco Antônio Araújo 2021, com o álbum Hangout

Serviço
20º Prêmio BDMG Instrumental
Quando:
23, 24 e 25 de julho
Onde: Live no YouTube.com/BDMGCultural, direto do Teatro Sesiminas 7 7 2021 minibdmg

 Durante visita ao município, comitiva da pasta apresentou editais de fomento e programas para a retomada segura dos setores de cultura e turismo

Com a proposta de firmar parcerias e ampliar o diálogo entre ações da Cultura e do Turismo na região, o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, cumpriu extensa agenda em Itapecerica, município do Centro-Oeste de Minas e que integra o Circuito Campo das Vertentes. Acompanhado da comitiva da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), o titular da pasta conheceu também diversas ações da prefeitura da cidade.

“Itapecerica é uma região muito potente para o nosso turismo e para a nossa cultura. Temos, aqui, diversas opções que exaltam as belezas do lugar, a diversidade do patrimônio e, claro, a cozinha mineira, com festivais gastronômicos de grande relevância”, disse o secretário durante a visita que ocorreu entre 27 e 29/5.

Também participaram da agenda a subsecretária de Turismo da pasta, Milena Pedrosa, o subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, o presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Felipe Cardoso Pires, o presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), Jefferson da Fonseca, e o presidente da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), Sérgio Rodrigo Reis.

A equipe da Secult conheceu as ações de preservação e memória patrimoniais em Itapecerica, como o projeto de revitalização do Centro Cultural do município, bem como as obras de restauração do Altar Sagrado Coração, da Igreja Matriz de São Bento, padroeiro da cidade. O altar está passando por um processo de restauro que conta com o apoio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). Também foi formalizado um pedido ao Iepha-MG para o tombamento estadual do acervo do Reinado do Rosário de Itapecerica.

Em solenidade realizada na escola municipal Severo Ribeiro foi apresentado o Plano Municipal de Turismo (2021/2024), destacando as principais ações de Itapecerica para a retomada das atividades na cidade. Um dos eventos mais importantes, o Festival de Inverno de Itapecerica, será realizado em agosto deste ano, com edição virtual viabilizada por meio da Lei Aldir Blanc. A reunião contou com a presença do prefeito de Itapecerica, Wirley Reis (Têko), da secretária municipal de Cultura, Esportes e Turismo, Simone Toledo Mezênico, além de prefeitos de cidades próximas e presidentes de circuitos turísticos da região.

Segundo o prefeito do município, a presença da Secult fortalece o diálogo entre os atores locais e o Estado, além de auxiliar na ampliação de políticas públicas para fomentar os potenciais atrativos da cidade. “É muito importante contar com as ações da Secult e firmar laços e parcerias que serão fundamentais para nosso desenvolvimento. O apoio da secretaria, principalmente em um momento tão difícil como este, de pandemia, nos dá ainda mais fôlego para seguirmos com o trabalho que temos realizado aqui”, destacou Wirley Reis.

Na agenda de visitas, o secretário também conheceu as ações para revitalização do Beco dos Aflitos, viabilizadas pelo projeto Revitalização das Escadarias dos Aflitos – Uma Obra de Arte a Céu Aberto, iniciativa da Prefeitura de Itapecerica para resgatar o tradicional ponto turístico da cidade e evidenciar o trabalho de artistas locais, que vão colorir os muros do beco com diferentes produções artísticas.

O Morro do Cruzeiro também fez parte do roteiro de visitas. No local, está sendo construída a Capela de São Bom Jesus do Matozinhos, reforçando a vocação do município para o turismo religioso. A equipe da Secult participou, ainda, da inauguração do espaço João Faísca, loja de artesanato que funciona no Paço Municipal, ao lado do prédio da Prefeitura, e que tem o objetivo de valorizar e fomentar o trabalho dos artesãos locais.

Estímulo ao fazer popular
As parcerias firmadas em Itapecerica também vão fortalecer o contato das instituições vinculadas à Secult com os municípios mineiros. Uma dessas ações é um edital a ser lançado pela Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) nos próximos meses. A proposta é que a instituição abra suas portas para artesãos de todo o estado no intuito de aperfeiçoar a qualidade do trabalho desses profissionais.

De acordo com Leônidas Oliveira, essa é uma iniciativa que vai valorizar o ofício dos trabalhadores e movimentar a cadeia produtiva e econômica de Minas Gerais. “A capacitação desses profissionais é muito importante, pois é por meio dessa iniciativa que estamos reforçando o fazer popular em nosso estado e, consequentemente, contribuindo para a geração de emprego e renda nos setores da cultura e do turismo”, pontou.

Fortalecimento turístico e fomento cultural
Ainda na agenda de visitas e ações em Itapecerica, a comitiva da Secult participou de uma reunião da Associação Circuito Turístico Campos das Vertentes. Durante o encontro, que contou com a presença dos subsecretários Milena Pedrosa e Maurício Canguçu, foi apresentado aos participantes o Projeto “Restauro - Antigas Estações Ferroviárias de Gonçalves Ferreira e Aquiles Lobo”, iniciativa que visa resgar a história das estações que tiveram importante papel no desenvolvimento da região Centro-Oeste do estado no século XX.

A subsecretária de Turismo da Secult, Milena Pedrosa, destacou as ações da pasta para estímulo às atividades turísticas de Minas Gerais, assim como uma interlocução maior entre os municípios que compõem a Instância de Governança Regional (IGR) Campo das Vertentes. “Essa é uma região muito forte em termos de turismo e tem diversos atrativos que podem ser potencializados com o auxílio das nossas ações para desenvolvimento do setor em Minas, como o programa ICMS Turismo e o Reviva Turismo”, destacou.

Já o subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, ressaltou as iniciativas da Secult para o fomento cultural nas cidades do interior de Minas Gerais. “Estamos lançando neste mês de maio uma série de editais para a área. São R$ 16 milhões do Fundo Estadual de Cultura para diversos projetos. Certamente, muitas dessas iniciativas serão muito importantes para auxiliar Itapecerica na consolidação de suas atividades culturais”, apontou.

 

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Imagem: Amanda Vitória /Secult

"Quer ver escuta" leva o teatro para as ondas sonoras

No tempo dos nossos avós, a casa permanecia em silêncio para a família acompanhar as intrigas, casos de amor e as situações hilariantes dos personagens das radionovelas. Os diálogos ganharam a atenção dos ouvintes que, depois, se voltaram para os dramas transmitidos pela TV. Com os teatros fechados e as novelas reprisadas devido ao confinamento, a dramaturgia se reinventa e se adequa a uma nova realidade. A encenação retorna forte pelas ondas sonoras. Para permitir essa façanha empreendedora, dois grupos que entendem do assunto se uniram: a rádio Inconfidência, que este ano completa 85 anos, e o Grupo Galpão, uma das mais renomadas companhias de teatro.

Juntos, eles levam a peça radiofônica "Quer ver escuta" para o público. Neste sábado (10), às 21h, a série estreia em todo o país, com exclusividade, pela emissora mineira. Após o lançamento, a peça terá mais cinco episódios, também transmitidos aos sábados e domingos subsequentes, sempre às 21h, pela rádio Inconfidência. O público pode conferir pela rádio FM 100,9 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, pela AM 880, em Minas Gerais, ou no site da emissora: inconfidencia.com.br com transmissão para o mundo todo. Primeiro projeto radiofônico do Galpão, a peça convida o ouvinte a imergir em histórias e situações por meio de sons. Ficção e documentário se misturam nos cenários acústicos onde personagens surgem em busca de sentido para suas vidas. Em tempo de incertezas, eles se apegam à memória como forma de não sucumbirem ao vazio e à alienação. Inspirado no poema "Quer ver?", do mineiro Francisco Alvim, o espetáculo sonoro ainda faz referência a outros poetas contemporâneos. Com direção de Marcelo Castro e Vinícius de Souza, "Quer ver escuta" traz, no elenco, Antonio Edson, Eduardo Moreira, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Teuda Bara, com participações especiais de Alberto Pucheu, Clara Kutner, Felipe Andrade, José Artur Coelho de Aguiar, Masha Serebryakova, Mírian Cavour, Paulo José, Rossandra Cabreira, Simonete Torres, Walmor Corrêa e Zora Santos. Estarão na experiência a poesia de outros escritores brasileiros como Alberto Pucheu, André Dahmer, Angélica Freitas, Júlia Panadés, Prisca Agustoni e Ricardo Aleixo, sempre com o intuito de atravessar narrativas e paisagens. Tudo decorre de longo trabalho sobre a poesia contemporânea feita, pelo Grupo, desde quando preparavam a estreia do espetáculo “Quer ver escuta”, interrompido devido à pandemia. Em tais experimentos cênicos e poéticos, realizados no final de 2019 e em 2020, os diretores selecionaram obras poéticas a serem trabalhadas. A exibição de "Quer ver escuta" é uma parceria entre a Empresa Mineira de Comunicação, responsável pela rádio Inconfidência e a Rede Minas, e o Grupo Galpão. A peça possui o patrocínio máster do Instituto Cultural Vale, patrocínios da AngloGold Ashanti e banco BV, apoio da Cemig e Governo de Minas Gerais e parceria da Rádio Inconfidência e da Rádio UFMG Educativa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e é realizada pelo Grupo Galpão, Governo de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. SINOPSE:
As pessoas acostumaram-se a trabalhar e a se divertir com retinas grudadas às telas eletrônicas. O olhar, portanto, acaba confinado ao excesso de imagens e a mínimos espaços. Por meio das delicadezas do ouvir, ao contrário, é possível ampliar, dia a dia, os modos de fruição da vida – e da arte. Os sons, afinal, nos tornam do tamanho que bem desejarmos. Eis o mote da nova experiência estética – e sonora – do Grupo Galpão. "Quer ver escuta" vai ao ar, com exclusividade, neste sábado (10), às 21h, pela rádio Inconfidência. A Inconfidência pode ser ouvida, em BH, na FM 100,9, em Minas Gerais pela AM 880 e, no mundo todo, pela internet: www.inconfidencia.com.br. Após o lançamento do primeiro episódio, a Rádio Inconfidência transmite mais cinco episódios, aos sábados e domingos subsequentes, também às 21h, pela emissora mineira.

 

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Imagem: Divulgação /Grupo Galpão

Conteúdo é complementar a webinário sobre regionalização disponível no Youtube

Cartilha Certificação

 

Com o objetivo dar ainda mais suporte aos municípios e reforçar a descentralização das políticas públicas de turismo em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) disponibiliza a “Cartilha de Orientação 2021 – Reconhecimento das Instâncias de Governança e Participação de Municípios na Política Estadual de Turismo de Minas Gerais”.

Com a publicação, o intuito é complementar as informações transmitidas no “Webinário Turismo – Regionalização do Turismo“, que abordou o processo de certificação das Instâncias de Governança Regionais (IGRs) na Política de Regionalização do Turismo da Secult. O seminário online aconteceu em 27 de abril e está disponível no canal da Secult no Youtube.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, explica que, com a cartilha, a ideia é tornar ainda mais transparente o acesso às informações necessárias para que as IGRs e municípios mineiros façam a adesão à Política de Regionalização da pasta, que tem como propósito a descentralização e a democratização da atividade turística, de forma participativa, com geração de emprego e renda e desenvolvimento sociocultural.

“A intenção é tornar público mais um conteúdo elaborado pela Secult para sanar dúvidas e mostrar, tanto para os municípios quanto para as Instâncias de Governança Regionais, as vantagens e a importância de integrar a Política de Regionalização do Estado. Entre os benefícios estão, por exemplo, o desenvolvimento da atividade turística de forma regional e alinhada com destinos próximos; apoio técnico de turismólogos das IGRs na elaboração de projetos e ações municipais; possibilidade de pleito ao ICMS Turismo e de recebimento de recursos do Estado e da União para desenvolvimento do turismo local. Quanto mais municípios estiverem alinhados a essa política, mais potência terá o turismo de Minas Gerais”, destacou Oliveira.

O secretário ressalta, ainda, que em função do período onda roxa do Minas Consciente, implementada pelo Governo de Minas Gerais em março de 2021, a Secult estendeu os prazos para a certificação das IGRs, de modo a facilitar processos que talvez tenham sido prejudicados pelas restrições impostas, como o envio de documentos. Confira os novos prazos AQUI.

Conteúdo

Em 2021, o processo de certificação das Instâncias de Governança Regionais (IGRs) acontece de acordo com o Decreto 47.687/19, o Decreto 48.189/2021 e a Resolução 016/2020. Portanto, a cartilha reúne explicações sobre a legislação vigente e sobre os critérios básicos para aderir à Política de Regionalização da Secult, com orientações sobre o envio de documentação e cumprimento de prazos; detalhamento da composição de uma IGR, bem como de sua capacidade técnica, regularidade jurídica e gestão financeira sustentável; explicações sobre a comprovação de processos pelos municípios, como investimento em turismo e plano municipal de turismo, e sobre conselhos municipais de turismo.

Além de detalhes técnicos que são essenciais para a certificação, a publicação traz orientações gerais, como o passo a passo para elaborar uma ata de reunião; os itens primordiais que devem constar em um planejamento estratégico e observações importantes sobre o sistema utilizado para o envio de documentos.

Acesse a

Regionalização do turismo

O Programa de Regionalização do Turismo, idealizado e orientado pelo Ministério do Turismo (MTur), trabalha a convergência e a interação de todas as ações desempenhadas pelo MTur com estados e municípios brasileiros. Seu objetivo principal é o de apoiar a estruturação dos destinos, a gestão descentralizada e a promoção do turismo no país, a partir de oito eixos estruturantes com vistas ao desenvolvimento regional.

Em Minas Gerais, a política pública de Regionalização do Turismo está em desenvolvimento desde o ano de 2001, e é referência para os demais estados brasileiros no que diz respeito à gestão da atividade turística, seguindo as diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo, estabelecido pelo MTur para as regiões turísticas. Os papéis e objetivos da Regionalização em Minas Gerais são focados na democratização da Política do Turismo, integração e participação social, no desenvolvimento sustentável, na descentralização do Turismo, inovação e articulação.

Atualmente, de acordo com a legislação vigente, Minas Gerais conta com 44 Instâncias de Governança Regionais (IGRs) certificadas, envolvendo todas as regiões de Minas Gerais e 513 municípios regionalizados.

Instância de Governança Regional

As Instâncias de Governança Regionais (IGRs) são entidades sem fins lucrativos integradas por municípios de uma mesma região com afinidades culturais, sociais e econômicas, que se unem para organizar, desenvolver e consolidar a atividade turística local e regional de forma sustentável, regionalizada e descentralizada, com a participação da sociedade civil e do setor privado. Anteriormente reconhecidas por Circuitos Turísticos, passaram a receber nova titulação a partir da publicação da Lei Estadual nº 22.765/2017, que instituiu a Política Estadual de Turismo, sendo reconhecidas como Instância de Governança Regional após o cumprimento das diretrizes fixadas no Decreto nº 47.687 e pela Resolução Secult nº16/2020.

Dessa forma, as IGRs exercem oficialmente o papel de executoras, interlocutoras e articuladoras da descentralização e da regionalização do Turismo em Minas Gerais. O trabalho destas entidades se dá por meio da integração contínua dos municípios, gestores públicos, iniciativa privada e sociedade civil, consolidando uma identidade regional e protagonizando o desenvolvimento por meio de alianças e parcerias.

Enquanto os espaços integrantes do Circuito Liberdade se organizam para a reabertura, após decreto da Prefeitura de Belo Horizonte autorizando o retorno das atividades presenciais, a programação virtual dos equipamentos continua intensa.

O destaque é a final do Prêmio BDMG Instrumental, de 23 a 25 de julho, promovida pelo BDMG Cultural. Os 12 músicos escolhidos vão defender duas composições autorais e um arranjo, em três noites de apresentações restritas, com transmissão ao vivo no canal YouTube.com/BDMGCultural, direto do Teatro Sesiminas.

Para quem curte exposição, a Casa Fiat de Cultura lança no dia 13 de julho a exposição virtual “As Praças [In]visíveis”, que reúne 42 escritores e fotógrafos italianos para um diálogo entre a cultura e a beleza da Itália, revelando esses monumentos arquitetônicos como verdadeiras obras de arte.

O Espaço do Conhecimento UFMG também lança, no dia 30 de julho, uma nova exposição temporária. "Sertão Mundo" está inserida na programação do 53º Festival de Inverno da UFMG e foi concebida para o ambiente virtual, tendo como referência o Sertão, esse lugar tão característico e presente na obra do escritor João Guimarães Rosa. A curadoria é de Claudia Campos Soares, Dânia Lima, Diomira Ma. C. P. Faria e Maurício Gino.

Além dessas programações, haverá lives de astronomia, debates, espetáculos teatrais e muito mais. Com o decreto da PBH, o Centro Cultural Unimed e o CCBB já reabrem em 6 e 7 de julho respectivamente. Outros equipamentos do Circuito Liberdade anunciam ao longo das próximas  semanas as datas para retornarem suas atividades. Acompanhe as atualizações nos sites e redes sociais dos espaços.

Espaços da Secult integrantes do Circuito Liberdade reabrem suas portas ao público
A partir de quarta-feira (7/7), o Museu Mineiro, o Centro de Arte Popular e o Museu dos Militares Mineiros, que integram o Circuito Liberdade, reabrem com as programações vigentes. Também na quarta-feira, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais retomará atividades presenciais apenas na galeria de arte Paulo Campos Guimarães, com a exposição gratuita “Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos”, que pode ser visitada das 8h às 18h, de segunda a sexta, e das 8h às 12h, aos sábados. Já o Arquivo Público Mineiro retomará o atendimento presencial a partir da mesma data (7/7) mediante agendamento prévio, com dois dias de antecedência, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O espaço estará aberto das 9h às 12h e de 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.

Já a Fundação Clóvis Salgado (FCS), instituição vinculada à Secult, estreia o espetáculo gratuito “...Incomoda, Incomoda, Incomoda”, no Grande Teatro do Palácio das Artes, na terça-feira (6/7) apenas para convidados. A montagem, que celebra os 35 anos do Curso Técnico de Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart) e marca a formatura dos alunos do curso, fica em cartaz de 7 a 11 de julho. Os horários são às 20h30, de quarta-feira a sábado, e às 19h no domingo, com retirada de ingressos duas horas antes da apresentação, na bilheteria do teatro.

Na quinta-feira (8/7), a FCS estreia a exposição “Imagens Resolutivas”, resultado da 4ª edição do Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte (FIF-BH), ocupando as galerias Genesco Murta, Arlinda Corrêa Lima e Galeria Aberta Amilcar de Castro, além da fachada do Palácio das Artes, e a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais. A partir de 16/7, o Cine Humberto Mauro retoma as sessões com a Mostra Joan Crawford. Os ingressos serão distribuídos antes de cada sessão, com lotação máxima do cinema de 30 lugares (25% da ocupação).

A partir desta quinta-feira (8/7), a Filarmônica de Minas Gerais volta a receber o público na Sala Minas Gerais, com apresentação inédita do pianista israelense Alon Goldstein, que vai executar a obra Segundo Concerto para Piano, de Brahms. Serão dois concertos com o mesmo repertório, na quinta-feira (8/7) e na sexta-feira (9/7), às 20h30. A presença do público está limitada ao máximo de 393 pessoas por apresentação, o que corresponde a 26% da capacidade total da Sala.

Confira abaixo mais informações sobre a programação no Circuito Liberdade:

MEMORIAL MINAS GERAIS VALE

Lar Doce Lar, com Palhaça Brisa (Janaina Morse)

Acontece no dia 05 de julho, às 17h, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. Um diário prático e visual do cotidiano de uma palhaça em estado de isolamento social. A rotina que sufoca e se mantém até que diante da permanência ela, Brisa, se altera. Sendo muitas em si. Evento selecionado através da Convocatória de programação MMGV 2021. Integra o projeto Gerais Cultura de Minas.

Zapato busca Sapato, coma Trupe de Truões

Acontece no dia 13, às 10h30, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. A história de um pequeno sapato e o reconhecimento de ser diferente já que nasceu sozinho em sua caixa. Narra as aventuras deste sapatinho a procura de seu par e os encontros no seu caminho no México, Brasil e Moçambique. É uma travessia que o faz conhecer-se a si mesmo. Integra o projeto Eu, Criança, no Museu!

Glaw Nader

Acontece no dia 25, às 11h, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. Glaw Nader apresenta seu trabalho de música instrumental: protagonismo negro e feminino. A estreia acontecerá no dia 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. “Me juntar aos meus pra fazer a música que é nossa.” Essa frase reúne a essência e a potência de como Glaw encara sua arte. O grande motivador para o seu trabalho é o bebop, movimento iniciado pelo saxofonista e compositor Charlie Parker, que de tão significativo inaugurou uma nova era na trajetória do jazz.

Moçambique Branco de Araguari: bate-papo e apresentação

Acontece no dia 31, às 10h, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. Vem do interior de Minas Gerais, da cidade de Araguari a atração de julho do Diversidade Periférica. Moçambique Branco de Araguari é força e fé pela Nossa Senhora do Rosario, São Benedito, Santa             Efigênia e os Pretos Velhos que unem e geram transformação. Integra o projeto Diversidade Periférica, com curadoria de Patrícia Alencar.

Live de Lançamento do Livro Mirabilia em Carro de Boi, com Educativo MMGV e Heloisa Starling (UFMG)

Acontece dia 13, às 17h, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. Ser mineiro é uma identidade? É um sentimento? É um jeito de ser? É uma forma de viver? Essas perguntas nortearam a escrita do livro Mirabilia em Carro de Boi: tecendo identidades no Memorial Minas Gerais Vale. Para o lançamento convidamos a Prof. Dra. Heloísa Starling, coordenadora da pesquisa histórica da atual expografia do Memorial e autora do prefácio da obra, para um bate-papo com os organizadores Pamela Naumann e Smally Rodrigues, com mediação do Coordenador do Educativo Charles Souza.

Conectando Gerações, com Educativo MMGV

Acontece entre 19 de julho a 13 de agosto, com inscrições de 01 a 16 de julho. O Conectando Gerações é um projeto que visa a acessibilidade dos idosos com as redes sociais Instagram, Youtube, WhatsApp e Facebook, buscando melhorar a interação com o ambiente virtual e possibilitando diante do atual momento experiências com amigos e familiares. Nesse projeto será abordando questões básicas das ferramentas digitais, assim é voltado para quem tem pouco ou quase nenhum conhecimento da utilização dessas ferramentas. Será criado um grupo no WhatsApp no qual o participante poderá interagir no momento em que ele desejar durante o período de atendimento, de segunda à sexta, das 14h às 17h. É necessário inscrição pelo telefone 3343-7317. Integra o projeto Férias Divertidas no Memorial

Histórias e Brincadeiras em Casa, com Lucas Costa

Acontece nos dias 14, 21 e 28 de julho, das 10h às 11h. A oficina visa trazer encantamento para momentos em que os responsáveis e as crianças estão juntos e através de histórias, jogos e brincadeiras possam estreitar os laços afetivos com foco em Histórias Afrobrasileiras.

14/07 de 10h às 11h: Heroínas Negras do passado e do presente: Dandara e Marielle

21/07 de 10h às 11h: Orixás: Elementos da Natureza

28/07 de 10h às 11h:Galanga Chico Rei e Chico Juba: Sobre Cabelos e Ancestralidades.

Faixa-etária: crianças de 4 a 6 anos e responsáveis.

Via Google Meet. É necessário fazer inscrição pelo tel 31 3343-7317

Oficina de Conservação em Papel

Acontece nos dias 16, 23 e 30/07, às 13h, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. Sabe aquele documento que já está desgastado pela ação do tempo? Pode ser um documento civil, uma receita familiar ou algum registro afetivo? Venha aprender com o Educativo como preservá-lo de uma maneira mais eficaz com algumas dicas básicas de conservação. Iremos aprender também técnicas de encadernação que poderá servir para guardar os documentos. Serão três vídeos: o primeiro abordará alguns conceitos da área de conservação, o segundo tratará da higienização dos documentos e o terceiro o tema da encadernação.

Faixa-etária: a partir de 16 anos. Nâo é necessário fazer inscrição.

Integra o projeto Férias Divertidas no Memorial

Sinais de Cecília Meireles

Acontece entre 25 a 31/07 e 01, 02/08, às 13h, no Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. Escrever é um ato de reflexão que inventa a vida, traz luz a realidade, cria mundos imagináveis, possibilita o sonho e o devir. Em comemoração ao dia do escritor o Memorial convida você a emocionar-se através dos versos do Romanceiro da Inconfidência de Cecília Meireles, obra que trouxe poesia a Conjuração e fundamentou a sala Panteão da Política Mineira do nosso museu. Serão 9 versos declamados em Libras e Português que fazem alusão a esse importante marco da nossa história.

Oficina “1, 2, 3 Marias”, com Felipe Oliveira e Cristal Lisboa

Acontece no dia 30, às 18h, Canal do Youtube do Memorial Minas Gerais Vale. A oficina se propõe a compartilhar com os participantes o jogo tradicional “3 Marias”. Através de uma contação de história, buscamos transmitir o jogo e suas possibilidades de desenvolvimento.

Faixa-etária: a partir de 7 anos. Não e necessário fazer inscrição.

Integra o projeto Férias Divertidas no Memorial

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG

Exposição temporária "Sertão Mundo” - programação do 53º Festival de Inverno da UFMG

De 23 a 31 de julho de 2021, será realizado o 53º Festival de Inverno da UFMG. O Espaço do Conhecimento UFMG participa da programação com a abertura da nova exposição temporária "Sertão Mundo", no dia 30 de julho. Sertão Mundo foi concebida para o ambiente virtual e tem como referência o Sertão, esse lugar tão característico e presente na obra do escritor João Guimarães Rosa. Através de uma viagem pelo Sertão e por suas diferentes interpretações será possível apreciar escutas e vozes de muitos Brasis. A curadoria é de Claudia Campos Soares, Dânia Lima, Diomira Ma. C. P. Faria e Maurício Gino. A exposição será lançada em uma live no YouTube (www.youtube.com/espacoufmg), no dia 30 de julho, das 19h30 às 21h, com a participação da Reitora da UFMG, Profa. Sandra Regina Goulart Almeida, de autoridades convidadas e dos curadores. O detalhamento da programação estará disponível no site do Espaço do Conhecimento (www.ufmg.br/espacodoconhecimento).

Oficina virtual "Colorindo o mundo: autorretratos com Anita Malfatti e o Sertão"

Na oficina virtual "Colorindo o mundo: autorretratos com Anita Malfatti e o Sertão", que integra a programação do Festival de Inverno, o público poderá ter contato antecipado com alguns elementos da exposição Sertão Mundo. A atividade é uma iniciativa do Educativo do Centro Cultural UFMG, em parceria com o Núcleo de Ações Educativas e Acessibilidade do Espaço do Conhecimento UFMG. O objetivo é incentivar o público (a partir de 9 anos) a voltar o olhar para si e o seu entorno por meio de autorretratos, refletindo, desse modo, sobre sua relação com o mundo. A oficina é gratuita e acontece nos dias 26 e 28/07/21, das 14h às 16h, pelo Zoom. O link do formulário de inscrição será divulgado no site do Festival de Inverno (www.ufmg.br/festivaldeinverno) e no Instagram do Espaço do Conhecimento UFMG (@espacoufmg).

33ª Semana Rosiana, promovida pelo Museu Casa Guimarães Rosa

De 12 a 17 de junho de 2021, o Museu Casa Guimarães Rosa, localizado em  Cordisburgo, realiza a 33ª Semana Rosiana, com o tema "Ave, Palavra". O Espaço do Conhecimento UFMG participa da programação com uma roda de conversa, no dia 17 de julho, sobre a exposição Sertão Mundo. A live será transmitida no canal www.youtube.com/espacoufmg. O Espaço também é responsável pelo podcast da Semana Rosiana. A segunda temporada, "Ave, Palavra", será lançada de 12 a 16 de julho, com novos episódios sempre às 10h. 

Lançamento do Calendário Astronômico 2021-2022

De Solstício a Solstício, o Calendário Astronômico do Espaço do Conhecimento UFMG apresenta noções de astronomia de forma divertida e informa as datas em que ocorrerão eventos celestes que podem ser observados a olho nu, sem o auxílio de instrumentos. A edição 2021-2022 ficará disponível no site do Espaço do Conhecimento. Acompanhe as redes sociais do espaço para não perder o lançamento!

Descobrindo o Céu

Lives semanais de Astronomia. Não perca a programação de julho da Descobrindo o Céu! Toda quinta-feira, às 17h, no canal do Espaço no Youtube.

01/07 | O Telescópio Espacial Hubble

08/07 | O tempo é relativo?

15/07 | Por que a Lua parece maior no horizonte?

22/07 | Conversas Astronômicas - Prof. Árjuna Panzera

29/07 | Via Láctea, a nossa galáxia

Sábado com Libras

Oficina virtual | Jogos e brincadeiras teatrais em Libras. Com o objetivo de explorar os diversos fundamentos do universo teatral e suas potencialidades no aprendizado da Libras, o Espaço do Conhecimento UFMG realiza, no dia 31 de julho, sábado, às 10h, a oficina virtual Jogos e brincadeiras teatrais em Libras. A oficina convida o público a explorar a imaginação e a usar a improvisação e a expressão corporal, elementos muito presentes no universo teatral, por meio de jogos e atividades lúdicas, que vão ajudar a trabalhar e expandir o vocabulário em Libras. As inscrições podem ser feitas gratuitamente a partir de 26 de julho, pelo formulário disponível na página do projeto Sábado com Libras

Lançamento do Catálogo

Saberes Indígenas e Etnofármacos. Em julho, o Espaço do Conhecimento UFMG lança o catálogo Saberes Indígenas e Etnofármacos, uma publicação do Núcleo de Ações Educativas, Acessibilidade e Estudos de Público. Ele apresenta parte dos resultados da pesquisa sobre os usos de plantas medicinais por quatro povos indígenas, os Maxakali, Pataxó, Xakriabá e Yanomami. O catálogo estará disponível em versão virtual, no site do Espaço do Conhecimento. Acompanhe as nossas redes sociais para conferir o lançamento!

BDMG CULTURAL

Exposição Longo Prazo

Exposição Longo Prazo, da artista Clarice G Lacerda. De 30 de junho a 27 de julho de 2021, o BDMG Cultural realiza a exposição Longo Prazo, da artista visual belorizontina Clarice G Lacerda, na plataforma virtual www.mostrasbdmgcultural.org. São 23 obras em diferentes técnicas: desenhos, recortes e colagens, objetos encontrados e objetos manipulados, fotografias, vídeo, instalação, frotagens e cadernos de artista editados como livros. A exposição Longo Prazo foi selecionada no edital de concorrência pública divulgado em novembro de 2020. No Ciclo de Mostras BDMG Cultural 2021, ainda vão passar por exposições, na Galeria de Arte e em plataforma virtual, a dupla de artistas Affonso Uchoa e Desali, a dupla Lucélia Romão e Jessica Lemos e o artista Marc Davi.

Urbe Urge: Live com Alexandre Araújo Costa Urge: Live com Alexandre Araújo Costa

No dia 14 de julho, às 14h30, o BDMG Cultural promove a terceira da série de lives públicas do programa Urbe Urbe, com o físico, ativista climático, ambientalista e professor Titular da Universidade Federal do Ceará, Alexandre Araújo Costa. O diálogo será transmitido pelo canal do YouTube.com/BDMGCultural, ao vivo, gratuito e sem necessidade de inscrição. URBE URGE é o novo programa de fomento a projetos de arquitetura, urbanismo e design, em resposta à emergência climática, do BDMG Cultural, em parceria com o Cosmopólis, grupo de pesquisa da Escola de Arquitetura e Design da UFMG

20º Prêmio BDMG Instrumental

De 23 a 25 de julho, o BDMG Cultural realiza a finalíssima do Prêmio BDMG Instrumental, que completa duas décadas de realização em 2021, consolidado como uma importante vitrine e fonte de estímulo para músicos e compositores de Minas Gerais. Os 12 músicos finalistas foram selecionados por uma comissão formada pelo compositor e baterista André “Limão” Queiróz, pela pianista e professora Heloísa Feichas e pelo compositor e pianista Túlio Mourão. Cada instrumentista vai defender duas composições autorais e um arranjo, como de praxe na história da premiação, em três noites de apresentações restritas, com transmissão ao vivo no canal YouTube.com/BDMGCultural, direto do Teatro Sesiminas, em conformidade com as normas de vigilância sanitária vigentes. A programação completa está disponível em: bdmgcultural.mg.gov.br

Urbe Urge: Live com Alyne Costa

No dia 28 de julho, quarta-feira, às 14h30, o BDMG Cultural promove a quarta da série de lives públicas do programa Urbe Urbe, com a doutora em filosofia pela PUC-Rio, professora do quadro complementar do Departamento de Filosofia da PUC-Rio e pós-doutoranda do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ Alyne Costa. O diálogo será transmitido pelo canal do YouTube.com/BDMGCultural, ao vivo, gratuito e sem necessidade de inscrição. URBE URGE é o novo programa de fomento a projetos de arquitetura, urbanismo e design, em resposta à emergência climática, do BDMG Cultural, em parceria com o Cosmopólis, grupo de pesquisa da Escola de Arquitetura e Design da UFMG.

CASA FIAT DE CULTURA

As Praças [In]visíveis

13/jul a 12/set | virtual

Ao pensar em uma cidade, muitas imagens vêm à cabeça. Mas qual é o espaço capaz de traduzir o lugar do encontro, do ir e vir das pessoas, das histórias e cultura de um povo? As praças, espaços públicos que atraem multidões, que abrigam ideias e sentimentos, que evocam memórias e atravessam gerações. Nos últimos tempos, esses lugares foram marcados por paisagens inimagináveis. Ao trocar o burburinho das rotinas das grandes cidades pela imensidão dos silêncios impostos pela pandemia, as praças evidenciaram um novo cenário, despertando novos olhares e relações. A exposição virtual “As Praças [In]visíveis” reúne quarenta e dois escritores e fotógrafos italianos para um diálogo entre a cultura e a beleza da Itália, revelando esses monumentos arquitetônicos como verdadeiras obras de arte. A mostra é uma realização conjunta da Casa Fiat de Cultura e do Consulado da Itália em Belo Horizonte e conta com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.

Palestra | Liberdade de Percepções, com a arquiteta Jô Vasconcellos

13/jul | das 19h às 20h30 | transmissão ao vivo

As praças possuem uma importância simbólica que vai além da questão estética e funcional. São espaços democráticos de encontro e convívio urbano. Em Belo Horizonte, uma das mais icônicas é a Praça da Liberdade. Ela surgiu com a capital mineira – primeira cidade moderna planejada do Brasil. Ao longo dos anos, esta praça experimentou transformações, propiciando diversas percepções e experiências. Em 1990, a Praça da Liberdade passou por uma grande reforma estrutural, projeto que contou com a participação de Jô Vasconcellos, referência na área de arquitetura, paisagismo e urbanismo. Nessa palestra virtual, Jô compartilhará histórias e curiosidades sobre essa praça tão querida pelos belo-horizontinos e cartão postal da cidade. O evento faz parte da programação paralela da exposição virtual “As Praças [In]visíveis”. Inscrições gratuitas na Sympla

Encontros com o Patrimônio | Memória na ponta dos pés: um bate-bola sobre futebol e identidade

25/jul | das 11h às 12h30 | transmissão ao vivo

O futebol é esporte, paixão, negócio, tradição e, também, identidade. Ele nasceu na Inglaterra em 1863 e, em 1894, foi introduzido oficialmente no Brasil por Charles Miller. O esporte é tão importante que ganhou uma data só sua: o Dia Nacional do Futebol, celebrado em 19 de julho. Para comemorar, o Encontros com o Patrimônio abordará a história do esporte no país, destacando personagens emblemáticos dessa trajetória, assim como os cinco títulos mundiais do Brasil e seus contextos sociais e históricos. A convidada desta edição é a coordenadora do Centro de Referência do Futebol Brasileiro, do Museu do Futebol, Diana Mendes, que vai destacar os processos de pesquisa e salvaguarda dessa memória, além de exibir parte do acervo da instituição. Inscrições gratuitas pela Sympla.

Oficina de Férias | Desenho é jogo, com Guilherme Teixeira

17/jul | das 10h às 12h | transmissão ao vivo

Muita gente se afasta do desenho por acreditar que não sabe desenhar. Uma forma de aproximação a essa prática — tão antiga quanto a nossa espécie — é tratar o desenho como uma brincadeira ou um jogo. Nessa oficina virtual de desenho, os participantes experimentarão diferentes jogos e propostas visando o prazer e a alegria de desenhar junto e de forma criativa, descobrindo suas possibilidades. O ministrante é Guilherme Teixeira, artista e mestre em poéticas visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Sua pesquisa abrange, entre outros temas, as relações entre a arte e a pedagogia, e seus trabalhos convidam o público a fazer escolhas, individual e coletivamente. Inscrições gratuitas pela Sympla.

Centro Cultural Unimed-BH Minas

Exposição “Instante Invisível”, Eugênio Sávio

A partir de 15 de julho. Instante Invisível é a mostra de fotografias de Eugênio Sávio, que estará em cartaz entre os meses de julho e setembro, contemplando o período dos Jogos Olímpicos, na Galeria de Arte do Centro Cultural Unimed-BH Minas (CCUnimed-BH Minas). A exposição reúne 138 fotografias produzidas pelo fotógrafo mineiro ao longo de 30 anos em que acompanhou eventos esportivos mundiais como Jogos Olímpicos, Copas do Mundo e outros eventos dedicados às modalidade de natação, vôlei, basquete, tênis, entre outras.

Exposição “Imagens descobertas”

A partir de 22 de julho. O corredor que dá acesso à Biblioteca do Centro Cultural Unimed-BH Minas (sem data para abertura) e Salas de Cinema (com previsão de abertura para 2022), foi transformado no Espaço de Exposição. A primeira mostra a ocupar o lugar é intitulada “Imagens Descobertas”, em que a cada três meses, 20 fotografias de Bruno Roberto Martins da Costa, produzidas entre 1943 e 1975, serão expostas. As imagens mostram a sociedade da época por meio de acontecimentos na capital mineira e no Minas Tênis Clube. Tais imagens têm uma história curiosa: encontrados, no Minas Country, nossa Unidade campestre, os 3.820 negativos, que foram higienizados e digitalizados por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH e do Escritório de Advocacia Araújo & Fontes. O Espaço Expositivo tem patrocínio máster do Instituto Unimed-BH.

Letra em cena on-line especial – Biblioteca do Minas

27 de julho, às 20h - A sessão de julho do programa literário do Minas Tênis Clube, "Letra em Cena. Como ler...",  receberá, em seu formato on-line, vários convidados simultaneamente. Em comemoração à inauguração da Biblioteca do Centro Cultural Unimed-BH Minas, o jornalista e curador do programa, José Eduardo Gonçalves, apresentará depoimentos inéditos de importantes nomes da literatura brasileira. A performance de textos será feita pela escritora, pesquisadora e atriz Bruna Kalil Othero.

Sarau Minas Tênis Clube – inscrições

Será publicado no dia 5 de julho o edital do Sarau Minas Tênis Clube, edital de ocupação do Teatro do espaço cultural, para cantores intérpretes, por meio do qual são escolhidos quatro cantores (individual ou banda) para fazer show no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. No ato da inscrição, que é on-line e gratuita, o candidato deve indicar o artista ao qual prestará homenagem, interpretando as canções de seu repertório. O show pode ter no mínimo 12 e no máximo 16 canções, podendo colocar até três músicas autorais. As inscrições, gratuitas e on-line, deverão ser feitas entre 7 de julho e 10 de agosto. O resultado será no dia 27 de agosto. Os shows do Sarau serão nos dias 28/9, 5,19 e 26/10, às 20h.

FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS

Série Fora de Série – A orquestra romântica II

3 de julho – 18h

Sala Minas Gerais

José Soares, regente

Marcus Julius Lander, clarinete

João Carlos Ferreira, viola

BERLIOZ - Beatriz e Benedito: Abertura 

BRUCH - Concerto para clarinete e viola em mi menor, op. 88

TCHAIKOVSKY - A Tempestade, "Abertura Fantasia"

RIMSKY-KORSAKOV - Abertura sobre Temas Russos

8 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente

Alon Goldstein, piano

MENDELSSOHN  - Sinfonia nº 3 em lá menor, op. 56, "Escocesa"

BRAHMS - Concerto para piano nº 2 em Si bemol maior, op. 83

15 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente

Cármelo de los Santos, violino

SAINT-SAËNS - Concerto para violino nº 3 em si menor, op. 61

ROSSINI  - La Gazza Ladra: Abertura

ROSSINI  - Cinderela: Abertura

ROSSINI - O Senhor Bruschino: Abertura

ROSSINI - Semiramide

22 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente

Eduardo Monteiro, piano

ROSSINI           O barbeiro de Sevilha: Abertura

ROSSINI           Uma italiana na Algéria: Abertura

ROSSINI           Guilherme Tell: Abertura

BRAHMS          Concerto para piano nº 1 em ré menor, op. 15

29 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente

ELGAR - Serenata para cordas em mi menor, op. 20

VILLA-LOBOS - Bachianas brasileiras nº 1

BEETHOVEN - Sinfonia nº 2 em Ré maior, op. 36 

 

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Foto: Flávio Charchar

Curso é promovido pelo Ministério do Turismo; aulas teóricas serão virtuais e conteúdo prático será repassado de acordo com cada área técnica

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Guias de turismo de todo o estado poderão se inscrever em breve para o Curso de Especialização Técnica em Atrativos Culturais e Naturais para Guias de Turismo, que será oferecido pelo Ministério do Turismo (MTur) em parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio).

Para Minas Gerais, são 164 vagas disponíveis, e podem se candidatar guias de turismo do estado devidamente registrados no Cadastur e que ainda não tenham realizado esta capacitação. O edital estará aberto entre os dias 29 de maio e 12 de junho de 2021. 

Acesse o 

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O curso é gratuito e as aulas teóricas serão virtuais, por meio da plataforma Google Meet, com duração de quatro horas, uma vez por semana. Os componentes curriculares serão trabalhados por meio de apresentações, exercícios, debates e avaliações. Já as aulas práticas laboratoriais serão ministradas de forma presencial, por meio de visitas técnicas em locais que atendam às especificidades de cada região.

Aprimoramento

O objetivo, com a oferta do curso, de acordo como o MTur, é aprimorar as competências profissionais  do Guia de Turismo para atuar como facilitador ou mediador entre turistas e destinos turísticos, com prestação de informações sobre os locais e instalações; interpretação dos atrativos; realização de mediação natural e cultural e supervisão de atividades e comportamentos dos visitantes em favor da excelência na prestação de serviços e no atendimento dos desejos e expectativas dos turistas.

Mostra “Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos” reúne 34 trabalhos de um dos principais nomes dos quadrinhos na França e tem entrada gratuita

Na retomada gradual de atividades culturais em Belo Horizonte, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais reabre as portas da Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães a partir desta quarta-feira (7/7), com a exposição ''Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos''. A mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada até 31 de agosto, de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h.

A reabertura acontece em consonância com o Decreto publicado pela administração municipal no sábado (3/7), autorizando a flexibilização de shows, teatros e museus na capital mineira. A retomada de atividades na Biblioteca contempla somente na Galeria de Arte. Os demais setores do espaço pertencente à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), como Infantojuvenil (BIJU), Empréstimo Domiciliar, Hemeroteca Histórica e Referência e Estudos, seguem fechados para visitação.

O percurso artístico do quadrinista francês Jean-Denis Pendanx é narrado na exposição “Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos”. Ao todo são 34 obras que fazem os visitantes viajarem com o quadrinista por meio da experiência transformada em desenho.

Jean-Denis Pendanx é um dos principais expoentes no cenário dos quadrinhos da França. Ele foi responsável por inúmeras histórias e ilustrações contemporâneas francesas, como Diavolo le solennel, Labyrinthes, Les Corruptibles, Abdallahi, entre outros. A entrada é gratuita.

Protocolos
Para garantir a segurança dos visitantes, uma série de protocolos foi adotada nessa fase de reabertura gradual da Biblioteca Estadual. É obrigatório o uso de máscara de proteção, cobrindo nariz e boca, para ter acesso a quaisquer dependências dos espaços. Os visitantes deverão manter as mãos higienizadas, seguir o fluxo único das exposições e manter distanciamento em relação a outras pessoas. O distanciamento deverá ser respeitado tanto na fila de acesso ao local quanto no trajeto expositivo.

Também é necessário que cada visitante traga consigo sua própria máscara, seja ela reutilizável ou descartável. Os bebedouros de água que exigem aproximação da boca para ingestão estarão lacrados, permitindo-se somente o funcionamento do dispensador de água para copos descartáveis ou garrafas trazidas pelos visitantes.

Os frequentadores também deverão seguir recomendações como evitar aglomerar e conversar, manusear telefone celular, ou tocar o rosto durante a permanência no interior do espaço; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair dos locais; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar o espaço caso apresentem qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

Leia mais sobre a reabertura de espaços culturais da Secult em BH:
Equipamentos do Sistema Estadual de Cultura retomam atividades presenciais em Belo Horizonte

 

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Autor de “Universo Poesias”, Gustavo é o convidado da edição de maio do projeto Novos Talentos, que acontece nesta sexta-feira (28/5)

A Literatura pelo olhar de um escritor de 12 anos de idade. É a partir desse mote que a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais realiza mais uma edição do projeto “Novos Talentos”. Na sexta-feira (28/5), Gustavo Henrique Mendes participa de um bate-papo a respeito de seu primeiro trabalho, o livro “Universo Poesias” (Ed. Cartonera, 2021). Com mediação de Adriana Márcia de Deus, o evento será transmitido ao vivo pelo Instagram da Biblioteca Estadual (@bibliotecaestadaulmg), a partir das 15h.

Estudante do 7º ano do ensino fundamental, Gustavo Henrique Mendes também assina as ilustrações de seu livro de estreia. Utilizando a poesia para abordar temas atuais, “Universo Poesias” é uma obra artesanal, confeccionada no formato cartonero, técnica que usa materiais recicláveis. No caso de Universo Poesias, a capa é feita com papelão, e a embalagem do livro é produzida com páginas de jornais.

O jovem escritor iniciou sua carreira na Literatura ainda criança, quando escrevia textos e tinha o desejo de ver esse material impresso. “Eu sempre quis publicar um livro. Escrevia histórias em cadernos e assim queria tê-las impressas. Quando comecei a fazer poesia, vi que tinha o dom e continuei a escrever. Decidi que aquele (Universo Poesias) seria o meu primeiro livro”, comenta Gustavo Henrique.

Em sua obra de estreia, o autor abordou temas atuais para expressar, por meio de poesias, seus sentimentos em relação à vida. Mesmo com a pouca idade, Gustavo acredita que a iniciativa da Biblioteca Estadual com o projeto Novos Talentos é uma forma de inspirar crianças de sua idade a se aventurarem no universo da Literatura.

“Achei uma atitude muito linda que, com certeza, estimula as pessoas a entrarem no universo da escrita. As pessoas olham e se inspiram, com o sentimento de que também são capazes”, diz.

Novos Talentos
O projeto “Novos Talentos” é uma iniciativa da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais para dar mais espaço e divulgação a diferentes produções da literatura e das artes em geral. Sempre na última sexta-feira de cada mês, um escritor ou artista é convidado para conversar com o público a respeito de seu trabalho. As conversas são transmitidas ao vivo pelo Instagram da Biblioteca Estadual.

 

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Imagem: Acervo Pessoal

Edital é apresentado na cidade de Patos de Minas; secretário Leônidas Oliveira cumpre outras agendas na região

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) lança, nesta terça-feira (6/7), o “Requalifica Minas – Equipamentos Culturais Públicos”, mais novo Edital do Fundo Estadual de Cultura (FEC). Voltado exclusivamente ao repasse a municípios, o edital irá disponibilizar R$ 5 milhões a prefeituras ou instituições públicas (pessoas jurídicas de direito público sem fins lucrativos) de natureza cultural vinculadas a prefeituras. O objetivo é premiar projetos de modernização de equipamentos culturais municipais, como arquivos públicos, bibliotecas públicas e museus públicos, bem como a execução de ações para democratizar o acesso aos bens culturais nos territórios mineiros.

O edital é lançado pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, na cidade de Patos de Minas, às 10h, durante encontro de prefeitos e secretários municipais de Educação e Cultura do Alto Paranaíba.

“Ao fortalecer arquivos, bibliotecas e museus públicos municipais, a Secretaria de Cultura e Turismo reforça a contribuição destes equipamentos para a garantia e ampliação do acesso aos bens culturais nos territórios de Minas Gerais, componentes estes indispensáveis à dimensão da produção desses espaços. O edital permite também garantir a manutenção e modernização dos locais, assegurando a sustentabilidade e a guarda de seus acervos”, destaca o secretário Leônidas Oliveira.

Poderão ser financiados os projetos que, de acordo com a Lei Estadual nº 22.944/2018, atendam aos seguintes requisitos: sejam considerados de interesse público; sejam projetos de caráter prioritariamente cultural; visem à produção, exibição, utilização, ou circulação pública de bens artísticos e culturais; visem à promoção do desenvolvimento cultural regional; contribuam para a garantia do pleno exercício dos direitos culturais e de democratização do acesso aos bens e serviços culturais.

Inscrições
O edital será publicado no Diário Oficial no dia 7/7. O período de inscrição estará aberto de 22/07/2021 a 21/08/2021. Os interessados devem se inscrever na Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura da Secult, onde podem também atualizar seus dados cadastrais antes mesmo do período de inscrição estar vigente.

O montante de R$ 5 milhões será distribuído para até 100 projetos, divididos em três categorias: a categoria 1 irá contemplar Arquivos públicos municipais (R$ 750 mil); a categoria 2, Bibliotecas públicas municipais (R$ 3,5 milhões); e a categoria 3, Museus públicos municipais (R$ 750 mil). Acesse o edital completo AQUI.

Comitiva da Secult cumpre agenda no Alto Paranaíba
Na região do Alto Paranaíba, juntamente com o lançamento do Edital Requalifica Minas, o Governo do Estado promove, em Patos de Minas, em 6/7, a assinatura do Decreto de Liberdade Econômica, apresentado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE).

Além da participação do secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, o evento, que acontece no Centro Universitário de Patos de Minas, terá a presença de autoridades como o prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão; a vice-prefeita da cidade, Sandra Gomes; o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Julvan Lacerda; o presidente da Associação dos Municípios da Microrregião Alto Paranaíba (Amapar) e prefeito do Carmo do Paranaíba, César Caetano; o presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Alto Paranaíba (Cispar), e prefeito de Guimarânia, Adílio Alex dos Reis; além de secretários municipais e membros do legislativo estadual e federal.

Ainda no dia 6/7, às 11h30, o secretário Leônidas Oliveira se reúne com secretários de Cultura da região e com o deputado Bosco, presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Em seguida, o secretário de Cultura e Turismo e a comitiva da Secult visitam o Museu da Cidade de Patos de Minas, o Conservatório Municipal e a Biblioteca Pública João XXIII.

No dia 7/7, em agenda na cidade de São Gotardo, a equipe da Secult visita a Igreja Matriz São Sebastião; o Prédio Amarelo; a Escola Estadual Conselheiro Afonso Pena; o Cruzeiro da Praça São Sebastião; a Câmara Municipal de Vereadores, para conhecer o arquivo municipal; e a Fazenda Agrícola. Além disso, haverá visita ao Reitor da Faculdade São Gotardo, João Ed, e uma reunião na Escola Municipal Professor Balena, sobre o Festival Folclórico Municipal. A agenda oficial da Secult no Alto Paranaíba se encerra em São Gotardo com uma reunião com o Congado da região. De lá, a equipe parte para Santo Antônio do Monte, onde serão anunciadas outras ações da Secretaria.

 

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Imagem: Pedro Vilela

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) recebeu, nesta quarta-feira (26/5), o Embaixador dos Emirados Árabes Unidos no Brasil para tratar de parcerias estratégicas entre o país e o Estado de Minas Gerais âmbito da cultura e do turismo.

Reuniram-se com o embaixador Saleh AL Suwaidi, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas de Oliveira, o subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu, e o assessor da Subsecretaria de Turismo, Rafael Oliveira.

O dirigente da Secult apresentou os principais temas a serem explorados pela Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais durante a Expo Dubai, prevista para ocorrer de 17 a 25 novembro, em Dubai, cidade mais populosa do país. No evento, a grande atração de Minas Gerais no campo da economia criativa e do turismo a ser apresentado será a Cozinha Mineira, que contará inclusive com um coquetel oferecido por um renomado chef mineiro e um workshop, voltado à participação do público, para 100 pessoas. A ideia é também propor intercâmbio na área audiovisual, com a promoção de uma semana do Cinema Árabe em Minas, no Cine Humberto Mauro, e Semana do Cinema de Minas Gerais nos Emirados Árabes.

“O governo de Minas Gerais, por meio da Secult e da Secretaria de Agricultura, e ao lado da Federação das Indústrias do Estado, está se articulando para levar à Expo Dubai ativos como o café do Sul de Minas, um dos símbolos da identidade e tradição do estado e um dos motores da economia”, informou Leônidas Oliveira. “Queremos ampliar o diálogo com os Emirados Árabes e cooperar em agendas estratégicas para a cultura e as atividades relacionadas ao turismo, conhecendo companhias interessadas no mercado brasileiro e outras que já atuam aqui, mas têm interesse em ampliar a cooperação, além de museus e galerias de arte”, destacou o secretário.

O Embaixador do país árabe enfatizou que a relação entre os Emirados Árabes e Brasil é bem-sucedida na área de negócios, mas que a intenção é estreitar parcerias e expandi-las para outros setores, como a cultura e o turismo, motivo da visita a Minas Gerais e à Secult. “No momento, iremos atuar para responder ao planejamento da Secult durante a Expo Dubai e, especialmente, para conectar a Secretaria aos principais players nas áreas de economia criativa e mercado turístico. Podemos também organizar programações paralelas como reuniões com câmaras de comércio nos segmentos de interesse de Minas Gerais”, disse. Como exemplo, Saleh AL Suwaidi citou a experiência do Museu do Café em Dubai, que pode inspirar empreendimentos mineiros e gerar oportunidades de cooperação.

 

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Imagem: Tatiana Rocha /Asscom Secult

Os espaços culturais sob gestão da Secretaria de Estado e Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) em Belo Horizonte retomam as atividades presenciais nesta semana. A reabertura acontece em consonância com o Decreto publicado pela administração municipal no sábado (3/7), autorizando a flexibilização de shows, teatros e museus na capital.

A partir de quarta-feira (7/7), o Museu Mineiro, o Centro de Arte Popular e o Museu dos Militares Mineiros, que integram o Circuito Liberdade, reabrem suas portas ao público com as programações vigentes. Também na quarta-feira, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais retomará atividades presenciais apenas na galeria de arte Paulo Campos Guimarães, com a exposição gratuita “Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos”, que pode ser visitada das 8h às 18h, de segunda a sexta, e das 8h às 12h, aos sábados. Já o Arquivo Público Mineiro retomará o atendimento presencial a partir da mesma data (7/7) mediante agendamento prévio, com dois dias de antecedência, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O espaço estará aberto das 9h às 12h e de 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.

Já a Fundação Clóvis Salgado (FCS), instituição vinculada à Secult, estreia o espetáculo gratuito “...Incomoda, Incomoda, Incomoda”, no Grande Teatro do Palácio das Artes, na terça-feira (6/7) apenas para convidados. A montagem, que celebra os 35 anos do Curso Técnico de Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart) e marca a formatura dos alunos do curso, fica em cartaz de 7 a 11 de julho. Os horários são às 20h30, de quarta-feira a sábado, e às 19h no domingo, com retirada de ingressos duas horas antes da apresentação, na bilheteria do teatro.

Na quinta-feira (8/7), a FCS estreia a exposição “Imagens Resolutivas”, resultado da 4ª edição do Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte (FIF-BH), ocupando as galerias Genesco Murta, Arlinda Corrêa Lima e Galeria Aberta Amilcar de Castro, além da fachada do Palácio das Artes, e a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais. A partir de 16/7, o Cine Humberto Mauro retoma as sessões com a Mostra Joan Crawford. Os ingressos serão distribuídos antes de cada sessão, com lotação máxima do cinema de 30 lugares (25% da ocupação).

Circuito Liberdade
O Centro Cultural Unimed-BH Minas já estará de portas abertas a partir de terça-feira (6/7), e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBBBH) reabre na quarta-feira (7/7) com as exposições "Yara Tupynambá - 70 Anos de Carreira" e "Abraham Palatnik - A Reinvenção da Pintura". O BDMG Cultural também estará aberto na quarta-feira (7/7).

A partir desta quinta-feira (8/7), a Filarmônica de Minas Gerais volta a receber o público na Sala Minas Gerais, com apresentação inédita do pianista israelense Alon Goldstein, que vai executar a obra Segundo Concerto para Piano, de Brahms. Serão dois concertos com o mesmo repertório, na quinta-feira (8/7) e na sexta-feira (9/7), às 20h30. A presença do público está limitada ao máximo de 393 pessoas por apresentação, o que corresponde a 26% da capacidade total da Sala (1.493 lugares). A apresentação de quinta-feira é somente para assinantes e terá transmissão ao vivo por meio do canal da Filarmônica no YouTube. A apresentação de sexta é também aberta ao público, com venda de ingressos a partir de quinta-feira (8/7).

Protocolos para reabertura
O funcionamento dos espaços seguirá os protocolos sanitários definidos pela Prefeitura de Belo Horizonte. No caso dos museus, a capacidade máxima de público deve ser de 50%. Já em teatros e apresentações culturais, como shows, o limite é de até 600 pessoas sentadas. Caso haja consumo de bebidas e alimentos no local, o número é reduzido para 400 pessoas.  O uso de máscara de proteção, cobrindo nariz e boca, para ter acesso a quaisquer dependências dos espaços, será obrigatório. Os visitantes deverão manter as mãos higienizadas, seguir o fluxo único das exposições e manter o distanciamento mínimo em relação a outras pessoas. O distanciamento deverá ser respeitado tanto na fila de acesso ao local quanto no trajeto expositivo.

É necessário que cada visitante traga consigo sua própria máscara, seja ela reutilizável ou descartável. Os bebedouros de água que exigem aproximação da boca para ingestão estarão lacrados, permitindo-se somente o funcionamento do dispensador de água para copos descartáveis ou garrafas trazidas pelos visitantes. Os frequentadores também deverão seguir recomendações como evitar aglomerar e conversar, manusear telefone celular, ou tocar o rosto durante a permanência no interior do espaço; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair dos locais; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar o teatro ou centro cultural caso apresentem qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

 

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Imagem: Lúcia Sebe

Reportagens premiadas da década de 1980, do Rede Minas Memória, são disponibilizadas resgatadas para o público

Há mais de 30 anos a Rede Minas percorreu as terras indígenas no estado e mostrou a realidade em uma série de matérias especiais. A série histórica "Índios: os primeiros brasileiros”, dividida em três episódios, é disponibilizada ao público. O “Rede Minas Memória” apresenta esse material completo, com mais de uma hora duração, pelo canal no YouTube da emissora (youtube.com/redeminas), a partir desta quinta (27).

A exibição de "Índios: os primeiros brasileiros” foi ao ar em 1986. As reportagens mostram as aldeias indígenas e trazem entrevistas com lideranças, comunidade e especialistas. O conteúdo apresenta o cotidiano dos indígenas e revela os problemas e desafios enfrentados já naquela década. O importante resgate histórico evidencia a relação do brasileiro e do povo mineiro com os povos originários do Brasil. A série rendeu à emissora, nesse mesmo ano, o prêmio Vladimir Herzog, que reconhece o trabalho de jornalistas que colaboram na defesa e promoção da democracia, cidadania e direitos humanos.

A exibição dá início a apresentação de séries históricas no “Rede Minas Memória”. A cada dois meses, o público confere, pela Internet, reportagens que marcaram a história do estado. O conteúdo está disponível a partir desta quinta (27), às 10h, pelo canal no YouTube da emissora (youtube.com/redeminas). Em junho o “Rede Minas Memória” resgata especiais, como shows e documentários, e leva para a rede todo esse material.

Lançado em 2019, o portal “Rede Minas Memória” (memoria.redeminas.tv) resgata a história de Minas Gerais e do Brasil retratada pela TV pública do estado. Personalidades, fatos, ações culturais e os municípios mineiros registrados estão disponíveis ao público. A plataforma conta com o acervo de cerca de 50 mil horas de material produzido desde a criação da emissora, que este ano completa 37 anos.

 

FICHA TÉCNICA – SÉRIE “ÍNDIOS: OS PRIMEIROS HABITANTES”:
"Índios: Os Primeiros Brasileiros" (1986), produção Rede Minas
Direção: Maria Cecília de Oliveira
Reportagem: Joanna D'Arc e Maria Cecília
Narração: Antônio de Pádua
Abertura: Carla Ribeiro, Cynthia Malta e Eduardo Marcondes
Apoio Gráfico: Márcia Larica
Câmera: Nelson Araújo e Eduardo Rocha
Apoio Técnico: Clévio Ferreira
Operação de VT: Adair Araújo e Ronaldo Megale
Edição e Sonoplastia: H. Zadoronsny SERVIÇO
“Índios: os primeiros habitantes” – Rede Minas Memória
Dia 27/05 (quinta), às 10h, pelo canal da emissora no YouTube: youtube.com/redeminas
Conheça o portal Rede Minas Memória: memoria.redeminas.tv

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina. ACESSE AS REDES SOCIAIS:
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Imagem: Reprodução /Rede Minas 

Durante sessão, secretário Leônidas Oliveira destacou projetos que a pasta vem desenvolvendo no primeiro semestre de 2021

As ações da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) para enfrentamento da pandemia e consequente retomada gradual e segura das atividades culturais e turísticas foram apresentadas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), nesta quinta-feira (1/7), durante o Assembleia Fiscaliza.  

Durante a reunião conjunta da Comissão de Cultura, Comissão de Desenvolvimento Econômico e Comissão Extraordinária de Turismo e Gastronomia, na plenária da ALMG, o secretário Leônidas Oliveira elencou as medidas adotadas pela pasta durante o primeiro semestre de 2021 e que têm impactos significativos para alavancar os segmentos turístico e cultural do estado.

“A transversalidade entre Cultura e Turismo tem sido o eixo norteador de todas as ações da pasta, porque ela potencializa e une os dois setores. O turismo traz as pessoas, a cultura oferece as experiências que elas buscam. Sabemos que 42% do turismo em Minas Gerais é impulsionado pelo patrimônio histórico, e 30% pela cozinha mineira. Então temos 70% de um turismo cultural, e a isso somam-se o turismo de aventura, de paisagem, de natureza, o ecoturismo e o turismo rural. Por isso a importância de trabalhar essa conexão entre os dois setores para a geração de emprego e renda e desenvolvimento social”, pontuou o secretário.

Uma das iniciativas de destaque da Secult é o Programa Reviva Turismo, ação apresentada ao público em março deste ano e que vai injetar R$ 17,5 milhões no segmento para estimular o desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais por meio de parcerias público-privadas e parcerias. A medida, que se baseia em quatro eixos (Biossegurança, Estruturação, Capacitação e Marketing) também visa à geração de emprego e renda no estado, bem como o posicionamento de Minas como um dos três principais destinos turísticos no país.

“O desenvolvimento socioeconômico deve ser o maior objetivo pós-pandemia, e o Reviva Turismo tem a meta de criar 100 mil empregos até o ano que vem e posicionar Minas Gerais entre os três principais destinos turísticos do Brasil. Muitas ações já estão em andamento, como o incentivo à adoção de medidas de biossegurança; o selo Evento Seguro, que serviu de inspiração para outros 10 estados brasileiros; as capacitações de profissionais do setor; a revisão de políticas públicas e a promoção e marketing dos municípios, com o programa Gerais + Minas, que já tem 254 municípios mineiros listados para fazerem parte das produções audiovisuais que vão valorizar a cultura e o turismo, mostrando o que todas as nossas regiões têm de melhor. Acrescido a isso temos a criação de novos produtos turísticos e novos voos em parceria com a Itapemirim, que em breve vai implementar  rotas terrestres para ligar cidades turísticas mineiras diretamente ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. Com tantas outras iniciativas, acreditamos que o Reviva Turismo será um dos principais propulsores da geração de emprego e renda em Minas Gerais”, ressaltou Oliveira.

Ainda no setor de turismo, o secretário destacou outros programas e projetos da Secult para o fortalecimento da área, como o ICMS Turismo, iniciativa única no país para o repasse do ICMS, incentivando a constante melhoria da gestão turística nos municípios mineiros. Até o momento, o ICMS Turismo possibilitou a geração de 11 mil registros ativos no estado e a formalização do trabalho de 514 guias de Turismo.

Incentivo à Cultura
Já para a área da Cultura, a grande conquista deste semestre são os novos editais lançados com os recursos diretos do Fundo Estadual de Cultura (FEC). Ao todo, estão sendo destinados R$16 milhões para projetos em temas como artes cênicas, música, audiovisual, literatura, culturas populares, artes visuais; além de formação e capacitação e estruturação de sistemas de cultura nos municípios do estado.

“Queremos que estes editais cheguem a todo o estado de Minas Gerais e, para chegar no interior, temos que falar a linguagem do interior. Temos que contemplar as festas da igreja, de aniversário da cidade, festivais de comidas e bebidas, festas folclóricas. Todas as manifestações que traduzem a cultura das cidades mineiras. Se não chegarmos aos municípios e falarmos  a linguagem das pessoas e dos povos, não estaremos fazendo cultura pública”, destacou o secretário.

Leônidas Oliveira aproveitou a oportunidade para falar do Descentra Minas, pacote de medidas que propõem mudanças na Lei Estadual de Incentivo à Cultura para que os recursos cheguem ao interior. “No ano passado, dos R$ 116 milhões disponíveis, apenas R$ 31 milhões foram usados. Em função de burocracias jurídicas e exigências incabíveis, o dinheiro está voltando para os cofres públicos e a cultura de todas as regiões de Minas Gerais precisa desse dinheiro mais do que nunca, porque está impossibilitada de trabalhar”, defendeu.

A prorrogação da Lei Aldir Blanc em Minas Gerais também ganha visibilidade. Com a publicação da Resolução Secult Nº 51 em 26/6, os prazos para liquidação e encaminhamento das contratualizações realizadas em 2020 foram estendidos até 31 de dezembro de 2021. Também a prestação de contas passa a ter um novo prazo de entrega: 30 de janeiro de 2022.

Com a operacionalização da Lei Aldir Blanc, a Secult destinou aproximadamente R$ 122 milhões em Editais Emergenciais que contemplam variadas linguagens artísticas e culturais. O último balanço da lei aponta para 7.215 pagamentos concluídos (99,17%) e 56 (0,78%) a serem executados no início do mês de julho. O Auxílio Emergencial da Lei Aldir Blanc destinou mais de R$ 4,5 milhões a 1.562 beneficiários.

“Foi a primeira vez no Brasil, com os recursos da Lei Aldir Blanc em Minas Gerais, que 75% dos municípios mineiros receberam recursos da Cultura. Isso nunca tinha acontecido antes”, detalhou Leônidas Oliveira.

A grande mobilização feita em 2020 para a operacionalização da lei no estado também gerou uma diversa oferta cultural para o público mineiro. Por meio das várias ações contempladas, a Secult deu início, no dia 30/6, ao Festival Cultura da Paz, criado para evidenciar o trabalho de artistas, trabalhadores e trabalhadoras da cultura, além do resultado das diversas ações promovidas em Minas Gerais por meio da Lei Aldir Blanc.

Os frutos dessa empreitada se traduzem em espetáculos de artes cênicas, como dança, teatro e circo; mostras de cinema; projetos variados de valorização do patrimônio, artesanato e culturas populares; projetos de música, como álbuns e espetáculos; além do incentivo e apoio a Pontos de Cultura e à produção e pesquisa em temáticas artístico-culturais, o que movimenta a cadeia produtiva no estado e gera emprego e renda para profissionais que tiveram suas atividades afetadas durante a pandemia.

Equipamentos culturais
Apesar da paralisação das atividades, os museus, tanto de Belo Horizonte, como das cidades do interior, ampliaram sua programação virtual, com a oferta de exposições e minicursos, além de 14 assessorias técnicas a outros museus. O Sistema Estadual de Bibliotecas também alcançou um público maior, ora pela diversidade de conteúdos em plataformas digitais, ora pela realização de 53 assessorias técnicas a outras bibliotecas municipais e comunitárias de Minas Gerais.

Já o Arquivo Público Mineiro lançou, em 2021, o Plano de Diretrizes para a Salvaguarda do Patrimônio Documental Arquitetônico e Urbanístico de Minas Gerais (2021-2022), ação estruturante para o diálogo e a formalização de arquivos municipais. A entidade também contabilizou 73.216 mil itens documentais tratados e 58 assessorias técnicas para gestão de arquivos, bibliotecas e museus.

No Circuito Liberdade, que passou por uma ampliação em 2020, o destaque é o lançamento do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) Circuito Liberdade. A iniciativa tem a proposta de estreitar a interface entre cultura e turismo, bem como oferecer novos espaços a interessados, que podem apresentar estudos e propostas para auxiliar a administração pública a estruturar projetos de concessões de imóveis pertencentes ao Estado situados ao redor da Praça da Liberdade.

Entidades vinculadas à Secult
As instituições culturais vinculadas à Secult também obtiveram bons resultados no primeiro semestre de 2021. A Empresa Mineira de Comunicação (EMC) lançou, em parceria com a Secult, o Gerais+Minas, programa de interiorização das grades de programação da Rede Minas e da Rádio Inconfidência, alcançando todo o território mineiro.

O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) concluiu o projeto de adequação arquitetônica e projetos complementares para Sistema de Proteção e Prevenção de Combate a Incêndio e Pânico para o Museu Crédito Real, em Juiz de Fora, e Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo. O Instituto também deu início à segunda etapa da obra de restauração da Igreja do Santíssimo Sacramento, em Jequitibá, às pinturas parietais do Transepto da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte, com entrega prevista para julho de 2021, e a restauração do Retábulo da antiga Igreja Matriz da Boa Viagem de Curral de El-Rey, em Belo Horizonte, com previsão de entrega também em julho de 2021.

O Iepha-MG tem, ainda, as seguintes ações em andamento: Restauração do Vapor Benjamim Guimarães, em Pirapora; Adequações no prédio do Arquivo Público Mineiro, em Belo Horizonte; Programa Luz no Patrimônio para iluminação cênica em Conceição do Mato Dentro (município sede e distritos de Córregos e Santo Antônio do Norte), Catas Altas e Mariana (distrito de Santa Rita Durão); Projeto Mapeamento da Cozinha Mineira; Centro do Patrimônio Cultural Cemig; Implantação de projetos de segurança contra intrusão em 57 edificações tombadas com acervo entre outras atividades a serem executadas ao longo do ano.

Na Fundação Clóvis Salgado (FCS), a ampliação da oferta cultural marca o período. A instituição alcançou 180,3 mil pessoas ainda no primeiro semestre com as diversas atividades realizadas de forma virtual ou presencial. Também foram realizadas duas exposições no Palácio das Artes e uma ação inédita de ocupação urbana na fachada do local. Em relação à formação em arte e cultura, foram ofertadas aulas remotas para a continuidade dos cursos regulares das Escolas de Teatro, Dança, Música, Artes Visuais e Tecnologia da Cena, Cursos Complementares e Cursos de Extensão, do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart).

E a Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) ofertou Cursos livres nas áreas de Artes Plásticas, Artes Visuais, Teatro e Música em 66 municípios do estado, com 263 alunos matriculados. A instituição também finalizou o restauro de cinco esculturas e conta com outra 21 em processo avançado, além do restauro do Chafariz de Ouro Preto. Foram realizadas três exposições presenciais na Galeria de Arte Nello Nuno e uma ação de mapeamento de autores independentes, que alcançou 32 cidades do estado.

Já a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais realizou inúmeras atividades educativas e ações on-line para o público. Destacam-se Concertos exibidos pela Rede Minas; Concertos da série Fora de Série, sobre evolução das orquestras ao longo dos séculos e vídeos do Projeto Orquestra para cego ver e para surdo sentir com audiodescrição e legendas, disponibilizados no canal de Youtube da Orquestra.

 

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Imagens: Guilherme Bergamini 

Gravação conta com imagens de produções das montagens realizadas pela Fundação Clóvis Salgado ao longo dos anos

Tradição da Fundação Clóvis Salgado, a produção de óperas é um importante marco da instituição, que realiza duas montagens anuais e já conta com mais de 80 títulos apresentados. Com a continuidade das medidas de isolamento social, a FCS celebra de forma exclusivamente digital os 150 anos de estreia da ópera Aida, do compositor italiano Guiseppe Verdi. Com participação dos integrantes do Coral Lírico e da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, será lançada no dia 28 de maio de 2021 (sexta-feira), às 10h, uma gravação inédita da ária Glória all’Egitto, marcha triunfal que encerra o segundo ato da ópera. O vídeo será disponibilizado pelas páginas da Fundação Clóvis Salgado no Instagram e no Facebook, e conta com a Direção Musical do Maestro Titular da OSMG, Silvio Viegas, e da Mestrina Associada ao CLMG, Lara Tanaka.

Para a produção, os músicos da Orquestra Sinfônica e do Coral Lírico de Minas Gerais gravaram separadamente, cada um em sua residência. O vídeo reúne imagens das três produções da ópera Aida realizadas pela FCS (2001, 2002 e 2008). Entre as montagens mais emblemáticas, pode-se destacar a primeira, devido à grandiosidade e originalidade da encenação: no palco, cerca de 500 artistas e mais de 2.000 figurinos.

Glória aos deuses
A ópera Aida narra a história de amor entre os personagens Aida, filha do Rei etíope, e Radamés, guerreiro egípcio, tragicamente envolvidos nos interesses do poder político e na guerra entre Egito e Etiópia. Sempre empolgante, essa ópera possui inegável qualidade musical e requer recursos teatrais suntuosos e de grande impacto visual, adequados à temática histórica exótica e grandiosa.

Segundo Silvio Viegas, Aida possui uma história de amor muito potente. Dentro do contexto de guerra entre Egito e Etiópia, a narrativa gira em torno de um casal de etnias diferentes. Eles lutam pelo amor impossível, que termina, tragicamente, com a morte.

Para o maestro, a ária escolhida para homenagear os 150 anos da ópera é um dos momentos mais marcantes de todo o enredo. “Glória all’Egito representa a vitória do exército egípcio após a batalha contra os etíopes, em um momento de saudação aos deuses do Egito. É um momento de ufanismo representado por Guiseppe Verdi em sua escrita musical, com grandiosidade”, ressalta Viegas.

Verdi escreve Aida para uma grande orquestra, dois grandes coros – com pelo menos 100 vozes – e faz uso de uma banda interna extremamente rica, com cinco trompetes. “Existe uma escrita instrumental para construir uma sonoridade que represente a grandiosidade que ele busca retratar na música. A marcha Glória all’Egito é um dos trechos mais conhecidos da obra, além de ser um dos coros mais famosos e importantes de todo o repertório operístico mundial. Não poderíamos escolher melhor trecho para homenagear os 150 anos dessa obra”, comemora o maestro.

Lara Tanaka, Maestrina Associada ao CLMG, destaca que Aida é uma das obras mais icônicas do repertório operístico, e uma das produções mais encenadas ao redor do mundo. “É uma ópera de uma complexidade enorme que demanda muita produção. Aida foi uma das maiores montagens que o Palácio das Artes já fez, e também uma das mais marcantes. Não só a música é muito suntuosa, mas toda a produção”, revela.

Os desafios enfrentados pelos músicos e coralistas, ao gravar separadamente e em isolamento, seguem sendo enfrentados com muita resiliência. Segundo Tanaka, os membros do CLMG precisam, para além do estudo vocal, retomar os idiomas em que as canções são interpretadas. “Para a marcha Glória all’Egito, os cantores precisaram estudar e retomar o italiano. O desafio do espaço também é enfrentado diariamente nos momentos de ensaio, já que o cantor lírico tem alta emissão vocal, o que não cai bem para alguns vizinhos”, ressalta a maestrina. Por outro lado, os membros do CLMG já possuem o costume de interpretar esse coro de Aida: “Glória all’Egito é sempre uma boa escolha devido à sua popularidade. A grande maioria dos cantores líricos já tem essa peça bem trabalhada no repertório, e durante os ensaios, na repetição, alcançamos a qualidade necessária para as frases musicais”, conclui Tanaka.

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
Considerada uma das mais ativas do país, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais. Criada em 1976, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais em 2013. Participa da política de difusão da música sinfônica promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Concertos Comentados, Sinfônica ao Meio-dia, Sinfônica em Concerto, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. Mantém permanente aprimoramento da sua performance executando repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, além de grandes sucessos da música popular. Seu atual regente titular é Silvio Viegas. 

Coral Lírico de Minas Gerais
O Coral Lírico de Minas Gerais é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Participa da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Lírico Sacro, Sarau ao Meio-dia e Lírico em Concerto, além de concertos em cidades do interior de Minas e capitais brasileiras, com entrada gratuita ou preços populares. Participa também das temporadas de óperas realizadas pela FCS. Já estiveram à frente do Coral os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Sílvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes, Lincoln Andrade e Lara Tanaka. Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais tornou-se Patrimônio do Estado em 2018 e comemorou quarenta anos em 2019.

O vídeo 150 Anos de Estreia da Ópera Aida, integra o projeto #PalácioEmSuaCompanhia e é realizado pelo Governo de Minas Gerais / Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, pela Fundação Clóvis Salgado, e é correalizado pela Appa - Arte e Cultura. É patrocinado pela Cemig e Unimed-BH / Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além da Usiminas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com o apoio do Instituto Usiminas.

 

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Imagem: 

Romeu Zema acompanhou voo inaugural, vindo de SP, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte

 

Minas Gerais ganhará novas rotas aéreas comerciais com a entrada no mercado da Itapemirim Transportes Aéreos (ITA), companhia aérea do Grupo Itapemirim. O governador Romeu Zema acompanhou, nesta quinta-feira (1/7), a chegada da primeira aeronave ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, vinda de São Paulo/Guarulhos.

O batismo da aeronave ocorreu às 7h57, com o pouso no pátio do Aeroporto de Confins. Até junho de 2022, a ITA contemplará em sua malha 35 destinos, incluindo Belo Horizonte e Uberlândia.

“As novas opções de voos vêm em um ótimo momento, pois sabemos que a atividade do turismo foi muito afetada pela pandemia nesses últimos 18 meses e, com o avanço da vacinação, com certeza haverá recuperação e o setor vai passar por um crescimento muito grande. Esse novo modo de atender o cliente vai contribuir muito para que mais turistas cheguem a Minas Gerais e, com isso, vamos ter a oportunidade de ocupar mais nossos hotéis e toda a cadeia do turismo vai sair ganhando, gerando milhares de empregos”, apontou Romeu Zema.

Os voos da ITA serão feitos por aviões Airbus A320, com capacidade para transportar até 162 passageiros. São 18 assentos a menos em relação à configuração máxima do modelo, com customização para possibilitar mais espaço entre as poltronas, estando todas as fileiras de assentos dentro dos padrões da categoria A do selo Anac de conforto.

O governador também destacou a ampliação da malha aérea como diferencial para atrair mais investimentos a Minas Gerais. “Concorrência sempre fez bem e quem ganha, no final, é o consumidor. Belo Horizonte precisa ter mais destinos conectados ao Aeroporto de Confins, porque isso significa também atração de investimentos. Quanto maior a malha aérea, maior a possibilidade de vinda de investimentos, aumentando o fluxo de turistas também”, disse.

Para Milena Pedrosa, subsecretária de Turismo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), a diversificação de voos vai contribuir para estimular que mais pessoas viajem e conheçam o estado. “A conectividade é importantíssima para o turismo acontecer, principalmente em um estado como Minas Gerais, com tantos atrativos turísticos. Então, mais uma companhia aérea significa mais turistas, mais pessoas chegando a Belo Horizonte, que é nosso hub hoje, mas também, a partir do modal terrestre, será possível fazer uma conexão ainda maior em todo o estado, que tem 853 municípios, contemplando as cidades barrocas, coloniais, além de outros destinos como nossos parques naturais, o Lago de Furnas, dentre outros”, afirmou.

Investimentos
Adilson Furlan, vice-presidente corporativo do Grupo Itapemirim, ressaltou a facilidade que a empresa tem para atuar em termos de ligação de destinos, por trabalhar também com operações rodoviárias no país, anunciando que deverão ser implantadas nove rotas em Minas até o final de 2021.

“Dentro da nossa proposta, de conforto, segurança e conectividade, identificamos a oportunidade para democratizar o acesso e fazer com que os passageiros possam conhecer as cidades históricas de Minas Gerais. Belo Horizonte é uma cidade importante e, à medida que ampliarmos a frota de aeronaves, nossa proposta e estratégia é, sim, aumentar o número de voos aqui. Consequentemente, a conectividade vai proporcionar que a gente traga esse multimodal começando por Minas Gerais. Identificamos nove rotas no estado. A conexão parte do Aeroporto de Belo Horizonte, e, para viabilizar isso, estamos trabalhando em conjunto com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) e com a Secult, porque existem questões regulatórias a serem observadas”, explicou.

Além da nova companhia aérea, o Grupo Itapemirim lançou, recentemente, alternativas no modal terrestre, no qual já opera. Em evento na Cidade Administrativa de Minas Gerais, em fevereiro, foi apresentado o serviço Dream Bus, com perspectiva de inclusão de mais de 30 veículos na frota, totalizando investimentos de aproximadamente R$35 milhões para todo o projeto, até o final de 2021. Inicialmente o serviço está nos ônibus da linha Belo Horizonte-Brasília/ Brasília-Belo Horizonte.

Fotos: Márcio Massiere/ Secult

Equipe da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) recebeu a comitiva da Prefeitura para tratar dos próximos passos da parceria

No sábado (15/5), a Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) recebeu uma comitiva da prefeitura de Paracatu, município do Noroeste de Minas Gerais, como continuidade ao projeto de abertura e atividades da fundação na cidade. Durante a visita, os integrantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto as instalações e estruturas de funcionamento da FAOP.

Fizeram parte da comitiva, o prefeito de Paracatu, Igor Santos, o secretário municipal de Cultura e Turismo, Igor Araújo Diniz, o diretor de Turismo, Thiago Keller, além de outros servidores e colaboradores do poder público municipal.

Também participaram da ocasião, o novo presidente da FAOP, Jefferson da Fonseca, a chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Grais (Secult), Maristela Rangel, o também recém-nomeado presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Grais (Iepha-MG), Felipe Pires, a diretora da Escola de Arte Rodrigo Mello Franco de Andrade, Gabriela Rangel, a diretora de Planejamento, Gestão e Finanças da FAOP, Ana Ceci Mota, entre outros profissionais. 

“É uma grande alegria contar com a presença da comitiva de Paracatu na nossa casa. Estamos muito orgulhosos em devolver ao estado de Minas Gerais toda a expertise da FAOP na preservação da arte e do nosso patrimônio histórico”, salienta Jefferson da Fonseca.

Igor Santos, prefeito de Paracatu, agradeceu a recepção e destacou a importância do projeto de expansão para a cidade. “Paracatu é uma cidade que há quase duas décadas investe muito no seu patrimônio histórico e com certeza a presença da FAOP vai fazer essa valorização e preservação, bem como o contato da população junto às artes, crescer exponencialmente."

Novo presidente da FAOP se reúne com prefeito de OP e cônsul espanhol
O novo presidente da FAOP, Jefferson da Fonseca, aproveitou a semana que antecedeu a sua posse para conhecer a equipe da Fundação de Arte de Ouro Preto e revisitar as instalações da fundação.

Na tarde da última sexta-feira, 14 de maio, Jefferson da Fonseca recebeu a visita do prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo, e do Cônsul da Espanha, Luis Prados Covarrubias, na Casa Bernardo Guimarães, uma das unidades da FAOP.

A Secretária de Cultura e Patrimônio, Maria Margareth Monteiro e do Secretário Municipal da Casa Civil, Zaqueu Astoni Moreira também estiveram presentes.

Um dos assuntos discutidos na ocasião foi a continuidade e ampliação da parceria entre a FAOP e o consulado espanhol no Rio de Janeiro, que já ofertou bolsas de mestrado para docentes da FAOP no curso "Estudios Avanzados en Patrimonio Cultural: História, Arte y Territorio", da Universidade de Jaén, localizada na região da Andaluzia, na Espanha.

A expectativa para o início e fortalecimento de parcerias é grande e a agenda do novo presidente começou agitada. Jefferson da Fonseca destaca que é uma grande responsabilidade e motivo de muito orgulho presidir uma instituição tão relevante, com tanto mais ainda a contribuir com o Estado de Minas Gerais.

"O desafio é enorme. Só não é maior do que a vontade de contribuir com um novo tempo para a FAOP. Uma instituição reconhecida pela excelência de seu corpo técnico e pela sua importância na formação de novos profissionais para as artes e para os ofícios. Juntar-se à equipe da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, num governo de austeridade, dedicação e resultados, é uma honra para toda a vida."

 

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Imagem: Assessoria de Comunicação /FAOP