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2011


Estevão Bertoni, ganhador do Prêmio Governo de Minas de Literatura, na categoria Jovem Escritor Mineiro, realizado pelo jornal periódico Suplemento Literário, da Imprensa Oficial de Minas Gerais, por meio da Secretaria Estadual de Cultura

“Eu acredito que tudo me levou à literatura”. Esta é a resposta do vencedor do Prêmio Governo de Minas de Literatura, na categoria Jovem Escritor Mineiro, quanto à principal pergunta dirigida a ele: “O que o fez aproximar da literatura?”.

Mineiro de “três” lugares, como costuma responder, Estevão Bertoni, 24 anos, nasceu em Uberlândia, cresceu em Ituiutaba e passou o final da infância e início da adolescência em Cachoeira Dourada, todas as cidades localizadas no Triângulo Mineiro. Atualmente, além de escritor, é estudante graduando em Engenharia Mecatrônica.

Caçula, com um irmão dois anos mais velho e pais divorciados, Bertoni recebeu a influência artística do pai músico e da mãe publicitária, também com formação em Artes Plásticas e História. Em sua casa, o escritor teve acesso a livros de poesia, contos, romances e além de ter contato com essa literatura, vivenciou inúmeras conversas e saraus com um grupo de pessoas ligadas à arte dentro de sua casa desde a tenra infância.

No entanto, a inspiração do jovem artista não partiu das rodas de conversa. Veio de seu avô materno que, segundo Bertoni, foi quem instigou sua convivência com a literatura - com os causos que o avô contava, com piadas regionalistas e o senso de humor afiado.

“Minha maior inspiração foi meu avô materno, que era um homem simples mas bem sábio - com ele eu aprendi sobre a natureza, sobre respeito pelos mais velhos, a arte do futebol e sobre música de raiz”, conta.

As principais referências literárias do escritor foram inicialmente Monteiro Lobato e Maurício de Souza, com o Chico Bento, e depois Quino, o cartunista argentino criador de Mafalda. A influência de Estevão Bertoni incluiu também Manuel Bandeira, Fernando Pessoa, Mário Quintana e Clarice Lispector.

Mais tarde leu outros mestres da literatura, como Machado de Assis, Veríssimo (o pai), Dostoievski, Kafka, Nietzsche, numa mistura sem fim de sociologia, antropologia entre outros interesses.

De acordo com o diretor do Suplemento Literário, jornal periódico de responsabilidade da Imprensa Oficial de Minas Gerais (IOFMG) e órgão responsável pelo Prêmio de Literatura, Jaime Prado Gouvêa, a premiação é importante para estimular à escrita e a leitura e para revelação de grandes nomes da literatura brasileira.

“É um prêmio nacional, vai além dos limites do estado contribuindo para a expansão da produção literária brasileira, e ao longo dos anos tem revelado boas surpresas no campo da literatura”, afirma o diretor.

Como forma de incentivar a produção literária no Estado e no país, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), por meio da Superintendência de Publicações e Suplemento Literário (SPSL), em sua 8ª edição, distribuiu R$ 212 mil para a produção literária incluindo categorias como, Ficção (conto), Poesia, Conjunto da Obra e Jovem Escritor Mineiro, na qual venceu Estevão Bertoni.

"Ylus, o dragão de papel"

Foi naquele ambiente simples e interiorano de Minas Gerais que surgiu "Ylus, o dragão de papel" – um livro de literatura fantástica. O conjunto da obra premiada de Estevão Bertoni conta a história de um dragão serpente que, em pleno século XXI,, nasce gasto, enrugado e aparentemente órfão de mãe, saído diretamente do desenho de Arthur, um cartunista sarcástico, desiludido, sem grana e cheio de problemas.

Ao ganhar vida no mundo real, Ylus é bem frágil, é feito de papel e também por isso sempre pega fogo quando espirra - afinal, é um dragão que solta fogo pelas ventas.

No enredo, a história de amor e ódio, loucura e paixão, realidade e fantasia mostra as contradições entre Arthur e Morganne, pai e mãe de Ylus, o dragão de papel. Arthur, o cartunista, seu criador e pai, tem um Ylus crescendo em seu corpo como uma tatuagem que a cada dia parece mais viva e ligam profundamente os dois personagens: criador e criatura.

Morganne, mãe de Ylus, é uma bruxa, oitava filha depois de uma prole de sete homens, e precisa de Ylus para não quebrar uma profecia de seu clã, ajudada por uma poderosa bruxa da família. Arthur e Morganne são antagonistas nesta história que faz alusão à Morgan Le Fay, a fada Morgana treinada por sua tia Viviane na Ilha de Avalon, e ao Rei Arthur, da Távola Redonda com quem ela teve um filho.

A obra traz uma visão contemporânea dentro de um contexto atual, mas com elementos do mundo da fantasia e o mistério de realidades paralelas. No contexto do livro, há uma clara alusão aos monstros que enfrentamos cotidianamente, como nossos dragões internos, o modo como somos influenciados pelos desejos, como nos deixamos levar pelos interesses pessoais e como, na mesma medida, somos suscetíveis ao mundo exterior.

De acordo com Bertoni, a ideia de "Ylus, o dragão de papel" começou em 2009 com um grande dragão depapercraft montado por ele, projetado por um papercraftista famoso norte-americano e que distribui suas criações de forma muito democrática e sem custos aos interessados nesta arte.

“Eu já estava mais ou menos habituado com a linguagem do papel e cola, mas o dragão me arrebatou. Foi paixão à primeira vista e que me fez pensar em um personagem, feito de papel, que na história, ganharia vida e sairia da prancheta do seu criador para se transformar em algo real, tridimensional”, explica.

O escritor enfatiza que o prêmio teve uma importância significativa em sua trajetória, pois além de ter repercussão nacional, foi uma surpresa a premiação de um projeto de fôlego. “O projeto envolveu muito trabalho, com a criação realística de um dragão inédito em 3D, o que exige produção artística na projeção do personagem, conhecimento tecnológico no desenvolvimento da peça, profissionais para o desenvolvimento do produto digital”, observa.

Ao final, o livro traz folhas impressas condicionadas para a montagem de um dragão em papercraft ou pepakura, um método de construção de objetos tridimensionais a partir de papel, semelhante ao kirigami (uma variação do origami japonês), usando também recorte e colagem; similar àquele que encantou e inspirou o jovem escritor.

Ficção, Poesia e Conjunto da Obra

Nas demais categorias do Prêmio Governo de Minas Gerais de Litertura venceram Jozias Benedicto de Moraes Neto, e Marcus Vinícius Teixeira Quiroga Pereira em Ficção (conto) e Poesia, respectivamente. Fábio Lucas Gomes foi o homenageado na categoria Conjunto da Obra. Já o vencedor na categoria Jovem Escritor Mineiro, Estevão Luís Bertoni Araújo e Silva, será contemplado com incentivo para pesquisa e elaboração de um livro.

Para o vencedor da categoria Poesia, Marcus Vinícius Teixeira Quiroga Pereira, um prêmio tem uma importância inestimável para divulgação do trabalho literário, especialmente quando é referente ao conjunto de toda uma obra.

“Este é um prêmio único, pois abrange um livro inteiro, por isso tem uma projeção mais ampla. E é um prêmio mineiro, estado que tanto gosto, então, há uma afinidade subjetiva para mim porque tenho uma relação afetiva com Minas Gerais, sua capital e suas cidades históricas. Por isso este prêmio, além de sua relevância nacional, tem um valor especial e particular para mim”, conta o poeta.

Os vencedores

Marcus Vinícius Teixeira Quiroga Pereira

O premiado da categoria Poesia, Marcus Vinícius, com a obra “Retablos de Frida Kahlo”, é poeta, contista, crítico e ensaísta. É doutor em Literatura Brasileira, membro da Academia Carioca de Letras e do PEN Clube de Brasil. Atualmente ministra oficinas literárias.

Autor de 20 livros, como “Manual de instruções para cegos”, “O xadrez e as palavras” e “Jardim das delícias”, já foi agraciado com prêmios da CBL (Jabuti), da Fundação Biblioteca Nacional, da UBE (Rio de Janeiro e São Paulo), entre outros. Colabora em diversas publicações literárias, como o Caderno Ideias (JB), o jornal Rioletras e as revistas Renovarte e da Academia Brasileira de Letras.

Jozias Benedicto de Moraes Neto

Contemplado com “Como não aprender a nadar”, Jozias é escritor e artista visual. Nasceu em São Luís (MA) em 1950, mas mora no Rio de Janeiro desde 1966, onde se graduou em Economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e cursou a especialização “Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo” (PUC-RJ).

Como artista visual, participou, entre outras mostras, da XVI Bienal de São Paulo (1981), e atualmente desenvolve videoinstalações que unem literatura (ficção) e artes visuais (vídeo), trabalho já exibido em diversas mostras individuais e coletivas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte (“Videoarte 2013”, no Oi Futuro BH), Teresina e Lisboa. Seu primeiro livro de contos, “Estranhas criaturas noturnas”, lançado em 2013 pela Editora Apicuri (Rio), foi finalista do Concurso SESC de Literatura 2012/2013.

Fábio Lucas Gomes

Fábio Lucas, premiado na categoria Conjunto da Obra nasceu na cidade de Esmeraldas (MG), em 1931. Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concluiu seu doutorado e livre-docência em Economia, no ano de 1963.

Na década de 1950, participou da fundação das revistas Vocação (1951) e Tendência (1956) em Belo Horizonte, tendo como companheiros o poeta Affonso Ávila e o romancista Ruy Mourão, entre outros. Desde essa época, exerceu a crítica literária em jornais e revistas, escrevendo inúmeras obras nessa temática e também de estudos sociais.

Fábio lecionou Literatura Brasileira em várias universidades no exterior. Integra a Academia Mineira e a Academia Paulista de Letras. Foi presidente da União Brasileira de Escritores por vários mandatos, além de diretor do Instituto Nacional do Livro.

Tem sido convidado para integrar Comissões Julgadoras de prêmios literários de projeção internacional, como, entre outros, o Prêmio Camões (Portugal-Brasil) e o Prêmio Casa de las Américas (Cuba).

Estevão Luís Bertoni Araújo

Antes de vencer na categoria Jovem Escritor Mineiro, com a obra "Ylus, o dragão de papel", Estevão Bertoni participou, de 2004 a 2008, das edições da Agenda da Tribo como colaborador com poesias e textos. Venceu, em 2006, o 12º Prêmio Nacional Assis Chateaubriand de Redação/Projeto Memória, com o trabalho: “Quem tem medo de Nísia Floresta?”. No ano seguinte, 2007, com 16 anos, venceu o Prêmio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Portugal, com um livro infanto-juvenil intitulado "O Dono da Festa", editado em 2008 no país.

Sobre o Prêmio

O Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura foi lançado em dezembro de 2007, para promover e divulgar a literatura brasileira, reconhecendo grandes nomes nacionais e abrindo espaço para os jovens escritores mineiros. O prêmio é dividido em quatro categorias: I - Conjunto da Obra (homenagem a um escritor brasileiro em atividade), II - Poesia, III - Ficção e IV - Jovem Escritor Mineiro.

Nas categorias Poesia e Ficção, o Prêmio é aberto a escritores iniciantes e/ou profissionais, maiores de 18 anos, nascidos e residentes em território nacional. Já a categoria Jovem Escritor Mineiro é restrita a pessoas com idade entre 18 e 25 anos, nascidas em Minas Gerais ou residentes no Estado há pelo menos cinco anos.

Entre os escritores que já foram homenageados na categoria Conjunto da Obra, estão Ferreira Gullar (2013), Rui Mourão (2012), Affonso Ávila (2011), Silviano Santiago (2010), Luís Fernando Veríssimo (2009), Sérgio Sant’Anna (2008) e Antonio Candido (2007).

FONTE: AGÊNCIA MINAS


Crédito: Paulo Lacerda

Composições de Bach, Villa-Lobos, Mozart e outros expoentes eruditos integram o repertório da última edição de 2015 da série Lírico Sacro, com o Coral Lírico de Minas Gerais. Nesta apresentação, o corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, sob regência do maestro Lincoln Andrade, vai reproduzir o ambiente dos concertos que aconteciam nas catedrais europeias durante os séculos XVII e XVIII, quando somente voz humana e órgão eram permitidos durante as celebrações.

Esta é a primeira vez que o Coral Lírico se apresenta na Igreja São José após as obras de restauro que devolveram as cores originais da fachada, dos sete altares e dos afrescos no teto. E, para combinar a beleza e a imponência de um dos cartões postais de Belo Horizonte com a música sacra, o repertório do programa reúne as principais peças interpretadas pelo CLMG, em três idiomas diferentes: alemão, latim e italiano. O concerto será acompanhado pelo organista Hélcio Vaz do Val.

No programa, trabalhos de Villa-Lobos, Mozart, Bach e Brahms, compositores sempre muito presentes nas apresentações do CLMG, além de árias de óperas compostas por Beethoven e Pietro Mascagni. Segundo Lincoln Andrade, “concertos como este mostram a versatilidade de repertório do Coral Lírico de Minas Gerais e garantem que mais pessoas conheçam belas canções sacras e trabalhos de famosos compositores que se inspiraram na religiosidade para construir suas obras”, aponta.

Uma das formas de ampliar e diversificar o repertório do CLMG é apostar em composições poucas vezes interpretadas, caso de Ubi Caritas, de Maurice Duruflé. Composta em 1960, a peça faz parte de uma série que Duruflé criou sobre temas gregorianos e será interpretada em latim. “Neste trabalho, Duruflé mostra o seu talento particular ao reunir elementos espirituais da melodia gregoriana num contexto polifônico”, destaca Lincoln Andrade.

O concerto também abre espaço para o repertório sacro nacional, com a obra Ave Maria, de Heitor Villa-Lobos. Estruturada em coro a cappella a seis vozes, a peça, interpretada em latim, é dividida entre os naipes de vozes femininas e masculinas, conferindo à composição um caráter mais harmônico e orquestral. Segundo Lincoln Andrade, “Villa-Lobos escreveu muitas músicas sacras, em diferentes graus de dificuldade e os trabalhos são sempre surpreendentes”.

A música barroca é outro destaque no repertório desta última apresentação da série Lírico Sacro. Em alemão, o CLMG interpreta Jesus bleibet meine Freude, de Sebastian Bach; e Ihrlieben Christen, freuteuch nun, composta por Dietrich Buxtehude. De volta ao latim, O Coral Lírico de Minas Gerais interpreta as peças Ave Verum Corpus, moteto composto no século XIV por Wolfgang Amadeus Mozart; O vos Omnes, de Pablo Casals; e Kyrie Eleison, de Louis Vierne.

Temas sacros na ópera – As árias O welche Lust, da ópera Fidelio, composta por Beethoven, que será interpretada em alemão; e Intermezzo, de Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni, cantada em italiano; integram o repertório. O maestro Lincoln Andrade explica que os coros selecionados possuem um contexto sacro muito marcante e que demonstram a capacidade dos compositores em inserir temas religiosos em suas obras. “Há todo um contexto religioso, mas não obrigatoriamente uma música sacra”, destaca o Maestro. Para ele, “o universo do compositor é compor para o maior número de gêneros possíveis”.

A retomada da série Lírico Sacro teve início em agosto de 2015 e, desde então, centenas de pessoas puderam conferir apresentações do Coral Lírico de Minas Gerais nas Igrejas da Boa Viagem, no bairro Funcionários; de São Sebastião, no Barro Preto; e de Santa Tereza, em Santa Tereza.

Coral Lírico de Minas Gerais – Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e que interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Dentro das estratégias de difusão do canto lírico, o Coral Lírico desenvolve diversos projetos que incluem Lírico Sacro, Lírico no Museu, Lírico Educativo, Lírico na Cidade e participação nas temporadas de óperas realizadas pela Fundação Clóvis Salgado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o público possa conhecer e fruir a música coral de qualidade, além de vivenciar o contato com os artistas.

Lincoln Andrade – Regente titular do Coral Lírico de Minas Gerais, possui doutorado em Regência pela University of Kansas, EUA, mestrado pela University of Wyoming, EUA, onde também foi professor assistente e ministrou aulas de canto coral e regência coral. Foi diretor musical do grupo Invoquei o Vocal, maestro titular do Madrigal de Brasília e do Coral Brasília. Recebeu prêmios nos Estados Unidos e na Europa. Foi professor e diretor da Escola de Música de Brasília. Regeu concertos na Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Hungria, Paraguai, Polônia, Portugal e Turquia. É produtor musical, apresentador e entrevistador dos programas Conversa de Músico e Conversa de Músico Concertos, produzidos e veiculados pela TV Senado. Atualmente, é professor de regência e coordenador da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG. É constantemente convidado para ministrar palestras sobre regência e canto coral em festivais no Brasil.

Sobre os compositores

Dietrich Buxtehude (1637–1707) – Organista e compositor dinamarquês do período barroco é considerado um dos representantes mais importantes do estilo barroco alemão. Buxtehude ganhou prestígio no cenário da música clássica com o retorno dos Abendmusik, saraus vespertinos organizados na Igreja de Marienkirche. Foi durante esse período que Buxtehude compôs algumas de suas principais obras.

Johannes Brahms (1833–1872) Nasceu em 1833 na Alemanha e é um dos grandes representantes do romantismo. Filho de músico, demonstrou vocação para o piano já na infância. Foi maestro da Sociedade de Amigos da Música em 1872 e regeu a Orquestra Filarmônica de Viena por três temporadas seguidas. O compositor e pianista faleceu em 1897, em Viena.

Johann Sebastian Bach (1685-1750) Compositor, cravista, cantor, maestro, violista e violinista, Bach nasceu no Sacro Império Romano-Germânico, atual Alemanha. Tendo uma forte tradição musical em sua família, desde cedo demonstrou talento e iniciou seus estudos na música. Desempenhou diferentes cargos em cortes e igrejas alemãs e praticou quase todos os gêneros musicais de seu tempo, demonstrando maior habilidade no órgão e no cravo.

Ludwing van Beethoven (1770-1827) Compositor alemão, nascido, provavelmente, em 1770. Sua música é típica do período de transição entre as épocas Clássica e Romântica. Aos 11 anos tornou-se músico profissional e aos 12 anos substituiu seu mestre na orquestra da ópera. Atormentado pela surdez e por problemas emocionais, Beethoven foi considerado um poeta-músico, o primeiro romântico apaixonado pelo lirismo dramático e pela liberdade de expressão. Foi sempre condicionado pelo equilíbrio, pelo amor à natureza e pelos grandes ideais humanitários. Faleceu na Áustria, em 1827.

Maurice Duruflé (1902-1986) Compositor e organista francês, Duruflé nasceu em Louviers e tornou-se corista no Coral da Catedral de Rouen em 1912, onde também estudou piano e órgão. Em 1929, tornou-se organista titular do St. Étienne-du Mont em Paris, cargo que ocupou até o fim de sua vida. Sua peça mais famosa é o Requiem op. 9, para solistas, coral, órgão e orquestra.

Pablo Casals (1876-1973)Violoncelista e maestro catalão, percorreu a Europa e os Estados Unidos promovendo concertos e recitais. Apesar de ter realizado diversas grandes obras com orquestras e música de câmara, seus trabalhos mais notáveis foram as gravações das Suítes para Violoncelo, de Bach.

Pietro Mascagni (1863-1945) Compositor italiano, Mascagni foi um expoente do período musical na ópera conhecido como verismo. Ao longo de sua carreira compôs 17 óperas. Seu trabalho mais conhecido é Cavalleria Rusticana.

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) Maestro e compositor brasileiro, considerado o expoente máximo da música do modernismo no Brasil. Natural do Rio de Janeiro, Villa-Lobos começou sua vida profissional como instrumentista e, aos 19 anos de idade, compôs as primeiras obras. Para demonstrar a semelhança de modulações e contracantos do folclore musical brasileiro com a música de Bach, compôs as nove Bachianas brasileiras. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo. Foi membro da Academia de Belas Artes em Nova Iorque. Fundou a Academia Brasileira de Música.

Louis Vierne (1870–1937) Compositor e organista francês, Louis Vierne tinha um estilo elegante e limpo para compor suas peças. Considerado de profundo romantismo, o trabalho do compositor reúne seis sinfonias para órgão, 24 peças fantasia, e 24 obras em estilo livre. Há, também, inúmeros trabalhos para orquestras de câmara, como sonatas para violino e cello e um quarteto de cordas.

 

A reportagem teve como cenário os municípios Almenara, Jequitinhonha, Santana do Araçuaí, Itinga, Araçuaí, Jenipapo de Minas, Capelinha e Diamantina, buscando assim contemplar o Baixo, Médio e Alto Jequitinhonha, retratando a diversidade existente na região. Esta publicação é uma iniciativa que contribuirá para a promoção do turismo da região do Vale. A gravação foi acompanhada pelos Circuitos Turísticos Vale do Jequitinhonha e Diamantes com apoio institucional da SETUR-MG.

 

Para saber mais acesse o link: http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem.

 

A Fundação Museu Mariano Procópio (MAPRO), a Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), a Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ) e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/ UFJF) convidam para o evento “Jardins românticos no Brasil”, que acontece dia 20 de outubro, às 14 h, no auditório 2 da Faculdade de Engenharia, Prédio Itamar Franco, no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.


O evento possibilitará melhor se compreender as características paisagísticas do jardim do Museu Mariano Procópio, quando serão promovidas duas conferencias sobre o jardim romântico no Brasil. Ambas dedicadas ao francês Auguste Glaziou, responsável pela divulgação desse modelo paisagístico no país, apresentadas pelos Prof. Jean Pierre Beriac (Universidade de Bordeaux, França), e pelo Prof. Carlos Terra (EBA/UFRJ).


Na ocasião, serão lançadas as revistas Leituras Paisagísticas e outras publicações sobre o tema.
Tradução consecutiva.
Programa:
14h Conferência Le paysagiste et botaniste Auguste François Marie Glaziou a collecté ..”, por Jean Pierre Beriac (Universidade de Bordeaux – França)
16h intervalo
16h15 – Conferência “
Jardins na segunda metade do século XIX: a importância de Glaziou”, por Carlos Terra (EBA/UFRJ)
18h30 – lançamento de publicações sobre jardins: Leituras paisagísticas.

Jean Pierre Beriac
Professor-pesquisador da Escola de Arquitetura e da Paisagem de Bordeaux, especialista em história dos jardins e da paisagem e história da arquitetura do neoclassicismo. Participou dos estudos coordenados por Michel Conan e Sylvie Brossard, iniciados em 1988, para elaboração de método de análise científica de parques e jardins de interesse histórico, botânico ou paisagístico, para a Diretoria de Arquitetura e Urbanismo da França.
Colaborou em projetos de reabilitação de jardins e parques históricos, com o parque Mauresque à Arcachon, com Anouk Debarre (1987),  parque Carmes a La Flèche, com Pascale Hannelel (1989), jardim do castelo Naira à  Barsac, com Anouk Debarre (1992), parque do Franqueville à Bizanos, com Morel e Delaigues (1993), e  arboreto de Castro, com Graziella Barsacq. Autor, entre outros, dos seguintes artigos e livros:  "Auguste Glaziou e seus mestres franceses em Bordeaux". In: Catálogo da exposição Glaziou e os jardins sinuosos. Rio de Janeiro: Dantes Editora, 2009. p. 21-53 e, com  Ph. MAFFRE, Le Bordelais Néoclassique. Bordeaux: Itinéraires em Aquitaine. Editions IACA, 1983.

Carlos Terra
Diretor e Professor Associado da Escola de Belas Artes/UFRJ. Doutor em História da Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes/UFRJ; Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte; Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte; Membro da Associação Internacional de Críticos de Arte, Membro do ICOMOS-Brasil. Atual Diretor da Escola de Belas Artes/UFRJ. Autor dos livros “Paisagens Construídas: jardins, praças e parques do Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX” e “O Jardim no Brasil no Século XIX: Glaziou revisitado”.

Programe-se: as inscrições são gratuitas, com vagas limitadas, e os participantes terão direito a certificado, mediante comprovação de frequência.

Inscrições e informações: (32)3690-2027


A cidade de Araxá recebeu, na última terça-feira (29/9), a segunda etapa dos Fóruns Regionais do Governo - Território Triângulo Sul. Na ocasião, foram discutidos os problemas e as necessidades da região por meio do Diagnóstico Territorial. O secretário Adjunto de Estado de Cultura, Bernardo Novais Mata Machado, participou do Fórum em Araxá.

 

A população, juntamente com movimentos sociais, igrejas, sindicatos e empresários, participaram a fim de decidir o que é importante para sua própria região. A primeira etapa foi iniciada em todo estado no mês de junho. As definições serão encaminhadas aos técnicos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e incluídas nos planos de ação do Governo de Minas Gerais.

Questões culturais entavam entre os cinco tópicos analisados, juntamente com Desenvolvimento Produtivo Científico e Tecnológico; Infraestrutura e Logística; Saúde e Proteção Social; Segurança Pública; e Educação.

Já foram instaladas as segundas etapas dos Fóruns Regionais nos territórios Norte (Montes Claros), Médio e Baixo Jequitinhonha  (Almenara), Mucuri (Teófilo Otoni), Sudoeste (Passos), Vale Do Aço (Ipatinga), Zona Da Mata (Juiz de Fora), Vertentes (Barbacena), Central (Curvelo), Alto Jequitinhonha (Diamantina), Vale Do Rio Doce (Governador Valadares), Caparaó (Ponte Nova), Noroeste  (Paracatu), Triângulo Norte (Uberlândia) e Metropolitano (Belo Horizonte).

A Ouvidoria Geral do Estado de Minas Gerais (OGE) também participou da segunda etapa, instalando ouvidorias móveis que vão recolher críticas, elogios, sugestões e reclamações a respeito dos serviços públicos oferecidos para a população.

Próximos passos

A próxima fase do programa Fóruns Regionais de Governo é finalizar os diagnósticos territoriais que vão ajudar a construir os dois planos essenciais para o futuro de Minas Gerais: o Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) -  planejamento de médio prazo da atuação do Governo, onde são definidas ações para os próximos quatro anos -  e o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), que consolida grandes escolhas que orientarão a construção das atuações a longo prazo.

Saiba mais sobre os Fóruns Regionais

O novo modelo de gestão criado pelo Governo de Minas Gerais irá permitir o diálogo permanente com a sociedade em busca de soluções específicas para as diferentes regiões de Minas Gerais. Para tanto, o estado foi dividido em 17 Territórios de Desenvolvimento.

Neste primeiro ano, os Fóruns Regionais têm como objetivo o levantamento de prioridades de cada território. As demandas priorizadas são consolidadas pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), que também coordena o encaminhamento dos resultados dos Fóruns às diversas áreas do Governo para que sejam incluídas nos planos de ação.

O acompanhamento técnico de todas as etapas ficará sob a coordenação do Comitê de Planejamento Territorial (Complete), formado por representantes eleitos na segunda etapa dos Fóruns, e pelo Colegiado Executivo, composto por um prefeito e um vereador de cada um dos 78 microterritórios. 

A partir de 2016, os Fóruns se tornam um canal de diálogo constante com a sociedade civil. As secretarias de Estado de Governo (Segov), Planejamento e Gestão (Seplag) e Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Sedpac) fazem a coordenação do projeto.


A partir do próximo dia 15 de outubro, o Ponteio Lar recebe uma reflexiva mostra fotográfica com tema relativo ao “pensamento gerencial” desenvolvido na economia norte americana. Com o tema “Chester Barnard e a Revolução Gerencial”, Epaminondas Bittencourt, engenheiro, mestre em Administração pela UFMG e mestre em Administração Financeira pelas Universidades de Alicante, Barcelona e Carlos III, na Espanha, apresenta o trabalho fotográfico com imagens de Chicago e Nova York. O curador da exposição fotográfica é o artista plástico Luiz Sternick, um dos mais consagrados artistas de Minas, com trabalho reconhecido internacionalmente.

Na mostra, Bittencourt retrata pela fotografia a trajetória de um visionário da gestão, Chester Barnard. Executivo da AT&T, Bell Telephone, Presidente da Academia de Artes e Ciências dos EUA, sua produção teórica é fruto do contexto de conflitos e da busca por parte da gerência de um novo referencial de gestão, um processo evolutivo. Assim, em 1938, Barnard inova no meio social caracterizado pelo conflito industrial ao sugerir que a gerência se encontrava despreparada para a gestão das relações humanas. Desenvolve a teoria das organizações como "sistemas cooperativos" redefinindo o conceito de autoridade, "uma relação social e não um posto que emite a ordem ou a comunicação".

Ao redefinir o conceito de autoridade nas corporações, Chester Barnard amplia o desafio da gerência em relação as suas habilidades para a construção da "cooperação", introduzindo uma série de condicionantes que demarcaram a sua influência no pensamento e na prática gerencial até os dias atuais. A sua influência penetra nos conceitos de liderança, gerenciamento estratégico, cultura organizacional, identidade organizacional, responsabilidade social, imagem corporativa, enfim na governança corporativa e nas relações sociais.

 

Na sociedade industrial as concepções gerenciais surgiram e evoluíram no ambiente das relações de produção. A expansão do sistema capitalista até os dias atuais e a supremacia das relações de mercado ampliaram o significado da gerência para a ordem discursiva em todos os processos e relações que envolvem agregar ou destruir valor. Nesse ponto a concepção de Barnard se mantém atual, reafirmada pela gestão como prática no âmbito das relações sociais e útil quando ampliada para o "propósito" do desenvolvimento com geração e distribuição de riqueza.

O desenvolvimento com geração de riqueza é dependente de processos de aprendizagem contínua, que podem ser integrados em um conceito único nos dias atuais: “a sociedade da aprendizagem”. A aprendizagem que envolve indivíduos, empresas, instituições que precisam se constituir como “sistemas cooperativos”. “Sistemas cooperativos” circundados por  políticas educacionais, tecnológicas, sociais que exigem os melhores resultados na gestão corporativa, de grandes projetos, de agrupamentos  humanos nas relações sociais com interesses conflitantes. Exige a abertura a processos permanentes de aprendizagem, de desenvolvimento de competências para aprender a promoção de condições regulatórias “na supremacia” das transações de mercado, compreendendo os mercados como “instituição econômica, política e cultural”. No intuito de evitar os grandes sofrimentos, como a última grande crise econômica e a crescente mobilidade humana resultante de conflitos regionais, guerras étnicas e xenofobia na desordem da geopolítica global.

Evolução Industrial

A expansão das corporações industriais, a difusão dos valores e a formação do código ético moral da sociedade industrial ocorreu pela experiência anglo-saxã, em uma trajetória normal do nascer da revolução industrial na Inglaterra e da liderança mundial da economia americana a partir do início do século XX. Nesse período, Nova York e Chicago representavam os centros mais dinâmicos da economia industrial pelo efeito de aglomeração de investidores, centros corporativos e instituições acadêmicas responsáveis por difundir para todos os mercados as inovações tecnológicas, organizacionais e para a sociedade industrial a ordem discursiva e os valores culturais. A paisagem urbana nas duas cidades passa a refletir a nova era na arquitetura com a imponência do arranha-céu, uma realidade pela invenção do elevador em Chicago no final do século XIX.

O crescimento das corporações industriais no início do século XX nos EUA ocorre com a difusão na sociedade do valor darwinista de sobrevivência dos mais aptos, do código moral da virtude associada aos dirigentes das grandes empresas industriais na "crença do poder mental", que se constitui na justificativa para o êxito e a distinção social como resultantes dos valores de perseverança, prudência, caráter em contraposição aos destituídos do "novo pensamento", que deveriam se adaptar pelo exemplo em busca do futuro promissor. O crescimento econômico, a euforia social pelas inovações provenientes da eletricidade, do aço, da segunda revolução industrial legitimam a autoridade dos grandes dirigentes industriais e estabelecem o valor central para a gerência nas corporações: a manutenção da disciplina interna seguindo a autoridade absoluta consagrada pelo exemplo.

A expansão das corporações industriais ocorre sob grandes conflitos com sindicatos organizados em contraposição ao exercício da "autoridade soberana" e aos frutos do "processo de trabalho": as condições laborais e as remunerações. Em um ambiente de guerra industrial a gerência mantém o princípio da autoridade concentrada, mas se move em direção ao reconhecimento da existência de um outro polo organizado na produção. Incorpora a necessidade de construir uma política diretiva para o relacionamento com o denominado "mundo do trabalho", que cresce em paralelo com a expansão da sociedade industrial.

O surgimento e a difusão do taylorismo, sob a direção de Frederick Taylor, representa a perspectiva de deslocar as relações conflituosas para o âmbito da ciência, reestruturando o "processo de trabalho" em suas funções mais simples no intuito de pacificar a indústria e melhorar a produtividade no ciclo de expansão corporativa. Entretanto, mesmo com o aumento da produtividade a burocratização da empresa industrial, a degradação do trabalho, o crescimento dos níveis hierárquicos na estrutura, devido a expansão dos negócios, e a intensificação dos conflitos trouxeram a psicologia industrial para dentro das empresas no intuito de construir um novo ambiente de trabalho, agora sob a perspectiva de compreender as relações humanas no universo das relações de produção.

Mesmo mantendo a lógica do exercício da autoridade e a total divisão do "processo de trabalho" a gerência procura compreender o comportamento do indivíduo de forma isolada no chão de fábrica. Mesmo com o fracasso da psicologia industrial na resolução dos conflitos o seu legado foi importante pela introdução definitiva da academia nas corporações, possibilitando a construção sistemática de novas concepções gerenciais. O trabalho de Chester Barnard é inserido no momento crítico de conflitos na economia industrial pós depressão de 1929 e na abertura da segunda grande guerra mundial. A concepção que apresenta de “sistemas cooperativos” nas organizações humanas está centrada em três pilares: comunicação + desejo de servir + propósito. A partir desse tripé solidifica a gerência como uma prática social e de contínuo aprendizado, que acompanha e proporciona a geração de continuas inovações tecnológicas.

Entre a revolução tecnológica e a revolução gerencial existe uma “afinidade eletiva” ou seja, formas culturais, interesses políticos, econômicos, estilos de vida que promovem a atração, influência e retorno mútuo que dependem do contexto histórico e social para a evolução contínua. Estilos de vida que deixam marcas nos aglomerados urbanos, de cooperação e competição como expresso pela indústria do cinema, pelo arranha-céu na arquitetura que são dotados do significado consagrado no código ético vigente, o “da perspectiva infindável dos negócios”.

 

Porque o Tema em uma Exposição Fotográfica? As telas expostas retratam cenas de Chicago e Nova York devido a importância das duas cidades na expansão das grandes corporações industriais e pela difusão dos valores culturais da sociedade industrial. Pelo “efeito de aglomeração” de pessoas, movimentos culturais, instituições acadêmicas concentraram investidores e centros corporativos. O apresentar a cena urbana surge do conceito de Bertold Brecht: “a simples réplica do mundo visível sem a mediação não traz informação importante sobre a realidade”.

As fotografias, mostra preto e branco, estarão expostas a partir do dia 16 de Outubro ao dia 30 de outubro, no Ponteio Lar Shopping, Piso L2 no horário de funcionamento do estabelecimento.

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, o público irá conhecer as atrações da Filarmônica de Minas Gerais para a Temporada 2016 e presenciará o início da Campanha de Assinaturas 2016. Dentre as celebrações da próxima temporada, destaque para os 150 anos de nascimento dos compositores Busoni, Kalinnikov e Satie e os centenários de Dutilleux e Ginastera,além da escolha de Mozart como compositor homenageado da série Fora de Série. Também como novidade, a Orquestra dará início aos Concertos Comentados e pretende concretizar a criação da Academia Filarmônica e da Orquestra Filarmônica Jovem.

Ao se aproximar o término de sua primeira temporada na Sala Minas Gerais, a Filarmônica sente a transformação vivenciada na capital mineira e no estado: a Orquestra e a Sala tornaram-se um só “instrumento”, e é evidente o crescimento técnico e artístico do grupo. A acústica perfeita conquistou a crítica e o público – que, cativo ou estreante, compareceu em maior número a cada apresentação.

Em 2015, serão, ao todo, 73 concertos na nova sala. Até este momento (setembro/2015), a média de lotação por concerto foi de 90%, com ingressos esgotados meses ou semanas antes das apresentações, o que revela uma evolução tanto da Orquestra quanto do público e da demanda por música orquestral. “Temos um público muito sensível, que sabe estar semeando algo importante. As pessoas estão felizes porque colheram a Sala Minas Gerais. Na música erudita, a Filarmônica resgatou o sentimento de orgulho para quem gosta de cultura no estado”, declara o diretor artístico e regente titular da Filarmônica de Minas Gerais, Fabio Mechetti.

Em 2016, pelas séries Allegro, Vivace, Presto e Veloce, realizadas em quintas e sextas-feiras, estrearão com a Filarmônica de Minas Gerais os regentes convidados Justin Brown e Dorian Wilson, os pianistas Luis Ascot, Gabriela Montero, Javier Perianes, Clélia Iruzun e Antti Siirala, e asviolinistas Lara St. John e Ji Young Lim.O público também terá a oportunidade de rever grandes músicos do cenário nacional e internacional, a exemplo dos regentes Rodolfo Fischer, Carl St. Clair, Marcelo Lehninger, Carlos Miguel Prieto e Cláudio Cruz, dos pianistas Celina Szrvinsk, Miguel Rosselini, Barry Douglas, Angela Cheng, Arnaldo Cohen, Conrad Tao, Natasha Paremski e Cristina Ortiz,dos violinistas Luíz Filíp e Vadim Gluzman,dos violoncelistas Asier Polo e Leonard Elschenbroich,do violonista Fábio Zanon, da mezzo-soprano Denise de Freitas e do tenor Fernando Portari. 

 A série Fora de Série, realizada aos sábados e inaugurada na Temporada 2015, foi um dos grandes sucessos de público. Em 2016, ela terá como compositor homenageado um dos mais amados artistas do repertório sinfônico: Wolfgang Amadeus Mozart. Algumas de suas mais importantes obras estarão no programa. “A série nasceu com o intuito de fazer um mergulho em determinado tema, e, com isso, aprimorar nossa escuta. Seu primeiro ano, com Beethoven, foi um grande sucesso, o que mostra o desejo do público de, cada vez mais, aproximar-se da música clássica”, destaca o regente Fabio Mechetti.

Uma das atrações da Série Fora de Série em 2016 é a versão semiencenada de uma das comédias mais celebradas de Mozart, Così fan tutte (“Assim fazem todas elas”), com elenco composto por algumas das vozes mais importantes do cenário lírico nacional.

CAMPANHA DE ASSINATURAS 2016

As assinaturas são pacotes de ingressos vendidos antes do início da temporada, pela internet ou, pessoalmente, na Sala Minas Gerais. O assinante recebe vantagens que vão de significativos descontos nos preços dos ingressos à possibilidade de manter o mesmo lugar nos concertos adquiridos e à comodidade de receber em casa os ingressos das apresentações compradas. Além disso, a assinatura é ótima opção de presente. As séries disponíveis para Assinatura são as realizadas às quintas-feiras (Allegro e Presto), sextas-feiras (Vivace e Veloce) e sábados (Fora de Série).

Lançado no ano de 2009, o programa de Assinaturas, uma iniciativa inédita nas produções culturais do estado, foi rapidamente abraçado pelo público da Filarmônica de Minas Gerais. Em sete anos, o número subiu gradativamente. Dos 705 iniciais, hoje são 2632 assinaturas.

Com a Sala Minas Gerais, a Filarmônica pode oferecer mais concertos e maior variedade de pacotes de assinaturas. Dentre os pacotes disponíveis no sistema de Assinaturas, o menor valor cheio, referente a nove concertos da série Fora de Série, é R$ 276. O maior preço cheio, referente a 24 concertos de duas séries de quintas (Allegro e Presto) e sextas (Vivace e Veloce), é R$ 1.882. Caso queira comprar três séries (33 concertos), o interessado pagará de R$ 928 (menor preço) a R$ 2.676 (maior preço). Maiores de 60 anos e estudantes têm direito a meia-entrada, e, pagando preço cheio ou a metade, os assinantes podem dividir o valor da compra em até seis vezes, sem juros.

Como ocorre todos os anos, a primeira etapa da campanha é dedicada aos assinantes, que terão prazo para renovar suas assinaturas. No período de renovação, que começa no dia 1º de outubro, o assinante poderá manter a(s) série(s) e assento(s) que já escolheu neste ano ou optar por trocar de assento(s) e/ou série(s). A partir de 12 de novembro, a venda de assinaturas é aberta a todo o público interessado. (Confira a tabela completa em nosso Serviço).

OUTRAS NOVIDADES DA TEMPORADA 2016

 Academia Filarmônica e Orquestra Filarmônica Jovem

Com a Sala Minas Gerais, a Orquestra conta, agora, com uma estrutura que lhe permite ampliar sua contribuição para a formação e a produção musical de Minas Gerais, por meio da criação da Academia Filarmônica e da Orquestra Filarmônica Jovem. O diretor artístico e regente titular da Filarmônica de Minas Gerais, Fabio Mechetti,explica quetais projetos estão nos planos da Orquestra desde 2011. “No Brasil, não temos número suficiente de músicos qualificados para algumas posições de orquestra.A Orquestra pode ajudar, criando a Academia. Com ela, é possível acolher os jovens talentos que estão por aí, habilitados e pensando seriamente na carreira, e viabilizar os instrumentos necessários para que eles possam desenvolver a aptidão de serem músicos profissionais de orquestra”. Mechetti destaca que os músicos da própria Filarmônica serão os professores dos estudantes da Academia. “Esses estudantes, que entram via audições por já terem certo domínio do instrumento, serão os chefes de naipe da Orquestra Jovem. Os músicos de seção, por sua vez, são jovens instrumentistas que aqui terão a oportunidade de aprimorar suas técnicas. Ou seja, a Orquestra Jovem é o celeiro onde tudo isso vai se desenvolver”, completa.

 Outra novidade da Temporada 2016 são os Concertos Comentados, que consistem em palestras de trinta minutos, realizadas antes das apresentações das séries Allegro, Vivace, PrestoeVeloce, na Sala de Recepções da Sala Minas Gerais. A participação, gratuita, contribui para a formação do público. “Não há necessidade de entender a música erudita para apreciá-la, mas quanto mais dela sabemos, mais ela nos toca. Por isso, a oportunidade de conhecermos mais intimamente o repertório a ser executado em cada concerto, certamente ajudará ainda mais sua apreciação, ressalta o regente Fabio Mechetti.”

  PROGRAMAS CONSOLIDADOS

Formação de público e plataformas educacionais

Outras importantes atividades da Filarmônica de Minas Gerais continuarão na Temporada 2016. Os Concertos para a Juventude, apresentados em domingos pela manhã, terão como eixo temático as estruturas utilizadas pelos compositores em suas obras, ou seja, as formas musicais. Serão abordadas danças, poemas sinfônicos, forma sonata, forma ABA e formas livres. “Assim, os ouvintes terão uma noção não somente sensitiva, mas também arquitetônica da música de concerto”, diz o maestro associado Marcos Arakaki.

Já os Clássicos na Praça, realizados também em domingos, gratuitamente, em praças de Belo Horizonte e região metropolitana, proporcionam momentos de descontração e encantamento a um público amplo e heterogêneo. Nos Concertos de Câmara, o público ganha um contato mais próximo com grupos de instrumentos da orquestra – cordas, madeiras, metais e percussão – e aprofunda sua sensibilidade em relação à diversidade de timbres.

A Orquestra realizará, em 2016, quatro Concertos Didáticos, dedicados a crianças e adolescentes dos ensinos fundamental e médio e de instituições sociais. Neles, o público recebe informações sobre a orquestra, os instrumentos e os estilos musicais.

A próxima temporada terá a sétima edição do Festival Tinta Fresca, que se destina a fomentar a criação musical sinfônicaentre compositores brasileiros. Outra iniciativa pioneira da Filarmônica de Minas Gerais, com lugar garantido na temporada, é o Laboratório de Regência, oportunidade em que jovens regentes brasileiros aprimoram seus talentos diante de uma orquestra profissional.

SERVIÇO

ASSINATURAS 2016

Série FORA DE SÉRIE: 9 concertos – sábados, 18h

Série ALLEGRO: 12 concertos – quintas, 20h30

Série VIVACE: 12 concertos – sextas, 20h30 (mesmo repertório de Allegro)

Série PRESTO: 12 concertos – quintas, 20h30

Série VELOCE: 12 concertos – sextas, 18h (mesmo repertório de Presto)

 

Personal Press

Polliane Eliziário – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – (31) 9788-3029

Anne Morais – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – (31) 9223-6076

No dia 14 de outubro, o Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG abre suas portas para a experimentação audiovisual com duas apresentações especiais do grupo “As Is”. 

A atividade é uma homenagem a todos os professores da rede pública e particular de ensino do país.

O Grupo “As IS” é um conjunto que integra o Grupo de Pesquisa “InterSignos”, da Escola de Belas Artes da  UFMG. Explora sistemas interativos musicais, videográficos e de espacialização, por meio de performances ao vivo e roteiros incomuns. Para tanto, faz uso de instrumentos tradicionais e alternativos, de vozes e de um banco de sons naturalistas. As improvisações da banda são orientadas por textos, games, partituras gráficas e se dão na mediação entre músicos e VJ, criando uma direção estruturante sem que os músicos persigam o vídeo ou façam a regência das imagens.

As apresentações no Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG acontecerão às 17h30 e às 19h e são gratuitas e abertas ao público. Às 16h haverá um ensaio aberto seguido de debate com os artistas. Em função das dinâmicas de montagem e desmontagem da estrutura do evento, as demais sessões de Planetário estarão suspensas na data.

Diálogo dentro e fora da universidade

Esta será a segunda vez que o Planetário recebe intervenções do Grupo “As Is”. A ação consolida o papel do museu enquanto espaço de produção do conhecimento, fortalecendo a interlocução entre a academia e a sociedade e promovendo a abertura do Espaço para a experimentação artística.

Saiba mais aqui.

Serviço:

Audições de Vídeo-Música - “As Is” no Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG

Data: 14/10/2015

Horários: Ensaio aberto seguido de debate - 16h. Apresentações - 17h30 e 19h.

Local: Espaço do Conhecimento UFMG - Praça da Liberdade, 700

Atividade gratuita

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br/ (31) 3409-8350


O Enem se aproxima, aumentando a expectativa e a tensão de milhões de estudantes em todo o país. O momento para eles é de decisão: qual profissão escolher? Além de se prepararem para as provas, os jovens sentem a pressão de uma escolha que pode definir o rumo do resto de suas vidas.

Esse é o tema do quadro #partiufuturo, que o Jornal Minas primeira edição irá exibir às quintas-feiras , a partir deste dia 24 até 22 de outubro. O quadro aborda as dúvidas de quatro estudantes sobre as carreiras que pretendem seguir. Eles foram acompanhados pela coach Júlia Ramalho Pinto. Você irá compartilhar como foi a opção de cada um por uma carreira e o trabalho feito pela profissional que ajuda as pessoas na definição do melhor caminho profissional.

Não perca. Começa nesta quinta, 24/09, a partir das 11h30, #partiufuturo.

Assista aos episódios:

Episódio 1 


No dia 15 de outubro de 2015, quinta-feira, às 14h30, a artista plástica Vilma Nöel estará no setor Braille da Luiz de Bessa para um bate-papo com os leitores. Em cartaz na Biblioteca com a mostra acessível Sentimento Tátil, a artista conversa sobre suas obras, seu processo de criação e as novas dimensões que a arte adquire quando pode ser tocada.

Sentimento Tátil

Em exposição no Setor Braille até 17/10, a mostra Sentimento Tátil traz 14 esculturas, em sua maioria em bronze e aço, que o público pode explorar com as mãos, propiciando mais interação, interpretações e sensações singulares.

Mineira de Diamantina, Vilma Nöel se baseia em elementos de sua vida para criar. “Comecei a me relacionar com a arte muito cedo: mitologia, filosofia de vida, espiritualidade, ecologia e acontecimentos do cotidiano são os temas que inspiram minha criatividade”, explica a artista. Conhecida por suas esculturas de grande porte em lugares públicos, Nöel já expôs em diversos países, como Alemanha, África do Sul, Itália e EUA.

A entrada é gratuita. Mais informações pelo telefone (31) 3269-1218.

 

Serviço

 

  • Bate-papo: Encontro com Vilma Nöel

Data e horário: 15 de outubro, quinta-feira, às 14h30.

  • Exposição: Sentimento Tátil

Em cartaz: até 17 de outubro. Visitação de segunda à sexta-feira, de 8h a 18h; sábado, de 8h a 12h.

 

Local: Setor Braille. Praça da Liberdade,21, 2º andar.

Entrada: Gratuita

Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou (31) 3269-1218

 

 


Crédito: Acervo APM

Acervo APM

O Arquivo Público Mineiro, a mais antiga instituição do estado, dá sequência às comemorações de seus 120 anos de existência abrindo espaço para um material pouco associado a seus célebres acervos: imagens de crianças de outras épocas.

O APM, em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale, espaços que integram o Circuito Cultural Praça da Liberdade, promovem, do dia 2 de outubro ao dia 1º de novembro, a exposição de fotografias “Infâncias Guardadas – APM 120 anos... nas gavetas do Arquivo Público Mineiro”, onde serão exibidos mais de 150 retratos de crianças em imagens capturadas entre os anos de 1890 e 1974.

São meninas e meninos eternizados em seus momentos especiais: aniversários, festas de família, natais, carnavais, celebrações de escola ou, simplesmente, dias de missa ou de roupa nova. E têm ainda as crianças indígenas, as crianças que trabalhavam na lavoura, crianças em oficinas e, claro, o universo lúdico de muitas infâncias e seus antigos brinquedos.

“Depois de várias sugestões sobre qual recorte faríamos em nosso acervo, optamos pela questão afetiva, numa homenagem ampliada à infância. Coincidiu ser em outubro, numa lembrança ao dia da criança. É bom celebrar 120 anos olhando para elas”,  diz Ana Maria Souza, curadora da mostra e diretora de Arquivos Permanentes do Arquivo Público.

Através das imagens das diversas gerações que cresceram, brincaram e se divertiram no decorrer do século XX, a exposição busca retratar uma fase fundamental da vida de cada ser humano, um momento de crescimento, descobertas e aprendizagem.

As imagens possuem diversos tamanhos, partindo de pequenos retratos 3x4 e passando por  formatos maiores, entre 20 e 30 centímetros. Serão expostas também fotos em seu tamanho original. O público poderá conferir ainda imagens digitalizadas e manusear reproduções em papel.

Crédito: Acervo APM

Acervo APM 3
A maioria das fotos é de acervos familiares, mas existem vários registros feitos pelos órgãos públicos da época, como Secretaria de Interior, Secretaria de Agricultura, Chefia de Polícia, entre outros. Os autores das imagens também são diversos, vão desde ilustres anônimos até fotógrafos conhecidos. Destaque para Igino Bonfioli, Gines Gea Ribera e José Dias Machado.

O Arquivo Público Mineiro chega a suas doze décadas de vida como uma das mais reconhecidas instituições de cultura de Minas e centro de referência em técnicas de gestão, organização e preservação arquivísticas. Sua biblioteca é especializada em história de Minas Gerais e arquivologia, contando com uma coleção de obras raras ou preciosas, publicadas entre os séculos XVI e XX.

A mostra “Infâncias Guardadas” acontecerá no hall do Memorial e poderá ser visitada às terças, quartas, sextas e sábados, das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Quintas, das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos, das 10h às 15h30, com permanência até 16h.

Memorial Minas Gerais Vale

Praça da Liberdade, 640, esq. Gonçalves Dias

Acervo APM 2




A Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade, promove a exposição "Grande Otello e Carlos Drummond de Andrade: dois mineiros que ganharam o mundo".

A exposição comemora dois mineiros, dois aniversariantes de outubro, duas personalidades que marcaram época: o ator, escritor e compositor Grande Otello aparece em belos pôsteres da sua carreira no cinema nacional, e o poeta e autor Carlos Drummond de Andrade é o foco da exposição do acervo, que traz livros de e sobre Drummond.

Informações: 3269 1209;Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Local:

Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa - Hall das Coleções Especiais - 2º andar

Telefone

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou 3269 1209

Endereço

Praça da Liberdade, 21

Horário

08h00

Data

De 05/10 até 30/11
 

Preço:

Gratuito


Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), vinculado à Secretaria de Estado de Cultura, publicou na edição de sábado (26/9) do diário oficial Minas Gerais o resultado da licitação para a reforma do prédio e restauração de peças da capela Senhor dos Passos, no distrito de Brumal, em Santa Bárbara.

A empresa responsável será a Impacto Construtora Empreendimentos e Serviços Eireli, que fará as obras com o valor global de R$659.036,95.

As obras previstas no edital são a reforma e restauração da capela do Senhor do Passos, inclusive o adro, a restauração da imagem do senhor dos Passos e a recuperação de fachadas das edificações situadas à rua principal e Praça Santo Amaro. A data de inicio das obras será divulgada após a assinatura do contrato.

Sobre a capela

Construída por volta de 1865, a capela Senhor dos Passos pertence ao conjunto do povoado tombado pelo Iepha-MG e compõe, com seu pequeno adro, um pitoresco espaço urbano que propicia destaque à edificação.

A capela possui pouca ornamentação externa, o que valoriza uma linguagem simétrica e sóbria. Apresenta telhado em duas águas, com galbo e beiral com guarda pó (forro de tábuas que cobre as ripas do telhado) e cachorrada aferente (peças de madeira que sustentam o telhado), além de telhas em capa e bica. Sua planta é muito simples, composta de uma nave e um coro, localizado sobre a porta principal.

De estilo arquitetônico retangular, a construção possui estrutura em madeira autoportante, vedação em adobe e tijolos. Seus cunhais em madeira destacam-se pela coloração azul, aplicada também nas molduras e peças dos vãos, guarda-pó, cimalhas e cachorrada aferente, características das construções da arquitetura tradicional. Marcando seu eixo de simetria há um óculo (orifício redondo) na fachada principal, acima das janelas.

Sobre o distrito

Localizado ao pé da Serra do Caraça, o distrito de Brumal se origina dos primeiros anos do Século VXIII, quando o bandeirante Antônio Bueno descobriu as minas de ouro da região. O perímetro urbano é pequeno, resumindo-se à grande praça contígua à igreja e na rua que já serviu de principal acesso ao complexo do Caraça.


Ainda há muito que se descobrir sobre a cultura nórdica e a Filarmônica de Minas Gerais apresenta a oportunidade perfeita para conhecer alguns de seus mais importantes compositores clássicos. Nos dias 15 e 16 de outubro, a Orquestra celebra, na Sala Minas Gerais, os 150 anos do dinamarquês Carl Nielsen e do finlandês Jean Sibelius, com participação da violinista letã Baiba Skride. Sob regência do maestro Fabio Mechetti, os músicos apresentam a Suíte Karelia, op. 11, de Sibelius; Concerto para violino, op. 33, de Nielsen; e Suíte Lírica, op. 54 e Danças norueguesas, op. 35, de Grieg.

Os concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, e contam com o patrocínio  do Mercantil do Brasil  por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A violinista Baiba Skride

A musicalidade natural de Baiba Skride tornou-a estimada entre alguns dos mais importantes maestros e orquestras em todo o mundo, sendo convidada por suas interpretações agradáveis, sensibilidade e deleite na música. Entre as orquestras de prestígio com quem trabalhou estão a Filarmônica de Berlim, Sinfônica de Boston, Sinfonieorchester des Bayerischen Rundfunks, Orquestra de Paris, Filarmônica de Londres, Filarmônica Real de Estocolmo, Sinfônica de Sydney e Sinfônica NHK. Seu quarto disco sob o selo Orfeo contém os concertos de Szymanowski com a Filarmônica de Oslo e Petrenko, bem como Mythes de Szymanowski com sua irmã Lauma Skride. Outras gravações incluem Schumann com a Danish National Symphony e John Storgårds; Stravinsky e Frank Martin com a Orquestra Nacional BBC do País de Gales e Thierry Fischer; Brahms com a Filarmônica de Estocolmo e Sakari Oramo; Tchaikovsky com a Sinfônica da Cidade de Birmingham e Andris Nelsons; Schubert, Beethoven e Ravel em duo com sua irmã. Skride nasceu em uma família musical letã em Riga. Em 2001 ganhou o primeiro prêmio do Concurso Rainha Elisabeth. Desde 2010 apresenta-se com o Stradivarius ‘’Ex Baron Feilitzsch’’, um violino de 1734 generosamente emprestado por Gidon Kremer.

Baiba Skride. Crédito: Marco Borggreve

O maestro Fabio Mechetti

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Por esse trabalho recebeu o Prêmio Carlos Gomes/2009 como Melhor Regente brasileiro. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Orquestra Filarmônica da Malásia. Foi Regente Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora, Regente Emérito destas últimas duas. Na Sinfônica Nacional de Washington foi regente associado de Mstislav Rostropovich. Estreou no Carnegie Hall conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Nos Estados Unidos dirigiu inúmeras orquestras e é convidado frequente de importantes festivais.

Realizou diversos concertos no México, Peru e Venezuela. No Japão dirigiu as Orquestras Sinfônicas de Tóquio, Sapporo e Hiroshima. Na Europa regeu a Orquestra Sinfônica da BBC da Escócia e a Orquestra da Radio e TV da Espanha. Dirigiu também a Filarmônica de Auckland, Nova Zelândia, a Orquestra Sinfônica de Quebec, Canadá, e a Filarmônica de Tampere, na Finlândia. No Brasil, regeu a Sinfônica Brasileira, a Estadual de São Paulo, as orquestras de Porto Alegre, Brasília e Paraná e as municipais de São Paulo e Rio de Janeiro. Mechetti possui mestrados em Composição e Regência pela Juilliard School de Nova York.

 

O repertório

Jean Sibelius (Finlândia, 1865-1957) e a Suíte Karelia, op. 11 (1893)

Esta peça guarda o frescor da música folclórica finlandesa do final do século XIX. No verão de 1892, Sibelius e sua esposa passaram parte da lua de mel em Carélia, onde o compositor tomou conhecimento da música folclórica local e teve a oportunidade de anotar inúmeras melodias. No ano seguinte ele recebeu uma encomenda da Associação dos Estudantes de Viipuri da Universidade de Helsinki (na época Universidade Imperial Alexander) para compor música para uma peça de teatro de caráter folclórico/patriótico que retratava eventos históricos de Carélia. A apresentação em Helsinki, no dia 13 de novembro de 1893, foi um sucesso estrondoso, embora o compositor tenha ficado com a impressão de que ninguém realmente ouvira a sua música. O frenesi foi tão grande que o público bateu os pés e as mãos durante toda a apresentação. Insatisfeito com o resultado musical, Sibelius desmembrou a música e a adaptou em uma abertura (Abertura Karelia, op. 10) e uma suíte em três movimentos (Suíte Karelia, op. 11). O restante da obra ficou abandonado, vindo a ser descoberto após a morte do compositor e restaurado em 1997 – mais de cem anos após a sua composição.

Carl Nielsen (Dinamarca, 1865 - 1931) e o Concerto para violino, op. 33 (1911)

Carl Nielsen foi um dos mais importantes compositores europeus da virada do século XIX para o XX. Tido como um dos responsáveis pela renovação do gênero sinfônico no início do século XX, Nielsen foi também exímio violinista e um importante pedagogo. Seu reconhecimento internacional veio somente após sua morte. Em vida, foi reconhecido apenas como professor, o que o obrigou a lecionar na Academia Real Dinamarquesa de Música até os seus últimos dias. Nielsen iniciou a composição do Concerto para violino no verão de 1911, na Noruega, na velha cabana onde o compositor Edvard Grieg compôs muitas de suas obras. Naquele verão ele recebeu o convite da viúva do compositor, Nina Grieg, para passar alguns dias em Troldhaugen, a casa de verão que eles possuíam na cidade de Bergen. A obra ficou pronta apenas em meados de dezembro, e a bem-sucedida estreia se deu no dia 28 de fevereiro de 1912 em Copenhague, com o violinista Peder Møller e a Orquestra Real Dinamarquesa sob a regência do compositor.

 

Edvard Grieg (Noruega, 1843-1907) e a Suíte Lírica, op. 54(1891, versão para piano / 1905, orquestrada pelo compositor)e as Danças norueguesas, op. 35 (1881, versão para piano / 1891, orquestrada por Hans Sitt)

A produção musical de Edvard Grieg é predominante e caracteristicamente alemã e dinamarquesa até os anos de 1864 e 1865, muito em função de seus estudos musicais em Leipzig e de sua criação numa classe média norueguesa culturalmente à sombra de Copenhague. Seria o contato com os músicos Rikard Nordraak e Ole Bull o fator determinante em seu redirecionamento estético para a música nacional a partir daqueles anos. Enquanto Bull apresentou-lhe a música camponesa da Noruega, Nordraak, à frente do movimento nacionalista norueguês, convenceu-o a associar-se ao movimento. Entre 1867 e 1901, Grieg compôs 66 pequenas peças para piano chamadas em seu conjuntoPeças Líricas. Oopus 54, quinto livro da coleção, foi escrito em 1891 e marca o que se considera o início de seu segundo nacionalismo – mais radical na exploração de temas noruegueses. Em 1894 Anton Seidl orquestra quatro das seis peças do ciclo para um concerto com a Filarmônica de Nova York. Uma cópia da partitura daSuíte Norueguesa, como foi batizada por Seidl, viria parar, em 1903, nas mãos de Grieg. Este, dois anos mais tarde, decide fazer, segundo seu próprio gosto, algumas alterações na orquestração do regente húngaro e mesmo, no caso de algumas das peças, orquestrá-las novamente. Assim surge a Suíte Lírica, uma orquestração e reordenação de seu próprioopus 54.

Grieg compôs as Danças norueguesas em Hardanger durante o verão de 1881. Elas se baseiam no Halling, dança folclórica norueguesa na qual os homens saltam atleticamente para acertar um chapéu a dois metros de altura. Tais composições surgiram para atender à demanda de obras nacionalistas em forma de dança, como as Danças Húngaras de Brahms e Danças Eslavas de Dvorák: todas originais para piano a quatro mãos. O dinamarquês Robert Martin Henriques foi o primeiro a orquestrar duas das Danças norueguesas de Grieg. Ao que se sabe, o autor criticara a rítmica insuficiente apresentada naquela instrumentação. A orquestração que deu fama à obra foi realizada pelo compositor tcheco Hans Sitt. Ele baseou-se na instrumentação realizada por Grieg a partir de outras obras para piano a quatro mãos, como a Suíte Holberg, as Duas melodias nórdicas, as Variações sobre uma antiga melodia norueguesa e as Danças Sinfônicas, também inspiradas em temas noruegueses.

 

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Hoje em sua sede própria, a Sala Minas Gerais, a Orquestra Filarmônica foi criada em 2008, com o intuito de inserir Minas nos circuitos nacional e internacional da música orquestral. Formada por 94 músicos, vindos do Brasil, Europa, Ásia, Américas e Oceania, e sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra rapidamente alcançou reconhecimento do público e da crítica especializada. Administrada pelo Instituto Cultural Filarmônica, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), a Filarmônica mantém sua estrutura artística e executa sua vigorosa programação por meio de recursos públicos e privados, auditados anualmente para validar sua gestão.

SERVIÇO

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

   
   
   

Série Allegro

15 de outubro - 20h30

Sala Minas Gerais

Série Vivace

16 de outubro - 20h30

Sala Minas Gerais

 

Fabio Mechetti, regente
Baiba Skride
, violino

SIBELIUS                              Suíte Karelia, op. 11
NIELSEN                              Concerto para violino, op. 33
GRIEG                                  Suíte Lírica, op. 54
GRIEG                                  Danças norueguesas, op. 35


Crédito: Asscom/ Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa

Reunião com setor audiovisual

Na manhã desta quarta-feira (30), o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, se reuniu com nomes mineiros do segmento audiovisual e com o presidente da SPCine, Alfredo Manevy, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. O encontro discutiu a efervescência atual do setor que continua a movimentar a cadeia produtiva, dando fôlego à economia e promovendo o desenvolvimento da cultura.

À tarde, Angelo Oswaldo e Manevy participam do debate Novos Modelos de Desenvolvimento do Audiovisual no Brasil, promovido pela ONG Contato no campus Coração Eucarístico da PUC Minas, a partir das 15h.

Além de falar sobre a experiência inédita da SPCine, primeira agência municipal do gênero, Manevy pretende iniciar a construção de uma ponte entre as produções mineira e paulista.

Debate Novos Modelos de Desenvolvimento Audiovisual Quando. 

Data e Horário: Hoje (30/09), às 15h

Local: PUC Minas (av. Dom José Gaspar, 500, Coração Eucarístico, prédio 43, auditório 3)

Entrada gratuita


As aberturas das óperas Carmen, de Bizet, O Guarani, de Carlos Gomes, e Guilherme Tell, de Rossini, compõem o repertório do concerto da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), na próxima quarta-feira (14/10/15), às 18h30, no Pátio das Bandeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O evento integra as atividades comemorativas de reinauguração da Praça Carlos Chagas, mais conhecida como Praça da Assembleia.

Com regência do maestro Sérgio Gomes, e tendo como primeiro violino o spalla Alexandre Kanji, o concerto traz ainda no repertório, as peças Dança Húngara nº 6, de Brahms, Sinfonia nº 9 Novo Mundo (4º movimento), de Dvórak, Danças Polovtsianas, de Borodin, além de Suíte Minas Gerais e Tabuleiro do Samba, ambas do maestro brasileiro Marcelo Ramos.

Programa

Abertura da ópera Carmen

George Bizet

Abertura da ópera O Guarani

Carlos Gomes

Abertura da ópera Guilherme Tell

Giacomo Rossini

Dança Húngara n. 6

Johannes Brahms

Sinfonia n. 9 Novo Mundo (4º mov.)

Antonín Dvořák

Dança Polovtsianas

A. Borodin

Suíte Minas Gerais

Marcelo Ramos

Tabuleiro do Samba

Marcelo Ramos


A jornalista Norma Couri analisa o panorama dos suplementos literários e cadernos culturais na imprensa brasileira da atualidade. Entre perdas e ganhos, ela destaca o Suplemento Literário de Minas Gerais como uma das mais robustas e interessantes publicações do setor, referindo-se a algumas de suas mais recentes edições. 

O Suplemento Literário prepara-se para comemorar meio século de atividades, em 2016. Foi criado pelo escritor Murilo Rubião, em 1966, no governo Israel Pinheiro. Entre 1971 e 73, teve como editor o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo. Atualmente, é dirigido pelo escritor Jaime Prado Gouvêa, sendo vinculado à Superintendência de Bibliotecas e Suplemento Literário, que tem à frente o poeta Lucas Guimaraens. 

Veja a matéria de Norma Couri


As inúmeras potencialidades de Minas Gerais são o fio condutor do discurso que o secretário de Estado da Cultura, Angelo Oswaldo, faz durante a Expo Milão 2015. O grandioso evento recebe, entre os dias 12 e 18 de outubro, a Semana Minas Gerais em Milão, um conjunto de ações gastronômicas, culturais, empresariais, diplomáticas e comerciais promovidas pelo Governo do Estado de Minas Gerais, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Artesanato de Minas Gerais, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MG), o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), integrados ao Sistema Fecomércio MG, além de secretarias de Estado e outros parceiros.

A abertura do evento conta com a participação do secretário, que irá ressaltar o panorama histórico e cultural de Minas Gerais, além de enfatizar a importância do Estado na formação sociopolítica e econômica do Brasil. “As afinidades entre Minas e Itália existem desde os primórdios da sociedade mineradora, por meio da arte barroca e do movimento Arcádia Mineira, que aproximou os poetas setecentistas do Humanismo Italiano”.

Na cerimônia, o secretário aborda ainda o intenso fluxo de italianos que vieram a Minas no final do século XIX e começo do século XX, até chegar ao grande intercâmbio cultural que perpassa as mais diversas linguagens artísticas. As constantes parcerias econômicas, cuja presença da Fiat é eixo fundamental, também serão abordadas. Para Angelo Oswaldo, o patrimônio material e imaterial exerce papel fundamental nas estratégias de desenvolvimento do turismo em Minas. “Nossa riqueza cultural fomenta o turismo, e há grande apelo ao visitante italiano, seja pela paisagem montanhosa, seja pelos tesouros barrocos”.

PROJEÇÃO DE MINAS NO CENÁRIO INTERNACIONAL

A missão mineira no terceiro maior evento mundial – atrás somente das Olímpiadas e da Copa do Mundo Fifa – terá a participação do governador Fernando Pimentel e contribuirá para a projeção do estado no cenário internacional, divulgando seu novo modelo de governança e desenvolvimento. Além disso, destacará relevantes iniciativas em variados segmentos, como gastronomia, design, tecnologia e moda, evidenciando oportunidades de negócio e turismo e posicionando Minas Gerais como referência para investimentos estratégicos, no setor da economia criativa, por exemplo.

O estado integrará o Pavilhão Brasil, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sob a coordenação de uma Comissão Interministerial presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na semana dedicada à divulgação de Minas Gerais na mostra global, os visitantes poderão degustar a água mineral Cambuquira, mundialmente premiada, e conhecer mais sobre os diferentes tipos de café, doces, geleias, licores, cachaça, própolis, mel e pão de queijo. Por meio do Projeto Imagem, azeites, vinhos e produtos tipicamente mineiros estarão entre as atrações, em uma ação conjunta entre a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Exportaminas (unidade de comércio exterior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico) e a Fiemg.

A abertura oficial da semana mineira será realizada no dia 13 de outubro, com o Seminário Minas Gerais e Itália, que ressaltará a importância do intercâmbio entre o estado e o país europeu. No dia 14, ocorrerão visitas técnicas para empresários mineiros nos setores de moda, design, alimentos, bebidas, máquinas, equipamentos e automotivo. O evento também contará com a presença do coordenador do Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes, Rodrigo Ferraz, e dos chefes Ivo Faria, Pablo Oazen e Frederico Trindade, além do chef revelação do Senac, João Victor Moura da Costa Ribeiro. Outro destaque é a participação do grupo musical Zé da Guiomar — considerado um dos principais responsáveis pelo fortalecimento e pela renovação do samba na capital mineira, o conjunto já se apresentou em vários estados do Brasil e participou da Feira Internacional de Música de Buenos Aires, figurando entre os três artistas brasileiros selecionados para o evento. Estão previstas, ainda, rodadas de negócios com empresas mineiras e visitas técnicas aos demais pavilhões da mostra.

De acordo com levantamento do Indi, Minas Gerais detém o segundo maior número de empresas italianas instaladas ou com operações no Brasil, com 76 companhias, atrás apenas de São Paulo.

Expo Milão

A Expo Milão teve início em 1º de maio deste ano e termina no dia 31 de outubro, tendo como tema “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida”. Nesta edição, são aguardados mais de 20 milhões de visitantes em um espaço de 1 milhão de metros quadrados. Além de países e empresas, participam da exposição mundial a sociedade civil e organizações internacionais, como a ONU e a União Europeia. Trata-se de um evento sustentável, tecnológico e temático, focado em seus visitantes, que poderão vivenciar uma experiência única sobre o tema da nutrição, em uma viagem por alimentos e tradições de povos de todo o mundo.

Com 4 mil metros quadrados, o Pavilhão do Brasil na Expo Milão está entre os cinco principais destaques do evento, abrigando exibições, atividades culturais e gastronômicas, seminários, eventos de negócios e de relacionamento. Enfatizando a temática “Alimentando o mundo com soluções”, o espaço já recebeu aproximadamente 2 milhões de visitantes nos quatro primeiros meses do encontro e vem mostrando a capacidade brasileira de ampliar a produção de alimentos e atender às demandas mundiais com tecnologias avançadas e sustentabilidade. Estrategicamente posicionado, o Pavilhão Brasil conta com plantas, flores e frutas brasileiras, além de mesas interativas providas de jogos e informações sobre as culturas expostas. Outra atração é a rede suspensa que permite ao visitante caminhar e, com os sensores de movimento, influenciar os sistemas de som e iluminação.

A mostra global é realizada a cada cinco anos em diferentes cidades do planeta, desde 1851, como plataforma para o diálogo internacional sobre temas e avanços relevantes para a humanidade. Foi, por exemplo, em 1876, na Exposição Universal da Filadélfia, que D. Pedro II conheceu a nova invenção de Graham Bell e se tornou o primeiro brasileiro a usar um telefone. A arquitetura e a cultura do país escolhido para sediar cada grande exposição também adquirem destaque, deixando heranças como a Torre Eiffel, construída em Paris para abrigar a Exposição Universal em 1889.

Em 2010, a exposição foi sediada na China, com participação de 190 países e 50 organizações internacionais. As exposições universais vêm atuando como catalisadoras da criatividade e da inovação humana, promovendo o intercâmbio de conhecimentos entre povos com estilos de vida diversos e permitindo o compartilhar de tecnologias, inovações e descobertas que influenciam o desenvolvimento da arte, da educação, do design, do comércio, do turismo e das relações internacionais.


O Ministério da Cultura conseguiu, em 40 dias, uma mobilização recorde para eleições do seu Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a principal instância nacional de diálogo e participação popular sobre o tema. Foram 72.871 inscrições em todo o País de interessados em participar da renovação do Conselho. Apenas para ocupar as vagas em um dos 16 Colegiados Setoriais, o número chegou a 1.512 candidatos. As áreas são:  Arquitetura e Urbanismo, Arquivos, Arte Digital, Artes Visuais, Artesanato, Circo, Culturas Afro-Brasileiras, Culturas Populares, Dança, Design, Literatura, Livro e Leitura, Moda, Música, Patrimônio Imaterial, Patrimônio Material e Teatro.

Cada Colegiado é formado por 20 titulares (sendo cinco do Poder Público e 15 representantes da sociedade civil) e 20 suplentes, com mandato de dois anos, renovável por igual período. Suas atividades têm como finalidade propor a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento e fomento das atividades culturais no território nacional.

Na avaliação do secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (SAI/MinC), Vinícius Wu, que coordena esse processo eleitoral, o resultado confirma que o objetivo de ser o mais democrático e abrangente possível foi alcançado. Um exemplo disso é que no biênio passado (2013-2015), o número de inscritos para participar da votação dos representantes da sociedade civil no Brasil ficou em torno de 5 mil.

Para permitir uma participação ainda maior na ponta, o MinC promoveu encontros presenciais em todos os estados da Federação e no Distrito Federal. Houve ainda em alguns estados, como Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Norte, encontros descentralizados (fora das capitais) com o objetivo de mobilizar ainda mais regiões. Além disso, canais de tira-dúvidas foram abertos e disponibilizados pela internet e por telefone.

Encerradas em 26 de setembro, as inscrições puderam ser feitas nos encontros presenciais, pelos Correios e pela internet por meio da plataforma disponível no site do MinC (www.cultura.gov.br/votacultura), onde qualquer pessoa interessada em cultura e com mais de 16 anos poderia se tornar eleitor/a. E para se candidatar, os parâmetros mínimos era ter 18 anos e experiência de pelo menos três anos na área de interesse.

Próximas etapas

A votação para escolha de delegados estaduais por Setorial para os Fóruns Setoriais Nacionais segue até dia 7 de outubro. Encerradas as inscrições, no período de 27 de setembro até o dia 7 de outubro, os eleitores poderão confirmar seu voto em seus candidatos na plataforma do CNPC.

A novidade deste edição é permitir a troca de voto por uma única vez. Cada eleitor inscrito, ao se cadastrar, escolheu um único Estado e Colegiado Setorial em que irá votar. Mas poderá trocar umas das opções.

Os delegados eleitos nos estados participam da etapa nacional e podem concorrer a uma vaga no Colegiado Setorial de sua atuação. Depois de ter a composição definida, cada Colegiado Setorial elegerá um representante para a categoria no Conselho Nacional de Política Cultural.

O número de delegados que os setoriais de cada estado elegerá para a etapa nacional dependerá do número de presentes nos encontro estaduais. De 3 a 30 inscritos presentes, o Estado poderá eleger um delegado para o Fórum Nacional. De 31 a 99 inscritos presentes, podem eleger 2 delegados estaduais e, a partir de 101 inscritos presentes, eles poderão eleger 3 delegados para o Fórum Nacional.

Na etapa nacional, os candidatos eleitos nos estados mais os titulares da antiga formação dos colegiados setoriais habilitados irão escolher entre si os ocupantes das 30 vagas de representação da sociedade civil.

Dúvidas sobre o processo podem ser tiradas pelos seguintes canais: "Fale Conosco" da plataforma digital (http://cultura.gov.br/votacultura/fale-conosco/); o atendimento pelas redes sociais Facebook e Twitter da SAI; pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; por meio um aplicativo de celular (WhatsApp) pelo número (61) 9241 0630 e ou ainda o atendimento por telefone no (61) 2024 2186.

 

Fonte: 

 Assessoria de Comunicação
com informações da Secretaria de Articulação Institucional 
Ministério da Cultura


Convite expo Rosana Pereira no CAP

O Centro de Arte Popular – Cemig, instituição vinculada à Superintendência de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura, inaugura a exposição O Imaginário de Rosana Pereira - Cerâmica, no dia 15 de outubro de 2015 (quinta-feira), às 19 horas.

A mostra, que será aberta para visitação a partir do dia 16 (sexta-feira), apresentará ao público uma seleção de 50 peças feitas em cerâmicas por Rosana Pereira, um dos destaques da nova geração de artistas do Vale do Jequitinhonha.

Neta do grande Ulisses Pereira e filha de Margarida Pereira, a artista aprendeu na própria família os saberes e técnicas da cerâmica, fiel a uma linha própria, com múltiplos temas, figurações e uma expressiva composição poética.

A obra de Rosana Pereira envolve magia, encantamento e simbiose, como se compilada dos irmãos Grimm ou mesmo do francês Charles Perrault que deram vida às figuras de Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Bela Adormecida, Gato de Botas.

Ainda que inusitados, os seus personagens compõem-se de animais das mais diversas espécies em uma interação de afeto, amizade e amor, oferecendo uma visão fantasiosa do mundo.

Para Tadeu Bandeira, Diretor do Centro de Arte Popular-Cemig, “a exposição tem grande importância, pois Rosana Pereira é uma das artistas a buscar nova temática na produção do Vale do Jequitinhonha”.

A mostra O Imaginário de Rosana Pereira - Cerâmicas tem entrada gratuita, e ficará em exposição de 16 de outubro até o dia 30 de novembro de 2015, na Sala de Exposições Temporárias do Centro de Arte Popular – Cemig.

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SERVIÇO

Abertura Exposição:O Imaginário de Rosana Pereira - Cerâmicas

Período da Exposição: 16 de outubro a 30 de snovembro de 2015

Entrada: Gratuita

Horário de funcionamento:

Terças, quartas e sextas-feiras: 10h às 19h

Quintas-feiras: 12h às 21h

Sábados e Domingos: 12h às 19h

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 1608 - Bairro Funcionários – Belo Horizonte/MG

Informações: (31) 3222-3231

Assessoria de Imprensa – Angelina Gonçalves – (31) 3269-1109 | 8876-8987

                                  


Crédito: Divulgação

Encontro Mineiro de Cultura Popular de Teófilo Otoni

Teófilo Otoni realizou entre 25 e 27 de setembro o Encontro Mineiro de Cultura Popular. O evento recebeu diversas expressões da cultura do Vale do Mucuri, como batuques, danças quilombolas, bois de janeiro, folias de reis, violeiros, artesanato e poesia.

A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), na ocasião, promoveu, juntamente com a entidade Mucury Cultural, duas rodas de conversa para discutir assuntos referentes à valorização da cultura local e fomento à cultura popular. Participaram representantes de entidades da sociedade civil e da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) e Ministério da Cultura.

O superintendente de Interiorização e Ação Cultural da SEC, João Miguel, participou do encontro e, demonstrando diálogo aberto entre a secretaria e os cidadãos, ouviu os presentes  e apresentou as ações da SEC voltadas à cultura popular. “O Estado precisa garantir a visibilidade das múltiplas expressões culturais de nosso povo, reconhecendo e legitimando as culturas genuínas. A valorização das culturas populares é uma das prioridades do Governador Fernando Pimentel, do Secretário Angelo Oswaldo e, concomitantemente, de toda equipe da SEC. Estaremos sempre abertos para as sugestões e ponderações dos fazedores de Cultura”, finalizou.

Encontro Cultura Popular Teófilo Otoni

Para incrementar o evento, a noite de sábado contou com um belíssimo show do músico mineiro Pereira da Viola que contagiou a todos com suas canções.

Encontro de Cultura Teófilo Otoni

 

Informamos que a publicação dos índices provisórios para fins de distribuição da parcela de ICMS critério Turismo em 2016 está prevista para a primeira quinzena de novembro de 2015


Crédito:Osvaldo Afonso/Imprensa MG

8º Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Cultura deu início ao 8° Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais, na manhã de hoje, no Teatro José Aparecido da Biblioteca Pública Luiz de Bessa, equipamento que integra o Circuito Cultural da Praça da Liberdade.

Com o tema Arquitetura de Museus, a edição de 2015, que acontece até amanhã (30 de setembro), tem como objetivo ampliar e possibilitar o diálogo entre o arquiteto e os profissionais envolvidos no âmbito museológico, nas construções e adaptações de espaços de museus, além de discutir as necessidades que circundam o tema: o planejamento dos espaços, a metodologia dos projetos a serem executados; sua manutenção e sustentabilidade.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, frisa a pertinência do tema escolhido para esta edição. “A importância de um museu parte, a princípio, do edifício onde está abrigado. É sua peça primeira e mais importante. Nesse enfoque, o tema arquitetura se faz necessário, pois é por meio de seu uso que ocorrem as adaptações em instalações prediais cuja vocação é museológica”.

Andrea Matos, superintendente de Museus e Artes Visuais, da Secretaria de Estado de Cultura, complementa: “A maioria dos cerca de 500 museus do Sistema Estadual de Museus estão abrigados em antigos casarões e prédios históricos. Os estudos arquitetônicos são oportunos para adaptar esses locais não só internamente, mas também ao espaço urbano”.

Angelo Oswaldo ainda destaca o papel de Minas no âmbito museológico. “O primeiro prédio destinado a abrigar um acervo museológico é o Mariano Procópio, localizado em Minas Gerais. Com seu pioneirismo e expressivo número de museus, nosso Estado ainda precisa ampliar a quantidade desses espaços, disseminando-os pelos vários municípios, como maneira de desenvolver a educação, cidadania e turismo de cada localidade, alcançando assim, a verdadeira dimensão inerente a um museu”.

O evento será aberto para estudantes, professores, profissionais da área museológica e da arquitetura e demais pessoas interessadas no tema.

Sobre o Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

Minas Gerais conta hoje com mais de 490 museus e, a exemplo de outros estados brasileiros, vem trabalhando sistematicamente pela consolidação do seu Sistema Estadual de Museus. A principal iniciativa nesse intuito é a realização dos Encontros de Museus de Minas Gerais, evento que teve início em 2005.

Nos últimos anos, especialmente a partir de 2004, com a criação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM), nota-se uma crescente articulação pela organização, desenvolvimento e valorização das instituições museológicas brasileiras. Duas ações políticas do governo federal no campo museológico vieram confirmar e fortalecer a importância cultural da grande e diversificada rede de museus espalhada por todo o território nacional: a criação do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e a instituição da lei que define o Estatuto de Museus.

             

SERVIÇO

Evento:8º Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

Data: 29 e 30 de setembro de 2015

Horário: 9h às 18h

Local: Teatro da Biblioteca Pública Luiz de Bessa

Praça da Liberdade 21 – Funcionários – BH - MG

Período de Inscrições: até 25 de setembro de 2015

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Especialistas afirmam que a observação é importante tanto para a preservação da natureza e conservação das espécies, quanto para a melhoria de qualidade de vida do observador, já que a atividade diminui o estresse, melhora a interação cerebral e diminui a chance de doenças degenerativas.

 

Nesse sábado (10/10), acontecerá o ‘Brasil Big Day’, e Minas Gerais não vai ficar de fora. Várias cidades de todo o Estado irão oferecer atividades para a observação de pássaros. Entre elas estão Santa Bárbara, Serra da Canastra, Sete Lagoas, Serra do Cipó, entre outras.

 

Se você quiser ser um observador mineiro nesse feriado e participar desse evento que tem por objetivo aumentar tanto o número de participantes, quanto o de espécies, veja no quadro abaixo em quais as cidades vai acontecer o evento e as instruções para se inscrever nessa jornada.

Aproveite!


Santa Bárbara

Catas Altas

Observação de pássaros no Santuário do Caraça.


KOPA TURISMO E EVENTOS

Sacramento

Serra da Canastra

Torre de observação móvel – utilizado nas: Expedição canastra – Expedição Santa Barbara – personalizado

MARITACA TURISMO

Sete Lagoas

Parque Serra da Santa Helena

Saídas durante a semana no parque e nas redondezas da cidade e uma exposição digital de usuários e clientes que queiram divulgar as fotos.

Tem 2 biólogos colaboradores  que vão identificar as espécies

MAX TADEU

ESPORTES LIVRES

Serra do Cipó

Turismo Científico, com observação, captura, alinhamento e soltura, desenvolvido por ornitólogos na Serra do Cipó, dependendo de agendamento prévio.

Atividade de observação de aves inicia-se as 05:30, com traslado pousada – campo e observação de aves de 03 biomas, Mata Atlântica, Campo Rupestre e Cerrado, pausando às 09:30 para visita a pinturas rupestres e deslocamento para a RPPN Alto do Palácio, onde funciona uma ASAAS, Área de Soltura de Aves e Animais Silvestres. Traslado para almoço e novo trabalho em campo para observação de aves endêmicas da Serra do Cipó, como o “Lenheiro do Espinhaço – Astenae Luziae” e o famoso “Gravatinha Verde – Augastes Scutatus”. Finalizamos nossas observações com o lindo pôr do sol da Serra do Cipó.

Agendamento prévio e grupos reduzidos, com, no máximo, 12 pessoas. Por se tratar de data de feriado nacional será muito importante o agendamento antecipado, pois o staff é reduzido e estará totalmente comprometido com o atendimento aos turistas.

BELA GERAES

Viçosa

Uma associação com passeios com acompanhamento de biólogo, tudo organizado com catálogo de espécies e cantos. A saída precisa ser pré-agendada e podem ser feitas observações em matas do próprio município e no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro.

O MAPA DO MUNDO

Serra da Canastra

Este tour revela as belezas do bioma Cerrado, deslumbrante paisagens da Serra da Canastra e os principais atrativos do seu Parque Nacional, como a nascente do Rio São Francisco, a cachoeira Casca D’anta, além de rica fauna e flora.

MINAS GOLDEN

Itamonte

A Rota Consultoria e Turismo Ltda-ME

Itamonte/MG - Terras Altas da Mantiqueira organiza Observação de pássaros no Planalto e parte baixa do PNI (Parque Nacional do Itatiaia) e na area RPPN do Instituto Alto Montana

ROTA TURISMO LTDA

Na face sul da Serra da Canastra, nos municípios de Delfinópolis, São João Batista do Glória e Capitólio

Tem guia especialista de birdwaching que dá suporte para ecoturistas que visitam nossa área de abrangência.

COMPADRES TURISMO

Fortuna de Minas

Projeto de implantação das "Torres de Observatório de Pássaros”, com o objetivo de atrair fotógrafos profissionais, pratica que cresce 5%  ao ano nos índices mundiais.

ADRIANA DRUMMOND


Le Destin est pressé 1999

O Museu da Inconfidência (Ibram / MinC), em parceria com a Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), inaugura, às 20h do dia 3 de outubro (sábado), a mostra Daniel Hourdé – Lendas e Aparições. O vernissage será na Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I (Rua Vereador Antônio Pereira, 33, Centro), com  presença do artista francês Daniel Hourdé. A coleção, que também tem obras expostas na Praça Tiradentes, no jardim em frente ao auditório e no pátio interno do Museu, pertence à Galerie Agnès Monplaisir, de Paris, na França, sendo trazida ao Brasil pela Hiperativa Empreendimentos Criativos. A itinerância no país tem início em Ouro Preto, passando posteriormente por Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

As esculturas de Hourdé, confeccionadas geralmente em bronze, aço ou alumínio, representam o corpo humano com riqueza de detalhes, celebrando a diversidade e expressando paixões e estados da alma, como o sofrimento, tormentos e o inesperado. O psicanalista e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Guilherme Massara Rocha, membro da Sociedade Internacional de Filosofia e Psicanálise (SIPP), observa que o artista produz frequentemente corpos sem rostos, com cabeças parecidas com o crânio humano: “Nenhuma expressão facial é suficientemente definida ou explícita para fornecer os índices de um drama pessoal”.

Rocha acrescenta ainda que as vicissitudes corporais capturadas pela obra de Hourdé são figuradas a partir de traços da dança, dos maneirismos, das sutilidades do caminhar, das convulsões musculares. “Essas configurações polifônicas são orquestradas a partir de um contraste, de um claro – obscuro entre estática e equilíbrio”, destaca. Essa abordagem também está presente nos desenhos (carvão sobre papel), impressões e fotocromias que compõem a mostra. A visitação é gratuita e acontece de terça a domingo, das 10 às 18h, até o dia 15 de novembro.

 Saiba mais sobre o artista Daniel Hourdé

 Daniel Hourdé nasceu no ano de 1947, em Boulogne-Billancourt, na França. Estudou na Escola de Belas Artes de Grenoble e na Escola Nacional de Belas Artes de Paris (1971 - 1972) e complementou sua formação na Jean-Marie Pirot Workshop e na Yankel Workshop. Vive e trabalha em Paris. Expôs individualmente em Berlim, Bruxelas e França sucessivas vezes, com destaque para as mostras na Galerie Agnès Monplaisir, Paris (2013); na GalerieLarockGranoff, Paris (2012) e Galeria Nove, Berlim (2011). Participou de diversas exposições coletivas e salões de arte, entre eles The Moscow World Fine Art Fair – Galerie Larock-Granoff, Moscou (2012), SalonduCollectionneur,GalerieLoft, Paris (2009), PavillondesArts, Genebra (2003), e Louvre desAntiquaires, Paris (2001).


Dois filmes do Nordeste estão entre os destaques do 17º FESTCURTASBH, levando os prêmios da Competitiva Brasil e também do Júri Popular. Respectivamente, foram premiados Intervenção, de Pedro Maia de Brito, e Como era gostoso o meu Cafuçu, de Rodrigo Almeida, ambos diretores de Pernambuco. Além desses, A festa e os Cães, de Leonardo Moura Mateus, do Ceará, ganhou menção honrosa na Competitiva Brasil. Na Competitiva Minas, a obra vencedora foi Subsolos de Simone Cortezão. O festival premiou também Wayward Fronds, de Fern Silva, como melhor curta metragem internacional. Já Automatic Fitness, de Alejandra Tomei e Alberto Couceiro, foi escolhido pelo Júri Popular como melhor filme internacional. Com dez dias de programação, o festival reuniu um público de aproximadamente 3.600 pessoas no Cine Humberto Mauro e na Sala Juvenal Dias.

No total, 43 filmes concorreram às três categorias, que são avaliadas por júris independentes durante o festival. As obras foram selecionadas entre os mais de 2 mil curtas inscritos para esta edição do FESTCURTASBH. Todos os vencedores são premiados com o Troféu Capivara. Nas categorias Internacional, Brasileira e Minas há premiação também em dinheiro, sendo que, nas categorias Minas e no Júri Popular há ainda premiações técnicas, com subsídios para copiagem e coloração dos filmes.

Para o gerente do Cine Humberto Mauro, Philipe Ratton, o festival conseguiu trazer mostras competitivas fortes e conteúdo de qualidade para o público. “Tivemos um retorno muito positivo do curso sobre cinema 3D, ministrado por Björn Spiedel, e também dos seminários com o Teddy Willians e sobre a Paraísos Artificiais. Ainda sobre a Paraísos – produtora de cinema paulista da década de 90 – foi uma oportunidade única de resgatar o cinema brasileiro e permitir a aproximação com essas obras. Algumas estavam perdidas até mesmo para os diretores, foi um trabalho de arqueologia do cinema”, conclui.  Já o coordenador do Cine Humberto Mauro, Bruno Hilário, destaca que a programação que aprofundou o caráter de formação de público “o festival contou com uma participação muito grande do público nas sessões e principalmente nos debates com discussões de bastante profundidade e pertinência para o cenário da produção cinematográfica recente”, afirma.

OS MELHORES DO BRASIL E DE MINAS - Na Competitiva Nacional, o vencedor foi Intervenção, de Pedro Maia de Brito. A obra aborda as manifestações de junho de 2013, e foi escolhida pelo poder de suas imagens ao retratar de forma original os embates entre polícia e manifestantes. Nesta mesma categoria, A festa e os cães, de Leonardo Moura Mateus, do Ceará, recebeu Menção Honrosa. O filme é construído a partir de relato-depoimento em off, registros fotográficos impressos, e memórias do que parece ser um grupo de amigos, para abordar o tema: festas e cães.

Os pernambucanos também levaram o prêmio do Júri Popular. A obra Como era gostoso o meu Cafuçu, de Rodrigo Almeida, que faz uma homenagem ao cinema brasileiro, com inúmeras referências aos grandes filmes nacionais.  Com irreverência, a obra questiona complexas questões morais e estéticas brasileiras. Já na mostra Competitiva Minas, o prêmio foi para Subsolos, de Simone Cortezão, que aborda os reflexos da extração de minério de ferro em Minas Gerais.

VENCEDORES INTERNACIONAIS - Na Competitiva Internacional o prêmio foi para o americano Wayward Fronds, de Fern Silva. Para o júri oficial da categoria, a obra se destaca por suas imagens descentradas e imprevisíveis, que transformam a experiência do espectador numa deriva experimental fascinante e sem destino certo. Nesta mesma categoria, o francês Tim, de Camille Rosset, ganhou Menção Honrosa. No Júri Popular Internacional, o Prêmio foi para Automatic Fitness, de Alejandra Tomei e Alberto Couceiro, uma animação que retrata o automatismo humano e a relação do homem com o dinheiro e o tempo.

Sobre o FESTCURTASBH - A tradicional mostra de filmes de curtas-metragens já se firmou como um dos eventos mais importantes de difusão e promoção da produção cinematográfica mundial em Minas Gerais. O 17º FESTCURTASBH, que aconteceu no Cine Humberto Mauro e em vários espaços do Palácio das Artes, recebeu um total de 2.057 inscrições, de 94 países. A programação é composta pelas Mostras Competitivas InternacionalBrasil e Minas, além de Mostras Paralelas e Especiais. O Festival prevê a concessão de prêmios pelo Júri oficial e pelo Júri popular.

Os Prêmios:

Competitiva Internacional - WAYARD FRONDS - Fern Silva | EUA, 2014, 13’

Troféu Capivara 17ºFESTCURTASBH e 5 mil reais

MENÇÃO HONROSA:TIM - Camille Rosset | FRANÇA, 2014, 19’

Competitiva Brasil -INTERVENÇÃO - Pedro Maia De Brito| BRASIL/PE, 2015, 04’

Troféu Capivara 17ºFESTCURTASBH e 5 mil reais

MENÇÃO HONROSA: A FESTA E OS CÃES - Leonardo Mouramateus | BRASIL/CE, 2015, 25’

Competitiva Minas - SUBSOLOS -  Simone Cortezão | BRASIL/MG, 2015, 33’

Troféu Capivara 17ºFESTCURTASBH e 2 mil reais

Prêmio Contorno Áudio e Vídeo -  copiagem de até 75 DVDs para curta-metragem de até 40 minutos (DVD, CÓPIA, SILK e box de DVD) / Prêmio Rec Stúdio - edição de som e mixagem 5.1 para curta-metragem de até 40 minutos.

Júri Popular Internacional - AUTOMATIC FITNESS (Preparo Automático)

Troféu Capivara 17ºFESTCURTASBH

 

Júri Popular Nacional - COMO ERA GOSTOSO MEU CAFUÇU

Troféu Capivara 17ºFESTCURTASBH

Prêmio Cinecollor - duas diárias de correção de cor, 10 horas de mixagem 5.1 e uma master DCP sem legenda. 

SINOPSES DOS CURTAS VENCEDORES

COMPETITIVA INTERNACIONAL

VENCEDOR: WAYARD FRONDS

DIRETOR FERN SILVA | EUA, 2014, 13’

Uma cobra desliza pelo carpete, uma sereia sorri em seu trono, uma árvore irrompe na pia da cozinha. Filmado nos Everglades, ao sul da Flórida, um dos ecossistemas símbolo da intervenção humana nas últimas décadas, Wayward fronds é singular em seu modo de olhar o presente como um exercício de fabulação imagética que contempla também o futuro. Em meio aos signos de uma civilização decadente que é aos poucos engolida por uma natureza novamente empoderada, encontramos paisagens insólitas, por vezes abstratas, figuras não humanas entre o natural e o artifício, cenas que atravessam o espectador ao sublinhar que o embate agora possível é aquele travado no plano do sensível.

FICHA TÉCNICA:

  • Produtor: Fern Silva
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MENÇÃO HONROSA: TIM

CAMILLE ROSSET | FRANÇA, 2014, 19’

Retrato íntimo de um jovem cineasta “amador”, no melhor dos sentidos, e realizador de filmes de terror escatológico. Beirando o macabro, Tim fantasia solitariamente os roteiros de suas pequenas produções, nas quais concentra todas as funções técnicas. No entanto, os sugestivos caminhos de sua imaginação seguidos pelo filme, ao invés de nos apresentarem um tom radicalmente sombrio, oferecem uma complexidade e singeleza capazes de escapar dos registros típicos ligados à juventude, deslocando, com um só golpe, as fronteiras de identidade e representação.  É assim que, deixando-se tomar pela própria natureza do processo criativo de Tim, a proximidade da câmera não resulta num olhar ensimesmado, mas numa espécie de documentação particularmente sensível às experiências do jovem.

FICHA TÉCNICA:

  • Roteiro: Camille Rosset
  • Produção: Benjamin Serero
  • Edição: Camille Rosset
  • Edição de Som: Florent Castellani
  • Câmera: Camille Rosset
  • Contato: dublinfilms.fr

COMPETITIVA NACIONAL

VENCEDOR: INTERVENÇÃO

 DIREÇÃO: PEDRO MAIA DE BRITO| BRASIL/PE, 2015, 04’

Depois de mais uma manifestação reprimida violentamente pelas forças policiais, dois jovens se preparam para realizar uma intervenção em um dos batalhões da polícia.

FICHA TÉCNICA:

  • Roteiro: Pedro Maia de Brito
  • Produção: Pedro Maia de Brito, Beto Eiras e Isabella Alves
  • Edição: Pedro Maia de Brito
  • Câmera: Pedro Maia de Brito
  • Design de Som: Pedro Maia de Brito
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MENÇÃO HONROSA: A FESTA E OS CÃES

DIREÇÃO: LEONARDO MOURA MATEUS | BRASIL/CE, 2015, 25’

“Em um negativo de 36 poses, somente alguns milímetros unia, lado a lado, quilômetros de distância”.

O dispositivo é simples: relato-depoimento em off, registros fotográficos impressos e um tema motriz: festas e cães. Aparentemente, identifica-se um grupo de amigos que revisitam, juntos, suas memórias – coletivas e individuais. Em um segundo momento, a cena é tomada por um deles, que descreve minuciosamente a estruturação formal de uma canção de pop rock. Recortes de cenas sem pose, desfoques, sapatos no telhado, defunto, pedaços de afeto, de grade, de poste, de rua, de amor e vazios – muitos cães, muitas festas. A narrativa de A festa e os cães é arquitetada com fluidez e atravessada pela subjetividade dos personagens e de suas recordações.

FICHA TÉCNICA:

  • Roteiro: Leonardo Mouramateus
  • Produção: Leonardo Mouramateus
  • Edição: Leonardo Mouramateus
  • Arte: Leonardo Mouramateus
  • Direção de Fotografia: Juliane Peixoto
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COMPETITIVA MINAS

 

VENCEDOR: SUBSOLOS

DIREÇÃO: SIMONE CORTEZÃO | BRASIL/MG, 2015, 33’

Uma mulher desalojada pela mineração vive seus últimos dias na cidade. A cava que cresce e leva embora toda uma montanha se infiltra também pelo subsolo de seu sono, soterrando-a com sua casa. Do outro lado, um operário da mineradora está prestes a abandonar aquilo que, segundo ele, é só buraco e poeira. Paisagem terrivelmente real em Minas Gerais, que faz lembrar os cenários devastados das distopias inventadas pelo cinema.

FICHA TÉCNICA:

  • Roteiro: Simone Cortezão
  • Produção: Ana Moravi
  • Edição: Simone Cortezão e Dellani Lima
  • Arte: Simone Cortezão
  • Design de Som: Guile Martins
  • Câmera: Matheus Antunes
  • Contato:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

JURI POPULAR

 

JURI POPULAR, FILME INTERNACIONAL: AUTOMATIC FITNESS (PREPARO AUTOMÁTICO)

ALEJANDRA TOMEI E ALBERTO COUCEIRO | ALEMANHA, 2015, 21’

O filme é um labiríntico poema sobre o automatismo humano. Uma reflexão sobre nossa relação diária com o dinheiro e o tempo. É uma tragicomédia animada que brinca com o conceito de uma aceleração onipresente. É sobre o estrangulamento da loucura cotidiana e dos automatismos em que somos forçados a viver, trabalhar, respirar, pensar e existir. Uma paródia do já velho “modo de vida moderno”.

FICHA TÉCNICA:

  • Roteiro: Alejandra Tomei e Alberto Couceiro
  • Produção: Alejandra Tomei
  • Animação: Alberto Couceiro
  • Edição: Dietmar Kraus
  • Música: Boris Jöns, Dietrich Koerner e Ole Wulfers
  • Contato: www.automaticfitness.de

JURI POPULAR, FILME NACIONAL: COMO ERA GOSTOSO MEU CAFUÇU

RODRIGO ALMEIDA | BRASIL/PE, 2015, 15’

Pontuado por paródias de títulos de obras célebres do cinema brasileiro, o filme explode com os demais quadros referenciais que amparam a boa consciência da elite intelectual: a irreverência de seus diálogos e a abordagem aguda de questões complexas, como gênero e classe, sustentam a narrativa de modo a criar um contra-discurso que subverte, com ironia, padrões temáticos, morais e estéticos.

FICHA TÉCNICA:

  • Roteiro: Rodrigo Almeida
  • Produção: Rodrigo Almeida
  • Som: Rodrigo Almeida
  • Arte: André Antônio Barbosa
  • Fotografia: Chico Lacerda
  • Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 

“Todo artista tem de ir aonde o povo está”, já dizia Milton Nascimento na emblemática composição de Nos Bailes da Vida. Sob o signo do incentivo à integração e ao fortalecimento dos laços entre as corporações musicais mineiras e o seu público, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), anuncia as bandas selecionadas pelo Edital de Encontro de Bandas – Bandas de Minas 2015. Acesse aqui o resultado

O evento será realizado no dia 22 de novembro, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Para sua viabilização será concedida, a cada uma das seis bandas selecionadas, uma ajuda de custo no valor de R$ 2.500,00, totalizando R$ 15.000,00 em recursos.

O edital é vinculado às ações do Programa Bandas de Minas 2015, realizado pela SEC, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG).

Confira algumas curiosidades sobre as corporações contempladas

Corporação Musical Lira Perdoense – Perdões MG

Crédito: Divulgação

Corporação Musical Lira Perdoense credito divulgação

A Corporação Musical Lira Perdoense é a única banda de música do município de Perdões. Em 1985 o conjunto foi convidado a se apresentar em São João Del Rei para executar o Hino Nacional na presença de Tancredo Neves, no momento de sua eleição como Presidente da República. Ainda em 2015, seu primeiro maestro, José Oliveira de Assis, aos 95 anos, passa a batuta ao jovem regente Edevaldo Silva, de 31 anos.

 

Filarmônica Leopoldino Gandra – Malacacheta-MG

Crédito: Divulgação

Filarmônica Leopoldino Gandra credito divulgação

Com mais de 20 anos de existência, a banda já formou cerca de 100 alunos em teoria musical, mantendo sempre renovado o seu corpo de músicos, sem perder a qualidade. Com 35 integrantes, entre 10 e 65 anos de idade, o grupo é regido por Valdino Alves dos Santos e guarda na sua estante de premiações a conquista da primeira edição do concurso de banda da cidade de Peçanha.

Sociedade Musical União XV de Novembro – Mariana-MG

Crédito: Divulgação

Sociedade Musical União XV de Novembro Credito divulgação

Na tarde de 15 de Novembro de 1901 Antônio de Pádua Coelho, José Caetano Correa, Augusto Walter, José Antônio Soares, entre outros, se reuniram e fundaram a banda de música. O objetivo era propagar os ideais republicanos frente ao regime monárquico da época.

Sociedade Musical e Cultural Santa Lúcia – Sabará-MG

Crédito: Divulgação

A jovem comporação, sediada em Sabará, completará em 2016 os seus 15 anos. A meta principal é a formação musical e cultural de crianças e jovens, contribuindo para a ampliação das opções de cultura da região. Atualmente é regida pelo maestro Marcelo Geraldo Umbelino.

 

Corporação Euterpe Homero Maciel – Turmalina-MG

Crédito: Divulgação

Corporação Euterpe Homero Maciel  Turmalina-MG credito diculgação

Criada em 1842, esteve presente em importantes momentos históricos do município de Turmalina. Uma das suas curiosas passagens traz como personagem principal Justino Gonçalves Mendes, que viveu até os seus 135 anos como clarinista da corporação.

Corporação Musical União Itabiritense – Itabirito-MG

Crédito: Divulgação

Corporação Musical União Itabirense . Credito Divulgação

Apelidada carinhosamente de Banda Nova, a corporação foi fundada em 1930. Entre os maestros que já passaram pela sua regência, destaca-se José Onofre Neiva, conhecido popularmente como maestro Dungas, comandante da entidade por 50 anos, deixando um rico repertório de músicas e arranjos.

Grêmio Cultural Bartolomeu de Almeida Franca – Jequitinhonha-MG

 

Banda selecionada como suplente, segundo os requisitos previstos em edital, o Grêmio Culturalfoi fundado em 1984. Composta majoritariamente por jovens, o conjunto possui sua identidade marcada pelas suas peculiares interpretações de marchinhas carnavalescas

Saiba mais sobre o Programa Bandas de Minas 2015

Lançado neste ano pela SEC, em parceria com a Codemig, o programa Bandas de Minas irá ceder instrumentos musicais de qualidade às corporações musicais. O edital tem o objetivo de garantir a excelência das apresentações mineiras. Além disso, em novembro será realizado um Encontro de Bandas que terá programação integrada com o Circuito Cultural Praça da Liberdade, na capital. Como o desenvolvimento do Estado passa necessariamente pela formação cultural, também estão previstas oficinas direcionadas aos músicos e maestros das corporações. Outra novidade do edital deste ano é o critério de ‘Região Territorial’, que visa democratizar o acesso às bandas de todas as regiões do Estado. Trata-se de uma importante diretriz de regionalização do Governo Fernando Pimentel que consiste em estimular a produção cultural mineira por meio das políticas públicas voltadas aos 17 territórios de desenvolvimento.

 


Em outubro, na semana da criança, o programa ARO | Formação em Arte, Restauro e Ofícios, da Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP, tem programação especial em parceria com a equipe do projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania.

Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania é um projeto com iniciativa da FAOP, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional | Iphan e da Universidade Federal de Ouro Preto | UFOP. Partindo de roteiros diversificados, o projeto sugere uma interpretação do patrimônio cultural de Ouro Preto por meio da percepção sensorial do ambiente, abordando conteúdos de arte, cultura e história. As visitas dão forma a uma ação de educação patrimonial destinada à comunidade ouro-pretana e aos estudantes da UFOP.

As atividades acontecem entre os dias 13 a 16 de outubro, sempre das 14h às 17h. Totalizando 100 alunos, eles serão divididos em seis grupos com diferentes roteiros.

Programação:

13/10

2 grupos | saída da Igreja do Rosário – término na Igreja do Pilar

14/10

1 grupo |saída da Escola do Marília de Dirceu – término no São Francisco de Assis

15/10

1 grupo | saída São Francisco de Assis – término na Escola Marília de Dirceu

16/10

2 grupos | saída da Igreja do Rosário – término na Igreja do Pilar


Crédito: Asscom/SEC

Secretário Angelo Oswaldo deputado Ivair Nogueira e pároco de Santa Luzia

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, recebeu, em seu gabinete, na Cidade Administrativa, o deputado Ivair Nogueira, a artista Carla de Castro Silva e o pároco de Santa Luzia para tratar da restauração do Altar Mor do santuário de Santa Luzia, um dos templos mais antigos do Barroco mineiro. A obra já foi aprovada pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico - Iepha. 


Em comemoração ao Dia Nacional da Espanha, em 12 de outubro, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresenta uma dobradinha de concertos que homenageiam o país, interpretando obras de Villa-Lobos, Maurice Ravel, Manuel de Falla e George Bizet que ressaltam a cultura espanhola.

O concerto será regido por Alexis Soriano, proeminente maestro espanhol, considerado um dos mais renomados de sua geração. Dirigiu as mais reconhecidas orquestras sinfônicas da espanhola, bem como as orquestras de San Petersburg, Ucrânia, Lituânia, Eslováquia, Praga, Berlim, Finlândia, Polônia, Japão, Moscou e Andorra, entre outras.Estes concertos integram a parceria entre a Fundação Clóvis Salgado, o Instituto Cervantes de Belo Horizonte e a Embaixada da Espanha no Brasil.

O repertório reúne compositores espanhóis e franceses que reverenciam a Espanha em suas obras, além de um clássico de Villa-Lobos para reforçar o encontro entre as culturas brasileira e hispânica.

As apresentações evidenciam ainda a influência da Espanha em sua vizinha França – dois dos quatro compositores do concerto são franceses que se encantaram com a beleza andaluza e decidiram retratá-la em suas obras. “A proximidade destes países não é só geográfica e histórica. Nossos músicos e nossa literatura têm influenciado e inspirado os compositores franceses notavelmente, assim como a França tem sido a escola fundamental para a formação de nossos compositores mais importantes, tendo Paris como catalizador”, revela o regente.

Para a abertura do concerto, o maestro Alexis Soriano escolheu uma composição brasileira, Uirapuru, de Villa-Lobos, considerada uma das obras primas do autor. O poema sinfônico retrata a transformação do pássaro Uirapuru, considerado Deus do Amor, na mitologia indígena, em um belo índio disputado pelas mulheres da aldeia. A sinfonia explora as desventuras deste ser na lenda indígena.

Em seguida, é executada Rapsódia Espanhola, de Maurice Ravel, a primeira grande peça orquestral do compositor, que possui uma brilhante e exigente participação de todas as seções da orquestra para se chegar a um exuberante final. Na sequência, Suíte Carmen nº 1, da ópera Carmen, de Georges Bizet, que nunca colocou os pés na França, mas isso não impediu que ele se encantasse pelo belo país, que recebeu tantas influencias exóticas, e o retratasse em algumas composições. El Amor Brujo, do espanhol Manuel de Falla encerra o concerto. Em nove movimentos, a obra recria o mundo Cigano e se destaca por utilizar o Flamenco e outros ritmos da música popular espanhola, incluindo ainda influência da música impressionista.

Sinfônica ao Meio-Dia – Com o slogan Um cardápio musical para você, o projeto tem o objetivo de contemplar as pessoas que trabalham ou estudam no hipercentro de BH, e até mesmo os transeuntes que passam pela região, oferecendo um programa gratuito ou a preços populares, que inclui grandes nomes da música nacional e internacional.

Sinfônica em Concerto – A série Sinfônica em Concerto leva a OSMG ao Grande Teatro do Palácio das Artes interpretando grandes nomes da música em concerto a preços populares. A apresentação acontece pelo menos uma vez ao mês. Professores da rede regular de ensino e também de cursos livres de arte, teem ingressos gratuitos disponibilizados pelo projeto Bravo, Professor!.

Masterclasse – o maestro Alexis Soriano ministrará Masterclasse de Regência Orquestral na Escola de Música da UFMG, no período de 28 de setembro a 2 de outubro, de 14h às 17h. No programa, Sinfonia nº 94, de J. Haydn; Sinfonia nº 1 de L. van Beethoven; e Carmen: Suites 1 e 2, de George Bizet. Mais informações, (31)7352-1036.

PROGRAMA:

UIRAPURU - Heitor Villa-lobos

RAPSÓDIA ESPANHOLA - Maurice Ravel

Prélude à la nuit

Malagueña

Habanera

Feria

Intervalo

SUÍTE CARMEN Nº 1 - Georges Bizet

Prélude

Aragonaise

Intermezzo

Seguedille

Le dragons d’alcala

Les toréadors

EL AMOR BRUJO - Manuel de Falla

Introducción y escena

Canción del amor dolido

El circulo magico

A media noche: los sortilegios

Escena

Canción del fuego fatuo

Pantomima

Danza del juego del amor

Final

CURRÍCULOS

ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS – Criada em 1976, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, corpo artístico gerido pela Fundação Clóvis Salgado, é considerada uma das mais ativas orquestras do país. Em 2013, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais pela lei 20.628. Em permanente aprimoramento da sua performance, a OSMG cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais. Executa repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo, além de grandes sucessos da música popular, com a série Sinfônica Pop. Seus regentes titulares foram: Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos.

ALEXIS SORIANO -Um dos regentes espanhóis mais respeitados de sua geração, foi aluno de Ilya Musin no Conservatório de São Petersburgo, diretor da Orquestra do Hermitage em São Petersburgo 1998-2008.  Fez sua estreia como maestro convidado do Teatro Mariinky en 2007, e foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado de INSO Lviv (Ucrânia) no periodo 2010-2012. Tem regido a maioria das orquestras sinfônicas da Espanha e, internacionalmente, destaca-se na Sinfônica de Taipei, Filarmonica Eslovaca, Sinfônica de Praga, The  Komische Oper Berlin, Tapiola Sinfonietta e Symphony of Oulu (Finlândia),  Buenos Aires Filarmônica, English Chamber Orchestra (Londres), Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional Claudio Santoro de Brasília, The Kaunas Symphony (Lituânia), Dnepropetrovsk Orquestra Sinfônica (Ucrânia),  Orquestra do Grande Teatro em Poznan (Polônia), Regionale del Lazio, Sinfônica de Grosseto (Itália), San Kristoforo Vilnius (Lituânia), Moscow Virtuosi, National Andorra. Também já se apresentou em teatros e festivais de classe mundial, como o Teatro Real de Madrid, Liceu em Barcelona, ​​Palau de Valencia, Mariinsky em São Petersburgo, Colon em Buenos Aires, Torroella de Montgri, entre outras. É diretor artístico da empresa Opera Incognita de São Petersburgo. Em 1998, criou o Festival "Noites de Espanha", do qual é diretor artístico, um evento que apresenta anualmente um programa variado de música espanhola. Desde novembro de 2012 é o diretor artístico do “The New York Opera Society”. Foi nomeado entre artistas, cientistas e empresários como um dos 100 espanhóis que se destacam por suas realizações e carreira e têm o apoio da marca España.  


Crédito: João Castilho

Programa Casa Aberta Uma surpresa para benedita

Os filmes americanos para adolescentes não se cansam de mostrar. De repente, alguém abre  a porta de um armário - ou dispensa - e um universo de bugigangas despenca sobre a pessoa. São dezenas de bonés, tacos de beisebol, brinquedos, bichos de pelúcia, máscaras de halloween, bolas e bonecas. A mensagem subliminar é o consumismo exagerado que impera no sistema capitalista. E, com ela, vem a pergunta: quem é que precisa de tudo isso?

Essa questão vai estar presente no próximo dia 10 de outubro, quando as crianças se reunirem na sala de leitura do Memorial Minas Gerais Vale, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, para participarem da Feira de Escambo de Brinquedos e Livros Infantis, que acontecerá a partir das 10h da manhã. Até às 12h, crianças de todas as idades poderão levar brinquedos e livros, novos e usados, para trocar com outros participantes. Mais que lazer, a feira nasce com a proposta de repensar a forma como consumimos, envolvendo adultos e crianças na prática desta reflexão de forma engajada e divertida.

No domingo, dia 11, é a vez do grupo Trampolim se apresentar no Memorial. Os palhaços Benedita Jacarandá e Sabonete entram em cena com truques e brincadeiras insólitas e apresentação do espetáculo “Uma Surpresa para Benedita”. A iniciativa integra o programa “Eu, Criança, no Museu” e reúne o publico no auditório às 11h. Todos os sábados - e no dia 10 não vai ser diferente - o museu promove ações educativas voltadas para a literatura e que também dialogam com outras formas de arte. Esse é o adubo do Jardim de Histórias, que busca no universo onírico sementes de várias outras histórias que, como plantas depois de semeadas, criam raízes e crescem.

E no hall do Memorial, mais uma homenagem carinhosa às crianças. Dessa vez, em uma parceria inédita com o Arquivo Público Mineiro, o espaço abriga a exposição “Infâncias Guardadas – APM 120 anos... nas gavetas do Arquivo Público Mineiro”. São mais de 150 imagens de crianças capturadas ente 1890 e 1971. São meninas e meninos eternizados em seus momentos especiais: aniversários, festas de família, natais, carnavais, celebrações de escola ou, simplesmente, dias de missa ou de roupa nova.

A programação infantil do Circuito Liberdade não para por aí. Na Casa Fiat de Cultura, as crianças terão oportunidade de conhecer os segredos da gravura em oficinas, minicursos e visitas temáticas, que abordam os processos de produção de diferentes técnicas como a xilogravura, o estêncil, a monotipia, entre outras. As atividades remetem à exposição dos artistas noruegueses intitulada “Re-Conhecimento - a Gravura Norueguesa Contemporânea”. A programação especial acontece de 10 a 18 de outubro e todas as atividades são gratuitas. 

No data oficial das crianças, 12 de outubro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB BH) preparou uma festa do jeito que a meninada gosta. Haverá distribuição de brindes, pipoca e algodão doce e ainda programação especial do CCBB Educativo, com Visita Teatralizada, Laboratório de Ações Criativas pra toda a família, Cantos e Contos e o Musicando. E a data, além de celebrar o dia das crianças, comemora também os 207 anos do Banco do Brasil.

Confira a programação completa do Circuito Liberdade para a Semana da Criança.

MEMORIAL MINAS GERAIS VALE

10/10: Feira de Escambo de Brinquedos e Livros Infantis

Horário: das 10h às 12h

10/10: Jardim de Histórias

Horário: a partir das 11h

11/10: apresentação da peça do grupo Trampulim “Uma Surpresa para Benedita”

Horário: 11h

 

CASA FIAT DE CULTURA

Oficinas e visitas temáticas

10/10: Visita temática “Artes e artistas: técnicas de gravura”. Horário: das 12h às 13h

11/10: Oficina “Carimbo”. Horário: das 10h às 12h. Público: maiores de 13 anos.

Oficina “Estêncil”. Horário: das 14h às 18h. Público: maiores de 13 anos.

12/10: Oficina “Monotipia”. Horário: das 10h às 12h. Público: todas as idades (menores de 10 anos deverão ser acompanhados pelos responsáveis).

Oficina “Frotagem”. Horário: das 13h às 15h. Público: maiores de 13 anos.

Oficina “Carimbo”. Horário: das 16h às 18h. Público: maiores de 13 anos.

13 e 14/10: Oficina “Isoporgravura”. Horário: das 10h às 12h

Público: todas as idades (menores de 10 anos deverão ser acompanhados pelo responsável)

Oficina “Xilogravura, Stick Art e Intervenção Urbana”. Horário: das 14h às 18h. Público: maiores de 13 anos

15 e 16/10:Oficina “Isoporgravura”. Horário: Das 10h às 12h

Público: todas as idades (menores de 10 anos deverão ser acompanhados pelo responsável).

Oficina “Xilogravura, Stick Art e Intervenção Urbana”. Horário: Das 14h às 18h. Público: maiores de 13 anos

17/10:Visita temática “Natureza, Paisagem e Cor local”. Horário: Das 12h às 13h. Público: interessados em geral.

Oficina “Estêncil”. Horário: Das 14h Às 18h. Público: maiores de 13 anos.

18/10:Oficina “Monotipia”. Horário: Das 10h às 12h.Público: todas as idades (menores de 10 anos deverão ser acompanhados pelos responsáveis).

 

Minicursos

13, 15 e 18/10: A gravura sala de aula. Horário: 19 às 21h (quinta e sexta) e 14h às 18h (domingo).

Público: professores das redes pública e privada da Grande BH e interessados em geral.
Entrada Gratuita

CCBB EDUCATIVO

Visitas Mediadas

Segunda, quinta, sexta, sábado, domingo e feriado – 11h, 13h, 15h, 16h, 17h e 18h

Quarta – 11h, 13h, 17h e 18h


Visitas Teatralizadas

Segunda, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo e feriado – 18h


Laboratório de ações criativas – Ação para família

Segunda, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo e feriado – 11h e 17h


Musicando

Segunda, sexta, sábado, domingo e feriado – 15h


Em Cantos e Contos

Segunda, sexta, sábado, domingo e feriado – 14h e 16h

Quarta e quinta – 16h

        


A União Internacional Cristã de Dirigentes de Empresas (Uniapac) e o Sistema Fiemg realizarão do dia 30 de setembro a 2 de outubro de 2015, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, o 10º  Seminário Internacional de Sustentabilidade e o XXV Congresso Mundial da Uniapac, com o tema: “Empresas, Governo e Sociedade Trabalhando Juntos pelo Bem Comum”.

Com um time de grandes palestrantes como Marina Silva (Professora Associada da Fundação Dom Cabral e ex-ministra do Meio Ambiente), Caco Barcellos (jornalista da Rede Globo), Luiz Seabra (Fundador e co-presidente do Conselho de Administração da Natura), Juan José Almagro Garcia (vice-presidente da UNICEF),  Michael Naughton (professor da Universidade de St. Thomas, EUA) dentre outros, o evento vai promover o debate e a prática de temas que tenham como referência as parcerias entre governo, empresas privadas e organizações da sociedade civil.

Diante do novo cenário da economia mundial, com o aumento das desigualdades sociais e dos impactos ambientais que afetam o planeta, percebe-se uma forte necessidade de enfrentar os problemas econômicos e socioambientais, associando as ações do Estado às iniciativas de outros agentes da sociedade. 

Para enfrentar esses problemas, o papel dos empresários precisa evoluir. Devem estar preparados, para transformar a ordem mundial em uma nova economia, inclusiva e sustentável, na qual a prosperidade global esteja baseada na dignidade do ser humano e no bem estar de todos. Segundo o vice-presidente da FIEMG e presidente da União Internacional Cristã de Dirigentes de Empresas – América Latina (Uniapac), Sérgio Cavalieri, o evento vem em um momento importante da discussão sobre o desenvolvimento da humanidade.

“Essa é uma das grandes questões do momento, o debate de como conseguir conciliar o desenvolvimento da economia dos vários países de maneira que isso represente uma evolução não só econômica, mas, também, humana, cultural e de qualidade de vida para a sociedade. É um desafio que a humanidade nunca enfrentou antes, pois nunca tivemos sete bilhões de pessoas no planeta. Temos um paradoxo, enquanto alguns vivem necessidades de consumo cada vez mais sofisticadas, outros ainda não têm os mais básicos padrões de sobrevivência”, ressaltou.

O evento aportará novos conhecimentos e experiências para a discussão de temas como responsabilidade social, ética, sustentabilidade e como empresários podem unir esforços com governo e sociedade civil na promoção do bem comum.

Inscrições Abertas
Mais informações: (31) 3263-4352 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

10º  Seminário Internacional de Sustentabilidade e o XXV Congresso Mundial da Uniapac
“Empresas, Governo e Sociedade Trabalhando Juntos pelo Bem Comum”


30 de setembro, 1º e 2 de outubro
Palácio das Artes. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.


Crédito: Desterrando a História

Tnel da Mantiqueira

O prefeito Paulo José de Almeida Brito, de Passa Quatro, acompanhado do coronel da Polícia Militar de Minas Gerais César Ladeira, entregou pessoalmente ao secretário Angelo Oswaldo o pedido de tombamento estadual do Túnel da Mantiqueira. Trata-se de local histórico, na divisa de Minas Gerais e São Paulo, em que aconteceram episódios marcantes, em especial durante a Revolução de 1932.Mas desde o ciclo do ouro o local foi percorrido por bandeirantes e mineradores. Passa Quatro desenvolve, de modo exemplar, uma rica política de preservação de seu patrimônio cultural. Anualmente, promove a celebração da batalha do Túnel da Mantiqueira, quando confere a Medalha Olegário Maciel, evocando o presidente do Estado de Minas Gerais no momento da Revolução de 32.

Este ano, uma Medalha foi oferecida ao Estado de Minas Gerais, tendo sido recebida pelo secretário de Governo, Odair Cunha, em nome do governador Fernando Pimentel. O secretário Angelo Oswaldo destacou a iniciativa da Prefeitura de Passa Quatro e, perante o prefeito, despachou o ofício para a presidente do IEPHA/MG, solicitando-lhe a abertura do processo de Tombamento, cujo dossiê será levado ao CONEP, Conselho Estadual de Patrimônio Cultural, para apreciação final. 


Homenageando os 100 anos da morte de Alexander Scriabin, o pianista Benedetto Lupo volta a se apresentar com Filarmônica de Minas Geraisinterpretando oConcerto para piano em fá sustenido menor do compositor russo. Sob regência do maestro Fabio Mechetti, umadas sinfonias mais importantes do Romantismo é revisitada pela Orquestra em sua nova Sala, a Sinfonia nº 6 em si menor, op. 74, “Patética”, de Tchaikovsky. O programa se completa com Menuet antique, de Ravel.  As apresentações acontecem nos dias 1º e 2 de outubro às 20h30, na Sala Minas Gerais.

Os concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais e contam com o patrocínio do Mercantil do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O pianista Benedetto Lupo

O pianista italiano Benedetto Lupo recebeu o reconhecimento mundial após conquistar a medalha de bronze no Oitavo Concurso Internacional de Piano Van Cliburn em 1989. É vencedor de inúmeros outros concursos internacionais, incluindo o Terence Judd Award (1982), Alfred Cortot Competition (1980) e Jaén Competition (1982), além de premiações nas competições Robert Casadesus e Gina Bachauer. Lupo já se apresentou por toda a América do Norte, América do Sul e Europa e tocou com as principais orquestras do mundo. Esteve com a Filarmônica de Minas Gerais nos anos de 2009 e 2013. Com Peter Maag e a Orquestra RSI, Benedetto Lupo lançou um CD sob o selo ARTS com as obras completas para piano e orquestra de Robert Schumann, que incluiu a primeira gravação em CD da versão para piano do Konzertstiick op. 86. Ele também gravou pelos selos Teldec, BMG e VAI. Lupo registrou duas vezes o Concerto Soirée de Nino Rota, sendo que a segunda, pelo selo Harmonia Mundi France com a Orquestra da Cidade de Granada e Josep Pons, recebeu um Diapason d Or. Ele ensina no Conservatório Nino Rota em Monopoli, Itália, ministra masterclasses por todo o mundo e é titular de Piano na Accademia Nazionale di Santa Cecilia.

 

O maestro Fabio Mechetti

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008. Por esse trabalho recebeu o Prêmio Carlos Gomes/2009 como Melhor Regente brasileiro. Recentemente, tornou-se o primeiro brasileiro a ser convidado a dirigir uma orquestra asiática, sendo nomeado Regente Principal da Orquestra Filarmônica da Malásia. Foi Regente Residente da Sinfônica de San Diego, Titular das sinfônicas de Syracuse, Spokane e Jacksonville, sendo agora, Regente Emérito destas últimas duas. Na Sinfônica Nacional de Washington foi regente associado de Mstislav Rostropovich. Estreou no Carnegie Hall conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Nos Estados Unidos dirigiu inúmeras orquestras e é convidado frequente de importantes festivais.

Realizou diversos concertos no México, Peru e Venezuela. No Japão dirigiu as Orquestras Sinfônicas de Tóquio, Sapporo e Hiroshima. Na Europa regeu a Orquestra Sinfônica da BBC da Escócia e a Orquestra da Radio e TV da Espanha. Dirigiu também a Filarmônica de Auckland, Nova Zelândia, a Orquestra Sinfônica de Quebec, Canadá, e a Filarmônica de Tampere, na Finlândia. No Brasil, regeu a Sinfônica Brasileira, a Estadual de São Paulo, as orquestras de Porto Alegre, Brasília e Paraná e as municipais de São Paulo e Rio de Janeiro. Mechetti possui mestrados em Composição e Regência pela Juilliard School de Nova York.

 

O repertório

Maurice Ravel (França, 1875-1937) e a obra Menuet Antique (1929)

O Minueto Antigo foi composto, como várias obras de Ravel, originalmente para piano: sua versão original data de 1895 e estreou-se três anos depois por Ricardo Viñes, pianista amigo do compositor, a quem a obra fora dedicada. A versão orquestral, do próprio Ravel, data de 1929, trinta e quatro anos depois da versão original. É difícil saber, nesta obra, a que tipo de minueto Ravel faz referência: se à dança barroca, ou se à mesma dança, incorporada pelo Classicismo à sonata e à sinfonia, e mais tarde transformada por Beethoven em Scherzo. O Menuet Antique, em sua versão orquestral, foi estreado em janeiro de 1930 pela orquestra Lamoureux, de Paris, sob a batuta do próprio Ravel.

Alexander Scriabin (Rússia, 1872-1915) e o Concerto para piano em fá sustenido menor, op. 20 (1896)

O Concerto para piano e orquestra pertence à primeira fase de Scriabin, com estética e linguagem chopinianas. É a única obra do compositor do gênero e causou ao mesmo tempo admiração em poucos e repulsa a muitos: Prokofiev, por exemplo, recusou-se a tocá-la. A obra pode evocar a alguns a linguagem de Rachmaninoff, mas é plena de originalidade. Embora ainda se atenha à linguagem e padrões de um Romantismo tardio, já revela uma raiz nitidamente russa. Scriabin compôs seu concerto para piano aos vinte e quatro anos, em poucos dias, no outono de 1896. Completou sua orquestração, porém, em maio de 1897. A obra foi estreada em outubro de 1897, em Moscou, tendo o compositor como solista, e a primeira publicação deu-se no ano seguinte.

Piotr Ilitch Tchaikovsky (Rússia, 1840-1893) e a Sinfonia nº 6 em si menor, op. 74, “Patética” (1893)

Tchaikovsky terminou a composição de sua sexta e última sinfonia em agosto de 1893 e regeu a estreia no dia 28 de outubro do mesmo ano, em São Petersburgo. Nove dias depois, morria de causas ainda não comprovadas. A história desta obra é cercada de mistérios. Se pudéssemos estar certos de que a morte de Tchaikovsky tenha sido suicídio, a sua Sexta Sinfonia teria sido a carta que ele nunca escreveu. Diante da fria recepção pelos músicos à sua última sinfonia, o compositor escreve a seu sobrinho Vladimir “Bob” Davydov, a quem é dedicada a obra: “considero esta sinfonia a melhor de todas as obras que escrevi. Em todo caso, é a mais sincera. E eu a amo como jamais amei qualquer de minhas partituras”.

 

 

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Hoje em sua sede própria, a Sala Minas Gerais, a Orquestra Filarmônica foi criada em 2008, com o intuito de inserir Minas nos circuitos nacional e internacional da música orquestral. Formada por 94 músicos, vindos do Brasil, Europa, Ásia, Américas e Oceania, e sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra rapidamente alcançou reconhecimento do público e da crítica especializada. Administrada pelo Instituto Cultural Filarmônica, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), a Filarmônica mantém sua estrutura artística e executa sua vigorosa programação por meio de recursos públicos e privados, auditados anualmente para validar sua gestão.

SERVIÇO

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

   
   
   

Série Allegro

1º de outubro - 20h30

Sala Minas Gerais

Série Vivace

2 de outubro - 20h30

Sala Minas Gerais

 

Fabio Mechetti, regente
Benedetto Lupo, piano

RAVEL                                  Menuet Antique
SCRIABIN                            Concerto para piano em fá sustenido menor, op. 20
TCHAIKOVSKY                  Sinfonia nº 6 em si menor, op. 74, “Patética”

 

A missão mineira no terceiro maior evento mundial – atrás somente das Olímpiadas e da Copa do Mundo Fifa – terá a participação do governador Fernando Pimentel e contribuirá para a projeção do estado no cenário internacional, divulgando seu novo modelo de governança e desenvolvimento. Além disso, destacará relevantes iniciativas em variados segmentos, como gastronomia, design, tecnologia e moda, evidenciando oportunidades de negócio e turismo e posicionando Minas Gerais como referência para investimentos estratégicos, no setor da economia criativa, por exemplo.

 

O estado integrará o Pavilhão Brasil, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sob a coordenação de uma Comissão Interministerial presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na semana dedicada à divulgação de Minas Gerais na mostra global, os visitantes poderão degustar a água mineral Cambuquira, mundialmente premiada, e conhecer mais sobre os diferentes tipos de café, doces, geleias, licores, cachaça, própolis, mel e pão de queijo. Por meio do Projeto Imagem, azeites, vinhos e produtos tipicamente mineiros estarão entre as atrações, em uma ação conjunta entre a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Exportaminas (unidade de comércio exterior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico) e a Fiemg.

 

A abertura oficial da Semana mineira será realizada no dia 13 de outubro, com o Seminário Minas Gerais e Itália, que ressaltará a importância do intercâmbio entre o estado e o país europeu. No dia 14, ocorrerão visitas técnicas para empresários mineiros nos setores de moda, design, alimentos, bebidas, máquinas, equipamentos e automotivo. O evento também contará com a presença do coordenador do Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes, Rodrigo Ferraz, e dos chefes Ivo Faria, Pablo Oazen e Frederico Trindade, além do chef revelação do Senac, João Victor Moura da Costa Ribeiro. Outro destaque é a participação do grupo musical Zé da Guiomar — considerado um dos principais responsáveis pelo fortalecimento e pela renovação do samba na capital mineira, o conjunto já se apresentou em vários estados do Brasil e participou da Feira Internacional de Música de Buenos Aires, figurando entre os três artistas brasileiros selecionados para o evento. Estão previstas, ainda, rodadas de negócios com empresas mineiras e visitas técnicas aos demais pavilhões da mostra.

 

De acordo com levantamento do Indi, o Minas Gerais detém o segundo maior número de empresas italianas instaladas ou com operações no Brasil, com 76 companhias, atrás apenas

de São Paulo.

 

Expo Milão

 

A Expo Milão teve início em 1º de maio deste ano e termina no dia 31 de outubro, tendo como tema “Alimentando o Planeta, Energia para a Vida”. Nesta edição, são aguardados mais de 20 milhões de visitantes em um espaço de 1 milhão de metros quadrados. Além de países e empresas, participam da exposição mundial a sociedade civil e organizações internacionais, como a ONU e a União Europeia. Trata-se de um evento sustentável, tecnológico e temático, focado em seus visitantes, que poderão vivenciar uma experiência única sobre o tema da nutrição, em uma viagem por alimentos e tradições de povos de todo o mundo.

 

Com 4 mil metros quadrados, o Pavilhão do Brasil na Expo Milão está entre os cinco principais destaques do evento, abrigando exibições, atividades culturais e gastronômicas, seminários, eventos de negócios e de relacionamento. Enfatizando a temática “Alimentando o mundo com soluções”, o espaço já recebeu aproximadamente 2 milhões de visitantes nos quatro primeiros meses do encontro e vem mostrando a capacidade brasileira de ampliar a produção de alimentos e atender às demandas mundiais com tecnologias avançadas e sustentabilidade. Estrategicamente posicionado, o Pavilhão Brasil conta com plantas, flores e frutas brasileiras, além de mesas interativas providas de jogos e informações sobre as culturas expostas. Outra atração é a rede suspensa que permite ao visitante caminhar e, com os sensores de movimento, influenciar os sistemas de som e iluminação.

 

A mostra global é realizada a cada cinco anos em diferentes cidades do planeta, desde 1851, como plataforma para o diálogo internacional sobre temas e avanços relevantes para a humanidade. Foi, por exemplo, em 1876, na Exposição Universal da Filadélfia, que D. Pedro II conheceu a nova invenção de Graham Bell e se tornou o primeiro brasileiro a usar um telefone. A arquitetura e a cultura do país escolhido para sediar cada grande exposição também adquirem destaque, deixando heranças como a Torre Eiffel, construída em Paris para abrigar a Exposição Universal em 1889.

 

Em 2010, a exposição foi sediada na China, com participação de 190 países e 50 organizações internacionais. As exposições universais vêm atuando como catalisadoras da criatividade e da inovação humana, promovendo o intercâmbio de conhecimentos entre povos com estilos de vida diversos e permitindo o compartilhar de tecnologias, inovações e descobertas que influenciam o desenvolvimento da arte, da educação, do design, do comércio, do turismo e das relações internacionais.


A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) promove, entre os dias 25 e 27 de novembro, o encontro “O ensaio negro ibero-americano”, sob coordenação dos professores doutores Rodrigo Vasconcelos Machado (Universidade Federal do Paraná - UFPR) e Ana Beatriz Rodrigues Gonçalves (UFJF).

O evento, que também conta com a participação de Cida Ramos (UERJ), Eduardo de Assis Duarte (UFMG), Maria Nazareth Soares da Fonseca (Puc Minas), Anelito de Oliveira (UNIMONTES), Èdimo de Almeida Pereira (CESJF-Puc Minas), Silvina Carrizo (UFJF), Luiz Henrique Oliveira (CEFET-MG), entre outros, discute obras dos pensadores negros, afrodescendentes brasileiros, da África portuguesa, afro-caribenhos e afro-hispânicos para estudar os paradigmas das obras, utilizando-as para formar uma historiografia literária.

Mais informações: http://simposioliteraturanegraiberoamericana.wordpress.com


Crédito: Aline Silveira

Arquivo Público Mineiro tem acervo reconhecido mundialmente

Pela terceira vez o Arquivo Público Mineiro tem recorte do seu acervo reconhecido como patrimônio mundial. São os documentos que integram o acervo da Comissão Construtora da Nova Capital, que deram origem à cidade de Belo Horizonte, os selecionados pela Unesco para integrarem o Programa Memória do Mundo (Memory of the World-MOW). O reconhecimento acontece justamente no ano em que o APM, instituição cultural mais antiga do Estado, completa 120 anos. Além de estar guardada no APM, a coleção armazenada também está no Arquivo Público da Cidade e no Museu Histórico Abílio Barreto.

O superintendente do Arquivo Público Mineiro, Thiago Veloso Vitral, sublinha a relevância do conjunto documental comum a várias instituições. “Esse acervo reúne precioso material de duas instituições arquivísticas, complementado por conteúdo museológico. É um forte elo que integra o Arquivo Público Mineiro ao da Cidade e ao Museu Abílio Barreto”.

Além disso, o superintendente destaca o êxito do arquivo em atender os critérios do edital da Unesco: “só conseguimos ser contemplados no edital porque nossa coleção estava bem conservada, armazenada de maneira adequada e acessível ao público; pré requisitos fundamentais do Memória do Mundo”.

O APM também já recebeu a chancela de patrimônio mundial da humanidade com os acervos da Câmara Municipal de Ouro Preto e da Polícia Política (DOPS-MG).

O Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital (CCNC) constitui o conjunto de documentos textuais, cartográficos e iconográficos gerados a partir das atividades técnicas e das rotinas administrativas da comissão responsável pela concepção, planejamento e construção da capital de Minas Gerais. O acervo data de 1890 até 1903.

O presidente da Fundação Municipal de Cultura, Leônidas Oliveira, pontua que o acervo reafirma a vocação da capital mineira desde seu surgimento. “Nestes documentos podemos notar que Belo Horizonte nasce positivista, modernista e progressista e veio crescendo coerente a esses conceitos”.

O Programa Memória do Mundo da Unesco tem a finalidade de identificar os mais importantes documentos de registro da história mundial. Com o reconhecimento, eles passam a ter valor de patrimônio documental da humanidade, ganhando assim reconhecimento internacional.


Crédito: Alex Lanza

-secretário nos dez anos do CPPC

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico, realizou, nessa quarta-feira, 23 de setembro, celebração pelos dez anos de atuação. Na ocasião, a instituição homenageou o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, por ser um dos profícuos colaboradores que ajudaram na preservação do patrimônio cultural de Minas Gerais.

 Também foi promovido o simpósio A preservação do patrimônio cultural em Minas Gerais pelo Ministério Público: 10 anos de uma experiência.

Criada em 2005, a Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico foi a primeira do gênero no país. O coordenador, promotor de Justiça Marcos Paulo de Souza Miranda, comenta que o trabalho da promotoria tem se tornado referência em todo o país e que já existem iniciativas semelhantes na Bahia, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Segundo Marcos Paulo, Minas Gerais tem o maior número de bens culturais protegidos. O promotor de Justiça explica que esses bens “dizem respeito não somente àquelas cidades conhecidas como coloniais, mas também a bens culturais arqueológicos, espeleologicos, paleontológicos, uma gama enorme que faz com que o Ministério Público tenha que atuar de maneira efetiva para preservá-los, uma vez que representam a essência daquilo que é a sociedade mineira”.

Na abertura do evento, o procurador-geral de Justiça, Carlos André Mariani Bittencourt, ressaltou a importância do trabalho em conjunto com outras instituições para garantir a proteção do patrimônio histórico. “Seria muita pretensão acharmos que o Ministério Público poderia arcar com toda essa demanda sozinho”, declarou.

Crédito: Alex Lanza

Dez anos do CPPC


A Áustria foi berço de alguns dos mais importantes compositores do universo sinfônico, e dois deles ganham destaque nos concertos da Filarmônica de Minas Gerais, nos dias 8 e 9 de outubro às 20h30, na Sala Minas Gerais. Para interpretara célebre Sinfonia concertante em Mi bemol maior, K. 297b, de Mozart,quatro músicos da Orquestra, Alexandre Barros, Marcus Julius Lander, Catherine Carignane Alma Maria Liebrechtestarãosob regência do maestro convidado Christoph König, um dos regentes mais requisitados no cenário musical atual. Também no programa, a Sinfonia n° 6 em Lá maior, de Bruckner.

Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura.

 

O maestro Christoph König

A performance de Christoph König é marcada por uma abordagem energética e séria em parcerias musicais e pelo compromisso com programações inteligentes e estimulantes. Recentemente, ocupou o cargo de maestro principal na Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música (2009-2014) e é o atual diretor artístico e maestro principal da Solistes Européens, Luxembourg. Com a Sinfônica do Porto Casa da Música percorreu Brasil e Europa. Com a Solistes Européens, Luxembourg apresentou-se na Filarmônica de Colônia e no Festival de Música de Schleswig-Holstein.  Sua reputação como regente de ópera cresceu após aceitar um convite de última hora e dirigir com enorme sucesso a produção de Jonathan Miller O Rapto do Serralho para a Ópera de Zurique em 2003. Gravou Schoenberg, Prokofiev, Saariaho e Sibelius com a Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música; Melcer com a BBC Scottish Symphony Orchestra (Hyperion); Beethoven com a Malmö Symphony Orchestra (DB Productions); Prokofiev e Mozart com a Solistes Européens, Luxemburgo (SEL Classics). König nasceu em Dresden, onde cantou no célebre Dresdner Kreuzchor. Estudou regência, piano e canto na Dresdner Musikhochschule.

Alexandre Barros

Nascido em uma família de músicos, Alexandre iniciou seus estudos musicais com o pai, Joaquim Inácio Barros. Ainda criança, acompanhava seu pai e irmãos em rodas de choro tocando flauta doce. Estudou flauta transversal e, aos dezessete anos, passou para o oboé. Alexandre sempre mostrou facilidade e intimidade com o instrumento, destacando-se rapidamente no cenário da música erudita no Brasil. Em 1993, como membro do Quinteto de Sopros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), recebeu o primeiro prêmio no V Concurso de Música de Câmara dessa instituição. Em 1996, integrando o Trio Jovem de Palhetas, obteve menção honrosa no Concurso Jovens Solistas da Faculdade Santa Marcelina de São Paulo. No mesmo ano foi premiado no Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e apresentou-se à frente da orquestra sob regência de Diogo Pacheco. Dois anos mais tarde conquistou o prêmio Eleazar de Carvalho no Festival de Inverno de Campos do Jordão. De 1996 a 1997 integrou o naipe de oboés da Osesp e com a orquestra realizou turnê por diversas cidades da Europa. Atualmente, é Primeiro Oboé da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Paralelamente, é professor do Curso de Formação e Aperfeiçoamento em Artes (Cefar).

O clarinetista Marcus Julius Lander

Bacharel em Clarinete pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), na classe do professor Sérgio Burgani, Marcus Julius iniciou seus estudos em 1996 com Edmilson Nery na Escola Municipal de Música de São Paulo. O clarinetista atuou como spalla na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e como chefe de naipe das orquestras Jovem de Guarulhos, do Instituto Baccarelli e da Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Foi bolsista de importantes festivais brasileiros, como o Internacional de Campos do Jordão e o Música nas Montanhas, em Poços de Caldas. Vencedor do Prêmio Isolisti (Brasil), na categoria Música Instrumental Erudita, retornou ao Brasil em 2009 e fixou residência em Belo Horizonte, onde integra a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Na Filarmônica, inicialmente atuou na função de Principal Assistente e em outubro de 2012 passou a Clarinete Principal. No âmbito internacional, Marcus participou de concursos e audições nos Estados Unidos e França. Em viagens à China, foi artista residente no 8º Festival Internacional de Clarinete e Saxofone de Nan Ning em 2010, no Festival Internacional de Clarinetes de Pequim em 2014 – cujo Concerto de Gala se deu no anfiteatro da Cidade Proibida – e, no último mês de abril, foi professor palestrante nos conservatórios de Shenyang e Tai-Yuan. Marcus Julius Lander é artista Gao Royal e D’addario Woodwinds.

Catherine Carignan

Natural do Québec, Canadá, Catherine iniciou seus estudos de fagote aos doze anos. Entre 2006 e 2008, Catherine foi fagotista convidada da Winnipeg Symphony Orchestra, da Canadian Broadcasting Company Radio Orchestra (conhecida como National Broadcast Orchestra desde 2009) e participou do Aventa Ensemble, formação dedicada à música contemporânea. Como solista independente, encomendou a obra para fagote e piano Three Conjoined Trifles, do compositor e dramaturgo canadense Alex Eddington, estreando-a em abril de 2008 com a pianista Allie Cortens. Meses depois, foi aprovada em audição na Filarmônica de Minas Gerais, tornando-se Fagote Principal da Orquestra. No Brasil, Catherine vem desenvolvendo atividades de performance, ensino e pesquisa paralelas à sua atuação na Filarmônica. Esta é a terceira vez que Catherine se apresenta como solista da Orquestra. Em 2011, executou com o clarinetista Dominic Desautels o Duett-Concertino de Richard Strauss, sob regência do maestro Marcos Arakaki; em 2013, com o violinista Rommel Fernandes, a violoncelista Elise Pittenger e o oboísta Alexandre Barros, apresentou a Sinfonia Concertante em si bemol maior de Joseph Haydn, sob regência do maestro Fabio Mechetti.

Alma Maria Liebrecht

O envolvimento de Alma com a música começou em seu estado natal, Maryland, nos Estados Unidos. Primeiro através do violino, quando tinha seis anos de idade, e depois com a trompa, aos doze, sob orientação de Olivia Gutoff. De 2002 a 2006, estudou com Jerome Ashby no Curtis Institute of Music. De 2006 a 2008, estudou com William Purvis na Escola de Música da Universidade de Yale, completando em 2008 o mestrado em Música. Alma tem se apresentado como solista com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, New York Symphonic Arts Ensemble, Ensemble 212 e o Curtis Chamber Ensemble. Enquanto vivia em Nova York, Alma manteve uma prolífica carreira de freelancer, apresentando-se com a Orquestra de Câmara Orpheus, a Orquestra da Ópera da Cidade de Nova York, as sinfônicas de Princeton, Delaware, Richmond e Harrisburg, o Ballet de Pennsylvania, a Orquestra de Câmara da Filadélfia e o Gotham Chamber Opera.  Alma também apresentou-se por seis semanas como Trompa Principal convidada junto à Sinfonietta de Hong Kong em 2011.

 

O repertório

Wolfgang Amadeus Mozart (Áustria, 1756 – 1791) e a Sinfonia concertante em Mi bemol maior, K. 297b (1778)

Na obra de Mozart, duas sinfonias concertantes se destacam: Mozart compôs duas obras do gênero sinfonia concertante: a Sinfonia concertante para violino e viola, K. 364, e a Sinfonia concertante para clarinete, oboé, trompa e fagote, K. 297b. A concepção original desta segunda obra, ao que parece, foi para flauta, oboé, trompa e fagote. A partitura dessa versão, no entanto, nunca foi encontrada: sabe-se dela apenas pelas cartas de Mozart. É sabido, porém, que ele preferia o clarinete (instrumento criado no próprio século XVIII) à flauta. Talvez daí a versão que se perpetuou e que é comumente executada hoje. Assim como a História nos negou a data precisa de composição dessa obra (pode-se deduzir da correspondência de Mozart que foi antes de 25 de abril de 1778, em Paris), é também impossível identificar a data exata de sua estreia, como quase tudo antes do século XIX.

 

Anton Bruckner (Áustria, 1824 – 1896) e a Sinfonia nº 6 em Lá maior (1881)

A Sinfonia nº 6 foi concluída no início de setembro de 1881, no deslumbrante mosteiro barroco de São Floriano. Nesse mesmo convento, situado em uma paisagem bucólica e repleto de maravilhosas obras de arte, Anton Bruckner, aos treze anos, fora admitido como aluno, na condição de órfão pobre e bom cantor para o coro. Bruckner recordaria com carinho esses anos felizes – durante toda a vida permaneceu devotado e submisso aos ensinamentos religiosos dos monges que o educaram e nunca deixou de visitar com frequência o mosteiro, onde gostava de tocar órgão e buscava serenidade espiritual para compor. Bruckner criou, com idêntico espírito sacro, missas e sinfonias. Sua maneira de compor em blocos sonoros de colorações diferenciadas se inspira, claramente, na escrita para o órgão, instrumento religioso por excelência. Escreveu música para a glória de Deus, com a dedicação de um artífice e a certeza bíblica de que o trabalho enobrece o homem. Sob esse aspecto, a arte de Bruckner lembra a de Bach, a de César Franck; e antecede a de Messiaen.

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Hoje em sua sede própria, a Sala Minas Gerais, a Orquestra Filarmônica foi criada em 2008, com o intuito de inserir Minas nos circuitos nacional e internacional da música orquestral. Formada por 94 músicos, vindos do Brasil, Europa, Ásia, Américas e Oceania, e sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra rapidamente alcançou reconhecimento do público e da crítica especializada. Administrada pelo Instituto Cultural Filarmônica, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), a Filarmônica mantém sua estrutura artística e executa sua vigorosa programação por meio de recursos públicos e privados, auditados anualmente para validar sua gestão.

SERVIÇO

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

   
   
   

Série Presto

8 de outubro - 20h30

Sala Minas Gerais

Série Veloce

9 de outubro - 20h30

Sala Minas Gerais

 

Christoph König, regente convidado
Alexandre Barros, oboé
Marcus Julius Lander, clarinete
Catherine Carignan, fagote
Alma Maria Liebrecht, trompa


Valorizar a diversidade e peculiaridade da cultura mineira, promovendo o artesanato como uma alternativa para a sustentabilidade econômica de artistas da nossa terra. Essa é a meta da Secretaria de Estado de Cultura ao assinar, no dia 22 de setembro, convênio com a Agência de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Vale do Rio Urucuia, para realização do “Festival Sagarana Feito Rosa para o Sertão”. O projeto foi aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC).

O repasse de cerca de R$80 mil viabilizará, entre dias 08 a 11 de outubro de 2015, a sétima edição do festival que traz o tema Cultura & Ruralidades – Terra: identidade, solidariedade e sustentabilidade.

A programação diversificada articulará os saberes e fazeres tradicionais do sertão mineiro com as inovações das tecnologias sociais e o diálogo qualificado voltado para a construção conjunta de políticas públicas.

Serão oferecidos oficinas, palestras, seminários, gastronomia, caminhadas ecológicas, visita a pontos turísticos, rodas de conversa e muita música, diversão e arte, atraindo tanto as comunidades rurais, quanto urbanas do Vale do Urucuia, bem como turistas.

A integração propicia um ambiente para a troca e o compartilhamento de cultura, conhecimento e informação que, dentre outros ganhos, auxiliam o aprimoramento da percepção das comunidades sobre a importância da proteção e conservação do cerrado e suas veredas, fonte de sustentação socioambiental e cultural dos habitantes do sertão roseano.

O Sagarana Feito Rosa Para o Sertão trata ainda da promoção da transição agroecológica, educação no campo, proteção dos recursos hídricos,  interface cultura e desenvolvimento,  valorização do patrimônio imaterial, difusão de tecnologias sociais, consolidação das redes intersetoriais, cooperativismo de base solidária e inclusão produtiva, turismo rural de base comunitária e articulação territorial.

Sobre o Festival

O Festival Sagarana Feito Rosa para o Sertão nasceu em 2008, no centenário do nascimento do escritor João Guimarães Rosa, para fortalecer a noção de pertencimento ao território, a identidade cultural e a autoestima da população sertaneja – fatores fundamentais para a promoção do desenvolvimento sustentável e solidário em curso na bacia hidrográfica do Rio Urucuia. O evento transformou-se no espaço privilegiado de orquestração da rede de colaboradores intersetoriais (os governos estadual e federal, instituições de ensino e de pesquisa, organizações financiadoras, prefeituras, câmaras municipais, organizações e movimentos sociais, pesquisadores, estudantes, artistas, ativistas socioambientais e culturais, dentre outros), operando como um catalisador a  impulsionar o conjunto das intervenções, dos diversos parceiros e atores, nos 10 municípios que constituem a região.

 


Os povos indígenas aldeados no Estado de Minas Gerais e suas comunidades terão até o dia 19 de outubro para se inscrever no Edital de Premiação das Festas Tradicionais das Comunidades Indígenas ou Grupos Tribais. O novo prazo foi publicado, hoje (08/10), no Diário Oficial .

A Secretaria de Estado de Cultura premiará as festas tradicionais das comunidades indígenas, de acordo com os critérios estabelecidos no edital, dando visibilidade às expressões culturais destes povos. O objetivo da Superintendência de Interiorização e Ação Cultural é valorizar e reconhecer as manifestações - em suas mais diversas raízes – que têm espaço demarcado na identidade mineira.

Serão R$ 195 mil em recursos, distribuídos em 13 prêmios de R$ 15 mil, para festas tradicionais indígenas, num processo desburocratizado e democrático. Neste edital, os benefícios serão distribuídos levando em consideração os povos indígenas aldeados, localizados nas diferentes regiões de Minas. A cerimônia de lançamento em setembro, na Cidade Administrativa, contou a presença de índios pataxós da mesorregião do Vale do Rio Doce, aldeados próximo ao município de Carmésia.  

Índio pataxó durante o lançamento do edital. Crédito: Marcelo Santana/ImprensaMG

Serviço

Prorrogação das inscrições para o Edital de Premiação das Festas Tradicionais das Comunidades Indígenas ou Grupos Tribais.

Prazo: 19/10/2015.

Documentos: Acesse aqui o edital e formulários


Obras de diferentes estilos da música coral fazem parte do repertório do Coral Lírico de Minas Gerais na série Lírico no Museu. Sob regência da maestrina Lara Tanaka, o corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado interpreta, pela primeira vez na série, as peças Beatus Vir, do italiano Antonio Vivaldi; e And so it goes, do músico norte-americano Billy Joel. O repertório ainda conta com composições de Brahms, Louis Vierne e Duke Ellington.

O programa do concerto será dividido em duas partes. Na primeira, o Coral Lírico de Minas Gerais interpreta uma síntese de obras sacras e eruditas, com forte presença do estilo barroco no repertório, e acompanhamento do pianista Hélcio Vaz do Val. Já a segunda metade da apresentação é voltada para obras seculares, que têm na essência um tom mais popular. O acompanhamento é do pianista e arranjador Fred Natalino.

Segundo a maestrina Lara Tanaka, essa mistura de repertório, além de reunir algumas das das principais peças que Coral Lírico tem apresentado na temporada 2015, faz com que os coristas estejam sempre afinados para diferentes concertos. “O coro precisa ter essa flexibilidade, já que nós temos uma demanda de repertorio bastante eclético para cumprir, e tudo isso é muito enriquecedor para o Coral”, diz.

Diferentes estilos – Além da divisão entre canções eruditas e seculares, essa apresentação do Coral Lírico reúne duas peças inéditas no repertório da série Lírico no Museu. A primeira delas, Beatus Vir, é uma composição do italiano Antonio Vivaldi. A versão original possui sete movimentos, mas o CLMG irá interpretar três. “São os movimentos que reúnem características marcantes de Vivaldi, como seus padrões rítmicos vigorosos, uma música cheia de vitalidade e imaginação”, explica Lara Tanaka.

Composta na década de 1980 pelo americano Billy Joel, a canção And so it goes é a segunda peça inédita no repertório do concerto. Os versos narram a história de um relacionamento que o artista teve e terminou de maneira brusca. O CLMG vai interpretar a peça com arranjo de piano escrito especialmente para o grupo King’s Singers, grupo vocal britânico, fundado em 1968 por seis alunos do King s College, em Cambridge, na Inglaterra.

O repertório do concerto reúne, ainda, obras de Dietrich Buxtehude, Johannes Brahms e Louis Vierne, três notórios compositores de peças sacras e eruditas. A segunda parte do concerto conta com Três Canções Latino Americanas, peças que remetem às tradições folclóricas da Argentina, Elijah Rock, de Joshua Nelson; e Freedom, de Duke Ellington.

À frente do Coro – A apresentação é especial para a maestrina Lara Tanaka. Regente-titular do Coral Infantojuvenil Palácio das Artes há 15 anos, ela se tornou regente assistente do CLMG em 2014. Esta será a primeira vez que Lara assume a regência do Coral Lírico de Minas Gerais na série Lírico no Museu.  À frente do coro, ela decidiu, então, dar um toque mais pessoal ao repertório, selecionando composições que marcaram a sua trajetória.

“Eu sou cravista por formação, e me especializei em música barroca. Então, eu tentei trazer algo barroco para o concerto. Escolhi Beatus Vir, do Vivaldi, por me identificar muito com a música, especialmente o movimento In memoria aeterna, que conserva várias características barrocas”, destaca Lara Tanaka

Para Lara, a primeira regência na série é um desafio, e, ao mesmo tempo, uma grande honra. “Eu me sinto honrada em poder reger o Coral Lírico nesta série. É um grupo com o qual eu sinto muita empatia e o trabalho ao lado deles flui de maneira muito proveitosa. Todos são muito profissionais, o que me deixa ainda mais segura.”, aponta. 

Coral Lírico de Minas Gerais – Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e que interpreta um repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Dentro das estratégias de difusão do canto lírico, o Coral Lírico desenvolve diversos projetos que incluem Concertos no Parque, Lírico na Cidade, Concertos Didáticos e participação nas temporadas de óperas realizadas pela Fundação Clóvis Salgado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o público possa conhecer e fruir a música coral de qualidade, além de vivenciar o contato com os artistas.

Lincoln Andrade – Regente titular do Coral Lírico de Minas Gerais, possui doutorado em Regência pela University of Kansas, EUA, mestrado pela University of Wyoming, EUA, onde também foi professor assistente e ministrou aulas de canto coral e regência coral. Foi diretor musical do grupo Invoquei o Vocal, maestro titular do Madrigal de Brasília e do Coral Brasília. Recebeu prêmios nos Estados Unidos e na Europa. Foi professor e diretor da Escola de Música de Brasília. Regeu concertos na Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Hungria, Paraguai, Polônia, Portugal e Turquia. É produtor musical, apresentador e entrevistador dos programas Conversa de Músico e Conversa de Músico Concertos, produzidos e veiculados pela TV Senado. Atualmente, é professor de regência e coordenador da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG. É constantemente convidado para ministrar palestras sobre regência e canto coral em festivais no Brasil.

Lara Tanaka Mineira de Belo Horizonte, é formada em piano pelo Conservatório de Música de Minas Gerais e bacharel em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participou de aulas e masterclasses com Sérgio Magnani, Roberto Tibiriçá, Cláudio Ribeiro, Per Brevig, Mogens Dahl e Nelson Niremberg.  Em 2003 gravou o CD Villa-Lobos e os Brinquedos de Roda, com o Coral Infantojuvenil Palácio das Artes e o Grupo de Percussão da UFMG. A obra foi finalista do Prêmio TIM da Música de 2004, na categoria de melhor CD infantil. Atualmente, é regente assistente do Coral Lírico de Minas Gerais e regente titular do Coral Infantojuvenil Palácio das Artes.

Sobre os compositores

Dietrich Buxtehude (1637–1707) Organista e compositor dinamarquês do período barroco, é considerado um dos representantes mais importantes do estilo barroco alemão. Buxtehude ganhou prestígio no cenário música clássica com o retorno dos Abendmusik, saraus vespertinos organizados na igreja de Marienkirche. Foi durante esse período que Buxtehude compôs algumas de suas principais obras.

Johannes Brahms (1833–1872) – Nasceu em 1833 na Alemanha e é um dos grandes representantes do romantismo. Filho de músico, demonstrou vocação para o piano já na infância. Foi maestro da Sociedade de Amigos da Música em 1872 e regeu a Orquestra Filarmônica de Viena por três temporadas seguidas. O compositor e pianista faleceu em 1897, em Viena.

Antonio Lucio Vivaldi (1678–1741) Grande compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. É considerado uma das mais notáveis figuras da música clássica mundial. Destacou-se, principalmente, por seus concertos que influenciaram diversos músicos de períodos de diferentes gerações e estilos. Durante sua carreira, publicou concertos, sonatas, óperas, obras sacras, serenatas entre outros. Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas.

Billy Joel (1949–) Cantor, compositor e pianista norte-americano, William Joseph Martin Joel lançou seu primeiro trabalho de sucesso, Piano Man, em 197. Desde então, Joel tem emplacado sucessos ao redor do mundo. Foi vencedor de seis Grammy, sendo indicado 23 vezes para a premiação. Joel possui 16 álbuns de estúdio, entre coletâneas e discos inéditos. Seu trabalho mais recente é River of Dreams, de 1993.

Jester Hairston (1901–2000) – Compositor, condutor de corais e ator norte-americano, é considerado um dos grandes especialistas em músicas espirituais afro-americanas e corais. Concluiu sua formação musical na Juilliard School e realizou trabalhos notáveis com coros na Broadway. Entre suas principais composições estão a canção gospel Amen e a natalina Mary s Boy Child.

Duke Ellington (1899–1974) – Edward Kennedy "Duke" Ellington foi um compositor, pianista norte-americano. É considerado como uma das maiores influências do jazz durante as décadas de 1920 e 1960. A experimentação na música sempre foi uma das características mais marcantes de Ellington. Realizou diversos trabalhos ao lado de orquestras e trilhas sonoras para filmes. Foi o primeiro músico de jazz a ingressar na Academia Real de Música de Estocolmo.

Louis Vierne (1870–1937) – Compositor e organista francês, Louis Vierne, tinha um estilo elegante e limpo para compor suas peças. Considerado de profundo romantismo, o trabalho do compositor reúne seis sinfonias para órgão, 24 peças fantasia, e 24 obras em estilo livre. Há, também, inúmeros trabalhos para orquestras de câmara, como sonatas para violino e cello e um quarto de cordas.


Crédito: Verônica Manevy

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“La Mer”, do musicista francês Claude Debussy (1862-1918), e “O Guarani”, do compositor brasileiro Carlos Gomes (1836-1896) foram alguns dos clássicos interpretados pela Banda de Música São Vicente de Paulo, nesta tarde (07/10), na Cidade Administrativa (CA). A corporação, composta por cerca de 30 músicos de 8 a 60 anos de idade, saiu do município de Baldim para participar da segunda edição da série “PRA VER A BANDA TOCAR”, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com a Intendência da Cidade Administrativa.

Toda primeira quarta-feira do mês uma banda civil de diferentes regiões do Estado transformará os halls da CA em verdadeiras praças mineiras. O objetivo da ação, que  se prolonga até o fim do ano, é aliar a valorização da cultura mineira de tradição à dinamização e humanização do local de trabalho.

“É uma honra e felicidade estar presente na Cidade Administrativa, oferecendo cultura de raiz para os servidores, que tanto nos prestigiaram em cortejo. Hoje, o governo tem um papel importante na vida das corporações civis. Por meio do programa Bandas de Minas, vemos a nossa arte valorizada e podemos melhorar nossa estrutura para aumentar cada vez mais o número de envolvidos”, afirmou o maestro Milton Henrique de Souza Brasil.

O regente salientou ainda a importância do encontro de bandas, que será promovido em novembro na Praça da Liberdade pelo mesmo programa. “Diante de toda a modernidade da atualidade, precisamos levar as bandas às ruas e aos principais centros para que todos, principalmente os jovens, conheçam, possam curtir e manter essa tradição mineira”.

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PRA VER A BANDA TOCAR

O investimento em atividades culturais tem permitido uma nova apropriação da Cidade Administrativa. Trata-se de antiga reivindicação dos servidores públicos que se tornou um dos principais compromissos do Governo de Minas Gerais a partir de 2015. Nas próximas edições participam a Corporação Musical São Sebastião de Inhaúma e a Sociedade Musical Santa Cecília de Mariana.

Fique ligado no cronograma das próximas apresentações:

04/11, 12h às 14h: Sociedade Musical Santa Cecília, de Mariana

02/12, 12h às 14h: Corporação Musical São Sebastião, de Inhaúma

 

Programa Bandas de Minas

Lançado neste ano pela SEC, em parceria com a Codemig, o programa Bandas de Minas irá ceder instrumentos musicais de qualidade às corporações musicais. O edital tem o objetivo de garantir a excelência das apresentações mineiras. Além disso, em novembro será realizado um Encontro de Bandas que terá programação integrada com o Circuito Cultural Praça da Liberdade, na capital. Como o desenvolvimento do Estado passa necessariamente pela formação cultural, também estão previstas oficinas direcionadas aos músicos e maestros das corporações. Outra novidade do edital deste ano é o critério de ‘Região Territorial’, que visa democratizar o acesso às bandas de todas as regiões do Estado. Trata-se de uma importante diretriz de regionalização do Governo Fernando Pimentel que consiste em estimular a produção cultural mineira por meio das políticas públicas voltadas aos 17 territórios de desenvolvimento.

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Acesse editais e informações complementares em: www.programabandasdeminas.mg.gov.br


 

Palestras- durante o evento, os operadores tiveram a oportunidade de conhecer melhor o destino Minas Gerais, seus produtos e atrativos. A palestra Viva, experimente e curta Minas Gerais, dividida em três pilares: Belo Horizonte e seu entorno; Estrada Real; e as novidades dos roteiros de experiência que ressaltam as belezas naturais e a gastronomia excepcional do Destino Minas Gerais, foi apresentada durante os três dias com sucesso de público.

 

Para o secretário de Turismo, Mário Henrique Caixa, “é importante que estejamos sempre presentes em eventos como esse. São oportunidades para promovermos nossos destinos, nossa cultura, nossa gastronomia, e assim atrair mais visitantes para Minas Gerais. A feira teve um saldo bastante positivo para Minas. Conseguimos atingir um bom número de operadores que compareceram às palestras e ao café que oferecemos durante o encontro”, conclui.

 

Café Mineiro – realizado no segundo dia da Feira, o café reuniu operadores de diversas partes do país e do mundo, que puderam degustar uma amostra do melhor da comida mineira. No menu, pão de queijo, doces, café, broa de fubá e muito mais. Durante o encontro, o chef mineiro Jackson Cabral contou um pouco da história da nossa gastronomia. Segundo ele, “o nosso diferencial é fazer com que o simples se torne sofisticado, por meio dos temperos e do carinho que temos com a nossa culinária. Os aromas, o sabor e os ingredientes utilizados no preparo da comida mineira são únicos, por isso a nossa gastronomia se destaca no cenário nacional”, diz.

Ainda durante o café, o presidente nacional da ABAV-MG, Antônio da Mata, convidou os participantes para o Festival de Turismo de Ouro Preto, que será realizado entre os dias 15 e 17 de outubro.

A 43ª ABAV contou também com a presença do Circuito Turístico Pico da Bandeira, que ofereceu aos participantes o premiado café Forquilha do Rio, produzido na região.

 

Fornatur – durante o evento foi realizada a reunião ordinária do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo – Fornatur. Com a presença de representantes de 24 estados, foi um dos maiores encontros realizados nos últimos tempos.


Nesta quinta-feira, o Espaço do Conhecimento UFMG promoverá uma oficina de astronomia acessível em Libras, aberta ao público. Realizada entre as 19h e 21h no segundo andar do museu, a atividade tem o objetivo de trabalhar conceitos astronômicos, como as razões do formato redondo da Terra e o Big Bang, e abordar através de uma dinâmica em grupo, a ideia de escala no universo. Todos os conteúdos serão oferecidos simultaneamente em linguagem oral, escrita e em Libras.  A oficina faz parte das atividades do Programa Acadêmico de Promoção da Inclusão e Acessibilidade – PAPIA, no Espaço do Conhecimento UFMG. É gratuita e não prescinde de inscrição.

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e da DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

Serviço:

Oficina de astronomia acessível em Libras

Data: 08/10/2015

Local: Espaço do Conhecimento UFMG - Praça da Liberdade, 700

Atividade gratuita

Mais informações: www.espacodoconhecimento.org.br/ (31) 3409-8350

Informações para a imprensa: (31) 3409-8366

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A Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) promove uma Aula Aberta com a artista plástica Maria Helena Andrés e aula de Desenho de Paisagem com os professores Abílio Abdo e Marina Nazareth, no dia 03 de outubro. Trata-se de uma proposta de aula de desenho nos moldes das que foram administradas por Alberto da Veiga Guignard, no Parque Municipal de Belo Horizonte, nas décadas de 1940 e 1950.

Esta será uma excelente oportunidade para fazer o resgate histórico das aulas de desenho do mestre Guignard, que formou várias gerações de artistas em Minas Gerais, e cujo legado segue sob a responsabilidade da escola que leva seu nome e que em 2015 comemora 71 anos.

A colecionadora mineira Priscila Freire dará início à programação e em seguida Maria Helena Andrés falará por cerca de uma hora sobre sua experiência nas aulas de desenho no parque com Guignard.

Na parte da tarde, os alunos terão aula de desenho de paisagem - en plein air - com os professores Abílio Abdo e Marina Nazareth.

A aula será na Chácara Santa Eulália, bairro São Bernardo, onde serão implantados o Memorial Alberto e Priscila Freire, o Núcleo de Experimentação e Pesquisa em Arte da Escola Guignard/UEMG, Reserva Ambiental e Projetos de Inclusão Social, em conjunto com o Centro Cultural São Bernardo/PBH, vizinho da chácara.

Detalhamento da proposta

A atividade terá início às 9h na Chácara Santa Eulália, onde os alunos e convidados serão recebidos pelo coordenador e professores. O grupo receberá as orientações e, em seguida, às 9h30 acontecerá uma pausa para café e refrescos.

Após a Aula Aberta, os alunos e convidados poderão visitar (em grupos formados por 4 pessoas, com acompanhamento de guia) a Coleção Alberto e Priscila Freire de Arte Popular do Jequitinhonha.

SERVIÇO

Aula Aberta com a artista plástica Maria Helena Andrés e aula de Desenho de Paisagem com os professores Abílio Abdo e Marina Nazareth

Data e horário: 03 de outubro de 2015, sábado, das 09h às 16h

Local: Chácara Santa Eulália - Bairro São Bernardo - BH

Inscrições presenciais a partir das 15h do dia 28/09/15 - Número de vagas: 22 - Valor: R$60,00

Informações e inscrições: Centro de Extensão da Escola Guignard - UEMG

Rua Ascânio Burlamarque, 540. Bairro Mangabeiras - BH - (31) 3194-9310 das 13h às 19h

VAGAS LIMITADAS

ATENÇÃO: Caso chova o evento será cancelado e o valor da inscrição devolvido

Uma rádio comunitária piloto terá programação voltada para divulgação da cultura quilombola. O projeto, que recebeu investimento daSecretaria de Estado da Educação (SEE), está sendo implantado na Escola Estadual Ministro Petrônio Portela, em Manga, no Norte de Minas Gerais.

A iniciativa faz parte das ações do Governo do Estado no sentido de implantar diretrizes específicas para a educação escolar quilombola.

O coordenador e idealizador do projeto é o professor quilombola Isaias Nascimento, que integra o corpo de docentes da Escola Ministro Petrônio Portela, que atende cerca de 100 alunos da comunidade quilombola Espinho, na zona rural de Manga.

Segundo Isaias, a rádio, que deve entrar no ar no próximo mês de novembro, terá 25 watts de potência, cobrindo as áreas urbana e rural de Manga, onde existem outras nove comunidades quilombolas.

 

Resgate da identidade

A programação da rádio incluirá debates sobre a preservação da cultura quilombola, divulgação de hábitos alimentares, valorização da beleza negra, contação de causos, cantorias, danças, folia de reis, além de prestar serviços para a comunidade local.

 “A ideia principal é transmitir os conhecimentos adquiridos em sala de aula, falar da cultura e das necessidades das comunidades quilombolas e escolar”, resume o professor.

O investimento da SEE na instalação da rádio foi de cerca de R$20 mil para a compra de aparelho de transmissão, mesa de som, microfones, caixas de retorno, computador e adaptação do estúdio.

O projeto já estava estruturado na escola e foi contemplado por seguir critérios pedagógicos previstos no plano de educação quilombola que está sendo implantado em Minas Gerais. Segundo a SEE, iniciativas de outras escolas quilombolas também estão sendo analisadas pela secretaria.

O professor Isaias Nascimento faz parte o Grupo de Trabalho criado pelo Governo de Minas Gerais para implantar as Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola e levantar as demandas das comunidades. Para ele, essa adequação servirá para resgatar a identidade dos quilombolas que tiveram e têm uma contribuição importante na formação social e cultural do país.

 

Consciência das raízes

De acordo com o Censo Escolar 2014, Minas Gerais possui 15.160 alunos matriculados em 191 unidades de ensino quilombolas das redes estadual e municipais. Essas unidades estão localizadas em 80 municípios mineiros.

Luca Assis é um dos quilombolas que estudam na E. E. Ministro Petrônio Portela. Consciente de suas raízes, o aluno do segundo ano do ensino médio não tem dúvidas de que inclusão da história, dos valores e das práticas culturais quilombolas no currículo escolar vai mudar a atitude dos jovens e crianças das comunidades.

“A partir desse resgate, eles vão compreender o seu valor e a riqueza da nossa cultura”, afirma Lucas.

 

Trabalho conjunto

Coordenado pela Secretaria de Estado da Educação, o Grupo de Trabalho para definir diretrizes específicas para a educação escolar quilombola em Minas é composto por representantes do poder público municipal, da sociedade civil organizada e dos povos quilombolas.

De acordo com a superintendente de Modalidades e Temáticas Especiais de Ensino da SEE, Iara Félix Viana, é impossível pensar na educação quilombola sem a participação de todos esses grupos.

“É preciso envolver, por exemplo, as secretarias municipais de educação porque em Minas Gerais temos um número muito maior de escolas quilombolas da rede municipal. Toda proposta vinculada ao Estado também será pensada para os municípios. A ideia é fazer um trabalho conjunto”, ressalta Iara.

 

Quilombolas

As comunidades quilombolas são grupos étnicos – predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana –, que se autodefinem a partir das relações com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade, as tradições e práticas culturais próprias. Estima-se que em todo o país existam mais de 3 mil comunidades quilombolas, cerca de 450 em Minas Gerais.


Crédito: Asscom/SEC

Secretários estaduais reunidos

As políticas públicas para cultura foram discutidas com abrangência nacional na capital mineira. A Secretaria de Estado de Cultura recebeu, ontem e hoje (24 e 25/09), o Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura.

Marcelo Araújo, secretário de Estado de Cultura de São Paulo, destacou o caráter de articulação do encontro. “Aprofundamos a interlocução entre estados para avançar nas proposições em busca de estreitar relações com o MinC (Ministério da Cultura). É fundamental a busca de sinergia e o aprimoramento das estratégias para fomento à cultura”.

A legitimidade do fórum ganha contornos mais concretos na medida em que as discussões pautam o Ministério da Cultura, segundo o secretário de Estado de Cultura da Paraíba, Lau Siqueira. “Percebo que o fórum passou a ter influência direta nas construções de política pública do MinC. Nesses dois dias pensamos situações para que o sistema nacional de cultura realmente funcione. Vejo isso como muito positivo, não estamos nos rendendo à crise, mas estamos buscando superação e o fórum está funcionando como aglutinador desse processo”.

Os trabalhos foram iniciados na quinta-feira (24) com boas-vindas otimista do secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo. “Minas Gerais é um Estado de grandes proporções territoriais e, consequentemente, abriga uma síntese das manifestações artísticas existentes em todo o Brasil. Esse cenário faz com que Belo Horizonte seja um local estratégico para receber este fórum, que teve sua primeira edição em Ouro Preto”. O secretário ainda motivou os colegas de pasta dizendo que “estão reunidos e unidos todos com o intuito do fortalecimento da cultura”.

O secretário de cultura do Distrito Federal e presidente do fórum, Guilherme Reis, agradeceu a calorosa acolhida neste que é o primeiro encontro que acontece fora de Brasília, na atual gestão. Além disso, o presidente mostrou entusiasmo com as discussões propostas para os dois dias de trabalho, considerando-as “necessárias, principalmente levando em consideração o atual momento vivido”.

Com palestrantes mineiros e de outras unidades federativas, os participantes debateram sobre a participação dos estados nos editas do Ministério da Cultura, sobre sustentabilidade e patrimônio e sobre a nova proposta da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.


Divulgação FAOP

Em outubro, na semana da criança, o programa ARO | Formação em Arte, Restauro e Ofícios, da Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP, tem programação especial em parceria com a equipe do projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania.

Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania, é um projeto com iniciativa da FAOP, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional | Iphan e da Universidade Federal de Ouro Preto | UFOP. Partindo de roteiros diversificados, o projeto sugere uma interpretação do patrimônio cultural de Ouro Preto por meio da percepção sensorial do ambiente, abordando conteúdos de arte, cultura e história. As visitas dão forma a uma ação de educação patrimonial destinada à comunidade ouro-pretana e aos estudantes da UFOP.

As atividades acontecem entre os dias 13 a 16 de outubro, sempre das 14h às 17h. Totalizando 100 alunos, eles serão divididos em seis grupos com diferentes roteiros.

Programação:

13/10

2 grupos | saída da Igreja do Rosário – término na Igreja do Pilar

14/10

1 grupo |saída da Escola do Marília de Dirceu – término no São Francisco de Assis

15/10

1 grupo | saída São Francisco de Assis – término na Escola Marília de Dirceu

16/10

2 grupos | saída da Igreja do Rosário – término na Igreja do Pilar

Em outubro, na semana da criança, o programa ARO | Formação em Arte, Restauro e Ofícios, da Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP, tem programação especial em parceria com a equipe do projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania.

Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania, é um projeto com iniciativa da FAOP, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional | Iphan e da Universidade Federal de Ouro Preto | UFOP. Partindo de roteiros diversificados, o projeto sugere uma interpretação do patrimônio cultural de Ouro Preto por meio da percepção sensorial do ambiente, abordando conteúdos de arte, cultura e história. As visitas dão forma a uma ação de educação patrimonial destinada à comunidade ouro-pretana e aos estudantes da UFOP.

As atividades acontecem entre os dias 13 a 16 de outubro, sempre das 14h às 17h. Totalizando 100 alunos, eles serão divididos em seis grupos com diferentes roteiros.

Programação:

13/10

2 grupos | saída da Igreja do Rosário – término na Igreja do Pilar

14/10

1 grupo |saída da Escola do Marília de Dirceu – término no São Francisco de Assis

15/10

1 grupo | saída São Francisco de Assis – término na Escola Marília de Dirceu

16/10

2 grupos | saída da Igreja do Rosário – término na Igreja do Pilar

 

Idealizado e organizado pelo Circuito Turístico Nascentes das Gerais a fim de fomentar o turismo regional, o evento impactará diretamente os 12 municípios da região: Alpinópolis, Capitólio, Carmo do Rio Claro, Cássia, Claraval, Delfinópolis, Guapé, Ibiraci, Itaú de Minas, Passos, Pratápolis e São João Batista do Glória. Busca-se com o evento o incentivo à prática do turismo interno por meio da promoção e apoio à comercialização de atividades turísticas na região.

 

A Praça Central de Capitólio abrigará estandes para os municípios e seus receptivos, para a Secretaria de Estado de Turismo (SETUR) e Secretaria de Estado de Governo (SEGOV) – sendo essa a patrocinadora do evento por meio do Edital SEGOV nº001/2015.

 

Além disso, ocorrerão palestras ao trade turístico, exposição e comercialização de artesanatos e produtos típicos e apresentações de manifestações artísticas tradicionais.

 

Paralelamente, ocorre também na região o 2º Festival Gastronômico e Cultural de Capitólio “Sabores do Peixe”, de 18 de setembro a 18 de outubro.

 

Mais informações em: www.salaoregionaldeturismo.com.br.

 


Crepúsculo dos Deuses 2

A mostra Eric Von Stroheim: O Gênio Maldito é composta por filmes raros e complexos do emblemático cineasta austríaco e importante figura para o cinema do início do século XX. Com uma programação recheada por 14 filmes em que Stroheim atua e dirige, a mostra ressalta sua grande versatilidade, possibilitando um amplo panorama da carreira do artista. Além dos filmes dirigidos por Stroheim, serão exibidos longas de importantes diretores como Billy Wilder e Jean Renoir, que contam com atuação do austríaco. Tudo em formato digital.

Com mais de 30 anos de carreira, Stroheim se destacou por seu cinema detalhista, que prezou por uma estética perfeccionista e utilizou a imagem e um uso específico da montagem como importantes recursos narrativos. Dono de uma personalidade muito forte, o diretor adquiriu fama de “maldito” por ser muito intransigente com suas escolhas no set, tentando ser sempre o mais verossímil possível. Por esse motivo, Stroheim foi demitido inúmeras vezes, inclusive de produções já em andamento. Em alguns casos, pela troca de profissionais, não foi creditado como diretor. Além disso, muitos dos seus filmes sofreram influência direta dos estúdios, que reeditavam seu corte final, como no longa Ouro e Maldição, cujo primeiro corte possuía cerca de 9 horas de duração.

Abordando temáticas como o adultério, o sadismo e a degeneração em seus filmes, Stroheim busca trabalhar o conflito das relações sociais, explorando características como a sensualidade e a ganância. Demonstrando uma visão muitas vezes cruel e não-complacente sobre o mundo, a personalidade excêntrica do diretor reflete o seu fascínio pela deterioração da sociedade, como é apresentado em Maridos Cegos e Esposas Ingênuas. “A filmografia de Stroheim traz uma perspectiva muitas vezes crítica, mas que se afasta do moralismo e se aproxima de um certo fascínio pela condição degenerada do ser humano no tecido social”, aponta Philipe Ratton, Gerente de Cinema da FCS.

Stroheim conviveu com o nascimento da linguagem cinematográfica através das parcerias com o polêmico cineasta D. W. Griffith. Assim, Stroheim é influenciado por um cinema narrativo, com uma montagem que valoriza o detalhismo presente em cena. “Analisar o cinema de Stroheim é analisar a potencialidade da linguagem do cinema em sua essência. Indo além da linguagem que está disponível o diretor faz escolhas narrativas muito ousadas para aquele período”, comenta Ratton.

Stroheim, o ator - Imigrando da Áustria para os Estados Unidos em 1909, Stroheim já em seus primeiros anos na América do Norte conquista trabalhos em Hollywood como figurante, cenógrafo e assistente de direção. Vivenciando a transição entre o Cinema Mudo e o advento do som como uma nova possibilidade narrativa cinematográfica, Stroheim participou como ator de importantes obras de ambos os períodos, como Crepúsculo dos Deuses e A Grande Rainha.

Com expressão facial intensa e atributos físicos que lhe permitiam ser facilmente caracterizado como vilão, em diversas oportunidades Stroheim assumiu o papel de soldado alemão, em uma época em que, paralelamente à 1ª Guerra Mundial, Hollywood explorava os filmes de guerra como propaganda para incitar o nacionalismo. Nos filmes mudos em que Stroheim atua é possível perceber a construção do personagem caricato, a partir do estereótipo do soldado alemão, que intensificam uma imagem de tirano cruel e inescrupuloso.

ERICH VON STROHEIM - Nascido em Viena em 1885, Stroheim mudou-se para os Estados Unidos em 1909, onde construiu sua carreira na indústria cinematográfica como um importante ator da era do Cinema Mundo e famoso por interpretar soldados alemães durante a Primeira Guerra. Também tornou-se conhecido por seu trabalho autoral enquanto diretor, onde destacou-se por utilizar técnicas modernas que valorizam os detalhes presentes em cena, influenciando grandes nomes do cinema, desde Billy Wilder a Martin Scorsese.

CINE HUMBERTO MAURO – Localizado no Palácio das Artes, o Cine Humberto Mauro possui 129 lugares e modernos equipamentos de projeção e som. Recebe público fiel, que comparece às suas diversas atividades como festivais, lançamentos de filmes, cursos de cinema, debates e seminários. O espaço conta, ainda, com sessões permanentes de cinema e realiza, a cada ano, grandes mostras sobre cineastas e gêneros relevantes na história do cinema mundial, além de produzir o Festival Internacional de Curtas Metragens de Belo Horizonte - o FESTCURTASBH. 


Cinco dias, cerca de 40 sessões, entre debates, workshops e intervenções artísticas, com a participação de mais de 80 autores de nacionalidades diversas, além de uma homenagem e exposição em memória do escritor Graciliano Ramos: este será o clima de Ouro Preto entre os dias 4 e 8 de novembro, quando será realizada mais uma edição do Fórum das Letras, encontro literário que se tornou referência em todo o Brasil por seu caráter inclusivo, democrático e de fomento à leitura. O evento, inteiramente gratuito, será realizado em torno do mote Diversidade Cultural e Liberdade de Expressão. O Fórum das Letras de Ouro Preto é uma realização da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

“Estamos em um momento crucial da história, em que é preciso trabalhar ativamente pela paz e compreensão entre culturas diferenciadas. As narrativas que diferentes culturas constroem sobre o mundo falam de sua relação com o meio. Os conflitos vividos em nossa era tão conturbada se originam, muitas vezes, dessa cisão entre o homem e suas formas de expressão”, explica a idealizadora e coordenadora do evento, a escritora Guiomar de Grammont

Contribuindo para a aproximação entre autores e leitores, a compreensão da diversidade cultural, o respeito às individualidades e os debates sobre a produção artística e literária, estarão presentes nomes como Ana Elisa Ribeiro, Betty Mindlin, Carlito Azevedo, Cecília Boal, Christian Dunker, Conceição Evaristo, Cremilda Medina, Fabio Weintraub, Felipe Pena, Geraldo Carneiro, Heliete Vaitsman, Jards Macalé, João Batista Melo, Jorge Mautner, Juremir Machado, Laerte Coutinho, Luize Valente, Marcelino Freire, Miriam Leitão, Pedro Vasquez, Roger Mello, Sérgio Abranches e Vladimir Safatle, entre outros nomes de peso. Completam esta seleção os convidados internacionais John Dinges (EUA), José Luís Peixoto (Portugal) e Lopito Feijóo (Angola).

Vale destacar, ainda, a inauguração da primeira casa de refúgio para escritores da América Latina, conforme anúncio feito na edição de 2014, quando os representantes do International Cities of Refuge Network (Icorn) e da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) assinaram a carta de intenção. Na oportunidade, estará presente o primeiro autor a ser abrigado pela instituição, contribuindo assim para a liberdade de expressão daqueles que sofrem com censuras e perseguições de regimes totalitários em seus países de origem, iniciativa que ganha ainda mais corpo em tempos atuais.

“O fato de Ouro Preto acolher um projeto como esse é de extrema importância, já que a cidade foi palco de movimentos de resistência e de lutas pela liberdade. A Inconfidência, o movimento de insurgência mais importante do Brasil colonial, foi realizado por uma agremiação de poetas, a Arcádia Mineira. Esse movimento é revivido simbolicamente todos os anos com a homenagem a Tiradentes. Ouro Preto é a cidade ideal para celebrar a liberdade de expressão”, afirma Guiomar de Grammont.

HOMENAGEM

O debate inaugural do Fórum das Letras de Ouro Preto fará uma homenagem a um cânone da literatura nacional, Graciliano Ramos, cuja obra é marcada por alta complexidade social, política e psicológica. Dessa forma, a mesa Graciliano Ramos e a liberdade de expressão contará com a presença do escritor Ricardo Ramos e da ensaísta Elizabeth Ramos, netos do autor, além de Audálio Dantas, autor de A infância de Graciliano Ramos, e Wander Melo Miranda, autor de diversos estudos e livros sobre o alagoano.

Também será montada a exposição A palavra foi feita para dizer, com manuscritos, fotos e vídeos em memória do escritor. A mostra contou com o envolvimento do crítico literário Lourival Holanda, dos fotógrafos Walter Craveiro e Evandro Teixeira, dos pesquisadores Ieda Lebensztayn e Thiago Mio Salla, Luiza Ramos Amado e Selma Caetano.

CICLO JORNALISMO E LITERATURA

Como tradicionalmente acontece, o Fórum das Letras de Ouro Preto será palco para discussões e reflexões relacionadas à produção jornalística. Coordenado pela professora Marta Maia, o núcleo receberá alguns dos mais importantes jornalistas brasileiros, como Adriana Carranca (Estado de S. Paulo), Audálio Dantas, Laura Capriglione (Jornalistas Livres), Leonardo Sakamoto (ONG Repórter Brasil) e Marina Amaral (Agência Pública).

O Ciclo Jornalismo e Literatura contará, ainda, com a oficina “Jornalismo em Quadrinhos”, ministrada pelo artista gráficoRobson Vilalba (Gazeta do Povo), vencedor do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos em 2015. A participação é gratuita, com inscrições presenciais no Grêmio Literário Tristão de Ataíde (GLTA), local de realização dos debates, a partir de 5 de novembro.

#DASLETRAS

Pelo segundo ano consecutivo, o Fórum contará com o #DasLetras, espaço destinado a debates sobre a relação da literatura com outras artes, questões comportamentais etc. Com curadoria do professor Bernardo de Amorim, a programação contará com as mesas Vozes da diversidade: a prosa brasileira contemporânea, com Conceição Evaristo, Uelinton Alves e Betty Mindlin; Texturas no corpo da cidade: dramaturgias do espaço e intervenções poéticas, com Larissa Alberti, Jéssica Balbino e Luciana Romagnolli; e Os poetas e o politicamente correto, com Ana Elisa Ribeiro, Lopito Feijó (Angola), Geraldo Carneiro e Antônio Calloni.

FÓRUM DAS LETRAS JURÍDICAS

Pelo terceiro ano consecutivo, o Fórum das Letras abre espaço em sua programação para discussões envolvendo a literatura e o direito. Com curadoria do professor Bruno Camilloto, os debates acontecerão no Salão Nobre da Escola de Minas, sempre pela manhã. Para esta edição, foram pensados temas jurídicos contemporâneos que se relacionassem com a temática Diversidade Cultural e Liberdade de Expressão, e que fossem de interesse social.

FÓRUM DAS LETRINHAS

Com o objetivo de estimular a leitura desde a infância, o Fórum das Letras de Ouro Preto promove também o Fórum das Letrinhas. O braço infantojuvenil do evento contribui para a formação de estudantes das instituições de ensino da rede pública e privada de Ouro Preto, Mariana e distritos, com dezenas de atividades pedagógicas e educacionais. Além disso, estão previstos espetáculos teatrais e contações de histórias.

Em 2015, o Letrinhas segue democratizando o acesso à literatura infantil, por meio de oficinas de formação e debates, junto aos professores, alunos e alunas das escolas da região. Na programação, destaca-se a participação de Roger Melo, vencedor do Prêmio Hans Christian Andersen (2014), considerado o Prêmio Nobel da literatura infanto-juvenil, e a premiada ilustradora e escritora Mariana Massarani.

O FÓRUM DAS LETRAS

O Fórum das Letras de Ouro Preto, um dos empreendimentos literários mais famosos no Brasil, é anualmente organizado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), tendo como idealizadora a professora Guiomar de Grammont. Ele foi criado com o objetivo de instaurar entre escritores e leitores uma fértil interação e também no intuito de destacar o significativo papel da cidade de Ouro Preto, Patrimônio Cultural da Humanidade.

O principal objetivo do evento é construir uma ponte entre as culturas de língua portuguesa, promovendo o encontro entre criadores, editores, divulgadores, críticos e interessados na literatura dos diferentes países e comunidades dessas mesmas culturas. Com 11 anos de realização, o Fórum das Letras contribuiu consideravelmente para a formação de leitores na região dos Inconfidentes, notadamente em Ouro Preto, cidade Patrimônio Mundial, e para o desenvolvimento sustentável através da formação de leitores. 

Desde sua gênese, o Fórum se constituiu um espaço para o desenvolvimento de propostas em comum para promover o acesso dos autores lusófonos aos espaços de divulgação e difusão das suas obras no mundo, acesso por vezes dificultado por questões exteriores ao universo literário.

O evento conta com patrocínio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, BNDES, Petrobras e Samarco. Governo Federal: pátria educadora.

Mais informações: www.forumdasletras.ufop.br.

SERVIÇO:

Fórum das Letras de Ouro Preto

Data: 4 a 8 de novembro

Local: Ouro Preto (consultar a grade de programação)

Gratuito


Crédito: VejaBH

MUQUIFU

O MUQUIFU - Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos, fundado em novembro de 2012, será tema de dois encontros em duas universidades francesas: dia 6 de novembro, Université de Lorraine, em sua sede em Nancy, e dia 2, na Université de Rouen. Em ambas as oportunidades, o tema tratado nas palestras será a originalidade do museu de Belo Horizonte que se dedica a preservar as memórias das populações vítimas da ´gentrificação´, movimento urbano que expulsa para longe os habitantes mais vulneráveis dos centros urbanos. A iniciativa partiu da professora dra. Giuliana Tomasella, orientadora na Tese de Graduação desenvolvida pelo padre Mauro Luiz da Silva, diretor do MUQUIFU, na Universidade de Pádova - Itália, de 2008 a 2012.

"Estamos muito felizes com os excelentes resultados alcançados pelo Muquifu em tão pouco tempo de sua fundação, logo após o meu retorno da Itália. São quase três anos de muita dedicação, muito trabalho, muita criatividade para cumprir nosso papel na aplicação prática dos conceitos da museologia social, também chamada de museologia comunitária. Estivemos na Itália para nossa Primeira Exposição Itinerante, em janeiro e fevereiro do ano passado, e, agora, retornaremos à Europa para fazer chegar o mais longe possível a nossa denúncia: ´as histórias e as memórias dos negros, pobres e favelados não podem ser soterradas pelos tratores da especulação imobiliária”, afirma padre Mauro.

Para ministrar as palestras nas universidades francesas também foi convidado o artista plástico pernambucano Cleiton Gos que, juntamente com o artista Marcial Ávila, executa o trabalho de pintura da Igreja dos Santos Pretos, na Vila Estrela, em Belo Horizonte:

"Nosso objetivo é preservar a história e a memória das mulheres que há tantos anos frequentam esta capela e aqui se identificam, se manifestam através de gestos muito corriqueiros... Enquanto elas fazem o Chá da Dona Jovem, atividade cheia de ternura e espiritualidade, toda memória da Vila Estrela e do Aglomerado Santa Lúcia é preservada”, completa Ávila.


 

O Diretor de Pesquisa Informação e Estatística da SETUR-MG, Rafael Oliveira, será um dos palestrantes da noite do dia 29, no Auditório do Sesc , apresentando o painel: Tecnologias e Indicadores do Turismo. “A palestra focará nos dados de tendências de perfil do consumidor no turismo mundial e a importância do monitoramento da opinião dos usuários em redes sociais para elaboração de indicadores que auxiliem nas tomadas de decisões dos gestores do turismo.”, explica o turismólogo.

Outros palestrantes nacionais e internacionais, especialistas nos temas Tecnologia, Indicadores, Desenvolvimento e Inclusão Social, também participarão dessa Semana do Turismo. O evento visa promover o debate, disseminar o conhecimento e estimular adoção de novas práticas no trade turístico de Minas Gerais.

As inscrições são gratuitas. Para mais informações acesse: www.semanadoturismo.com

 

 


A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Intendência da Cidade Administrativa (CA), promoverá, na próxima quarta-feira (07/10), apresentação da Banda de Música São Vicente de Paulo na Cidade Administrativa. As entradas dos prédios serão transformadas nas tradicionais praças mineiras, que se enfeitam para ver a banda passar.

A Banda de Música São Vicente de Paulo é composta predominantemente por crianças e regida pelo maestro mineiro, Milton Henrique de Souza Brasil. Criada em 2012, no município de Baldim, região central de Minas Gerais, possui repertório que passa pela música clássica à popular brasileira.

A apresentação é a segunda de uma série que se prolonga até o fim do ano, a cada primeira quarta-feira dos próximos meses. O objetivo é aliar a valorização da cultura mineira de tradição à dinamização e humanização do local de trabalho.

O investimento em atividades culturais, que provocam uma nova apropriação da Cidade Administrativa, é uma antiga reivindicação dos servidores público e se tornou um dos principais compromissos do Governo de Minas Gerais, em 2015. Participarão ainda da ação as seguintes bandas: a Corporação Musical São Sebastião de Inhaúma; e a Sociedade Musical Santa Cecília de Mariana.

Fique ligado no cronograma para as próximas apresentações:

04/11 Sociedade Musical Santa Cecília, de Mariana - 12h às 14h

02/12 Corporação Musical São Sebastião, de Inhaúma - 12h às 14h

Programa Bandas de Minas

Ainda neste ano, a SEC lançou o programa Bandas de Minas, em parceria com a Codemig. Por meio de edital, as corporações musicais receberão instrumentos de qualidade, garantindo a excelência das apresentações mineiras. Além disso, será realizado, em novembro, um Encontro de Bandas, integrando programação do Circuito Cultural Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Acesse editais e mais informações em: www.programabandasdeminas.mg.gov.br

A partir desta edição, as corporações musicais receberão instrumentos de qualidade, garantindo a excelência das apresentações mineiras. O desenvolvimento do Estado passa, necessariamente, pela formação cultural e a SEC oferecerá oficinas de formação profissional aos músicos e maestros mineiros.

Também é novidade do edital de 2015 o critério de ‘Região Territorial’ onde está localizada a corporação musical concorrente. A inserção dessa regra se baliza na diretriz de regionalização do Governo Fernando Pimentel, que consiste em estimular a produção cultural mineira, por meio das políticas públicas voltadas para os 17 territórios de desenvolvimento.


Crédito: Carlos Alberto/Imprensa MG

Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estduais de Cultura

As políticas públicas para cultura serão discutidas com abrangência nacional nesta semana, na capital mineira. A Secretaria de Estado de Cultura recebe, hoje e amanhã (24 e 25/09), no Centro de Arte Popular – CEMIG, o Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura.

Os trabalhos foram iniciados nesta manhã de quinta-feira (24) com boas-vindas otimista do secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo. “Minas Gerais é um Estado de grandes proporções territoriais e, consequentemente, abriga uma síntese das manifestações artísticas existentes em todo o Brasil. Esse cenário faz com que Belo Horizonte seja um local estratégico para receber este fórum, que teve sua primeira edição em Ouro Preto”. O secretário ainda motivou os colegas de pasta dizendo que “estão reunidos e unidos todos com o intuito do fortalecimento da cultura”.

O secretário de cultura do Distrito Federal e presidente do fórum, Guilherme Reis, agradeceu a calorosa acolhida neste que é o primeiro encontro que acontece fora de Brasília, na atual gestão. Além disso, o presidente mostrou entusiasmo com as discussões propostas para os dois dias de trabalho, considerando-as “necessárias, principalmente levando em consideração o atual momento vivido”.

Com palestrantes mineiros e de outras unidades federativas, os participantes debatem sobre a participação dos estados nos editas do Ministério da Cultura, sobre sustentabilidade e patrimônio e sobre a nova proposta da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Serviço: Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura

Data: 24 e 25 de setembro

Horário: das 10h às 18h

Local: Centro de Arte Popular – CEMIG – Rua Gonçalves Dias, 1608, Lourdes

 


AA EDLA VAN STEEN 3

O projeto O autor na Academia traz no dia 14 de outubro, quarta-feira, a escritora catarinense Edla Van Steen para o lançamento do livro Amor ao Teatro, às 19h no auditório Vivaldi Moreira da Academia Mineira de Letras, com entrada franca. A autora falará sobre a obra, uma seleção com 783 críticas teatrais de autoria de seu marido, o teórico, crítico teatral, jornalista e professor mineiro, Sábato Magaldi, que é também membro da Academia Brasileira de Letras. Trinta exemplares da obra estarão à venda no dia do evento pelo preço simbólico de R$20,00 ( o valor normal é R$154,00).

Publicadas nos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, entre 1966 e 1988, as críticas reunidas no livro revelam a história do teatro brasileiro sob a ótica de Sábato, um intelectual atento e militante das causas teatrais, seja em sala de aula seja na redação de jornais. A pesquisa, seleção e organização da obra ficaram a cargo da companheira de teatro e esposa, Edla Van Steen, que, com a assessoria de José Eduardo Vendramini, teve a competência de coletar todo o material muitas vezes indisponível no formato digital.

Em mais de mil páginas, Amor ao Teatro  inclui críticas às obras dirigidas por grandes nomes do teatro brasileiro, algumas figuras históricas como Antunes Filho, Antônio Abujamra e Zé Celso, passando por artistas importantes, como Dercy Gonçalves, Fernando Torres e Gianni Ratto, e os contemporâneos Gerald Thomas, Miguel Falabella e Wolf Maia, recontando toda a história do teatro brasileiro amalgamada com a história do país, dos anos de chumbo à abertura democrática.

No livro, encontram-se críticas teatrais das maiores obras do teatro brasileiro, como o caso de O rei da vela, de Oswald de Andrade, dirigida por Zé Celso e com figurino de Hélio Eichbauer.  De Augusto Boal, amigo de Sábato - é sabido que foi a seu convite que o dramaturgo voltou de fora do país para dirigir o Teatro de Arena de São Paulo-, há críticas das peças Inspetor geral (1966), A moschetta (1967), A comédia atômica (1969), Zumbi (1969), O aniversário da mãe (1980) e La malasangre (1987), mostrando a importância do Teatro de Arena na revolução estética proposta pelo grupo e os alicerces da famosa metodologia que Boal viria a desenvolver mais tarde, o Teatro do Oprimido.


Hoje aos 88 anos, Sábato tem seu nome marcado na história do teatro brasileiro como poucos. Retratou a produção teatral nacional com suas análises fundamentadas e precisas e, de uma forma ou de outra, contribuiu diretamente com a evolução do teatro.

Sobre Sábato Magaldi

Nasceu em 9 de maio de 1927, em Belo Horizonte (MG), tornou-se bacharel em Direito, pela Universidade de Minas Gerais, em 1949 e obteve certificado em Estética pela Sorbonne (Paris), em 1953. Foi crítico teatral do Diário Carioca entre 1950 e 1953, do Jornal da Tarde, de 1966 a 1989, e da revista Visão entre 1968 e 1975. Antes disso, foi titular da coluna de teatro do “Suplemento Literário” de O Estado de S. Paulo, a partir de 1956. Foi professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo desde 1970, pela qual ganhou o título de professor emérito em 2000. Nos anos letivos de 1985 a 1987, lecionou, como professor associado, no Instituto de Estudos Portugueses e Brasileiros da Universidade de Paris III (Sorbonne Nouvelle) e, em 1989 a 1991, no Instituto de Estudos Portugueses e Brasileiros da Universidade de Provence, em Aix-en-Provence.

Em 2006, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela UniBrasil, Curitiba (PR). Publicou os livros Panorama do Teatro Brasileiro, Temas da História do Teatro, Aspectos da Dramaturgia Moderna, Iniciação ao Teatro, O Cenário no Avesso (Gide e Pirandello), Um Palco Brasileiro – O Arena de São Paulo, As Luzes da Ilusão, Nelson Rodrigues:Dramaturgia e Encenações, Brasil: Palco e Paixão, O Texto no Teatro, Moderna Dramaturgia Brasileira, Cem Anos de Teatro em São Paulo, em parceria com Maria Thereza Vargas, Teatro da Ruptura: Oswald de Andrade, Teatro da Obsessão: Nelson Rodrigues, Teatro Sempre e Teatro em Foco, Artur Azevedo, Coleção Essencial, Academia Brasileira de Letras, A Função da Crítica (2014), ao lado de Bárbara Heliodora e Jefferson Del Rios.

Entre os muitos prêmios obtidos, Jabuti de Teatro, da Câmara Brasileira do Livro, em 1963 e 1965; Chevalier des Arts et Lettres, do Governo Francês, em 1967; Prêmio Molière (Especial), da Air France, em 1976; Chevalier de l’Ordre National du Mérite, do Governo Francês, em 1978; Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra, em 1990; Prêmio Juca Pato, Intelectual do Ano de 1997, concedido pela União Brasileira de Escritores e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1994.

Sobre Edla Van Steen

Escritora e esposa de Sábato Magaldi, Edla van Steen nasceu em Santa Catarina, em 1936. Recebeu vários prêmios nas áreas de cinema, literatura, teatro e arte e possui mais de 20 livros publicados, entre contos, romances, entrevistas, peças de teatro e livros de arte. Com O último encontro, sua primeira peça encenada, recebeu o prêmio Molière de "Melhor Autor", em 1989. Teve quatro de seus livros publicados nos Estados Unidos: Village of the Ghost BellsA Beg of StoriesEarly Morning e Scent of Love. Seu primeiro livro de contos, Cio, foi lançado em 1965. Publicou ainda o romance Madrugada (1992), o livro de contos Cheiro de amor (1996) e o livro infanto-juvenil O presente (2001).

Obras de diferentes estilos da música coral fazem parte do repertório do Coral Lírico de Minas Gerais na série Lírico no Museu. Sob regência da maestrina Lara Tanaka, o corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado interpreta, pela primeira vez na série, as peças Beatus Vir, do italiano Antonio Vivaldi; e And so it goes, do músico norte-americano Billy Joel. O repertório ainda conta com composições de BrahmsLouis Vierne e Duke Ellington.

O programa do concerto será dividido em duas partes. Na primeira, o Coral Lírico de Minas Gerais interpreta uma síntese de obras sacras e eruditas, com forte presença do estilo barroco no repertório, e acompanhamento do pianista Hélcio Vaz do Val. Já a segunda metade da apresentação é voltada para obras seculares, que têm na essência um tom mais popular. O acompanhamento é do pianista e arranjador Fred Natalino.

Segundo a maestrina Lara Tanaka, essa mistura de repertório, além de reunir algumas das das principais peças que Coral Lírico tem apresentado na temporada 2015, faz com que os coristas estejam sempre afinados para diferentes concertos. “O coro precisa ter essa flexibilidade, já que nós temos uma demanda de repertorio bastante eclético para cumprir, e tudo isso é muito enriquecedor para o Coral”, diz.

Diferentes estilos – Além da divisão entre canções eruditas e seculares, essa apresentação do Coral Lírico reúne duas peças inéditas no repertório da série Lírico no Museu. A primeira delas, Beatus Vir, é uma composição do italiano Antonio Vivaldi. A versão original possui sete movimentos, mas o CLMG irá interpretar três. “São os movimentos que reúnem características marcantes de Vivaldi, como seus padrões rítmicos vigorosos, uma música cheia de vitalidade e imaginação”, explica Lara Tanaka.

Composta na década de 1980 pelo americano Billy Joel, a canção And so it goes é a segunda peça inédita no repertório do concerto. Os versos narram a história de um relacionamento que o artista teve e terminou de maneira brusca. O CLMG vai interpretar a peça com arranjo de piano escrito especialmente para o grupo King’s Singers, grupo vocal britânico, fundado em 1968 por seis alunos do King s College, em Cambridge, na Inglaterra.

O repertório do concerto reúne, ainda, obras de Dietrich Buxtehude, Johannes Brahms e Louis Vierne, três notórios compositores de peças sacras e eruditas. A segunda parte do concerto conta com Três Canções Latino Americanas, peças que remetem às tradições folclóricas da Argentina, Elijah Rock, de Joshua Nelson; e Freedom, de Duke Ellington.

À frente do Coro – A apresentação é especial para a maestrina Lara Tanaka. Regente-titular do Coral Infantojuvenil Palácio das Artes há 15 anos, ela se tornou regente assistente do CLMG em 2014. Esta será a primeira vez que Lara assume a regência do Coral Lírico de Minas Gerais na série Lírico no Museu.  À frente do coro, ela decidiu, então, dar um toque mais pessoal ao repertório, selecionando composições que marcaram a sua trajetória.

“Eu sou cravista por formação, e me especializei em música barroca. Então, eu tentei trazer algo barroco para o concerto. Escolhi Beatus Vir, do Vivaldi, por me identificar muito com a música, especialmente o movimento In memoria aeterna, que conserva várias características barrocas”, destaca Lara Tanaka

Para Lara, a primeira regência na série é um desafio, e, ao mesmo tempo, uma grande honra. “Eu me sinto honrada em poder reger o Coral Lírico nesta série. É um grupo com o qual eu sinto muita empatia e o trabalho ao lado deles flui de maneira muito proveitosa. Todos são muito profissionais, o que me deixa ainda mais segura.”, aponta. 

Coral Lírico de Minas Gerais – Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e que interpreta um repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Dentro das estratégias de difusão do canto lírico, o Coral Lírico desenvolve diversos projetos que incluem Concertos no Parque, Lírico na Cidade, Concertos Didáticos e participação nas temporadas de óperas realizadas pela Fundação Clóvis Salgado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o público possa conhecer e fruir a música coral de qualidade, além de vivenciar o contato com os artistas.

Lincoln Andrade – Regente titular do Coral Lírico de Minas Gerais, possui doutorado em Regência pela University of Kansas, EUA, mestrado pela University of Wyoming, EUA, onde também foi professor assistente e ministrou aulas de canto coral e regência coral. Foi diretor musical do grupo Invoquei o Vocal, maestro titular do Madrigal de Brasília e do Coral Brasília. Recebeu prêmios nos Estados Unidos e na Europa. Foi professor e diretor da Escola de Música de Brasília. Regeu concertos na Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Hungria, Paraguai, Polônia, Portugal e Turquia. É produtor musical, apresentador e entrevistador dos programas Conversa de Músico e Conversa de Músico Concertos, produzidos e veiculados pela TV Senado. Atualmente, é professor de regência e coordenador da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG. É constantemente convidado para ministrar palestras sobre regência e canto coral em festivais no Brasil.

Lara Tanaka – Mineira de Belo Horizonte, é formada em piano pelo Conservatório de Música de Minas Gerais e bacharel em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participou de aulas e masterclasses com Sérgio Magnani, Roberto Tibiriçá, Cláudio Ribeiro, Per Brevig, Mogens Dahl e Nelson Niremberg.  Em 2003 gravou o CD Villa-Lobos e os Brinquedos de Roda, com o Coral Infantojuvenil Palácio das Artes e o Grupo de Percussão da UFMG. A obra foi finalista do Prêmio TIM da Música de 2004, na categoria de melhor CD infantil. Atualmente, é regente assistente do Coral Lírico de Minas Gerais e regente titular do Coral Infantojuvenil Palácio das Artes.

Sobre os compositores

Dietrich Buxtehude (1637–1707) Organista e compositor dinamarquês do período barroco, é considerado um dos representantes mais importantes do estilo barroco alemão. Buxtehude ganhou prestígio no cenário música clássica com o retorno dos Abendmusik, saraus vespertinos organizados na igreja de Marienkirche. Foi durante esse período que Buxtehude compôs algumas de suas principais obras.

Johannes Brahms (1833–1872) – Nasceu em 1833 na Alemanha e é um dos grandes representantes do romantismo. Filho de músico, demonstrou vocação para o piano já na infância. Foi maestro da Sociedade de Amigos da Música em 1872 e regeu a Orquestra Filarmônica de Viena por três temporadas seguidas. O compositor e pianista faleceu em 1897, em Viena.

Antonio Lucio Vivaldi (1678–1741) Grande compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. É considerado uma das mais notáveis figuras da música clássica mundial. Destacou-se, principalmente, por seus concertos que influenciaram diversos músicos de períodos de diferentes gerações e estilos. Durante sua carreira, publicou concertos, sonatas, óperas, obras sacras, serenatas entre outros. Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas.

Billy Joel (1949–) Cantor, compositor e pianista norte-americano, William Joseph Martin Joel lançou seu primeiro trabalho de sucesso, Piano Man, em 197. Desde então, Joel tem emplacado sucessos ao redor do mundo. Foi vencedor de seis Grammy, sendo indicado 23 vezes para a premiação. Joel possui 16 álbuns de estúdio, entre coletâneas e discos inéditos. Seu trabalho mais recente é River of Dreams, de 1993.

Jester Hairston (1901–2000) – Compositor, condutor de corais e ator norte-americano, é considerado um dos grandes especialistas em músicas espirituais afro-americanas e corais. Concluiu sua formação musical na Juilliard School e realizou trabalhos notáveis com coros na Broadway. Entre suas principais composições estão a canção gospel Amen e a natalina Mary s Boy Child.

Duke Ellington (1899–1974) – Edward Kennedy "Duke" Ellington foi um compositor, pianista norte-americano. É considerado como uma das maiores influências do jazz durante as décadas de 1920 e 1960. A experimentação na música sempre foi uma das características mais marcantes de Ellington. Realizou diversos trabalhos ao lado de orquestras e trilhas sonoras para filmes. Foi o primeiro músico de jazz a ingressar na Academia Real de Música de Estocolmo.

Louis Vierne (1870–1937) – Compositor e organista francês, Louis Vierne, tinha um estilo elegante e limpo para compor suas peças. Considerado de profundo romantismo, o trabalho do compositor reúne seis sinfonias para órgão, 24 peças fantasia, e 24 obras em estilo livre. Há, também, inúmeros trabalhos para orquestras de câmara, como sonatas para violino e cello e um quarto de cordas.

Programa

Ihr lieben Christen, freuteuch nun

Dietrich Buxtehude

Geistliches lied

Johannes Brahms

Beatus vir

Antonio Vivaldi

In memoria aeterna

Antifona

Paratum cor eius

Kyrie Eleison

Louis Vierne

And so it goes

Billy Joel

Três Canções Latino Americanas

Em los Surcos del Amor

Jacinto Chiclana

Verano Porteño

Elijah Rock

Joshua Nelson

Freedom

Duke Ellington

 

A Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (SETUR-MG) estará presente para apresentar a importância do Turismo de Negócios no segmento moda na Economia Criativa. Por meio de um stand com dois balcões, a SETUR divulgará o portal de Turismo do Estado e passará informações turísticas aos convidados. O segundo balcão contará com a presença dos receptivos Libertas Viagens, Primotur e BH4You, que apresentarão roteiros da Estrada Real aos visitantes.

 

Essa edição será a do Outono-Inverno 2016, com o tema “Força de Quem Faz”, que vem para reafirmar o trabalho artesanal como principal atrativo da moda mineira, prestando assim, uma homenagem ao ofício criativo.

 

O evento é promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e acontecerá no Centro de Convenções Expominas, de 10h as 20h.

 


Técnicas de redação

A Biblioteca Pública concede o intensivo de técnicas de redação, preparatório para o ENEM 2015, nos dias 26 de setembro e 3 de outubro (sábados), no Teatro José Aparecido de Oliveira.

Vitor Vasques, filósofo, educador e professor do curso, antecipa o conteúdo a ser ministrado. “Vou ensinar técnicas que podem auxiliar os candidatos na interpretação, construção e desenvolvimento da redação deste ano, analisando o papel da linguagem e da leitura no processo de compreensão da realidade social brasileira, as características de um texto dissertativo-argumentativo, e ainda apresentar os erros mais comuns das redações, e como evitá-los.

O Técnicas de redação para o Enem 2015 acontece no Teatro José Aparecido de Oliveira, Praça da Liberdade, 21, Funcionários. A participação é gratuita e as vagas limitadas. Haverá emissão de certificados.


O Teatro Municipal de Sabará, um dos mais antigos do Brasil, recebe, no dia 09 de outubro (sexta-feira), às 20h, Saulo Laranjeira, secretário de Cultura do município, e Acir Antão para projeto Sarau Brasileiro, que nesta edição homenageia o centenário de Orlando Silva, conhecido como “Cantor das Multidões”. Depois da apresentação, todos irão sair em serenata pelo centro histórico de Sabará.


As políticas públicas para cultura serão discutidas com abrangência nacional nesta semana, na capital mineira. A Secretaria de Estado de Cultura recebe, durante os dias 24 e 25 de setembro de 2015, no Centro de Arte Popular – CEMIG, o Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura.

Representantes de pelo menos 19 estados brasileiros vão refletir sobre temas que estão no cerne do debate nacional sobre a cultura. É o primeiro encontro do Fórum que acontece fora de Brasília, na atual gestão.

Com palestrantes mineiros e de outras unidades federativas, os participantes vão debater sobre a participação dos estados nos editas do Ministério da Cultura, sobre sustentabilidade e patrimônio e sobre a nova proposta da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, registra o protagonismo mineiro no cenário do país: “A agenda positiva da cultura em Minas Gerais é referência nacional, e isso nos entusiasma e nos incentiva”.  A presença dos dirigentes estaduais em Belo Horizonte, segundo ele, “enfatiza a contribuição mineira ao país, destaca o programa que realizamos no Estado e amplia o diálogo, em busca do nosso aperfeiçoamento”.  

Serviço: Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura

Data: 24 e 25 de setembro

Horário: das 10h às 18h

Local: Centro de Arte Popular – CEMIG – Rua Gonçalves Dias, 1608, Lourdes

Confira programação completa

Sem título


A partir desta semana, algumas alterações vão movimentar a programação da Rede Minas. Em virtude de mudanças na grade de programação da TV Brasil, programas como o Repórter Brasil, Sem Censura e Observatório da Imprensa mudam de horário. Algumas produções da Rede Minas também passam a ir ao ar em horários diferentes. Veja abaixo as alterações.

Programas retransmitidos da TV Brasil

Sem Censura – segunda a sexta, às 17h.
Repórter Brasil –  segunda a sábado, às 21h20.
Observatório da Imprensa – sexta, às 20h.

Programas Rede Minas

Brasil das Gerais – terça e quinta, às 20h.
> Faixa de conteúdo especiais (+ destaques da interprogramação), às 21h
Partiu Futuro – segunda-feira.
Fóruns Regionais de Minas Gerais –  terça e quinta-feira.
Sonho Olímpico – quarta e sexta.

 

O roteiro inclui visita técnica a hotéis da região, passeios off-road pelos principais atrativos dos municípios, além de passeios pelo comércio turístico como casas de queijo, cachaça, geleias e artesanatos diversos, onde terão a oportunidade de conhecer e degustar a gastronomia mineira.

 

43ª ABAV - após a visita, os operadores vão participar da 43ª ABAV - Expo Internacional de Turismo, como buyers dos encontros de negócios. A feira, que acontece entre os dias 24 e 26 de setembro, vai reunir público profissional qualificado de agentes, operadores e gestores de viagens, expositores de mais de 50 países e compradores convidados – nacionais e internacionais – com autonomia e poder de decisão. O evento acontece em São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Minas Gerais estará presente em um estande promocional no espaço oferecido para a promoção dos destinos brasileiros, do Ministério do Turismo, com representantes da Secretaria de Estado de Turismo (SETUR), da Belotur, do Mercado Central e do Instituto Estrada Real, que distribuirão os materiais de divulgação dos nossos atrativos e oferecerão a degustação de produtos típicos, como o doce de leite, a goiabada e a cachaça Clarinha de Minas e Cipó da Serra, produzida na região da Serra do Cipó. Além disso, no estande haverá atendimento ao público participante do evento com informações sobre o destino Minas Gerais.

 

 

Monte Verde - situada em um vale no alto da Serra da Mantiqueira, Monte Verde se tornou famosa por sua atmosfera encantadora e clima de montanhas. Com características tipicamente europeias, concentra atrativos para quem busca diversão, mas sem perder a tranquilidade de uma pequena cidade do interior. Cachoeiras cercadas de fauna e flora remanescentes de Mata Atlântica convivem com o dia a dia do lugar: o fogão á lenha, os pratos típicos da cozinha mineira e a conversa despretensiosa com os moradores. Um dos destinos mais procurados por casais é também uma ótima alternativa para quem procura o clima frio das montanhas e a paz do convívio íntimo com a natureza. A região é uma ótima opção para os amantes do ecoturismo com várias opções de caminhadas pela montanha que compõem essa bela região.

 

Extrema - emoldurada pela Serra da Mantiqueira, Extrema é considerada o “Portal de Minas”, por ter sido a porta de entrada dos bandeirantes paulistas no Estado. Possui uma natureza exuberante e conta com belas atrações turísticas e eventos culturais. A cidade é um ótimo cenário para esportes radicais, devido suas cachoeiras e trilhas. Para quem não curte adrenalina, o município conta com belíssimos hotéis fazendas propícios para descanso e para experimentar a boa culinária mineira.

 


Café, bebida que pode ser sinônimo de energia instantânea e rejuvenescimento. Com  aroma forte e cor vibrante, é muito apreciada em todo o mundo. Assim, pensando em valorizar mais o sabor do café, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) promove, nesta terça-feira (6/10), o 4ª Festival de Pratos Típicos Café em Evidência.

O objetivo é mostrar que o produto pode ser consumido de diversas formas. Durante a programação, vários pratos serão degustados pelos visitantes. O festival irá acontecer durante a abertura do 23º Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro, em Patrocínio. A intenção é tornar o evento mais interativo, com atividades que envolvam tanto o produtor quanto as famílias e a comunidade.

De acordo com uma das organizadoras do evento, a extensionista de Bem-estar Social da Emater-MG, Gisleida Maria Nogueira, o festival propõe dinamizar o seminário e incentivar os agricultores familiares,  produtores de café,  a conhecerem as diversas potencialidades do que plantam.

“O café pode ser consumido de diversas formas, não apenas como bebida, mas também como comida, pois seu sabor é inigualável”, ressalta Gisleida.

A auxiliar de serviços gerais, Ana Rosa de Lima, de 62 anos, participa do evento pela primeira vez. Ela vai preparar picadinho de queijo e o falso lombo, todos ao molho de café. Veterana em outros festivais, Ana Rosa revela que a ansiedade é muito grande, pois gosta de ver a reação das pessoas ao experimentar os pratos.

“No último festival do milho de que participei, as pessoas achavam o máximo provar comidas diferentes, feitas à base de milho. Imagino que,  com o café,  será a mesma coisa”, compara Ana Rosa.

Seminário

Com 23 anos de história, o Seminário do Café de Patrocínio é um dos mais tradicionais eventos do agronegócio de café no Brasil. Nele serão discutidos temas como o papel da agricultura familiar no desenvolvimento rural sustentável; políticas públicas para povos e comunidades; ações para o fortalecimento da agricultura familiar; e propostas governamentais para o fortalecimento do segmento.

Serão debatidos também no encontro os problemas e as soluções de interesse dos cafeicultores, seja na área técnica, econômica, pesquisa ou de tecnologia.

Neste ano, os visitantes poderão participar de painéis temáticos, palestras técnicas oferecidas pela Emater-MG, workshops, negociar sacas de cafés, conhecer máquinas e implementos, trocar experiências e realizar negócios com os principais fornecedores do segmento.

Paralelamente, o festival vai começar às 20h30, no restaurante do Parque de Exposições, logo após a cerimônia de abertura oficial do Seminário do Café.

Clique aqui para conferir a  programação do 23º Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro.

Serviço: 4º Festival de Pratos Típicos Café em Evidência

Horário: 20h30

Local: Restaurante Parque de Exposições Brumados dos Pavões

Endereço: Avenida Marciano Pires 1118, bairro Santo Antônio, Patrocínio

Informações: (34) 3831-3405 (34) 3831-8080


Como forma de incentivar a produção literária mineira e brasileira, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), por meio da Superintendência de Publicações e Suplemento Literário (SPSL), publica o resultado do edital 2014 do ‘Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura’. Em sua 8ª Edição, o Prêmio distribui R$ 212 mil (duzentos e doze mil reais).

Jozias Benedicto de Moraes Neto e Marcus Vinícius Teixeira Quiroga Pereira venceram as categorias Ficção (conto) e Poesia, respectivamente. Já o vencedor na categoria Jovem Escritor Mineiro, Estevão Luís Bertoni Araújo e Silva, será contemplado com incentivo para pesquisa e elaboração de um livro. Fábio Lucas Gomes foi o homenageado na categoria Conjunto da Obra.

Sobre o Prêmio

O Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura foi lançado em dezembro de 2007, para promover e divulgar a literatura brasileira, reconhecendo grandes nomes nacionais e abrindo espaço para os jovens escritores mineiros. O prêmio é dividido em quatro categorias: I - Conjunto da Obra (homenagem a um escritor brasileiro em atividade), II - Poesia, III - Ficção e IV - Jovem Escritor Mineiro.

Nas categorias Poesia e Ficção, o Prêmio é aberto a escritores iniciantes e/ou profissionais, maiores de 18 anos, nascidos e residentes em território nacional. Já a categoria Jovem Escritor Mineiro é restrita a pessoas com idade entre 18 e 25 anos, nascidas em Minas Gerais ou residentes no Estado há pelo menos cinco anos.

Entre os escritores que já foram homenageados na categoria Conjunto da Obra, estão Ferreira Gullar (2013), Rui Mourão (2012), Affonso Ávila (2011), Silviano Santiago (2010), Luís Fernando Veríssimo (2009), Sérgio Sant’Anna (2008) e Antonio Candido (2007).

Os vencedores

Fábio Lucas Gomes – Conjunto da Obra

Fábio Lucas nasceu na cidade de Esmeralda (MG), em 1931. Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concluiu seu doutorado e livre-docência em Economia, no ano de 1963.

Na década de 1950, participou da fundação das revistas Vocação (1951) e Tendência (1956) em Belo Horizonte, tendo como companheiros o poeta Affonso Ávila e o romancista Ruy Mourão, entre outros. Desde essa época, exerceu a crítica literária em jornais e revistas, escrevendo inúmeras obras nessa temática e também de estudos sociais.

Fábio lecionou Literatura Brasileira em várias universidades no exterior. Integra a Academia Mineira e a Academia Paulista de Letras. Foi presidente da União Brasileira de Escritores por vários mandatos, além de diretor do Instituto Nacional do Livro.

Mora em São Paulo desde 1977.

Tem sido convidado para integrar Comissões Julgadoras de prêmios literários de projeção internacional, como, entre outros, o Prêmio Camões (Portugal-Brasil) e o Prêmio Casa de las Américas (Cuba).

Marcus Vinícius Teixeira Quiroga Pereira – Poesia

O premiado da categoria Poesia, Marcus Vinícius, com a obra “Retablos de Frida Kahlo”, é poeta, contista, crítico e ensaísta. É doutor em Literatura Brasileira, membro da Academia Carioca de Letras e do PEN Clube de Brasil. Atualmente ministra oficinas literárias. Autor de 18 livros de poesia, como “Manual de instruções para cegos”, “O xadrez e as palavras” e “Jardim das delícias”, já foi agraciado com prêmios da CBL (Jabuti), da Fundação Biblioteca Nacional, da UBE (Rio de Janeiro e São Paulo), entre outros. Colabora em diversas publicações literárias, como o Caderno Ideias (JB), o jornal Rioletras e as revistas Renovarte e da Academia Brasileira de Letras. 

Jozias Benedicto de Moraes Neto – Ficção (conto)

Contemplado com “Como não aprender a nadar”, Jozias é escritor e artista visual. Nasceu em São Luís (MA) em 1950, mas mora no Rio de Janeiro desde 1966, onde se graduou em Economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e cursou a especialização “Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo” (PUC-RJ).  Como artista visual, participou, entre outras mostras, da XVI Bienal de São Paulo (1981), e atualmente desenvolve videoinstalações que unem literatura (ficção) e artes visuais (vídeo), trabalho já exibido em diversas mostras individuais e coletivas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte (“Videoarte 2013”, no Oi Futuro BH), Teresina e Lisboa. Seu primeiro livro de contos, “Estranhas criaturas noturnas”, lançado em 2013 pela Editora Apicuri (Rio), foi finalista do Concurso SESC de Literatura 2012/2013.

Estevão Luís Bertoni Araújo – Jovem Escritor Mineiro

O vencedor na categoria Jovem Escritor Mineiro, com a obra "Ylus, o dragão de papel", tem 24 anos e mora em Ituiutaba (MG). É professor de inglês, com uma graduação universitária em Engenharia Mecatrônica ainda não terminada. De 2004 a 2008, participou das edições da Agenda da Tribo como colaborador com poesias e textos. Venceu, em 2006, o 12º Prêmio Nacional Assis Chateaubriand de Redação/Projeto Memória, com o trabalho: “Quem tem medo de Nísia Floresta?”. No ano seguinte, 2007, com 16 anos, venceu o Prêmio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Portugal, com um livro infanto-juvenil intitulado "O Dono da Festa", editado em 2008 no país.


Em comemoração ao Dia Nacional da Espanha e da HispanidadeAlexis Soriano, um dos regentes espanhóis mais renomados de sua geração, assume a batuta à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais na série Sinfônica em Concerto, dia 7 de outubro, no Grande Teatro do Palácio das Artes.

A partir das 20h30, o público confere repertório que reúne compositores espanhóis e franceses que reverenciam a Espanha em suas obras, além de um clássico de Villa-Lobos para reforçar o encontro entre as culturas brasileira e hispânica.

As apresentações evidenciam ainda a influência da Espanha em sua vizinha França – dois dos quatro compositores do concerto são franceses que se encantaram com a beleza andaluza e decidiram retratá-la em suas obras.

PROGRAMA

HEITOR VILLA-LOBOS: UIRAPURU

MAURICE RAVEL: RAPSÓDIA ESPANHOLA
I – PRÉLUDE À LA NUIT
II – MALAGUEÑA
III – HABANERA
IV – FERIA

INTERVALO

GEORGES BIZET: SUÍTE CARMEN Nº 1
1 – PRÉLUDE
1A – ARAGONAISE
2 – INTERMEZZO
3 – SEGUEDILLE
4 – LE DRAGONS D’ALCALA
5 – LES TORÉADORS

MANUEL DE FALLA: EL AMOR BRUJO
• INTRODUCCIÓN Y ESCENA
• CANCIÓN DEL AMOR DOLIDO
• EL CIRCULO MAGICO
• A MEDIA NOCHE: LOS SORTILEGIOS
• ESCENA
• CANCIÓN DEL FUEGO FATUO
• PANTOMIMA
• DANZA DEL JUEGO DEL AMOR
• FINAL

DIA NACIONAL DA ESPANHA E DA HISPANIDADE

O Dia Nacional da Espanha é comemorado há muitos anos no dia 12 de outubro. A data foi escolhida, porque, na manhã deste dia em 1492, um marinheiro de nome Rodrigo de Triana, tripulante da caravela Santa Maria, fretada pelos Reis Católicos da Espanha e comandada por Cristovão Colombo, avistou por primeira vez as costas da América.

Por isso, na Espanha, a data não é celebrada por motivo da Festa Nacional uma batalha ou uma luta pela independência. O que é comemorado é o encontro entre dois mundos, por uma parte o espanhol e o europeu e por outra a América Latina, já que ambos continentes -e também Espanha e Brasil- ficaram unidos pela história desde essa data.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

ALEXIS SORIANO

Foi aluno de Ilya Musin no Conservatório de São Petersburgo e diretor da Orquestra do Hermitage em São Petersburgo de 1998 a 2008. Sua estreia foi como maestro convidado do Teatro Mariinky em 2007 e, entre 2010 e 2012, foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado de INSO Lviv (Ucrânia).

Tem regido a maioria das orquestras sinfônicas da Espanha e, internacionalmente, destaca-se na Sinfônica de Taipei, Filarmonica Eslovaca, Sinfônica de Praga, The Komische Oper Berlin, Tapiola Sinfonietta e Symphony of Oulu (Finlândia), Buenos Aires Filarmônica, English Chamber Orchestra (Londres), Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional Claudio Santoro de Brasília, The Kaunas Symphony (Lituânia), Dnepropetrovsk Orquestra Sinfônica (Ucrânia), Orquestra do Grande Teatro em Poznan (Polônia), Regionale del Lazio, Sinfônica de Grosseto (Itália), San Kristoforo Vilnius (Lituânia), Moscow Virtuosi, National Andorra.

Também já se apresentou em teatros e festivais de classe mundial como o Teatro Real de Madrid, Liceu em Barcelona, Palau de Valencia, Mariinsky em São Petersburgo, Colon em Buenos Aires, Torroella de Montgri, Passau Festwoche, entre outros.

É diretor artístico da empresa Opera Incognita de São Petersburgo. Em 1998 criou o Festival Noites de Espanha, do qual é diretor artístico, um evento que apresenta anualmente um programa variado de música espanhola. Desde Novembro de 2012 é o diretor artístico do The New York Opera Society. Foi nomeado como um dos 100 espanhóis entre artistas, cientistas e empresários que se destacam por suas realizações e carreira e têm o apoio da marca España.

ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS

Criada em 1976, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, corpo artístico gerido pela Fundação Clóvis Salgado, é considerada uma das mais ativas orquestras do país. Em 2013, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais pela lei 20.628.

Em permanente aprimoramento da sua performance, a OSMG cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais.

Executa repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo, além de grandes sucessos da música popular, com a série Sinfônica Pop. Seus regentes titulares foram: Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos.

A Fundação Clóvis Salgado, por meio do seu Centro de Formação Artística e Tecnológica, abre inscrições para o processo seletivo 2016 para os cursos gratuitos de Dança, Teatro e Música. No total, serão oferecidas 296 vagas, do nível básico ao profissionalizante. Das vagas disponibilizadas, 76 são para dança, 95 para música – incluindo 20 para o Coral Infantojuvenil, e 105 para o teatro. Os interessados deverão observar os pré-requisitos para cada um dos cursos, como idade mínima e experiência pregressa na área de interesse, entre outros.

Após inscritos, os candidatos realizarão provas práticas e teóricas, que acontecem nos meses de outubro e novembro,para aferição do conhecimento específico de cada curso. O resultado do processo seletivo será divulgado no site da Fundação Clóvis Salgado no dia 18 de dezembro de 2015. As disposições detalhadas sobre as demais informações constam no edital do Processo Seletivo, divulgado no site da Fundação Clóvis Salgado, www.fcs.mg.gov.br.

Documentação – No momento da inscrição, os candidatos deverão entregar a seguinte documentação: ficha de inscrição preenchida e assinada; cópia de Carteira de Identidade ou Certidão de Nascimento; cópia do CPF do responsável financeiro ou do candidato, se maior de idade; duas fotos 3x4; cópia do comprovante de endereço atualizado e comprovante de pagamento do documento de arrecadação, no valor de R$45,00.

Sobre o Cefart - Sobre o Cefart - O Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado (Cefart) integra a política do Governo de Minas Gerais de fomento à formação em arte, nas áreas de teatro, dança e música. Oferece cursos livres, técnicos profissionalizantes e de extensão destinados à capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e atualização de crianças, jovens e adultos. Com o objetivo de formar profissionais cada vez mais diversificados, o Cefart propõe a realização de cursos em tecnologia do espetáculo, com disciplinas voltadas para iluminação, sonorização, figurino e cenografia.


O sentimento de contemporaneidade toma conta da cena cultural de Belo Horizonte a partir da próxima quarta-feira, dia 7, e domina vários espaços do Circuito Cultural Praça da Liberdade até o domingo seguinte, dia 11 de outubro. É o Festival Eletronika, que se desdobra em diversas ações, mantendo o foco no intercâmbio de experiências e ideias que reflitam o mundo contemporâneo.

O evento, que acontece há 16 anos em Belo Horizonte, este ano apresenta uma plataforma ampla de atividades, que privilegia não só a música, mas também a arte, a tecnologia e o urbanismo.

Na “Cidade Eletronika”, a ocupação dos espaços públicos e a tecnopolítica são temas de palestras, oficinas e performances. No “Fórum Eletronika”, os debates, painéis e workshops terão tom descontraído, englobando a reflexão sobre o universo eletrônico-digital e exposições.

A “Festa das Luzes” será uma atração para toda a cidade através de projeções audiovisuais – vídeo mapping - em locais não usuais, com direção artística de Henrique Roscoe.

Já o “Festival Eletronika”, núcleo irradiador de todas as outras atividades do seu entorno, manterá sua pegada tradicional, com ênfase na música experimental e intercâmbio artístico, indo da cena Paraíba à Colombiana.

“Buscamos uma rede de artistas inovadores para atrair os interessados pela cultura contemporânea, pela ocupação dos espaços urbanos e pela arte, promovendo a circulação de produção artística essencialmente inovadora, proporcionando intensa experimentação estética e sensorial”, explica o produtor Aluizer Malab.

No Circuito Cultural, o festival ocupa - além da própria Praça da Liberdade - a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Memorial Minas Gerais Vale, o Espaço do Conhecimento UFMG, o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal e o Palácio da Liberdade. Toda a programação é gratuita.

Confira as atrações:

- Cidade Eletronika -

O evento, que tem curadoria de Lucas Bambozzi e Natacha Rena, abre a programação - dia 7 a 11 de outubro - e contará com workshops, palestras, mostra audiovisual e shows.

 

PERFORMANCE

  • 7 a 11/10 (Quarta a Domingo). 18h - ’KID-NAPPING’ - Brígida Campbell
    (Local: Passarela Cultural - Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa)
  • 09/10 (Sexta) 21h30 – ‘CINE PLANTA’ – Paola Barreto
    (Local: Praça Da Liberdade)
  • 10/10 (Sábado)17h - ED MARTE E FLORA MAURÍCIO
    (Local: Praça Carlos Drummond de Andrade)

 

PALESTRAS
(Local: Memorial Minas Gerais Vale - Auditório)

  • 8/10 (Quinta) 19h - Javier Toret
  • 8/10 (Quinta) 19h30 - POR UMA TECNOPOLÍTICA DO COTIDIANO - Antônio Lafuente, Ivana Bentes, Ricardo Fabrino, Natacha Rena e Lucas Bambozzi
  • 9/10 (Sexta) 15h - TECNOLOGIA REVERSA: APROPRIAÇÕES PARA O COMUM - Jose Perez de Lama, Ricardo Brazileiro, Felipe Fonseca, Pablo de Soto e Lucas Bambozzi
  • 10/10 (Sábado) 15h – ‘O QUE NOS DIZEM AS REDES’ - Fabio Malini, Fernanda Bruno, Carlos Frederico D´Andrea, Alemar Rena e Natacha Rena

 

WORKSHOP

  • 7 a 9/10 (Quarta a Sexta) 10h -  ‘TOPOLOGIA DE REDES’ - Fabio Malini e Ana Isabel Anastasia
    (Local: Memorial Minas Gerais Vale – Cyber)
  • 7 a 9/10 (Quarta a Sexta) 10h - ‘MEDIÇÕES DO URBANO’ - Gabriel Zea, Guima San, Ricardo Brazileiro e Lucas Bambozzi
    (Local: Passarela Cultural - Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa)
  • 09/10 (Sexta) 13h – ‘LABORATÓRIOS CIDADÃOS’ - Antonio Lafuente
    (Local: Memorial Minas Gerais Vale – Sala do Espetáculo Mineiro)

 

AUDIOVISUAL

  • 9/10 (Sexta) 19h - ‘SOCKET SCREEN’ - Rafael Marchetti E Rachel Rosalen
    (Local: Espaço do Conhecimento UFMG - Fachada)
  • 10/10 (Sábado) 20h - ‘CINE FANTASMA’ - Paola Barreto
    (Local: Cine Pathé - Fachada)

 

SHOW

  • 8/10 (Quinta) 19h – THE INNERNETTES (BH)
    (Local: Memorial Minas Gerais Vale – Casa da Ópera)
  • 8/10 (Quinta) 20h – REALLEJO (BH)
    (Local: Memorial Minas Gerais Vale – Casa da Ópera)
  • 9/10 (Seta) 19h – ACAVERNUS (SP)
    (Local: Praça da Liberdade - Coreto)
  • 9/10 (Sexta) 20h – LUCA FORCUCCI (ITA)
    (Local: Praça da Liberdade-  Coreto )
  • 9/10 (Sexta)  21h – ALAN COURTIS (ARG)
    (Local: Praça da Liberdade - Coreto)

 

- Fórum Eletronika -

O evento vai do dia 09 a 13 de outubro e contará com painéis, workshop e exposição.

 

PAINEL

(Local: MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal – Auditório Bateia)

  • 9/10 (Sexta) 10h – Painel 1: ‘Para além das Smart-Cities’- Raquel Rennó  Painel 2: ‘Do Live Cinema ao Cine Fantasma - Paola Barreto
  • 9/10 (Sexta) 19h - Painel 3: ‘Cotidiano sensitivo: Interfaces acessíveis e multi-modais’ - Ricardo Brazileiro | Painel 4: ‘EL CINE ES OTRA COSA’ - Gabriela Golder
  • 10/10 (Sábado) 11h - Painel 5: ‘Interações em escala urbana’ - Rafael Marchetti e Rachel Rosalen | Painel 6: ‘Música Visual’ - Jarbas Jácome

 

WORKSHOP
(Local: MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal – Auditório Bateia)

  • 11/10 (Domingo) 14h - ‘Oficina de criação de instrumentos de música visual’ - Jarbas Jácome

                      

EXPOSIÇÃO 

  • 9/10 (Sexta) 18h – Abertura com visita mediada pelo artista - ‘Mindscape #L1 – After Dan Flavin’ - Fernando Velázquez
    (Local: MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal - Praça de Convivência)
  • 10 a 13/10 (Sábado a Terça)  12h às 18h – Mindscape #L1 – After Dan Flavin’ - Fernando Velázquez
    (Local: MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal - Praça de Convivência)
  • 10 e 11/10 (Sábado e Domingo) 10h às 18h – ‘Flor de ilha formosa’ - Jarbas Jácome
    (Local: Memorial Minas Gerais Vale - Sala do Espetáculo Mineiro)

 

AUDIOVISUAL

  • 09/10 (Sexta) 18h – Abertura da ‘Mostra Ver y Bim (América Latina)’ e ‘Mostra Alt [AV] 1 E 2‘ - Diversos Artistas

        (Local: MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal - Praça de Convivência)

  • 10 e 11/10 (Sábado e Domingo) 20h às 21h30 –  ‘Longe do Teclado’ - Caio Fazolin
    (Local: Espaço do Conhecimento UFMG - Fachada)                 
  • 10 e 11/10 (Sábado e Domingo) 18h às 22h – ‘Cubic Limit, after Manfred Mhor’ - Fernando Velázquez
    • 10 a 13/10 (Sábado a Terça) 12h às 17h30 – ‘Mostra Ver y Bim (América Latina)’ e ‘Mostra Alt [AV] 1 E 2‘ - Diversos Artistas

        (Local: MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal - Praça de Convivência)

 

- Festival Eletronika -

O Festival ocupa a Alameda da Travessa - Praça da Liberdade e coroa a programação nos dias 10 e 11, com apresentação de bandas relevantes no cenário musical vanguardista.

 

Shows
(Local: Praça da Liberdade – Alameda da Travessa)

  • 10/10 (Sábado) 17h – DJ Dolores (PE) e Chico Corrêa (PB)
  • 10/10 (Sábado) 20h – Omulu (RJ)
  • 11/10 (Domingo) 16h - Chancha Via Circuito (ARG)
  • 11/10 (Domingo) 18h - Dengue Dengue Dengue (PER)
  • 11/10 (Domingo) 20h – Quantic (COL)

 

 

- Eletronika Kids-

Direcionado ao público infantil, o mini-Festival acontece exclusivamente no dia 12 de outubro, Dia da Criança, na Praça da Liberdade.

Shows:

(Local: Praça da Liberdade)

12/10 (Segunda) 9h às 18h: 
Projeto Aprendendo a Crescer (Discobaby e Espaço Pajezinho)

- Festa das Luzes-

Projeções audiovisuais na Praça e Palácio da Liberdade nos dias 10 e 11 de outubro.

 

AUDIOVISUAL

  • 10 e 11/10 (Sábado e Domingo) 19h e 21h30 – ‘Procissão’ - Vj 1mpar
    (Local: Praça da Liberdade – Alameda da Travessa)
  • 10 e 11/10 (Sábado e Domingo) 19h15 e 21h45 – ‘Vídeo Mapping’ - Vj Spetto (United VJs)
    (Local: Palácio da Liberdade)
  • 10 e 11/10 (Sábado e Domingo) 19h30 e 22h – ‘Organismos Públicos’ -  Vj Vigas
    (Local: Palácio da Liberdade)

 

 

 

Minas Gerais estará presente em um estande promocional no espaço oferecido para a promoção dos destinos brasileiros, do Ministério do Turismo, com representantes da Secretaria de Estado de Turismo (SETUR), da Belotur, do Mercado Central e do Instituto Estrada Real, que distribuirão os materiais de divulgação dos nossos atrativos e oferecerão a degustação de produtos típicos, como o doce de leite, a goiabada e a cachaça Clarinha de Minas e Cipó da Serra, produzida na região da Serra do Cipó. Além disso, no estande haverá atendimento ao público participante do evento e distribuição de material promocional e informativo sobre o destino Minas Gerais.

 

Durante os três dias de feira, a SETUR e seus parceiros apresentarão Minas Gerais no espaço Vila do Saber, por meio da palestra Viva, experimente e curta Minas Gerais! A proposta é apresentar os produtos e roteiros mineiros, recheados de atrações para serem vividas e exploradas. Será dividida em três pilares: Belo Horizonte e seu entorno, quando serão apresentadas as diversas atrações encontradas na região; Estrada Real, como a maior Rota Turística do Brasil e suas riquezas; e as novidades dos roteiros de experiência que ressaltam as belezas naturais e a gastronomia excepcional do Destino Minas Gerais

 

No dia 25 no fim do dia, será oferecido um Café Mineiro para os operadores e agências na área BRAZTOA. O encontro será uma oportunidade para apresentar novos produtos e fazer negócios em um ambiente personalizado. Além disso, os participantes terão uma amostra das delícias mineiras, como o famoso pão de queijo, doces tradicionais, queijos variados, café de qualidade especial produzido no Estado e contato com os diversos atrativos de Minas Gerais.

 

“Na feira mostraremos que Minas Gerais tem história, cultura, hospitalidade e gastronomia entre as suas principais atrações. Esta feira é um evento completo, reconhecido mundialmente e classificado como o maior nas Américas e no Hemisfério Sul”, destacou o Secretário de Turismo Mário Henrique Caixa, que estará presente.

 

FORNATUR - Caixa participará do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Turismo-Fornatur, que acontece na sexta-feira (25), durante a Feira da ABAV. O Fórum tem como objetivo deliberar sobre os temas relevantes do turismo nacional, incorporando as demandas estaduais, regionais e nacionais, expressando o pensamento e a ação do executivo estadual na gestão do turismo, constituindo-se um bloco de expressão técnica e política. Atua, junto com o Conselho Nacional do Turismo, como órgão de assessoramento ao Ministério do Turismo, na elaboração e implantação do Plano Nacional do Turismo e na discussão dos principais programas e projetos do turismo brasileiro, formando o Núcleo Estratégico do Turismo, coordenado pelo Ministério do Turismo.

Visite o estande de Minas e participe também das seguintes atividades:

·

Palestras: Viva, experimente e curta Minas Gerais!

 

Local: Vila do Saber

24 de Setembro – 17h às 18h

25 de Setembro – 19h às 20h

26 de Setembro – 17h às 18h

·

Café Mineiro

 

Local: Café Brasil - Área BRAZTOA

25 de Setembro – 17h

SERVIÇO

 

ABAV - Expo Internacional de Turismo

Parque de Exposições Anhembi

São Paulo / SP

24 a 26 de setembro de 2015

12 às 20 horas

Para mais informações acesse: www.abavexpo.com.br


O longa metragem Filhos de Bach, (nome original Bach in Brazil) dirigido por Ansgar Ahlers, tem cenas filmadas em Minas Gerais, na cidade de Ouro Preto, e também na Alemanha. Aclamado pela crítica nacional e estrangeira, o filme narra a estória de um professor de música alemão que chega no município histórico a fim de resgatar uma partitura original composta por um dos filhos de Bach.

Confira algumas críticas impressas nos jornais alemães: “O clássico encontra o samba” (NOZ), “Filhos de Bach tem audiência sob um carrossel de emoções” (Ostfriesische Zeitung),“ Filhos de Bach é pura vida… em um filme inspirador…”(Emdener Zeitung)“.

Sinopse e ficha técnica

Dirigido por Ansgar Ahlers
Com Edgar SelgeFranziska WalserMarília Gabriela mais
Gênero Drama
Nacionalidade AlemanhaBrasil

Marten (Edgar Selge) é um professor de música alemão que chega em Ouro Preto, no Brasil, a fim de resgatar uma partitura original composta por um dos filhos de Bach. Na cidade, o professor se envolve em algumas confusões e será ajudado pelo mineiro Candido (Aldri da Anunciação). Com o tempo, o organizado Marten terá que se adaptar à rotina brasileira e Candido o incentivará a dar aula de música para crianças da cidade. Aos poucos, ele reaprende o prazer e alegria e ensinar às crianças que estavam até então desorientadas


Com o tema “Mais árvores, mais vida”, o Instituto Estadual de Florestas (IEF) promove, entre os dias 21 e 25 de setembro, a Semana Florestal 2015.

A abertura oficial das comemorações aconteceu na segunda-feira (21/09) no hall do prédio Minas da Cidade Administrativa (CA), em Belo Horizonte, com participação do Secretário de Estado de Cultura Angelo Oswaldo. Na oportunidade foi lançada a Revista das Unidades de Conservação.

O plantio de uma espécie de Ipê Roxo foi realizado  nos jardins da CA, além da distribuição de 150 mudas de plantas nativas (Pau Brasil e Ipê Roxo) para os servidores da Cidade Administrativa e barraquinhas de pipoca e algodão doce.

Secretários de Estado participam do plantio na Cidade Administrativa. Crédito: Janice Drumond/Ascom Sisema

O evento conta, também, com apresentação do Coral Canto de Minas; da Orquestra de Cordas do Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART); com o espetáculo Moderna Arte Negra e com uma apresentação de dança de Rayanni Pires e Denise Fantini.

A Semana Florestal tem o apoio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) e com o patrocínio do Banco KFW Brasil.

Conscientização

O IEF pretende conscientizar a população mineira sobre a importância do plantio das árvores para o solo, para as águas, para o ar, para os animais e, consequentemente, para a qualidade de vida.

Durante a semana, as 3.600 escolas estaduais realizarão o plantio de 7.200 árvores. A Secretaria de Estado da Educação (SEE) e o IEF distribuirão mudas para todas as escolas estaduais da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e sementes para as demais.

“A ideia é plantar a consciência ambiental nas nossas crianças, nos nossos jovens e em todos os cidadãos do Estado”, declara Adriana Araújo, diretora-geral do IEF. 

Uma árvore adulta absorve cerca de 250 litros de água, por dia, do solo.

Mais árvores significam menos enchentes, menos deslizamentos, menos desmoronamentos, menos acidentes, menos tragédias, mais vida.

As raízes das árvores absorvem os nutrientes de matérias orgânicas (como fezes de animais) e os transformam em alimentos para toda a planta. Além disso, as folhas, os frutos, a madeira e a própria raiz servem de alimentos para inúmeros seres vivos.

Mais árvores, mais alimentos, mais vida.

As folhas que caem das árvores protegem o solo dos pingos de chuva, que causam erosão. Por sua vez, a erosão prejudica rios, solos e animais.

Nos rios, é a erosão que leva a terra e a areia para o leito, fazendo com que o rio fique mais raso. Consequências: menos água e mais mortandade de peixes.

A erosão deixa o solo mais desprotegido, ao carregar as sementes que poderiam germinar e recompor a vegetação.

Para os animais, a erosão também é altamente prejudicial. Ela cobre e carrega ninhos feitos no chão, matando filhotes. Além disso, sem folhas e frutos, que servem como alimentos, os animais acabam se mudando para outros locais ou mesmo morrendo de fome.

Mais árvores, menos erosão, mais água, mais rios, mais alimentos, mais animais, mais vida.

Uma árvore transpira, por folha, a cada dia, até 60 litros de água. O vapor se mistura com as partículas de poluição do ar e se acumulam nas nuvens. Resultado? Chuva. E com a chuva, toda a natureza agradece.

Mais árvores, mais chuva, mais vida.

Mais árvores também significam mais sombra. Imagine um mundo sem sombra...um mundo onde a proteção natural das árvores dará lugar à proteção incômoda e ineficiente do guarda-sol. Imagine.

Mais árvores, mais sombra, menos incidência dos raios solares, mais saúde, mais vida.

Um mundo sem árvores também significa um mundo em que coisas simples, como respirar, podem se tornar bem, mas bem complicadas. As árvores, principalmente as mais jovens, aquelas recentemente plantadas, produzem mais oxigênio.

Ou seja, plantar uma árvore significa mais oxigênio. E mais oxigênio é igual a mais vida.

Gosta de maçã? De jabuticaba? Pitanga? Goiaba? Pêssego? Acerola? Enfim, gosta de fruta? Plante uma árvore.

Mais árvores, mais frutas, mais sucos, mais saladas, mais doces, mais sabor, mais vida.


A artista plástica Teresinha Soares tem duas obras expostas no Tate Modern, um dos principais museus da atualidade, situado em Londres. Ela participa de uma exposição que reúne 67 nomes significativos da Pop Art no mundo. Nascida em Araxá, MG, Teresinha Soares teve um desempenho importante nas décadas de 60 e 70, realizando objetos, pintura, instalações e performances, com amplo reconhecimento da crítica brasileira. Aos 88 anos, ela acaba de voltar de Londres, tendo assistido à abertura do evento. Sua filha, Valeska Soares, é uma referência no quadro internacional da arte contemporânea, e tem um pavilhão em Inhotim.

O secretário Angelo Oswaldo congratulou-se com Teresinha Soares pela presença na mostra da Tate Modern e a convidou para a realização de uma retrospectiva em Belo Horizonte, no próximo ano, com a chancela da Secretaria de Estado de Cultura.


Versos-de-Morte-em-Tinta-Negra

A exposição Versos de morte em Tinta Negra - Gravuras para Augusto dos Anjos, dos artistas Fábio Martins e Luis Matuto, em cartaz na Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães (saguão da Biblioteca Pública) de 23 de setembro a 14 de outubro, traz gravuras inspiradas no Poema Negro de Augusto dos Anjos. São aproximadamente vinte obras que ilustram cada estrofe do poema. A entrada é gratuita.

Para Fábio e Luis, a linguagem da representação da obra em imagens caracteriza o tempo presente. “Se em outros tempos imprimir supunha a presença dos caracteres metálicos e das madeiras gravadas, no tempo presente essas práticas tornaram-se rarefeitas, na medida em que cedem espaço para novas tecnologias.” Tendo isso em mente, os artistas se reuniram para consolidar uma série de gravuras para o Poema Negro, de Augusto dos Anjos, que apresentam um homem a cruzar vertiginosamente os limites de sua realidade e confrontar a transformação brutal de seu ente poético.

Serviço

Exposição Versos de morte em Tinta Negra - Gravuras para Augusto dos Anjos

Em cartaz: 23 de setembro a 18 de outubro de 2015. Segunda a sexta-feira, das 8h às 20h; sábado, das 8h às 12h

Local: Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães – Praça da Liberdade, 21

Entrada: Gratuita

Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou (31) 3269-1204


Composições da tradição religiosa judaico-cristã integram o repertório do Coral Lírico de Minas Gerais em mais uma edição da série Lírico Sacro. Pela primeira vez, o corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, sob regência do maestro Lincoln Andrade, se apresenta na tradicional Igreja de Santa Tereza e resgata o formato dos concertos europeus dos séculos XVII e XVIII, quando só voz e órgão eram permitidos nas catedrais.

O repertório reúne obras sacras de BachMozartDurufléVilla-LobosBrahams entre outros, que serão acompanhadas por órgão pelo músico Hélcio Vaz do Val. Destaque para as árias O welche Lust, da ópera Fidelio, composta por Beethoven; e Intermezzo, de Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni. As peças possuem contexto sacro muito marcante e demonstram a capacidade dos compositores em inserir temas religiosos em suas obras. 

Segundo o maestro Lincoln Andrade, montar o repertório com peças sacras é uma forma de evidenciar a versatilidade que tem marcado os concertos que o Coral Lírico realiza ao longo do ano. “É importante realizar apresentações como esta, porque nós mostramos a enorme versatilidade do Coral Lírico e garantimos que as pessoas conheçam diferentes e belas canções sacras”, diz.

Nessa apresentação o público poderá conferir composições poucas vezes interpretadas pelo CLMG, como Ubi Caritas, do compositor francês Maurice Duruflé. Composta em 1960, a peça faz parte de uma série que Duruflé criou sobre temas gregorianos. “Neste trabalho, Duruflé mostra o seu talento particular ao reunir elementos espirituais da melodia gregoriana num contexto polifônico”, destaca Lincoln Andrade.

Composições sacras da música brasileira, com a interpretação de Ave Maria, de Heitor Villa-Lobos, também ganham espaço no programa. De acordo com Lincoln Andrade, a peça sintetiza a qualidade das composições sacras nacionais. “O Villa-Lobos escreveu muitas músicas sacras, em diferentes graus de dificuldades e o trabalho dele é sempre surpreendente”, aponta.

A retomada da série Lírico Sacro teve início em agosto de 2015 e, desde então, o Coral Lírico de Minas Gerais já se apresentou nas Igrejas da Boa Viagem e de São Sebastião. Para Lincoln Andrade, esse tipo de concerto promove uma dinâmica diferente para o CLMG. “O ambiente, a acústica, o fato do coro ter surgido nas igrejas em plena idade média e a tradição da música sacra ser muito harmônica levam a mais esta atividade do Coral Lírico”, finaliza.  

Coral Lírico de Minas Gerais – Coral Lírico de Minas Gerais – Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e que interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Dentro das estratégias de difusão do canto lírico, o Coral Lírico desenvolve diversos projetos que incluem Lírico Sacro, Lírico no Museu, Lírico Educativo e participação nas temporadas de óperas realizadas pela Fundação Clóvis Salgado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o público possa conhecer e fruir a música coral de qualidade, além de vivenciar o contato com os artistas.

Lincoln Andrade – Regente titular do Coral Lírico de Minas Gerais, possui doutorado em Regência pela University of Kansas, EUA, mestrado pela University of Wyoming, EUA, onde também foi professor assistente e ministrou aulas de canto coral e regência coral. Foi diretor musical do grupo Invoquei o Vocal, maestro titular do Madrigal de Brasília e do Coral Brasília. Recebeu prêmios nos Estados Unidos e na Europa. Foi professor e diretor da Escola de Música de Brasília. Regeu concertos na Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Hungria, Paraguai, Polônia, Portugal e Turquia. É produtor musical, apresentador e entrevistador dos programas Conversa de Músico e Conversa de Músico Concertos, produzidos e veiculados pela TV Senado. Atualmente, é professor de regência e coordenador da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG. É constantemente convidado para ministrar palestras sobre regência e canto coral em festivais no Brasil.

Sobre os compositores

Dietrich Buxtehude (1637–1707) Organista e compositor dinamarquês do período barroco é considerado um dos representantes mais importantes do estilo barroco alemão. Buxtehude ganhou prestígio no cenário da música clássica com o retorno dos Abendmusik, saraus vespertinos organizados na igreja de Marienkirche. Foi durante esse período que Buxtehude compôs algumas de suas principais obras.

Johannes Brahms – (1833–1872) – Nasceu em 1833 na Alemanha e é um dos grandes representantes do romantismo. Filho de músico, demonstrou vocação para o piano já na infância. Foi maestro da Sociedade de Amigos da Música em 1872 e regeu a Orquestra Filarmônica de Viena por três temporadas seguidas. O compositor e pianista faleceu em 1897, em Viena.

Johann Sebastian Bach – (1685-1750) – Compositor, cravista, cantor, maestro, violista e violinista, Bach nasceu no Sacro Império Romano-Germânico, atual Alemanha. Tendo uma forte tradição musical em sua família, desde cedo demonstrou talento e iniciou seus estudos na música. Desempenhou diferentes cargos em cortes e igrejas alemãs e praticou quase todos os gêneros musicais de seu tempo, demonstrando maior habilidade no órgão e no cravo. Suas peças mais conhecidas são a Tocata e Fuga em Ré Menor, as Sonatas e Partitas para Violino solo e o Cravo Bem-Temperado.

Ludwing van Beethoven – (1770-1827) – Compositor alemão, nascido, provavelmente, em 1770. Sua música é típica do período de transição entre as épocas Clássica e Romântica. Aos 11 anos tornou-se músico profissional e aos 12 anos substituiu seu mestre na orquestra da ópera. Atormentado pela surdez e por problemas emocionais, Beethoven foi considerado um poeta-músico, o primeiro romântico apaixonado pelo lirismo dramático e pela liberdade de expressão. Foi sempre condicionado pelo equilíbrio, pelo amor à natureza e pelos grandes ideais humanitários. Faleceu na Áustria, em 1827.

Maurice Duruflé – (1902-1986) – Compositor e organista francês, Duruflé nasceu em Louviers e tornou-se corista no Coral da Cadetral de Rouen em 1912, onde também estudou piano e órgão. Em 1929, tornou-se organista titular do St. Étienne-du Mont em Paris, cargo que ocupou até o fim de sua vida. Sua peça mais famosa é o Requiem op. 9, para solistas, coral, órgão e orquestra.

Pablo Casals – (1876-1973) – Virtuoso violoncelista e maestro catalão, percorreu a Europa e os Estados Unidos promovendo concertos e recitais. Apesar de ter realizado diversas grandes obras com orquestras e música de câmara, seus trabalhos mais notáveis foram as gravações das Suítes para Violoncelo, de Bach.

Pietro Mascagni – (1863-1945) – Compositor italiano, Mascagni foi um expoente do período musical na ópera conhecido como verismo. Ao longo de sua carreira compôs dezessete óperas. Sua ópera mais conhecida é a Cavalleria Rusticana.

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Maestro e compositor brasileiro, considerado o expoente máximo da música do modernismo no Brasil. Natural do Rio de Janeiro, Villa-Lobos começou sua vida profissional como instrumentista e, aos 19 anos de idade, compôs as primeiras obras. Para demonstrar a semelhança de modulações e contracantos do folclore musical brasileiro com a música de Bach, compôs as nove Bachianas brasileiras. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo. Foi membro da Academia de Belas Artes em Nova Iorque. Fundou a Academia Brasileira de Música.

Louis Vierne (1870–1937) – Compositor e organista francês, Louis Vierne tinha um estilo elegante e limpo para compor suas peças. Considerado de profundo romantismo, o trabalho do compositor reúne seis sinfonias para órgão, 24 peças fantasia, e 24 obras em estilo livre. Há, também, inúmeros trabalhos para orquestras de câmara, como sonatas para violino e cello e um quarto de cordas.

 

Em Ouro Preto e Mariana, conheceram e filmaram os principais atrativos. Em Belo Horizonte passaram pela Praça da Liberdade, Mirante das Mangabeiras, Mercado Central, Cidade Administrativa, Parque Municipal e Complexo Arquitetônico da Pampulha. Estiveram ainda no Santuário da Serra da Piedade, em Caeté, que, para o diretor Gerben van Ommen foi um dos lugares mais marcantes de toda a viagem. “Esse é um dos pontos mais bonitos que encontramos em Minas. A altitude e a vista proporcionou belas filmagens”, destacou. Já Michael Rutten gostou muito do Mercado Central em Belo Horizonte. “Esse lugar é muito diferente de tudo que já vi, muitas lojas com diferentes produtos juntos. Além da simpatia dos comerciantes, nos sentimos muito bem recebidos em todos os lugares que passamos”, ressalta o câmera do programa Rail Away.

 

A presstrip terminou em São João Del Rei e Tiradentes. A SETUR acompanhou todo o percurso durante os dez dias. O programa tem previsão para ser lançado em julho ou agosto do ano que vem (2016), e será transmitido em mais de 15 países, além de poder ser acessado no site da internet Youtube. “Vimos tantos lugares bonitos em Minas que fica difícil escolher apenas um. Lembraremos também do pão de queijo e da picanha, muito bons”, brinca Ronald Rutten, que cuida do som das filmagens.

 

Essa ação, que visa atrair um fluxo cada vez maior de visitantes para o estado é um mecanismo direto de promoção de destinos e proporciona aos convidados a oportunidade de vivenciar, conhecer e experimentar os locais visitados.


Cartaz seminrio hemeroteca

Acontece no dia 07/10 (quarta-feira), às 14h, no teatro José Aparecido de Oliveira, da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Seminário Memória e Imprensa: A importância da Hemeroteca Histórica para a construção da identidade, memória e saber histórico.

Hemerotecas, as seções das bibliotecas em que se colecionam jornais e revistas, mantêm um registro da produção da imprensa e constituem importante fonte de pesquisa histórica. No evento de quarta-feira, os pesquisadores Guilherme Elias, Elvis Carlos de Oliveira e Luiz Morando irão conversar sobre a relevância da Hemeroteca Histórica para a atividade acadêmica e também para a memória política, cultural e social dos mineiros. “Serão apresentadas e discutidas questões de metodologia ao lidar com periódicos históricos, a rotina de pesquisa e o contato direto com fontes históricas da hemeroteca”, antecipa o coordenador da Hemeroteca e mediador do seminário, Bernardo Schuchter.

A entrada é gratuita e haverá emissão de certificado. Confirme sua presença no Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou 3269-1214.

Serviço

Seminário Memória e Imprensa: A importância da Hemeroteca Histórica para a construção da identidade, memória e saber histórico

Data: 7/10/2015 (quarta-feira)

Horário: 14h

Local: Teatro José Aparecido de Oliveira – Praça da Liberdade, 21.

Entrada: Gratuita

Informações e inscrições: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou 3269-1214

A Secretaria de Estado de Cultura abre, no próximo dia 29 de setembro,no Teatro José Aparecido da Biblioteca Pública Luiz de Bessa, equipamento que integra o Circuito Cultural da Praça da Liberdade, o 8° Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais. A abertura conta com presença do secretário Angelo Oswaldo.

Com o tema Arquitetura de Museus, a edição de 2015 do encontro, que acontece até o dia 30 de setembro, tem como objetivo ampliar e possibilitar o diálogo entre o arquiteto e os profissionais envolvidos no âmbito museológico nas construções e adaptações de espaços de museus, além de discutir as necessidades que circundam o tema: o planejamento dos espaços, a metodologia dos projetos a serem executados; sua manutenção e  sustentabilidade.

O evento será aberto para estudantes, professores, profissionais da área museológica e da arquitetura e demais pessoas interessadas no tema.

Nesta edição do Encontro Estadual de Museus os debates serão focados em quatro eixos principais: Arquitetura de Museus; A formação na arquitetura de Museus; Projetos Arquitetônicos de Museus: metodologias e interdisciplinaridade e Arquitetura e acervo: possíveis interfaces.

A ficha de inscrição está disponível abaixo e deve encaminhada para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 25 de setembro de 2015.

Sobre o Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

Minas Gerais conta hoje com mais de 490 museus e, a exemplo de outros estados brasileiros, vem trabalhando sistematicamente pela consolidação do seu Sistema Estadual de Museus. A principal iniciativa nesse intuito é a realização dos Encontros de Museus de Minas Gerais, evento que teve início em 2005.

Nos últimos anos, especialmente a partir de 2004, com a criação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM), nota-se uma crescente articulação pela organização, desenvolvimento e valorização das instituições museológicas brasileiras. Duas ações políticas do governo federal no campo museológico vieram confirmar e fortalecer a importância cultural da grande e diversificada rede de museus espalhada por todo o território nacional: a criação do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e a instituição da lei que define o Estatuto de Museus.

Ficha de inscrição para 8° Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

Programação do 8° Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

              

SERVIÇO

Evento:8º Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais

Data: 29 e 30 de setembro de 2015

Horário: 9h às 18h

Local: Teatro da Biblioteca Pública Luiz de Bessa

Praça da Liberdade 21 – Funcionários – BH - MG

Período de Inscrições: até 25 de setembro de 2015

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

O Arquivo Público Mineiro foi contemplado no edital 2015 do Programa Memória do Mundo da Unesco – Registro Nacional, MOWBrasil. Em parceria com o Arquivo da Cidade de Belo Horizonte e o Museu Histórico Abílio Barreto, o APM propôs o registro do Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital (1892-1903), que se encontra sob a guarda das três instituições. Trata-se da memória documental da implantação da cidade de Belo Horizonte para sediar o governo de Minas Gerais, contendo material variado de alto interesse para a cultura e a história. A parceria rendeu mais um prêmio importante para o Arquivo Público Mineiro, que já havia sido selecionado pelo Programa Memória do Mundo com duas coleções: Acervo da Câmara Municipal de Ouro Preto (1711-1889) e Acervo do DOPS/MG. 


No mês de setembro, a FAOP oferece o curso de Encadernação durante a Primavera de Museus. Ministrado pela professora Mara Inês Pires, a oficina tem como objetivo apresentar os princípios básicos da arte da marmorização em papel e da costura em encadernação. Os conteúdos abrangem desde a dobra e costura das folhas, confecção de capas e acabamento de livro.

A oficina faz parte da 9ª edição da Primavera dos Museus, programa coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus | Ibram em parceria com diversas instituições museológicas de todo país. Anualmente, no início da primavera, é promovido uma temporada cultural que procura divulgar, valorizar, aproximar e intensificar as relações entre museus e sociedade.

Com o tema “Museus e Memórias Indígenas” o encontro promove debates e reflexões acerca da grande diversidade sociocultural dos mais de 200 povos indígenas que vivem em todo Brasil.

A oficina de encadernação é gratuita e são oferecidas 15 vagas direcionadas a jovens e adultos a partir de 14 anos. Acontece nos dias 21, 22 e 23 de setembro, de 13h às 17h, na Casa dos Inconfidentes, localizada no bairro Vila Aparecida – Rua Engenheiro Correa, s/nº, Ouro Preto | MG.

Para inscrições e outras informações, entrar em contato pelo telefone (31) 3551-2739.

Serviço
Data da Oficina: 21,22 e 23 de setembro, 13h às 17h
Local:RuaEngenheiro Correa, s/nº| Bairro Vila Aparecida| Ouro Preto-MG

Informações: (31) 3551-2739.


A Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP realiza na próxima quarta-feira, 7 de outubro, a confecção dos tradicionais tapetes devocionais como parte das comemorações dos 300 anos da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. A festividade esse ano tem como tema “Com Maria, a Senhora do Rosário, enviados em missão para servir e libertar”.

A antiga tradição dos tapetes se transformou numa atração a mais no calendário religioso da cidade, depois de ter sido resgatada pela FAOP com novos meios e materiais como a serragem colorida. Muito além do propósito religioso, a Fundação realiza essa atividade com o intuito de trabalhar pelo patrimônio, prezando pela cultura da cidade de Ouro Preto e promovendo a união de um povo com um mesmo propósito.

A confecção dos tapetes acontece a partir das 14h, em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário, localizada no Largo do Rosário, em Ouro Preto; por onde passa, as 20h, a procissão com presença das Ordens Terceiras e Irmandades de Ouro Preto, conduzindo a imagem de Nossa Senhora do Rosário e os estandartes lembrando os santos comemorados no mês de outubro.

Sobre os Tapetes Devocionais

A tradição de adornar as ruas para passagem de cortejos se perde no tempo e pode ser relacionada à entrada de Cristo em Jerusalém, quando a população cobre as ruas com ramos para a sua passagem. Em Ouro Preto, a confecção de tapetes devocionais remete à reinauguração da matriz do Pilar, no ano de 1733. A festividade, que ficou conhecida como Triunfo Eucarístico, foi  incorporada e aplicada durante as liturgias das Semanas Santas e de outros eventos religiosos com o passar dos anos.

A arte de fazer tapetes é uma expressão coletiva onde as serragens dão formas aos desenhos que simbolizam a fé dos homens. A FAOP é uma incentivadora da tradição de ornamentação das ruas com os tapetes devocionais, promovendo ações para a preservação da tradição. Para isso, a Fundação oferece palestras, cursos e oficinas abertas a toda a comunidade ouro-pretana e demais interessados, também incentivando a difusão e valorização da tradição nos mais diversos espaços com o programa Tapete+Arte, que leva os tapetes devocionais para outros espaços como galerias, museus, espaços urbanos e outras cidades do país e do mundo, como aconteceu na França em 2012.


Palestra Ana Virgínia

Para encerrar o ciclo de palestras com chave de ouro, o Encontros com a leitura 2015 apresenta, no dia 22/09, às 18h, no Teatro José Aparecido, da Luiz de Bessa, “A Biblioteca exibida: do livro raro à formação de coleções especiais”, palestrado pela bibliotecária Ana Virginia Pinheiro.

Chefe da divisão de Obras raras da Biblioteca Nacional e com mais de três décadas de experiência em Biblioteconomia de livros raros e gestão de acervos bibliográficos de memória, Ana Virginia fala sobre a formação de coleções especiais, sobre o papel e o perfil do bibliotecário que as gerencia, e do futuro dessas coleções.

No mês de setembro a Luiz de Bessa comemora 46 anos da coleção Mineiriana, que preserva a memória e história de Minas Gerais. A palestra tem entrada gratuita.

Informações e inscrições: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou 3269-1214 / 3269-1209

Encontros com a Leitura 2015

O eventointegra o ciclo anual de palestrasEncontros com a Leitura, que tem como objetivo colocar em discussão a leitura, o livro e a biblioteca pública, sob diversos aspectos. Este ano, o temaMineiriana: 46 anos preservando a memória e a história de Minas Gerais  é uma reflexão e homenagem à Coleção Mineiriana da Biblioteca, dedicada a textos sobre o Estado, e àqueles escritos por autores que aqui nasceram ou viveram. Todos os eventos são gratuitos.


A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Paróquia Nossa Senhora do Pilar, fundada no Rio de Janeiro em 1683 e em Ouro Preto, em 1715, realiza durante o mês de outubro as comemorações pelo seu Tricentenário. O tema central da festividade é “Com Maria, a Senhora do Rosário, enviados em missão para servir e libertar”.

Serão homenageados durante a festa Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, o Dom Francisco Barroso Filho e o Bispo Emérito de Oliveira, que completam trinta anos de Ordenação Episcopal.

Também receberão condecorações o Cônego Agostinho de Lourdes Coimbra, pelos 70 anos de vida sacerdotal; o Pároco Marcelo, e o Vigário Paroquial Cônego Tarcísio, pelos 25 anos de ordenação sacerdotal que foram comemorados em 2014.

 

Confira a programação

QUINTA-FEIRA, DIA 01 DE OUTUBRO

Início do Mês do Rosário

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora na Igreja de Nossa Senhora do Carmo. A seguir, procissão conduzindo a bandeira de  Santa Terezinha, saindo da igreja do Nossa Senhora do Carmo até a Igreja do Rosário, passando pela Rua Conde de Bobadela, Pça. Reinaldo Alves de Brito, Rua São José, Pça. Silviano Brandão, Rua Getúlio Vargas até oLargo do Rosário.

À chegada da procissão, Santa Missa, seguida de bênção e distribuição de rosas aos fieis. Iluminação da igreja do Rosário lembrando o “Outubro Rosa”, na Campanha Nacional contra o Câncer de Mama.

Repique festivo dos sinos.

(Coral de Dó) (Corporação Musical  Senhor Bom Jesus de Matozinhos)

SEXTA-FEIRA, DIA 02 DE OUTUBRO

Dia consagrado ao Coração de Jesus – Santos Anjos da Guarda

13 horas e 30 minutos – Abertura da Exposição “300 anos da Irmandade do Rosário” no Museu de Arte Sacra do Pilar e lançamento, junto aos representantes inscritos, do concurso de Redação e Desenho sobre o tema.

Na igreja de Nossa Senhora do Rosário:

18 horas - Adoração do Santíssimo Sacramento com a participação do Apostolado da Oração e Grupos de Reflexão.

19 horas - Missa do Sagrado Coração de Jesus. Após a Santa Missa, seresta no adro da igreja com o Coral Renascer.

21 horas - Preparação da água para a lavação da escadaria da igreja do Rosário.

(Coral Renascer)

SÁBADO, DIA 03 DE OUTUBRO

 8 horas – Cântico do Ofício de Nossa Senhora pelos irmãos do Rosário e fieis.

 8 horas e 30 minutos- Breve reflexão sobre a Carta Encíclica Papal “Laudato Si’” e dos nossos compromissos com o meio ambiente.

 9 horas – Lavagem simbólica da escadaria do Rosário.

10 horas - Início oficial das visitas orientadas, envolvendo a Educação Fundamental.

18 horas - Oração do Ângelus e do Terço de Nossa Senhora. Participação da Legião de Maria e Congregação Mariana.

               

DOMINGO, DIA 04 DE OUTUBRO

Início Festivo do Tríduo de Nossa Senhora do Rosário 

Dia de São Francisco de Assis

6 horas - Repique de sinos.

8 horas - Recepção e café para as Guardas de Congo visitantes.

10 horas - Oração do Terço de Nossa Senhora  na residência de Dona Maria Santos da Mata Guimarães, escolhida rainha 2015, Travessa Odorico Neves, 93, Rosário.

10 horas e 30 minutos – Cortejo conduzindo a bandeira da Irmandade do Rosário, saindo da casa da rainha até a igreja de Nossa Senhora do Rosário.   

11horas e 30 minutos – Coroação de Nossa Senhora (no palanque) e Louvor a São Francisco de Assis.

14 horas – Saída da imagem visitadora de Nossa Senhora do Rosário e da Bandeira da Basílica de Nossa Senhora do Pilar, em procissão, até a igreja de Nossa Senhora do Rosário (Subida pela Ladeira do Pilar)

15 horas – Santa Missa Conga. Após a Missa, levantamento do Mastro e despedida das Guardas de Congo.

19 horas - Santa Missa e primeiro dia do Tríduo Festivo em honra a Nossa Senhora do Rosário e do Jubileu dos 300 anos da Irmandade. Participação do Coral Pequenos Cantores do Pilar Otacílio Cunha.

SEGUNDA-FEIRA, DIA 05 DE OUTUBRO

Segundo dia do Tríduo Festivo de Nossa Senhora do Rosário 

Dia de São Benedito

 18horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora . Participação de crianças e catequistas da Catequese Paroquial e do Movimento Cursilho da Cristandade.

 19 horas – Santa Missa, seguida do Tríduo Tríduo Festivo em honra a Nossa Senhora do Rosário e do Jubileu dos 300 anos da Irmandade. Participação do Coral Francisco Gomes da Rocha. Após a Missa bênção dos pães em honra a São Benedito.

TERÇA-FEIRA, DIA 06 DE OUTUBRO

Terceiro dia do Tríduo Festivo de Nossa Senhora do Rosário 

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora

 19 horas – Santa Missa, seguida do Tríduo Festivo em honra a Nossa Senhora do Rosário e do Jubileu dos 300 anos da Irmandade. Participação do Coral São Pio X. Após a Missa, apresentação cultural da Escola de Música Padre Simões..

    

DIA SOLENE DE CELEBRAÇÃO ESPECIAL

QUARTA-FEIRA, DIA 07 DE OUTUBRO

DIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Repique de sinos às 6, 12, 15 e 18 horas.

Confecção de tapete nas escadarias da igreja pela FAOP.

15 horas - Oração do Rosário em louvor a Nossa Senhora pelos Irmãos.

19 horas – Procissão com a presença das Ordens Terceiras e Irmandades de Ouro Preto, conduzindo a imagem de Nossa Senhora do Rosário e os estandartes lembrando os santos comemorados no mês de outubro.

Trajeto – Rua do Pilar, Rua do Paraná, Pça. Reinaldo Alves de Brito, Rua São José, Largo da Alegria, Rua Getúlio Vargas e Largo do Rosário.

À chegada da procissão, Santa e solene Missa cantada. Participação do Coral Canarinhos de Itabirito. Após Missa, apresentação do Coral Canarinhos.

Homenagens e confraternização.

   

               

QUINTA-FEIRA, DIA 08 DE OUTUBRO

DIA DO NASCITURO

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora com a participação MFC e Pastoral Familiar.  Bênção para mulheres grávidas.

Distribuição de mensagens em favor da vida. Sorteio de brindes. Doações.

19 horas - Leitura Orante da Bíblia

Confraternização.

SEXTA-FEIRA, DIA 09 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora.

Participação da Catequese Crismal para Adultos e Jovens e dos Grupos de Oração das Paróquias de Ouro Preto.

SÁBADO, DIA 10 DE OUTUBRO

 7 horas – Cântico do Ofício a Nossa Senhora

 8 horas - Oficinas “Saberes e Fazeres Negros” envolvendo grupos de Cultura Negra, estudantes e interessados. Local: adro do Rosário.

15 horas - Caminhada Musical com o Coral Trovadores de Minas, saindo da Igreja do Rosário, passando pela Rua São José, até a Casa dos Contos.

15 horas e 30 minutos – Lançamento da Exposição de fotografia “Coletivo do Rosário”, na Casa dos Contos.    

DOMINGO, DIA 11 DE OUTUBRO

15 horas e 30 minutos  - Oração do Terço de Nossa Senhora

16 horas - Santa Missa Inculturada com a participação das pessoas envolvidas nas oficinas de sábado e outros grupos ligados a representantes da Pastoral Afro da Arquidiocese.

Apresentação do Coral Família Alcântara.

SEGUNDA-FEIRA, DIA 12 DE OUTUBRO

DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL

 15 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora

16 horas - Santa Missa e coroação da imagem de Nossa Senhora pelos anjinhos do Pilar.  Consagração a Nossa Senhora das crianças presentes.

 17 horas - Homenagem às crianças prestada pela Irmandade do Rosário e apresentação do*Catin Nardi. (teatro infantil)

TERÇA, QUARTA, QUINTA E SEXTA-FEIRA ,

DIAS 13, 14, 15 E 16 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora com a participação, a cada noite, das Ordens Terceiras e Irmandades de Ouro Preto, de acordo com as datas previstas no convite especial que será enviado. Participação da Sociedade São Vicente de Paulo e Grupo Serra pelas Vocações Sacerdotais. Participação de professores e do comércio local.

Dia 15 – Orações pelos educadores sob a intercessão de Santa Tereza D’Ávila

Dia 16 – Santa Edwiges.

SÁBADO, DIA 17 DE OUTUBRO

8 horas e 30 minutos – Cântico do ofício de Nossa Senhora

18 horas e 30 minutos – Apresentação do Terço Luminoso de Padre Viegas com a especial convite para as Irmandades do Rosário da cidade de Ouro Preto, da AVOSCOP e dos Ministros Extraordinários da Eucaristia.

DOMINGO, DIA 18 DE OUTUBRO

DIA DE SÃO LUCAS – HOMENAGEM AOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE

15 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora com as Irmandades do Rosário visitantes.(de outras cidades e distritos)

16 horas – Santa Missa. Reprodução em imagem e sonorização (telão) da Mensagem do Papa Francisco para o dia das Missões. Após a Missa, homenagens à Missão de educar, lembrando Santa Tereza D’Ávila e à Missão de salvar vidas, lembrando São Lucas, médico.

       

SEGUNDA, TERÇA, QUARTA, QUINTA E SEXTA-FEIRA

DIAS 19, 20, 21, E 23 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora a cada noite com um dos grupos do “Terço dos Homens” e Pastoral da Sobriedade.   

Quinta- feira, dia 22 de outubro, às 18 horas e 30 minutos, – Oração do Terço de Nossa Senhora.

 Às 19 horas, Leitura Orante da Bíblia.

SÁBADO, DIA 24 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos - Cântico do Ofício de Nossa Senhora com a participação da Irmandade do Rosário dos Pretos de Ouro Preto e fieis. Participação das Equipes de Liturgia e de Leitores da paróquia do Pilar, Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e Meios de Comunicação.

 20 horas – Apresentação da Orquestra Ouro Preto

           

DOMINGO, DIA 25 DE OUTUBRO

Início do Tríduo Festivo em Honra a São Judas Tadeu

15 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora .

16 horas – Santa Missa. Após a Missa, renovação do Compromisso dos Irmãos do Rosário. Início do Tríduo em honra de São Simão e de São Judas Tadeu. Solene reabertura dos Livros da Irmandade. Posse dos novos irmãos.

                                                                                             

SEGUNDA-FEIRA, DIA 26 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora .

19 horas - Missa e segundo dia do Tríduo em honra de São Simão e São Judas Tadeu. Crisma

TERÇA-FEIRA, DIA 27 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora.

19 horas - Missa e terceiro dia do Tríduo em honra a São Simão e a São Judas Tadeu. Crisma.

QUARTA-FEIRA, DIA 28 DE OUTUBRO

DIA DE SÃO SIMÃO E DE SÃO JUDAS TADEU

18 horas e 30 minutos - Oração do Terço de Nossa Senhora

19 horas - Missa Festiva em honra a São Simão e a São Judas Tadeu .Crisma

QUINTA E SEXTA-FEIRA, DIAS 29 E 30 DE OUTUBRO

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora. Participação das Pastorais do Batismo, dos Enfermos e Carcerária, respectivamente.

SÁBADO, DIA 31 DE OUTUBRO

Ação de Graças pelo Mês do Rosário

e 300 anos da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário

dos Pretos de Ouro Preto

 9 horas – Cântico do Ofício de Nossa Senhora ou Laudes

18 horas e 30 minutos – Oração do Terço de Nossa Senhora com a participação da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e devotos.

19 horas – Santa Missa em agradecimento pelas graças recebidas .(seguida de Te Deum?)

Após a Ação de Graças, descimento do Mastro e da Bandeira do Rosário.

Entrega das Bandeiras para os festeiros do Mês do Rosário de 2016

Apresentação do Grupo Musical Candongueiros.

Confraternização.


Crédito: Asscom

Angelo Oswaldo nos sinos da Paróquia em Barbacena

O secretário Angelo Oswaldo participou das cerimônias comemorativas dos 290 anos da criação da Paróquia de N. Sra. da Piedade, em Barbacena. Segundo o secretário da Cultura, a construção do templo deu nome à povoação que se formou naquela importante encruzilhada da Estrada Real, denominada arraial da Igreja Nova. A primeira igreja era a capela da Fazenda da Borda do Campo, e o desenvolvimento da área urbana, em local próximo, ensejou a edificação e a instituição da paróquia. A organização eclesiástica assinalava a importância da localidade urbana.

Assim, acrescentou, “celebramos a própria fundação de Barbacena, que ganhou esse nome ao ser elevada à condição de vila, em 1791, pelo visconde de Barbacena, governador de Minas Gerais”. O secretário assistiu à missa solene presidida pelo arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lírio Rocha, e a bênção dos novos sinos da matriz paroquial. Nossa Senhora da Piedade é a padroeira do Estado de Minas Gerais. Em seguida, Angelo Oswaldo visitou o grupo Ponto de Partida e a Escola Bituca, na antiga Sericícola, quando dialogou com professores, alunos e artistas sobre a política estadual de cultura.


O documentário mineiro Remeiros do São Francisco é um dos selecionados no Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade - 28ª edição. A solenidade de entrega da premiação aos contemplados acontece no dia 26 de outubro de 2015, em Brasília.

Remeiros de São Francisco remonta à trajetória dos remeiros, homens que, desde o século XVIII até a década de 1950, transportavam barcas pelo Rio São Francisxo levando mantimentos e também histórias de vida. Depoimentos e fotos remontam a memória desses personagens fundamentais ao processo de povoamento e progresso da região. 

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade foi instituído pelo Iphan visando divulgar ações de valorização e promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro.


Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) promove, na cidade de Formiga, a 5ª Rodada Regional do ICMS Cultural. A iniciativa percorrerá dez cidades nas 17 regiões, demarcadas pelo Governo Estadual como territórios de desenvolvimento. 

Com a Rodada, o Instituto quer dialogar com os gestores públicos dos municípios participantes do programa ICMS Patrimônio Cultural e coletar sugestões e propostas para encaminhamento ao Conselho Estadual do Patrimônio, órgão regulador do programa. Também serão prestados esclarecimentos sobre os critérios para a transferência de recursos do ICMS aos municípios, prevista em lei estadual.

A 5ª Rodada Regional do ICMS Cultural integra a programação da 5ª edição da Jornada Mineira do Patrimônio Cultural. Trata-se de uma oportunidade para que representantes dos municípios possam debater a efetivação de uma política municipal de proteção ao patrimônio cultural e seus impactos na busca constante da preservação dos bens culturais em suas comunidades, garantindo assim os repasses financeiros.

 Assessoria aos municípios

A Lei Estadual 18.030/09, que dispõe sobre a distribuição da parcela proveniente da arrecadação do ICMS e destinada aos municípios, atribui ao Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), por meio do Conselho Estadual do Patrimônio (Conep), a responsabilidade de estabelecer os parâmetros para que os municípios possam receber recursos financeiros advindos do critério do patrimônio cultural, conhecido como ICMS Patrimônio Cultural.

Para receber os recursos, o município deve construir e colocar em prática, com a participação da comunidade, sua política municipal de proteção ao patrimônio cultural, trabalhando para que ela se efetive como política pública.

Neste sentido, o Iepha-MG presta orientação técnica aos municípios e esclarece as dúvidas com relação às normas estabelecidas na Deliberação Normativa do Conep.

A orientação às prefeituras tem por objetivo a inserção municipal nas políticas de proteção ao patrimônio cultural, além de oferecer informações para que os procedimentos exigidos na Deliberação Normativa sejam cumpridos de forma correta e dentro dos prazos, garantindo a pontuação que calculará os valores de repasse financeiro.


Crédito: Asscom; SUBSL

Caixa-Estante

 

Todo livro tem que ir onde o leitor está. Parafraseando o letrista Fernando Brant, falecido neste ano, a Caixa-Estante da Biblioteca Estadual Luiz de Bessa – espaço que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade - continua sua peregrinação, iniciada em 1969. Desde essa época, o projeto circula pelas mais diversas instituições e, principalmente, pelos ambientes segregados da sociedade em busca da comunhão entre o leitor e o livro.

Presídios, creches, associações de bairros, igrejas, hospitais, casas de semiliberdade e centros socioeducativos já receberam a visita desse móvel recheado de obras que, durante os últimos 46 anos, já mudou a vida de muita gente.

“Foram muitas histórias, muita luta, determinação, idealismo para alcançar populações que não conseguem acesso à nossa sede”, conta Auri do Amaral, coordenadora da Caixa-Estante da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.       

A Caixa-Estante é um serviço de extensão da Superintendência de Bibliotecas Públicas e Suplemento Literário e surgiu como um desdobramento da biblioteca móvel, que até hoje existe e é feita em um caminhão baú, com o nome de Carro-Biblioteca. O objetivo do projeto é levar às instituições públicas, privadas ou não governamentais de Belo Horizonte e Região Metropolitana, um acervo diversificado de livros.

Segundo a coordenadora, a partir da Caixa-Estante pode-se praticar uma ação transformadora, modificando atitudes, ideias e valores, já que a leitura é uma importante ferramenta de inclusão social. Atualmente, o projeto atende a 17 instituições e, até o mês de setembro, somou quase dez mil leitores atendidos. Geralmente a caixa de livros fica de três a quatro anos em cada um dos lugares selecionados.

“Muitos se acostumam com a diversidade do acervo e solicitam uma maior permanência. Temos caixas com seis anos de permanência. A participação é tão grande que não temos justificativa convincente para retirá-las”, revela Auri do Amaral.

Nos últimos 15 dias, por exemplo, o serviço foi solicitado por quatro instituições. Dessas quatro, uma já foi selecionada para receber a Caixa-Estante: o Lar Teresa de Jesus, no bairro Prado, Belo Horizonte. A instituição presta atendimento gratuito a pacientes oncológicos que vivem em situação de vulnerabilidade social. A inauguração do serviço por lá está prevista para o mês de novembro.

Para pleitear uma Caixa-Estante, a instituição deverá entrar em contato com a Coordenação do Setor de Caixa-Estante da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..               


Fonte: Ministério da Cultura

Faleceu nesta quinta-feira, dia 17, no Rio de Janeiro, aos 87 anos, o diretor de cinema e de televisão Carlos Manga.

 
Manga começou sua carreira na Companhia Atlântida Cinematográfica, no início da década de 50 e tornou-se referência na direção de chanchadas, tendo alcançado grande sucesso com filmes estrelados por Oscarito, Grande Otelo entre outros. Ao longo de sua vida, dirigiu mais de três dezenas de filmes.
 
Na década de 60 começou a trabalhar em televisão, tendo passado por diversas emissoras. Na última delas, a TV Globo, dirigiu grandes sucessos como Sítio do Pica-pau Amarelo, novelas como Anjo Mau (1997), Torre de Babel (1998) e Eterna Magia (2008), além de minisséries, como Agosto (1993), Memorial de Maria Moura (1994) e Um Só Coração (2004).
 
A Secretaria de Estado de Cultura presta sua homenagem a esse grande artista e manifesta seu pesar.
 

A Secretaria de Estado de Cultura publica listagem dos projetos deferidos e desclassificados enviados ao edital 2015 do Fundo Estadual de Cultura. Os documentos foram gerados após nova análise de documentação pela Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura, conforme previsto no item 2.1.5. do Edital FEC 01/2015.

A publicação é constituída por: listagem dos projetos deferidos e projetos desclassificados, por ordem alfabética por nome da entidade.

Foram considerados projetos desclassificados aqueles que não atenderam às exigências estabelecidas no Edital. Por conseguinte, os Deferidos são projetos que atenderam às exigências estabelecidas no Edital e, por conseguinte, habilitados para análise das Câmaras Setoriais Paritárias.

As Câmaras Setoriais Paritárias estão trabalhando intensivamente na avaliação dos projetos deferidos com o objetivo de cumprir o compromisso da publicação do resultado em 29/10/2015.

Dúvidas com relação à listagem poderão ser respondidas através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone 31 3915 2719/2720.

Confira listagem dos projetos deferidos e desclassificados


Reconhecido internacionalmente como um dos melhores de sua geração, o pianista argentino-venezuelano Sergio Tiempo é o convidado da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais para a série Sinfônica em Concerto, sob a regência de Roberto Tibiriçá. Pela primeira vez junto à Orquestra Sinfônica de MG, Tiempo interpreta um clássico do Romantismo do século XIXConcerto para Piano     1, de Chopin, considerada uma das mais belas obras de Chopin e uma das mais complexas do repertório erudito para piano.

Nesta apresentação, Sergio Tiempo escolheu tocar uma obra de Chopin por considerá-lo um compositor que teve papel fundamental na sua formação como músico, e atualmente ainda exerce influência em sua carreira. O pianista explica que a peça exige grande técnica do solista já que os movimentos são contínuos e rápidos. “É uma peça que você não para de tocar um momento sequer. É muito bonita, tem um tom dramático, mas também é muito difícil”, revela.

Pela primeira vez ao lado da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Sergio Tiempo destaca a importância de contribuir para que diferentes públicos tenham acesso à música clássica. “É uma honra poder apresentar ao lado de uma Orquestra tão importante como é a Sinfônica de Minas Gerais e, principalmente, muito feliz em poder ajudar a atrair novos apreciadores da música clássica”, finaliza.

Concerto para Piano  é uma das mais expressivas obras do período românticoChopin escreveu dois concertos para piano, sendo que, cronologicamente, o nº1 foi o segundo a ser composto, mas o primeiro a ser editado, em 1829. Por isso, a numeração foi invertida. Concerto para Piano  1 foi composto em 1830 e é uma das últimas peças apresentadas na Polônia antes de Chopin se mudar definitivamente para a França. A primeira apresentação aconteceu em 11 de outubro de 1830, em Varsóvia, tendo o próprio compositor como solista.

Natural da Venezuela, Sergio Tiempo mudou-se, ainda criança, para a Argentina. O primeiro contato com o piano foi aos três anos de idade, quando iniciou suas aulas no instrumento. Aos quatro anos, começou a se apresentar em recitais de música e em programas de tevê, na Argentina. A primeira aparição internacional foi aos sete anos, no Festival Menton, na França. Além de ter sido influenciado por grandes nomes da música, também foi orientado por Martha ArgerichNelson Freire e Nikita Magaloff. No currículo, alguns dos mais importantes prêmios, como o Alex De Vries, e concertos em diversas casas dedicadas à música clássica, a Philharmonie de Berlim e Palais de Beaux-Arts Bruxelles,

Ainda no repertório do concerto serão executadas Polonaise Militaire, também de Chopin, com transcrição de Glazunov, e Sinfonia  5, de Tchaikovsky. Serão realizadas duas apresentações desta Série, que integram a programação comemorativa dos 45 anos da Fundação Clóvis Salgado, celebrados em 3 de setembro.

Romantismo puro – O programa da apresentação procura recuperar o repertório Romântico do século XIX. Além de Chopin, o compositor russo Tchaikovsky é outro grande expoente do período. Segundo o Maestro Roberto Tibiriçá, a Sinfonia  5, é uma de suas peças mais conhecidas. “Sinfonia nº 5 é bastante utilizada em casamentos, trilhas sonoras de filmes. Ela tem um forte tom nacionalista e um belo solo de trompa, o que emociona ainda mais o público”, destaca. De acordo com o maestro Roberto Tibiriçá, que se considera um romântico por natureza, é sempre um prazer reger obras que emocionam.

Para ele, “as composições de Chopin e Tchaikovsky elevam o nosso espírito e emocionam profundamente qualquer um que escute essas duas obras maravilhosas”. Ainda segundo o maestro, com a proposta da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais em resgatar o repertório romântico em suas apresentações, o público terá a chance de se emocionar em vários concertos.

ORQUESTRA SINFÔNICA DE MINAS GERAIS – Criada em 1976, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, corpo artístico gerido pela Fundação Clóvis Salgado, é considerada uma das mais ativas orquestras do país. Em 2013, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais pela lei 20.628. Em permanente aprimoramento da sua performance, a OSMG cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais. Executa repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo, além de grandes sucessos da música popular, com a série Sinfônica Pop. Seus regentes titulares foram: Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos.

ROBERTO TIBIRIÇÁ – Nascido em São Paulo (SP), recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire e Gilberto Tinetti. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho, com quem trabalhou durante 18 anos depois de ter vencido o Concurso para Jovens Regentes da OSESP. Ocupou o cargo de Regente Assistente no Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa/Portugal) e em 1994 tornou-se Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entre 2000 e 2004, foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobras Sinfônica e, entre 2005 e 2011, Diretor Artístico da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli (SP). Em 2010 assumiu a regência da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais onde permaneceu até 2013. Foi também Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Campinas (SP), da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo (SP) e da Orquestra Sinfônica do Sodre (Uruguai). Dentre os muitos prêmios e honrarias que recebeu, destacam-se o XIII e XIV Prêmio Carlos Gomes como Melhor Regente Sinfônico; a Ordem do Ipiranga (SP); a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek (MG) e o Prêmio APCA (Associação dos Críticos Musicais de São Paulo) como Melhor Regente. Ocupa a Cadeira Nº 5 da Academia Brasileira de Música.

Sergio Tiempo – Considerado por críticos e músicos como um dos grandes talentos de sua geração, o pianista argentino-venezuelano Sergio Tiempo tornou-se destaque internacional desde sua estreia aos 14 anos no Concertgebouw, em Amsterdã. Ainda criança começou os estudos em piano. Tiempo já se apresentou com renomadas orquestras, como as Sinfônicas de Chicago e de Houston, Orquestra de Cleveland com Leonard Slatkin e Sinfônica do Novo Mundo, entre outras. No currículo do pianista, constam também concertos em respeitadas salas de música clássica, entre elas Kennedy Center, Davis Symphony Hall e Embaixador Hall, nos EUA; Philharmonie de Berlim, Palais de Beaux-Arts Bruxelles, Salle Pleyel, Conservatório Verdi, Accademy de Liszt e Hall de Tchaikovsky, na Europa; Suntory Hall, Orchard Hall e Bunka Kaikan, no Japão; Teatro Colón e outras salas da América do Sul. Destacam-se, nas premiações individuais, o Prêmio Alex De Vries 1986 e quatro primeiros prêmios no Festival de Música de Ealing de 1980, no qual foi homenageado, aos oito anos, como o participante mais talentoso. Em 2000, recebeu o Prêmio de Davinoff, na Alemanha.

Sobre os compositores

Frédéric Chopin (1810-1849) – Compositor polonês radicado na França, é conhecido como um dos mais importantes pianistas da história. Com técnica refinada e elaboração harmônica, Chopin inovou com novas formas musicais como a balada, e trouxe novidades como o piano, a sonata e a valsa. Suas obras são consideradas grandes pilares do romantismo na música erudita do século XIX.

Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) – Compositor russo do período romântico, Tchaikovsky compôs inúmeras sinfonias, concertos, óperas e balés que estão entre os mais famosos do repertório da música erudita. Sendo o primeiro compositor russo a alcançar reconhecimento mundial, Tchaikovsky ficou famoso por interpor o caráter russo de suas peças com elementos mais ocidentalizados e harmonias ricas. Faleceu aos 53 anos, em São Petersburgo.

PROGRAMA:

F. Chopin

Polonaise Militaire em Lá Maior, op. 40 Nº 1 (transcrição de Glazunov)

F. Chopin

Concerto para Piano Nº 1 em mi menor, op. 11

Solista: SÉRGIO TIEMPO

Allegro maestoso

Romanze – Larghetto

Rondo – Vivace

INTERVALO

P. Tchaikovsky

Sinfonia Nº 5 em mi menor, op. 64

Andante providentoso – Scherzo: Allegrocon anima

Andante cantabile, conalcunalicenza – Non Allegro

Valse – Allegro moderato conPatrioso

Finale – Andante maestoso – Molto assai e Moltomaestoso – Allegro vivace (Alla Breve) - Allegrocon anima


Crédito: Carlos Alberto/Imprensa MG

Prêmio Artes Cênicas de MG

A milenar arte cênica é reconhecida pelo Governo de Minas Gerais como uma das expressões imprescindíveis para a produção cultural e formação de público do Estado. Com esse entendimento, a Secretaria de Cultura lança, nesta sexta-feira (01/10), o Prêmio de Artes Cênicas de Minas Gerais. O lançamento contou com apresentações artísticas de Moisés, o Rei dos Pedais, e Richard Circos. 

Serão mais de R$2 milhões destinados aos profissionais do circo, dança e teatro, distribuídos em dois editais, que têm inscrições abertas de 06 de outubro a 19 de novembro.

Angelo Oswaldo, secretário de Estado de Cultura, sublinha a pujança das artes cênicas em Minas Gerais e posiciona a SEC na atual conjuntura brasileira.

“Sentimos um grande entusiasmo dos profissionais do circo, dança e teatro e sabemos que temos que atender a essa produção latente, a partir da elaboração de programas de apoio. Com atitudes pró ativas e pensamentos otimistas, conseguimos suplantar a situação adversa, obtendo resultados animadores neste primeiro ano de trabalho que nos farão começar 2016 com muita garra.”

O primeiro é o edital do Prêmio de circulação de espetáculos cênicos, com recursos na ordem de R$1.080.000,00, divididos em 36 prêmios de R$30.000,00, sendo 12 prêmios para espetáculos de circo, 12 para apresentações de dança e 12 para peças de teatro. Os recursos são do tesouro.

Já o segundo edital é o Cena Minas – 7ª edição, no valor de R$ 990.000,00, e contempla as categorias: Manutenção de espaços cênicos, com 15  prêmios (cinco para circo, cinco para dança e cinco para teatro), de R$ 40 mil; e Aquisição de equipamentos materiais cênicos, com 15 prêmios (cinco para circo, cinco para dança e cinco para teatro), de R$ 26 mil. O Cena Minas tem parceria com o Instituto Sérgio Magnani e recursos advindos da Copasa.  

Crédito: Carlos Alberto/Imprensa MG

Prêmio Artes Cênicas de Minas Gerais

O superintendente de Interiorização e Ação Cultural, João Miguel, destaca a necessidade do prêmio e traça boas perspectivas para o segmento.

“Conseguiremos beneficiar 66 grupos do circo, dança e teatro. Tenho certeza de que esse incentivo chegará às mãos de quem precisa. Nos próximos meses, a superintendência está planejando uma política pública consistente para o segmento, que não se estanca nesses dois editais.”

Podem participar dos editais pessoas físicas e jurídicas, coletivos, grupos e companhias artísticas permanentes de circo, dança e teatro com, no mínimo, um ano de efetiva atuação devidamente comprovada na área de artes cênicas.

Acesse os documentos do edital de Circulação de Espetáculos

Acesse os documentos do edital Cena Minas 7º edição

Serviço: PRÊMIO DE ARTES CÊNICAS DE MINAS GERAIS – Prêmio de circulação de espetáculos cênicos e Cena Minas – 7ª edição

Período de inscrições: 06 de outubro a 19 de novembro

Mais informações: www.cultura.mg.gov.br

 

 

Confira a programação:

 

PROGRAMAÇÃO

08:00 hs – Café de Boas Vindas e Credenciamento
08:30 hs – Abertura da Conferência
09:00 hs – Conferência de Abertura: Turismo e Desenvolvimento Econômico
09:30 hs – Painel: Gestão da Política Municipal de Turismo 
09:45 hs – Painel: Potencialidades do Turismo em Diamantina
10:00 hs – Painel: Desenvolvimento de Negócios no Turismo
10:15 hs – Painel: Oferta Turística de Diamantina
10:30 hs – Painel: Posicionamento de Mercado do Destino Turístico Diamantina
10:45 hs – Painel: Turismo e Patrimônio
11:00 hs – Abertura para Perguntas
11:45 hs – Apresentação da Proposta de Trabalho
12:00 hs – Almoço
13:00 hs – Grupos de Trabalho
15:00 hs – Café de Integração 
15:30 hs – Compartilhamento dos Resultados e Priorização
17:30 hs – Encerramento

CONVIDADOS

Turismo e Desenvolvimento Econômico
Conferencista Carlos Augusto Silveira Alves
Consultor de Empresas do Sebrae RS

Gestão da Política Municipal de Turismo
Painelista
Flávia Nogueira Ribeiro
Diretora de Planejamento das Políticas de Turismo - SETUR

Potencialidades do Turismo em Diamantina
Painelista Jussara Maria Rocha
Sócia e Consultora na Empresa Raízes Desenvolvimento Sustentável

Desenvolvimento de Negócios no Turismo
Painelista Haroldo Santos Araújo
Analista do Sebrae MG

Posicionamento de Mercado
Painelista Izabelle Maluf Fernandes
Proprietária da Empresa Quantum Design

Turismo e Patrimônio
Painelista Carlos Augusto Silveira Alves
Consultor de Empresas do Sebrae RS

REALIZAÇÃO

COMTUR

SEBRA
E-MG

PREFEITURA DE DIAMANTINA

 


Educação e Cultura devem andar juntas. Pensando nisso, representantes das Secretarias de Estado de Educação e do Ministério da Cultura se reuniram na tarde desta quinta-feira (01/10), na Cidade Administrativa, para discutir ações de Educação Integral que considerem o potencial artístico-cultural do Estado.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Macaé Evaristo, a iniciativa deverá envolver os diferentes mecanismos que as Secretarias de Estado de Educação e de Cultura dispõem. “A ideia é envolver os Conservatórios Estaduais de Música, as escolas de Educação Integral e, também, na parceria com a Cultura, os Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUS) das Artes, as bandas de música do Estado com o objetivo de fazer cada vez mais os estudantes da rede pública terem acesso à música”.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, destacou a importância da parceria. “Desde o início do ano, nós temos trabalhado em conjunto e já estabelecemos um bom diálogo entre as secretarias. Agora nós chegamos nesse ponto esperado de uma consolidação das propostas com o apoio do Ministério da Cultura. Estamos unindo as forças do Estado com os recursos do Governo federal para implementarmos um grande programa de educação e cultura passando pelas bases que dispomos tanto no campo da cultura quanto no âmbito as educação”.

A parceria entre as Secretarias de Estado e o Ministério da Cultura deverá ser feita a partir da experiência do Mais Cultura nas Escolas, como explica a secretária de Educação e Formação Artística e Cultural do MinC, Juana Nunes. “O Mais Cultura nas Escolas é uma realidade hoje em cinco mil escolas do Brasil. É um arranjo que permite a parceria de um grupo cultural na escola construindo junto com o projeto político-pedagógico um planejamento cultural. A gente percebe que a cultura pode contribuir positivamente para a ampliação da jornada escolar, para o projeto de Educação Integral que nós desejamos para o país. Significando reconhecer os valores culturais que estão presentes no território e na comunidade escolar. Minas Gerais quer fazer isso com mais potência e mais força e quer construir uma experiência de como unir cada vez mais a cultura e a educação para fortalecer a formação artística e cultural no Estado. Sempre em diálogo com o desafio de ampliar a jornada escolar da educação básica. O Ministério da Cultura está aqui para que juntos possamos fazer isso se tornar realidade”, ressaltou.

 

Mais Cultura na Escola

O Programa é uma iniciativa interministerial, dos Ministérios da Cultura (MinC) e da Educação (MEC), que tem a finalidade de fomentar ações que promovam o encontro entre o projeto pedagógico de escolas públicas contempladas com os Programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador e experiências culturais em curso nas comunidades locais e nos múltiplos territórios. Em Minas Gerais, 136 escolas estaduais participam da iniciativa.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da SEE. 


PRIMAVERA DOS MUSEUS convite exposição Indianologia

O Circuito Cultural Praça da Liberdade vai integrar a programação da 9ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus - Ibram, que elegeu, nesta edição, a causa indígena para nortear seu calendário. O Ibram considera que a diversidade sociocultural dos mais de 200 povos indígenas que vivem em nosso país constitui-se como um dos maiores patrimônios existentes no território nacional e os museus são espaços importantes para guarda e transmissão das histórias destes povos. A partir do próximo dia 21, serão realizados mais de 2.400 eventos em todo o país, em cerca de 800 instituições diferentes, voltados para o tema Museus e Memórias Indígenas.

Em Belo Horizonte, o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal e o Museu Mineiro se reuniram para uma programação conjunta. A mostra de cinema indígena será exibida nos dois espaços, com sessões comentadas. Também serão realizadas exposições, debates e oficinas.

No Memorial Minas Gerais Vale, todo o mês de setembro está sendo dedicado à Primavera dos Museus 2015. Além da mostra que reúne quatro vídeos da série "Indíos no Brasil", o público pode visitar a exposição Indianologia que, em parceria com o Arquivo Público Municipal, revela o acervo do professor Nelson Coelho de Senna. Ações educativas e visitas mediadas completam a programação.

A entrada para todas as atividades dos espaços é gratuita.

Confira abaixo a programação completa:

Programação MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal

- Mostra Cinema Indígena

Dia 22/09 – 15h

ProgramaNoroeste Amazônico”

Curadoria:Pedro Portella,antropólogo, diretor, fotógrafo e editor de documentários,membro da Associação Filmes de Quintal na qual, além de trabalhar há mais de uma década no festival Forumdoc.bh, atualmente é coordenador de campo das oficinas de audiovisual e produção de vídeo-documentário para o apoio à salvaguarda do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro realizadas em parceria com o IPHAN-AM. 

Nora Malcriada (Amazonas/2010/7m16”). Direção de Elisangela Fontes Olimpio. A cineasta Baniwa narra o mito de Basebó em nheengatu (língua geral), ao mesmo tempo em que mostra o trabalho de seus parentes na roça: o passado e o presente se contaminam, sob a sensibilidade do olhar feminino da primeira realizadora do Rio Içana. 

Vovô Ralhão (Amazonas/2010/17m30”). Direção: Barnabé Paz Neri e Maria Rosilene Prado Machado. O cotidiano de um casal Tukano em São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena brasileira.

Vetidaresé – Benzimento de Proteção (Amazonas/2010/11min22”). Direção: Armindo Pena Seribhí Tukano. Uma remontagem do ritual de benzimento Tukano, no qual o kumu (xamã) nomeia o recém nascido com o nome dos antepassados do mesmo.

Dia 23/09 – 15h

Programa “Filmes Guarani” – Especial Alberto Álvares

Cineasta guarani, Alberto Álvares já atuou na televisão e no cinema, com o trabalho recente Rouge Brésil (Vermelho Brasil), de direção do canadense Sylvain Archambaud, uma produção realizada em parceria com empresas cinematográficas do Brasil, França e Canadá, sobre a história da expedição de Nicolas Durand de Villegaignon ao Brasil por volta de 1550.

A Procura de Aratu (Bahia/2015/10`) – O documentário curta-metragem acompanha a vida de um menino 11 anos (modo de vida Pataxó) na aldeia Bugigão - Terra Indígena Barra Velha (BA). O menino dessa aldeia está sempre em busca do novo conhecimento e inventando e reinventando para manter a sua própria cultura. Nessa curta-metragem, Alberto Álvares acompanha um pouco da vida do menino na sua aldeia, em Porto Seguro (BA) (Leomaicon) para a pesca de Aratu.

Em Busca do Saber (Santa Catarina/2013/30`) – O documentário curta-metragem “Arandu Nhembo’e - Em busca do saber”, acompanha a busca dos jovens pelo nhandereko (modo de vida Guarani) na aldeia Yynn Morotin Werá - Terra Indígena de Biguaçu (SC). Os jovens dessa aldeia estão sempre em busca do conhecimento verdadeiro dos mais velhos, e, nessa curta-metragem, Alberto Álvares acompanha um pouco da preparação do Karai Wilson Moreira (Passo Fundo) para cerimônia da busca da visão.

Encontro de Tradições (24`) – Alberto Álvares conheceu o Xeramoi Alcindo Wera Tupã em 2004, quando ele foi seu professor da oralidade de Guarani na Formação do Curso de Kuaa-Mbo’e (Conhecer e Ensinar). O contato foi retomado em 2008, a partir de atividades desenvolvidas no Observatório da Educação Escolar Indígena - OEEI (CAPES) /UFMG, quando o cineasta passou a se interessar em mostrar a narrativa do Sr. Alcindo, e a oralidade, a sabedoria e a espiritualidade Guarani com a lente do olhar.  Sua inspiração como cineasta veio da admiração e respeito pelos saberes orais transmitidos por Wera tupã e sua esposa Poty Dja, Dona Rosa, que são, para ele, exemplos de sabedoria e espiritualidade do Povo Guarani.

Dia 24/09 – 15h

Sessão comentada do documentário "Karai ha egui kunhã karai ete – Os verdadeiros Líderes Espirituais", de Alberto Álvares, seguido de bate-papo com o realizador.

O documentário "Karai ha egui kunhã karai ete – Os verdadeiros Líderes Espirituais" conta a história de vida do Sr. Alcindo Moreira, um importante líder espiritual Guarani, de 106 anos de idade, e de D. Rosa Poty-Dja, sua esposa, que vivem na Aldeia Yynn Moroti Werá, Terra Indígena de Biguaçu, em Santa Catarina. Após a exibição do documentário, haverá um bate-papo com o realizador.

- Ações do Educativo

Dias 22/09 e 25/09, às 12h30 e às 16h30

Visita Mediada “Memória Indígena”

A visita mediada abordará temas e aspectos relacionados à memória indígena presentes no Museu, tais como o uso de minerais para a confecção de adornos e pinturas, a visão da República sobre a herança indígena, os zoólitos, esculturas móveis pré-históricas, representando animais diversos da fauna brasileira, entre outros. 

Dias 22/09 e 25/09, às 13h30, 14h30 e 17h30

Dias 23/09, às 12h30, 13h30, 14h30 e 17h15

Dinâmicas “Lendas Indígenas” e “Índios no mapa: a Cidade de Minas”

Intervenções educativas nos espaços do Museu, utilizando diversos recursos lúdicos. “Lendas indígenas” relacionará, por meio de contação de histórias, as lendas indígenas à temática do Museu. Já “Índios no mapa: a Cidade de Minas” se propõe a revisitar a cidade de Belo Horizonte, a partir do mapa do Hipercentro de Belo Horizonte, abordando os simbolismos e as intenções ideológicas, relacionadas aos povos indígenas, impressos pela República na tessitura deste espaço urbano.

- Oficinas

Dia 24/09, às 16h15 e 18h

“Muiraquitã”

Os participantes irão aprender a confeccionar réplicas de adornos líticos, os muiraquitãs, amuletos amazônicos envoltos de história e misticismo.

Dia 24/09, às 19h30

“Arte Rupestre”

Apresentar a arte rupestre, preparar tintas com pigmentos minerais e registrar, a partir de desenhos, cenas do cotidiano. A intenção é potencializar a capacidade criativa de cada participante, mesmo que não tenha experiência com desenho. Demonstrar que é possível desenvolver diferentes formas de registro que expressam a realidade e a identidade de cada um, assim como fez a humanidade há mais de 30 mil anos.

* Entrada gratuita. Inscrições na recepção no museu antes das atividades. Vagas limitadas.

- MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal – Praça da Liberdade, s/n, Belo Horizonte – MG (Prédio Rosa)

Mais informações: (31) 3516-7200 ou (31) 3516-7225

www.mmgerdau.org.br

Programação do Museu Mineiro

- Mostra Cinema Indígena

Dia 24/09 – das 19h às 21h

Programa: Cinema Indígena Mineiro: Primeiros Fragmentos

Curadoria:Pedro Portella,antropólogo, diretor, fotógrafo e editor de documentários,membro da Associação Filmes de Quintal na qual, além de trabalhar há mais de uma década no festival Forumdoc.bh, atualmente é coordenador de campo das oficinas de audiovisual e produção de vídeo-documentário para o apoio à salvaguarda do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro realizadas em parceria com o IPHAN-AM. 

Casca do Chão (49’23”). O documentário Caxixó "Casca do Chão" foi produzido nas Oficinas de Cinema Documentário do Curso de Formação Intercultural de Educadores Indígenas da UFMG. Jaciara e Glaysson Caxixó, neste, que é o primeiro filme produzido durante o curso, acompanharam alguns dias da vida do cacique Djalma Caxixó, que mostrou lugares e fragmentos de seus ancestrais, chamados por ele de "povo da morada do chão". Nas andanças promovidas pelo ancião, os dois jovens cineastas também aprenderam o verdadeiro significado do "encantamento", que, ao contrário da "filmação", só é captado na escuridão da Lapa, sob o domínio de Jaci, o deus dos Caxixó.

Presente dos Antigos (49’19”). A busca por um traço, um vestígio, um rastro ancestral. Depois de muitos conflitos por posse de terra na região e grandes perdas em relação às suas práticas tradicionais, os Xacriabá revitalizam, pelas imagens, sua cultura e, em especial, sua pintura corporal. Durante uma oficina de cinema documentário, eles registram os desenhos de antepassados nas cavernas e vivenciam o processo de realização de um filme, ao mesmo tempo em que reforçam a construção de sua identidade.

*A exibição irá ocorrer na parede externa no gramado entre o Museu Mineiro e Arquivo Público Mineiro e será comentada por Pedro Portella, curador da Mostra Cinema Indígena.

- Feiras, oficinas e debate

Dia 25/09

14h às 18h – Feira de Artesanato indígena da Aldeia Geru Tucunã Pataxó

15h às 18h - Oficina de Pintura Corporal Típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó

Dia 26/09

14h às 17h – Feira de Artesanato indígena da Aldeia Geru Tucunã Pataxó

14h às 16h - Oficina de Pintura Corporal Típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó

16h – Dança típica com dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó

17h às 19h - Roda de conversa sobre o tema da 9ª Primavera dos Museus: Museus e Memórias Indígenas, com os convidados: Cacique Baiara, Cacique da Aldeia Geru Tucunã Pataxó; Pedro Portella - antropólogo, diretor, fotógrafo e editor de documentários; Célia Xakriabá - formada em Ciências Sociais e Humanidades pela UFMG, com especialização em formação Intercultural para Educadores Indígenas, membra da COMIL - Comissão das Mulheres Indígenas do leste e Espírito Santo, servidora da Secretaria de Estado da Educação (MG), atuando na Superintendência de Modalidades e Temáticas Especiais e na Diretoria de Temáticas Especiais e Coordenação da Educação Escolar Indígena; Ramiro Queiroz - estudante de Antropologia Social, na área de etnologia, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAN-UFMG). Analisa atualmente o Museu Magüta, criado e gerenciado por lideranças da etnia Ticuna; e Mario Geraldo Fonseca - pesquisador da cultura indígena, que, atualmente, desenvolve seu pós-doutorado em literatura comparada, que consiste na construção de uma cartilha para ajudar educadores de escolas públicas no ensino e aprendizagem da cultura indígena.

*A entrada é gratuita

- Museu Mineiro – Av. João Pinheiro, 342, Funcionários, Belo Horizonte – MG

Mais informações: (31) 3269-1103

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Programação Memorial Minas Gerais Vale

- Mostra Vídeo nas Aldeias

Período: todo o mês de setembro

Horário: durante funcionamento do museu

Sala: Espetáculo Mineiro

O Grupo de Estudos do Educativo do Memorial Minas Gerais Vale ‘Culturas Indígenas e Memória’ selecionou quatro vídeos da série Índios no Brasil, que integra o projeto Vídeo nas Aldeias, criado em 1986 com o objetivo de apoiar as lutas dos povos indígenas e fortalecer suas identidades por meio de recursos audiovisuais em comunidades indígenas de todo o Brasil. A proposta é desconstruir estereótipos, valorizando e reconhecendo os povos indígenas na sociedade atual.

1. Quem são eles?, 2000 / 18min. / Hunikui Kaxinawá) / Maxacali / Pankararu / Yanomami

2. Nossas línguas, 2000 / 20min. / Hunikui (Kaxinawá) / Kaingang / Pankararu

3. Uma outra história, 2000 / 17min. / Hunikui (Kaxinawá) / Pankararu

4. Nossas terras, 2000 / 20min. / Ashaninka / Baniwa / Kaingang

* Além da mostra, o público pode conferir outros 16 documentários sobre o tema disponíveis no espaço da Midiateca (1º piso).

 

- Exposição Indianalogia, por Nelson de Senna.

Até 27/09 -  durante funcionamento do museu

Sala: Família Mineira

Em parceria com o Arquivo Público Municipal de Belo Horizonte, o Grupo de Estudos “Culturas Indígenas e Memória”, do Educativo do Memorial Minas Gerais Vale, apresenta uma exposição inédita do acervo do professor, jurista e político Nelson Coelho de Senna (1876-1952). Mineiro, nascido no Serro, o pesquisador dedicou parte da vida ao estudo de aspectos urbanos, antropológicos e sociais do Brasil. Em exibição, jornais, manuscritos e fotografias do arquivo pessoal de Senna convidam os visitantes a refletir sobre a identidade e representatividade indígenas ao longo do tempo.

- Ação Educativa - Cartografia da Resistência

Aos sábados - 14h

Sala: Caminhos e Descaminhos / Turismo Ecológico

A ação educativa busca discutir questões que definiram o território de Minas Gerais em meados dos séculos XVI e XVII, por meio de um jogo com mapas antigos do Estado e uma bússola.

- Visitas mediadas

Aos domingos - às 11h e às 14h

A atividade integra edição especial do programa “Experiências no Memorial”, com dois horários dedicados a visitas exclusivas sobre o tema da 9ª Primavera de Museus.  São visitas mediadas especiais que provocarão questões relacionadas à cultura indígena de Minas Gerais e do Brasil.

*A entrada é gratuita

Memorial Minas Gerais Vale

Endereço: Praça da Liberdade, 640, esq. Gonçalves Dias

Horário de funcionamento: terças, quartas, sextas e sábados, das 10h às 17h30, com permanência até 18h. Quintas, das 10h às 21h30, com permanência até 22h. Domingos, das 10h às 15h30, com permanência até 16h.


 Valorizar e dar visibilidade às manifestações culturais da população afro-brasileira incentivando a leitura e preservando sua história. Este é o objetivo do Prêmio Oliveira Silveira promovido pela Fundação Cultural Palmares e que reabre suas inscrições com novo período: de 30 de setembro a 5 de outubro. 
 
Em sua primeira edição, o Prêmio pretende  incentivar produções literárias inéditas que registrem e resgatem a cultura negra além de valorizar e dar visibilidade às questões da população afro-brasileira.
 
A escolha pelo gênero romance promove a valorização de gênero literário diferente da poesia e ensaios, que já foram contemplados  pela Fundação Cultural Palmares em outros momentos.  A expectativa é atrair escritores  de todas as regiões do País, cuja escrita dialogue com as diversas questões da comunidade negra.
 
As obras inscritas deverão ser inéditas e abordar fatos históricos relativos  ao negro no Brasil como racismo, exclusão social, mobilidade social, trabalho, religião, educação, saúde, corpo, sexualidade e  manifestações culturais afro-brasileiras.
 
Cada participante poderá se inscrever com apenas 01 (uma) obra, contendo  no mínimo 150 páginas e utilizando somente um pseudônimo. O edital é gratuito e aberto a qualquer pessoa física, brasileira nata ou naturalizada, maior de 18 (dezoito) anos, completos até a data de encerramento das inscrições ou emancipado, desde que atenda a todos os requisitos do Edital.
 
A pontuação máxima será de 100 pontos e os critérios para a premiação vão levar em conta a criatividade (30 pontos), clareza e objetividade do texto ( 20 pontos), originalidade (20 pontos), estímulo à leitura (20 pontos), candidato auto-declarado negro (10 pontos). Serão premiadas 5 (cinco) obras literárias, no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) para cada uma delas, sendo uma para cada Região.
 
As propostas habilitadas serão avaliadas por uma comissão de seleção formada por representantes do MinC e da Fundação Cultural Palmares e por  integrantes da sociedade civil com reconhecida competência na área de Humanidades, com ênfase em literatura e cultura afro-brasileira.
 
Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 
Poeta da Consciência Negra
 
Fundador do Grupo Palmares, o gaúcho Oliveira Ferreira da Silveira foi o idealizador da criação do  20 de novembro como o dia da Consciência Negra do Brasil. Professor, pesquisador e poeta da história do negro e da influência do racismo no Brasil, buscou referências sobre a escravidão e descobriu a história do Quilombo dos Palmares e a data do assassinato de seu líder Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1695. 
 
Nascido em 1941 na área rural de Rosário do Sul, município do estado do Rio Grande do Sul, Oliveira Ferreira da Silveira formou-se em Letras, Português e Francês, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e publicou várias obras como "Germinou" em 1962 , "Poemas Regionais" em 1968, "Banzo, Saudade Negra" em 1970, "Décima do Negro Peão" em 1974, "Praça da Palavra" em 1976, "Pelô Escuro" em 1977 e "Cinco Poemas em Cadernos Negros 3" em 1980. Participou ainda de uma coletânea de autores negros publicada na Alemanha e teve poesias registradas em revistas de universidades da Virgínia e da Califórnia, nos Estados Unidos.
 
Oliveira Silveira faleceu em janeiro de 2009 em Porto Alegre (RS) aos 68 anos.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação - Ministério da Cultura 


A Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Superintendência de Interiorização e Ação Cultural, divulgou nesta quinta-feira (17/09), o resultado das viagens habilitadas de outubro do edital Circula Minas.

Os sete contemplados vão circular pelo Brasil, além de Japão, El Salvador, Argentina, Alemanha e Colômbia.

Sobre o edital

O edital dispõe de R$ 300 mil para serem destinados a artistas, estudiosos da cultura, técnicos, agentes culturais, mestres e mestras dos saberes e fazeres populares, com residência permanente em Minas Gerais, para participarem de atividades prioritariamente culturais, promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras de reconhecido mérito.

O Circula Minas é oriundo do programa de apoio a viagens, utilizado até 2014, normatizado pela resolução 026, que destinava em torno R$115 mil por meio da concessão de passagens que viabilizavam a participação de artistas mineiros em eventos culturais do em âmbito nacional e internacional. A implementação de edital, o aumento do valor do recurso, a pré inscrição online e a transparência nos critérios de participação e avaliação são algumas das novidades da edição que reafirmam o compromisso da SEC com a democratização e ampliação dos mineiros ao acesso à cultura.

Inscrições

A inscrição da proposta será realizada mediante pré-inscrição, via internet, disponível neste site.

O edital refere-se à seleção de requerimentos cujas viagens estejam previstas entre 20 de agosto a 15 de dezembro de 2015.

Acesse o resultado


Em 2015 a campanha do Outubro Rosa, em Minas Gerais, será mais ampla e vai abordar a saúde integral da mulher. Além do câncer de mama, as ações preparadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) também trabalham com informações e ações de conscientização e prevenção ao câncer do colo de útero. 

O início da campanha, que acontece nesta quinta-feira (1/10), será marcado pela iluminação em tom rosa de dois espaços da capital mineira: o Palácio da Liberdade e a Praça da Estação, onde também haverá distribuição de panfletos e laços rosa, símbolo da campanha. Na sede do Governo de Minas Gerais, na Cidade Administrativa, também serão distribuídos material informativo, balões e laços.

Durante todo o mês haverá iluminação de monumentos públicos, distribuição de panfletos informativos e de laços, publicidade nos shoppings populares, rádio, internet, revistas, jornais da capital e do interior, entre outras ações de divulgação e conscientização que serão realizadas em parceria com instituições 

“Além de abordar a importância da prevenção pelo diagnóstico precoce do câncer de mama, a campanha tem o objetivo de compartilhar com as mulheres mineiras informações acerca das boas práticas relacionadas à saúde da mulher, que podem promover melhor qualidade de vida e prevenção de doenças crônicas, entre elas o câncer de mama e o câncer de colo do útero”, explica a coordenadora da Coordenação de Saúde da Mulher e Rede Cegonha da SES-MG, Ana Cardoso.

Segundo Ana Cardoso, “a inclusão da abordagem à prevenção por diagnóstico precoce do câncer de colo do útero se deu pela sua importância para a saúde da mulher”. 

Parcerias

Mais de 50 parceiros de diferentes segmentos da sociedade, como educação, saúde, comércio e ONGs vão auxiliar na divulgação das informações por meio da distribuição de material informativo da campanha, divulgação em redes sociais e promoção de eventos.

Entre os parceiros estão o Grupo Pérolas de Minas, que vai promover uma exposição fotográfica sobre o câncer de mama, palestras e uma caminhada na Praça Alberto Dalva Simão na Pampulha; o Centro de Instrução da Aeronáutica (CIAAR), que promove no dia 18/10, Dia do Aviador, uma caminhada em Lagoa Santa onde haverá um estande da saúde com médicos e enfermeiros para orientação sobre a doença; e a Guarda Mirim de Sabará, que vai promover palestras nas escolas com a participação de mulheres que tiveram a doença e que contarão sua história, além de ações de conscientização em praças da cidade e blitz educativa.

Clique aqui e conheça todos os parceiros e as ações que serão promovidas. 

Para acompanhar todas as atividades e notícias produzidas pela Secretaria de Estado de Saúde no mês de outubro, acompanhe nossas redes sociais. Outras informações sobre a campanha e dados de ações da SES-MG para controle do câncer de mama e colo do útero estão disponíveis no site www.saude.mg.gov.br/saudedamulher.


9ª Primavera dos Museus

Para comemorar a chegada da primavera, o Museu Mineiro, o Centro de Arte Popular – Cemig, o Museu dos Militares Mineiros, em Belo Horizonte; o Museu Casa Guignard, em Ouro Preto; o Museu Casa Alphonsus de Guimaraens, em Mariana e o Museu Casa Guimarães Rosa, em Cordisburgo; todas instituições vinculadas à Superintendência de Museus e Artes Visuais, da Secretaria de Estado de Cultura, preparam uma programação especial durante a 9ª Primavera dos Museus, evento organizado anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM.

Seminários, exposições, oficinas, espetáculos, mesas-redondas, visitas mediadas e exibições de filmes são algumas das ações programadas pelos Museus do Estado, para a 9ª Edição do evento, que acontece de 24 a 30 de setembro, com o tema Museus e Memórias Indígenas.

Segundo o IBRAM,  tema nos instiga a uma reflexão sobre a diversidade sociocultural dos mais de 200 povos indígenas que vivem em nosso país, constituindo-se como um dos maiores patrimônios existentes no território nacional.  A proposta é que os museus sejam, como definiram os Ticuna, “um lugar para guardar nosso futuro, para colorir o pensamento, para segurar as coisas do mundo".

Entre os eventos programados, merece destaque a atividade do Museu Mineiro, que receberá indígenas da Aldeia Geru Tucunã Pataxó de Açucena de Minas Gerais, com seu líder Cacique Baiara. Outros convidados como os pesquisadores Célia Xakriabá, Mario Geraldo Fonseca, Pedro Portella e Ramiro Queiroz comporão uma grande roda de conversa, com o objetivo de abordar a temática indígena, processos educativos e a construção da memória. 

Sobre a Primavera dos Museus - Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, a Primavera dos Museus acontece anualmente no início da primavera, com o objetivo de sensibilizar as instituições museais e a comunidade para o debate sobre temas da atualidade.

Democrática, a Primavera dos Museus, que acontece desde 2007, conta com a adesão dos museus e outros lugares de memórias, como arquivos, bibliotecas, casas de cultura, galerias, entre outros. As instituições que participam desta ação têm conseguido alcançar importantes resultados, como o aumento da visitação, maior envolvimento da comunidade e fortalecimento de sua imagem.

Em sua 9ª Edição, o evento conta com a participação 809 instituições de diversas cidades de todas as regiões do País, que promoverão 2.400 atividades em torno do tema Museus e Memórias Indígenas.

Confira a programação dos Museus do Estado.

MUSEU MINEIRO

Av. João Pinheiro, 342 – Funcionários

Informações: (31) 3269-1103

• 24/09/2015 – 19h às 21h

Exibição dos filmes e sessão comentada com Pedro Portela - Coordenador do DOCTV Xacriabá:

- Presente dos Antigos (49’19”): O documentário propõe um olhar mais atento à cultura da tribo Xacriabá, de Minas Gerais. Os nativos já passaram por momentos conturbados envolvendo suas terras e agora querem resgatar suas características, valorizando as pinturas rupestres deixadas por seus antepassados e seus antigos hábitos.

- Casca do Chão (49’23””):Coordenado por Pedro Portela e Rafael Fares. Direção: Glayson e Jaciara Caxixó no Curso de Licenciatura Indígena: Formação Intercultural de Educadores Indígenas UFMG Belo Horizonte/MG 2008.

• 25/09/2015

14h às 18h - Feira de Artesanato Indígena da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

15h às 18h - AÇÃO EDUCATIVA – Oficina de Pintura Corporal Típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

• 26/09/2015

14h às 17h - Feira de Artesanato Indígena da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

14h às 16h - AÇÃO EDUCATIVA – Oficina de Pintura Corporal Típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

17h às 19h - Roda de conversa com convidados: Cacique Baiara, Pedro Portela, Célia Xakiabá e Ramiro Queiroz.

MUSEU DOS MILITARES MINEIROS

Rua dos Aimorés, 698 – Funcionários – Belo Horizonte - MG

Informações: (31) 3273-4489

• 22/09/2015

AÇÃO EDUCATIVA - Visita mediada ao Museu e realização de oficina criativa ministrada pela equipe educativa.

Horários: 09h às 11h e 14h às 16h

• 23/09/2015

AÇÃO EDUCATIVA - Visita mediada ao Museu e realização de oficina criativa ministrada pela equipe educativa.

Horários: 09h às 11h e 14h às 16h

MUSEU CASA GUIMARÃES ROSA

Av. Padre João, 744 – Cordisburgo – MG

Informações: (31) 3715-1425

 

• 21/09/2015 - 13h às 15h - Exibição do documentário “Presente dos Antigos”. Sinopse: O documentário propõe um olhar mais atento à cultura da tribo Xacriabá, de Minas Gerais. Os nativos já passaram por momentos conturbados envolvendo suas terras e agora querem resgatar suas características, valorizando as pinturas rupestres deixadas por seus antepassados e seus antigos hábitos. Direção: Rafael Otávio Fares Ferreira.

• 21/09/2015 a 31/10/2015 - 09h às 18h

Exposição “Paisagem Ambulante 381” do fotógrafo Daniel Moreira. O fotógrafo Daniel Moreira percorre com regularidade um trecho de 200 km da BR 381. Entre idas e vindas, desvios e mudanças de rota.

MUSEU DO CRÉDITO REAL

Rua Getúlio Vargas, 495 – Centro – Juiz de Fora – MG

Informações: (32) 3212-0973

• 21/09/2015 - 14h às 17h

 APRESENTAÇÃO - do sociólogo e etnólogo Jonathan Dorini, acompanhado de um filme documentário mostrando os seus trabalhos em aldeias indígenas na Amazonia.

• 23/09/2015 - 15h às 17h30

PALESTRA - Uma roda de conversa, interferência poética intercalando imagens a um discurso estimulante e criativo no sentido de abrir novas interpretações e visões sobre a nossa diversidade étnica e cultural.

• 25/09/2015 - 14h às 16h

APRESENTAÇÃO - Uma roda de conversa, interferência poética intercalando imagens a um discurso estimulante e criativo no sentido de abrir novas interpretações e visões sobre a nossa diversidade étnica e cultural.

CENTRO DE ARTE POPULAR 

Rua Gonçalves Dias, 1608 – Lourdes – Belo Horizonte – MG

Informações: (31) 3222-3231

• EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA – Bichos do Sertão - Maria Lira

MUSEU CASA GUIGNARD

Rua Conde de Bobadela (antiga Rua Direita) 110, Ouro Preto – MG

Informações: (31) 3551-5155

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA “Ao Encontro de Guignard”, com obras de Roberto Lacerda.

MUSEU CASA ALPHONSUS DE GUIMARAENS

Informações: (31) 3557-3259

• 19 a 23/09/15

Projeto "Alphonsus vai à Escola" - Escolas da Rede Pública e Privada de Mariana

SERVIÇO

Evento - Museus do Estado divulgam programação da 9ª Primavera dos Museus

Data: 24 a 30 de setembro de 2015

Entrada Gratuita

 

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