marcaminas

 

2013

 

Reconhecido como um dos principais espaços pet friendly da cidade, o Mineirão vai receber no domingo de Carnaval, dia 11 de fevereiro, das 9h às 12h, uma folia boa pra cachorro. A Esplanada do Gigante da Pampulha será palco do “BloCão”, um bloco carnavalesco voltado para os animais de estimação. A ideia do evento é concentrar animais de estimação fantasiados e seus donos, no clima de folia de Momo. A entrada será gratuita. Para participar é importante levar um quilo de ração, que será repassado a ONGs voltadas para a adoção de animais.

Faz parte da programação uma “Cãominhada”, concurso de fantasias ,“aulão” de adestramento e também uma feira para adoção de animais. Os irmãos Davi e Samuel Guimarães idealizaram o projeto e o Mineirão realiza a organização do evento. “A proposta é formarmos, com o apoio importante do Mineirão, um bloco carnavalesco gratuito pet friendly. Queremos atingir a marca recorde de número de pessoas e animais reunidos em espaço público para pular carnaval gratuitamente”, ressalta Samuel Guimarães, dono de um cão da raça welsh corgi

 

Mineirão Pet Friendly

O Mineirão é um espaço pet friendly, onde os animais são sempre bem-vindos. A Esplanada do estádio, por ser um local amplo e aberto, atrai várias pessoas que levam seus bichinhos para passear por lá. Em 2017 teve início o projeto da Arcãobancada, primeiro espaço no Brasil voltado para que os torcedores assistam às partidas com seus animais de animação. Também no ano passado o Gigante da Pampulha adotou a Ginga, uma vira-lata que se tornou mascote do estádio e que também estará presente no “BloCão”.

“Reafirmamos, cada vez mais, a vocação do Mineirão como um espaço pet friendly. Organizar um bloco de Carnaval voltado para os animais de estimação tem tudo a ver com as características do Mineirão, de ser um espaço inclusivo, inovador e que recebe a todos, sempre, muito bem”, finaliza a gerente de Relações Institucionais do estádio, Ludmila Ximenes.

SERVIÇO:

BloCão – Bloco de Carnaval para animais de estimação

Data: 11 de Fevereiro

Horário: 9h às 12h

Esplanada Norte do Mineirão

Entrada Gratuita


 

 

Minas Gerais é o celeiro das bandas de música. São aproximadamente 700 grupos cadastrados, sendo o estado brasileiro com o maior número dessa manifestação artística. Para fomentar essa tradição e contribuir para seu aperfeiçoamento, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a CODEMIG, promove o Programa Bandas de Minas, que disponibiliza R$ 1 milhão para a compra de aproximadamente 680 instrumentos para bandas civis e R$ 500 mil para a aquisição de equipamentos para as bandas militares. Como forma de assegurar a qualidade dos instrumentos entregues por meio de edital, a SEC, em trabalho em conjunto com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSM), realiza a análise e verificação dos equipamentos que serão adquiridos por meio de pregão eletrônico. Na manhã desta sexta (9), sob a supervisão do gerente da OSM, Flávio Tadeu dos Santos, instrumentistas chefes de naipe da orquestra realizaram a verificação dos instrumentos das três empresas concorrentes na licitação deste ano. Foram 12 tipos equipamentos avaliados, entre eles saxofone alto, trompete, trompa, clarinete, flauta e bombardão.

Lindomar Silva, da SEC (em pé); Hélio da Silva, trombonista da Orquestra Sinfônica, e Flávio Tadeu dos Santos, gerente da Orquestra Sinfônica

Para o gerente da OSM, a iniciativa implementada há dois ano pela SEC é uma forma de garantir a qualidade dos instrumentos e a correta destinação do dinheiro público. “Fazer uma licitação com a condição de que os equipamentos sejam apresentados anteriormente à compra é fundamental. Além disso, demonstra o cuidado com a coisa pública, pois o dinheiro será investido em produtos com nível musical elevado”, afirma Flávio Tadeu.

Hélio Azevedo da Silva

Tendo iniciado a carreira musical com apenas oito anos de idade na banda infantil Doutor Mario França, em Alvinópolis, no Vale do Aço, o trombonista Hélio Azevedo da Silva sabe da importância das bandas de música para a formação de instrumentistas no interior do estado. “A maioria dos integrantes das orquestras, mesmos aqueles que se dedicam aos instrumentos de cordas, tiveram a primeira experiência como músico nessas bandas, que são uma verdadeira escola de música”, pontuou Hélio. De acordo com ele, que foi um dos músicos escolhidos para testar os equipamentos da licitação, o cuidado com a qualidade dos equipamentos destinados às bandas é essencial para a melhoria e a formação dos músicos espelhados por Minas Gerais. “A avaliação é fundamental. Por ter participado de bandas e saber da importância delas como formadoras de instrumentistas, tenho enorme satisfação em poder testar os equipamentos. O trabalho da SEC tem sido essencial para levar mais qualidade às bandas”, acredita Hélio, que testou trombones, eufônios e tubas.

Sandra Alves Meira, flautista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

A flautista Sandra Alves Meira, que também participou da verificação dos instrumentos, vê com bons olhos a iniciativa. “Testar os instrumentos demonstra um cuidado com a cultura, com a arte e com as bandas. A partir da avaliação é possível garantir a entrega de equipamentos que vão proporcionar um melhor resultado artístico”, explica Sandra.

PROGRAMA BANDAS DE MINAS

O programa atua na promoção, valorização e permanência das bandas civis por meio da doação de instrumentos musicais, vestimentas e indumentárias, realização de oficinas, realização de pesquisas e registros, encontros de bandas, entre outras ações de fomento a essa tradicional manifestação artística de Minas Gerais. O edital disponibiliza R$ 1 milhão para a compra de aproximadamente instrumentos para bandas civis de música como forma de contribuir para a manutenção e o aperfeiçoamento desta importante manifestação artística. Além de contemplar as Bandas Civis de Música, o edital 2017 também irá atender bandas militares em funcionamento na Polícia Militar e nos Bombeiros, que serão contemplados com a doação de 200 instrumentos musicais, no valor total de R$ 500 mil.

O encontro propôs esclarecer as dúvidas existentes dos municípios e circuitos com propostas inseridas no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (SICONV), além de apresentar as cartilhas de eventos e infraestrutura disponibilizada pelo Mtur.

Durante o evento, foi ressaltada a importância da leitura e compreensão da portaria 39 de 2017, documento que estabelece regras e critérios para formalização de instrumentos de transferência de recursos para execução de projetos. As atividades integrantes do setor turístico e respectivas ações orçamentais também foram abordadas.

“O encontro com representantes municipais é um espaço que permite o esclarecimento direto das dúvidas referente à nova portaria do MTur para convênios e uso do SINCONV. A discussão em grupo, além de atender pontualmente, possibilita a transmissão de conhecimentos diversos a todos os participantes propiciando um entendimento mais completo de todo o processo. São oportunidades úteis para melhoria da gestão pública quando alcançam a efetividade observada no encontro em questão”, ressalta o diretor de Infraestrutura da Setur, Roberto Maximiro.

Estiveram presentes mais de 45 representantes dos circuitos turísticos e prefeituras. O público que não conseguiu comparecer ao evento pode acessar as dúvidas mais frequentes por meio do fórum online criado pela Setur. Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 

 

Os dirigentes do Sistema Estadual de Cultura (SEC) se reuniram nesta quarta (7) na Cidade Administrativa para apresentar o balanço das ações realizadas em 2017, avaliar as iniciativas já implementadas e planejar as atividades deste ano. A reunião foi aberta pelo Secretário de Estado de Cultura Angelo Oswaldo, que apresentou algumas conquistas alcançadas ao longo do ano que passou. “O Plano Estadual de Cultura é um marco para esta gestão. Assim como a nova lei que institui o Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual de Cultura Viva, que estabelece melhorias no incentivo às políticas culturais, aprimora os mecanismos de capacitação via desoneração fiscal e ainda eleva os recursos destinados ao Fundo Estadual de Cultura”, explicou Angelo. Em sua fala, o secretário ainda tratou sobre dos programas de fomento ao audiovisual, como o Programa de Desenvolvimento do Audiovisual Mineiro (PRODAM), desenvolvido em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG).  “Nos últimos três anos, investimos R$ 33 milhões no fomento à cadeia produtiva do audiovisual”, pontuou.

Na sequência, a assessora Cesária Macedo tratou das ações a serem implementadas de acordo com o Plano Estadual de Cultura, sancionado pelo governador Fernando Pimentel em agosto de 2017, com metas a serem seguidas nos próximos dez anos.

Atingir uma meta também é ponto central para a Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), que tem como objetivo a construção de um centro de restauro de bens móveis, por meio de convênio realizado junto à CODEMIG, que pretende ser um dos principais núcleos de restauração do país, segundo informou a presidente da instituição, Júlia Mitraud. “O grande diferencial são os equipamentos que estamos adquirindo para estruturar o centro, entre eles está um espectrômetro de última geração. Nós queremos fazer com que a instituição se torne uma referência em restauro”, explicou Júlia.

Outra boa novidade para a cultura mineira foi ressaltada na fala da superintendente de Museus e Artes Visuais, Andrea de Magalhães Matos. Trata-se da reabertura da Sala das Sessões, no Museu Mineiro. “A Sala esteve fechada por seis anos e sua reabertura proporcionou uma nova vida ao museu, permitindo a exposição de nosso acervo mais antigo no espaço.  Lá se encontram seis telas de Manuel da Costa Ataíde, telas de Aníbal Mattos e o quadro “A Má Noticia”, de Belmiro de Almeida, que gosto de chamar de Mona Lisa mineira”, brincou Andrea, em referência ao quadro de Leonardo da Vinci.

A Lei 22.944, que institui o Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual de Cultura Viva, voltou a ser destaque na fala do superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Felipe Amado. “A Lei irá permitir que parte dos recursos de isenção fiscal seja destinado ao Fundo Estadual de Cultura, fortalecendo significativamente o edital. A Lei também vai ampliar a desconcentração dos recursos, democratizando ainda mais o acesso à cultura”, avaliou Felipe. O superintendente também falou sobre o novo modelo de inscrição implementado em 2017 para o Fundo Estadual de Cultura. “Criamos uma plataforma digital de inscrições online para auxiliar e ampliar o número proponentes. A implantação do novo mecanismo partiu de uma demanda da sociedade civil”, comentou.

A importância do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas foi um dos temas abordados pelo superintendente de Bibliotecas Públicas e Suplemento Literário, Lucas Guimaraens. Segundo ele, a proposta vai estabelecer metas e diretrizes para o setor pelos próximos dez anos, a fim de incentivar a leitura e democratizar o acesso às bibliotecas. “A realização dos Fóruns Técnicos Regionais para elaboração Plano Estadual do Livro foi uma das mais relevantes ações da superintendência. O Plano vai contemplar não somente as bibliotecas do estado, mas toda a cadeia produtiva em torno do livro e da literatura. Escutar a população foi essencial para a construção da proposta”, afirmou Lucas.

Pontos positivos também foram apresentados por Thiago Veloso Vitral, superintendente do Arquivo Público Mineiro (APM). Durante seu balanço apresentado, ele informou sobre o crescente acesso ao Sistema Integrado de Acesso do APM, que teve 320 mil visitas no ano passado, número acima dos 291 mil de 2016. Em sua fala, o superintendente também comentou sobre a importante parceria com as prefeituras para a criação de arquivos municipais e preservação do acervo de Minas Gerais como um todo. “A parceria se baseia na consultoria de preservação de acervos documentais, de recolhimento, da organização de acervos e criação de arquivos. O trabalho amplia o acesso a milhares de documentos sobre a história mineira”, pontuou.  

Ação mais antiga da Secretaria de Estado de Cultura, o programa Bandas de Minas foi ressaltado durante a apresentação da Superintendente de Interiorização e Ação Cultural, Manuella Machado. Ao todo foram entregues 491 instrumentos musicais para 85 conjuntos de 74 municípios, a imensa maioria do interior de Minas Gerais. “O programa teve uma ampliação em relação a 2016 e ganhou um acréscimo de 50% nos recursos, chegando a 1,5 milhão. Além das bandas civis, o edital também contemplou as bandas militares”, explicou Manuella. Outro programa que teve aumento na demanda foi o Música Minas, que realiza circulação e intercâmbio cultural. Em sua mais recente edição, o edital premiou 56 projetos e levou artistas, produtores e pesquisadores mineiros aos cinco continentes do mundo, com grande sucesso e repercussão. O ineditismo do Prêmio de Cultura Urbana de Periferia – Canela Fina finalizou a fala sobre o trabalho da superintendência. “Esse edital era uma demanda recorrente da sociedade civil e conseguimos atender a mais esse pleito da sociedade. O edital contemplou 28 iniciativas, abarcando um total de 53 artistas”, afirmou Manuella.

Na parte da tarde foi momento de apresentação dos feitos realizados pela Fundação Clóvis Salgado, importante polo cultural do Estado. Conforme Augusto Nunes-Filho, presidente da FCS, a instituição realizou 104 apresentações de seus corpos artísticos, que atraíram 62 mil espectadores ao longo do ano. Uma das mais celebradas novidades foi a confirmação do novo prédio do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), situado na avenida dos Andradas, nas proximidades do Parque Municipal. Toda a programação para 2018 foi construída tendo como base o conceito de “Manifesto”, que irá sustentar o conjunto das atividades artísticas da FCS. Segundo Augusto, o ponto de partida da escolha é a comemoração dos 90 anos do Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade, publicado em 1928.

Os ganhos no âmbito da preservação do patrimônio cultural material e imaterial foram relatados durante a apresentação do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha). Entre as realizações, o tombamento do Túnel da Mantiqueira, em Passa Quatro, o da Serra de São Domingos, em Poços de Caldas, e o do Conjunto Paisagístico da Ruína de Mocambinho, em Jaíba, conforme explicou a presidente Michele Arroyo. Na parte imaterial, o registro das Folias de Minas como patrimônio cultural do estado foi ação considerada bastante relevante, que culminou no cadastramento de 1.620 grupos oriundos de 450 municípios. Ainda nesse segmento, merece destaque a realização do Circuito de Presépios e Lapinhas, que cadastrou 295 presépios instalados em 128 municípios.

Também cabe ao IEPHA a gestão do Circuito Liberdade, cujo grande destaque se deu com a reabertura do prédio Rainha da Sucata, que abriga o Centro de Informação ao Visitante do Circuito Liberdade e Hub Minas Digital. O Circuito Liberdade ainda registrou em 2017 o maior número de visitantes desde 2010, com público de 1.614.250 pessoas.

No encerramento do encontro, a Empresa Mineira de Comunicação (EMC), que engloba a Rádio Inconfidência e a Rede Minas, apresentou seu desfiladeiro de realizações. Na oportunidade foi apresentado aos dirigentes do Sistema Estadual de Cultural o novo presidente da instituição, Elias Santos. “Quero agradecer o convite feito pelo secretário Angelo Oswaldo e pelo governador Fernando Pimentel para substituir o Flávio Henrique no comando da EMC. O momento é muito delicado devido à perda de um grande amigo, colega de trabalho e um ídolo que foi o Flávio”, comentou Elias.  O novo presidente da EMC ainda falou sobre os rumos da empresa e da necessidade de se trabalhar a comunicação com ideia mais contemporânea, integrando rádio, televisão e internet. “O objetivo é criar uma interação entre áudio, vídeo e texto para criar uma simbiose comunicativa e ampliar a visibilidade dos temas divulgados pela EMC”, disse Elias, algo compartilhado por Luiza Castro, a presidente da Rede Minas. Em sua fala, Luiza informou aos presentes sobre as campanhas realizadas pela TV nos últimos meses, ressaltando o impacto e audiência conquistados pelo programa Voz Ativa, a grande novidade na grade atual da programação da emissora.

 


 

A tradição carnavalesca de Ouro Preto, aliada a sua riqueza arquitetônica e cultural, faz com que a cidade seja um dos destinos mais procurados em Minas Gerais pelos turistas. A expectativa de público em 2018 é de cerca de 40 mil foliões por dia.

Pensando nesse aumento do fluxo de visitantes, a Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP, em parceria com a Prefeitura, realiza durante esta semana a montagem dos murais do Tapume+Arte. O projeto traz arte e segurança para o carnaval e visa celebrar as figuras que fazem parte da vida cultural da cidade.

Os tapumes, conhecidos por proteger e isolar áreas de construções civis, ganham cores, tintas e desenhos pelas mãos de alunos, professores e funcionários da FAOP.  Eles são instalados em quatro pontos de grande circulação de pessoas: Na Ponte dos Namorados (Rua Getúlio Vargas); na Ponte dos Contos (rua São José); no beco do Hotel Colonial (Travessa Pe. Camilo Veloso); no beco Pilão (ao lado da Câmara Municipal).

Entre os homenageados pelo carnaval 2018 de Ouro Preto, Francisco de Paula Mendes, um dos músicos mais antigos da cidade, com 90 anos de idade e 77 de carreira,  será retratado nos murais. Seu Tito, como é conhecido, permanece na ativa, é saxofonista na banda Anjo e no bloco Gatas e Gatões, que se apresenta no dia 12/02.“Me sinto bem com a homenagem, sinto que estou sendo reconhecido por Ouro Preto”, comenta.

Além de Seu Tito, as artes farão referência aos 50 anos da FAOP, 280 anos do nascimento do escultor Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e aos 80 anos do tombamento oficial de Ouro Preto.

Os murais ficarão expostos até o fim do carnaval.

Tapume+Arte

O projeto teve início em 2005, durante restauração da Casa Bernardo Guimarães, sede da Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP. O objetivo era o de promover a expressão artística e atrair a atenção para o novo centro cultural. A ação se estendeu por outras partes da cidade e em outros municípios. Desde 2007, o projeto faz parte do carnaval de Ouro Preto, com a instalação dos murais em pontos estratégicos da cidade, visando tanto a segurança dos foliões e a disseminação da arte em espaços públicos.

A visita teve como objetivo apresentar ao mercado mineiro produtos da gastronomia portuguesa e em especial os bolinhos de bacalhau (ou pastesis, como eles chamam) que, em breve, poderá ser degustado pelos mineiros, sendo o carro chefe dos produtos.

Segundo Coelho, o grupo está em negociação para instalação de uma loja física que permita a comercialização dos produtos.

Na ocasião, eles solicitaram também o apoio da Setur para que possam conquistar o mercado, novos investidores e agregar seus produtos aos produtos mineiros, tão apreciados por eles.

“A Setur-MG está disponível para auxiliar no que for necessário em relação aos novos contatos nos órgão do Governo de Minas Gerais. Sabemos o quão importante é a gastronomia para abrir portas e girar a economia. Além disso, vamos possibilitar um intercâmbio rico entre as culturas gastronômicas de Portugal e Minas Gerais”, afirma o secretário de Estado Adjunto de Turismo de Minas Gerais, Gustavo Arrais.



O objetivo da reunião foi tratar sobre o programa de regionalização, o Pronatec, Cadastur Itinerante e o Escola na Trilha. Além disso, a importância dos circuitos, a articulação regional, a gestão atual, as políticas públicas, as diretrizes básicas do ICMS Turístico e o novo Portal Minas Gerais também foram destacados.

“Estamos disponíveis para apresentar nossas ações e auxiliar em todas as etapas do planejamento estratégico dos circuitos, na capacitação para a elaboração de projetos, na possibilidade de articulação com outros circuitos e na capacitação de conselhos municipais”, afirma a diretora Regionalização e Descentralização das Políticas do Turismo, Flávia Ribeiro.

Vale ressaltar que em relação ao inventário turístico, o CT Noroeste das Gerais foi o primeiro a concluir a inclusão de informações de todos os municípios associados. “É de suma importância que os circuitos abracem essas possibilidades para que o trabalho alcance êxito”, reforça Flávia.

Com o aniversário de 12 anos do circuito, a possibilidade de uma ação em conjunto com a Setur para as comemorações também esteve em pauta.  O CT Noroeste das Gerais atualmente é composto por 14 municípios, sendo eles: Buritis, Cabeceira Grande, Dom Bosco, Guarda-Mor, João Pinheiro, Lagoa Grande, Natalândia, Paracatu, Patos de Minas, Presidente Olegário, Riachinho, Unaí, Uruana de Minas, Vazante e Lagamar que está em processo de inclusão.

“O foco da equipe técnica da Setur é reunir com os circuitos turísticos com o foco na promoção dos destinos turísticos. Dessa forma, é essencial que um diálogo entre a Setur e as cidades circuitadas seja estabelecido”, declara o secretário de Estado Adjunto de Turismo de Minas Gerais, Gustavo Arrais.


Com o objetivo de orientar os foliões sobre a importância de curtir o carnaval sem causar danos aos bens culturais, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – Iepha-MG realiza a campanha de preservação do patrimônio cultural, que pode ser acessada e compartilhada por meio de suas redes sociais.

A ação conta ainda com orientações para que a apropriação do espaço urbano ou público ocorra de forma consciente, com segurança e resguarde exemplares arquitetônicos importantes encontrados nos municípios mineiros.

Frases educativas e divertidas, como “Não se esqueça de mim...Neste carnaval lembre-se sempre da importância de nosso patrimônio” e “Foi bom te ver outra vez...Quem protege vê para sempre!” serão divulgadas pelo Instituto durante o período da festividade. A expectativa é que as filipetas virtuais sejam compartilhadas pelos internautas em suas redes sociais e colaborem com a campanha.

Para Michele Arroyo, presidente do Iepha-MG, os núcleos urbanos reconhecidos como patrimônio cultural são locais de referência de moradores e visitantes, que contam com comércio, lazer, encontros e confraternizações. “O carnaval tem se afirmado como uma das principais festas de rua em todo o Estado de Minas Gerais, que atrai milhares de visitantes”, disse Michele.  “A campanha do Iepha nas redes sociais tem o objetivo de promover o patrimônio cultural do Estado incentivando o carnaval e respeitando nosso acervo para que possa continuar sendo usufruído por todos”, enfatizou. 

Em Minas Gerais, a riqueza arquitetônica e cultural encontradas nas praças, nas igrejas e nos casarões seculares atraem pessoas de todas as regiões, tornando o carnaval mineiro um dos mais tradicionais do Brasil. A festa conta com a participação de blocos, marchinhas e grupos regionais. 

Diversas cidades recebem no carnaval inúmeros foliões para a festividade que acontece em ruas, avenidas, praças e núcleos históricos, espaços que possuem riquezas culturais de grande significado para o estado.

As prefeituras dos 11 municípios que possuem núcleos protegidos por tombamento estadual receberam um documento com instruções específicas enviado pelo Iepha-MG. Os agentes públicos responsáveis pela realização do carnaval nesses locais devem apresentar ao Instituto um projeto do evento que não ofereça riscos às construções históricas reconhecidas como patrimônio cultural de Minas Gerais.

Os demais municípios do estado receberão as seguintes orientações do Iepha-MG com o objetivo de preservar os bens:

  • A instalação de barracas, palcos, arquibancadas, caixas de som, telões e equipamentos em geral deve guardar distância dos bens culturais e da rede elétrica;

•    Os banheiros públicos devem ser instalados em locais adequados e afastados das fachadas dos imóveis e monumentos culturais;

•    As Prefeituras devem orientar os trajetos de trios elétricos e carros alegóricos para que não provoquem danos ao patrimônio;

•    As Prefeituras devem realizar campanhas educativas para a preservação do patrimônio cultural.

O carnaval de rua de São Lourenço começa na próxima quinta-feira (08) com uma programação repleta de atrações, que variam desde blocos de ruas até shows gratuitos. A cidade, que possui o segundo maior parque hoteleiro do Estado, e já está com sua rede de hotéis e pousadas praticamente esgotada, além de imóveis alugados para a temporada de folia.

São Lourenço é uma das cidades mais procuradas do Sul de Minas devido às suas atrações turísticas e pelo carnaval já tradicionalmente conhecido. A programação, organizada pela Secretaria de Turismo e Cultura da cidade, foi planejada para atrair desde crianças até a melhor idade, com opções para todos os gostos.

O objetivo é trazer os moradores e turistas para curtirem as atrações nas ruas, ou seja, um carnaval para toda família. Este ano, além dos tradicionais blocos de rua, tendo como destaque o Bloco do Pijama, que reúne mais de 20 mil pessoas de toda região, haverá também shows com a banda Exaltasamba, Mocidade Independente, Mangueira e Patukerê.

Valorizando os artistas locais, se apresentarão também os grupos Farofa Mineira, Parece que foi Ontem – Dois nas Cordas e Blue Brasil com sambas clássicos. Para as crianças, o desfile do tradicional Bloco do Pijaminha e a Folia Infantil. O Parque das Águas também traz uma programação voltada para a criançada.

Confira abaixo a programação:


 

 

Realizado pelo Instituto Maria Helena Andrés e o Laboratório Innovatio da EBA - UFMG, o documentário Maria Helena Andrés – Arte e Transcendência, que conta com recursos do Fundo Estadual de Cultura, apresenta as múltiplas facetas da artista, como os trabalhos voltados para a escrita, e os desenvolvidos como educadora e blogueira. Durante a carreira, Maria tem experimentado várias linguagens (pintura, desenho, gravura, colagem, escultura e fotografia) e recebido inúmeros prêmios e homenagens, entre elas a concedida pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) por sua trajetória artística. O filme estreia no dia 17 de fevereiro, às 11h, no Cine Belas Artes, em Belo Horizonte.

Dirigido pelo professor Evandro Lemos da Cunha e com co-direção de Danilo Vilaça, o documentário contou com a participação de vários colaboradores, constituindo uma construção de múltiplos olhares. Para Marília Andrés Ribeiro, presidente do Instituto Maria Helena Andrés e filha da artista, o filme é uma importante homenagem à uma das mais significativas figuras do meio artístico do país. “O documentário é uma justa celebração e ganha ainda mais força por ela estar presente e poder vivenciar a importância e o impacto de seu trabalho. Estou muito feliz por podermos registrar esta trajetória artística que dura cerca de 70 anos e que foi fundamental para o estabelecimento de certos movimentos no Brasil, como o movimento construtivo nos anos 50”, explica Marília.

Obra Filhos - Divulgação Instituto Maria Helena Andrés

A artista também se dedicou à educação artística e publicou vários livros de reflexão sobre arte, educação, filosofia oriental e intercâmbios culturais entre o Brasil e a Índia. Atualmente, Maria Helena Andrés escreve semanalmente dois blogs sobre arte, artistas, patrimônio cultural, ecologia, ioga e a vida em família (Minha Vida de Artista e Memórias e Viagens), que podem ser acessados no site: mariahelenaandres.blogspot.com.br

SERVIÇO

ESTREIA DO DUCUMENTÁRIO - “MARIA HELENA ANDRÉS – ARTE E TRANSCENDÊNCIA”

Local: Cine Belas Artes (Rua Gonçalves Dias, 1581 – Lourdes, Belo Horizonte/MG)

Data: 17 de fevereiro

Horário: 11h

Entrada: Gratuita


 

Realizado desde 1840, o Carnaval a Cavalo é a festa mais aguardada pelos habitantes de Bonfim, cidade da região central de Minas Gerais, e também pelos mais de 20 mil turistas que passam por lá durante os festejos. O evento acontece de 11 a 13 de fevereiro, a partir das 15h, na praça principal do município.

Foto: Douglas Magno

A tradição veio do século XIX, quando padres europeus trouxeram as cavalhadas para o Brasil. Em Bonfim, houve divergência entre o padre e os cidadãos que participavam da celebração. Sendo proibido pela Igreja, os bonfinenses resolveram continuar com as cavalhadas, porém desvinculadas da fé católica. Nascia assim o Carnaval a Cavalo.

Hoje, o evento é realizado durante o Carnaval e conta com o desfile de cavaleiros e amazonas pela praça principal. Os fogos anunciam a chegada deles, que são recebidos pela população, que protegida por alambrados, participa da festa com serpentinas e confetes. Os cavaleiros e amazonas realizam evoluções a cavalo pelo circuito demarcado, trajando luxuosas fantasias confeccionadas em veludo e ricamente bordadas.

O espetáculo conta ainda com a Corporação Musical Padre Trigueiro, que toca marchinhas, músicas populares e a Havaneira Bonfinense, hino do Carnaval a Cavalo. A festa começa no domingo, repete-se na segunda e é finalizada na terça-feira, quando os cavaleiros e amazonas apeiam dos cavalos, tiram as máscaras e celebram a conquista do público no carnaval de Bonfim.

O evento é familiar: há exemplo de pais e filhos, irmãos, primos, avós e netos, que participam e abrilhantam a festa mais tradicional da cidade.

SERVIÇO

CARNAVAL A CAVALO DE BONFIM

Data: de 11 a 13 de fevereiro de 2018

Horário: a partir das 15h

Informações: www.carnavalacavalo.com.br

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

(31) 3576-1389/ (31) 9 9573-3188

Assessoria de Imprensa: Janaina Oliveira - Registro Profissional 14.777 MG

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - (31) 9 9774-3878


O governador Fernando Pimentel recebeu nesta terça-feira (6/2), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, representantes de 12 blocos carnavalescos da capital. Eles participam de uma campanha educativa para o Carnaval 2018 promovida pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), com o apoio da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur). Durante os desfiles de rua neste ano, os grupos irão exibir estandartes com mensagens voltadas para o combate ao assédio, a defesa da diversidade, da paz e da segurança dos trios, além da responsabilidade no trânsito.

Fernando Pimentel ressaltou a iniciativa de chamar os blocos para pensar como o poder público pode auxiliar a festa. “Cumprimos o que pensamos em fazer, que era ouvir vocês todos e inaugurar essa novidade histórica. Esse lugar em que estamos (Palácio da Liberdade) tem a idade de Belo Horizonte, 120 anos. E esse salão já viu muita gente, menos os blocos de Carnaval da capital do Estado. É a primeira vez que vocês vêm aqui. Estamos felizes de sermos protagonistas desse momento histórico. Belo Horizonte foi uma cidade inventada. As vocações daqui foram construídas pelo nosso povo. A vocação do belo-horizontino é acordar cedo e ir trabalhar, mas é também fazer Carnaval, boa música, boa convivência, a boa culinária, tudo que tem a ver com o encontro entre as pessoas. O que fizemos hoje aqui foi celebrar uma característica da nossa capital, uma cidade inventada que é reinventada todo dia”, disse. 

O governador destacou ainda que a cidade tem hoje uma festa baseada na tolerância e lembrou a parceria que existe com a prefeitura. “Nós construímos aqui um formato - não o governo, mas o povo de Belo Horizonte -, um Carnaval de tolerância, de segurança para as pessoas. Isso é um diferencial que nos dá muito orgulho. Isso faz muita diferença hoje em dia e nós podemos explorar isso de forma a torna-lo um dínamo econômico para a cidade. Eu acho que a prefeitura está entendendo assim. É importante criarmos esse ambiente de segurança sem tirar a espontaneidade, a alegria, o espaço de convivência fraterna”, completou.

Representantes dos 12 blocos participaram do encontro e da campanha. Tchanzinho Zona Norte e o Bloco do Pescoção desenvolveram marchinha sobre o assédio. Me Beija que Eu Sou Pagodeiro e Angola Janga sobre diversidade. O Bloco da Calixto e o bloco Volta Belchior falaram sobre paz no Carnaval. Chama o Síndico e Havaianas Usadas cantaram a importância de não dirigir se beber. A segurança da rede elétrica e a segurança dos trios elétricos foram o tema de quatro grupos: Então, Brilha, Unidos do Samba Queixinho, Lindo Bloco do Amor e Juventude Bronzeada.

A campanha também abrange a divulgação de mensagens educativas no formato de marchinhas criadas pelos próprios blocos. Elas estão sendo veiculadas em mais de 300 rádios de Minas Gerais, em redes sociais e pelos próprios grupos de Carnaval. Também está prevista a distribuição para os foliões de leques com os seis temas da campanha. 

Carnaval coletivo

O diretor de Relações Institucionais e Comunicação da Cemig, Thiago Camargo, ressaltou que a proposta de aproximação da campanha com o público já apresenta resultados. “Já tivemos retornos positivos dos blocos e acredito que essa ideia, que foi desenvolvida com a Cemig e os blocos, pode permanecer, ser mantida e ampliada nos próximos carnavais”, afirmou.  

O secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, lembrou que o crescimento da festa na capital mineira demandou uma articulação entre o governo do Estado e a prefeitura. “O crescimento do Carnaval impõe essa articulação, a participação de todos, inclusive do Estado. Temos que somar esforços. O Estado tem bom diálogo com a prefeitura e tem essa sensibilidade para ver o que está acontecendo na cidade”, disse. 

O presidente da Belotur, Aluizer Malab, destacou o crescimento do número de bandas e de público na cidade e a importância de preservar esse movimento. “Nos tornamos o sexto destino mais procurado no Carnaval do Brasil neste ano, ganhando de Recife. Esse crescimento é muito importante e a gente inicia o ano com muita alegria, geração de emprego e de renda. Essas campanhas vêm consolidar a base do que já fazemos pelas ruas. Demorou mais de 110 anos para Belo Horizonte ter um Carnaval do jeito que tem, e não vamos perder isso tão fácil. Não é só Carnaval, a gente agora tem verão”, disse, ao lado do presidente da Fundação Municipal de Cultura, Juca Ferreira, e de outros representantes da prefeitura da capital e da Cemig. 

A cantora Aline Calixto, do Bloco da Calixto, lembrou a importância da união de forças do poder público junto dos artistas para viabilizar a festa. “Espero que, daqui para frente, com o governo do Estado e a prefeitura, a gente possa ter cada vez mais diálogo, transparência nas ações, e construir junto em prol de todos os blocos”, afirmou.


 

 

Preparando-se para a Abertura da Temporada de Concertos de 2018, a Orquestra Sinfônica e o Coral Lírico de Minas Gerais presenteiam o público com duas edições especiais da série Sinfônica e Lírico ao Meio-Dia. Os Corpos Artísticos da Fundação Clóvis Salgado, sob a regência do maestro Silvio Viegas, apresentam repertório variado que inclui trechos de óperas, concertos e aclamados oratórios. No programa estão trechos de obras como as óperas Carmen, de Georges Bizet, e Nabucco, de Giuseppe Verdi; trecho do Ballet O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky e do oratório Messias, de Händel.

Sinfônica e Lírico ao Meio-Dia - Crédito: Paulo Lacerda

Segundo Silvio Viegas, a OSMG e o CLMG iniciam o ano de 2018 apresentando algumas das mais populares e belas obras da música erudita mundial para que o público possa sentir um pouco do que vem por aí. “É um passeio por vários estilos e períodos da música, esquentando os tamborins para a nova temporada”, conta o maestro. Os cânticos escolhidos para a apresentação são trechos muito conhecidos e interpretados por corais de todo o mundo. “São obras sensíveis e belas que, certamente, vão encantar nosso público”, afirma.

O projeto Sinfônica e Lírico ao Meio-Diada FCS oferece ao público um cardápio musical em horário alternativo e gratuito, e conta com a interação do regente com o público durante a apresentação. Já consagrado na série de concertos ao meio-dia, o projeto De dentro do Palco tem continuidade em 2018, permitindo que algumas pessoas, sorteadas antes da apresentação, assistam ao concerto ao lado dos músicos e cantores líricos. 

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – Criada em 1976, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, corpo artístico gerido pela Fundação Clóvis Salgado, é considerada uma das mais ativas Orquestras do país. Em 2013, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais. Em permanente aprimoramento da sua performance, a OSMG cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais. Como iniciativas de destaque, podem ser citadas as séries Concertos no Parque, Sinfônica ao Meio-dia e Sinfônica em Concerto, além de grandes sucessos da música popular brasileira com a Série Sinfônica Pop. Em 2016, Silvio Viegas assume o cargo de Regente titular da OSMG. Antes dele, foram responsáveis pela regência: Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos.

Silvio Viegas – Silvio Viegas é Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro por oito anos e esteve à frente de orquestras como a Sinfônica Brasileira; Sinfônica de Minas Gerais; Filarmônica do Amazonas; Orquestra Sinfônica de Roma e Orquestra da Arena de Verona (Itália); Sinfônica do Teatro Argentino de La Plata (Argentina); Sinfônica do Sodre (Uruguai) entre outras. Atualmente, é o regente titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Professor de Regência na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Coral Lírico de Minas Gerais – Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais, corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado, é um dos raros grupos corais que possui uma programação artística permanente e que interpreta um repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Já estiveram à frente do Coral os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Silvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes e Lincoln Andrade. O Grupo se apresenta em cidades do interior de Minas e em capitais brasileiras com o intuito de contribuir para a democratização do acesso ao canto coral. As apresentações têm entrada gratuita ou preços populares. O Coral já atuou com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, além da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Dentro da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas, o Coral Lírico desenvolve diversos projetos que incluem as Séries Concertos no Parque, Lírico Sacro, Lírico ao Meio-dia e Lírico em Concerto, além da participação nas temporadas de óperas realizadas pela Fundação Clóvis Salgado.

Programa:

Eine Kleine Nachtmusik – 1º movimento

W. Mozart

Ave verum Corpus

W. Mozart

Peer Gynt – 2º e 4º movimentos

E. Grieg

Valsa da Suíte O Lago dos Cisnes

P. Tchaikovsky

Confutatis e Lacrimosa - Requiem

W. Mozart

Abertura da ópera Carmen

G. Bizet

Va Pensiero – Ópera Nabucco

G. Verdi

Danças Polovtsianas

  1. Borodin

Aleluia – Messias

G. Haendel

Radetzky March

J. Strauss Jr

SERVIÇO

SINFÔNICA E LÍRICO AO MEIO-DIA – ESQUENTANDO OS TAMBORINS

Data: 7 (quarta-feira) e 8 (quinta-feira)

Horário: 12h

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537 – Centro

Entrada gratuita

Informações para o público: (31) 3236-7400

Informações para a imprensa:

Júnia Alvarenga: (31) 3236-7419 l (31) 98408-7084 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Vítor Cruz: (31) 3236-7378 l (31) 99317-8845 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Thamiris Rezende: (31) 3236-7381 l (31) 99154-9103 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Com o objetivo de capacitar as empresas de turismo receptivo, a ACMINAS ofereceu o curso “Cultura de Negócios e Internacionalização: Convivência com Comunidades Internacionais”, com conteúdo voltado para os proprietários e funcionários das empresas em questão e seus principais fornecedores: os guias de turismo.

 

As empresas integrantes do Minas Recebe estiveram presentes juntamente com guias de turismo que recebem grupos internacionais e foram selecionados para realizarem a ação.

 

Para Lúcio Ribeiro, proprietário do receptivo Trilhas de Minas, a ação é ideal para expandir o conhecimento e a visão de mercado que as empresas possuem. “Participar desse curso foi fundamental para conhecer melhor as oportunidades do mercado internacional. O nosso desafio agora colocar em prática o que aprendemos tentando alcançar os mercados estudados”, ressalta.

 

O secretário de Estado Adjunto de Turismo, Gustavo Arrais, parabeniza pelo conteúdo apresentado e ressalta que “a equipe da ACMINAS conseguiu oferecer um panorama com as informações mais estratégicas dos oito principais países emissores de turistas para Minas Gerais. A iniciativa é primordial para as empresas interessadas em receber cada vez mais turistas estrangeiros e captar negócios para nosso Estado. O Internacionaliza BH é uma ótima estratégia de internacionalização para Minas Gerais e grande inspiração para novos planejamentos”, afirma.

 

O Internacionaliza BH é um projeto de sensibilização da comunidade empresarial mineira para o processo de internacionalização da cidade a fim de compreender seus benefícios e desafios.

 


 

 

As canções que embalam o carnaval de Ouro Preto, compostas por artistas locais, desde a década de 60 até o momento atual, estão presentes no primeiro álbum Era Uma Vez um Carnaval, do grupo Candonguêro. O disco reúne em 13 faixas, um total de 16 canções, selecionadas a partir de um projeto que vem sendo realizado ao longo de mais de 10 anos, período de intensa pesquisa histórica, musicológica e sociológica, no afã de compreender a poética do carnaval ouro-pretano, e o que fez dele uma festa única, com todas as suas particularidades e características próprias. O lançamento do disco contará com shows de lançamento em cinco cidades mineiras: Itabirito (7/2), Diamantina (8/2), Belo Horizonte (16/02), além de Juiz de Fora e Barbacena com datas a definir.

Era Uma Vez Um Carnavaléum lançamento do selo Ultra Music, produzido por Barral Lima, com direção musical de  Barral e Chiquinho de Assis, que também assina os arranjos. O CD tem a participação dos músicos Chiquinho de Assis (Voz, Backvocais e Violão), Pablo Malta (Guitarras, Guitarra Baiana, Bandolim e Violão 7 Cordas), Chico Bastos (Cavaquinho e Flauta Transversal), Pedro Gomes (Baixo), Christiane Cordeiro (Backvocais, Zabumba e Triângulo), Gustavo Grieco (Bateria) e Fábio Martins (Percussão), com participação especial da cantora Silvia Gomes em Sambeie do trombonista Leonardo Brasilino nas músicas Ouropretare Ciranda da Saudade.

Idealizado pelo compositor e pesquisador Chiquinho de Assis, o projeto surge tendo como parceiros de produção o maestro Rodrigo Toffolo da Orquestra Ouro Preto e o Diretor Teatral Flaviano Souza Silva. Na trajetória desses três jovens artistas mineiros destacavam-se os caminhos indicados pelos antigos professores e ex-alunos da Escola de Minas da UFOP os mineiros e sexagenários: Victor Godoy e Jorge Adílio Pena. Estes, participantes da atmosfera boêmia da famosa universidade mineira, contribuíram para mapear a história do carnaval do século XX em Ouro Preto, apontando a figura central do compositor Vandico, que assina a música de abertura do CD: Samba Pra Mim Mesmo, de 1978. Junto a Vandico um importante nome que aparece com composições no disco éo Mestre Edmundo Guedes, autor de Amanhã(Túnel do Tempo), conhecida nos Carnavais como Terno Branco, de 1969, segunda canção do disco, que foi Samba Enredo da Escola de Samba Unidos do Padre Faria, sendo o primeiro samba-enredo da cidade Patrimônio da Humanidade e a mais antiga canção do disco. Os dois mestres aparecem unidos em um pot-pourri Vem meu Ouro Pretocom dois frevos compostos em 1985 e 1986. O que mostra que o sotaque do frevo encontra ecos representativos nas ladeiras da antiga Vila Rica.

O disco ainda possui obras de importantes compositores locais que ajudaram a reerguer a história recente do carnaval de Ouro Preto e que, principalmente, tem a identidade da proposta do projeto, como o próprio Jorge Adílio em a Ciranda da Saudade(1975) uma lírica canção que remete ao tempo das cirandas e seus cirandeiros e que no disco recebe uma leitura com arranjo de flauta, bandolim, violão de 7 cordas e trombone, o que remonta aos regionais de choro e seresta. Seu Walter das Latinhas e a marchinha Enche o Saco do Véio(2008) mostra o lado caricato do carnaval, um senhor no auge dos seus 80 anos que coleta latinhas de cerveja no carnaval e que com irreverência compôs uma marchinha exclusiva para o projeto Candonguêro. E ele diz sua latinha jáesvaziou, enche o saco do véio. Geraldo Vitor, mais conhecido como Ladinho, aparece com Fiz a Batucada(1985), antigo pagode que no disco recebeu um arranjo evocando um samba rock de requinte. Estando todos os compositores vivos, a única presença feminina no disco, jáéfalecida, a saudosa Maria Ferreira, esposa de um popular presidente da Escola de Samba Acadêmicos de São Cristóvão. Dona Maria apresenta em seu lirismo a redenção das mulatas do morro que sonham em ser prestigiadas nos desfiles das Escolas de Samba. A faixa Sambei(1977) éinterpretada em participação especial da cantora Silvia Gomes.

Váao Largo da Alegria, Candonguêros estão lá, ensinando a quem não sabe, o verbo ouropretar. Cantado com fervor por foliões, a quarta faixa do disco étambém do compositor Edmundo Guedes. A canção foi um presente do compositor ao grupo e anuncia que, durante o carnaval em Ouro Preto, uma parada sempre se fez obrigatória no Largo da Alegria, que se tornou ponto referência do carnaval ouro-pretano.

A figura folclórica de Bené da Flauta, morto em 1978, tornou-se um símbolo do Candonguêro. Andarilho, ermitão, músico e escultor, Benéera um bardo às avessas. Tendo vivido em Ouro Preto atémeados da década de 1970, o personagem éhomenageado na 11ªfaixa com uma música de autoria de Chiquinho de Assis, que também assina as músicas Vento Me Leva(2007) e Pra Gente Viver(2013). Respectivamente um afoxée um carimbó, gêneros nordestinos, mas que se justificam presentes em um disco de música mineira, uma vez que tais canções foram compostas na cidade de Ouro Preto, antiga capital mineira e talvez a cidade mais cosmopolita do interior de Minas. A poesia sonora presente em Pra Gente Viverésublime e convida aos passos do afoxé, enquanto Vento me levatraz uma história em que João perde o amor de Maria durante o carnaval. A canção se encerra com um solo de guitarra do músico Pablo Malta que não fica devendo aos mestres Paraenses.

Mas de volta a Minas Gerias o côcoestápresente no pot-pourri Caindo Fulô”um momento de citação àfigura do tradicional tropeiro e aos versos congadeiros láno céu, cána terra, ôi tácaindo fulô”. Zabumba, Contra-Baixo e as Caixas Congadeiras remetem às cores das Minas Gerias plena de cultura popular.

Fim de Carnavalencerra o disco com um aceno àeterna boemia carnavalesca presente na memória dos antigos foliões. A canção de mestre Vandico pode ser considerada como a grande Marcha da Quarta-Feira de Cinzasde Minas Gerais. Os seus versos são o ponto alto da poesia no disco, confetes ficaram nas ruas ainda, jogados tão lindos, esperando o bloco do adeus passar.

Músicas históricas (Cronologia do Disco)

01 - Samba Pra Mim Mesmo (1978)

02 - Amanhã(Túnel do Tempo) (1969)

03 - Pot-Pourri Vem meu Ouro Preto: Ouro Preto éMagia (1985) / Frevo do Chiguirim (1986)

04 - Ouropretar (2010)

05 - Ciranda da Saudade (1976)

06 - Carnaval do Passado (2007)

07 - Sambei (Morava no Morro) (1977)

08 - Fiz a Batucada (1985)

09 - Vento me leva (2007)

10 - Pra gente viver (2013)

11 - Pot-Pourri Fulô: O Tropeiro (1970) / Bené(2006) / Caindo Fulô(data desconhecida)

12 - Enche O Saco Do Véio (2008)

13 - Fim de Carnaval (1971)

Sobre o grupo

O grupo Candonguêro surgiu de um projeto cultural que nasceu em 2006, a partir da necessidade de se praticar, no carnaval de Ouro Preto, a Música Brasileira e que vinha sendo preterida háanos, diante de uma reconfiguraçãonos valores inerentes aos saudosos carnavais da cidade. O Candonguêro configura-se como um produto dedicado ao cancioneiro brasileiro, a partir de uma série de músicas autorais, releituras musicais e, sobretudo, da valorização dos compositores.

O projeto Candonguêro foi criado com o objetivo de reviver o romantismo e a poesia dos carnavais de outrora, a partir de apresentações musicais, performances cênicas e desfiles de bonecos gigantes, homenageando personagens, escolas de samba e blocos tradicionais, ou seja, uma homenagem a quem brincou e ainda brinca o carnaval.

Do frevo ao samba, além de valorizar a experiência do carnaval, o projeto difunde também a música popular brasileira própria do universo carnavalesco e o cancioneiro de artistas e compositores de Ouro Preto, colocando em cena nomes nacionalmente conhecidos como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Joao Donato e Lenine, lado a lado dos ouro-pretanos Vandico, Jorge Adílio, Dona Maria Ferreira, Seu Walter das Latinhas, Vicente Gomes e Edmundo Guedes. Este último teve uma de suas canções gravadas pelo cantor e compositor Marcelo Camelo.

Após mais de uma década de atividades, o projeto excursiona agora por outras cidades, dialogando com as especificidades de suas tradições carnavalescas, mas mantendo o compromisso de valorizá-las e incentivá-las. Éo que explica o músico e compositor Chiquinho de Assis. O Candonguêro foi criado levando-se em consideração a ideia de rememorar e legitimar a tradição carnavalesca de Ouro Preto, a partir da construção de um ambiente que caracterize o som, a cultura e as pessoas da cidade. A inspiração foi Ouro Preto. No entanto, nesta nova etapa com presença garantida em outras cidades, vamos criar uma interface com o carnaval de cada uma delas, comenta o músico.

Origem da Palavra

Candonguêroéuma palavra angolana que denomina o tambor utilizado no Jongo. Através de um processo semântico passou-se a designar o leva-traz. Dessa forma, o grupo Candonguêro pretende ser um instrumento de fruição, levando e trazendo canções que rememorem e legitimem a tradição, a partir da construção de uma paisagem sonora que caracterize nosso som, nossa cultura e nossa gente. Neste sentido, o repertório conta com dezenas de músicas escolhidas a dedoe que contemplam expressões da tradição musical brasileira das mais variadas.

O ilustre sambista e compositor Martinho da Vila, assim classificou o candonguêro:

Candonguêro éforte. Candonguêro éaquele surdo, aquele atabaque, que batia, que falava, que mandava mensagem.” Martinho da Vila (2017)

Candonguêro:

Chiquinho de Assis: voz, vocais e violões

Chico Bastos: cavaquinho e flauta

Pablo Malta: guitarras, guitarra baiana, bandolim e violão 7 cordas

Christiane Cordeiro: vocais, zabumba e triângulo

Pedro Gomes: baixo

Gustavo Grieco: bateria

Fábio Martins: percurssão

Participações especiais:

Silvia Gomes: voz (Sambei)

Leonardo Brasilino: trombone (Ouropretare Ciranda da Saudade)

Na Web

Site: www.candonguero.com.br

Facebook: www.facebook.com/Candonguero

Instagram: www.instagram.com/candonguero

Youtube: www.youtube.com/user/candongueroop

 

Ficha Técnica CD Era Uma Vez Um Carnaval

Produzido por Barral Lima

Direção Musical: Barral Lima e Chiquinho Assis

&l


Jornalista, crítico musical, tradutor e professor, Lauro Machado Coelho morreu nesta quinta-feira (31), aos 74 anos. Com passagens por diversos veículos de imprensa, ele foi crítico de música clássica e ópera do jornal O Estado de S. Paulo, e autor da coleção História da Ópera.

Nascido em Minas Gerais, Machado Coelho iniciou sua trajetória profissional em São Paulo. No Jornal da Tarde, trabalhou na cobertura internacional e foi crítico de cinema, além de colaborador do Caderno de Sábado. Em meados dos anos 1990, foi coordenador dos corpos estáveis do Teatro Municipal de São Paulo. Em seguida, integrou a equipe da revista Época e, entre 2000 e 2011, assumiu a função de crítico do Caderno 2 do Estado. Foi também apresentador da Rádio Cultrura FM.

A paixão de Machado Coelho pela ópera seria transformada, no final dos anos 1990, na publicação, pela editora Perspectiva, da coleção História da Ópera, com mais de dez volumes sobre o gênero em períodos e países distintos. Também pela Perspectiva, lançou, em 2006, Shostakovich: Vida, Música e Tempo. Já pela editora Algol, publicaria volumes dedicados a Liszt, Bartók, Bruckner e Sibelius.

Machado Coelho aliava o conhecimento musical à preocupação de inserir a criação artística em seu tempo, entendendo a arte como ponto de referência para a descoberta e a compreensão da experiência humana. Sempre com linguagem clara, como anotou o crítico Décio de Almeida Prado em texto de 1999: “Ele é um fenômeno raro: a pessoa competente num determinado setor do conhecimento humano que não escreve tendo em vista apenas pessoas igualmente competentes nesse mesmo setor”.

Como tradutor, Machado Coelho foi responsável pela edição de um volume de poemas da russa Anna Akhmátova (L&PM), que seria tema da biografia Anna: a Voz da Rússia.

(*) Informações do jornal Estadão.

O superintendente do projeto, Denisson Coelho, o empresário Daniel Borja, o deputado estadual Ricardo Faria e a diretora do Comida di Buteco, Eulália Araújo, também participaram do evento.

 

Contribuindo com a oferta gastronômica de Minas Gerais, a iniciativa dos empreendedores tem como objetivo oferecer um novo espaço de convivência. Além disso, o ambiente é mais uma opção turística na região da Pampulha, que atualmente é considerada um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.

O Mercado do Mineirinho vai ocupar uma área de 7 mil metros quadrados, com 150 lojas, estacionamento privativo, amplo espaço gourmet, área de convivência e espaço kids.

“Essa é uma nova plataforma gastronômica que chega com o intuito de atender a região com novas possibilidades de ofertas voltadas para a gastronomia mineira”, afirma o secretário Adjunto de Turismo, Gustavo Arrais.

Durante o evento, o deputado estadual Ricardo Faria esteve presente e em seu discurso reforçou que a pasta do Turismo seguirá sob o comando do secretário Adjunto, Gustavo Arrais.

“Agradecemos a confiança e reafirmamos que nosso objetivo é dar continuidade ao trabalho iniciado pela gestão do ex-secretário Ricardo Faria. Nossa missão agora é continuar promovendo Minas Gerais enquanto destino turístico dentro e fora do Brasil. E, para isso, não mediremos esforços para que o turismo do estado siga conquistando resultados positivos e, claro, atraindo cada vez mais turistas”, conclui Arrais.

 


 

Compreender o Brasil para enfrentar as desigualdades. Esse é o projeto que define a trajetória intelectual e política do sociólogo Jessé Souza, convidado do programa Voz Ativa desta segunda-feira, 05 de fevereiro, às 22h15, na Rede Minas.

Autor de 22 livros, publicados tanto no Brasil como no exterior, neles são abordados assuntos que vão desde o debate sobre os grandes temas da teoria sociológica aos estudos voltados para a realidade brasileira.

Jessé Souza é considerado um dos principais intelectuais contemporâneos brasileiros no combate à desigualdade social. Defende, há tempos, que essa é a principal mazela do Brasil, bem acima da corrupção, diferentemente do que apregoa a grande mídia tradicional.

Entre suas obras mais recentes, “A radiografia do golpe”, “A tolice da Inteligência brasileira” e “A elite do atraso – da escravidão à Lava Jato”, Jessé amplia seu público, dialogando com leitores fora da academia.

Em “A elite do atraso”, por exemplo, lançado em 2017, e que se tornou um best-seller, o autor explica o Brasil desde a sua origem, apontando para as heranças da escravidão que assolam o país até os dias de hoje. É ela, segundo o autor, o cerne da desigualdade social, uma das maiores entre todos os países. Nesse sentido, para discorrer sobre seus estudos, o sociólogo confronta até mesmo personagens sacralizados da intelectualidade brasileira, como Sérgio Buarque de Holanda.

No programa Voz Ativa, além dos assuntos ligados à sua produção intelectual, ele fala sobre patrimonialismo, privilégios, preconceitos, da Operação Lava Jato e do cenário político como um todo no Brasil.

Para entrevistá-lo, o apresentador Florestan Fernandes conta com as participações de João Paulo Cunha, jornalista da Rádio Inconfidência e Rede Minas, de Flávio Henrique Silveira, jornalista e colunista da Rádio Inconfidência, de Wallace Oliveira, sociólogo e jornalista do jornal Brasil de Fato, de Carla Jimenez, editora-chefe do projeto de instalação no Brasil do jorna El País, e de Etiene Martins, jornalista e pesquisadora na área da representatividade negra.

O público pode assistir ao programa também pela internet, no www.redeminas.tv, e interagir nas redes sociais, pelo Facebook: facebook.com/maisvozativa, Twitter: twitter.com/maisvozativa, Instagram: instagram.com/maisvozativa e YouTube: youtube.com/maisvozativa.

O Voz Ativa conta com edição especial para rádio, que vai ao ar pela Inconfidência FM, terça-feira (06/02), às 21h, e pela Inconfidência AM, no domingo (10/02), às 22h.


 

Para os que querem folia agitada; para os que desejam tradição histórica; para os que procuram sossego; para quem quer um momento com a natureza. Assim é Minas Gerais, que oferece todas essas opções para moradores e turistas durante o feriado de Carnaval.

Com o objetivo de orientar os foliões, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur-MG), lança a campanha do Carnaval 2018, #CarnavalMG. Voltada para as redes sociais, a iniciativa envolve os usuários do Facebook e Instagram com o intuito de apresentar as várias possibilidades de destinos que melhor se adequem ao perfil do visitante.

Começando por Belo Horizonte, que oferece aos foliões um Carnaval bem tradicional, com muito movimento e arrastando a multidão.  São mais de 480 blocos de rua, desfiles caricatos e escolas de samba, além de shows em nove palcos distribuídos pela cidade. Os ritmos são variados e espalhados por todos os bairros da capital.

Outro destino já conhecido dos brasileiros são as cidades históricas. Ouro Preto, Mariana, Sabará, Tiradentes e São João del-Rei prometem agenda diversificada e gratuita para este ano. As manifestações artísticas reúnem marchinhas, desfiles de blocos caricatos e bandas locais para alegrar a festa.

Mais peculiar, em Bonfim, a menos de 100 km de Belo Horizonte, acontece anualmente o tradicional Carnaval a Cavalo. O evento é destaque entre visitantes que procuram curtir a festa em clima de interior. Cavalos fantasiados abrilhantam a festa e se apresentam em um circuito demarcado. Os shows e desfiles acontecem entre os dias 9 e 13 de fevereiro.

Já Abaeté, Diamantina e Pompéu apostam nos shows com abadás, muita música e folia sem hora de acabar: as populares micaretas. Em Itabirito, o destaque vai para os grandes trios elétricos e blocos tradicionais que desfilam pelas ruas.

Também tem os destinos para quem quer sossego e natureza. Com muitas localidades cercadas por paisagens cenográficas, Minas oferece cachoeiras, rios e parques. São o caso de Milho Verde, Inhotim, Serra do Cipó, Ibitipoca, Lavras Novas, São Gonçalo do Rio Preto, Poços de Caldas, Araxá, Monte Verde, Serras do Canastra, Caraça e Caparaó.

O Carnaval aquece a economia e movimenta a cadeia produtiva do turismo em Minas Gerais. “O turista, além de se divertir com a folia, conhece um pouco mais da história e da cultura diversificada do nosso estado. Dessa forma, estamos otimistas para que os municípios possam realizar a programação carnavalesca e, consequentemente, receber os turistas com a hospitalidade peculiar dos mineiros”, ressalta o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.

Para mais informações: https://www.facebook.com/VisiteMinasGerais/ e http://www.minasgerais.com.br/pt/blog.

Confira as programações:

Belo Horizonte
- Ouro Preto 
Diamantina
- Itabirito
Bonfim 
Sabará
Barão de Cocais 
Abaeté
Divinópolis
São Tiago
Cristina 
Muzambinho
Pompéu
Congonhas
- Santa Bárbara

Mais informações: Assessoria de Comunicação da Setur
Telefone (31) 3915-9530

Acesse as redes sociais oficiais do Governo MG

Facebook:https://www.facebook.com/governomg/

Twitter:https://twitter.com/governomg

Instagram:https://www.instagram.com/governomg/

YouTube:https://www.youtube.com/user/governodeminasgerais



Os números mostram que o estado recebeu um total de 27,7 milhões de turistas no último ano, o que representa um crescimento de 10,7% em comparação com o ano de 2016, que alcançou um fluxo de 25,0 milhões de visitantes.
O fluxo de turistas deixou, diretamente, um valor aproximado de R$16,8 bilhões na economia mineira em 2017. Esse número representa um aumento de 2,7% em comparação a 2016, que havia obtido a receita de R$16,4 bilhões.
Para o superintendente de Políticas de Turismo, Rafael Oliveira, o aumento significativo de turistas em Minas Gerais é motivo de comemoração. “É com muita satisfação que batemos recorde na receita turística em nosso estado. O turismo representa desenvolvimento econômico e social, isso mostra o quanto a atividade é essencial para contribuir na qualidade de vida da população mineira”, ressalta.
Para os valores e a série histórica desses dados, clique aqui.


 

A Orquestra Sinfônica de Montes Claros (OSMC) se prepara para levar uma série de concertos a praças e espaços públicos da cidade, além de apresentações especiais em outros municípios do Norte de Minas. O projeto, aprovado para captação de recursos e parceiros através da Lei Rouanet, tem como objetivo democratizar o acesso à música erudita e encurtar distâncias na disseminação dos nossos valores culturais.

As apresentações estão planejadas para realização em 2018 e 2019. Além das apresentações artísticas em espaços públicos, o projeto também vai promover mais uma vez, o conceito dos Concertos Didáticos, onde escolas da rede pública de ensino serão visitas pela OSMC; uma média três mil alunos devem ser beneficiados diretamente com o intercâmbio cultural.

Você pode ajudar

Em 2017 a Orquestra Sinfônica de Montes Claros comemorou 16 anos de atividades, consolidando-se como referência, e pioneirismo, no cenário artístico do Norte de Minas. Apesar deste histórico, de apresentações primorosas, intercâmbios culturais e formação de excelentes músicos, a OSMC segue em busca de fortalecimento.

Orquestra, que ainda não possui uma regularidade de apresentações - o que estimularia e valorizaria ainda mais o projeto -, busca em 2018 o apoio das empresas locais e do público, através de leis de incentivo e do abatimento do Imposto de Renda. Só assim, a OSMC poderá manter viva a cultura da música erudita norte-mineira.

Pessoas físicas e empresas poderão deduzir até 100% do seu Imposto de Renda, um valor que é pago ao governo e, desta forma, poderá ser revertido em apoio à um grupo tipicamente montes-clarense. Ao investir no projeto cultural, o contribuinte ajuda diretamente no desenvolvimento da própria comunidade na qual a empresa e pessoas físicas estão inseridas, com a valorização da cultura e das artes como expressão da nossa identidade.

A empresa investidora terá publicidade e divulgação da sua marca durante 12 meses consecutivos, em mídias e todos os eventos realizados pela Orquestra. No site do Formigueiro Cultural, produtora da Orquestra Sinfônica de Montes Claros, você encontra informações detalhadas de como fazer sua doação de imposto e ajudar os projetos da OSMC. Acesse: www.formigueirocultural.com.br/apoieaosmc

Orquestra Sinfônica de Montes Claros - OSMC

A Orquestra, que segue sob a direção e regência da maestrina Maria Lúcia Avelar, encanta o público por onde passa executando obras eruditas mundialmente famosas e tendo como diferencial a expansão em seus projetos temáticos e repertórios com a integração com outros grupos e artistas da música regional. Em 2018, a primeira apresentação da OSMC será durante as comemorações da Festa do Pequi, com a apresentação do projeto Orquestra Sinfônica de Montes Claros & Convidados, no dia 23 de fevereiro, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e do Sistema Municipal de Incentivo à Cultura – SISMIC.

A Orquestra Sinfônica de Montes Claros foi fundada dentro do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernândez no ano de 2001. Desde o início realiza os ensaios nas instalações do Conservatório, que cedeu alguns instrumentos para que o trabalho começasse. A equipe de músicos fundadores foi constituída de alunos, professores e ex-alunos da escola, bem como músicos de formação não acadêmica.


 

Foto: Pablo Bernardo

Resistente desde 2011, o Palco Hip Hop é hoje um dos maiores e mais importantes festivais dedicados à cultura de rua do Brasil. Em 2018, o Palco retorna com uma programação intensa que, além de apresentações artísticas, traz ainda atividades de formação, como palestras debates e workshops. Esta é a quarta edição do festival com o tema Danças Urbanas, mantendo sempre o espaço para as demais manifestações e elementos da cultura, como o MC, DJ e o Grafitti. O Palco Hip Hop Danças Urbanas 2018 é viabilizado através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O festival tem patrocínio da Oi, Cemig  e Caixa Econômica Federal e conta com o apoio cultural do Sesc em Minas, Oi Futuro e apoio institucional do Goethe-Institut. A programação de 3 a 4 de fevereiro integra a programação do Verão Arte Contemporânea.

O evento acontecerá em quatro momentos distintos, dividindo as ações entre a região central  e a periferia de BH e duas cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A primeira etapa da programação é parte do VAC - Verão Arte Contemporânea e acontecerá nos dias 3 e 4 de fevereiro no Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046- Centro- BH). Haverá programação também no dia 3, na  Cafuá - Casa Fusion de Arte (Rua Brasília, 417, Carlos Prates) e na Sede do Grupo Cultura do Guetto (Rua Botelhos, 55A, Bonfim).

Além das várias atrações que representam um recorte importante do atual momento do Hip Hop na capital mineira, o festival reforça o compromisso com a diversidade e a acessibilidade dos vários públicos, a exemplo do debate que traz o tema “Acessibilidade nas danças da Cultura Hip Hop”, que contará com as presenças dos dançarinos, Perninha e Samuka, ambos jovens portadores de necessidades especiais de locomoção e que estão entre os maiores b.boys do país. Reforçando as ações de inclusão, os debates e palestras realizados no Palco Hip Hop contarão com tradução simultânea para Libras. Outro destaque desta edição é a presença de Storm, dançarino alemão considerado um dos maiores b.boys do mundo.

Pratas da casa

Foto: Pablo Bernardo

A maior parte da programação segue composta pelos talentos locais, jovens MCs, b.boys, b.girls, grafiteiros, grafiteiras e DJs que representam a força e a relevância do hip hop no estado ao longo destas três décadas de construção da cultura de rua por aqui – a cultura surgiu no Bronx em 1973 mas no Brasil as primeiras manifestações datam de 1983. Nomes como Grupo Contraste, NTAG, DJ Sense, DJ Robinho, DJ Pat Manoese, MCs Paula Ituassu, Monge, Ohana, Uai Sound System, DJ Guimyts entre outros, integram as atividades do festival.

Os ingressos custam R$ 2,00 (Inteira) R$1,00 (meia-entrada), venda de ingressos a partir de 12H na bilheteria do Sesc Palladium. Limite máximo de até 1 ingresso por pessoa. Sujeito à lotação.

As demais ações na Casa Fusion de Arte e na Sede do Grupo Cultura do Guetto são gratuitas.

Programação

PALCO HIP HOP DANÇAS URBANAS 2018

03/02 (Sábado) - Sesc Palladium

Show - UAISS

Apresentações de Dança - Grupo Contraste /  ILL - ABILITIES

DJs - DJ Robinho (Seletiva Batalha Livre de Danças Urbanas)  / DJ Guimyts (Seletiva Batalha de Breaking)  / DJ Sense (Cypher)

Mestres de Cerimônia - Paola Bracho / Monge

Seletiva Batalha de Breaking (24 vagas) / Seletiva Batalha Livre de Danças Urbanas (32 vagas)

Jurado Batalha de Breaking - Storm

Jurados Batalha Livre de Danças Urbanas - Mascote, Chriss Portes e Fabgirl

Graffiti - Hisne e Tina

Feira de Marcas Locais - Abertura: 17H

Horário: 20H

Ingressos: 2,00 (Inteira) / 1,00 (Meia-entrada) - 01 ingresso por pessoa

Abertura da Bilheteria: 12H

Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Palestra - Acessibilidade nas danças da Cultura Hip Hop com Perninha e Samuka

Mediação - Brisa Marques

Local: Foyer da AV. Augusto de Lima (Sesc Palladium)

Horário: 16H

Entrada franca

Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

03/02 (Sábado) - Cafuá - Casa Fusion de Arte

Workshop de Popping com Storm (Alemanha)

Horário: 10H

Duração: 01H30

Local: Cafuá - Casa Fusion de Arte

Endereço: Rua Brasília, 417, Carlos Prates

Vagas: 25

*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 09H)

Workshop de B.Girling com Fabgirl 

Horário: 14H

Duração: 01H30

Local: Cafuá - Casa Fusion de Arte

Endereço: Rua Brasília, 417, Carlos Prates

Vagas: 25

*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 13H)

 

04/02 (Domingo) - Sesc Palladium

Show - Paula Ituassu

Apresentações de Dança -  NTAG / Storm (Alemanha) / Lasseindra (França)

DJs - Mano Pim (Finais Batalha Livre de Danças Urbanas) /  DJ Guimyts (Finais Batalha de Breaking) /  DJ Pat Manoese (Cypher)

Mestres de Cerimônia - Paola Bracho / Monge

Finais Batalha de Breaking (8 finalistas) / Finais Batalha Livre de Danças Urbanas (8 finalistas)

Jurado Batalha de Breaking - Storm

Jurados Batalha Livre de Danças Urbanas - Mascote, Chriss Portes e Fabgirl

Graffiti - Tina e Hisne

Feira de Marcas Locais - Abertura: 16H

Horário: 19H

Ingressos: 2,00 (Inteira) / 1,00 (Meia-entrada) - 01 ingresso por pessoa

Abertura da Bilheteria: 12H

Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Palestra - As Danças Urbanas pelos palcos do Mundo (Tradução Simultânea)

Palestrante - Storm (Alemanha)

Local: Teatro de Bolso do Sesc Palladium

Horário: 15H

Vagas: 80

Entrada Franca

*Ingressos distribuídos com 30 minutos de antecedência

Atividade com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

04/02 (Domingo) - Sede do Grupo Cultura do Guetto

Workshop de Breaking com Perninha e Samuka

Horário: 10H

Duração: 01H30

Local: Sede do Grupo Cultura do Guetto

Endereço: Rua Botelhos, 55A, Bonfim

Vagas: 25

*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 09H30)

Workshop de Rocking Dance com Arthur (Spin Force Crew)

Horário: 14H

Duração: 01H30

Local: Sede do Grupo Cultura do Guetto

Endereço: Rua Botelhos, 55A, Bonfim

Vagas: 25

*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 13H)

04/02 (Domingo) - Cafuá - Casa Fusion de Arte

Workshop de Vogue com Lasseindra (França)

Horário: 14H

Duração: 01H30

Local: Cafuá - Casa Fusion de Arte

Endereço: Rua Brasília, 417, Carlos Prates

Vagas: 25

*Inscrições por ordem de chegada (senhas distribuídas a partir das 13H)

Serviço:

Palco Hip Hop Danças Urbanas 2018 (primeira etapa)

Quando: 3 a 4 de fevereiro

Locais e ingressos:

Cafuá - Casa Fusion de Arte - Rua Brasília, 417, Carlos Prates (entrada franca)

Sede do Grupo Cultura do Guetto - Rua Botelhos, 55A, Bonfim  (entrada franca)

Grande Teatro do Sesc Palladium  - Rua Rio de Janeiro, 1046- Centro- BH

Ingressos: R$ 2,00 (Inteira) R$1,00 (meia-entrada)

Vídeo do Festival

https://www.facebook.com/palcohiphop/videos/1532165056818799/

Siga o Palco Hip Hop nas redes sociais

Facebook: http://www.facebook.com/palcohiphop

Twitter: http://www.twitter.com/palcohiphop

Instagram: http://www.instagram.com/palcohiphop

YouTube: http://www.youtube.com/palcohiphop

Assessoria de imprensa:

Roger Dias – Aclive Comunicação e projetos

Fone: 97527-0892/ 3054 5419


 

A Secretaria de Estado de Cultura realizou nesta quarta (31) mais uma entrega do Edital Bandas de Minas. Desta vez a banda agraciada foi a Corporação Luiz Antônio Ribeiro, do município de Três Pontas, localizado no território Sul do estado. Na ocasião, o secretário de Estado de Cultura Angelo Oswaldo entregou um instrumento sousafone para o presidente da corporação Helbert Gama. Também estiveram presentes na cerimônia Wander Scalione, maestro da banda, e Alex Tiso, diretor geral da corporação. Além deles, acompanharam a entrega Reinaldo Morais, irmão do jornalista e escritor Fernando Morais, o desembargador Caetano Levir e Merania Oliveira. 

PROGRAMA BANDAS DE MINAS

O programa atua na promoção, valorização e permanência das bandas civispor meio da doação de instrumentos musicais, vestimentas e indumentárias, realização de oficinas, realização de pesquisas e registros, encontros de bandas, entre outras ações de fomento a essa tradicional manifestação artística de Minas Gerais.


 

A alegria do carnaval chega mais cedo a Ouro Preto e invade o bairro Antônio Dias, reconhecido como berço dos carnavais tradicionais da famosa Vila Rica. Nos dias 2, 3 e 4 de fevereiro, o Largo Marília de Dirceu recebe uma programação eclética e para todas as idades. A folia antecipada conta com shows, DJs, baile de máscara, bateria da escola de samba e muito mais. 

O ecerramento do evento terá o show da banda Candonguêiro, que levará ao público um repertório bastante animado. O bloco Zé Pereira Club dos Lacaios, um dos mais famosos e longevos de Ouro Preto, também marca presença com seus mais de 150 anos de atividade.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

SERVIÇO

PRÉ-CARNAVAL OURO PRETO – LARÇO MARÍLIA DE DIRCEU

Local: Largo Marília de Dirceu, Ouro Preto/MG

Data: 2 a 4 de fevereiro

Entrada: Gratuita (ingressos podem ser retirados por meio do Sympla goo.gl/focjG5)


 

 

Durante a sua participação na residência artística do Red Bull Station, em São Paulo, o mineiro Henrique Detomi girou uma nova chave em seu processo criativo. Habituado a criar intervenções em paisagens previamente idealizadas, nas quais o artista inventava uma paisagem (natureza) para depois acrescentar estranhos volumes remetendo a arquiteturas futurísticas, ele inverteu o processo. Agora, a silhueta dos prédios em sua volta compõem a primeira camada semântica, e é a natureza, ainda inventada, que se relaciona com a arquitetura, neste caso, verossímil e mimética.

 Foto: Luciana Magno


Esta mudança de foco experimentada por Detomi destaca o quanto o contexto e a perspectiva sob a qual opera o pensar são determinantes na construção de visões de mundo. No dia 2 de fevereiro, às 19h, ele vai inaugurar a exposição inédita de pinturas, desenhos e objetos Espaço Transitório, com curadoria de Fernando Velázquez, na Galeria de Arte BDMG Cultural. O acesso é gratuito.

A exposição ficará aberta à visitação até o dia 6 de março, diariamente, inclusive sábados, domingos e feriados, de 10h às 18h. Às quintas, o horário é estendido: de 10h às 21h.

Henrique Detomi participou da 13ª residência Artística do Red Bull Station, no ano passado, quando deu início às obras que serão apresentadas na galeria do BDMG Cultural. “A residência no Red Bull Station é um projeto internacional. Fiz a  inscrição, fui selecionado e fiquei dois meses em um ateliê desenvolvendo o meu trabalho. Lá, utilizei novas tecnologias para a produção das obras, como a impressora 3D”, explica Detomi.

O principal objetivo do projeto era fazer com que os artistas se relacionassem com o que há na metrópole, fora do prédio onde passaram os 60 dias. “A minha produção foi influenciada pela arquitetura e pelas paisagens urbanas. Iniciei esse processo criativo lá e, no decorrer do ano, após a minha participação, dei continuidade a esse processo para chegar ao resultado desta exposição individual que agora será apresentada em minha cidade natal, Belo Horizonte”, completa.

A curadoria de Espaço Transitório ficou à cargo de Fernando Velázquez, responsável pela curadoria do projeto paulista. Ele organizou as obras que fazem um recorte da paisagem da cidade com a inserção de elementos da natureza, que sugerem movimento, como os slides de cores vivas que emergem da terra ou do céu.

Saiba mais sobre o artista

Henrique Detomi se formou em artes plásticas na Escola Guignard (UEMG), em 2010. No ano passado, iniciou seu mestrado em artes visuais pela Escola de Comunicação e Artes (ECA), em São Paulo. Ainda em 2017, participou do curso de “Pintura: Prática e Reflexão”, com Paulo Pasta, no Instituto Tomie Ohtake, na capital paulista. Realizou exposições individuais e coletivas em Minas Gerais e fora do estado.

Conheça o BDMG Cultural

O BDMG Cultural é um instituto que há 30anos realiza ações na área da música, das artes visuais, do audiovisual e das artes cênicas. Braço cultural do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, a instituição acredita que a cultura faz parte do desenvolvimento e está diretamente ligada a qualidade de vida. Suas ações culturais abrem espaço para jovens, novos e consagrados artistas. A galeria de arte promove exposições abertas à visitação diariamente, de 10h às 18h, inclusive aos finais de semana e feriados. A instituição faz parte do Circuito Liberdade, corredor cultural localizado em uma histórica área da capital mineira e composto por 16 equipamentos, entre museus e centros culturais.

Serviço

Galeria de Arte BDMG Cultural apresenta Espaço Transitório, de Henrique Detomi

Abertura: 2 de fevereiro, de 19h às 22h

Visitação: 3 de fevereiro a 6 de março, diariamente (inclusive sábados, domingos e feriados), de 10h às 18h

Horário estendido: quinta-feira, de 10h às 21h

O acesso é gratuito - Mais informações: (31) 3219-8691

Contato do artista (favor não divulgar o número): Henrique Detomi (11) 95435-3636

A Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais felicita o arquiteto Leonardo Castriota, que acaba de ser eleito vice-presidente do conselho de administração do ICOMOS - Conselho Internacional de Monumentos e Sítios. Castriota é o atual presidente do ICOMOS Brasil, entidade a qual o Secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, também é sócio. O ICOMOS é uma organização não governamental global associada à UNESCO. Sua missão é promover a conservação, a proteção, o uso e a valorização de monumentos, centros urbanos e sítios. Participa no desenvolvimento da doutrina, evolução e divulgação de ideias, e realiza ações de sensibilização e defesa. O ICOMOS é o organismo consultor do Comitê do Patrimônio Mundial para a implementação da Convenção do Patrimônio Mundial da UNESCO. 

Abaixo segue a lista completa do Conselho de Administração para o período 2017-2020:

Presidente: Toshiyuki Kono (Japão)

Secretário-geral: Peter Phillips (Austrália)

Tesoureiro-geral: Laura Robinson (África do Sul)

Vice-presidentes:

Leonardo Castriota (Brasil)
Alpha Diop (Mali)
Rohit Jigyasu (Índia)
Grellan Rourke (Irlanda)
Mario Santana Quintero (Canadá)

Membros do Conselho de Administração:

Nils Ahlberg (Suécia)
Riin Alatalu (Estônia)
Adriana Careaga (Uruguai)
Zeynep Gül Ünal (Turquia)
Suk Young Han (Coréia do Sul)
Pamela Jerome (EUA)
Jiang Bo (China)
Elena Korka (Grécia)
Teresa Patricio (Bélgica)
Clara Rellensmann (Alemanha)
Jean-Christophe Simon (França)
Hatthaya Siriphatthanakun (Tailândia)

Presidente do Conselho Consultivo: Sheridan Burke (Austrália)

Coordenador do Conselho Científico: James Reap (EUA)

Presidentes de honra: Gustavo Araoz (EUA); Michael Petzet (Alemanha); Roland Silva (Sri Lanka)


O subsecretário também lembra que a doença pode acometer e ser letal mesmo a quem tiver tomado a vacina (com menos de 10 dias de antecedência) e tiver contato com o vírus, antes dos 10 dias necessários para a vacina agir. Por isso, deixar para receber a dose somente quando chegar ao destino da viagem é um comportamento arriscado, tendo em vista o tempo necessário para que a vacina gere seus efeitos de proteção.

Vale destacar, porém, que o risco de contrair Febre Amarela não aumenta em ambientes lotados de pessoas, como é o caso das festas de Carnaval e blocos de rua. Isso porque a Febre Amarela não é uma doença contagiosa, ou seja, não se transmite de pessoa a pessoa; somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus da doença. “O risco de contrair febre amarela existe onde há circulação viral, independentemente do número de pessoas. Minas Gerais é um Estado onde há circulação viral. Por isso, a melhor forma de se prevenir é mesmo se vacinar”, reforça Said.

Os casos de febre amarela registrados em Minas são os da sua forma silvestre, ou seja, aquela transmitida pelos mosquitos encontrados no ambiente silvestre, dos gêneros Haemagogus e Sabethes. O último caso de febre amarela urbana, transmitida pelo Aedes aegypti, foi registrado no Brasil em 1942. Assim, os cuidados devem ser redobrados para os viajantes que se deslocarem para zonas rurais e áreas de mata.

Viagens internacionais: novos países passam a exigir vacinação

Panamá, Nicarágua, Venezuela e Cuba alteraram seu status de exigência em relação à comprovação da vacina de febre amarela a viajantes procedentes do Brasil. Devido ao surto da doença em alguns estados do país, o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), se tornou requisito para entrar nesses países.

Conforme diretriz da Organização Mundial de Saúde, para emissão do CIVP, a vacinação deve ser realizada pelo menos dez dias anteriores à viagem. O viajante que não tiver nenhum histórico vacinal comprovado, deverá tomar uma dose para emissão do certificado. Para a pessoa que já realizou uma vacinação, basta apresentar o cartão nacional de vacinação com os dados da vacina para emissão do CIVP.

» Para verificar a lista completa de países que exigem o CIVP, clique aqui.

» Clique aqui e se informe sobre a emissão do CIVP.

Dados Epidemiológicos

Desde o início do 2º período de monitoramento da Febre Amarela (julho/2017 a junho/2018), foram confirmados 81 casos de Febre Amarela em Minas Gerais, todos registrados em pessoas sem histórico vacinal para a doença. Do total de casos confirmados, 77 são do sexo masculino. “Isso revela que, culturalmente, os homens têm menor costume de acessar as unidades de saúde de forma preventiva, ficando expostos, no caso da febre amarela, ao adoecimento pelo vírus”, aponta o subsecretário.

» Saiba mais sobre a Febre Amarela e se informe sobre a vacina contra a doença; clique aqui.

Por Pollyana Teixeira

 

Fonte: Saúde MG

 

 

 

 

 

 

As informações baseadas nos Boletins de Ocupação Hoteleira dos hotéis da capital revelam que em 2017 o número de hospedados nos hotéis de Belo Horizonte cresceu 11,0% em relação a 2016, superando o valor de 1,8 milhão de pessoas. “Dados como esses são extremamente importantes pois demonstram a relevância do setor hoteleiro de Minas Gerais”, comemora o superintendente de Políticas do Turismo, Rafael Oliveira.

A taxa média de ocupação hoteleira foi de 45,0%, o que representa um aumento significativo de 9,1% se comparado com o ano anterior. O mês de outubro foi o que atingiu a maior movimentação com uma média de ocupação de 57,5%, ou seja, 185.810 hospedados.

A permanência média dos hóspedes nos hotéis da capital em 2017 foi de 02 dias. Os dados apontam que a média de hóspedes por quarto foi de 1,6 pessoas.

De acordo com a Pesquisa de Demanda de 2017, realizada pela Setur-MG, 26,1% dos visitantes de Belo Horizonte se hospedaram em hotéis, pousadas ou em albergue/hostel. Dentre eles, 41,2% viajaram motivados a lazer, seguido pela motivação de negócios (23,0%). A maioria dos visitantes é composta por homens (56,8%), solteiros (56,8%) e com a faixa etária entre 21 a 30 anos (37,2%). 43,5% possuem ensino superior, são assalariados com carteira assinada (41,7%) e 27,0% têm a faixa de renda pessoal mensal entre R$2.811,00 e R$4.685,00.

A pesquisa revela ainda que os visitantes da capital se hospedam em média 6,6 dias na cidade, tendo um gasto na viagem de R$990,46 per capita.

Para conferir os dados completos, acesse: https://www.observatorioturismo.mg.gov.br/ocupacao-hoteleira


 

Para animar ainda mais o pré-carnaval da capital mineira, o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de Minas Gerais (SATED/MG), em parceria com a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artística dos Estados de Minas Gerais e Bahia (FITEDCA MG/BA), promove o 31º Baile dos Artistas. O evento acontece no dia 5 de fevereiro, às 22h, no Foyer do Grande Teatro do Palácio das Artes. Em nova fase, a festa vai contar com a presença da Corte Momesca de BH, da Banda Nossa Roda e da Escola de Samba Cidade Jardim. Com uma estética carnavalesca, o baile deste ano aposta na temática do “Baile de Máscaras"para alegrar os foliões. 

Entre as novidades estão a coroação do Rei dos Artistas, Ilvio Amaral, e a da Rainha dos Artistas, Suely Machado. O evento também vai receber e coroar Walkiria La Roche, Ingrid Leão e Kayete Kaka, que fazem parte da chamada “Três Gerações de Rainhas da Diversidade”.  Os artistas Geraldo Magela, Kaquinho Big Dog e o bailarino Oscar Capucho, que dançou na abertura da Paralimpiadas, serão homenageados como profissionais da Superação.

O Baile dos Artistas de Minas Gerais se destaca por sua originalidade, sua irreverência e principalmente por unir a classe artística da capital em uma noite de muita festa e música.

Os ingressos podem ser adquiridos no site do SYMPLA ou antecipadamente na sede da SATED/MG. 

SERVIÇO

Data: 5 de Fevereiro 
Hora: de 22h às 3h30
Local: Foyer do Grande Teatro do Palácio das Artes 


INGRESSOS ANTECIPADOS PARA ARTISTAS E TÉCNICOS NO SATED/MG

Local: rua da Bahia, 1148 - Sala 1914 - ED.MALETA: 
Preço individual: R$30,00
Preço mesa: R$120,00 

INGRESSOS DISPONÍVEIS NO SYMPLA
Preço individual: R$40,00
Preço mesa: R$160,00 
https://www.sympla.com.br/baile-dos-artistas-2018__238412


Informações:
32244707 / 32244743



 

Onde encontramos refúgio nas grandes cidades? Esta é uma reflexão que o artista plástico mineiro Wendell Leal traz para a Casa Fiat de Cultura a partir de 30 de janeiro, com a exposição Refúgio Poético. Um dos projetos escolhidos no 2º Programa de Seleção da Piccola Galleria, a mostra conta com 12 aquarelas e uma tela pintada à tinta acrílica inspiradas no simbólico Parque Municipal Américo Renné Giannetti, fundado em 1897, no hipercentro de Belo Horizonte. Com curadoria de Janaína Cunha, a exposição questiona a agitada vida urbana e elege a natureza como refúgio. A mostra fica aberta à visitação até 18 de março e a entrada é gratuita.

Sem Título - Wendell Leal

“Refúgio Poético” nasce de uma contradição: busca no hipercentro de uma capital e seu ritmo intenso imagens que desaceleram o pensamento. “Nos meus trabalhos anteriores, inspirados em fotografias do centro urbano, a paleta com tonalidades de cinzas e pretos eram muito presentes. O parque surgiu como um local de refúgio dentro de uma cidade cinza e opressora”, explica o artista. Sua paleta ganha, então, uma diversidade de cores que se contrapõem à aridez do cotidiano, e suas pinturas, a representação de um lugar imponente e exuberante e, ao mesmo tempo, sensível e acolhedor.

A exposição remete também à memória afetiva dos habitantes com os espaços da cidade. O Parque Municipal fez parte da infância de Wendell e das histórias contadas por seus pais. Já adulto, o artista retorna ao parque no momento em que precisava de isolamento, e a partir dessas visitas surgem as obras expostas na mostra. “Filhas do silêncio e da introspecção, as telas revelam retratos de um tempo que ultrapassa o sujeito para se fixar na memória histórica da cidade”, conclui a curadora Janaína Cunha, que tem extensa carreira no jornalismo cultural e, atualmente, é Gerente de Cultura do Sesc Palladium.

A mostra “Refúgio Poético” é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Casa Fiat de Cultura, com o patrocínio da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Banco Fidis, Fiat Chrysler Finanças, Fiat Chrysler Participações e Banco Safra. A exposição conta com apoio institucional do Circuito Liberdade, Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), Governo de Minas e Governo Federal. 

As obras: recortes do Parque Municipal

A exposição apresenta uma série de trabalhos que Wendell Leal desenvolve desde 2011 inspirados no Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Não se tratam de paisagens, mas dos detalhes da vegetação, formada por árvores centenárias, nativas e exóticas. Ao escolher pintar recortes das plantas, o artista deixa o leitor de suas telas aberto à imaginação sobre onde está a origem desses registros, assim como a identificação de outros lugares que tragam para o público a mesma sensação de refúgio. Os enquadramentos também permitem decifrar as minúcias das plantas, funcionando quase como uma lupa.

Ao fundo da Piccola Galleria, destaque para uma grande tela pintada à tinta acrílica (sem título), de 180 x 150cm, que apresenta uma Musa ornata, nome científico da bananeira ornamental. Nas paredes laterais, a série de aquarelas (sem título), de tamanho 42 X 30cm, tem maior gradação nas cores devido à técnica utilizada. Continuam presentes pinturas de Musa ornata, em que o vermelho e o laranja das flores e frutos se misturam ao verde e ao marrom que predomina nas demais obras. Em diversas aquarelas, nota-se a espécie Monstera deliciosa, conhecida como Costela-de-adão, marcante na paisagem do Parque Municipal e que ganhou a atenção do artista pelo “movimento” que apresenta, por ser uma planta trepadeira e se misturar à vegetação ao redor.

Wendell Leal

Nascido em Belo Horizonte, em 1974, Wendell Leal é pós-graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard. Durante os estudos, procurou uma forma mais prática de traduzir suas inspirações artísticas e começou a pintar no ateliê de Pedro Augusto. Em 2011, fez um curso de extensão em pintura na Universidade Federal de Minas Gerais com o professor Samir Lucas, que marcou o momento em que começou a pintar suas grandes telas. Em 2016, entrou para o ateliê de Mário Zavagli, tendo desenvolvido sua técnica em aquarela.

A atual pesquisa de Wendell, presente também na exposição “Refúgio Poético”, tem a cidade de Belo Horizonte, especialmente seu hipercentro, como tema de suas pinturas. O artista participou do “41º Salão de Arte de Ribeirão Preto” (SP) e já realizou outras mostras coletivas e individuais, entre elas “Transitório e permanente”, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em BH, e “Sobre o tempo”, no Museu Casa dos Contos, em Ouro Preto (MG).

Piccola Galleria

A Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura é um espaço de permanente incentivo às expressões artísticas que foi criado em 2016, destinado a novos artistas. A proposta é apresentar e destacar trabalhos inéditos – pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, fotografias, instalações, performances e/ou videoarte – de artistas locais, brasileiros ou estrangeiros.

O espaço, situado ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, no Hall Principal da Casa Fiat de Cultura, abriga exposições de curta duração, mas com toda visibilidade que a instituição enseja. No espaço são realizados dois tipos de mostras: aquelas programadas pela própria Casa Fiat de Cultura e as destinadas a artistas que inscreveram seus trabalhos, por meio de um processo de seleção realizado anualmente. Local intimista e com grande circulação de público, a Piccola Galleria conta com a chancela da Casa Fiat de Cultura e do Circuito Liberdade, um dos mais importantes corredores culturais do país.

Dentre os 97 inscritos no 2º Programa de Seleção, seis foram escolhidos: Fernanda Fernandes (Belo Horizonte), Ildeu Lazarinni (Belo Horizonte), Maíse Couto (Belo Horizonte), Mariângela Haddad (Ponte Nova-MG), Miro Bampa (Vinhedo-SP) e Wendell Leal (Belo Horizonte). Os trabalhos, inéditos e com técnicas diferenciadas, reúnem fotografias, aquarelas, pinturas a óleo e acrílica, instalação e assemblages.

Todas as exposições terão ações conjuntas entre a curadoria e o Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura. Durante o período das mostras, os educadores da instituição oferecerão visitas mediadas para públicos agendados e espontâneos. Utilizando o conceito ampliado de acessibilidade, a mediação visa facilitar o acesso ao espaço e aos conteúdos não apenas para pessoas com deficiência, mas para todos os públicos. Gratuitas e abertas ao público, as atividades educativas dialogarão com as exposições, estimulando as múltiplas possibilidades de reflexão, particulares a cada mostra.

Casa Fiat de Cultura

Há 11 anos, a Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural mineiro, ao apresentar, em Belo Horizonte, mais de 40 importantes exposições, de renomados artistas brasileiros e internacionais. Da grande arte de Caravaggio, Chagall, De Chirico, Rodin e Tarsila do Amaral, a artistas que despontam no cenário da arte contemporânea, sua programação é diversificada e gratuita, contemplando públicos de todas as idades e classes sociais. Sempre com mostras inéditas, a instituição, mantida pelas empresas do Grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e CNH Industrial, desenvolve um Programa Educativo que é peça fundamental nesse trabalho de valorização e de ampliação do conhecimento proporcionado a seu público. Para cada exposição, são idealizados conceitos e temáticas a serem trabalhados em atividades educativas, em um modelo de Ateliê Aberto, que proporciona aos visitantes um espaço de experimentação livre e de participação nos processos do fazer criativo. 

Mais de 2 milhões de pessoas já visitaram a Casa Fiat de Cultura e mais de 300 mil pessoas participaram das atividades educativas. Para cada público, uma abordagem especial é adotada, com o intuito de encantar e transformar, de maneira positiva, o imaginário de cada visitante. É com esse espírito de envolvimento e inclusão que a Casa Fiat de Cultura tornou-se referência no Brasil, por meio da arte e da cultura, ao proporcionar experiências memoráveis ao público.  

SERVIÇO

Exposição “Refúgio Poético” – Wendell Leal na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura                                                                                                                                                       

30 de janeiro a 18 de março de 2018

Terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Entrada gratuita

Casa Fiat de Cultura

Circuito Liberdade

Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – BH/MG

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 21h – Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Informações

(31) 3289-8900

www.casafiatdecultura.com.br

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

facebook.com.br/casafiatdecultura

Instagram: @casafiatdecultura

Twitter: @casafiat

www.circuitoculturalliberdade.com.br

Informações para a Imprensa

Personal Press

Polliane Eliziário – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – (31) 99788-3029

Raquel BragaEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – (31) 99548-9158

Com o objetivo de orientar os foliões, nesta terça-feira (30 de janeiro), a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur-MG) lança a campanha do Carnaval 2018, #CarnavalMG.

 

Voltada para as redes sociais, a iniciativa envolve os usuários do Facebook e Instagram com o intuito de apresentar as várias possibilidades de destinos que melhor se adeque ao perfil do visitante.

 

A hospitalidade do povo mineiro se reconhece facilmente também na época das comemorações. Do carnaval de rua belorizontino, que irá aquecer os tamborins com os desfiles das Escolas de Samba no dia 13 de fevereiro, na Avenida Afonso Pena, as festividades também se concentram em mais de 480 blocos de rua, desfiles caricatos e shows em nove palcos distribuídos pela cidade.


Durante os cinco dias de folia, as cidades históricas se transformam. Com programações imperdíveis, as cidades de Ouro Preto, Mariana, Sabará, Tiradentes e São João del Rei prometem agenda diversificada e gratuita para este ano. As manifestações artísticas reúnem marchinhas, desfiles de blocos caricatos e bandas locais para alegrar a festa.
Em Bonfim, a menos de 100 km da capital mineira, acontece anualmente o tradicional Carnaval a Cavalo. O evento é destaque entre visitantes de todo o Estado que procuram curtir a festa em clima de interior. Cavalos fantasiados abrilhantam a festa e se apresentam em um circuito demarcado. Os shows e desfiles acontecem entre os dias 9 e 13 de fevereiro.

Já Abaeté, Diamantina e Pompéu apostam nos shows com abadás, muita música e folia sem hora de acabar: as populares micaretas. Em Itabirito, o destaque vai para os grandes trios elétricos e blocos tradicionais que desfilam pelas ruas.


O Carnaval, além de aquecer a economia, movimenta a cadeia produtiva do turismo no Estado. “O turista, além de se divertir com a folia, conhece um pouco mais da história e da cultura diversificada de Minas Gerais. Dessa forma, estamos otimistas para que os municípios mineiros possam realizar a programação carnavalesca e, consequentemente, receber os turistas com a hospitalidade peculiar dos mineiros”, ressalta o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.

 

Confira abaixo algumas programações:

 

 

Belo Horizonte

Ouro Preto

Itabirito

Barão de Cocais

Diamantina

Congonhas

Bonfim

Sabará

Abaeté

Pompéu

Santa Barbara

São João del Rei


 

Estão abertas as inscrições para os cursos de artes visuais, artes plásticas e música da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP). Os interessados têm até o dia 19 de fevereiro para se inscreverem no Núcleo de Arte da FAOP. As aulas são voltadas para quem deseja dar os primeiros passos nas artes ou aperfeiçoar o conhecimento que já possui. 

Desenvolvido para crianças de 06 a 10 anos, o “Arte Para Crianças” conta com aulas de gravura, cinema, musicalização, desenho e pintura.  Crianças e adolescentes de 10 a 16 anos podem participar do “Arte para Jovens” com circuitos museológicos, teatro, desenho e pintura.

Já para os maiores de 16 anos, o Núcleo de Arte oferece os ateliês de gravura, com monotipia e xilogravura; e de desenho, pintura e objeto. Também estão disponíveis cursos livres de fotografia, cerâmica, bordado e linguagens artísticas contemporâneas. Além deles, os interessados também podem optar em aprender pintura a óleo, pintura em aquarela, pintura com têmperas e acrílica, desenho, panorama da arte brasileira, história geral da arte e teoria e prática de violão.

Matrícula e Bolsa

Neste semestre, não serão abertas inscrições para o Programa de Formação. Os alunos que já estão com o curso em andamento devem se matricular para a conclusão.

O custo das atividades varia entre cinco parcelas de R$40 a R$60. Caso o pagamento seja feito em parcela única, será oferecido 10% de desconto no valor total. Alguns dos cursos possuem pré-requisitos que podem ser conferidos no local da matrícula ou pelo telefone 3551-5052.

Os interessados em solicitar bolsa de estudos devem preencher o questionário socioeconômico disponível na secretaria do Núcleo de Arte e apresentar o comprovante de renda familiar atualizado.

Para efetuar a matrícula, os interessados devem entregar na secretaria do Núcleo de Arte cópias do RG, CPF, comprovante de residência, uma foto 3X4 e a ficha de matrícula preenchida. Caso o aluno seja menor de idade, são necessárias as cópias dos documentos do responsável e da certidão de nascimento do aluno. O início das aulas está previsto para 19 de fevereiro e seguem até 29 de junho de 2018.

O Núcleo de Arte da FAOP está localizado na Praça Antônio Dias, 80, no bairro Antônio Dias, em Ouro Preto/MG. O prazo de entrega dos documentos é de 29 de janeiro a 19 de fevereiro, de segunda a sexta, das 14h às 21h.  Mais informações pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (31) 3551-5052.

SERVIÇO

Inscrições para os cursos de arte da FAOP

Público: crianças, jovens e adultos

Matrículas: 29 de janeiro a 19 de fevereiro

Início das aulas: 19 de fevereiro

Local: Núcleo de Arte (Praça Antônio Dias, 80, Antônio Dias - Ouro Preto/MG)

Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou no 3551-5052


 

por DANIEL OLIVEIRA

Foto: Leo Lara _Universo Produção

Depois de ficar sabendo da Mostra de Tiradentes em 2014, Roger Koza passou a frequentá-la em 2016. Desde então, o crítico e programador de festivais como o Film Fest Hamburg e o Ficunam se tornou um dos maiores responsáveis por levar os filmes da mostra, como “Baronesa”, para o circuito internacional. No papo abaixo, ele explica por que acha Tiradentes o principal festival brasileiro e conta o que pensa a respeito do cinema nacional atual.

 

Por que você acha que Tiradentes é um festival tão importante para o cinema brasileiro? Porque acredito que, se não a única, é uma das poucas mostras de cinema – não só no Brasil, mas na América Latina – que trabalha muito conscientemente a relação entre os filmes que programa e o estado do cinema em geral, por meio do cinema brasileiro. E junto com isso, tem um claro conceito crítico na programação. Isso não é frequente. Para mim, os brasileiros são propensos a amar seu país em demasia e, em consequência, se perdem chauvinisticamente no que fazem – com um resultado que, por vezes, tem suas virtudes. Mas acredito que a forma de entender o cinema brasileiro deste festival não é chauvinista. Ele busca entender como os filmes do Brasil hoje expressam algo sobre o país – e, para além disso, como eles se relacionam com a história do cinema daqui e de fora. Cléber (Eduardo), curador da mostra, entende perfeitamente qual é o diálogo contemporâneo do cinema com o cinema, e do cinema com o mundo. Não acho que existam muitos festivais conscientes dessa discussão e, por isso, considero a Mostra de Tiradentes a mais importante do Brasil hoje.

Qual a maior qualidade e o maior defeito dos filmes que você vê aqui? Em geral, eles transmitem um misterioso laço com a realidade. E são filmes raivosos, que têm em seu motor secreto, seu espírito, raiva, incômodo. Acima de tudo, não são obras conformistas. Esse grande inconformismo é a impressão geral do que vejo em Tiradentes. E o que mais me chama a atenção é que, para fazer uma comparação, o cinema argentino raramente se importa com a contemporaneidade e o mundo em que vivemos. Todos os filmes em Tiradentes se importam muito com o mundo em que estão vivendo, no Brasil hoje. E se preocupam não só com o que narram, mas com a forma também. Porque são filmes. Se não, estaríamos falando de ilustrações audiovisuais sobre temáticas sociais. Isso não acontece aqui. Eles interrompem o conformismo, se colocando na contramão do discurso dos meios de comunicação. Os defeitos que vejo são uma certa propensão à alegoria. E uma relação sempre muito problemática com uma certa tradição do teatro brasileiro. De resto, em geral, me parecem filmes impecáveis.

O que você mais gosta ou menos gosta no cinema brasileiro como um todo? Creio que existam três ou quatro filmes recentes que são notáveis. “As Boas Maneiras”, que trabalha com várias tradições cinematográficas em uma substância popular, atravessadas pelo gênero do terror. O outro é “Arábia”. Ele é bem mais acessível que o filme anterior do Affonso Uchoa, “A Vizinhança do Tigre”, que me agrada mais, mas mesmo assim, o que ele e o (João) Dumans fazem é dotar um trabalhador de expressão, e da capacidade de redefinir sua identidade por meio da palavra, de forma muito corajosa. Um terceiro é “Era Uma Vez Brasília” do Adirley Queirós que, para mim, é o grande cineasta brasileiro da contemporaneidade. Ele volta a mostrar que a única forma de compreender o Brasil da atualidade é por meio da ficção científica – tendo em vista que a realidade brasileira transborda, em momentos, qualquer noção de racionalidade política. E a última importantíssima é “Baronesa”, de Juliana Antunes, que passou aqui no ano passado.

Você foi apontado, aliás, como um dos grandes responsáveis pelo sucesso e pela circulação internacional do “Baronesa”. Quando encontra um filme tão valioso assim, é responsabilidade de um crítico ou programador assegurar que ele tenha a maior visibilidade possível. E nesse caso, eu tentei. Já havia feito algo assim antes com “Branco Sai, Preto Fica”, que havia sido olimpicamente ignorado internacionalmente. E tive muito a ver com o fato de que o filme novo do Adirley estivesse em Locarno no ano passado. Porque me parece que são longas essenciais dentro do cinema brasileiro contemporâneo. Fiz o que tive que fazer porque esse é meu papel. Mas o festival foi inteligente ao me chamar, e chamar outros como Raúl Camargo, curador do Festival de Valdívia, Erick González… pessoas que têm uma leitura do cinema contemporâneo, podem reconhecer os achados da Mostra de Tiradentes e colocá-los em circulação. Meu trabalho é reconhecer quando vejo algo valioso. E por um “Baronesa” eu daria, não te digo a vida, mas uma boa parte dela.

Como curador, que tipo de filme e de cinema te interessa? Me sinto muito à vontade em Tiradentes porque o que encontro aqui é o que eu busco. Basicamente, são filmes pertinentes dentro do mundo em que vivemos e que, de algum modo, rompem as fronteiras da conveniência e do conservadorismo político e estético. E fazem isso sem deixar de serem filmes, pensando a forma e a linguagem cinematográfica – algo essencial na hora de selecionar qualquer trabalho. Se uma produção diz coisas muito importantes, mas é desastrosa ou não pensa na sua forma fílmica, eu aconselharia ao diretor abrir um partido político em vez de fazer cinema. O que me importa é a forma cinematográfica porque ela é uma forma de política. A Mostra de Tiradentes se caracteriza por reunir obras que pensam, ao mesmo tempo, sua realidade e o cinema. Como programador, é isso que busco.

E como você enxerga o estado da crítica hoje? O bom crítico, em princípio, deve compreender que o gosto cinematográfico que ele ou ela tem não é o fim do caminho, e sim seu ponto de partida. Isso implica entender a relação do filme com a história do cinema e outras produções contemporâneas – e analisar como essa obra dialoga com o tempo em que se vive. E, claro, há a questão de saber como escrever sobre cinema, encontrar um estilo de escrita, uma voz e um ponto de vista. Um crítico tem o dever de saber que não se trata apenas de um exercício de interpretação, mas de uma revisão física da constituição do filme – de reconstruir a forma cinematográfica na escrita. O problema do digital x impresso me parece um falso problema porque há bons textos em um e outro. Há a redução dos espaços nos jornais, certo, mas alguém pode dizer muitíssimo em 200 palavras, e não dizer nada em 3.500. No meu caso, que escrevo em jornal, busco usar esse espaço de forma coerente, adequada e esteticamente relevante.

O que chega do cinema brasileiro na Argentina e como ele é visto lá? O cinema brasileiro praticamente não estreia na Argentina, exceto alguns casos como “Aquarius”. Mas nunca mais que quatro por ano. A maioria, porém, chega em festivais. A distribuição dos filmes latino-americanos na própria América Latina é um grande problema – não é só do cinema brasileiro na Argentina, mas do argentino aqui e do chileno também. Não chegam, a não ser quando há um reconhecimento poderoso de algum festival estrangeiro como Cannes.

Como você se interessou por cinema e por que se tornou crítico? Me interessei porque meu pai me levava ao cinema desde os 3 anos. E ele criou um mito de que era crítico. Mas na verdade, nunca foi – era um “Tiradentes” (risos). Talvez um pouco para conjurar esse mito, eu o transformei em verdade.

 

Divulgação: Jornal O Tempo (goo.gl/QcwFsi)


 

Equipe de

A 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, encerrada nesse sábado (27), colocou ainda mais em evidência o cinema de Minas Gerais. Das sete categorias da premiação do evento, que contou com recursos da Lei Estadual de Incentivo à cultura, as duas principais saíram para trabalhos produzidos por mineiros. O longa “Baixo Centro”, de Ewerton Belico e Samuel Marotta, recebeu o prêmio de melhor filme na Mostra Aurora, dedicada a diretores estreantes, pelo Júri da Crítica. Ambientado nas ruas de Belo Horizonte, o trabalho dos mineiros busca evidenciar as formas de interações dos indivíduos com o espaço urbano. A obra levou para casa o troféu Barroco, vencido em 2017 pela “Baronesa”, longa da mineira Juliana Antunes. Na categoria curta-metragem Júri Popular, o vencedor foi “A Retirada para um Coração Bruto” (MG), de Marco Antônio Pereira.  O filme, produzido e filmado em Codisburgo, terra do escritor Guimarães Rosa, tem como ator protagonista o poeta Manuel do Norte.  Pereira ainda tem outros motivos para comemorar, em fevereiro seu curta “Alma bandida” será exibido na programação do Festival Internacional de Cinema de Berlim e pode concorrer ao Urso de Ouro na mostra Berlinale Shorts.

O Júri Popular entregou o troféu de melhor longa-metragem para “Escolas em Luta” (SP), de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli. A obra retrata as ocupações das escolas paulistas por movimentos estudantis em 2015, logo após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmim, autorizar, por meio de um decreto, o fechamento de aproximadamente 90 escolas no estado. O Prêmio Helena Ignez 2018, para o destaque feminino, premiou a atriz trans Julia Katharine, roteirista e protagonista de “Lembro mais dos corvos”, de Gustavo Vinagre. Na Mostra Foco, o Júri da Crítica escolheu o curta-metragem “Calma” (RJ), dirigido por Rafael Simões. O Prêmio Aquisição Canal Brasil foi para “Estamos todos aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim. Na Mostra Olhos Livres, o júri jovem escolheu o filme “Inaudito” (SP), de Gregorio Gananian.

Números da 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes

O evento, que abriu o calendário audiovisual brasileiro no mesmo dia em que a cidade de Tiradentes comemorou seus 300 anos, prestou homenagens ao ator carioca Babu Santana e apresentou ao público 102 filmes brasileiros – 30 longas e 72 curtas – de 15 estados, exibidos em 51 sessões. Para a coordenadora da Mostra Tiradentes, Raquel Hallak, “a seleção se configurou como oportunidade única para se conhecer e difundir os caminhos originais e ousados da produção brasileira contemporânea sob as mais variadas vertentes. Um convite à inquietação que retrata a vida cotidiana.”

Trinta longas representaram a produção audiovisual brasileira contemporânea, divididos em seis seções temáticas: Aurora, Olhos Livres, Homenagem, Chamado Realista, Praça e Mostrinha. Com curadoria de Cleber Eduardo e Lila Foster, foram apresentadas produções de nove estados brasileiros: São Paulo (12), Rio de Janeiro (6), Minas Gerais (5), Paraíba (2), Goiás (1), Bahia (1), Pernambuco (1), Paraná (1) e Distrito Federal (1).

Já os 72 curtas, representaram a produção de 15 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Os filmes foram distribuídos em nove mostras:  Foco (cujos filmes concorrem ao prêmio do Júri da Crítica), Foco Minas (que destaca a produção mineira, estado que sedia o evento), Panorama, Chamado Realista, Praça, Regional, Formação, Jovem e Mostrinha.


Em ritmo bem acelerado para finalizar a rica programação do Flipoços, a curadoria pretende até final de fevereiro contar com a programação completa no site para que toda população e os milhares de visitantes já consigam ir se programando para as principais atividades do Festival. Os homenageados do Flipoços também já estão definidos e o primeiro a ser anunciado é o “Escritor Sulfuroso 2018”. Trata-se do famoso poços-caldense, Luis Nassif. Ele é um dos mais conceituados jornalistas do país, e atua como palestrante, moderador de eventos de Economia, Política e Inovação e gravação de vídeos institucionais. Já teve passagens pelos meios impresso e digital, é um dos poucos profissionais com a bagagem necessária para desvendar os cenários, as tendências e os panoramas do Brasil e do mundo quanto às oportunidades de negócios e investimentos. Ganhador do Prêmio Esso de Jornalismo, várias vezes premiado com o Prêmio Comunique-se como jornalista de economia da mídia impressa e digital, já integrou o Instituto de Estudos Avançados da USP, o Conselho de Economia da FIESP e foi finalista do Prêmio Jabuti de literatura. Considerado pela Fundação Nacional de Qualidade uma das pessoas que mais influenciou o tema de gestão no país. Foi membro do Conselho do INDG. Entre os veículos que trabalhou estão o Jornal da Tarde, a Folha de S. Paulo, a TV Gazeta, Bandeirantes e TV Cultura. O jornalista formou-se pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP) e é Diretor Superintendente da Agência Dinheiro Vivo, primeira empresa de informações eletrônicas do país. O “sulfuroso” Luis Nassif recebe homenagem em Poços de Caldas, dia 28 de abril, na abertura da 13ª. Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas e Flipoços 2018. Ela ministra palestra no mesmo dia às 15h no Teatro da Urca. Em breve mais informações pelo site www.flipocos.com A distribuição dos ingressos para palestra máster começa no dia 19 de março.

Legenda da foto:

Luis Nassif é o Escritor Sulfuroso 2018

O Flipoços

O Flipoços 2018 e a 13ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas vão acontecer de 28 de abril a 06 de maio no Espaço Cultural da Urca. Realização e informações GSC Eventos Especiais pelo (35) 3697 1551. Programação completa estará disponível até final de fevereiro de 2018 no site www.flipocos.com Curta e acompanhe o Festival nas redes sociais.

Informações para a Imprensa:

Jéssica Balbino - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - 35 3697 1551 | 35 9 9160 3755

 


 

A Secretaria de Estado de Cultura informa sobre mudanças na presidência da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), que engloba as emissoras Rede Minas e Rádio Inconfidência. A partir desta sexta-feira (26) a presidência da EMC passa a ser ocupada pelo jornalista Elias Santos. Com a mudança, Elias também passa a responder pela presidência da Rádio Inconfidência. O intuito é dar continuidade ao trabalho exitoso realizado pelo saudoso Flávio Henrique. Luiza Castro se mantém como presidente da Rede Minas.

Jornalista e professor experiente, Elias Santos possui ampla atuação na radiodifusão de Minas Gerais e já passou por diversas emissoras, entre elas TV Alterosa, Rádio UFMG Educativa e TV Horizonte. Até então ocupava o cargo de diretor artístico da Rádio Inconfidência. Também é apresentador do programa Casa Aberta, na mesma emissora.


 

Desfile 2016 do Acadêmicos da Vila Estrela - foto: André Fossati

O carnaval já começou na capital mineira. Além dos famosos pré-carnavais que esquentam a cidade em janeiro, a efervescência já pode ser sentida pelas ruas de Belo Horizonte com os ensaios dos blocos que participam da folia em 2018. Um deles é o Acadêmicos da Vila Estrela, do Aglomerado Santa Lúcia, que desfila pela oitava vez este ano. A agremiação, que foi campeã do carnaval em 2013 e 2014, está com a agenda lotada até o grande desfile que acontece no dia 12 de fevereiro, na avenida Afonso Pena. Quem quiser conferir o trabalho do bloco pode participar dos animados ensaios que já estão acontecendo. O próximo será realizado neste sábado (27), e os ensaios se repetem nos dias 29 e 31 de janeiro; 2, 4, 6, 8 e 9 de fevereiro. A folia acontece na rua Santo Antônio do Monte, 731, no bairro Santo Antônio, com entrada gratuita.

Contemplado no Fundo Estadual de Cultura (FEC), o bloco conseguiu apoio para reformar o barracão e comprar materiais para compor os bonecos e fantasias. “Termos sido agraciado com recursos do FEC foi fundamental para continuarmos a fazer carnaval. O nosso barracão era muito precário, mas agora está completo e podemos dar mais qualidade ao nosso desfile. Compramos tinta e materiais para estruturar a produção do bloco, além de máquina de costura, tecidos para produção de fantasia, tintas, madeiras, e isopor para fazer as esculturas”, pontua Alvimar Neri, presidente de honra da agremiação.

Este ano, o Acadêmicos da Vila Estrela vai levar para a avenida um samba enredo dedicado às mulheres. São cinco homenageadas. Todas elas com uma história de luta e de conquistas. Chica da Silva conseguiu sua alforria no século XVIII e viveu no Arraial do Tijuco, atual Diamantina; já Dandara dos Palmares lutou para a libertação dos negros no país ao lado de seu marido Zumbi; Bertha Lutz, bióloga e pesquisadora brasileira, batalhou pelos direitos políticos das mulheres;  Maria Bonita, considerada por muitos a heroína do sertão, foi primeira mulher a participar de um grupo cangaceiro ao lado de seu companheiro Virgulino Ferreira, o Lampião; e Tia Ciata, uma das figuras mais importantes para o surgimento do samba carioca, que agregou em seu entorno nomes como Pixinguinha e Donga. Acesse o samba-enredo “Mulher Brasileira: Orgulho Nacional” no link goo.gl/t5gdnv.

De acordo com Alvimar a escolha do samba enredo se deu pelo papel desempenhado pelas mulheres em diversas lutas sociais e pelo protagonismo exercido na sociedade atual, inclusive dentro do samba. “Estamos homenageando mulheres guerreiras, que em seu tempo puderam ampliar os direitos e as conquistas femininas. O difícil é saber que em 2018 essa luta ainda está longe de acabar. Por isso é tão importante evidenciarmos as ações de quem foi essencial para o movimento feminista”, acredita Alvimar.

 

CONFIRA O SAMBA ENREDO

“MULHER BRASILEIRA: ORGULHO NACIONAL”

Compositores: Vavá Maia, Julio Braga, Klarck Almeida e Toninho Gentil

HOJE

VOU COM MEU BLOCO PRA AVENIDA

EXALTAR A QUEM DÁ VIDA

ABRAÇAR A FLOR MULHER

DEUSA DA BELEZA UNIVERSAL

NA MEIGUICE NA BRAVURA

HEROÍNA NACIONAL

MULHER Ô MULHER

TU ÉS A ARTE, ÉS A LUZ DO CRIADOR

ÉS FORÇA MAIS VIBRANTE

A PUREZA DO AMOR

CHICA DA SILVA

COMPANHEIRA DO CONTRATADOR

DANDARA, GUERREIRA

QUE À ESCRAVIDÃO NÃO SE CURVOU

TIA CIATA, BAIANA DA FESTANÇA E DO TAMBOR

NA PRAÇA ONZE ONDE O SAMBA COMEÇOU

BERTHA LUTZ, GRANDE FEMINISTA QUE LUTOU

PELO VOTO E A IGUALDADE DA MULHER

O SEU SONHO CONQUISTOU

NO SERTÃO A MUSA DESTEMIDA DO NORDESTE

MARIA BONITA DEU O SEU AMOR A LAMPIÃO

VAI VILA ESTRELA

VERMELHO E BRANCO

ARRASTANDO A MULTIDÃO

COM AS MULHERES NA AVENIDA

FAZENDO A REVOLUÇÃO

 

SERVIÇO

ENSAIOS DO ACADÊMICOS DA VILA ESTRELA - CARNAVAL 2018

Datas: 27, 29 e 31 de janeiro; e 2, 4, 6, 8 e 9 de fevereiro

Local: rua Santo Antônio do Monte, 731 - Santo Antônio, Belo Horizonte/MG

Horário: 19h às 22h

DESFILE DO ACADÊMICOS DA VILA ESTRELA - CARNAVAL 2018

Data: 12 de fevereiro

Local: avenida Afonso Pena, em frente ao Palácio das Artes

Horário: previsto para começar à 0h


Um dos estilistas mais respeitados do Brasil, com trabalho que tem despertado interesse em todo o mundo, Ronaldo Fraga é o convidado do programa Voz Ativa desta segunda-feira, 29 de janeiro, às 22h15, na Rede Minas. Autor de coleções que ampliam o interesse pela moda além das passarelas, ele defende o papel cultural do setor e aponta a importância da moda para a economia criativa brasileira.

O estilista é também reconhecido por levar para as passarelas temas polêmicos, como a coleção inspirada na vida e na obra de Zuzu Angel, que teve o filho assassinado pela ditadura militar, o drama dos refugiados e a transfobia. Fraga é também um pesquisador incansável da cultura brasileira, tendo trabalhado em suas coleções com a obra de escritores, como Carlos Drummond de Andrade e Mário de Andrade, e de artistas plásticos como Athos Bulcão e Arthur Bispo do Rosário.

Durante a roda de conversa do VOZ ATIVA, Ronaldo Fraga critica a falta de continuidade das políticas para o setor, fala do ensino de moda no país, defende a diversidade de padrões estéticos e analisa as questões políticas que vêm mobilizando a sociedade. O estilista apresenta ainda seu novo espaço de trabalho, o Grande Hotel Ronaldo Fraga, e anuncia seus novos projetos. “O trabalho do Ronaldo tem dimensão cultural, política e econômica. É um criador que precisa ser ouvido com atenção”, diz Luiza de Castro, presidente da Rede Minas.

A bancada comandada por Florestan Fernandes Júnior conta com a participação dos jornalistas André Oliveira, do El País; Lenora Rohlfs, colunista de moda e estilo da Rádio Inconfidência; Mariana Silva, da Rede Minas; da advogada especializada em moda Bárbara Vanoni; e da professora de design de moda da Fumec, Carla Mendonça.


 

Dia 30 de janeiro é celebrado como o Dia do Quadrinho Nacional. Para comemorar a data, as dependências da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, no Circuito Liberdade, serão ocupadas por uma intensa programação em homenagem à chamada nona arte. Tudo acontece no sábado (27), quando exposições, oficinas, palestras e uma feira de quadrinhos independentes preenchem a programação, realizada em parceria com a Representação de Quadrinistas de BH, Estúdio Black Ink, Fundação Municipal de Cultura e Prefeitura de Belo Horizonte. Todas as atividades são gratuitas.

Aline Lemos

Ao longo do dia, a feira de quadrinhos independentes vai contar com a participação de dezenas de autores e desenhistas mineiros, como Bruno Pirata, Carol Cunha e Guilherme Infante. Na parte da tarde, o primeiro andar da Biblioteca recebe as oficinas “Como Fazer Quadrinhos sem Ideias”, ministrada por Ricardo Tokumoto; “Erotismo no Quadrinho”, com Aline Lemos; e “Como finalizar um projeto?”, com Gabriel Nascimento e João Belo. Na Sala Multiuso acontecem palestras, entre elas “Laboratório de Quadrinhos Potenciais”, “Ao Redor da História - Como Divulgar seu Próprio Trabalho” e “Independente X Editora - Qual o melhor caminho?”.

Shut up and listen - Daniel Bretas

A parte expositiva está igualmente interessante. A mostra intitulada “A Arte do Desenho” apresenta ao público o acervo da Biblioteca sobre a história do desenho e da pintura. São aproximadamente quinze livros, entre eles “A arte de J. Borges: do cordel a xilogravura”, organizado por José Octavio Penteado, a “História da Caricatura brasileira”, de Luciano Magno, o “Almanaque dos quadrinhos: 100 Anos de uma Mídia Popular”, de Carlos Patati e Flávio Braga, e a “Caneta e tinta: artistas contemporâneos, técnicas atemporais”, de James Hobbs. Já a exposição “Shut Up and Listen! HQ, Cinema e Animação” traz uma adaptação audiovisual em curta-metragem da história em quadrinhos de mesmo nome elaborada por Daniel Bretas.  Com um total de 56 páginas, a HQ apresenta um conceito narrativo que é distribuído em quatro contos sobre o conflito existencial do indivíduo tecnológico. A exposição é composta por reproduções impressas, desenhos e páginas originais do quadrinho, esboços, fotografias e anotações do roteiro do filme.

A programação confirma a Biblioteca Pública Estadual como um espaço de convergência cultural e aberto ao público de todas as idades. Entre suas atividades, as ações voltadas ao universo da dos quadrinhos vêm ganhado destaque, conforme avalia Alessandra Gino, diretora do local. “A Biblioteca tem realizado inúmeras atividades envolvendo quadrinhos e com isso vai se firmando como um espaço de referência para os amantes dessa linguagem. O evento vem corroborar as nossas ações e levar mais desse universo ao nosso público”.

DIA DO QUADRINHO NACIONAL

Há aproximadamente 35 anos, mais precisamente em 30 de janeiro de 1984, a Associação dos Quadrinistas e Cartunistas de São Paulo instituiu o dia do Quadrinho Nacional. A data faz referência à primeira publicação do gênero lançada em terras brasileiras. Com o título de “As aventuras de Nhô Quim ou impressões de uma viagem à corte”, a história, do italiano radicado no Brasil, Angelo Agostini, foi publicada em 1869 na revista Vida Fluminense, da qual o autor era editor.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Oficinas

13h- Como Fazer Quadrinhos sem Ideias

Com Ricardo Tokumoto

15h- Erotismo no Quadrinho

Com Aline Lemos

17h- Como finalizar um projeto?

Com Gabriel Nascimento e João Belo

Local: Área de estudos (Primeiro Andar)

Palestras

14h - Laboratório de Quadrinhos Potenciais

Com Jão e participantes do encontro

15h - Ao Redor da História - Como Divulgar seu Próprio Trabalho

Com Flávia Denise, Raíssa Pena e Helen Murta

16h - Independente X Editora - Qual o melhor caminho?

Com Carol Rossetti e Laura Athayde

17h -Autobiografia e Quadrinho - A Nossa Experiência como Inspiração

Com Aline Lemos, Laura Athayde, Ricardo Tokumoto e Fabiana Signorini

Local: Sala multiuso (segundo andar)

 

Exposição “Shut Up and Listen! HQ, Cinema e Animação”

Local: Corredor (segundo andar)

Exposição “A Arte do Desenho”

Local: Sala de Cursos (segundo andar)

SERVIÇO

Dia do Quadrinho Nacional

Data: 27 de janeiro de 2018

Local: Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais (rua da Bahia, 1889 – Funcionários, Belo Horizonte/MG)

Horário: 10h às 18h

Entrada: gratuita

 

Durante a reunião, apresentações para os gestores com informações que devem conter na proposta, consideradas essenciais para pleitear o apoio, serão tratadas. 
Devido aos critérios adotados pelo MTur disponíveis na Portaria 39/2017, somente os municípios que estão no Mapa do Turismo Brasileiro são aptos para inscrever projetos.

Poderão inserir propostas de eventos somente os municípios classificados na categoria A e B do Mapa do Turismo Brasileiro conforme Portaria 39, sendo eles : Belo Horizonte, Araxá, Camanducaia, Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Ouro Preto, Paracatu, Patos de Minas, Poços de Caldas, São João del Rei, São Lourenço, Sete lagoas, Tiradentes, Uberaba e Uberlândia.

Para a categoria de infraestrutura poderão participar os municípios classificados nas categorias A, B, C, D e E, conforme apresentado no mapa, sendo 555 municípios de Minas Gerais.
Saiba os municípios inseridos no mapa no link http://www.mapa.turismo.gov.br

Caso tenha interesse em participar do encontro faça sua inscrição no link abaixo.
https://goo.gl/LCSKAy

Ministério do Turismo abre cadastro para projetos de obras de infraestrutura e eventos

Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, Estadual, Municipal ou Distrital que pleiteiam apoio financeiro do Ministério do Turismo para a realização de obras de infraestrutura turística e eventos já podem inscrever os projetos no Sistema de Convênios do Governo Federal para a análise técnica das propostas cadastradas. Com o objetivo de estruturar os destinos e atrair mais turistas a página para cadastro ficará disponível até o dia 22 de fevereiro.

 


PROJETOS DE INFRAESTRUTURA – O Ministério do Turismo já destinou mais de R$ 9 bilhões para obras de infraestrutura. Os projetos vão desde grandes obras, como construções de pontes e melhorias em rodovias, centros de convenções e de eventos, até intervenções em praças e outros atrativos, além da sinalização turística.

EVENTOS GERADORES DE FLUXO TURÍSTICO
- Para inscrever o projeto, os órgãos públicos devem comprovar o caráter tradicional e de notório conhecimento popular e gratuito do evento. Serão considerados eventos de abrangência municipal, estadual ou regional, formalmente reconhecidos pelo órgão oficial de turismo do estado e que sejam realizados exclusivamente por órgão públicos há pelo menos três edições. O MTur apoia cachês de artistas e bandas musicais previamente cadastrados no ministério; a divulgação do evento em rádio, televisão, jornal e revista; e a locação de gerador, banheiro químico, tenda e palco.

Saiba mais em https://goo.gl/TcWdE9


 

O artista plástico Cláudio Alvim inaugura o calendário 2018 de exposições da Galeria de Arte Nello Nuno, da Fundação de Arte de Ouro Preto | FAOP, com a série "Desejo de Cores".  O trabalho é composto por dez obras de acrílica sobre tela e investiga, por meio do abstracionismo, nuances de cores e texturas. A abertura da exposição acontece em 2 de fevereiro, às 18h. A visitação segue até 25 do mesmo mês. A entrada é gratuita.

O trabalho de Alvim faz uso de sucessivas camadas de tinta, texturas e cores para apresentar abstrações que sugerem, não só objetos, mas sensações ao espectador. Graduado em filosofia, o artista partiu de uma provocação de Kant para construir o conceito da exposição. " Kant não levou o agradável em consideração como forma de conhecimento, mas essas obras provam o contrário", explica Cláudio.

A professora e escritora Guiomar de Grammont, convidada para desenvolver o texto de apresentação da exposição, destaca o lirismo da cor presente nas obras de Cláudio Alvim. "É um trabalho delicado e denso como o ruflar de asas de um beija-flor", avalia Guiomar.

Sobre o artista

Cláudio Alvim tem 60 anos e é natural de Ouro Preto. Artista plástico autodidata, com 40 anos de carreira, é graduado em filosofia.

Possui obras em acervos particulares em países como o Japão, Índia, França, Alemanha, Portugal e Estados Unidos. Fez parte de mostras permanentes em espaços como a Galeria Rococó (BH), Galeria do Engenho (Parati), Galeria Lua Cheia (Aracaju), Bureau D Art (Ouro Preto), Feira Livre da Praça da Liberdade (BH), Galeria Stampa (Brasília).

Foi professor de pintura na UMA (Caeté), no Atelier de Arte Rogê (Ouro Branco), no Sindicato dos Metalúrgicos (Ouro Branco) e no Projeto Bem-te-Vi (Itatiaia, Ouro Branco). Ministrou, também, pintura para pessoas com deficiência na APAE (Ouro Branco), Casa Sorriso da Criança (Ouro Branco) e na Escola Compasso (Mariana).

SERVIÇO

Exposição Desejo de Cores, de Cláudio Alvim

Data: 2 a 25 de fevereiro

Horário:  segunda a sexta-feira de 9h às 18 | sábado 13h às 18h

Endereço: Rua Getúlio Vargas, 185, bairro Rosário | Ouro Preto (MG)

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

Informações: (31) 3552-2480 | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Aproveite os dias restantes das férias para viajar pela história de Minas Gerais nos trens turísticos que ligam cidades e povoados do estado. Com grande importância cultural para os mineiros, o trem possibilitou o desenvolvimento econômico em algumas regiões e ainda mantém viva a tradição local de contemplar belas paisagens no andar vagaroso conduzido por locomotivas e marias-fumaça.

Conhecida como Leopoldina, a primeira estrada de ferro do estado foi inaugurada pelo imperador dom Pedro II, em 1874. Ela surgiu da iniciativa de fazendeiros e comerciantes da Zona da Mata, pelo fato de o escoamento da produção ser realizado em lombo de burros até os centros consumidores mais distantes, atingindo os portos do litoral brasileiro.

O aumento do mercado consumidor americano e europeu foi o fator de maior relevância para tal expansão e construção da ferrovia. Com a instalação da estrada, a economia foi marcada pela expansão da lavoura cafeeira, transformando a Região Sudeste na mais importante do país.

A partir daí, foram surgindo várias estradas de ferro ao longo do estado, influenciando a vida dos mineiros tanto no transporte de pessoas, quanto no escoamento de produção. Vale lembrar que, até nos dias atuais, a produção de café segue como um dos principais produtos da economia mineira.

Passeios

Ainda em funcionamento, algumas das antigas estradas de ferro deram espaço ao transporte turístico de passageiros em trechos que ligam cidades já conhecidas por turistas que chegam ao estado. Com apoio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur-MG), reunimos informações de cinco passeios de trem para quem quer conhecer Minas Gerais de um jeito diferente.

Confira, a seguir, as cidades por onde eles circulam, os dias e os horários das partidas, os preços das viagens e, claro, não perca o trem!

A saber, são três marias-fumaça, que fazem São João del-Rei a Tiradentes, São Lourenço a Soledade de Minas e Passa Quatro a Coronel Fulgêncio.

Não é possível esquecer, também, do trem que liga Ouro Preto a Mariana e do único trem diário de passageiros do Brasil, que liga Belo Horizonte a Cariacica (ES), com paradas em diferentes cidades mineiras e capixabas, entre as quais Barão de Cocais, Governador Valadares, Ipatinga e Aimorés.

Ah, esse “trem”!

Claro que não se pode deixar de falar que “trem” é uma expressão muito utilizada no mineirês, e que serve para tudo... tudo mesmo. É usado para comida, objetos, sentimentos e inúmeras ações. O significado da palavra, nos dicionários, destaca o trem como ‘aqueles objetos que formam a bagagem de um viajante’. Daí você entende que o trem de ferro apenas recebeu tal nome por transportar os “trens” dos passageiros.

Roteiros


Trem da Vale

O trecho ferroviário que liga Ouro Preto a Mariana encanta visitantes do Brasil e do mundo com seus 18 km de história, cultura e belezas naturais. De um lado, a primeira vila e capital de Minas – Mariana. Do outro, uma cidade que é patrimônio mundial e atrai turistas de todos os cantos do mundo – Ouro Preto.

A viagem de aproximadamente uma hora é incrível pelas belezas quase intactas da antiga rota do ouro, pela vegetação que varia entre a Mata Atlântica e o Cerrado e, claro, pela arquitetura barroca com mais de 300 anos de história. O vagão panorâmico propicia melhor visualização da paisagem e antigas estações existentes no trajeto.

Com funcionamento de sexta-feira a domingo, e também nos feriados, o Trem da Vale oferece dois tipos de composição: panorâmico e convencional. Para quem deseja fazer o passeio é preciso ter atenção quanto aos horários de saída.

Confira as partidas nas sextas-feiras, sábados e feriados: Ouro Preto (10h e 14h30) e Mariana (13h e 16h). Aos domingos as partidas acontecem, de Ouro Preto (10h e 16h) e Mariana (14h30).

As passagens apresentam dois grupos de valores. Na alta temporada (janeiro, julho e feriados), em carro convencional a tarifa inteira é de R$ 50. Já no carro panorâmico é de R$ 76. Na compra das passagens ida e volta, o turista tem desconto. A ida e volta no carro panorâmico custa R$ 100 e no convencional R$ 70.

No período de baixa temporada (demais meses, exceto feriado) as tarifas de ida e volta custam R$ 66, para o carro convencional, e R$ 90 no carro panorâmico. Já o valor por trecho tem custos de R$ 46 e R$ 70, respectivamente para os carros convencional e panorâmico.

Mais Informações: Pelos telefones (31) 3551-7705 / 3557-3844 ou pelo site (Trem da Vale).
Locais de Embarque: Ouro Preto: Praça Cesário Alvim, s/n. – Barra. Mariana: Praça Juscelino Kubitschek, s/n. – Centro.
Compra de Bilhetes: Internet (diariamente) e bilheterias nos locais de embarque (de quarta a domingo de 8h30 às 17h).

ouro-preto


Trilhos de Minas


Com capacidade para 280 passageiros, a Maria Fumaça faz o trajeto de 12km entre as cidades de São João del-Rei e Tiradentes, no Campo das Vertentes, em uma das poucas locomotivas a vapor no mundo que ainda rodam em bitola de 76 centímetros. A duração do passeio é de 40 minutos.

No passeio, a composição passa pela antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas (Efom), inaugurada em 1881 por D. Pedro II, cruzando fazendas centenárias, rios, montanhas e estações que preservam a arquitetura do século XIX. Nas estações é possível contratar serviço opcional, e voltar ao tempo fantasiando com vestimentas de época e posando para fotografias.

O itinerário conta com viagens de quinta-feira a domingo e nos feriados. As saídas acontecem, a partir de São João, às 10h e 14h (5ª feira); às 10h, 13h30 e 15h30 (6ª feira e sábado) e às 10h e 13h30 aos domingos e feriados. No trecho com início em Tiradentes: 11h30 e 16h (5ª feira); 11h, 14h30 e 16h30 (sexta e sábado) e 11h e 14h30 aos domingos e feriados.

O valor da passagem é de R$ 60 por trecho. Para compra ida e volta, o valor do ticket é de R$ 70. Confira pelo telefone (32) 3371-8485 as condições nas quais se aplicam o meio-passe.

Mais informações: (32) 3371-8485.
Locais de Embarque: São João del-Rei: Rua Hermilia Alves, 366, Centro. / Tiradentes: Praça da Estação s/nº.
Compra de Bilhetes: Bilheterias nos locais de embarque (de quinta a domingo a partir das 9h).

sao-jao




Trem das Águas


São apenas 10km entre as cidades de São Lourenço e Soledade de Minas. No entanto, os viajantes poderão usufruir de um trajeto de bela paisagem e muito verde. O trem tem capacidade para 450 passageiros e em todo o trajeto é possível adquirir bebidas e lembranças.

O percurso de ida margeia o Rio Verde e tem parada final na Estação de Soledade de Minas, datada de 1884. O prédio resgata as características originais, mas garante toda infraestrutura e acessibilidade necessárias para a operação.

No retorno a São Lourenço, violeiros animam a viagem até a chegada à estação, local em que o turista tem à disposição outra feira de artesanato, loja de bebidas (cachaças, vinhos, licores) e um confortável bar para tomar um cafezinho ou um saborear um lanche.

O passeio tem duas horas de duração, sendo 40 minutos na ida e 40 minutos na viagem de retorno, com 40 minutos de parada em Soledade. As viagens acontecem aos sábados, às 10h e às 14h30, e aos domingos, às 10h.

As passagens são vendidas ao preço de R$ 65, na classe turística, e R$ 85 na classe especial, sendo que, nessa última, o passageiro tem a oportunidade de degustar produtos da região, como queijos, cachaças, vinhos e doces. Os preços valem para os trechos de ida e volta.

Informações: (35) 3332-3011 ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Local de Embarque: Praça Ismael de Souza, nº: 9, Centro.
Compra de Bilhetes: no local de embarque (aos sábados e domingos). Para reserva de grupos, deverá ser realizada via telefone ou e-mail, em horário comercial e finais de semana.

sao-lourenco




Trem da Serra

O Trem da Serra faz o percurso entre as cidades de Passa Quatro e Coronel Fulgêncio, com capacidade para 118 passageiros, percorre 12 km em duas horas, com parada. Na estação, os passageiros podem visitar uma exposição fotográfica no hall ao som de música típica regional.

Após a partida o trem se dirige a estação Manacá, onde é feita uma breve parada e os turistas podem visitar uma feira de artesanato e guloseimas enquanto a locomotiva é preparada para a subida da serra, onde os turistas podem contemplar as corredeiras do Manacá e a ponte Estrela.

Em Coronel Fulgêncio, os passageiros podem conhecer a exposição fotográfica de minisséries filmadas no local, Mad Maria e JK, fotos de máquinas e carros recuperados pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF); e fotos da Revolução Constitucionalista de 1932.

As viagens têm início em Passa Quatro, aos sábados às 10h e às 14h30 (horário este sujeito à confirmação) e aos domingos, às 10h. Em feriados e épocas de maior movimento são oferecidas viagens extras, mas que devem ser confirmadas na estação. A passagem tem custo de R$ 55.

Mais informações: pelo telefone (35) 3371-2167 ou e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Local de Embarque: Avenida Benedito Valares, 159 - Praça Doutor Paulo de Frontin, s/nº - Estação Ferroviária, em Passa Quatro (MG).
Compra de Bilhetes: no local de embarque aos sábados e domingos. Para passeios em grupos e fretamentos, deve-se entrar em contato via telefone.

passa-quatro





Trem Vitória-Minas

É a viagem mais longa feita de trem no Brasil. Passa por cidades coloniais e pontos históricos de Minas que ficam às margens dos rios Doce e Piracicaba, contando com paisagens belíssimas. Por ser uma viagem longa, o trem conta com um vagão lanchonete e um vagão restaurante. Há também um vagão exclusivo para portadores de necessidades especiais.

As cadeiras têm mesinhas e tomada para o uso de computador ou recarga do celular. Possui ar condicionado, internet wi-fi e conteúdo de entretenimento off-line gratuitos. Ao abrir o ambiente virtual, o usuário acessa um espaço personalizado e amigável, com filmes e shows de sua preferência, sem a necessidade de conexão, nem de instalação de softwares adicionais ou aplicativos.

Com partidas diárias de Belo Horizonte, às 7h, e de Cariacica (ES), às 7h30, o Trem Vitória-Minas tem capacidade para transportar 1.700 passageiros e percorre 664km em 13 horas. São 30 pontos de embarque e desembarque em todo o trajeto e um trem adicional que faz o percurso entre Itabira e Nova Era.

Os valores dos bilhetes variam de acordo com o trecho viajado. Por exemplo, caso você faça todo o trajeto, o valor é de R$ 73 na classe econômica e R$ 105 na executiva, no entanto, caso sua viagem tenha fim em Barão de Cocais, o valor será de R$ 22 (econômica) e R$ 36 (executiva). Valor válido por trecho.

Mais informações: pelos telefones (31) 3279-4366 ou 0800 285 7000. Acesse as regras para meio passe e isenção das tarifas no site do Trem Vitória-Minas (clique aqui).
Locais de embarque: Belo Horizonte: Rua Aarão Reis, 425, Praça da Estação – Centro; Cariacica: Av. Mario Gurgel, s/n – Jardim América; Demais locais: Estação da cidade atendida.
Compra de Bilhetes: Bilheteria no local de embarque e site.

beozonte

 

FONTE: AGÊNCIA MINAS

 

 


Na ocasião, novos investimentos também foram anunciados para os próximos meses. O montante, no valor de R$ 2,56 milhões, será aplicado em obras de infraestrutura, que têm como objetivo melhorar a conservação das grutas e oferecer mais conforto aos visitantes.

A entrega da nova iluminação foi feita pelos secretários de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Germano Vieira, e de Turismo, Ricardo Rocha de Faria. Acompanhados do diretor geral em exercício do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Henri Collet, eles destacaram a importância da destinação dos recursos para as cavernas, importantes bens naturais de MinasGerais e também para o roteiro turístico no estado.

“O investimento na ordem de R$ 2,6 milhões para a nova iluminação está em sintonia com a importância do bem espeleológico, uma vez que proporciona ao visitante melhor visibilidade e conhecimento da estrutura geológica, com mais propriedade e critério”, afirmou o secretário Germano Vieira.

Segundo ele, a destinação dos investimentos também valoriza o lado turístico dos monumentos naturais Rei do Mato e Maquiné, e do Parque Estadual do Sumidouro, onde está localizada a Gruta da Lapinha. “Esperamos com isso fomentar as visitas nessas regiões, aproximar as pessoas das unidades de conservação e melhorar a gestão desses bens naturais”, pontuou o secretário.

Ganhos econômicos e sociais também foram ressaltados pelo secretário de Turismo, Ricardo Faria, como ação resultante do trabalho parceiro com o meio ambiente estadual. Segundo ele, os resultados têm sido cada vez mais positivos no desenvolvimento da economia local.

“Para além das questões de preservação, e de educação ambiental, pautas tão importantes para Minas Gerais, esses bens que são patrimônio natural do nosso estado guardam grande relação com a agenda do turismo. Em recente pesquisa feita pela secretaria (de Turismo), foi constatado que as belezas naturais são a segunda imagem que o visitante mais guarda na memória”, disse Ricardo.

Ele afirmou, ainda, que "o Estado vai continuar mantendo essa importante sintonia de ações que, em conjunto, acabam por promover a economia criativa, geram mais emprego e renda e possibilitam aos municípios diversificar suas matrizes econômicas”.

Novos investimentos

O diretor geral em exercício do IEF, Henri Dubois Collet, disse que o trabalho desenvolvido nas grutas mostra a realização de um trabalho que vem sendo desenvolvido pelo governo nas unidades de conservação.

“Temos mais propostas e projetos para serem realizados ainda em 2018 nas três grutas. As melhorias não param por aí, queremos sempre mais garantir a segurança e o bem estar dos turistas que visitam nossas unidades de conservação”, frisou.

A lista de melhorias prevista dentro do montante de R$ 2,56 milhões para os próximos meses prevê reforma de infraestrutura física, aquisição de novos equipamentos, entre outras ações.

No Parque Estadual do Sumidouro, onde fica a Gruta da Lapinha, será feita a desapropriação do Castelinho, construção de propriedade particular que fica dentro da área do parque e abriga peças arqueológicas descobertas pelo pesquisador Peter Lund, no século IXX. O imóvel será adquirido ao custo de R$ 600 mil, pelo IEF, que passa a fazer a gestão do local. A aquisição está prevista para ocorrer nos próximos 90 dias.

No Sumidouro será feita, ainda, a compra de sistema de videomonitoramento, o plano de manejo espeleológico da caverna, entre outras melhorias que juntas somam cerca de R$ 550 mil.

No Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato será feita a troca de guarda-corpos e corrimão na área interna da gruta e pequenas reformas que vão somar aproximadamente R$ 925 mil. Já no Monumento Natural Estadual Peter Lund, onde está a Gruta de Maquiné, será realizada a reforma do Museu de Maquiné e melhorias na estrutura das trilhas. O investimento será de cerca de R$ 500 mil.

Para os próximos 60 dias, está prevista a abertura de processo licitatório para implantação de lanchonetes e loja de artesanato e produtos da economia local nas áreas de visitação das três grutas.

Investimento previsto para os próximos meses nas três grutas: R$ 2,56 milhões

Parque Estadual do Sumidouro – Gruta da Lapinha

Aquisição do Castelinho – R$ 600 mil

A construção que abriga peças arqueológicas descobertas pelo pesquisador Peter Lund será desapropriada e adquirida pelo IEF, que passará a fazer a gestão do local. O Castelinho é, atualmente, uma construção particular. A aquisição deve ocorrer nos próximos 90 dias.

Outros investimentos – R$ 547.596,53

(sistema de videomonitoramento; sistema de geração de energia fotovoltaica; plano de manejo espeleológico, aquisição de contêineres, compra e instalação de placas de grama)


Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato

Troca de guarda-corpos e corrimão na área interna da gruta e reforma geral – R$ 925.495,24


Monumento Natural Estadual Peter Lund – Gruta de Maquiné

Reforma geral do Museu Peter Lund e das trilhas – R$ 492 mil

Licitação para lanchonete e loja será aberto, nos próximos 60 dias, processo de licitação para implantar lanchonete e loja nas três grutas da Rota Lund.

Outras informações:
Assessoria de Comunicação da Semad
(31) 3915-1847

 

 

Fonte: Agência Minas

 


 

O ano de 2018 se inicia com um balanço positivo das ações do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico - Iepha-MG em 2017. Resultado alcançado devido a diversas parcerias realizadas, principalmente com os municípios de Minas Gerais. “Apesar das limitações financeiras enfrentadas, o Iepha-MG contou com a parceria de todos os setores do Governo do Estado, municípios e com o empenho de seus funcionários”, avalia a presidente do Instituto, Michele Arroyo. Foram realizados importantes tombamentos pelo CONEP, registrados bens culturais de diversas regiões de Minas Gerais e garantida a continuidade de obras reivindicadas pelas comunidades.  “O ano de 2017 foi importante para a consolidação de ações significativas de parceria do Instituto para a salvaguarda e promoção do patrimônio cultural em Minas Gerais”, conclui Michele.

O registro das Folias de Minas como patrimônio cultural do estado foi a primeira ação de 2017. Mais de 1.620 grupos de 450 municípios foram cadastrados. Atualmente, estão em andamento estudos para identificar, inventariar e reconhecer as violas e a cerâmica do Vale do Jequitinhonha como patrimônio imaterial dos mineiros. No projeto “Violas: o fazer e o tocar em Minas” está sendo feito mapeamento das características regionais relacionadas ao fazer e ao tocar a viola em Minas Gerais e, desta maneira, compreender as relações do instrumento com as comunidades. Já a pesquisa do “Arte em Barro: a Cerâmica do Vale do Jequitinhonha” vai identificar e inventariar os saberes, técnicas e tradições relativas ao artesanato em barro na região do Vale do Jequitinhonha. O cadastramento dos artesão/ceramistas do Jequitinhonha já começou e pode ser feito por meio de formulário disponível no portal do Iepha-MG.

Em relação ao patrimônio material do Estado, o Conselho Estadual do Patrimônio Cultural de Minas Gerais – Conep aprovou os seguintes tombamentos: o Túnel da Mantiqueira, em Passa Quatro, no sul de Minas, e a ruína da capela de Mocambinho, em Jaíba, no norte do estado. O Conselho também regulamentou o perímetro da área tombada e as diretrizes de intervenção da Serra de São Domingos, em Poços de Caldas, no sul de Minas.

Restauração e acompanhamento de obras

Michele Arroyo destaca também a continuidade das obras de restauração que devem ser concluídas neste primeiro semestre de 2018: Fazenda Boa Esperança e as igrejas em Jequitibá e Brejo do Amparo. “E ainda realizamos, em parceria com a Copasa, os serviços de recomposição da rede hidráulica da futura sede da Casa do Patrimônio Cultural de Minas Gerais”, completa.

O governo do Estado, por meio do Iepha-MG, está investindo mais de R$ 5 milhões na recuperação e manutenção de importantes bens culturais para os mineiros. Em Matias Cardoso, no norte de Minas, são realizadas obras de restauração e reforma da cobertura da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, que é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

Na Igreja do Santíssimo Sacramento, em Jequitibá, Região Metropolitana de Belo Horizonte, está sendo feita restauração arquitetônica e do sistema estrutural. Obras de restauração arquitetônica, instalações complementares e restauração dos elementos artísticos da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Brejo do Amparo, no município de Januária, também são executadas. O trabalho deve terminar neste primeiro semestre de 2018.

A Fazenda Boa Esperança, em Belo Vale, na RMBH, e também tombada pelo Iphan, está passando por obras de restauração arquitetônica e de instalações complementares da sede. Além disso, o Iepha-MG tem acompanhado obras em bens protegidos pelo Estado em Costa Sena e Córregos, em Conceição do Mato Dentro, no município de Couto Magalhães de Minas e no Caraça, em Catas Altas.

Promoção e encontros regionais

Entre março e agosto de 2017, o Iepha-MG esteve em 20 municípios e reuniu mais de mil agentes públicos de 500 cidades mineiras. Desta vez, seis encontros foram realizados na sede do Instituto, em Belo Horizonte. Além do ICMS Patrimônio Cultural, foram abordados temas como a proteção de núcleos históricos na esfera estadual.

A 6ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, em agosto, movimentou 640 municípios mineiros. A edição de 2017 teve o tema “Outros olhares sobre o patrimônio cultural” e contou com mais de 1.200 atividades de preservação e promoção do patrimônio.

Ações em parcerias

O Circuito da Fotografia e do Patrimônio, realizado pelo Iepha-MG, em parceria com o coletivo mineiro NITRO, em agosto, celebrou o Dia do Patrimônio e Dia Internacional da Fotografia, com uma extensa programação que reuniu mais de 40 mil pessoas no Circuito Liberdade. Na ocasião, foi lançado o primeiro número da Revista Óculo, publicação anual, cuja primeira edição foi produzida a partir das discussões do  Seminário Estadual do Patrimônio Cultural: Circuitos Culturais e as Cidades, realizado na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, em agosto de 2015. A revista também está disponível no site do Iepha-MG.

Ainda em 2017, foi consolidada a parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes). Nesta parceria, o edifício Rainha da Sucata foi reaberto como Centro de Informação ao Visitante do Circuito Liberdade e Hub Minas Digital. São ações voltadas para pesquisa e inovação e ainda a primeira edição do Museomix na América Latina.

Número de visitantes do Circuito Liberdade cresce pelo segundo ano consecutivo

O Circuito Liberdade registrou em 2017 o maior número de visitantes desde 2010, quando foi inaugurado.  Cerca de 1.614.250 pessoas passaram pelos espaços do Circuito  de janeiro a dezembro do ano passado, atraídas pela programação diversa e a grade que privilegia atrações gratuitas. Os espaços culturais ofereceram exposições, espetáculos de teatro e musicais, seminários, palestras, oficinas, dentre outras atrações e atividades, para todos os públicos.

Os espaços com maior número de visitantes foram o Centro Cultural Banco do Brasil, com mais de 830 mil visitantes - especialmente em função das grandes mostras que integram a programação - e, em seguida, o espaço que recebeu maior público foi a Biblioteca Estadual de Minas Gerais, instituição gerida pela Secretaria de Estado de Cultura.

O Circuito Liberdade é reconhecido como um importante corredor de cultura do país. Abrigado em uma área histórica de Belo Horizonte (MG), que compreende a Praça da liberdade e arredores, é composto por 15 instituições, dentre museus, centros de cultura e de formação, que mapeiam diferentes aspectos do universo cultural e artístico. Sob a gestão do Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) desde abril de 2015, o projeto dialoga com o espaço urbano e os diversos grupos artísticos e populares.

 

O Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e no âmbito do Programa de Desenvolvimento do Audiovisual Mineiro (Prodam), lança novo edital para financiar a produção cinematográfica mineira. O concurso, em parceria com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Secretaria de Estado de Cultura (SEC), vai selecionar 12 projetos inéditos e disponibilizar R$ 16,5 milhões. A previsão é de que as inscrições estejam abertas entre 24 de janeiro e 3 de abril de 2018, com informações a serem disponibilizadas no site www.codemig.com.br.

Para essa ação, a Codemig conseguiu obter junto à Ancine cerca de R$ 10 milhões em recursos para o audiovisual mineiro. A política de fomento da Ancine e do FSA define que os recursos disponibilizados pelos entes locais sejam equiparados na proporção de 1:1,5 ― isto é, a cada R$ 1 investido pela Codemig, a Ancine/FSA disponibiliza R$ 1,50. Para o novo edital, a Codemig mobilizou R$ 6,6 milhões, de forma a garantir R$ 9,9 milhões da Ancine, teto da agência para essa linha de financiamento. Desse modo, a Codemig maximiza o investimento estadual, considerando que a captação de verbas disponíveis no âmbito federal é uma estratégia importante para gerar influxo de recursos para Minas Gerais e amplia ainda mais o impacto das iniciativas.

O montante é também um marco na trajetória de investimentos crescentes da Codemig no setor do audiovisual. Em 2015, foram alocados aos editais de fomento ao audiovisual R$ 3 milhões, sendo R$ 315 mil provenientes da Ancine. No ano seguinte, o valor chegou aos R$ 6,2 milhões, dos quais R$ 2,8 milhões vieram do órgão federal. Em 2017, os investimentos voltaram-se para a produção de conteúdo para a televisão: o edital Olhar Independente, da Codemig, captou junto à Ancine recursos da ordem de R$ 17 milhões, complementados com R$ 900 mil da Codemig, para a produção e finalização de obras seriadas e telefilmes.

O resultado das ações de fomento ao audiovisual se distribui em uma complexa cadeia de valor, que dinamiza a economia de todo o estado. De acordo com a metodologia da Unidade de Inteligência Empresarial Integrada do Sebrae-MG, cada R$ 1 investido no setor audiovisual movimenta em média R$ 1,88 em setores diversos, como alimentação, transporte, comunicações e outros. Isso significa que os R$ 33 milhões direcionados ao audiovisual nos últimos três anos fizeram girar R$ 62 milhões na economia mineira, promovendo a criação de mais de 8 mil empregos, entre diretos e indiretos.

A Codemig tem atuado de modo a estimular o setor do audiovisual não apenas no âmbito da produção, mas também na distribuição de conteúdo e na formação de público: no ano passado, R$ 1,5 milhão foram direcionados ao patrocínio de festivais de cinema. Além disso, R$ 4 milhões permitiram a realização das edições 2016 e 2017 da MAX – Minas Gerais Audiovisual Expo. Somadas as duas edições, a feira promoveu mais de 900 encontros entre produtores e distribuidores de conteúdo, gerando expectativas de negócios superiores a R$ 580 milhões.

Diversidade e descentralização

O Edital de Produção e/ou Finalização de Obra Audiovisual de Curta e Longa-metragem 2018 traz novidades importantes em relação às seleções anteriores. A primeira delas é a inclusão da categoria Curta-Metragem: serão contemplados até três projetos de curta de ficção e dois de animação. Os filmes curta-metragem serão inteiramente financiados pela Codemig, com até R$100 mil por projeto.

Outra nova categoria, denominada Arranjos Produtivos Locais, contempla obras cuja etapa de produção se realize inteiramente em cidades do interior de Minas Gerais. O objetivo é descentralizar a produção mineira do audiovisual, promovendo a interiorização dos recursos. A nova categoria é a única que permite a participação de empresas de outros estados brasileiros, desde que em parceria com empresas sediadas em Minas Gerais.

Por fim, a categoria longa-metragem de ficção será, pela primeira vez, desmembrada em Ficção I, voltada para obras que priorizem a atração de espectadores, sem prejuízo da qualidade artística e técnica, e Ficção II, destinada a obras que priorizem a busca de reconhecimento artístico e técnico no mercado nacional e internacional.

Os projetos serão analisados de acordo com critérios como abordagem do tema, criatividade e originalidade, adequação ao público alvo e potencial de interesse, planejamento e viabilidade de realização, histórico de projetos do proponente e equipe, além da capacidade de fomentar o setor audiovisual em Minas Gerais. A Comissão de Avaliação será constituída por profissionais de notório saber ligados ao setor audiovisual.

Podem se inscrever no edital para produção e finalização de curtas e longas-metragens produtoras independentes registradas na Ancine e sediadas em Minas Gerais há pelo menos 1 ano; já na categoria Arranjos Produtivos Locais, podem ser inscritas coproduções entre empresas sediadas em Minas Gerais há pelo menos 1 ano e produtoras de outros estados. Interessados devem ler o edital, que estará disponível em www.codemig.com.br a partir da próxima quarta-feira, 24 de janeiro, e enviar suas propostas até 3 de abril de 2018.

Veja a seguir o detalhamento das categorias e valores disponibilizados pelo edital:

Curta-metragem – ficção

Número de projetos: 3

Recurso por projeto: R$ 100 mil

Total: R$ 300 mil

Curta-metragem – animação

Número de projetos: 2

Recurso por projeto: R$ 100 mil

Total: R$ 200 mil

Longa-metragem – Ficção I

Número de projetos: 1

Recurso por projeto: R$ 2,65 milhões

Total: R$ 2,65 milhões

Longa-metragem – Ficção II

Número de projetos: 1

Recurso por projeto: R$ 2,65 milhões

Total: R$ 2,65 milhões

Longa-metragem – documentário

Número de projetos: 2

Recurso por projeto: R$ 1,375 milhão

Total: R$ 2,75 milhões

Longa-metragem – animação

Número de projetos: 1

Recurso por projeto: R$ 2,65 milhões

Total: R$ 2,65 milhões

Arranjos Produtivos Locais – Longa-metragem – animação

Número de projetos: 1

Recurso por projeto: R$ 2,65 milhões

Total: R$ 2,65 milhões

Arranjos Produtivos Locais – Longa-metragem – ficção

Número de projetos: 1

Recurso por projeto: R$ 2,65 milhões

Total: R$ 2,65 milhões

Programa de Desenvolvimento do Audiovisual Mineiro – PRODAM

O lançamento deste novo edital é mais uma ação do Prodam. O Programa de Desenvolvimento do Audiovisual Mineiro foi lançado em maio de 2016, reunindo representantes de instituições privadas, setoriais, órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do Estado de Minas Gerais. Encabeçada pela Secretaria de Estado de Cultura, a rede de cooperação visa atuar como um elo de forças em prol do impulso à formação, produção, distribuição, exibição e preservação do audiovisual mineiro, colocando em uma mesma direção ações diretas e dinâmicas com todos os atores envolvidos. Desde sua criação, o Prodam já viabilizou o investimento de cerca de R$ 70 milhões na cadeia do audiovisual feito em Minas Gerais.

Minas de Todas as Artes

O fomento da Codemig ao audiovisual integra o Minas de Todas as Artes – Programa Codemig de Incentivo à Indústria Criativa, lançado em agosto de 2015. A iniciativa inédita e estratégica busca fomentar o desenvolvimento de novos negócios que gerem empregos, renda e riquezas para o Estado. Até o fim de 2018, serão investidos mais de R$ 50 milhões em editais de fomento e fortalecimento, com iniciativas de valorização de setores como gastronomia, audiovisual, design, moda, música e novas mídias. A Indústria Criativa constitui a cadeia produtiva composta pelos ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam criatividade e capital intelectual como insumos primários. Estima-se que haja mais de 250 mil empresas no Brasil na área da Indústria Criativa.


 

Autor do livro “Política Criminal Atuarial - a criminologia do fim da história” e participante da obra coletiva “Comentários a uma sentença anunciada: O Caso Lula”, lançada ano passado, o advogado, professor de Criminologia e Direito Penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Maurício Stegemann Dieter, é o convidado do programa Voz Ativa desta segunda-feira, dia 22, às 22h15, na Rede Minas.

Dieter analisa o cenário jurídico brasileiro e traça um panorama sobre segurança, uma vez que ele defende como tese um Estado Democrático de Direito cujas políticas públicas devem primar pelo respeito integral aos direitos e garantias fundamentais do cidadão.

Entre os participantes da bancada para entrevista, além do apresentador Florestan Fernandes, o programa conta com participação do jornalista Luis Nassif, da jornalista e presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Alessandra Cézar Mello, da jornalista do El País Brasil, Marina Rossi e da jornalista da Rede Minas, Simone Pio.

Em edição especial para rádio, o Voz Ativa é apresentado às terças-feiras, às 21h, na Inconfidência FM. Aos domingos, o programa vai ao ar pela Inconfidência AM às 22h.

O Voz Ativa oferece canais abertos com o público para poder comentar, sugerir temas e entrevistados via redes sociais, nos seguintes endereços:

Facebook - www.facebook.com/maisvozativa

Twitter - www.twitter.com/maisvozativa

Instagram - www.instagram.com/maisvozativa

YouTube - www.youtube.com/channel/UCzVjtLnY1qQcxBY4keS6tdA<


 

Doze imagens, um vídeo, uma instalação, e uma placa compõem a exposição Delikatessen, da artista mineira Verônica Alkmim França, que ocupa a PQNA Galeria do Palácio das Artes a partir de 31 de janeiro. O recorte, que reúne uma coleção de imagens de tiragem limitada, numeradas e assinadas pela artista, traz uma reflexão visual sobre o corpo submetido ao mercado consumista, os limites da propaganda, o efêmero vital e o que pode ser considerado arte. São cenas compostas numa multiplicidade de órgãos, utensílios, objetos, placas, manequins e outras peças.

Uma intervenção externa é extensão da exposição, composta por painéis digitais com imagens e vídeos contendo detalhes da mostra. Ela circula paralelamente com a exposição nos principais pontos de Belo Horizonte – dentre eles, na maior empena (parede lateral de um edifício) digital da América Latina, localizada na Avenida Raja Gabaglia, número 4103.

Delikatessen é um dos módulos da mais recente produção da artista, sendo sua segunda exposição no Palácio das Artes após 26 anos da mostra Arte Vestível, que ocupou a Galeria Genesco Murta em fevereiro de 1992. A exposição atual conta com o apoio da instituição sueca Konstnärsnämnden – The Swedish Grants Arts Grants Comitee, do grupo PAD, e tem curadoria da própria artista, posfácio de Stélio Lage e apoio técnico de Flander de Sousa.

Delikatessen traz inúmeras interpretações. O foco dado ao corpo, comumente diversificado entre culturas, privado de condições essenciais, faz com que Verônica o investigue, ao mesmo tempo que o desveste. As 12 imagens que compõem a mostra foram produzidas em estúdio fotográfico profissional, com cenários específicos construídos para essa realização. “Para a mostra na PQNA Galeria, haverá alguns desdobramentos. Uma placa, com os dizíveis ‘Só Hoje’ – que na verdade é um detalhe de uma das imagens, tratando do que vale hoje e amanhã já não vale mais, do irrepetível, do efêmero vital, da manifestação profunda da força do presente no questionamento da reprodutividade da Arte em si – também compõe a mostra”, destaca a artista.

“A PQNA galeria do Palácio das Artes é um espaço que oferece possibilidades distintas para uma exposição, proporcionando ao artista a criação de intervenções e a disponibilização dos trabalhos em formas variadas”, comenta Verônica Alkmim França. “Dentro desse espaço, optei por reproduzir um dos cenários contido nas imagens, ou seja, o que foi montado em estúdio e fotografado”.

Vivendo desde muitos anos em Estocolmo, na Suécia, Verônica faz constantes visitas ao Brasil. “O deslocamento frequente entre Brasil e Suécia acentuou em meu trabalho certo desvio dos meios artísticos convencionais. No momento, relanço minhas obras no Brasil e amplio experiências, trazendo uma releitura de uma produção estruturada de modo a possibilitar mais escolhas no campo da arte e da cultura. Assim, exposições, eventos e manifestações podem ser mais construtivos, criativos e interessantes para o público”, conta.

Verônica Alkmim França – Verônica Alkmim França nasceu em Diamantina, Minas Gerais, Brasil. Vive desde muitos anos em Estocolmo, na Suécia. Graduou-se em Artes Plásticas, Fotografia e Comunicação. Verônica é uma das pioneiras na introdução da Arte Vestível no Brasil no início dos anos 90, trazendo diversas discussões sobre a linha fina entre o design e a arte, influenciando gerações. É expressiva sua participação em exposições internacionais como a Bienal Art of the Stitch, no Barbican Centre de Londres; Trame D’Autore Bienal, no Museu de Arte Têxtil, Chieri Torino, na Itália; Craft Bienal, em Cheongju, na Coreia do Sul, onde recebeu menções honrosas. Realizou ainda exposições no Palácio das Artes, em Belo Horizonte; na Fundação Cultural, em Curitiba; na Casa das Rosas, em São Paulo; na Casa de Cultura de Estocolmo, em Kulturhuset, na Gallery 32, em Londres; na Dunkerskulturhus, em Helsingburgo, Suécia; no Museu Nacional do Traje, em Lisboa, Portugal; no Anna Akhmatova Museum, em São Petersburgo, Rússia. Foi produtora e curadora do acervo do fotógrafo Chichico Alkmim, seu avô, hoje sob a guarda do IMS – Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, Brasil.

SERVIÇO

Exposição DELIKATESSEN – Verônica Alkmim França

Período: 31 de janeiro a 25 de março

Horário: De terça à sábado, de 9h30 às 21h, e domingo de 16h às 21h.

Local: PQNA Galeria – Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537 – Centro

Entrada gratuita

Informações para o público: (31) 3236-7400

Informações para a imprensa:

Júnia Alvarenga: (31) 3236-7419 l (31) 98408-7084 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Vítor Cruz: (31) 3236-7378 l (31) 99317-8845 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Thamiris Rezende: (31) 3236-7381 l (31) 99154-9103 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 

Sempre atenta ao aprimoramento dos mecanismos de fomento à produção e circulação de artistas e de pesquisadores do campo da música, a Secretaria de Estado de Cultura promove uma colaboração online para colher da sociedade civil contribuições que auxiliem na elaboração do edital do programa Música Minas 2018. A sugestões podem ser enviadas até 7 de fevereiro no endereço goo.gl/b2EBWD.

A colaboração online é uma forma de ampliar a participação da sociedade civil no desenvolvimento e aperfeiçoamento da política cultural mineira destinada ao segmento da música e vai ao encontro da principal diretriz do Governo de Minas Gerias que é a escuta e a proximidade com os mineiros. “A contribuição da sociedade é fundamental para construirmos um edital que atenda às necessidades do segmento. A participação auxilia na criação de um programa cada vez mais aderente aos interesses da população”, avalia o diretor de Programas e Articulação Institucional da Superintendência de Interiorização e Ação Cultural da SEC, Marco Túlio Costa.

MÚSICA MINAS

O programa de intercâmbio viabiliza viagens por municípios de todo o Brasil e dos cinco continentes do mundo. São R$ 700 mil repassados, a título de ajuda de custo, para despesas com passagens, seguros de viagem, hospedagem, alimentação entre outras.

Em 2017, o Música Minas contemplou 56 propostas, e garantiu a circulação de 210 pessoas. Artistas mineiros levaram a música produzida em Minas Gerais aos cinco continentes do mundo. O Japão recebeu o duo Alexandre Andrés e Rafael Martini para o lançamento do álbum Hura. A Coréia do Sul foi o destino da artista Jennifer Souza, que apresentou canções de seu trabalho "Impossível Breve". O famoso festival de jazz de Montreux, na Suíça, por onde passaram grandes nomes da música, como Nina Simone, Ella Fitzgerald e Elis Regina, foi palco para o guitarrista de Ribeirão das Neves, Expedito Inácio Andrade. A banda ouro-pretana Seu Juvenal, que comemorou no ano passado 20 anos de estrada, excursionou pela primeira vez na Europa, tocando na República Tcheca, Polônia e Eslováquia. A Argentina deu voz à música produzida em Minas Gerais com uma série de apresentações Araçá Quarteto de Choro, grupo de Poços de Caldas. O programa da Secretária de Estado de Cultura também foi responsável por levar o professor de violão Ricardo Novais a Guiné-Bissau, na África, para ensinar violão à crianças e adolescentes carentes. O convite partiu do “Projeto Educando”, escola que atende cerca de 150 pessoas na cidade de Gabu, região leste do país.

Em 2015 e 2016, o edital viabilizou 111 projetos, promovendo a viagem de 349 integrantes da cadeia criativa e produtiva da música.

 

A Fundação Clóvis Salgado, por meio do Cine Humberto Mauro, abre inscrições para o 20º FESTCURTASBHFestival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, um dos eventos mais importantes de difusão e promoção da produção cinematográfica mundial em Minas Gerais. Realizadores com curtas-metragens finalizados em 2017 ou 2018 têm do dia 19 de janeiro ao dia 9 de março para se inscrever. O edital do Festival está disponível no site da Fundação Clóvis Salgado (www.fcs.mg.br).

Serão aceitos filmes com até 40 minutos de duração, de todos os gêneros – exceto filmes publicitários e institucionais – finalizados em película 35mm, 16mm, DCP, DCP 3D entre outros formatos digitais. A curadoria será feita em duas etapas. Na primeira, a comissão selecionará curtas para compor as Mostras Competitivas e Mostras Especiais. Em outro momento, durante o Festival, as produções selecionadas para as Mostras Competitivas serão submetidas à apreciação de um júri de especialistas e outro formado pelo público, que selecionarão os vencedores.

Os filmes selecionados para exibição no Festival serão divulgados no dia 10 de junho de 2018 no site festcurtasbh.com.br e fcs.mg.gov.br. A seleção dos curtas-metragens será realizada por uma comissão formada por 08 a 10 membros titulares e 3 membros suplentes, indicados pela Gerência de Cinema. Os nomes escolhidos para integrar a Comissão de Seleção serão divulgados no site da Fundação Clóvis Salgado e do FESTCURTASBH.

SERVIÇO

Evento: Inscrições 20º FESTCURTASBH

Período: 19/01/2018 a 9/03/2018

Local: Cine Humberto Mauro- Palácio das Artes

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537, Centro

Horário: As inscrições podem ser feitas pelo site www.shortfilmdepot.com

Informações para o público: (31) 3236-7400

Informações para a imprensa:

Júnia Alvarenga: (31) 3236-7419 l (31) 98408-7084 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Vítor Cruz: (31) 3236-7378 l (31) 99317-8845 l Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 

Cidade colonial mineira, com ruas de paralelepípedo, chafariz, casarios antigos, portais coloridos, janelas de madeira e ricos detalhes ornamentais. A charmosa Tiradentes comemora 300 anos neste dia 19 de janeiro. Além do tricentenário, este ano a antiga Vila São José completa 80 anos de reconhecimento como patrimônio histórico nacional.

Inspiração para artistas em diferentes segmentos das artes e berço de um dos maiores líderes políticos da história do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier - o mártir da Independência - a pequena cidade representa um importante episódio de interiorização e consolidação da colonização do território brasileiro. Com aproximadamente 7.500 habitantes, oferece um vasto cardápio com diversas opções de lazer e integra uma prestigiada rota turística do país, a Estrada Real.

Detalhe  portaRelicário do passado de Minas e do Brasil

Atraídos por cascalhos e manchas de ouro nos montes e na Bacia do Rio das Mortes, nos primeiros anos de 1.700, os paulistas foram os primeiros a povoar as terras do atual município de Tiradentes. A região foi palco das lutas entre paulistas e emboabas (apelido dado pelos paulistas aos portugueses e brasileiros de outras regiões que buscavam ouro) e protagonizou um episódio decisivo nessa disputa, conhecido como o Capão da Traição.

O arraial foi elevado à vila em 1718, com o nome de Vila São José. Foi assim batizada em homenagem ao Príncipe D. José, então com quatro anos de idade, filho de D. João V. Com a exploração do ouro em grande escala, sua população cresceu provocando um aumento rápido de moradias, além da construção de igrejas e casas comerciais. 

Em 1860 a vila foi elevada à categoria de cidade e recebeu o nome de Tiradentes. O nome foi escolhido em homenagem ao Patrono do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Ele nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José del Rei (atual Tiradentes) e São João del Rei. Ele foi executado em 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, por ter sido um dos líderes da Inconfidência Mineira (1789).

Patrimônio Cultural

história de Tiradentes se confunde com a história do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O conjunto urbanístico e arquitetônico da cidade foi um dos primeiros a ser reconhecido pelo Iphan como patrimônio histórico brasileiro, em 1938, quando o Iphan completava seu primeiro ano de atuação. Tiradentes apresenta um dos acervos arquitetônicos mais importantes de Minas Gerais, constituído por construções setecentistas religiosas, civis e oficiais. Na arquitetura civil, destaca-se a harmonia do casario térreo, caracterizado pela simplicidade de suas linhas que se alongam em lances contínuos pelas ruas principais da cidade. Algumas peculiaridades também se sobressaem na paisagem urbana, como as casas térreas com número ímpar de janelas, vedações em guilhotinas e treliçados, cuidadosamente elaboradas. 

Os sobrados, em menor número, caracterizam-se tanto pelo tratamento requintado da cantaria nos vãos (incluindo, em alguns casos, pinturas policromadas), quanto pelos acabamentos internos de extrema riqueza, particularmente nos forros pintados e apainelados marcados por composições policromadas com figuras e elementos decorativos do barroco. Entre as construções assobradadas de maior porte, destaca-se a Prefeitura Municipal, além de outras edificações oficiais como o prédio do Fórum. 

A Igreja Matriz de Santo Antônio distingue-se como um dos mais importantes exemplares de arquitetura religiosa colonial mineira. A igreja construída dentro dos padrões das grandes matrizes de Minas Gerais possui riquíssima ornamentação da nave e da capela-mor, e das diversas sacristias ricamente decoradas, além da excepcional composição do coro e belíssima decoração do órgão, considerado uma peça única em Minas Gerais. 

Além do conjunto urbano, existem dez bens tombados isoladamente pelo Iphan em Tiradentes. São eles: Capela do Bom Jesus, Capela da Santíssima Trindade, Capela de Nossa Senhora das Mercês, Capela de São Francisco de Paula, Capela de São João Evangelista, Igreja Matriz de Santo Antônio, Chafariz de São José, Igreja de Nossa Senhora do Rosário, casa do atual Museu da Fundação Rodrigo Melo Franco de Andrade e uma casa à Rua Padre Toledo.  

Em Tiradentes não só os museus, as igrejas, o chafariz, os casarios compõem os 300 anos de história. Cada jardim, cada rua, cada casa, cada porta, cada janela, cada pedra integram um relicário vivo de Minas e do Brasil.

Confira a programação

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Fernanda Pereira – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 
Yara Diniz – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
(61) 2024-5534 - 2024-5504
(61) 99381-7543
www.iphan.gov.br
www.facebook.com/IphanGovBr | www.twitter.com/IphanGovBr
www.youtube.com/IphanGovB


por JOYCE ATHIÊ

“Eu em mim/ Eu em Minas/ Eu em Minas de Mim”, assim escreveu Affonso Ávila no poema “Trilemas da Mineiridade”, um dos exemplos de como Minas Gerais e o barroco mineiro atravessavam as letras do poeta que completaria 90 anos nesta sexta-feira (19). Affonso nasceu em Belo Horizonte, onde também faleceu em 2012, aos 84 anos. Sua entrada na literatura se deu nos anos 50, como parte de uma geração que trouxe nomes como os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, Ferreira Gullar, Darcy Ribeiro, Hélio Oiticica e João Gilberto. “Paulo Leminski observou certa vez que essa geração produziu entre duas ditaduras, a de (Getúlio) Vargas e a militar. Nesse intervalo democrático, surgiu algo potente, e Affonso estava no meio disso. Sua obra é fruto desse período”, comenta Carlos Ávila, escritor e filho do poeta.

“Ele deixou uma obra poética relevante. Tinha proximidade com os irmãos Campos, importantes para a cultura mineira. Ele tem correspondências trocadas com Haroldo de Campos que ainda não foram publicadas. Dos livros de poesia, são importantes como ‘Carta do Solo’, ‘O Poeta e a Consciência Crítica’, ‘Código de Minas’”, cita o jornalista João Barile.

“Ele foi uma espécie de guru da minha geração. Era um parâmetro para o que a gente fazia em termos de gosto, autores para serem lidos, rigor, qualidade literária. Ele e também Laís Corrêa de Araújo, que foi sua companheira. A obra dele é muito importante, mas como é basicamente de poesia, o que ninguém lê, acaba ficando abandonada. Mas isso não diz respeito apenas a ele, é uma coisa da poesia”, afirma Sebastião Nunes, escritor e amigo de Affonso.

“Nos conhecemos no ‘Suplemento Literário’, onde todo mundo se reunia. Na década de 80, nos encontrávamos todos os sábados pela manhã na rua da Bahia. Eram encontros informais, mas ele era sempre muito sério, e os encontros tinham horário pra começar, às 11h. E aí aparecia aquele tanto de poeta que ficava conversando e bebendo cerveja”, lembra.

Da amizade, surgiram algumas parcerias, como a diagramação de livros de teoria, além de “Cantaria Barroca” e “Masturbações”. “Ele tinha essa passagem pelo erotismo, mas não era muito transparente”, observa Sebastião.

A obra de Ávila foi reunida pela editora UFMG em “Homem ao Termo”, com criações de 1949 a 2005. Mas depois desse período, ele seguiu escrevendo e ainda publicou “Poeta Poente”. “É um canto de despedida, de maturidade, de reflexão sobre a vida, sobre o percurso transcorrido”, conta Carlos. Por fim, “Égloga da Maçã”, um poema extenso que traz elementos eróticos e filosóficos, foi sua última publicação. “Foi uma surpresa, um livro que saiu já no ano de morte dele, o que mostra que ele manteve a criatividade poética até o último suspiro”, completa o filho.

Patrimônio. Além da poesia, Affonso também foi estudioso e ativista da defesa do patrimônio cultural de Minas Gerais. “Ele contribuiu para a criação do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, o Iepha, em 1971. Foi consultor da Fundação João Pinheiro e contribuiu para que a instituição se comprometesse com as cidades históricas. Daí surge o plano diretor de Ouro Preto e Mariana, depois São João del Rei”, conta o secretário estadual de Cultura, Angelo Oswaldo, que se diz discípulo de Affonso.

Mas a atuação de Affonso trouxe outras angulações. “Ele ajuda o Iepha a construir a lógica de patrimônio cultural para além das cidades já reconhecidas e volta sua atenção para técnicas construtivas tradicionais, para as edificações que ficam no meio dos caminhos, em pequenos distritos. Ele tomba, por exemplo, distritos de Ouro Preto e Sabará”, comenta Michele Arroyo, presidente do Iepha. “Nos anos 80, ele é convidado a retornar para o órgão para reestruturá-lo. Na ocasião, ele e outras pessoas encabeçam a luta pela preservação do Cine Metrópole, que acaba sendo demolido pelo governador Tancredo Neves, que não chancela o tombamento feito pelo Iepha. Affonso sai do Iepha por causa disso, e o episódio acaba por resultar na lei específica para tombamento municipal”, completa.

Barroco. Mas Angelo Oswaldo enfatiza que, além de atuar na burocracia e nas formalizações do poder público, o mais importante da contribuição de Affonso foram os estudos sobre o barroco mineiro. “Ele edita por 20 anos a revista ‘Barroco’ e faz da publicação um espaço de convergência sobre as expressões do barroco no mundo”, diz o secretário.

“Para as pessoas que se interessam pelo barroco, é impossível não visitar Affonso. Ele publicou ‘Resíduos Seiscentistas em Minas’, um livro que recuperou a festa do barroco no século XVII e mostrou como o barroco mineiro tinha peculiaridades”, comenta João Barile.

Também criou, ao lado de Rui Mourão e Fábio Lucas, o movimento e a revista ‘Tendência’, nos anos 50. “Foi uma luta pela renovação da literatura brasileira, com ensaios sobre o barroco mineiro de extrema relevância”, observa Angelo Oswaldo, relembrando com precisão que, em 1967, Affonso lançava uma edição facsimilar, construída a partir da fotografia do original, de dois livros importantes da história de Minas. “Trata-se do ‘Triunfo Eucarístico’, publicado originalmente em Lisboa em 1734, relatando as festividades ocorridas em Ouro Preto em 1733, e também ‘Áureo Trono Episcopal’, publicado também em Lisboa em 1749, narrando a chegada do primeiro bispo em Minas Gerais em Mariana, o dom frei Daniel da Cruz”, conta Angelo Oswaldo.

“Ele faz uma análise crítica desses textos, mostrando que o barroco em Minas é estilo de vida da sociedade mineradora. O primado da estética barroca valoriza a visualidade, tudo que é espetáculo para os olhos. Os grandes estudiosos do barroco vão falar que a vida é um espetáculo que passa, e Affonso vai mostrar como a sociedade mineradora encenava sua vida, as procissões, os cortejos, as festividades, as missas solenes, rituais essencialmente barrocos. Ele mostrava como essa sociedade se confrontava entre a riqueza fácil da abundância de ouro e se postava com medo diante de Deus, com medo do juízo divino. Ele estuda tudo isso e mostra como o barroco era presente na vida de Minas Gerais”, afirma o secretário.

Aproveitando as celebrações, Cristina Ávila, pesquisadora e filha de Affonso Ávila, organiza, em parceria com o Iepha, um seminário sobre o legado do pai e as políticas de proteção ao patrimônio cultural. O evento ainda não tem data definida. 

DIVULGAÇÃO: Jornal O TEMPO 

 
 


 

 

A magia do circo acompanha o homem através dos tempos. Os adventos do cinema, televisão, internet apenas comprovam como o circo permanece único e insubstituível graças à sua capacidade de reunir diversas linguagens artísticas e da habilidade de se adaptar e se renovar sem perder o elo com as suas raízes e tradição.

Buscando impulsionar a atividade circense no estado, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), irá destinar R$ 200 mil para implantação do projeto “Cidade do Circo“, Centro de Referência e Rede de Apoio ao Circo. O valor será destinado à realização de terraplanagem, construção de cerca e implantação de redes hidrelétricas e hidráulicas. A inauguração está prevista para o início de fevereiro.

O local será construído em uma antiga estação de trem, em um terreno com 11 mil metros quadrados, cedido pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, no Bairro Gameleira.

Um dos principais ganhos com a construção da Cidade do Circo é o terreno para instalação dos circos itinerantes. Além disso, destaca-se a criação de uma biblioteca e a realização de cursos, seminários, palestras e exposições, realizando e assessorando pesquisas e publicações.

Integração e memória

De acordo com o secretário-adjunto de Estado de Cultura João Miguel, a integração das famílias circenses à comunidade é uma preocupação do atual Governo. Segundo ele, o fomento à Cidade do Circo traz à cena da cultura do estado a visibilidade necessária para que esses artistas sejam integrados à sociedade e tenham seus direitos atendidos.

“É muito importante para o segmento do circo tomar consciência de que o estado oferece alguns mecanismos de fomento e incentivo para a manutenção dessas atividades e, nesse sentido, o governador Fernando Pimentel e o secretário de Cultura Angelo Oswaldo, sensíveis a essa demanda acolheram o pleito proposto pela representação do circense e destinaram, de modo pioneiro, esse recurso para o início das obras desta Cidade do Circo. Temos maior interesse em continuar a valorização desta importante expressão artística", diz João Miguel.

A “Cidade do Circo“ será coordenada e gerida pela Sociedade dos Amigos dos Espaços Cênicos de Belo Horizonte, que tem como um dos responsáveis a autora e diretora de teatro Sula Mavrudis. De acordo com Sula, a Rede de Apoio ao Circo, criada há mais de 20 anos, vai mobilizar os circenses de todo o estado. “O objetivo é unir os circenses e suas famílias, criando mecanismos de interlocução, representação e troca de serviços, buscando parcerias com os demais segmentos artísticos, órgãos públicos, iniciativa privada e sociedade em geral. Nosso intuito é criar estratégias voltadas para a defesa socioeconômico cultural dos circenses, dando condições para o exercício de suas atividades com qualidade e segurança”, afirma Sula.

Entre os eixos do projeto estão circos itinerantes, escolas de circo, circos sociais, companhias circenses, trupes de palhaços, acervo bibliográfico, fotográfico, vídeos e site.

Famílias tradicionais

Em levantamentos recentes, realizados pelas associações circenses, foi constatado que existem mais de 2.000 circos espalhados pelo Brasil. Em Minas Gerais existem cerca de 80 circos tradicionais que percorrem o estado. Segundo Sula Mavrudis, a salvaguarda das famílias de circos tradicionais é fundamental para preservação cultural da vida circense em Minas Gerais.

“Esta é uma cultura que enriquece e contribui para a história cultural do país e merece ser preservada no estado. Por isso, o reconhecimento como patrimônio imaterial é fundamental para realização de ações de salvaguarda no estado", avalia Sula.

 

DECRETO NE N° 23, DE 18 DE JANEIRO DE 2018.

Declara luto oficial no Estado de Minas Gerais.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90 da Constituição do Estado,

DECRETA:

Artigo único – Fica declarado luto oficial no Estado de Minas Gerais, por três dias, a partir da data deste decreto, em sinal de pesar pelo falecimento do Senhor Flávio Henrique Alves, Presidente da Empresa Mineira de Comunicação e da Rádio Inconfidência.

Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, aos 18 de janeiro de 2018; 230° da Inconfidência Mineira e 197º da Independência do Brasil.

FERNANDO DAMATA PIMENTEL


NOTA DE FALECIMENTO

A música, a cultura e a comunicação de Minas Gerais amanheceram de luto nesta quinta-feira (18). Flávio Henrique Alves, presidente da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), faleceu nesta manhã em decorrência de complicações posteriores ao quadro de febre amarela. Além de músico talentoso e compositor reconhecido, Flávio atuou com destaque na Rádio Inconfidência, onde também ocupou a presidência. Sua dedicação foi fundamental durante a transferência da Rádio e da Rede Minas para as novas instalações das emissoras, bem como na implantação e integração da Empresa Mineira de Comunicação (EMC). Seu sorriso, seu jeito carinhoso, sua dignidade e sua música ficam marcadas em nossa memória e em nossos corações. O Governo de Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Cultura e todo o Sistema Estadual de Cultura lamentam essa imensa perda e enviam condolências a familiares e amigos. “Flávio Henrique foi, como gestor público, o que sempre foi como artista. Uma pessoa leal e digna que pôs o seu talento a serviço da cultura de Minas Gerais e do Brasil. Todos nós sentimos profundamente a sua partida”, disse o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo.

Flávio deixa esposa e uma filha.

Informações sobre velório e sepultamento serão enviadas em breve.

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA DE MINAS GERAIS

GOVERNO DE MINAS GERAIS


 

Seguem informações oficiais sobre os horários de velório e sepultamento do músico e compositor Flávio Henrique Alves.

VELÓRIO:

Local: Sala Minas Gerais (foyer) - Rua Tenente Brito Melo, 1090, Barro Preto, Belo Horizonte, Minas Gerais

QUANDO:

HOJE, quinta-feira (18), entre 17h30 e 0h

AMANHÃ,

sexta-feira (19), entre 8h e 10h

Em seguida, o corpo seguirá para o Cemitério Parque da Colina, onde ocorrerá o sepultamento, na sexta-feira (19), restrito a familiares e amigos. A família conta com a compreensão de todos.

SECRETARIA

DE ESTADO DE CULTURA

EMPRESA MINEIRA DE COMUNICAÇÃO

GOVERNO DE MINAS GERAIS


 

Nesta quarta-feira (17), o secretário-adjunto João Miguel recebeu a Medalha do Mérito Legislativo entregue anualmente pela Câmara Municipal de Guaranésia. A comenda condecora personalidades e instituições que se destacam por ações desenvolvidas em benéficos do município e seus habitantes. Impossibilitado de comparecer à solenidade realizada no fim do ano passado em Guaranésia, João Miguel foi condecorado em seu gabinete pelo vereador José Osmar da Costa Júnior, o Juninho Capoeira, que estava acompanhado das lideranças políticas Rodrigo Cristiano dos Santos e Antônio Marcos dos Santos.

"Recebo a Medalha com a maior responsabilidade. Sei da importância e do necessário trabalho que a Câmara Municipal desempenha para a efetivação de políticas públicas visando o pleno desenvolvimento sócio humanitário da população guaranesiana. Nesse sentido, agradeço de todo o coração a gentil sensibilidade que brota do corpo legislativo”, pontua João Miguel.

A Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, o Conselho Estadual de Patrimônio Cultural, CONEP/MG, e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico, IEPHA/MG, consideram o ICMS Patrimônio Cultural um dos mais importantes instrumentos de salvaguarda, valorização e conservação dos bens materiais e imateriais protegidos em Minas Gerais. Cerca de 700 municípios desenvolvem políticas de patrimônio cultural a partir desses recursos. O ICMS Patrimônio Cultural constitui, portanto, um dos fundamentos indispensáveis da política cultural de Minas Gerais, sendo um exemplo para as demais unidades federativas do Brasil.

Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Secretário de Estado de Cultura e Presidente do CONEP/MG

 

Michele Abreu Arroyo

Presidente do IEPHA/MG    


 

 

Com o objetivo de facilitar a vida dos proponentes ao Fundo Estadual de Cultura (FEC), a Secretaria de Estado de Cultura disponibiliza um tutorial em vídeo com o passo a passo para realizar as inscrições no edital 2017.

TUTORIAL

As inscrições devem ser feitas na Plataforma Digital disponível no link aqui.

Todos os formulários do edital podem ser encontrados neste link.

Esta é a primeira vez em que os interessados em participar do edital devem realizar as inscrições de forma online. “Pensando nisso e com o intuito de dar mais subsídios aos usuários da plataforma, elaboramos um vídeo explicando como se deve preencher os diversos campos. Isso vai garantir a correta inserção de dados e dar mais agilidade ao processo”, explica o superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Felipe Amado.

As inscrições para o Fundo Estadual de Cultura estão abertas até o dia 31 de janeiro. Apenas aqueles que realizaram o cadastro do proponente, que ficou disponível até 5 de janeiro, estão aptos a realizar a inscrição do projeto na plataforma.

Fundo Estadual de Cultura

O FEC 2017 disponibiliza R$ 9,5 milhões para projetos culturais que tradicionalmente encontram dificuldades em captar recursos no mercado. O edital contribui para a democratização da produção cultural do estado e para o fomento às mais diversas manifestações artísticas presentes em Minas Gerais. O repasse de recursos do FEC, ao contrário da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, é direto, sem necessidade de captação junto a empresas, e contempla, de uma forma geral, manifestações da cultura popular, pequenas entidades, grupos e coletivos, tendo uma visão mais voltado ao interior do estado.

O edital de 2017 foi subdividido em duas frentes para aprimorar a distribuição de recursos e dar ainda mais transparência ao processo. Uma das frentes destina-se a Organizações da Sociedade Civil e possui valor total de R$ 7 milhões. Este edital está dividido em três categorias: 1) Projetos que promovam as culturas populares e tradicionais, no valor máximo de até R$ 25 mil, totalizando R$ 2 milhões; 2) Projetos de Cultura em Geral: realizados pelas organizações da sociedade civil, com valor máximo de até R$ 100 mil, somando R$ 3,5 milhões 3) Pontos de Cultura: com valor máximo de até R$ 50 mil, somando R$ 1,5 milhões.

A segunda frente é destinada a instituições de Direito Público Municipal e irá contemplar as mais diversas atividades artístico-culturais em projetos de até R$ 100 mil. Cada prefeitura ou instituição pública (Pessoas Jurídicas de direito público) de natureza cultural vinculada à prefeitura poderá apresentar somente uma proposta. O valor total deste edital é de R$ 2,5 milhões.

Entenda os valores

O FEC 2017 foi dividido em dois editais:

VALOR OBJETO

R$ 7 milhões subdivididos em:

Projetos de Culturas Populares e Tradicionais: R$ 2.500.000,00

Projetos de Cultura em Geral: R$ 3.000.000,00

Lei Cultura Viva: R$ 1.500.000,00

Edital destinado às Organizações da Sociedade Civil
R$ 2,5 milhões Edital destinado às instituições de Direito Público Municipal
R$ 9,5 milhões Valor total do Fundo Estadual de Cultura 2017


 

Jussara Thomaz, Angelo Oswaldo e José Roberto de Oliveira

José Roberto de Oliveira, prefeito de Leopoldina, a secretária de Cultura, Jussara Thomaz, e o secretário de Meio Ambiente, Marco Antônio Gorrado, foram recebidos pelo secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo. Eles analisaram os programas culturais em curso no município de Leopoldina, com destaque para o Centro Cultural e Biblioteca Municipal, no centro da cidade, o apoio às tradicionais Folias de Reis e os festivais gastronômicos no distrito histórico de Piacatuba. Angelo Oswaldo elogiou as políticas públicas desenvolvidas em Leopoldina, enfatizando também a importância do Conservatório Estadual de Música e da casa de Leitura da Fundação Ormeu Junqueira Botelho. 


 

A partir de hoje Minas Gerais passa a ter novas regras de financiamento à cultura. As mudanças significativas partiram de demandas da sociedade organizada e visam facilitar consideravelmente o acesso aos mecanismos de incentivo e fomento, ampliar recursos, diminuir a burocracia, melhorar prazos, descentralizar e democratizar os recursos. O Fundo Estadual de Cultura, importante via de fomento a projetos culturais, terá sua verba aumentada e também passa a aceitar a inscrição de pessoas físicas. Todas essas importantes novidades foram oficializadas nesta segunda (15) pelo governador Fernando Pimentel e pelo secretário de cultura Angelo Oswaldo, durante cerimônia de sanção do Projeto de Lei nº 23.874, que dá corpo à Lei 22.944 e institui o Sistema Estadual de Cultura, o Sistema de Financiamento à Cultura e a Política Estadual de Cultura Viva. 

São várias as mudanças implementadas. Entre as principais, destacam-se:

  • Um mecanismo foi criado para que parte dos recursos de isenção fiscal seja destinado ao Fundo Estadual de Cultura, promovendo um incremento no orçamento destinado a este mecanismo. O FEC atende a projetos que historicamente têm dificuldade na captação de patrocínios, o que também ajuda a democratizar o acesso aos recursos públicos voltados à cultura;
  • O Fundo Estadual de Cultura (FEC) passa a acolher projetos de pessoas físicas, uma das grandes reivindicações da sociedade civil. O objetivo é descentralizar os recursos, permitindo que os benefícios cheguem ao alcance de todos os territórios de Minas Gerais;
  • A lei permitirá o fluxo contínuo para a apresentação dos projetos, bem como sua análise e captação dos recursos, eliminando os prazos restritivos do incentivo fiscal. Desta forma, o edital tem duração ao longo de todo o ano;
  • Os percentuais das contrapartidas para as iniciativas de isenção fiscal serão diferenciados de acordo com o perfil do projeto de incentivo. Propostas de apelo acentuadamente mercadológico e comercial passam a ter percentuais maiores de contrapartida do incentivador, enquanto projetos de caráter eminentemente cultural passam a contar com percentuais mínimos.

Além de incentivar e coordenar as atividades culturais em Minas Gerais, a lei vai permitir a desconcentração territorial e setorial dos recursos (materiais, financeiros, humanos, entre outros) e equipamentos culturais. Por meio dos novos mecanismos de incentivo (isenção fiscal), os proponentes de projetos aprovados podem obter patrocínio de contribuintes de ICMS até o montante de isenção fixado para o ano. Por meio do fomento (verba direta), o Fundo Estadual de Cultura (FEC) abrirá diferentes editais para contemplar as diversas atividades e regiões do estado, inaugurando uma nova fase no apoio às ações culturais.

Crédito: Manoel Marques

O secretário Angelo Oswaldo destacou que as novas regras irão democratizar o acesso e ampliar a captação de recursos destinados ao incentivo financeiro e desenvolvimento de projetos, até então concentrados na capital mineira e região metropolitana. “Havia uma concentração em algumas atividades e em determinados patrocinadores, bem como em algumas áreas geográficas. A partir de agora, o recurso do Fundo vai irrigar democraticamente todas as regiões desse vasto estado, sendo que grande parte do território mineiro, quase 80%, não tiveram acesso aos mecanismos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura”, disse Angelo Oswaldo. O secretário destacou ainda que a partir de agora o FEC terá uma forma específica de captação de recursos. “As pessoas vão saber exatamente onde o dinheiro vai ser aplicado, como, por que e como. O Fundo tem regras claras e muito transparentes para essa destinação”, complementou.

Em seu discurso, o governador Fernando Pimentel relembrou a importância de os governos unirem esforços para investirem em políticas estruturais para avanço do setor cultural. “Estamos celebrando juntos uma coisa muito importante, que é a continuidade da política cultural em Minas Gerais. É o que isso simboliza. Vem um governo e faz a lei, vem outro e aperfeiçoa, vem um terceiro e corrige, mas o importante é que todos estão apontando na mesma direção. E o estado se fortalece e o nosso setor cultural se fortalece cada vez mais”, reforçou Fernando Pimentel.

Estiveram presentes na cerimônia o deputado estadual Bosco, representando a Assembleia Legislativa de Minas Gerais; o prefeito de Itapecerica, Wirley Rodrigues Reis, representando a Associação das Cidade Históricas de Minas Gerais; o secretário municipal adjunto de Cultura de Belo Horizonte, Gabriel Portela, além de inúmeros representantes do meio cultural, investidores, artistas, apoiadores e empresários do setor.

Aperfeiçoamento

Caberá ao Sistema Estadual da Cultura ser articulador, no âmbito estadual, das políticas públicas de cultura, estabelecendo mecanismos coordenados ou conjuntos de gestão compartilhada entre o Poder Público e a sociedade civil.

Já ao Sistema de Financiamento à Cultura (SIFC) caberá ampliar e descentralizar os recursos disponíveis, principalmente via Fundo Estadual de Cultura, permitindo repasses fundo a fundo, garantindo maior autonomia local na gestão das políticas municipais de cultura. Além disso, será possível simplificar os processos de contratação e prestação de contas.

A Política Estadual de Cultura Viva permitirá ações na área cultural em benefício de povos, grupos e comunidades em situação de vulnerabilidade social e com reduzido acesso aos meios de produção.


Uma das questões que mais mobiliza o debate político e cultural no Brasil, o “lugar de fala” é o tema do programa Voz Ativa desta segunda-feira (15), às 22h15, na Rede Minas. A convidada é a pesquisadora em filosofia social Djamila Ribeiro. Uma das referências do feminismo no Brasil, Djamila lançou recentemente o livro “O que é lugar de fala?”, que tem chamado atenção tanto na academia como entre militantes dos movimentos sociais.

Feminista e responsável pela ampliação das referências teóricas nos estudos sobre a mulher negra, Djamila Ribeiro foi secretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, na gestão de Fernando Haddad. O trabalho de Djamila tem provocado o público a pensar nos lugares de fala como espaços de poder, propondo uma reflexão sobre o silenciamento histórico das mulheres e dos negros na sociedade brasileira. “O programa Voz Ativa tem como objetivo romper esse silêncio. Nossa proposta é ir além do pensamento único que domina a comunicação no país”, explica Luiza de Castro, presidenta da Rede Minas.

O programa, que é comandado pelo jornalista Florestan Fernandes Júnior, vai tratar também de temas como a apropriação cultural, as lutas de afirmação de identidade e a diversidade do movimento feminista no país. Djamila tem destacado, a partir do conceito de interseccionalidade, que é preciso tratar sem hierarquias todas as formas de opressão, sejam elas contra os pobres, os negros ou as mulheres.

Voz Ativa é uma produção da Empresa Mineira de Comunicação, por meio da Rede Minas e Rádio Inconfidência, e tem parceria com a edição brasileira do jornal espanhol El País. O programa, em edição especial preparada para o rádio, é apresentado pela Inconfidência FM, às terças, a partir das 21h, e pela Inconfidência AM, aos domingos, a partir das 22h.

VOZ ATIVA COM DJAMILA RIBEIRO

Segunda-feira (dia 15), às 22h15, pela Rede Minas

Terça-feira (dia 16), às 21h, pela Rádio Inconfidência FM

Domingo (dia 21), às 22h, pela Rádio Inconfidência AM


 

Jacyntho Lins Brandão / Crédito: Filipe Chaves

por Paulo Henrique Pompermaier

Na adolescência, o mineiro Jacyntho Lins Brandão encontrou uma gramática de grego, escrita em francês, no meio de um amontoado de livros que sua mãe herdara de um parente. Começou ali sua aproximação com uma cultura que marcaria sua trajetória.

Hoje, aos 65 anos, 40 anos deles dedicados ao estudo e ensino do grego como professor de Língua e Literatura Grega na UFMG, Brandão finalizou a tradução-concluída ano passado-, direto do acádio, da Epopeia de Gilgamesh, poema épico da antiga Mesopotâmia [atual Iraque] escrito por volta do século 13 a.C. A tradução, que levou dois anos para ser concluída, sai neste mês pela editora Autêntica. Sua base para estudar os escritos originais foi uma edição crítica do poema publicada em 2003 na Inglaterra.

Escrito em doze tábuas de argila que possuem, cada uma, aproximadamente 300 versos, Gilgamesh narra as lendas e cosmogonias mesopotâmicas, com enfoque na história do rei mitológico sumério que dá título à epopeia. Ao ler sobre culturas do Oriente Médio para um trabalho sobre a Grécia, surgiu o desejo de se aprofundar no mundo mesopotâmico.

“O primeiro requisito foi aprender a língua, o que levou ao desejo de traduzir o poema, o que passou a ser meu projeto oficial de pesquisa”, conta o professor. E seu projeto não para com o Gilgamesh. Brandão já traduziu outro poema acádio, A descida de Ishtar ao mundo dos mortos, e prepara sua edição comentada.

Foi durante o doutorado que Brandão entrou em contato com a cultura mesopotâmica, ao frequentar um curso do professor convidado Jean Bottéro, historiador francês especialista no Antigo Oriente Médio. “Depois desse primeiro contato, novamente uma coisa ficou hibernando em mim. Até que, depois de 20 anos sendo professor de grego, resolvi fazer essa tradução do Gilgamesh”, conta.

Para o professor, sair da Grécia é importante pois ajuda a desmoronar o mito do “milagre grego”, “essa ideia muito preconceituosa de achar que a Grécia foi escolhida como início da cultura ocidental, como se a cultura ocidental fosse diferente das outras culturas por conta disso”.

Aficionado por línguas, Jacyntho estudou russo, francês, alemão e hebraico durante a graduação e, com o acádio, não encontrou muitos problemas. “Comecei a estudar acádio em 2005, mas já havia estudado hebraico antes e, como o acádio é também uma língua semítica, não havia grande novidade do ponto de vista gramatical, embora o sistema verbal seja mais variado que o do hebraico”.

Formado em Letras pela UFMG, seus principais estudos e traduções, no entanto, são sobre a Grécia Antiga, como A poética do hipocentauro (2001), Introdução ao Grego Antigo (2005) e Arqueologia da ficção (2005). Um de seus prosadores antigos preferidos, Luciano de Samósata, foi seu objeto de estudo no doutorado, concluído em 1992 na USP. “Descobri em Luciano uma literatura que me agrada muito, que é meio radical em considerar que, afinal de contas, as coisas humanas são essencialmente ridículas”.

Apesar de brincar que se tornou professor da língua mais inútil, a grega, Jacyntho considera fundamental a cultura antiga: “Estudar poesia antiga é como fazer psicanálise da nossa cultura. De um lado, descobrir, nas convergências, muito das nossas motivações, imaginário e sentimentos. De outro, pela via do estranhamento, experimentar o contato com o outro. Os antigos nos permitem ver nosso tempo e nosso mundo com os olhos que nos emprestam, sua distância, no tempo e no espaço, nos proporcionando mais acuidade de visão”.

DIVULGAÇÃO: Revista CULT - goo.gl/q6ceTV

 

 


Grupos de congados, guardas de moçambique, marujadas e caboclos têm encontro marcado em Ouro Preto no próximo domingo (14). Na ocasião, a cidade recebe mais uma edição dos festejos de Reinado de Rosário, manifestação da cultura popular que encanta a comunidade há várias gerações. Cortejos, congados, missa festiva e descendimento de mastros preenchem a programação ao longo de todo o dia.

Preservar as seculares tradições festivas e religiosas de Ouro Preto é algo fundamental, e por isso as comunidades dos bairros Alto da Cruz, Padre Faria e Piedade, junto com a Associação Amigos do Reinado, Paroquia de Santa Efigênia, Irmandade Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia, juntam esforços em prol da revitalização da Festividade do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e de Santa Ifigênia do Alto da Cruz “A Fé que canta e Dança” , também conhecida como Festa da Coroação de Chico Rei, criador do congado em Vila Rica e em Minas Gerais nos idos de 1821.

As festividades haviam perdido sua força, mas graças à mobilização da Associação dos Amigos do Reinado, desde 2008 os festejos do Reinado de Rosário de Ouro Preto se robusteceram. “Nossa principal intenção é resguardar a memória de luta e resistência do negro, tudo isso dialogando com a questão da fé também”, informa Kedison Guimarães, capitão da guarda de Moçambique de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia.

Participam dos festejos vários grupos de congados, guardas de moçambique, marujadas, caboclos, dentre outras manifestações de diversas regiões de Minas Gerais. A previsão é que cerca de 3 mil pessoas participem do evento, realizado pela Associação dos Amigos do Reinado em conjunto com a Prefeitura de Ouro Preto, através das Secretarias de Cultura e Patrimônio e de Turismo, Indústria e Comércio.

PROGRAMAÇÃO

5h

Alvorada Saída da Escola Desembargador Horácio Andrade em direção à Igreja de Santa Efigênia.

8h

Chegada das Guardas Visitantes.

9h

Saída do cortejo da Capela do Padre Faria em direção à Mina do Chico Rei, buscar o o Reinado Congo de Ouro Preto.

12h

Benção aos Congadeiros de Ouro Preto e ás Guardas Visitantes.

12h30

Cortejo com as imagens de Nossa Senhora do Rosário, Santa Efigênia e São Benedito.

15h

 Missa Festiva com a participação dos Conagdos.

16h

Descendimento dos mastros e encerramento.

Crédito das fotos: José Eduardo Carvalho Monte


Morreu na manhã desta quarta-feira, em Montes Claros, Norte de Minas, João Batista Farias,  mestre-comandante do Terno de Catopês de Nossa Senhora do Rosário, um dos grupos de dançantes das Festas de Agosto de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais. Realizadas há mais de 170 anos, as festividades tornaram-se conhecidas nacionalmente, sendo objeto de estudo em universidades por expressarem a genuina cultura popular. Além disso inspiraram vários músicos. 
O mestre João Farias morreu aos 74 anos, no Hospital Aroldo Tourinho, em Montes Claros, onde estava internado, em decorrência de complicações cardíacas e de agravamento de um quadro de diabetes. O  sepultamento está previsto para a tarde desta quarta-feira, no cemitério local. Como outros “astros” das Festas de Agosto, João Farias levava uma vida simples, como carroceiro.
 
No período das manifestações folcloricas – sempre na terceira semana de agosto, deixava seus afazeres, para se dedicar ao comando de um Ternos de Catopês de Nossa Senhora do Rosário, que encanta moradores e visitantes por conta das roupas (brancas), fitas caloridas, danças e ritmos. Além dos grupos de catopés, as Festas de Agosto contam com os conjuntos de marujos (roupas vermelhas e azuis) e caboclinhos (no tom vermelho, representando o povo indigena).
 
A morte do mestre João Farias foi muito lamentada pela comunidade e, especialmente, por pessoas ligadas à arte à cultura, com muitas mensagens divulgadas nas redes sociais. O cantor e compositor Tino Gomes, que nasceu em Montes Claros, lamentou  o falecimento do mestre catopê com  uma mensagem forma de poema.  “Lá no céu tem um castelo/ô lá no céu tem um castelo/ôooo/quem formou foi o Rei da Glória..."/Viva João Faria na Pátria Espiritual!!!”, escreveu o cantor.
Tino Tomes ainda salientou: “Por aqui cala-se mais um tamboril e ficamos mais pobres de catopês. Vá em Paz irmão você cumpriu bonito seu papel, que Nossa Senhora do Rosário te receba com amor e carinho”.
 
Pesquisador das Festas de Agosto, o antrópolo e professor João Batista Almeida Costa destaca que João Farias tornou-se uma das principais figuras das centenárias manifestações populares. “ Mestre João Faria, vá na Luz e ao encontro dos Catopês que o precederam. Obrigadíssimo por tocar nossos corações e nossa fé na Senhora do Rosário enquanto nos conduzistes em festa pelas ruas de Montes Claros à Capela do Rosário”, registrou Almeida Costa.
 
A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) também divulgou nota de pesar, lamentando a inestimável perda do mestre da cultura popular. Na nota, a Universidade destaca que o mestre João Farias, “ ao longo de sua vida, com simplicidade, alegria e devoção, tornou-se um ícone das centenárias Festas de Agosto”. 
 
(*) Informações do site www.em.com.br

Fundação Clóvis Salgado acaba de apresentar a programação 2018 da instituição. O planejamento contempla todas as ações realizadas na Casa nos últimos três anos, que tiveram como fio condutor a arte de vanguarda e a valorização dos artistas nacionais. Para este ano, sempre que possível, a programação será baseada no conjunto das atividades artísticas sob o conceito de Manifesto.

O ponto de partida é o Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade que comemora, em 2018, 90 anos de publicação. Por sua importância e significação no modernismo brasileiro, serão destacadas obras de artistas identificados com o movimento e com a valorização da cultura nacional, em diversos segmentos.

A escolha de Manifesto também celebra outros importantes acontecimentos artísticos. Ainda neste ano, o Manifesto Dadaísta comemora seu centenário, o Manifesto Concreto completa 60 anos de publicação, o Manifesto Neoconcreto, dos mineiros Amílcar de Castro e Lígia Clark, é quase sexagenário e outros manifestos artísticos também merecem ser lembrados e revisitados para aportarem contribuições ao cenário atual.



Segundo o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Augusto Nunes-Filho, ”ampliar e democratizar o acesso à arte, à cultura e à cidadania é sempre a tarefa primeira das instituições culturais públicas. No ano de 2018, a FCS continua atenta aos acontecimentos latentes da sociedade, prezando e sustentando a diversidade nas manifestações artísticas”, aponta.

Ainda de acordo com o presidente da FCS, o conceito de Manifesto pode ser entendido como um reflexo dos recentes acontecimentos que nortearam, indiretamente, a programação artística da casa em 2017.

“Devido a tudo o que aconteceu, principalmente no campo das Artes Visuais, decidimos promover o nosso Manifesto em 2018, com uma programação questionadora, de vanguarda e que preza, acima de tudo, pela qualidade. O público vai aproveitar os nossos já consolidados programas permanentes e, também, desfrutar de atrações inéditas, gratuitas ou a preços acessíveis em todas as áreas da arte e da cultura”, afirma.

Além do tema, outro diferencial para este ano é a proposta de fazer a impressão sistemática da programação em todos os trimestres, disponibilizando o material para o público frequentador da Fundação Clóvis Salgado. O caderno também terá sua versão digital, que estará disponível no site da FCS - www.fcs.mg.gov.br.

Programação diversificada 

Para este ano, a FCS está comprometida com a continuidade dos programas por ela implantados e mantidos ao longo dos últimos três anos. A Cia. de Dança Palácio das Artes, por exemplo, integra mais uma vez a Campanha de Popularização do Teatro & Dança em sua 44ª edição, apresentando Nuvens de Barro. No mesmo Grande Teatro, no Teatro João Ceschiatti e na Sala Juvenal Dias, serão apresentados outros espetáculos integrantes da 44ª campanha.

Na música, seguem, ao longo de 2018, as já tradicionais séries ao meio-dia, da Orquestra Sinfônica e do Coral Lírico de Minas Gerais. O concerto de Abertura da Temporada 2018, nos dias 27 e 28 de fevereiro, com regência de Silvio Viegas, apresenta a Cantata Alexander Nevsky, do russo S. Prokofiev, com o CLMG e a OSMG.

Serão realizadas duas edições da série Sinfônica Pop. Em maio, o grupo mineiro Cobra Coral apresentará canções de autoria de seus integrantes assim como de outros compositores da MPB. A edição de novembro se encontra em estado avançado de planejamento e terá a divulgação do convidado em momento mais oportuno.

Ao longo do ano, a OSMG participará na execução de repertórios diferenciados para jovens na série Concertos Comentados, como O Guia de Orquestra para Jovens, de Benjamin Britten, para adolescentes e Pedro e o Lobo, de Prokofiev, para crianças. No segundo semestre, coro e orquestra fazem a Noite Especial com a Suite nº 3, de Bach, e Bachiana nº 3, de Villa-Lobos, e ainda uma nova apresentação da Noite Tchaikovsky, com a OSMG, o CLMG e a OSPMMG, com regência do maestro argentino Gustavo Fontana.

Consolidando a potência e o diferencial da FCS na apresentação conjunta de seus corpos artísticos, a orquestra e a companhia de dança se apresentam em A História do Soldado, de Stravinsky, em setembro, na comemoração dos 100 anos de estreia da composição. A temporada 2018 será encerrada com a apresentação da Missa do Orfanato, de Mozart, em dezembro.

A Diretoria de Produção Artística e a Diretoria do Centro de Formação Artística e Tecnológica - Cefart - se unem pela primeira vez para a realização conjunta da VI edição do Concurso para Jovens Solistas da OSMG, sob direção do maestro Roberto Tibiriçá, que premiará também, além dos cantores e instrumentistas, um jovem regente.

Ao longo do ano, o Programa Minas Pocket Música se consolidará com a realização de quatro edições, da mesma forma que o Minas Pocket.

Em julho, acontecerá, ainda, a 4ª edição do Inverno das Artes, como também o 4º Palco de Encontro, com realização prevista para agosto, voltando-se uma vez mais para a produção musical mineira.

Tradição e ineditismo na ópera

A FCS produzirá duas óperas, mantendo a semestralidade nessas apresentações. La Traviata, de Verdi, em abril, terá direção musical e regência de Silvio Viegas, concepção e direção cênica de Jorge Takla.  Em outubro, O Holandês Voador, de Richard Wagner, será a primeira montagem de uma ópera wagneriana em Belo Horizonte. A direção musical e regência também serão do maestro titular da OSMG, Silvio Viegas, com concepção e direção cênicas do argentino Pablo Maritano.  

O Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart abre sua temporada de apresentações em abril com a Série Cefart ao Meio-dia, no Foyer do Grande Teatro.Também haverá a Mostra de Dança, no primeiro semestre, que levará ao palco alunos dos cursos básico ao técnico. Na Escola de Teatro, os formandos apresentam duas montagens de conclusão, uma no primeiro e outra no segundo semestre.

Uma importante atividade de ensino complementar é a realização do Cefart em Cena, que explora a transdiciplinaridade entre as diversas linguagens e as tecnologias do espetáculo. Também será realizado o projeto Curta Cefart, que reúne alunos das Escolas de Dança, Música, Teatro, Artes Visuais e Tecnologia do Espetáculo.

Arte para todos os públicos

Neste início do ano, o Palácio das Artes mantém suas galerias em funcionamento com as exposições O que as Vandas não contam, da Greco Design, na PQNA Galeria até o dia 21; o paulistano Alex Flemming manterá sua exposição Alex Flemming de CORpo e alma na Grande Galeria até 25 de fevereiro; Descascando o branco, numa homenagem à mineira Ana Horta, permanecerá na Galeria Genesco Murta; Linhas de Força do paraense Marcone Moreira, na Galeria Arlinda Corrêa Lima; e Labirinto, do paraibano Christus Nóbrega ficará na Galeria Mari’Stella Tristão. O período expositivo das três mostras se encerra em 4 de março.

Também a CâmeraSete estará aberta à visitação, até 18 de fevereiro, com Diego e Frida – Um sorriso no meio da estrada. A PQNA Galeria será ocupada de 30 de janeiro a 25 de março pela mineira radicada na Suécia, Veronica Alkmim França, com a exposição Delikatessen.

O Edital de Ocupação de Artes Visuais da FCS acontece entre março a junho nas Galerias Genesco Murta, Arlinda Corrêa Lima e Mari’Stella Tristão, do Palácio das Artes, e o Edital de Fotografia da FCS ocupará no mesmo período a CâmeraSete, que receberá ainda a Itinerância do Foto em Pauta, de julho a outubro. Nesse período serão lançados os catálogos dos editais de 2017.

A escolha do Manifesto como conceito da programação da FCS deslocou a realização do Programa ARTEMINAS para outubro, que ocupará pelo quarto ano consecutivo as galerias do Palácio das Artes na valorização e no reconhecimento das artes visuais mineiras.

História e tradição

Em 2018, o Cine Humberto Mauro celebra seus 40 anos. A comemoração se estenderá durante todo o ano, com a realização das já tradicionais mostras e retrospectivas de cineastas brasileiros e estrangeiros, merecendo destaque a Retrospectiva Glauber Rocha. Cursos, debates, seminários e atividades especiais voltadas para a ampliação e formação de público também serão desenvolvidas. 

As atividades de 2018 do Cine Humberto Mauro terão início em janeiro com a mostra Ficção Científica Anos 50. As sessões semanais da História Permanente do Cinema, precedidas de debate, assim como Cineclube Francófono e Cinema e Psicanálise, também terão sua continuidade garantida.

No segundo semestre se realizará um dos principais eventos da FCS, o FESTCURTASBH, que celebrará em sua vigésima edição a potência estética do curta-metragem em recortes históricos e recentes da produção mundial. A parceria entre FCS e BDMG Cultural lançará ainda o 5º edital de Estímulo ao Curta-Metragem de Baixo Orçamento.

 

Em seu balanço anual sobre a produção operística brasileira, o site Movimento.com, especializado no tema, elegeu Norma, montagem da Fundação Clóvis Salgado, a melhor produção de ópera no Brasil em 2017. A exitosa temporada realizada em Minas Gerais também ganhou destaque em outras categorias. 

Melhor produção de ópera: Norma, produção da Fundação Clóvis Salgado para o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, por sua encenação criativa e eficiente e pela excelente performance musical geral (solistas bem escalados fazem a diferença).

Melhor figurinista: Sayonara Lopez, por seus trabalhos nas duas produções do Palácio das Artes (Norma e Porgy and Bess), ambos marcados por grande criatividade e riqueza de caracterização (esta com o auxílio de Lázaro Lambertucci).

Melhor iluminador: Fabio Retti, por seu excelente trabalho na Norma de Belo Horizonte, no qual contribuiu para a construção de uma ambientação ao mesmo tempo crua e atraente, de acordo com a proposta da encenação.

Melhor regente: Silvio Viegas, por seus ótimos trabalhos de direção musical e regência nas produções mineiras de Norma e Porgy and Bess, e, especialmente, pela sua excelente condução de Don Giovanni no Theatro da Paz.

Melhor cantor: Fernando Portari, tenor, por sua performance brilhante e irrepreensível como Pollione, em Norma, no Palácio das Artes.

A reportagem está disponível no link http://www.movimento.com/2017/12/resumo-da-opera-2017-um-balanco-da-temporada-e-os-melhores-do-ano/

 

Para participar, as agências ou operadoras de turismo receptivo devem, obrigatoriamente, trabalhar com a comercialização de roteiros em Minas Gerais, bem como possuir site, blog ou rede social que divulguem informações atualizadas sobre o turismo mineiro, dentre outros requisitos técnicos informados na Resolução 03 de 25 de janeiro de 2017.

 

Uma vez aprovada, a empresa poderá participar, por exemplo, de qualificações e capacitações, ações de relacionamento, feiras profissionais do setor e viagens de reconhecimento. Ela também terá os contatos e os produtos turísticos divulgados no portal Minas Gerais e em materiais promocionais da Setur. A participação no projeto terá validade de um ano, mediante

frequência mínima em reuniões técnicas, entre outros requisitos.

 

“O Minas Recebe colocou a nossa empresa no mapa do mundo. Nós éramos uma empresa pequena, trabalhávamos em âmbito local. Com o Minas Recebe aprendemos sobre administração, formas de divulgação e tivemos a possibilidade de participar de feiras. Não tínhamos  a menor ideia de que isso era possível. Da noite para o dia passamos a ter contato com operadoras gigantescas do Brasil e do mundo”, salienta o gerente operacional da Primotur, Helder Primo.


Em contrapartida ao apoio da Setur, as empresas habilitadas para participar do Minas Recebe devem seguir as diretrizes traçadas pela pasta, manter vigentes as exigências legais solicitadas e promover os destinos mineiros.


“Esperamos que as agências possam aderir ao projeto na expectativa de crescimento tanto para a empresa quanto para o turismo em Minas Gerais”, reforça o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.


 

Verão Arte Contemporânea ocupa desde ontem (7) 17 espaços culturais de BH, além de uma apresentação em Ibirité e Contagem. Serão 29 dias de teatro, dança, artes visuais, gastronomia, arquitetura, cinema, literatura, música, moda e também discussões políticas com o  M.A.R.P. Idealizado e realizado pelo Grupo OficcinaMultimédia (GOM), que em 2017 completou 40 anos de trajetória, o evento reafirma seu compromisso de incentivar a pesquisa e a experimentação nas artes, valorizando a criação artística local e trazendo novidades a cada edição. Boa parte da programação do VAC tem preços populares e algumas atrações possuem entrada gratuita.

VAC 2018 é patrocinado pela CODEMIG,  Governo de Minas Gerais e Sesc. Tem apoio cultural da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, e Centro de Referência da Juventude; Fundação de Educação Artística; Teatro Bradesco; Cinema Belas Artes; Galpão Cine Horto; ZAP 18; BH Trans; Restaurante Bem Natural; Restaurante Cantina do Lucas; Fundação Clóvis Salgado; Rede Minas; Memorial Minas Gerais Vale; Centro Cultural Banco do Brasil; Circuito Liberdade; Iepha; Governo de Minas e Governo Federal.

Ione de Medeiros, Jonnatha Horta Fortes e Henrique Mourão do Grupo OficcinaMultimédia (GOM) reforçam a continuidade do evento nas diversas linhas conceituais que se entrelaçam na programação e destacam a parceria com a classe artística. “O GOM investe na organização do evento, faz a curadoria, elabora a programação e mantém sua continuidade, graças às parcerias com os artistas e com instituições culturais de BH. Gosto de dizer que o evento é mágico porque persiste, apesar da insegurança e dos contratempos, mas as pessoas ficam surpresas com a sua extensão e a qualidade da sua programação. A mágica, neste caso, está também no colaborativismo dos artistas e parceiros que apoiam e investem na realização do VAC por acreditarem na sua importância para a cidade e para as pessoas que aqui vivem. É emocionante ver todos juntos realizando um evento que quer levar arte para todos, que valoriza e incentiva a liberdade de escolha e de expressão”, reflete Ione de Medeiros que, em 2018, completa 35 anos de trajetória na direção do GOM. 

Entre as novidades deste ano, o VAC 2018 inaugura uma instalação em espaço aberto como um “tableau vivant”  recriando o quadro impressionista “O Almoço sobre a relva” de Edouard Manet. “O formato da instalação é de um ateliê para modelo ao vivo a partir das recriações do quadro. O evento quer reiterar o espaço do nu na arte, que escandalizou críticos e público em 1863 e ainda hoje vem sendo questionado”, conta Jonnatha Horta Fortes do GOM. Segundo ele, a proposta deste ateliê, compreende a presença de artistas que poderão pintar as recriações ao vivo da obra de Edouard Manet. O “Almoço Sobre a Relva” será realizado nos jardins do Teatro Francisco Nunes no dia 30 de janeiro, terça-feira, às 20h. A entrada é franca e os interessados devem retirar o convite uma hora antes do evento, limitado a um par de convites por pessoa.

Abertura

Tradicionalmente a abertura do VAC é um dos seus principais destaques. Neste ano, não será diferente: o evento que dá início ao Verão será realizado no dia 7 de janeiro, domingo, às 19h, no Sesc Palladium, os ingressos serão comercializados no valor de R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia). O espetáculo integra música e a dança da América Latina e conta com a presença da Orquesta Atípica de Lhamas, a Cia Café com Dança, além de uma convidada especial: Maria Alcina cantando música brasileira. "Queremos promover um encontro festivo juntando a Orquesta Atípica de Lhamas, a cantora convidada, Maria Alcina, e a participação dos bailarinos da Cia. Café com Dança, para comemorar este investimento cultural, que já faz parte do calendário do verão em BH", reforça Ione de Medeiros.

M.A.R.P

Criado em 2006 pelo GOM, o M.A.R.P – Movimento de Arte e Reflexão Política, retorna ao VAC e, desta vez, em parceria com o Coletivo Alternativa Popular, irá promover uma mesa redonda composta por artistas e intelectuais e público com o título “E agora José?”. O objetivo é introduzir no VAC um momento de reflexão sobre inquietações relacionadas à arte e à cultura na atualidade. O debate será no dia 18 de janeiro, quinta-feira, às 20h, no Centro Cultural Banco do Brasil. João Paulo Cunha, Jacyntho Luiz Brandão e Nívea Sabino serão os debatedores do encontro que será mediado por Francisco Cesar. No evento haverá também a presença de NilcéaMoraldeia representando o Coletivo Alternativa Popular. A entrada é franca e a classificação 16 anos.

Moda

No dia 13 de janeiro, sábado, às 14h, o Centro de Referência da Juventude recebe o bazar “Moda X-Tudo – Mercado das Pulgas no VAC”. A entrada é franca e a classificação é livre. O evento vai valorizar produtos de baixo custo reciclando a moda e promovendo uma circulação de roupas e adereços. Projetado com um “Mercado das Pulgas”, o objetivo é diversificar o consumo de usados, introduzindo nas bancas livros, revistas, CD’s e outras quinquilharias.

Gastronomia

Já na área da gastronomia será montada uma grande mesa para 30 pessoas desfrutarem um jantar cujo cardápio será mantido em segredo até o momento da degustação. Com nome de “VER(ÃO) – O Jantar Secreto”, os alimentos serão preparados com ingredientes que seriam descartados. O objetivo é valorizar uma comida sem rótulos, promovendo uma noite de experiências e sensações desafiadoras. O chef Carlos Normando, criador do Projeto Gororoba, será o responsável pelo cardápio que terá entrada, prato principal e sobremesa. O jantar é no dia 10 de janeiro, quarta-feira, às 19h, no Centro de Referência da Juventude (CRJ).A entrada é franca e os interessados devem retirar convite uma hora antes do evento, limitado a um convite por pessoa.

Arquitetura

Nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, às 18h30, a Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil recebe o seminário “Comum I Público” para discutir a produção do comum em tempos de ameaças à democracia. Serão abordadas questões sobre geopolítica, globalização desigual, atuação dos mecanismos transnacionais na fragilização do público, soberania nacional e popular, redes de movimentos sociais e universidades em defesa do que é público e do que é da ordem do comum. A curadoria do seminário é de Natacha Rena, Marcela Brandão e Mariana Moura. Entrada franca, classificação livre.

“A Arquitetura traz à tona questões sociais pertinentes da contemporaneidade, e levanta reflexões relacionadas a questões de geopolítica, da globalização desigual e atuação dos mecanismos transnacionais, na fragilização do público, soberania nacional e popular, no perigo da onguetização. E o papel da sociedade civil e rede de movimentos sociais e universidades em defesa do que é público e do que da ordem do comum”, reflete Ione de Medeiros.

Literatura

No bate-papo “Lucia conversa com Chico”, no dia 1º de fevereiro, às 20h, no auditório do Memorial Minas Gerais Vale, Lucia Castello Branco, escritora, psicanalista e professora titular em estudos literários da Faculdade de Letras da UFMG, conversa com o produtor musical mineiro Chico Neves. O bate-papotraz à tona a memória de quatro décadas da música popular brasileira e de tudo o que envolve a gravação e a produção dos discos no Brasil. A carreira de Chico Neves, contada em livro pelo escritor e jornalista Paulinho Assunção, tem lançamento previsto para 2018. O evento tem entrada franca.

Artes Visuais

A partir de 9 de janeiro, o VAC apresenta dentro do Projeto Parede do Sesc Palladium o artista Eder Oliveira. O projeto é um desdobramento do trabalho do artista, iniciado desde 2005 que trata sobre retrato e identidade a partir da imagem do homem amazônico. Partindo de apropriações de fotos publicadas em jornais de Belém do Pará, onde vive, a ação discorre sobre as relações possíveis entre imagem, identidade, poder, cor, mídia e marginalização. O processo de construção do trabalho poderá ser acompanhado de 9a 14 de janeiro, e a obra ficará exposta até 4 de março.  

Cinema

A IX Mostra de Cinema, Cultura, Arte e Poder ocupará os cinemas Sala Humberto Mauro, Sesc Palladium, Centro Cultural Banco do Brasil e Cine Santa Tereza. Todas as exibições são gratuitas com retirada de ingressos 30 minutos antes do início de cada sessão. Com curadoria de Sávio Leite e do GOM, a mostra trata de semelhanças e especificidades da linguagem audiovisual em filmes que dialogam no eixo da cultura, da arte e do poder. Serão exibidos curtas e longas-metragens de jovens talentos emergentes e consagrados diretores cinematográficos brasileiros.

Ione reforça que a Mostra mantém o foco no tema -  Cultura Arte e Poder- e prioriza a produção nacional, valorizando trabalhos recentes com foco na ficção e em documentários que  resgatam a história da cultura brasileira. “Alguns filmes terão debate após a exibição. Entre eles o escritor João Silvério Trevisan, no Cinema José Tavares de Barros (SESC Palladium), após o documentário “Lampião da Esquina”. Francisco Franco diretor do filme  “Os Três Atos de Carlos Adão” e André Lage diretor de “Los Leones”.

“A Farra do Circo”, “A Batalha do Passinho”, “O Homem que matou John Wayne”, “Ameaçados”, “Confession”, “Histórias que nosso cinema (Não) contava” e “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana” são alguns dos títulos presentes na mostra.

Dança

A Laia Cia de Danças Urbanas traz o espetáculo “Nada mais é” nos dias 21 e 22 de janeiro, às 19h, na Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil. A obra se estrutura a partir da desconstrução de pilares que alicerçam nossa formação e que nos afetam desde a infância: o machismo, a religião e o racismo. A classificação é livre e os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

No sábado, 27 de janeiro, às 18h, Contagem recebe o “Palco Hip Hop – Danças Urbanas” que propõe a valorização, difusão e promoção das danças da cultura hip hop. O palco terá apresentações de MCs, DJs, grupo de dança e grafiteiros, além de uma batalha livre de danças urbanas. Já no domingo, 28, o palco vai para o Teatro Municipal de Ibirité, às 17h. Nos dias 3 e 4 de fevereiro, o Palco chega ao Grande Teatro do Sesc Palladium. Nas três cidades, os ingressos serão vendidos a R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia).

Já o Ballet Jovem Minas Gerais apresenta o “Ritos/Pragmático” no Teatro Bradesco, às 21h, do dia 3 de fevereiro, sábado. O espetáculo fala “dos ritos que estão presentes em nosso cotidiano e em nossos gestos”. A classificação é livre e os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (a meia).

O Grupo Cultura de Guetto ocupa o Teatro Bradesco nos dias 1 e 2 de fevereiro, às 20h, com o espetáculo “Exit”. A apresentação questiona se é possível criar algo novo, o limite para a criatividade, quais são as liberdades que nos deixam presos, as escolhas que nos fazem livres e como escapar da rotina. O espetáculo celebra os 11 anos do Grupo que nasceu em 2006 reunindo amigos do bairro Pompéia, região leste da capital. A classificação é livre e o valor é R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Teatro

Na área da dramaturgia, o VAC investe em propostas de pesquisa e inclui espetáculos recentes, além de uma estreia. O Grupo Planos Incríveis apresenta a peça “Os Indicados”, de 11 a 14 de janeiro, no Teatro Marília. Evandro Passos e AruanaZamby se apresentam no Centro Cultural Banco do Brasil com o espetáculo “O negro conta” nos dias 12 e 13 de janeiro, às 19h. Já o Este Coletivo é o responsável pelo “Suave Coisa Nenhuma”, também no CCBB, de 17 a 20 de janeiro, às 19h. O ZAP 18 recebe o “Homem Vazio na Selva da Cidade” de 19 a 21 de janeiro.

“O Mergulho”, do Novo Coletivo de Teatro, ocupa o CCBB de 24 a 27 de janeiro. O Galpão Cine Horto recebe “A Cerimônia e Os Negros” de 25 a 28 de janeiro, às 19h. A Cia 5 Cabeça traz para o VAC “Uma Tendência para Alegria”, de 2 a 4 de fevereiro, no CCBB. Todas essas apresentações teatrais custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Já a Janela da Dramaturgia realiza uma edição especial no VAC com a reapresentação de leituras performáticas de textos teatrais inéditos da última edição do projeto. Nos dias 27 e 28 de janeiro, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium. A entrada é franca e tem duração de 4h com intervalos a cada uma hora. “A Janela da Dramaturgia vai promover a leitura de novos dramaturgos mineiros, com textos dedicados à infância e juventude”, comenta Ione de Medeiros.

Música

As compositoras Marina Cyrino, Nathália Fragoso, Patrícia Bizzotto e Thais Montanari se apresentamnos dias 10 e 11 de janeiro, às 19h, no CCBB. “Vale ressaltar que são jovens  compositoras  sintonizadas com a pesquisa de novas linguagens musicais contemporâneas”, lembra Ione de Medeiros. O Grupo de Percussão da UFMG celebra 20 anos e homenageia Esdras Ferreira, o Neném, no CCBB, dia 11 de janeiro, às 20h. O CCBB também recebe os artistas Alexandre Andrés e Rafael Martini com a apresentação “Haru” no dia 24 de janeiro, às 20h.

O compositor e instrumentista argentino Rufo Herreraapresenta um recital revelando as diferentes facetas do bandoneón. O repertório inclui obras de J.S. Bach, AstorPiazzolla, e do próprio Rufo Herrera. Para este recital, Herrera também convidou os bandoneonistas Otto Hanriot e Francisco Cesar, para a estreia de sua mais recente obra, composta para três bandoneóns: Variações Ad Libitum. O recital será no auditório do Memorial Minas Gerais Vale na quinta-feira, 25 de janeiro, às 19h.

Já o Teatro Francisco Nunes recebe o lançamento do álbum “Boa Noite” do Grupo Julgamento, que comemora 20 anos, no dia 26 de janeiro, às 20h. E no sábado, 27 de janeiro, às 20h, o Teatro Francisco Nunes será palco dos MCs da Favelinha.

O MeiaMeia, do Arcomusical Brasil, é a atração do domingo, 28 de janeiro, às 19h, no CCBB. No dia seguinte, 29, o CCBB recebe o grupo Semreceita. E, encerrando a programação musical do VAC, José Luis Braga lança o CD “Nossa Casa” no dia 4 de fevereiro, às 19h.

 

SERVIÇO

VERÃO ARTE CONTEMPORÂNEA CELEBRA 12 ANOS EM 2018 COM NOVIDADES E PROGRAMAÇÃO EM 10 ÁREAS CULTURAIS DIFERENTES

Verão Arte Contemporânea 2018

Data: 7 de janeiro a 4 de fevereiro

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). Há espetáculos com entrada franca, mediante retirada ingressos uma hora antes do evento.

Informações: www.veraoarte.com.br

Redes sociais:https://www.facebook.com/veraoarte/  

Site:  veraoarte.com.br/

Hashtags: #VACváeveja #vac2018 #veraoarte

RealizaçãoGrupo OficcinaMultimédia

Patrocínio: Codemig, Governo de Minas Gerais e Sesc

Apoio cultural: Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, e Centro de Referência da Juventude; Fundação de Educação Artística; Teatro Bradesco; Cinema Belas Artes; Galpão Cine Horto; ZAP 18; BH Trans; Restaurante Bem Natural; Restaurante Cantina do Lucas; Fundação Clóvis Salgado; Rede Minas; Memorial Minas Gerais Vale; CCBB; Circuito Liberdade; Iepha; Governo de Minas e Governo Federal.

INFORMAÇÃO PARA IMPRENSA E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS __________________________________

PESSOA. Agência de Relações Públicas

www.pessoacomunicacao.com.br

(31) 3485-7875

IaçanãWoyames | (31) 92268697 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Igor Basílio | (31) 99443-8170 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Erika Pessoa | (31) 99347-3993 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 

A maior maratona cultural de artes cênicas de Minas Gerais irá ocupar, entre os dias 5 de janeiro e 4 de março, os teatros da capital mineira com uma programação diversificada de espetáculos de teatro, dança e stand-up comedy. A Campanha de Popularização do Teatro e Dança levará ao público 132 espetáculos, sendo 54 deles inéditos nesse evento. Serão exibidas 15 apresentações de dança, 29 peças infantis e 88 voltadas para o público adulto.

A iniciativa de popularização do teatro e dança é promovida pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc) e a 44ª edição tem como tema "Vem pra Campanha!". O principal propósito é promover o acesso do público a preços populares.

As peças participantes contemplam diferentes modalidades, valorizando a pluralidade estética e textual das artes cênicas. O stand-up comedy é uma das novidades desta edição, que consiste na apresentação humorística de um artista, que não utiliza recursos cenográficos nem caracterizações. O presidente do Sinparc, Rômulo Duque, considera que é importante valorizar todas as modalidades que estão sendo produzidas em Belo Horizonte. "O humor é uma realidade da arte cênica e, por isso, decidimos incluir as apresentações de stand-up. O teatro é muito rico em gêneros, temos peças dramáticas, humorísticas e musicais", ressalta.

Pensando na difusão da cultura a todos, algumas peças têm acessibilidade física, visual e auditiva para os públicos infantil e adulto. Além das peças teatrais, uma palestra sobre a importância social do teatro completa a grade de ações do Sinparc e acontecerá em fevereiro. Para Rômulo Duque, a Campanha é uma oportunidade única para vivenciar a cultura de forma acessível. “Esperamos que o público aproveite esse momento e se emocione com as peças. O teatro é uma experiência insubstituível e que toca a sensibilidade do público. Enquanto existir sentimento haverá pessoas querendo se conectar com os outros por meio da arte”, destaca o presidente do Sinparc.

 A 44ª edição terá a duração de oito semanas e são esperados 250 mil espectadores. Os valores dos ingressos serão de R$ 10, R$ 11, R$ 13, R$ 15, R$ 17 e R$ 19  e podem ser adquiridos online nos postos de venda da Sinparc. Os ingressos adquiridos pela internet ou pelo aplicativo da campanha, Vá ao Teatro MG, não terão taxa de conveniência.  Os valores promocionais não serão praticados nas bilheterias dos teatros, cujos preços variam de acordo com cada produção. Praças de Belo Horizonte, Betim e Contagem receberão espetáculos gratuitos.

A 44ª Campanha Popularização do Teatro e Dança se estenderá às cidades de Betim, Juiz de Fora e Nova Lima e conta com o incentivo do Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Fundação Municipal de Cultura, patrocínio da TV Globo Minas, Instituto Unimed BH, Ole Consignado, Cimento Nacional, Usiminas e RH Magnesita.

PROJETOS ESPECIAIS

Caminho das Artes

Como nas edições anteriores, a Campanha acontece também no Caminho das Artes, que fica no Centro de Arte Suspensa Armatrux (C.A.S.A.), em Nova Lima.

Projeto Campanha Mostra

Dentro da grade de programação dos espetáculos da 44ª Campanhade Popularização do Teatro e da Dança, a Campanha Mostra reúne espetáculos com algumas semelhanças de linguagem, temas e forma de produção nos teatros da Funarte e do CCBB. Acesse a programação completa no site http://www.vaaoteatromg.com.br/.

 Venda online e aplicativos

Os interessados em assistir as atrações da 44ª Campanha de Popularização do Teatro e Dança podem adquirir o ingresso pelo site www.vaaoteatromg.com.br ou pelo aplicativo gratuito do Sinparc ‘Vá ao Teatro MG’, que está disponível para download em tablets, smarthphones e iPhones pelo link www.vaaoteatromg.com.br/mobile. As compras realizadas online não terão taxa de conveniência.

Além de o público poder acessar a programação completa e comprar os ingressos sem precisar entrar na fila, o site e aplicativo oferecem ainda a ficha técnica dos espetáculos, sinopses e todas as informações sobre as peças teatrais com acesso simples e dinâmico.  O sistema de pagamento é o PagSeguro, que garante comodidade e segurança na compra.

Serviço: 44ª Campanha de Popularização do Teatro e Dança

Data: 5 de janeiro a 4 de março de 2018

Preço: R$ 10 / R$ 11 / R$ 13 / R$ 15 / R$ 17 / R$ 19  (preço nos postos de venda para peças adulto, infantil e dança).

Nas bilheterias dos teatros, os preços são diferentes, conforme cada estabelecimento.

 

Postos Fixos

Posto Edifício Maletta (Sobreloja)

Rua da Bahia - 1148 - Centro

Segunda a sábado - 14h às 19h | Domingos 14h às 18h

Funcionamento: 5 jan a 4 mar (exceto de 10 a 13 fev)

Posto Shopping Cidade (Piso G5)

(Rua Tupis, 337 – Centro)

Segunda a sábado - 10h às 19h | Domingos das 10h às 18h

 Funcionamento: 5 jan a 19 fev

Posto Shopping Pátio Savassi (Piso L3)

(Av. do Contorno, 6.061 – Funcionários)

Terça a sábado das 14h às 19h | Domingos das 14h às 18h

Funcionamento: 05 jan a 04 mar (exceto de 10 a 13 fev)

 

Posto Shopping Estação BH (1º Piso)

(Av. Cristiano Machado, 11.833 – Venda Nova)

Terça a sábado das 14h às 19h | Domingos das 14h às 18h

Funcionamento: 05 jan a 04 mar (exceto de 10 a 13 fev)

Partage Shopping Betim (3º Piso)

(Rodovia Fernão Dias km 492, 601)

Terça a sábado das 13h às 19h | domingos das 14h às 18h

Funcionamento: 05 jan a 04 mar (exceto de 10 a 13 fev)

Posto Itaú Power Shopping (2º Piso)

(Av. General David Sarnoff, 5160 – Cidade Industrial)

Terça a sábado das 14h às 19h | domingos das 14h às 18h

Funcionamento: 05 jan a 04 mar (exceto de 10 a 13 fev)

 

Venda On-line e Aplicativos da Campanha

Outra forma de adquirir os ingressos é pelo site www.vaaoteatromg.com.br ou pelo aplicativo gratuito do Sinparc ‘Vá ao Teatro MG’, que está disponível para download em tablets e  smarthphones e pelo                            link www.vaaoteatromg.com.br/mobile

O pagamento é feito por meio de cartão de débito e cartão de crédito. A pessoa deverá retirar o ingresso na bilheteria do teatro 30 minutos antes do espetáculo.

SERÃO ACEITOS VALE CULTURA E DOTZ

Nos Postos Sinparc, o ingresso pode ser pago com Dotz.

*Limitado a dois pares de ingressos por CPF, a cada dia.

DZ 1135 (1 ingresso)

DZ 2280 (2 ingressos)

DZ 4535 (4 ingressos)

Necessária a apresentação do Cartão Dotz e/ou CPF do titular e senha.

Informações: www.sinparc.com.br – (31) 3272-7487 (horário de atendimento: diariamente das 9h às 13h30 e das 14h30 às 19h).

 

Acompanhe a 44ª Campanha de Popularização Teatro & Dança no site e nas mídias sociais:

Site: www.vaaoteatromg.com.br

Facebook: www.facebook.com/Va-ao-teatro-MG

Twitter: @vaaoteatromg

Informações à imprensa

Press Comunicação | 3245-3778

Nina Rocha | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | 98652-1778

Cristiane José | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | 98577-0253

O jornalista e escritor Carlos Heitor Cony morreu, por volta das 23h da última sexta-feira (5), aos 91 anos. A Secretaria de Estado de Cultura lamenta o falecimento e envia suas condolências à família. O escritor estava internado desde 26 de dezembro no Hospital Samaritano, no Rio. Em 1º de janeiro, foi submetido a uma cirurgia no intestino e teve complicações. A causa da morte foi falência de órgãos. As informações são do site G1.

 

Com uma longa carreira de jornalista, iniciada ainda nos anos 1950, e atuação nos principais jornais e revistas do país ao longo das últimas décadas, Cony é considerado um dos maiores escritores brasileiros. Ganhou alguns dos principais prêmios literários do país.

É autor de 17 romances, como "O ventre" (1958), "A verdade de cada dia", "Tijolo de segurança" e "Pilatos" (1973), uma de suas obras-primas. Depois deste último, passou mais de 20 anos sem publicar nenhum outro romance, quando lançou "Quase memória" (1995). A obra, que vendeu mais 400 mil exemplares, rendeu o Prêmio Jabuti, assim como "A casa do poeta trágico" (1996).

Cony também escreveu coletâneas de crônicas, volumes de contos, ensaios biográficos, obras infantojuvenis, adaptações e criou novelas para a TV. Foi comentarista de rádio, função que exerceu até o fim da vida, na CBN.

Crédito: Antônio Gaudério

A Secretaria de Estado de Cultura lamenta o falecimento do músico mineiro Renato Guima, 57 anos, e de sua filha Renata Rodrigues, 29 anos. Ambos morreram em um acidente na BR-262, em Manhuaçu, na Zona da Mata, na última quinta-feira (4), conforme informações do site G1. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma árvore caiu sobre o carro em que eles estavam.

 

O veículo que Renato dirigia foi atingido o choque resultou na morte instantânea de pai e filha. A mulher do artista e mãe de Renata também estava no carro e foi hospitalizada. Ela foi socorrida consciente e com um corte na região frontal da cabeça, conforme a equipe de resgate.

 

Renato Guima era cantor, compositor, violonista, produtor e diretor artístico e musical. Nascido em Belo Horizonte, integrava as bandas Lombinho com Cachaça e Dance Club. Nas redes sociais, amigos da família lamentaram a perda.

 


 

Para dar início às atividades em 2018, a Aliança Francesa de Belo Horizonte apresenta uma “Flash Expo” do jovem francês Samuel Perrard, que está de passagem pela capital mineira. Samuel apresenta 10 trabalhos abstratos nas técnicas de pintura acrílica e desenho em pastel.

O trabalho de Perrard é fruto de pesquisas sobre as formas geométricas, com uma predileção por figuras circulares. O artista combina as composições de flexibilidade e vivacidade com pureza de desenho de linha para criar um contraste entre o arredondamento de formas e precisão do traço. Sua obra tem por objetivo traduzir a luz com cores, onde texturas brilhantes se misturam com cores frias, criando uma imagem global harmoniosa. Suas cores são associadas por proximidade ou por contraste cromático: laranja-azul, vermelho-verde e amarelo-roxo ocasionalmente.

A música eletrônica francesa será a trilha sonora da abertura da exposição. O Dj mineiro Pablo Araujo, que já abriu mostra para Samuel na Europa, vai comandar as pick-ups no evento tocando, entre outros sons, Cassius, Le Rhythm Digitales, La Femme, Nouvelle Phenomene, Daft Punk, Air e Paradis.

SERVIÇO

EXPOSIÇÃO DE PINTURAS - SAMUEL PERRARD

Abertura: 10 de janeiro (quarta feira), de 18h às 22h

Período:  de 11 a 13 de janeiro, de 8h às 20h

Local: Aliança Francesa Belo Horizonte (Rua Tome de Souza, 1418, Savassi, Belo horizonte/MG)

Informações: (31) 3291 5187

Produtor: Manoel Hagen – (31) 98810-8260  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


 

 

O Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto recebe durante a primeira quinzena de janeiro uma exposição contendo obras de 17 poetisas brasileiras. A mostra está sendo exibida na Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho, que funciona no andar superior do Centro Cultural Hermes de Paula.

As poetas e ativistas culturais contemporâneas opinam, por meio dos poemas, sobre a situação da mulher no mundo, colocando em pauta questões como respeito e ampliação de direitos.

Participam da exposição as poetas Mirna Mendes, criadora do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético, Karla Celene Campos, Marli Fróes, Adri Aleixo, Marlene Bandeira, Maria Cida Neri, Ana Elisa Ribeiro, Isabel Lôpo, Lia Testa, Olívia Ikeda, Noélia Ribeiro, Sandra Fonseca, Patrícia Giseli, Telma Borges, Sarah Sanches, Lívia Prado e Virna Teixeira. A mostra é gratuita e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, de 8h às 21h.

 

CONHEÇA UM POUCO DE ALGUMAS POETAS QUE INTEGRAM A EXPOSIÇÃO

Olivia Ikeda é viciada no Psiu Poético e sofre crise de abstinência nos anos em que não participa do salão de alguma maneira. Mora em João Pessoa e gosta do mar e de água de coco, mas, de vez em quando, sente saudade dos amigos de Montes Claros e do sabor do pequi.

Lia Testa gosta de palavras que se encontram em permanente estado encantatório e de envolvimento. Busca ritos degustativos de salivas que molham a linguagem numa fala erótica e de erotização. Acredita que a poesia está em todos os espaços para recodificar o corpo. Tenta viver/estabelecer uma íntima relação de atravessamento com a palavra, pelo desejo/sonho de encontrar seu intenso e incessante tecido (palpável ou impalpável), para chegar a um estado poético possível. Toma a sua produção como um “work in process”, impelida de desdobramentos múltiplos, de energias moventes e de imersões. Além de se dedicar à produção poética e à produção de obras-colagens (feitas à mão), é professora de Literatura Portuguesa da UFT, Mestre em Letras e Doutora em Comunicação e Semiótica. Têm trabalhos publicados em revistas acadêmicas e literárias, participa de algumas antologias poéticas e é autora dos livros “guizos da carne: pelos decibéis do corpo” (Poesia Menor, 2014) e “sanguínea até os dentes”.

Marli Fróes é natural de Montes Claros-MG, poeta, capoeirista, professora de literatura, ensaísta, Doutora em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora-MG. Publicou os livros de poesias “Visceral”, em 2007 e “Carnaverbo” em 2010; Fendas (no prelo). Possui outras publicações em jornais e antologias diversas. Há alguns anos, juntamente com o poeta, jornalista e escritor Jurandir Barbosa, organiza as Antologias “Psiu poético” e “Poetas de Uma Só Língua – Encontro de Poetas da Língua Portuguesa”, antologia que reúne poetas do Brasil, Angola, Portugal, Moçambique e Guiné Bissau”. Participa da Antologia 30 anos luz, que comemora os trinta anos do Salão Nacional de Poesias Psiu Poético (2016). È pertencente à primeira geração do Salão Nacional de Poesias Psiu Poético, em Montes Claros, sendo homenageada por este Salão, em 2008. Foi homenageada em 2014 pelo Sampoesia- São Paulo Mostra Internacional de poesia, em 2014. Dirige o Grupo Performático “Expressões do Ser-tão”, que é vinculado ao Instituto Federal de Educação do Norte de Minas Gerais e participa do Grupo performático Piquenique Antropofágico”, dirigido pela poeta e performer Patrícia Gisele. Membro do NEABI (Núcleo de Estudos Afro brasileiros e indígenas) do IFNMG. Coordenadora do Grupo de Estudos cadastrado no CNPQ (Grupo de Estudos e Pesquisas em Estudos Culturais e Literaturas Indígena, Afro e Afrodescendente (IFNMG): GEPELIA). (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Isabel Lôpo

Isabel Lôpo é atriz, cronista e poetisa. Graduada em História pela UNOPAR e Técnica em Ciências Políticas pela ESAB, é cronista colaboradora dos jornais: Jornal de Notícias, Gazeta Norte Mineira e O Norte, de Montes Claros/MG. Atuou em peças como: “O Espantalho Apaixonado”, texto de Amelina Chaves e direção de João Jorge Soares; Viva o Luxo! Mora o bucho”, texto e direção de João Jorge Soares; Ópera ”CavalleriaRusticana”, projeto doa PMMG de Montes Claros; Performance musical “Poemas e Canções”, autoria do músico/juiz Danilo Campos; Performance musical “Rapariga do Bonfim”, autoria do músico/compositor Elthomar Santoro; Performance Poética “Mistura de Amores”, poema de sua autoria – Psiu-Poético; Performance Poética “Briga Boa”, poema de sua autoria – Psiu-Poético. No cinema atuou nos filmes: Curta metragem “Lapa Grande – 8.000a.C Descobrindo o Paraíso”, roteiro/direção de Ronaldo Goc; Curta metragem “Além das Nossas Janelas”, roteiro/direção de Alexandre Naval – 2015 ( Vencedor do 14° Festival Nacional de Guaíba/RS, categoria Ficção ); Curta metragem “O Pó de Apolo”, roteiro/direção de Ronaldo Goc; Curta metragem “Estação Montes Claros - A Revolta do Pequi”, roteiro/direção de Alexandre Naval; Videoclipe “A Lenda do Arco-íris”, roteiro de Amelina Chaves e direção de Alexandre Naval; Curta metragem “Rebeka - A Tráfica da Lapa”, roteiro de Adriana Calumby e direção de Edison Eduardo; Longa Metragem “A Menina Que Construía Barcos” do diretor Denis Pinina. Encontrou na arte de escrever a melhor forma de desabafar seus anseios, pensamentos, opinião e desejos, compartilhando suas melhores histórias, numa linguagem prática, objetiva e sucinta. Se nas crônicas costuma tratar de variados assuntos, na poesia faz uso da linguagem erótica, despudorando a mente de seu variado público.

Sarah Sanches

Sarah Sanches acredita na poesia como eterna vontade de se expressar além das palavras. Busca o sentido oculto dos versos, respira rimas, tem saudades palpáveis e vazios extensos. Produz desde sempre, mente inquieta, mãos ágeis: contos, crônicas, fabulas, cartas de amor e prosas sem sentido. Publica seus trabalhos no blog “Borboletas Arianas” e participa do Psiu Poetico. É mãe, poeta, vivente, natural da cidade do sol, criadora de causos e amante incorrigível do silencio (que não fala, mas grita).

SERVIÇO

PAINEL PERMANENTE DE POESIA JUCA SILVA NETO – EXPOSIÇÃO COM 17 POETAS MULHERES

Local: Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho (Praça Doutor Chaves, 32, Centro - Montes Claros/MG)

Data: até 12 de janeiro

Horário: segunda a sexta-feira, de 8h às 21h

Entrada: Gratuita


Foto: FCLopesEMD.A.PRESS

por Ana Clara Brant

Desde 1974, Belo Horizonte começa o ano com uma agitada agenda cultural. Isso porque, pouco depois que o ano vira, a cidade é invadida, no bom sentido, por diversos espetáculos que integram a Campanha de Popularização do Teatro & Dança. Na opinião de Rômulo Duque, presidente do Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc), promotor da Campanha, “a cidade se identifica muito com a Campanha. É uma tradição do belo-horizontino e de quem está pela capital mineira passando as férias conferir algo da programação”.


Nesta 44ª edição – que começa nesta sexta-feira (5) e segue até 4 de março – serão encenados 132 espetáculos, sendo 54 inéditos. Haverá ainda 15 atrações de dança e 29 infantis. As entradas variam de R$ 10 a R$ 19; serão aceitos Dotz e Vale Cultura como pagamento, prática adotada desde o ano passado. “A novidade é que quem for comprar por meio do cartão via site ou aplicativo da campanha (Vá ao teatro MG) não terá de pagar taxa de conveniência”, diz Duque, que anuncia ainda “ espetáculos gratuitos em algumas praças de BH, Betim e Contagem”.

A expectativa do organizador é atrair um público maior do que o do ano passado. “Tivemos cerca de 250 mil pessoas em 2017, e a Campanha foi realizada em um período menor. Já chegamos a receber 400 mil. É raro um festival de teatro no país que alcance esses números. Muita gente só vai ao teatro nessa época. Então isso já é positivo.”

A ressalva ao otimismo está no fato de o principal posto de vendas da Campanha, no Mercado das Flores (esquina de Afonso Pena com Rua da Bahia) estar em obras desde agosto. “Tentamos argumentar com o prefeito, mas não teve jeito. A licitação já havia saído. Por ali estar fechado, muita gente acha que não está acontecendo nada do Sinparc. A solução foi buscar alternativas, como um posto de vendas no Maletta, que é um lugar bem central”, afirma.

SEM PARAR A Campanha se estende por Betim, Contagem, Juiz de Fora e Nova Lima. Sete Lagoas terá sua versão própria em meados de janeiro. Mesmo atravessando o período carnavalesco (de 10/2 a 13/2), a programação não vai parar. “O carnaval em BH está bombando. Então certamente cai o movimento nos teatros. Mas tem sempre quem prefira algo mais tranquilo”, diz Duque.

O esforço de ampliar a acessibilidade dos espetáculos, empreendido no ano passado, volta ao foco. “Com o mote ‘Vem pra Campanha’, queremos abranger todo mundo mesmo. Por isso temos uma parte dos espetáculos com linguagem de libras e audiodescrição e teremos uma parcela boa de cortesias para deficientes físicos, auditivos e visuais”, afirma o presidente do Sinparc.

A novidade incluída na programação 2018 é uma mostra específica do formato stand up comedy, que ocupará o Teatro da Biblioteca Pública Minas Gerais, na Praça da Liberdade, a partir de 10 de janeiro. “É um gênero popular, que conquistou os brasileiros, e a plateia se identifica muito com os humoristas. Não se justifica mais não aceitar essa modalidade.Tudo que pudermos fazer para popularizar o teatro e com qualidade vamos fazer”, comenta Duque.

Thiago Comédia é um dos convidados da mostra. Embora seja veterano na Campanha de Popularização, ele se diz ansioso com a novidade. “Acho ótimo a gente explorar todos os meios que envolvem arte, seja infantil, musical, dança, stand up. Não está nada fácil levar o público ao teatro, e este é um gênero que tem muita aceitação. Vários humoristas vão se revezar todas as quartas e quintas. Já que é uma campanha de popularização, ela tem que se abrir a tudo e a todos”, avalia.

Thiago também estará no evento com mais três produções: Absurdo, montagem em que interpreta oito personagens cômicos baseados em situações do dia a dia; Como se livrar das dívidas em 12 hilárias prestações, e Cassino da Kayete. “Não basta estar na programação. Nós, artistas, temos que fazer a nossa parte, ainda mais que o público oscila bastante. Tem que divulgar, fazer marketing, correr atrás mesmo. Há espetáculos muito bons e para todos os gostos, mas, se não correr atrás, fizer um trabalho de formiguinha, o público não vai.”

O Caminho das Artes, que fica no Centro de Arte Suspensa Armatrux (C.A.S.A.), em Nova Lima, os teatros da Funarte e do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-BH) voltam a formar um circuito que abriga espetáculos com semelhanças de linguagem, temas e forma de produção.

GARANTA SEU INGRESSO

Confira onde está os postos de vendas fixos

Posto Edifício Maletta

Rua da Bahia, 1.148, Centro - Sobreloja
Segunda a sábado, das 14h às 19h; domingo, das 14h às 18h
Funcionamento: 5/1 a 4/3 
(exceto 10/2 a 13/2)

Posto Shopping Cidade
Rua Tupis, 337, Centro - Piso G5
Segunda a sábado, das 10h às 19h; domingo, das 10h às 18h
Funcionamento: 5/1 a 19/2

Posto Shopping Pátio Savassi
Av. do Contorno, 6.061, Funcionários - Piso L3?
Terça a sábado: das 14h às 19h; domingo, das 14h às 18h
Funcionamento: 5/1 a 4/3 (exceto 10/2 a 13/2)

Posto Shopping Estação BH
Av. Cristiano Machado, 11.833, Venda Nova - 1º Piso?
Terça a sábado, das 14h às 19h; domingo, das 14h às 18h
Funcionamento: 05/1 a 4/3 (exceto 10/2 a 13/2)

Partage Shopping Betim
Rodovia Fernão Dias km 492, 601 - 3º Piso
Terça a sábado, das 13h às 19h; domingo, das 14h às 18h
Funcionamento: 5/1 a 4/3 (exceto 10/2 a 13/2)

Posto Itaú Power Shopping
Av. General David Sarnoff, 5.160, Cidade Industrial - 2º Piso
Terça a sábado, das 14h às 19h; domingo, das 14h às 18h
Funcionamento: 5/1 a 4/3 (exceto 10/2 a 13/2)

*A venda digital é feita no site www.vaaoteatromg.com.br e pelo aplicativo gratuito Vá ao Teatro MG


44ª Campanha de Popularização Teatro & Dança
De sexta-feira (5) a 4 de março, em diversos espaços da cidade. Ingressos: R$ 10, R$ 11, R$ 13, R$ 15, R$ 17 e R$ 19 (preço válido nos postos de venda para espetáculos de teatro adulto e infantil e dança). Nas bilheterias dos teatros, os preços são diferentes, conforme cada estabelecimento. Mais informações e programação: www.sinparc.com.brwww.vaaoteatromg.com.br e (31) 3272-7487. Serão aceitos Vale Cultura e Dotz como pagamento.  


 

Foto: Pedro França, agência Senado.

A Ancine (Agência Nacional de Cinema) tem novo diretor-presidente. Christian de Castro é o nome que vai comandar a agência até outubro de 2021, segundo decreto publicado no “Diário Oficial” desta terça (2). Castro, de 48 anos, substitui Debora Ivanov, que comandava a agência interinamente desde junho de 2017.

Consultor especializado em Economia Criativa e pós-graduado em Film & Televison Business pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Castro tem no currículo mais de 18 anos de experiência no setor. Entre outras frentes, Christian já atuou como diretor-executivo da Luz Mágica Produções, produtora criada por Cacá Diegues e Renata de Almeida Magalhães, e foi um dos criadores do RB Cinema I Funcine, o fundo de investimentos privado do cinema brasileiro, que investiu recursos em filmes como “O ano em que meus pais saíram de férias” (2006), de Cao Hamburger.

*com informações do Jornal O Globo

 


Durante este mês de janeiro, o Espaço do Conhecimento UFMG, integrante do Circuito Liberdade, realiza programação especial de férias, que inclui contação de histórias, sarau infantil, exibição de desenhos animados, oficinas, exposição e exibição de filme inédito sobre a Antártica.

As atividades, gratuitas, seguem até 4 de fevereiro. Apenas os ingressos para o planetário são pagos, com entradas a R$ 6 e R$ 3 (meia).

No planetário, haverá sessões diárias para o público infantil. O terraço astronômico recebe oficinas sobre astronomia. No Jogo do sistema solar, cartas testam o conhecimento dos visitantes sobre os astros que giram em torno do Sol. Já no Teatro dos planetas, os participantes assumem os lugares dos planetas, representando seus movimentos e posições.

Outra atração é a exibição do filme Viagem à Lua, de 1902, que conta a história de um grupo capturado por extraterrestres no nosso satélite natural.

Curta-metragem

Fotografias e vídeos inéditos em 360°, produzidos na Antártica por pesquisadores da UFMG vinculados ao projeto MycoAntar, combinados com animações, podem ser vistos no curta-metragem Perspectivas Austrais, em formato fulldome, que explora os recursos do planetário digital e garante sensação de completa imersão. Produção da equipe do Núcleo Audiovisual do Espaço, o filme expõe as belezas de paisagens extraordinárias e o cotidiano dos cientistas que realizam pesquisas nas terras geladas.

A exibição é parte da exposição Expedição Antártica, cujas sessões acontecem terça, quinta e sábado, às 15h, e quarta, sexta e domingo, às 14h. Os visitantes verão cápsulas sensoriais que mostram as dificuldades de adaptação humana ao continente mais gelado do mundo. Eles também poderão experimentar os obstáculos criados por neve, vento e escuridão. A mostra também revela as belezas do território e suas potencialidades científicas.

Toda a exposição, tema de reportagem publicada na edição 2002 do Boletim UFMG, é explorada de forma divertida. Na atividade Caça aos vestígios na Antártica, a criançada usa luvas, jalecos, pincéis e lupas para encarnar o papel de um arqueólogo em busca de objetos encontrados pelo continente. Na Expedição bioantártica, os pequenos viram biólogos à procura de novas espécies. Na Expedição medicina antártica, eles se tornam médicos e aprendem a medir as mudanças sofridas pelo corpo em um ambiente muito frio.

Outra grande riqueza antártica está nos fungos, foco de muitos pesquisadores brasileiros que vão ao continente, pois podem trazer contribuições ao tratamento de muitas doenças. Na oficina Fantásticos fungos antárticos, as crianças são convidadas a criar personagens inspirados nas suas cores e formas. Na atividade Astronomia Antártica, elas aprendem sobre as constelações que podem ser observadas durante a noite polar e recebem explicações sobre o belo fenômeno da aurora austral.

(Re)contando histórias

Na programação de férias, as crianças vão ouvir e contar as suas histórias preferidas. Na atividade Cosmogonia yorubá através da música, o som será usado para explicar a versão da criação do mundo com base na tradição do povo que viveu onde hoje fica a Nigéria. Em Cosmogonia árabe e outras histórias, o surgimento da Terra será abordado pela perspectiva islâmica. Em Histórias da África de A a Z, serão apresentadas famosas lendas de países do continente africano, como das culturas Banto e Zulu.

Para o Sarau infantil, as crianças podem levar ao Espaço seus livros preferidos e compartilhar histórias.

Corpo e mente

Na oficina Criança também faz yoga!, as crianças aprendem a canalizar impulsos, emoções e sensações físicas de maneira positiva, com base em posturas, mantras e respiração. Nos Jogos teatrais, elas descobrem um pouco sobre o universo do teatro e seus elementos.

A exposição Demasiado humano é palco de uma caça ao tesouro, em que os visitantes, fantasiados e munidos de lupas e mapas, percorrem o museu em busca de pistas.

A atividade Brincando de ser cientista desafia a criançada a descobrir o objeto que está dentro de uma caixa fechada, usando apenas os sentidos e a intuição.

Passado no presente

Na oficina Redes ancestrais, um papel simula as paredes das cavernas, e a tinta guache, as tintas primitivas. A atividade propõe que as crianças imaginem como se comunicar pela arte rupestre.

Em Coletando fósseis: A história de Mary Anning, os participantes são apresentados à exploradora e paleontóloga inglesa que explorou a evolução da vida na Terra a partir de vestígios deixados por fósseis.

Guardiã dos pesadelos

Na mostra de curtas de animação, serão exibidos quatro filmes, entre os quais, Diário de areia, produção de alunos da UFMG que conta a história de Erin, uma adolescente de 15 anos. Guardiã dos pesadelos, a jovem tem a missão de purificar os sonhos ruins que escapam para o mundo humano. A atividade conta com a participação da aluna do curso de Cinema de Animação da UFMG Beatriz Correia, que vai abordar a produção de desenhos.

Mais informações sobre as atividades do Espaço do Conhecimento podem ser obtidas pelo telefone (31) 3409-8350. 

O museu está localizado na Praça da Liberdade, 700, Funcionários, em Belo Horizonte/MG.

*Com informações da Assessoria de Comunicação do Espaço do Conhecimento

DIVULGAÇÃO: AGÊNCIA MINAS


 

 

Foto: Leo Lara

Estão abertas as inscrições para as oficinas gratuitas que integram o programa de capacitação e formação da 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontece de 19 a 27 de janeiro de 2018. Os interessados devem ler o regulamento e preencher o formulário disponível no site oficial do evento até 5 de janeiro. São 10 modalidades com oferta de 225 vagas para atender públicos e interesses diversos. Todos os anos, a Mostra Tiradentes promove a formação e capacitação técnica para o mercado de cinema e oferece oportunidades para nova geração de atores e realizadores.  Inscrições devem ser realizadas  www.mostratiradentes.com.br.

“Promover ações de formação é um dos pilares da programação das edições anuais da Mostra Tiradentes que renova anualmente seu compromisso com o desenvolvimento da indústria audiovisual em Minas Gerais e no Brasil”, ressalta a coordenadora do evento e diretora da Universo Produção, Raquel Hallak.

Uma das atividades mais concorridas é a tradicional oficina de “Realização em Curta Digital” ou Oficina do Bigode (apelido do instrutor, o cineasta Luiz Carlos Lacerda). Nessa oficina, o aluno faz parte de uma equipe que tem a oportunidade de fazer um curta-metragem, aprendendo todas as etapas da produção no processo. Pela Oficina do Bigode já passaram alunos que se tornaram cineastas bem-sucedidos, como o carioca Bruno Safadi. São 35 vagas, a partir de 18 anos.

Para os interessados na arte da interpretação, a dica é a oficina “Atuação no cinema realista”, com Renan Rovida, que visa estimular a vivacidade nas atuações em cinema e qualificar a apreciação e as práticas artísticas de atores e atrizes. O trabalho dos desses artistas também será abordado nas oficinas “Direção de Atores”, com Eduardo Bordinhon, que terá foco no desenvolvimento da relação entre diretores e atores na realização de um filme; e “Do Ator ao Personagem – A produção de elenco no audiovisual”, ministrada por Alessandra Tosi, que abordará o processo de pesquisa e produção de elenco em uma obra audiovisual, no contexto do mercado atual.

Foto: Leo Lara

Há ainda duas oficinas mais voltadas para o mercado de cinema: “Elaboração e financiamento de projetos audiovisuais”, com Guilherme Fiúza Zenha e Júlia Nogueira; e “Introdução a projetos audiovisuais multiplataformas” com Gustavo Padovani.

Em 2018, a Mostra Tiradentes oferece quatro opções de oficinas para o público infantojuvenil. O diretor de cinema, tv e webséries Guto Aeraphe, irá ministrar duas atividades. A “Caixa Criativa dos Escritores”, para jovens de 17 a 20 anos, interessados em potencializar a criação de histórias que envolvam uma estrutura dramática, como romances, peças teatrais, roteiros para tv e cinema, etc. E a oficina “Dramaturgia em 360 Graus – O desafio da narrativa em todas as direções”. Voltada para jovens a partir de 15 anos, a atividade abordará conceitos técnicos e teóricos para a construção, produção e gravação de vídeos em 360 graus, em que o espectador é levado ao centro da ação dramática.

Para quem tem uma ideia na cabeça e gostaria de transformá-la em um filme de ação, a pedida é a oficina “Por trás da câmera”, com Anna Rosaura Trancoso e Claudio KeimDoreto, onde os participantes vão vivenciar todo o processo de produção, desde o roteiro até a finalização. E para a turminha entre 12 a 14 anos, a dica é a oficina “Cinema eArtes Plásticas – Histórias de Sombras”, com a artista plástica Daniela Penna. A garotada poderá soltar a imaginação criar histórias a partir da construção de teatro de sombras.

Confira abaixo as oficinas que serão ministradas na 21ª Mostra Tiradentes:

PÚBLICO ADULTO

ATUAÇÃO NO CINEMA REALISTA

Instrutor: Renan Rovida - SP

Período: 22 a 25 de janeiro

Horário: 9h30 às 13h30

Faixa etária: a partir de 18 anos

Carga horária: 16h

Número de vagas: 20

DIREÇÃO DE ATORES

Instrutor: Eduardo Bordinhon - SP

Período: 20 a 23 de janeiro

Horário: 9h30 às 13h30

Faixa etária: a partir de 18 anos

Carga horária: 16h

Número de vagas: 20

DO ATOR AO PERSONAGEM – A PRODUÇÃO DE ELENCO NO AUDIOVISUAL

Instrutora: Alessandra Tosi - SP

Período: 23 a 26 de janeiro

Horário: 14h às 18h

Faixa etária: a partir de 18 anos

Carga horária: 16h

Número de vagas: 25

ELABORAÇÃO E FINANCIAMENTO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS

Instrutores: Guilherme Fiúza Zenha e Júlia Nogueira - MG

Período: 20 a 23 de janeiro

Horário: 14h às 18h

Faixa etária: a partir de 18 anos

Carga horária: 16h

Número de vagas: 20

INTRODUÇÃO A PROJETOS AUDIOVISUAIS MULTIPLATAFORMAS

Instrutor: Gustavo Padovani - SP

Período: 21 a 24 de janeiro

Horário: 14h às 18h

Faixa etária: a partir de 18 anos

Carga horária: 16h

Número de vagas: 20

REALIZAÇÃO EM CURTA DIGITAL

Instrutor: Luiz Carlos Lacerda - RJ

Período: 20 a 26 de janeiro

Horário: 10h às 13h e 15h às 18h

Faixa Etária: a partir de 18 anos

Carga Horária: 42h

Número de Vagas: 35

PÚBLICO JUVENIL

CAIXA CRIATIVA DOS ESCRITORES

Instrutor: Guto Aeraphe - MG

Período: 21 de janeiro

Horário: 14h às 18h

Faixa etária: De 15 a 18 anos

Carga horária: 4h

Número de vagas: 20

CINEMA E ARTES PLÁSTICAS – HISTÓRIAS DE SOMBRAS

Instrutora: Dani Penna - MG

Período: 22 a 26 de janeiro

Horário: 14h às 17h

Faixa etária: De 12 a 14 anos

Carga horária: 20h

Número de vagas: 20

DRAMATURGIA EM 360 GRAUS – O DESAFIO DA NARRATIVA EM TODAS AS DIREÇÕES

Instrutor: Guto Aeraphe - MG

Período: 22 de janeiro

Horário: 10h às 13h e 15h às 18h

Faixa etária: De 17 a 20 anos

Carga horária: 6h

Número de vagas: 20

POR TRÁS DA CÂMERA

Instrutoras: Anna Rosaura Trancoso e Claudio KeimDoreto - RJ

Período: 22 a 26 de janeiro

Horário: 13h às 18h

Faixa etária: De 14 a 18 anos

Carga horária: 20h

Número de vagas: 25

TODA PROGRAMAÇÃO É OFERECIDA GRATUITAMENTE AO PÚBLICO.

***

Acompanhe a 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes e o programa Cinema Sem Fronteiras 2018.

Participe da Campanha #EufaçoaMostra

Na Web: mostratiradentes.com.br No Twitter: @universoprod

No Facebook: universoproducao / mostratiradentes

No Instagram: @universoproducao     Informações pelo telefone: (31) 3282-2366

***

Serviço

 21ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

19 a 27 de janeiro de 2018

FUNDO NACIONAL DA CULTURA

LEI FEDERAL DE INCENTIVO A CULTURA

LEI ESTADUAL DE INCENTIVO À CULTURA

Patrocínio:  ITAÚ, COPASA|GOVERNO DE MINAS GERAIS, CEMIG| |GOVERNO DE MINAS GERAIS

Parceria Cultural:SESC MG

Fomento:CODEMIG|GOVERNO DE MINAS GERAIS

Incentivo: SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA| MINAS GERAIS

Idealização e realização:UNIVERSO PRODUÇÃO

SECRETARIA DO AUDIOVISUAL |MINISTÉRIO DA CULTURA - GOVERNO FEDERAL|ORDEM E PROGRESSO

LOCAIS DE REALIZAÇÃO DO EVENTO

Centro Cultural Sesiminas Yves Alves   

Largo das Fôrras 

Largo da Rodoviária   

Escola Estadual Basílio da Gama

ASSESSORIA DE IMPRENSA 

Universo Produção|  (31) 3282.2366  - Lívia Tostes – (31) 99232.2256   Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

ETC Comunicação | (31) 2535.5257 |99120.5295 / Nudia Fusco - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / Bárbara Prado – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / Luciana d’Anunciação – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Produção de texto: Marcelo Miranda

Para mais informações:
Ana Patrícia Gusmão
Tel.: 31 39159579
email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Democratizar o acesso ao livro, à informação e à leitura como forma de ampliar as condições para o desenvolvimento cultural, humano, social e do aprendizado são alguns dos objetivos do Edital de Criação de Bibliotecas Públicas Municipais, que está com inscrições abertas até 10 de fevereiro de 2018. Iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Superintendência de Bibliotecas Públicas e Suplemento Literário, o certame irá selecionar três propostas e cada uma delas vai receber um acervo de, no mínimo, mil itens, entre livros em impressão comum e Braille, periódicos, CDs, DVDs e audiolivros, totalizando cerca de R$ 40 mil em recursos por município. A seleção é destinada prioritariamente às cidades que ainda não possuem uma biblioteca pública. Os municípios que já possuem o equipamento cultural também estão aptos a participar, desde que a proposta vise a criação de uma sucursal em distritos ou zona rural. As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais ou enviadas pelos correios. Acesse o edital e os formulários neste link.

A diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais, Cleide Fernandes, destaca a força do edital, que está em sua 3ª edição e já beneficiou 15 municípios. “O edital é uma ação importante de democratização do acesso à leitura, especialmente à literária. O acervo selecionado possibilita aos cidadãos o contato com livros informativos e obras literárias relevantes”, pontua Cleide. Atualmente, Minas Gerais possui 815 bibliotecas, distribuídas em 744 municípios, e é o estado brasileiro com o maior Sistema de Bibliotecas Públicas. 

No edital 2016, os municípios de Córrego Danta, Formiga (ambos no território Oeste), Belo Vale e Jaboticatubas (território Metropolitano) foram os grandes vencedores do certame. Além deles, a cidade de Congonhas (Vertentes), com aproximadamente 54 mil habitantes, segundo dados do IBGE, também foi uma das agraciadas e já conta com o novo equipamento cultural. Inaugurada no dia 14 de dezembro, a nova biblioteca, que está localizada no distrito de Lobo Leite, mais especificamente na antiga e charmosa estação Estação Ferroviária, recebeu o nome de Cônego Luiz Vieira da Silva (1735-1809) em homenagem ao líder da igreja local que deu suporte a Tiradentes durante a Inconfidência Mineira. “Somos imensamente gratos à Secretaria de Estado de Cultura, na pessoa ímpar do secretário Angelo Oswaldo que, além de promover tantas e significativas atividades sob sua gestão, ainda doou à Biblioteca o livro “O Diabo na Livraria do Cônego”, de Eduardo Frieiro”, destaca a secretária Municipal de Educação, Maria Aparecida Resende. Para a secretária, a biblioteca é um local para deixar a imaginação fluir e de aprendizado. “A leitura é algo de imensurável valor, no livro e pelo livro incorporam-se fatos e acontecimentos, alegrias e tristezas, realizações e decepções, como num mundo mágico”, pontua.

Os interessados em participar da seleção deste ano deverão considerar em seus projetos aspectos como a promoção da leitura na localidade; a democratização do acesso ao livro, à informação e à leitura; o estímulo à integração da biblioteca com outras linguagens culturais; e o estímulo ao registro e difusão da memória bibliográfica da comunidade, entre outros.

SERVIÇO

EDITAL CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICIPAIS

Período de inscrições: 20 de dezembro de 2017 a 10 de fevereiro de 2018

Inscrições presenciais ou via correios:

Superintendência de Bibliotecas Públicas e Suplemento Literário

Diretoria do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais

Edital 01/2017 – Criação de Bibliotecas Públicas Municipais

Praça da Liberdade, nº21, Funcionários, salas 303/304.

30.140-010 – Belo Horizonte/MG

Horário para inscrições presenciais: de 9h às 17h

Contato para informações ao público e inscrições: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo./ 31 3269-1202 ou 1252


 

iblioteca Cônego Luiz Vieira da Silva 

A Secretaria de Estado de Cultura prorrogou o prazo de inscrições no Edital de Criação de Bibliotecas Públicas Municipais. Os municípios interessados têm agora até o dia 9 de março para participarem da seleção. A iniciativa busca democratizar o acesso ao livro, à informação e à leitura como forma de ampliar as condições para o desenvolvimento cultural, humano, social e do aprendizado. O certame irá selecionar três propostas e cada uma delas vai receber um acervo de, no mínimo, mil itens, entre livros em impressão comum e Braille, periódicos, CDs, DVDs e audiolivros, totalizando cerca de R$ 40 mil em recursos por município. A seleção é destinada prioritariamente às cidades que ainda não possuem uma biblioteca pública. Os municípios que já possuem o equipamento cultural também estão aptos a participar, desde que a proposta vise a criação de uma sucursal em distritos ou zona rural. As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais ou enviadas pelos correios. Acesse o edital e os formulários neste link.

A diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais, Cleide Fernandes, destaca a relevância do edital, que está em sua 3ª edição e já beneficiou 15 municípios. “O edital é uma ação importante de democratização do acesso à leitura, especialmente à literária. O acervo selecionado possibilita aos cidadãos o contato com livros informativos e obras literárias relevantes”, pontua Cleide. Atualmente, Minas Gerais possui 815 bibliotecas, distribuídas em 744 municípios, e é o estado brasileiro com o maior Sistema de Bibliotecas Públicas.

Inauguração da Biblioteca Cônego Luiz Vieira da Silva

No edital 2016, os municípios de Córrego Danta, Formiga (ambos no território Oeste), Belo Vale e Jaboticatubas (território Metropolitano) foram os grandes vencedores do certame. Além deles, a cidade de Congonhas (Vertentes), com aproximadamente 54 mil habitantes, segundo dados do IBGE, também foi uma das agraciadas e já conta com o novo equipamento cultural. Inaugurada no dia 14 de dezembro, a nova biblioteca, que está localizada no distrito de Lobo Leite, mais especificamente na antiga e charmosa estação Estação Ferroviária, recebeu o nome de Cônego Luiz Vieira da Silva (1735-1809) em homenagem ao líder da igreja local que deu suporte a Tiradentes durante a Inconfidência Mineira. “Somos imensamente gratos à Secretaria de Estado de Cultura, na pessoa ímpar do secretário Angelo Oswaldo que, além de promover tantas e significativas atividades sob sua gestão, ainda doou à Biblioteca o livro “O Diabo na Livraria do Cônego”, de Eduardo Frieiro”, destaca a secretária Municipal de Educação, Maria Aparecida Resende. Para a secretária, a biblioteca é um local para deixar a imaginação fluir e de aprendizado. “A leitura é algo de imensurável valor, no livro e pelo livro incorporam-se fatos e acontecimentos, alegrias e tristezas, realizações e decepções, como num mundo mágico”, pontua.

Os interessados em participar da seleção deste ano deverão considerar em seus projetos aspectos como a promoção da leitura na localidade; a democratização do acesso ao livro, à informação e à leitura; o estímulo à integração da biblioteca com outras linguagens culturais; e o estímulo ao registro e difusão da memória bibliográfica da comunidade, entre outros.

SERVIÇO

EDITAL CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICIPAIS

Período de inscrições: até 9 de março de 2018

Inscrições presenciais ou via correios:

Superintendência de Bibliotecas Públicas e Suplemento Literário

Diretoria do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais

Edital 01/2017 – Criação de Bibliotecas Públicas Municipais

Praça da Liberdade, nº21, Funcionários, salas 303/304.

30.140-010 – Belo Horizonte/MG

Horário para inscrições presenciais: de 9h às 17h

Contato para informações ao público e inscrições: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo./ 31 3269-1202 ou 1252


 

A festa do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia é realizada em honra a Chico Rei no mês de janeiro. Como herança africana, a comemoração é movida pela fé e regada de alegria, música e dança, encantando as ruas de Ouro Preto. A abertura das festividades começa neste domingo (7) com a Benção ao Reinado, que será realizada na escadaria da Igreja Santa Efigênia. A programação se estende até o dia 14 de janeiro.

A festa celebra a figura de Chico Rei que veio do Congo trazido como escravo para o Brasil. Em Ouro Preto, ele conseguiu comprar sua alforria e de outros conterrâneos, que o consideraram “rei”. A festa reúne cerca de 35 Guardas de Congado, Moçambique, Marujos, Caboclos, Catopés e Folias de várias regiões do Estado.  

PROGRAMAÇÃO

07/01 (Domingo)

ABERTURA DAS FESTIVIDADES

12h Benção ao Reinado

Local: Escadaria da Igreja Santa Efigênia

19h Missa

Local: Capela do Padre Faria

20h Levantamento das Bandeiras de Nossa Senhora do Rosário, Santa Efigênia e São Benedito

Local: Adro da Capela do Padre Faria

08/01 (Segunda-Feira)

19h30

Palestra: Religiosidade na obra de Joao Guimaraes Rosa.

Objetivo: Perceber a devoção religiosa dos ineiros na obra do grande escritor Guimaraes Rosa que aborda seus livros, temáticas universais, tais como o amor, o medo, a coragem, a fé, a religiosidade, ou seja, inquietações e questionamentos pertencentes a qualquer homem, de qualquer tempo e lugar .

Palestrante: Viviane Michelline Veloso Danese (Doutorado em Literaturas de língua portuguesa na PUC/BH)

Local: Casa de Cultura Negra do Alto da Cruz.

09/01 (Terça-feira)

19h30

Palestra: Irmandades e Congados: uma experiência transatlântica.

As festas d Nossa Senhora do Rosário possuem maior expressão cultural no Centro Oeste e Sudeste do Brasil, como em alguns estados do Nordeste. Os Congados são diretamente ligados à matriz africana, que incorporam à fé católica, ritos e mitos pertencentes à África, O corpo adquirem movimentos performáticos nos ritos da festa do Rosário, pois fazem parte da Congada, que são as danças e os cantos na alvorada, levantamento de mastros, coroação de reis e rainhas, procissão de congos e todos os ritos em relação ao sagrado.

Palestrante: Leda Maria Martins (poeta, ensaísta, pós doutorado em Performance Studies em New York, professora da UFMG, coordenadora do programa de Pós –Graduação em Letras FALE/UFMG, diversos livros e capítulos em livros publicados)

Local:  Casa de Cultura Negra do Alto da Cruz

10/01 (Quarta-feira)

19h30

 Palestra: O Candomblé no Brasil

Pensar no candomblé no Brasil é falar da miscigenação, ancestralidade, sincretismo e diversidade, isto é porque o Candomblé é uma manifestação tipicamente brasileira, de religiosidade de matriz africana que só existe no brasil.

Palestrante: Mãe Maria Emília Leite de Azevedo (estudou no Liceu Coração de Jesus, turma 1979, PUC/SP e Faculdade integradas Tibiriçá).

Local:  Casa de Cultura Negra do Alto da Cruz.

11/01 (Quinta-feira)

19h

Celebra e Tríduo em Louvor a Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia com a participação do Terço dos Homens do Bairro Piedade.

Local:  Capela do Padre Faria.

12/01 (Sexta-feira)

19h

Celebra e Tríduo em Louvor a Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia com a participação do Terço dos Homens do Bairro Taquaral.

Local: Capela do Padre Faria

13/01 (Sábado)

19h

Missa e encerramento do Tríduo em Louvor a Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia.

Local: Igreja de Santa Efigênia.

14/01 (Domingo)

Dia festivo

05h

Alvorada Saída da Escola Desembargador Horácio Andrade em direção à Igreja de Santa Efigênia.

8h

Chegada das Guardas Visitantes.

9h

Saída do cortejo da Capela do Padre Faria em direção à Mina do Chico Rei, buscar o Reinado Congo de Ouro Preto.

12h

Benção aos Congadeiros de Ouro Preto e ás Guardas Visitantes.

12h30

Cortejo com as imagens de Nossa Senhora do Rosário, Santa Efigênia e São Benedito.

15h

 Missa Festiva com a participação dos Congados.

16h

Descendimento dos mastros e encerramento.


 

por CARLOS ANDREI SIQUARA

Prestes a adentrar o seu último ano à frente da secretaria de Estado de Cultura, Oswaldo faz um balanço do funcionamento da Lei Estadual de Incentivo à Cultura em 2017 e detalha parte do funcionamento da nova lei, que deverá entrar em vigor em 2018. Ele ressalta a valorização do Fundo Estadual de Cultura e destaca a abertura do Teatro Paschoal Carlos Magno. 

Que avaliação você faz do funcionamento da Lei Estadual de Incentivo à Cultura neste ano e quais são as expectativas em torno da nova legislação? O edital deste ano foi último da lei de 1997. Ele proporcionou um montante elevado da ordem de R$ 92 milhões. O programa encerrou no último dia 29 porque é feriado bancário e, com isso, termina o ano fiscal. Muitas pessoas esperavam pela prorrogação da lei, mas nós não temos legalmente como dilatar o prazo, uma vez que é o ano fiscal que termina e a própria lei de 1997 também. Mas nós estamos vendo como poderemos considerar os projetos já aprovados no edital de 2017, mas que não captaram. Veremos como eles podem ser convalidados na vigência da nova lei. Dessa forma, esses projetos não terão que passar pelo rito burocrático outra vez e poderão captar dentro da lei. A nova lei já foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais e será sancionada pelo governador Fernando Pimentel. Uma mudança é que, a partir de 2018, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura vai funcionar como a lei federal. Os projetos poderão ser apresentados ao longo de todo o ano e, à medida que forem aprovados, poderão fazer a captação.

De que forma a nova lei vai contemplar o Fundo Estadual de Cultura? Essa nova lei compreende tanto o mecanismo de incentivo, que é esse de captação, e do fomento, que é do recurso distribuído por editais do Fundo Estadual de Cultura. Antes existiam duas leis distintas. Nós, agora, estamos fundindo isso numa lei só, aprimorando os mecanismos da lei de incentivo e da lei de fomento num só instrumento legal. Uma das conquistas importantes é que a nova lei veio fortalecer o Fundo Estadual de Cultura, pois todos os patrocinadores do incentivo terão que depositar o valor correspondente a 30% do patrocínio no Fundo Estadual de Cultura. Este também será um recurso público, porque parte do imposto que ele iria pagar vai ser depositado no Fundo. Então, num projeto aprovado no valor de R$ 100 mil, o patrocinador vai depositar mais R$ 30 mil no Fundo Estadual de Cultura. Se o teto dele for de R$ 100 mil, então ele vai ter que apoiar um projeto menor, de R$ 70 mil, para equilibrar porque ele vai ter que colocar algum recurso no Fundo. Então, se nós tivermos, por exemplo, R$ 90 milhões disponível para a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, teremos quase R$ 30 milhões para o Fundo. Com esse montante podemos ter grandes projetos para diversas áreas que têm dificuldade de captar via Lei de Incentivo, como as culturas indígenas, grupos musicais do Vale do Mucuri, que têm necessidade de um apoio maior. Programas do Vale do Urucuia, do Triângulo Mineiro, as Folias de Reis, entre outros grupos que nunca tiveram muito apoio. O mesmo acontece com a Zona da Mata, o Sul de Minas. Valorizando o Fundo dessa forma ele terá recursos que nunca teve e nós podemos contemplar uma diversidade de manifestações culturais que encontramos em todas as regiões.

Neste ano veio à tona algumas críticas ao programa Música Minas, principalmente em relação ao funcionamento da curadoria. Como você percebe esses questionamentos? Essas críticas vêm de um grupo muito reduzido de pessoas que se beneficiaram mais intensamente ou que deixaram de controlar o programa. São muitas as pessoas beneficiadas. Mais de 300, entre artistas e agentes da produção musical de Minas Gerais que participaram do programa. As críticas vêm de pessoas que nós, inclusive, salvamos. Quando entramos na secretaria, o Ministério Público estava em cima dos gestores do Música Minas. O Tribunal de Contas já tinha glosado a prestação de contas deles. Esse grupo que tinha acertado que o projeto era fruto de uma parceria público privada e que os músicos iriam gerir os recursos. Mas havia tanto problema de gestão que nós resolvemos assumir o programa. Isso diminuiu o custo operacional e houve mais recurso para ser aplicado. Todas as críticas nós acolhemos e fazemos reflexões sobre elas nas reuniões semanais. Elas são analisadas e investigadas. Mas essas críticas são tão superficiais que nem nos permitem chegar a uma conclusão que não seja a de que algumas pessoas realmente querem é criar caso e que, realmente, não há um problema maior, porque as respostas têm sido muito positivas.

Recentemente, houve a reinauguração da sala de sessões do Museu Mineiro, que levou seis anos para ser reaberta. Esse tempo foi necessário em razão das etapas requeridas pelo processo de restauração ou em razão de questões orçamentárias? Havia a necessidade de recursos. Nós encontramos o museu praticamente fechado. Houve um trabalho grande de restauração da Superintendência e do Museu Mineiro. Ao mesmo tempo, nós revitalizamos o Museu Guimarães Rosa, em Cordisburgo. Nós reabrimos o Museu Casa Alphonsus de Guimaraens, que estava fechado em Mariana, e revitalizamos o museu Casa Guignard, em Ouro Preto. Mesmo enquanto a sala de sessões passava pelo processo de restauração, a sala de exposições temporárias já estava funcionando muito bem desde o ano passado. Havia uma sala em que eu fiz as primeiras reuniões como secretário de Estado de Cultura e fizemos dela um espaço para apresentar uma síntese da arte mineira do século XX. Essa sala foi batizada Jeanne Milde. Nós também encerramos o contrato com o restaurante que havia lá, mas não tinha sentido algum. Ele ocupava uma espaço grande e o museu não tinha uma recepção, sanitários adequados, guarda-volumes, uma lanchonete, uma área de pequenas exposições, e que agora existem. Essas são atividades essenciais para o funcionamento de um museu, mas antes não havia espaço para isso. Nós também conseguimos reabrir o Rainha da Sucata, o prédio da Escola da UEMG está sendo concluído e está encaminhada para o prédio Verde, onde funcionava a Secretaria de Aviação, a existência da Casa do Patrimônio. O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) vai voltar para a praça da Liberdade. Lá, vai haver um laboratório de restauro, uma biblioteca e um auditório também.

2018 será o seu último ano à frente da secretaria. Há alguma outra prioridade que considera importante concluir? Temos uma obra que deve ser inaugurada em 2018: o Teatro Paschoal Carlos Magno, em Juiz de Fora; e é um belíssimo teatro, de 400 lugares, que começou a ser construído em 1980 e nós fizemos um convênio com recursos da Codemig e da prefeitura de Juiz de Fora. O Estado pôs R$ 8 milhões lá. Esta é uma obra importantíssima para Juiz de Fora. Eu penso que nós estamos com as novas legislações, com o Plano Estadual, que é uma diretriz para dez anos, com o Plano do Livro e da Leitura, que devemos implementar no próximo ano. Estamos num bom caminho e vejo que esse foi um período positivo. Fui secretário de Cultura no governo de Itamar Franco, de 1999 a 2002, e agora fui convidado pelo Fernando Pimentel. Eu assumi e secretaria com ele num período extremamente crítico, mas eu vejo resultados muito positivos e o governo nos assegurou recursos para que nada ficasse parado.


Democrático e republicano: essa é a linha editorial do Voz Ativa, que estreia na Rede Minas no dia 8 de janeiro, às 22h15. Política, economia, cultura, comportamento, ativismo e outras pautas fazem parte da atração, que traz a cada semana um convidado. Com novas vozes, um dos objetivos do novo programa é ampliar a oferta de informação e reflexão sobre a realidade brasileira, sem partidarismos e sem fugir do debate de ideias.

O nome do programa evoca a canção Roda Viva, que teve sua utilização autorizada pelo compositor Chico Buarque, com versão de Fernanda Porto. O âncora é Florestan Fernandes Júnior, um dos jornalistas mais experientes do país, que contará sempre com a colaboração de representantes da imprensa de Minas Gerais e de outros estados na condução do debate, além da participação de especialistas nos temas tratados.

A entrevista de estreia é com o dramaturgo e diretor de teatro José Celso Martinez, ícone das artes cênicas no Brasil. Nela, Zé Celso esbanja ousadia, bom humor e irreverência ao tratar de temas como a disputa com Silvio Santos em torno da construção de um shopping nas imediações de seu Teatro Oficina, no bairro paulistano do Bixiga, e a nova montagem de O Rei da Vela, 50 anos depois das apresentações que marcaram a história do teatro brasileiro.  

Âncora do Voz Ativa, Florestan Fernandes

Entre os convidados para dialogar com Zé Celso estão o diretor João das Neves, referência no teatro político brasileiro, a diretora do grupo Oficcina Multimédia, Ione de Medeiros, e a jornalista Carla Jimenez, editora brasileira do El País.

Entre os próximos entrevistados já estão confirmados os nomes do cientista político Jessé Souza, autor de A elite do Atraso; do secretário municipal de Cultura de Belo Horizonte, Juca Ferreira; da filósofa e feminista Djamila Ribeiro; do estilista Ronaldo Fraga; e do coreógrafo do Grupo Corpo Rodrigo Pederneiras.

O Voz Ativa é uma produção da Empresa Mineira de Comunicação, por meio da Rede Minas e da Rádio Inconfidência.

O programa vai ao ar pela Rede Minas toda segunda-feira, a partir do dia 8, às 22h15. Em edição especial para rádio, com uma hora de duração, será apresentado às terças-feiras, a partir do dia 9, às 21h, na Inconfidência FM. Aos domingos, a partir do dia 14, às 22h, o programa vai ao ar pela Inconfidência AM.

Com direção de Chico de Paula, o Voz Ativa oferece canais abertos com o público para poder comentar, sugerir temas e entrevistados via redes sociais, nos seguintes endereços:

Facebook - www.facebook.com/maisvozativa

Twitter - www.twitter.com/maisvozativa

Instagram - www.instagram.com/maisvozativa

YouTube - www.youtube.com/channel/UCzVjtLnY1qQcxBY4keS6tdA<

SERVIÇO

ESTREIA “VOZ ATIVA”, NA REDE MINAS

Data: 8 de janeiro de 2018 (segunda-feira)

Horário: 22h15

Canal: Rede Minas 

 

A Secretaria de Estado de Cultura esclarece detalhes sobre o decreto 47.325/2017publicado na edição desta sexta (29) no Diário Oficial de Minas Gerais com relação à Lei Estadual de Incentivo à Cultura. A principal novidade refere-se à flexibilidade na apresentação da declaração de incentivo (DI), a saber:

- Os proponentes que tiveram seus projetos autorizados a captar devem protocolar sua declaração de incentivo (DI) até o dia de hoje, 29 de dezembro, conforme previsto no edital lançado em maio de 2017.

- Excepcionalmente, serão aceitas declarações de incentivo que não estejam completas, ou seja, que ainda não tenham conseguido a assinatura do patrocinador ou qualquer outra pendência com relação a este formulário. ATENÇÃO: mesmo com pendências, é imprescindível que o documento seja protocolado hoje. Sem este protocolo, nenhuma documentação apresentada posteriormente será considerada.

- Os documentos devem ser enviados via correios ou protocolados em algum dos endereços a seguir, respeitados os respectivos prazos de funcionamento:

Cidade Administrativa – Belo Horizonte. Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura –Prédio Gerais, 4º andar (até 18h).

Unidade de Atendimento Integrado – UAI Praça Sete Belo Horizonte – Avenida amazonas, 478, Centro, Belo Horizonte, Minas Gerais (até 18h30)

Superintendências Regionais da Fazenda:

SRF Endereço Cidade Telefone
BELO HORIZONTE Av. Afonso Pena, nº 3892 - 11º andar - Cruzeiro Belo Horizonte (31)3289-6921
DIVINÓPOLIS Rua Mato Grosso, nº 600 - 5º andar - Centro Divinópolis (37)3301-2100
GOVERNADOR VALADARES Rua Peçanha nº 662 - 9º andar - Centro Governador Valadares (33) 3203-3700
IPATINGA Av. Vinte e Oito de Abril, nº 630/640 - Centro Ipatinga (31) 2136-4100
JUIZ DE FORA Rua Halfeld, nº 414 - Sala 206 Juiz de Fora (32) 3313-2300
MONTES CLAROS Av. Major Alexandre Rodrigues nº 223 - Ibituruna Montes Claros (38) 3229-7800
UBERABA Rua Gabriela Castro Cunha, nº 450 - Vila Olímpica Uberaba (34)3318-8800
UBERLÂNDIA Praça Tubal Vilela, nº 165 - 10º Andar Uberlândia (34)3292-8600
VARGINHA Av. Celina Ferreira Ottoni, nº 39 - Jardim Vale dos Ipês Varginha (35) 3068-0100
CONTAGEM Av. Babita Camargos nº 766 - 3º andar - Cidade Industrial Contagem (31) 3306-0700

IMPORTANTE!

- Os documentos que estiverem pendentes, conforme descrito no item 8.6 do Edital LEIC 2017, poderão ser complementados ou corrigidos no prazo de até sessenta dias, contados a partir de 31 de dezembro de 2017.

Dúvidas podem ser esclarecidas nos telefones 31 3915 2717, 2691 ou 2698. Ou pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA

A Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur-MG) publicou, no dia 28/12/2017, a relação dos municípios habilitados no ICMS Turismo, os valores dos índices definitivos de Investimento em Turismo dos Municípios (IIT) e de participação para fins de distribuição da parcela de ICMS pelo critério turismo em 2018, ano-referência 2016.

 

 

Publicação dos municípios habilitados e dos índices provisórios para repasse do ICMS critério turismo.

Fomentando o setor em Minas Gerais, os convênios, no valor de 360 mil reais, preveem o projeto e a instalação de um portal de entrada que tem como foco incentivar o turismo transmitindo boas vindas a quem chega e, também, mostrando um pouco do que o município pode ofertar.

 

Abaeté, Araújos, Campo do Meio, Claraval, Córrego Fundo, Formiga, Gouveia, Guidoval, Igaratinga, Maravilhas, Novo Oriente de Minas e Piumhi foram as cidades contempladas até o momento.

 

Para o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria, o portal de embelezamento é uma ferramenta extremamente importante para beneficiar o setor. “Por meio dos portais que ficarão alocados na entrada principal da cidade, o município poderá desejar de forma simbólica boas vindas aos turistas. Além disso, essa é uma forma estratégica de convidar os visitantes a conhecer melhor os atrativos que o local possui”, destaca.

 

“Hoje é essencial que as cidades tenham um diferencial. Com a assinatura dos convênios, os municípios agraciados poderão usufruir de mais um instrumento de apoio e promoção ao turismo”, reforça Ricardo Faria.

 

“Estamos otimistas com a chegada do portal para nossa cidade. Dessa forma, apostamos no turismo como fator de desenvolvimento, contribuindo com a geração de emprego e renda visando ao desenvolvimento social”, comemora o prefeito de Novo Oriente de Minas, Fabinho.

* Reportagem de Raphael Vidigal publicada no jornal O Tempo em 27 de dezembro de 2017.

As vozes de Luís Carlos Prestes, Fidel Castro, Yasser Arafat, Carlos Lacerda, Eric Hobsbawn. As letras de Gabriel García Márquez, Augusto Boal, Otto Lara Resende, Dom Paulo Arns. Imagens raras de Paulo Coelho, Raul Seixas, Assis Chateaubriand, Olga Benário. Todo esse material em forma de fitas, vídeos, fotos, cartas e outros suportes pertence ao jornalista Fernando Morais, 71, que desde janeiro acena com a vontade de doá-lo para sua cidade natal, Mariana. “A ideia surgiu porque tenho uma biblioteca numerosa, em torno de 5.000 exemplares, a maioria de não ficção. Eu pretendia doar para algum lugar, mas, quando fui mexer, descobri que, além de livros, sou um guardador de coisas”, conta.

Quase um ano depois, o projeto Casa de Mariana, inicialmente previsto para ser instalado na residência onde o escritor nasceu, começa a sair do papel. Uma parceria ampla entre Governo do Estado de Minas Gerais, Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Academia Marianense de Letras e Instituto Fernando Morais vai propiciar a construção do espaço numa rua histórica de Mariana, onde viveu o major Diogo de Vasconcelos no século XVIII. As obras estão previstas para o começo do próximo ano.

Secretaria viabiliza instalação da biblioteca de Fernando Morais na cidade de Mariana

“Quando coloquei uma postagem singela nas redes sociais falando desse meu plano, uma alma caridosa me procurou querendo doar uma quantia de dinheiro para ajudar. Alguém que eu nem conhecia e pediu para se manter anônimo”, revela. “Só que aí a negociação com o atual dono da casa onde nasci emperrou, porque ele pediu um valor fora da realidade. Tenho a impressão de que ele achou que a gente tinha muita grana. Reportei isso ao doador, e ele disse que o dinheiro era para ser investido nesse projeto, fosse onde fosse”, completa Morais.

Centro cultural. Atualmente, um grupo de três professores e oito estagiários da Ufop trabalha para digitalizar todo o acervo cedido pelo escritor. “Estando na nuvem, como dizem, um pesquisador do Cazaquistão que quiser escrever um ensaio sobre Getúlio Vargas vai encontrar muito do que precisa sem sair da terra dele”, avalia Morais.

A intenção é criar, para além de um museu, um centro cultural, onde oficinas, palestras e seminários farão parte do calendário. “O primordial é ir mudando a vocação da cidade. Mariana não pode ter sua receita refém apenas da mineração, o que sempre traz riscos à natureza. Aliás, essa observação, para os moradores dali, é falar de corda em casa de enforcado”, declara, em referência ao trágico rompimento de uma barragem que completou dois anos no mês de novembro.

“Tiradentes conseguiu se tornar um ponto anual para cinema e gastronomia. Vem cozinheiro do mundo inteiro fritar um ovo aqui”, brinca. “Se a Casa de Mariana contribuir nesse sentido, para mim já está pago”, garante Morais.

Para isso, ele promete se valer de amizades forjadas durante 50 anos de atividade profissional. “Posso pedir ao Mario Prata para dar quatro dias de oficinas sobre dramaturgia, novela. Chamar o Oliver Stone, que é o único que tem três Oscars, dois como diretor e um como roteirista, para ele ministrar aulas de roteiro, olha que luxo, e tudo de graça para quem vai assistir”, sustenta.

Com obras traduzidas em inúmeros idiomas, a escolha por Mariana passou longe do acaso. “Não sou um marianense só oficial. Sempre que tenho um tempo escapo para lá. Todos os meus livros, no ‘quem é o autor’, falam que nasci em 1946 e sou de Mariana, estejam eles traduzidos em russo, chinês, polonês ou japonês”, informa.

Política. Além de correspondências e diversas anotações para entrevistas, biografias, reportagens e provas documentais de sua atuação política (foi deputado e secretário de Cultura e Educação), o entrevistado se deparou com curiosidades que decidiu chamar de “fetiches e cacarecos”. “Tenho a placa original do carro dos pistoleiros da rua Tonelero (na tentativa de assassinato a Carlos Lacerda em 1954), o relógio de ouro que Muamar Kadafi me deu, uma caixa de charutos de prata portuguesa com uma dedicatória de Fidel Castro e um taco de beisebol com um bilhete escrito por Hugo Chávez”, enumera. E para 2018 ele já tem outro projeto engatilhado. “Estou escrevendo um livro sobre o Lula, que começa no dia da prisão dele em abril de 1980 e termina quando ele entrega a faixa presidencial para a Dilma, em 2011”. 

Com mais de 90 anos de vida, a Banda de Música Santa Cecília de São Gonçalo da Ponte de Belo Vale acaba de ganhar um registro documental sobre sua bela história. Viabilizado pelo Fundo Estadual de Cultura, o jornalista Tarcísio Martins publica o livro “Memórias: Retratos da Banda de Música Santa Cecília de São Gonçalo da Ponte de Belo Vale”. 

O lançamento ocorreu nas cidades de Congonhas, Belo Horizonte e Belo Vale, e contou com a participação de grupos folclóricos, homenagens a músicos e diretores da banda. A publicação debruça-se sobre a trajetória da “Banda Santa Cecília”. A pesquisa revela o expressivo trabalho da corporação, com ponto de partida em foto de 1923. A ‘Lyra Bello Vallense Santa Cecília’, corporação pioneira, era formada por mestres das letras e da música, formadores de novos valores, difusores das orquestras, coros de igrejas, saraus e corporações musicais. Mestres que nasceram em vilas, nas encostas da Serra da Moeda, Médio Paraopeba, e fizeram ecoar seus sons pelo belo vale.

O livro aborda traços da origem das bandas de música em Minas e no Brasil; destaca suas manifestações nas infantarias militares, aponta sua relação com festejos religiosos e eventos populares, como meio de interação social com as comunidades, e contextualiza apresentações da Banda Santa Cecília em encontros sociais, políticos e culturais que marcaram o desenvolvimento da cidade. O projeto é uma realização da Associação do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental de Belo Vale (APHAA-BV).

O desafio para a sobrevivência das bandas de música, que se acomodam e deixam de existir é ponto de alerta na publicação. O autor sugere que essas corporações sejam reconhecidas e preservadas como patrimônio imaterial em cada município onde estão estabelecidas. “O que está motivando que as bandas de música caminhem rumo ao esquecimento, silenciando ruas e praças, sem os sons de seus instrumentos”, questiona o autor.

(*) Com informações do site Correio de Minas.

PROGRAMA BANDAS DE MINAS

A Secretaria de Estado de Cultura possui o programa Bandas de Minas, que atua na promoção, valorização e permanência das bandas civis por meio da doação de instrumentos musicais, vestimentas e indumentárias, realização de oficinas, realização de pesquisas e registros, encontros de bandas, entre outras ações de fomento a essa tradicional manifestação artística de Minas Gerais.

Com valor total de R$ 1 milhão, o edital está com inscrições abertas até o dia 22 de janeiro. Destina-se à compra de aproximadamente instrumentos para bandas civis de música como forma de contribuir para a manutenção e o aperfeiçoamento desta importante manifestação artística. É promovido em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG).

Outras informações pelo telefone (31) 3915-2650 e (31) 3915-2671, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo link http://bit.ly/2DgflEy


O período de inscrições para o Programa Bandas de Minas ficou mais elástico. Os proponentes ganharam mais tempo para se inscreverem e agora têm até o dia 22 de janeiro de 2018 para submeterem os projetos à Secretaria de Estado de Cultura (SEC). O edital disponibiliza R$ 1 milhão para a compra de aproximadamente instrumentos para bandas civis de música como forma de contribuir para a manutenção e o aperfeiçoamento desta importante manifestação artística. Promovido em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), o edital pode ser acessado aqui. Os projetos devem ser inscritos presencialmente na SEC ou encaminhado via Correios.

Com cerca de 700 bandas de música espalhadas por seus territórios de desenvolvimento, Minas Gerais é o estado com maior número de registro de bandas e celeiro de músicos desta tradição. “Gosto de lembrar sempre de uma frase do saudoso arcebispo mineiro Dom Oscar Oliveira que dizia que festa sem banda é arroz doce sem canela, não tem gosto. Em nosso estado nós sabemos disso, seja em uma festa cívica, militar ou religiosa, a banda de música é essencial”, pontua o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo.

Além de contemplar as Bandas Civis de Música, o edital 2017 também irá atender bandas militares em funcionamento na Polícia Militar e nos Bombeiros, que serão contemplados com a doação de 200 instrumentos musicais, no valor total de R$ 500 mil.

PROGRAMA BANDAS DE MINAS

O programa atua na promoção, valorização e permanência das bandas civispor meio da doação de instrumentos musicais, vestimentas e indumentárias, realização de oficinas, realização de pesquisas e registros, encontros de bandas, entre outras ações de fomento a essa tradicional manifestação artística de Minas Gerais.

SERVIÇO

EDITAL DO PROGRAMA BANDAS DE MINAS 2017

Período de inscrições: 22 de janeiro de 2018, via correios ou presencialmente

Inscrições presenciais: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h

Endereço:

Secretaria de Estado de Cultura - Superintendência de Interiorização e Ação Cultural

Diretoria de Programas e Articulação Institucional

Cidade Administrativa - Edifício Gerais - 5º andar (Rodovia Papa João Paulo II, 4001 - Bairro Serra Verde, 31630-901 - Belo Horizonte/MG)


 

De acordo com decreto, a Política Estadual de Turismo tem o objetivo de implementar mecanismos destinados ao planejamento, desenvolvimento e estímulo do setor em Minas Gerais. A ideia é de democratizar o acesso ao turismo, reduzir as disparidades sociais e econômicas de ordem regional, ampliar os fluxos turísticos, propiciar a prática de turismo sustentável, descentralizar e regionalizar o turismo, dentre outros objetivos.

 

O texto prevê, ainda, a criação do Sistema Estadual de Turismo, que terá a missão de propor planos, programas, projetos e ações voltadas para o turismo no estado e para a melhoria contínua da política pública. Além disso, reconhece os circuitos turísticos como representantes da política de regionalização e legaliza o Observatório do Turismo de Minas Gerais como uma ferramenta de pesquisa.

 

“Com essa lei, é a primeira legislação que reconhece os circuitos turísticos do estado de Minas Gerais. Os circuitos são instâncias de governança, é o braço da secretaria para que possamos chegar em todos os municípios mineiros. Estamos felizes e gostaríamos de dividir com toda cadeia produtiva do turismo essa conquista”, enfatiza o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.

 

Segundo o decreto, os circuitos turísticos passam a ser os responsáveis pela articulação de ações e pelo levantamento de necessidades locais, apoiando a gestão, a estruturação e a promoção do turismo em uma região. Os circuitos turísticos serão certificados e reconhecidos como integrantes do Sistema Estadual de Turismo, o que vai facilitar a descentralização e a regionalização das ações.

 

Clique aqui para ler o decreto na íntegra.


 

 

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e em parceria com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), alterou os patamares da contrapartida do ICMS para as empresas que aderem à Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC). A partir de agora, a contrapartida do incentivador, que estava em 20%, foi reduzida para 5% (empresas de grande porte), 3% (médio porte) e 1% (pequeno porte). A notícia foi publicada no Diário Oficial na edição do dia 21 de dezembro.

A iniciativa busca viabilizar um maior volume de patrocínios pelas empresas incentivadoras, facilitando a captação de recursos pelos agentes da cultura. “A redução da contrapartida atende aos anseios de empreendedores culturais e empresas incentivadoras que sinalizaram dificuldades de captação em virtude da crise econômica”, explica o superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Felipe Amado. “Desta forma, acreditamos que haverá um maior volume de patrocínio cultural aos projetos que receberam autorização de captação pelo Edital LEIC 2017”, completa.

A Lei 17.615/2008, que versa sobre a alteração dos percentuais de contrapartida, pode ser acessada aqui. O documento atualizado de Declaração de Incentivo, necessário para os proponentes que tiveram seus projetos culturais aprovados pela Secretaria de Cultura, pode ser acessado neste link. O edital atualizado pode ser acessado aqui.

Entenda a mudança

A Lei Estadual nº 20.694, de 23 de maio de 2013, que fixava as contrapartidas das empresas incentivadoras aos percentuais de 1%, 3% e 5% teve seu prazo expirado em 31 de dezembro de 2016. Com isso, o valor destinado à contrapartida retornou ao patamar anterior, fixado em 20% para qualquer empresa incentivadora. Como os proponentes encontraram dificuldades em captar os recursos junto ao mercado, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, propôs a alteração da Lei na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Após votação na ALMG, os valores da contrapartida retornaram ao patamar fixado em 2013, o que facilitará a captação de recursos pelos agentes culturais.

Neste ano, o edital da Lei Estadual de Incentivo à Cultura foi lançado no valor de R$ 92,3 milhões.

Democratização e interiorização

Pautado na democratização e interiorização, o edital deste ano conta com R$ 92,3 milhões em incentivos, a maior quantia já registrada em toda a história da lei, lançada em 1998. Outro destaque é o caráter de descentralização dos recursos, com destinação de 45% da verba total - R$ 41,5 milhões - a projetos de proponentes do interior. 

O edital visa viabilizar a realização de projetos culturais por meio de recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura via renúncia fiscal atrelada ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O formato foi construído após consulta pública e diálogo com o Conselho Estadual de Política Cultural.

Há novidades nesta edição. Cada uma das oito categorias artísticas contempladas pelo edital conta com montante de recursos previamente estabelecido, de forma a garantir uma melhor distribuição dos mesmos a projetos com perfis diferentes, evitando a concentração da verba em propostas similares. Entre as categorias também há novidades: criação artística e novos artistas; circulação de manifestações culturais, oficinas e formação cultural, e eventos com no mínimo três edições.


 

imagem de destaque

As inscrições para 11ª edição dos editais de Ocupação de Artes Visuais e de Fotografia da Fundação Clóvis Salgado (FCS) foram prorrogadas até 12 de janeiro de 2018. O resultado será divulgado em 7 de fevereiro do ano que vem.

Podem se inscrever artistas e coletivos do Brasil e, do exterior, desde que possuam visto de permanência definitivo no país. A ficha de inscrição e orientações sobre a documentação exigida estão disponíveis no site da Fundação Clóvis Salgado: www.fcs.mg.gov.br.

Realizado de forma consecutiva desde 2015, o Edital de Ocupação de Artes Visuais irá selecionar três projetos para as galerias Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Mari’Stella Tristão, no Palácio das Artes.

E, pelo segundo ano seguido, haverá seleção de dois projetos para o Edital de Ocupação de Fotografia da CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais.  

Sobre os editais

Desde 2015 a FCS tornou o edital anual a criou um edital especifico para fotografia. A inciativa pretende estimular a nova produção nas artes visuais em âmbito nacional.

Os artistas selecionados receberão R$ 5.500, para cada exposição coletiva, e R$ 4.000 para as individuais, além de transporte de obras, montagem e divulgação da exposição pelas equipes de Artes Visuais e de Comunicação da Fundação Clóvis Salgado. A instituição também garantirá a publicação de um catálogo das exposições.

A Comissão de Seleção do Edital contará com a participação de profissionais convidados, com notória especialização em artes visuais.

Serão avaliados os portfólios dos inscritos e os projetos apresentados conforme os seguintes critérios: qualidade e contemporaneidade, relevância estética e conceitual, originalidade e ineditismo em Belo Horizonte e adequação ao espaço físico pretendido.

Para o edital de Ocupação de Artes Visuais já foram selecionados artistas como Adriana Maciel, André Griffo, Bete Esteves, Éder Oliveira, Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, Marcelo Armani, Nydia Negromonte, Ricardo Burgarelli e Ricardo Homen.

Já para o Edital de Ocupação de Fotografia, a CâmeraSete recebeu trabalhos de Luiza Baldan, Nelton Pellenz, Tiago Aguiar e do Coletivo Família de Rua. 

Serviço:

Edital de Ocupação de Artes Visuais e Fotografia
Inscrições:
www.fcs.mg.gov.br
Período: até 12 de janeiro de 2018

Outras informações:
Assessoria de Comunicação da Fundação Clóvis Salgado
(31) 3236-7312


 

Presépio de Córrego Fundo, no Território Oeste, é um dos destaques/ Crédito: Luana

O Circuito de Presépios e Lapinhas de Minas Gerais vai exibir, durante o período natalino, 295 montagens de 131 cidades mineiras. Esta é a segunda edição desta ação do Iepha-MG em parceria com os municípios que, além de expor seus presépios residenciais ou comunitários, criam um roteiro de visitação no estado e pontuam no ICMS Patrimônio Cultural. 

As cidades se cadastraram por meio do site do Iepha-MG (www.iepha.mg.gov.br), que disponibiliza um guia online com endereços e horários para visitação. Acesse o guia aqui

Os destaques deste ano foram os municípios de  Medina, no Vale do Jequitinhonha, com 44 presépios;  Santa Luzia e Guapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), com 19 montagens cada;  Piranguçu, no Sudoeste, com 15; e Rio Vermelho, também na RMBH, com 14 montagens.

A articulação das iniciativas fortalece a política do Governo de Minas Gerais de difusão e promoção do patrimônio protegido pelo Iepha-MG

A presidente do Iepha-MG, Michele Arroyo, reitera que esta é uma forma de promover e salvaguardar o patrimônio cultural de Minas Gerais e as tradições coletivas tanto da capital quanto das cidades do interior.

“A iniciativa procura fortalecer os laços de parceria entre o patrimônio cultural, os municípios e o Governo de Minas Gerais por meio do Iepha-MG”, atesta Michele.   

O Circuito de Presépios e Lapinhas faz parte de uma ação de salvaguarda das Folias de Reis que, neste ano, foram reconhecidas como patrimônio cultural de natureza imaterial do estado.  No ano passado, foram castrados 250 presépios residenciais e comunitários, montados em 150 cidades.

Em Minas, a tradição dos presépios está presente desde o século 18, com muitos deles montados nos chamados oratórios-lapinhas, encontrados nas regiões de Santa Luzia e Sabará.


 

Foto: Omar Freire

A imponente Sala das Sessões, situada no Museu Mineiro, espaço integrante do Circuito Liberdade, foi reaberta na tarde desta terça (19), após um período de seis anos em que esteve fechada. O amplo salão com pé direito alto passou por uma minuciosa obra de restauro e está disponível para visitação gratuita. “A restauração é um marco para a cultura de Minas Gerais. É uma casa que se mistura com a história da capital, tendo sido a casa do Senado Mineiro, em 1905”, comemorou o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, durante a solenidade de reinauguração. A inauguração de novas exposições, uma delas com acervo que presta homenagem aos 120 de Belo Horizonte, e a primeira exibição no museu da tela “Cenas de Garimpo”, do pintor Di Cavalcanti, complementaram a lista de novidades do Museu Mineiro, que completou 35 anos em 2017.

Sala das Sessões - Foto: Omar Freire

Com 169,5 m², a Sala das Sessões teve suas pinturas parietais e forro restaurados, o piso de madeira recuperado e ganhou uma nova iluminação expositiva que destaca o acervo pictórico. O projeto de restauração foi executado de março a dezembro de 2017, pelo Grupo Oficina de Restauro, com acompanhamento e fiscalização do IEPHA.

A nova proposta expográfica de longa duração exibe obras do acervo do Museu Mineiro com mais de três mil peças de variadas tipologias, datadas dos séculos XVIII ao XXI. Na Sala das Sessões destacam-se pinturas clássicas como as seis telas de Manuel da Costa Ataíde, o quadro “A Má Noticia”, de Belmiro de Almeida, as telas de Aníbal Mattos e os trabalhos de outros expoentes da pintura mineira do início do século XX.

Na Sala Honório Esteves consta um conjunto de pinturas parietais descoberto durante a restauração, sob seis camadas de tinta, provavelmente de autoria de Frederico Steckel, artista que também assina pinturas do Palácio da Liberdade. Telas do pintor ouro-pretano que nomeia o local completam o acervo, entre elas “O Pastor Egípcio” e o retrato de Peter Lund.

Datados dos séculos 18 e 19, belos retratos de monarcas feitos em óleo, com imagens de Dom João VI, Dona Maria I, Pedro I, Pedro II e o Brasão da família imperial encontram-se no Gabinete. No piso inferior, a artista Jeane Milde foi homenageada com sala que recebe seu nome. Nela estão expostas obras de importantes artistas mineiros como Guignard, Amilcar de Castro, Márcio Sampaio, Mário Silésio, Érico de Paula, Maria Helena Andrés, Lótus Lobo, Yará Tupinambá, Aurélia Rubião e Inimá de Paula.

Também estiveram presentes na solenidade aSuperintendente de Museus e Artes Visuais, Andrea Matos; a presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA), Michele Arroyo; a coordenadora do Circuito Liberdade, Marcela França; o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Augusto Nunes-Filho; a presidente da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Júlia Mitraud, o presidente do Instituto Cultural Filarmônica, Diomar Silveira, além de representantes de diversos setores artísticos.

Exposição Belo Horizonte - 120 anos: Primeiros Registros

Foto: Omar Freire

Em celebração do aniversário de Belo Horizonte, o Museu Mineiro, o Arquivo Público Mineiro e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico - IEPHA apresentam a mostra “Belo Horizonte - 120 anos: Primeiros Registros”, com mais de cem obras das três instituições, em exibição na Galeria de Exposição Temporária do Museu Mineiro e na Sala da Memória, dentro do Casarão. A exposição representa um panorama da trajetória inicial da cidade por meio de quadros, fotografias, documentos, plantas cadastrais e objetos, com destaque para uma tela retratando o engenheiro construtor Aarão Reis com o projeto original de BH nas mãos, e uma bonequinha de biscuit que pertenceu à menina Alice, uma das que participaram do primeiro sorteio de lotes da nova capital. A boneca foi doada ao Museu Mineiro pela servidora do IEPHA e fotógrafa Izabel Chumbinho. A mostra fica em cartaz até  4 de março de 2018.

MUSEU MINEIRO

Criado em 1982, o Museu Mineiro está localizado na Avenida João Pinheiro, ao lado do Arquivo Público Mineiro, e integra o Circuito Liberdade. Seu riquíssimo acervo documenta, de forma material e simbólica, momentos distintos da formação da cultura do Estado. Atualmente, o museu dispõe de aproximadamente três mil objetos.

Antiga sede do Senado Mineiro e da Pagadoria Geral do Estado, o prédio é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico. Fica sob gestão da Superintendência de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.

O Museu Mineiro coloca à disposição do público exposições de longa duração e mostras temporárias, tanto de artistas consagrados quanto de iniciantes, além de ampla programação relacionada ao patrimônio material e imaterial do estado. A instituição tem como objetivo preservar, pesquisar e difundir registros da história e da cultura mineira.

SERVIÇO

MUSEU MINEIRO

Local: Avenida João Pinheiro, 342 – Funcionários, Belo Horizonte/MG

Horário de visitação:

Terça, quarta e sexta-feira: 10h às 19h

Quinta-feira: 12h às 21h

Sábados, domingos e feriados: 12h às 19h

Entrada: Gratuita

Informações: (31) 3269-1103

Assessoria de Imprensa: Angelina Gonçalves – (31) 3269-1109 | (31) 98876 – 8987


A Estação Ferroviária de Lobo Leite sempre será marcada pelas idas e vindas de pessoas que utilizavam o trem para viajar. Agora, as viagens serão por meio dos livros, já que esse charmoso espaço passa a abrigar a Biblioteca Cônego Luiz Vieira da Silva, inaugurada na tarde desta quinta-feira (14). O nome foi escolhido pela comunidade em trabalho desenvolvido com a escola municipal Amynthas Jacques de Moraes. Foram doados R$ 50 mil em livros e materiais didáticos, adquiridos pelo Governo Municipal por meio da edição 2016 do edital de Criação de Bibliotecas Públicas Municipais, da Secretaria de Estado de Cultura.

Estiveram presentes na cerimônia o prefeito Zelinho; a secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende; diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais, Cleide Fernandes; o secretário adjunto de Educação, Thales Gonçalves; a diretora da Biblioteca Municipal Djalma, Cristiane Aparecida de Melo Souza; a diretora da E.M. Amynthas Jacques de Morais, Maria de Fátima Gonçalves Lobo; o vereador Edonias Clementino de Almeida; a bibliotecária Margarida Ferreira; secretários municipais de Governo, Lúcio Coimbra, de Obras, Rosemary Aparecida Benedito, e de Cultura, Míriam Palhares; e o secretário adjunto de Desenvolvimento e Assistência Social, Henrique Marani.

Alunos da escola municipal Amynthas Jacques de Moraes cantaram os hinos Nacional e de Congonhas, além de recitarem poemas. A solenidade também contou com a participação da Banda Sinfônica da Secretaria Municipal de Educação.

O prefeito Zelinho reforçou que o Governo Municipal tem investido e avançado nas áreas de educação, cultura, esporte e saúde. São 32 escolas, sendo que 23 funcionam em tempo integral. O chefe do Executivo parabenizou as crianças pela conquista e pontuou: “Toda escola hoje tem uma biblioteca. Temos leitura, esporte e lazer nas escolas. Era isso que pretendíamos. Queremos que vocês estudem e aproveitem bem os ensinamentos, as bibliotecas públicas. Que vocês estudem bastante, para que possamos ter bons profissionais no futuro”.

A secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende, destacou o trabalho desenvolvido para que o Município fosse contemplado pelo edital de Criação de Bibliotecas Públicas Municipais do Estado de Minas Gerais. “Apenas cinco cidades de Minas Gerais conseguiram os recursos para a implantar a biblioteca, entre elas, Congonhas. Aqui era uma Estação, onde as pessoas viajando em busca de sonhos. Com os livros fazemos a mesma coisa, porque por meio deles construímos ideais e viajamos”, completou.

Congonhas é uma das três cidades mineiras que possuem o Plano Municipal de Livro, Leitura e Bibliotecas, segundo a diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais, Cleide Fernandes. “Realmente é uma cidade sai sempre à frente. São apenas três cidades em Minas Gerais que têm esse plano. Reconhecemos que todos da administração pública estão preocupados em implementar suas ações”, disse. Ela também acrescentou: “Essa biblioteca só é possível porque alguém imaginou, fantasiou, foi atrás e transformou em realidade. Agradeço por terem pessoas que se preocupam com a cultura e a educação da comunidade, e por empreenderem esforços para tornar essa fantasia em realidade”.

Para a presidente da Associação Comunitária de Lobo Leite (ASCOM), Renata de Freitas, a biblioteca “Vai ser muito importante para as crianças e vai criar o hábito da leitura. É importante para a comunidade inteira. Agradeço ao Governo Municipal e a todos que ajudaram a implementar esse espaço em Lobo Leite”.

O nome da biblioteca é uma homenagem a Cônego Luiz Vieira da Silva, nascido no Arraia de Soledad, onde hoje se encontra Lobo Leite. Ao lado de Cláudio Manoel da Costa, Inácio Jose de Alvarenga e Tomas Antônio Gonzaga, ele apoiou Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, durante Inconfidência Mineira, que marcou a história de Minas Gerais.

Projeto

A Secretaria de Estado de Cultura elabora editais destinados às prefeituras que tenham interesse em criar bibliotecas públicas municipais. Devem ter prioridade os municípios que não possuem nenhuma biblioteca pública municipal. No entanto, as prefeituras que já têm este serviço podem participar com o objetivo de criar uma sucursal, preferencialmente em distritos ou na zona rural.

O apoio às propostas selecionadas consiste na entrega de um conjunto para criação de bibliotecas públicas municipais, no valor aproximado de R$ 50.399,60. Cada conjunto é composto por:  mínimo de mil itens entre livros, periódicos, CD’s, DVD’s, audiolivros, livros em Braille; três estantes dupla face; duas estantes expositoras; um carrinho para transporte de livros; e 40 bibliocantos.

Bibliotecas públicas

Congonhas conta com a Biblioteca Pública Municipal Djalma Andrade, duas Bibliotecas Comunitárias, nos bairros Vila Cardoso e Dom Oscar, e 32 bibliotecas escolares. Vale ressaltar que em todas as bibliotecas são realizadas atividades literárias de incentivo ao livro e à leitura.

Fonte: Secom Congonhas: http://bit.ly/2kOCCpz

 

Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e no contexto do Programa +Gastronomia, lança dois novos editais de fomento à gastronomia.

edital de incentivo a festivais gastronômicos, já em sua quarta edição, destina R$ 1,5 milhão à valorização da gastronomia no estado, por meio do apoio a 12 eventos nos cinco territórios gastronômicos mineiros ― Cerrado, Central, Espinhaço, Mantiqueira e Rios. Já o edital de apoio a food trucks irá distribuir R$ 450 mil entre 25 desses empreendimentos.

Ao todo, 37 propostas serão contempladas, e quase R$ 2 milhões serão direcionados ao setor. Os interessados devem ler os editais, disponíveis no site da Codemig, e enviar suas propostas até o dia 28 de fevereiro de 2018.

O objetivo da iniciativa é potencializar a cadeia produtiva gastronômica em Minas Gerais e movimentar o fluxo turístico regional e nacional, reforçando o posicionamento do estado como destino turístico gastronômico de referência no país.

“A posição de destaque já conquistada pela gastronomia mineira mais do que justifica os investimentos em organização, estrutura e em boas estratégias de promoção e comercialização. Além dos editais, o projeto da Mineiraria ― que inclui a Casa da Gastronomia, a Cozinha Escola Mineiraria no Mercado Central e os espaços itinerantes ― demonstram o comprometimento da Codemig em fomentar o setor”, afirma o presidente da Codemig, Marco Antônio Castello Branco.

Edital de Incentivo a Festivais Gastronômicos

O edital irá apoiar 12 projetos, em duas categorias: Festivais Gastronômicos, voltada para eventos que já realizaram pelo menos uma edição nos últimos dois anos, e Novos Eventos, que pretende estimular a criação de novos festivais e iniciativas pelo Estado. Critérios como a relação do festival com as tradições regionais, o envolvimento de produtores locais e a acessibilidade, bem como a capacidade técnica dos organizadores, serão levados em conta na avaliação das propostas.

A importância dos festivais gastronômicos como potencializadores do turismo em Minas Gerais é evidente. Segundo levantamento da Secretaria de Estado de Turismo (Setur-MG), a gastronomia é o principal elemento associado ao estado por 29% dos visitantes que passam por aqui. Desse modo, investir em gastronomia é capitalizar esse forte elemento cultural e transformá-lo em experiências inigualáveis. Além de atrair turistas, os festivais catalisam um movimento de profissionalização da gestão cultural e dos setores ligados à gastronomia nas cidades participantes.

O Governo de Minas Gerais já realizou três edições da iniciativa, totalizando mais de R$ 3 milhões destinados à gastronomia mineira. Foram beneficiados 25 municípios, em 12 dos 17 territórios de desenvolvimento. Os eventos contemplados na quarta edição serão realizados ao longo de 2018.

Edital de Apoio a Food Trucks

Já no edital para proprietários de food trucks, 25 empreendimentos da Região Metropolitana de Belo Horizonte serão contemplados com R$ 18 mil cada, a serem repassados ao longo de 12 meses, que poderão ser usados em ações de manutenção dos trucks. Todos os participantes deverão oferecer ao menos uma opção de prato típico ou produto característico do estado de Minas Gerais e detalhar no projeto sua relação com a culinária mineira.

A nova modalidade apoia diretamente pequenos empreendedores da gastronomia e um formato de experiência gastronômica inovador, que tem ganhado cada vez mais espaço entre os consumidores.

Programa +Gastronomia

Lançado em maio deste ano pelo governador Fernando Pimentel, o +Gastronomia envolve diversas instâncias da administração estadual para, em conjunto com a sociedade civil e a iniciativa privada, fomentar e valorizar a cadeia produtiva da gastronomia, reconhecendo-a como setor estratégico para o desenvolvimento sustentável de Minas Gerais.

A política tem por objetivo orientar as ações de governo voltadas ao fortalecimento da gastronomia mineira e de toda a sua cadeia produtiva: segmentos da produção de insumos, de abastecimento e armazenamento, de comércio, de indústria e de serviços. Além da geração de emprego e renda, o +Gastronomia se pauta pela preservação das tradições gastronômicas, pelo reforço da identidade local e do senso de comunidade e pela busca da sustentabilidade socioeconômica e ambiental.


 

 

O Fundo Estadual de Cultura (FEC) teve seu período de inscrições prorrogado. Viabilizado pela Secretaria de Estado de Cultura, o mecanismo de fomento ampliou o prazo para os proponentes apresentarem suas propostas culturais. A primeira etapa deve ser realizada até o dia 5 de janeiro de 2018. Nesta fase, o proponente deve efetuar seu cadastro na plataforma online. Após validação, a fase posterior é a inscrição do projeto, que deve ser realizada no período de 3 a 31 de janeiro de 2018. A plataforma digital para cadastro do proponente e a inscrição da proposta está disponível no aqui. Os editais podem ser encontrados neste link.

O Fundo Estadual de Cultura 2017 disponibiliza R$ 9,5 milhões para projetos culturais que tradicionalmente encontram dificuldades em captar recursos no mercado. O edital contribui para a democratização da produção cultural do estado e para o fomento às mais diversas manifestações artísticas presentes em Minas Gerais. O repasse de recursos do FEC, ao contrário da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, é direto, sem necessidade de captação junto a empresas, e contempla, de uma forma geral, manifestações da cultura popular, pequenas entidades, grupos e coletivos, tendo uma visão mais voltado ao interior do estado.

Para o superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Felipe Amado, o FEC vem sendo estruturado e aprimorado a partir dos anseios da população, como forma de promover um edital que esteja diretamente ligado às demandas da sociedade. “Nosso objetivo é transferir recursos do Fundo Estadual de Cultura aos 17 territórios de desenvolvimento de Minas Gerais, além de manter o aporte de recursos a projetos de culturas populares e tradicionais, e também aos pontos de cultura”, pontua Felipe.

O edital de 2017 foi subdividido em duas frentes para aprimorar a distribuição de recursos e dar ainda mais transparência ao processo. Uma das frentes destina-se a Organizações da Sociedade Civil e possui valor total de R$ 7 milhões. Este edital está dividido em três categorias: 1) Projetos que promovam as culturas populares e tradicionais, no valor máximo de até R$ 25 mil, totalizando R$ 2 milhões; 2) Projetos de Cultura em Geral: realizados pelas organizações da sociedade civil, com valor máximo de até R$ 100 mil, somando R$ 3,5 milhões 3) Pontos de Cultura: com valor máximo de até R$ 50 mil, somando R$ 1,5 milhões.

A segunda frente é destinada para instituições de Direito Público Municipal e irá contemplar as mais diversas atividades artístico-culturais em projetos de até R$ 100 mil. Cada prefeitura ou instituição pública (Pessoas Jurídicas de direito público) de natureza cultural vinculada à prefeitura poderá apresentar somente uma proposta. O valor total deste edital é de R$ 2,5 milhões.

ENTENDA OS VALORES

O FEC 2017 foi dividido em dois editais:

VALOR OBJETO

R$ 7 milhões subdivididos em:

Projetos de Culturas Populares e Tradicionais: R$ 2.500.000,00

Projetos de Cultura em Geral: R$ 3.000.000,00

Lei Cultura Viva: R$ 1.500.000,00

Edital destinado às Organizações da Sociedade Civil
R$ 2,5 milhões Edital destinado às instituições de Direito Público Municipal
R$ 9,5 milhões Valor total do Fundo Estadual de Cultura 2017

 

SERVIÇO

INSCRIÇÕES FUNDO ESTADUAL DE CULTURA

Primeira etapa – Cadastro do Proponente

Até 5 de janeiro de 2018

Segunda etapa – Inscrição dos projetos

De 3 a 31 de janeiro de 2018

As inscrições devem ser realizadas por meio da Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura, disponível no endereço https://tinyurl.com/ybp3bxky

 


 

Foto: Omar Freire

A imponente Sala das Sessões, situada no Museu Mineiro, espaço integrante do Circuito Liberdade, foi reaberta na tarde desta terça (19), após um período de seis anos em que esteve fechada. O amplo salão com pé direito alto passou por uma minuciosa obra de restauro e está disponível para visitação gratuita. “A restauração é um marco para a cultura de Minas Gerais. É uma casa que se mistura com a história da capital, tendo sido a casa do Senado Mineiro, em 1905”, comemorou o secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, durante a solenidade de reinauguração. A inauguração de novas exposições, uma delas com acervo que presta homenagem aos 120 de Belo Horizonte, e a primeira exibição no museu da tela “Cenas de Garimpo”, do pintor Di Cavalcanti, complementaram a lista de novidades do Museu Mineiro, que completou 35 anos em 2017.

Sala das Sessões - Foto: Omar Freire

Com 169,5 m², a Sala das Sessões teve suas pinturas parietais e forro restaurados, o piso de madeira recuperado e ganhou uma nova iluminação expositiva que destaca o acervo pictórico. O projeto de restauração foi executado de março a dezembro de 2017, pelo Grupo Oficina de Restauro, com acompanhamento e fiscalização do IEPHA.

A nova proposta expográfica de longa duração exibe obras do acervo do Museu Mineiro com mais de três mil peças de variadas tipologias, datadas dos séculos XVIII ao XXI. Na Sala das Sessões destacam-se pinturas clássicas como as seis telas de Manuel da Costa Ataíde, o quadro “A Má Noticia”, de Belmiro de Almeida, as telas de Aníbal Mattos e os trabalhos de outros expoentes da pintura mineira do início do século XX.

Na Sala Honório Esteves consta um conjunto de pinturas parietais descoberto durante a restauração, sob seis camadas de tinta, provavelmente de autoria de Frederico Steckel, artista que também assina pinturas do Palácio da Liberdade. Telas do pintor ouro-pretano que nomeia o local completam o acervo, entre elas “O Pastor Egípcio” e o retrato de Peter Lund.

Datados dos séculos 18 e 19, belos retratos de monarcas feitos em óleo, com imagens de Dom João VI, Dona Maria I, Pedro I, Pedro II e o Brasão da família imperial encontram-se no Gabinete. No piso inferior, a artista Jeane Milde foi homenageada com sala que recebe seu nome. Nela estão expostas obras de importantes artistas mineiros como Guignard, Amilcar de Castro, Márcio Sampaio, Mário Silésio, Érico de Paula, Maria Helena Andrés, Lótus Lobo, Yará Tupinambá, Aurélia Rubião e Inimá de Paula.

Também estiveram presentes na solenidade aSuperintendente de Museus e Artes Visuais, Andrea Matos; a presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA), Michele Arroyo; a coordenadora do Circuito Liberdade, Marcela França; o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Augusto Nunes-Filho; o presidente do Instituto Cultural Filarmônica, Diomar Silveira, além de representantes de diversos setores artísticos.

Exposição Belo Horizonte - 120 anos: Primeiros Registros

Foto: Omar Freire

Em celebração do aniversário de Belo Horizonte, o Museu Mineiro, o Arquivo Público Mineiro e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico - IEPHA apresentam a mostra “Belo Horizonte - 120 anos: Primeiros Registros”, com mais de cem obras das três instituições, em exibição na Galeria de Exposição Temporária do Museu Mineiro e na Sala da Memória, dentro do Casarão. A exposição representa um panorama da trajetória inicial da cidade por meio de quadros, fotografias, documentos, plantas cadastrais e objetos, com destaque para uma tela retratando o engenheiro construtor Aarão Reis com o projeto original de BH nas mãos, e uma bonequinha de biscuit que pertenceu à menina Alice, uma das que participaram do primeiro sorteio de lotes da nova capital. A boneca foi doada ao Museu Mineiro pela servidora do IEPHA e fotógrafa Izabel Chumbinho.

MUSEU MINEIRO

Criado em 1982, o Museu Mineiro está localizado na Avenida João Pinheiro, ao lado do Arquivo Público Mineiro, e integra o Circuito Liberdade. Seu riquíssimo acervo documenta, de forma material e simbólica, momentos distintos da formação da cultura do Estado. Atualmente, o museu dispõe de aproximadamente três mil objetos.

Antiga sede do Senado Mineiro e da Pagadoria Geral do Estado, o prédio é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico. Fica sob gestão da Superintendência de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.

O Museu Mineiro coloca à disposição do público exposições de longa duração e mostras temporárias, tanto de artistas consagrados quanto de iniciantes, além de ampla programação relacionada ao patrimônio material e imaterial do estado. A instituição tem como objetivo preservar, pesquisar e difundir registros da história e da cultura mineira.

SERVIÇO

MUSEU MINEIRO

Local: Avenida João Pinheiro, 342 – Funcionários, Belo Horizonte/MG

Horário de visitação:

Terça, quarta e sexta-feira: 10h às 19h

Quinta-feira: 12h às 21h

Sábados, domingos e feriados: 12h às 19h

Entrada: Gratuita

Informações: (31) 3269-1103

Assessoria de Imprensa: Angelina Gonçalves – (31) 3269-1109 | (31) 98876 – 8987


 

O músico mineiro Cláudio Faria, de 48 anos, faleceu neste domingo (17) em decorrência de uma neurotoxoplasmose. Cantor, compositor, tecladista, arranjador e produtor, o artista estudou na Escola de Música da UFMG e na Fundação Clóvis Salgado. Cláudio integrava a banda de Beto Guedes e lançou seu último álbum, intitulado “O que ninguém ensina”, no ano passado. O trabalho prestava uma homenagem à mãe do músico, a artista plástica Maria Simim Faria, que morreu em 2014. O secretário Angelo Oswaldo lamenta a partida de Cláudio Faria. “Expressamos nossa homenagem ao músico jovem e talentoso. Ele deixa uma legenda significativa na música mineira”, afirma Angelo.